Veja o que vai rolar na edição paulistana do Ramp Up Tour 2019

A aproximação do fim de ano é a oportunidade perfeita para muitas empresas buscarem tendências e conhecimentos para aplicar depois da virada. E, agora em dezembro, profissionais interessados em gestão, marketing e vendas poderão aprender novidades durante a edição paulistana do Ramp Up Tour 2019, que acontece no dia 10 de dezembro.

O evento cruza as principais cidades do país e dessa vez para em São Paulo, na Vila Leopoldina. Organizado pela Ramper, empresa criadora de uma plataforma de automação e prospecção digital, é ideal para negócios B2B que querem conhecer estratégias digitais de gestão, customer success, pessoas, marketing e vendas para aumentar produtividade e resultados, além de otimizar processos

É voltado para diretores e gerentes de equipes de marketing e vendas, com objetivo de aperfeiçoar seus processos; profissionais de vendas que querem bater metas; agências de publicidade, comunicação e marketing que buscam aprender como entregar mais valor para seus clientes; além de diretores executivos ou de vendas, que precisam estruturar uma empresa com receita escalável e previsível.

O Ramp Up Tour também é ideal para networking. O público de mil participantes é composto em 23% por profissionais c-level, 16% por diretores e 30% por gestores/coordenadores.

Nesta edição, nós também estaremos no evento. Ao lado de dezenas de outros palestrantes, vamos dividir tendências de marketing e também levar um estande sobre o funil de vendas em Y e suas soluções, como o curso exclusivo que desenvolvemos.

Quais conteúdos esperam por você?

O Ramp Up Tour 2019 terá mais de 45 palestras em São Paulo, divididas entre cinco palcos temáticos. Em cada um deles, os participantes poderão aprender mais sobre gestão, vendas, pessoas, marketing e CS/CX (customer success e customer experience).

O objetivo é oferecer palestras com experiência prática, em que os convidados apresentam o histórico de sucesso de seus projetos que tiveram impacto direto em vendas e nas operações.

Entre os palestrantes estão representantes de empresas que conduzem boas práticas nos temas acima. Algumas delas são: a própria Ramper, LinkedIn, Universidade Previsível, Nubank, Loggi, 99 Empresas e Uol.

Entre os palestrantes está a nossa CEO e co-fundadora Samira Cardoso, que vai levar tendências e técnicas para o palco de marketing. O papo é essencial para profissionais que querem se destacar em 2020 com novas estratégias.

Confira também o nosso estande

Assim como foi no RD Summit 2019, se você estiver pelo Ramp Up Tour 2019 em São Paulo, poderá conferir o estande da Layer Up. A nossa equipe terá um espaço exclusivo no evento repleto de soluções para empresas que querem aperfeiçoar performances de marketing e vendas.

Durante o evento, iremos oferecer com condições exclusivas algumas soluções como:

Os ingressos da Ramp Up Tour 2019 já estão à venda

O Ramp Up Tour 2019 já é no próximo dia 10, então nosso conselho é que você garanta logo o seu ingresso, que já está no penúltimo lote. Para ter a sua entrada, basta acessar o site da Sympla, que os dados de confirmação da inscrição serão enviados por e-mail.

Lembrando que a Layer Up garante 50% de desconto para parceiros da agência ou da Ramper com um cupom exclusivo, além de 40% OFF para demais interessados, por meio deste link. Não perca a chance de participar de um dos mais importantes eventos de marketing e vendas, gestão e CS/CX.

União entre marketing e vendas é assunto em segundo dia de RD Summit

O maior evento de marketing e vendas segue acontecendo em Florianópolis. No segundo dia, o RD Summit 2019 trouxe mais palestras e informações que enfatizaram a importância da união entre marketing e vendas para resultados assertivos. Neste blogpost, contamos mais sobre as palestras que rolaram no evento e sobre as entrevistas que aconteceram ao longo do dia.

O impacto da evolução de marketing e vendas nas agências digitais

O segundo dia de RD Summit 2019 também ficou marcado pela palestra da nossa CEO Samira Cardoso. A apresentação dava dicas de como parar de perder clientes e vender mais, e foi inspirado nas vivências da equipe da Layer Up, assim como em tendências internacionais.

Com conteúdo voltado para outras agências, Samira levou mais informações para parceiros do RD Station que enfrentam dificuldades para ter mais resultados em seus negócios.

Na palestra, Samira mostrou como alinhar expectativas e gerar valor para propostas comerciais, além de explicar como organizar times de sucesso, realizando a união entre marketing e vendas. Também falou quais estratégias são essenciais para gerar resultados a curto e longo prazo, como exemplo o funil de vendas em Y, que combina ações de inbound e outbound marketing.

Assim, a CEO da Layer Up explicou como montar um esquema tático para gerar e captar leads. Na geração, estão estratégias de ads search, outbound 2.0, ABM (Account-Based Marketing), SEO (Search Engine Optimization), inbound marketing e social ads. Do lado da captação, temos ações RP (Relações Públicas), criação de blog, presença em redes sociais, relacionamento e branding.  

Aaron Ross: Playbook para reacelerar o crescimento

Mais tarde, na plenária (principal espaço de palestras do RD Summit), aconteceu a apresentação “Playbook para reacelerar o crescimento”, do especialista em outbound 2.0 e autor do livro “Receita Previsível”, Aaron Ross. Com conteúdo voltado para CEOs e fundadores de negócios, ele deu dicas e informações valiosas para empreendedores que querem melhorar resultados.

Uma das ideias defendidas pelo especialista é que todo empreendedor deve entender sobre marketing e vendas para garantir bons resultados. Entre outras dicas compartilhadas estão:

Veja por que a união entre marketing e vendas é uma tendência cada vez mais importante para as empresas e é um assunto tão evidente no RD Summit 2019.

Aaron defendeu que o papel do marketing é ter mais inteligência para gerar bons leads e ainda reforçou o papel do SDR (Sales Development Representative) para qualificação dos contatos e a especialização do time comercial com base técnica.

O especialista é um dos gurus da Layer Up na aplicação do funil de vendas em Y. As teorias apresentadas por Aaron Ross serviram de base para a organização do nosso time, das nossas estratégias e até do nosso curso, oferecido em nosso estande no RD Summit.

Transmissões ao vivo

Ao longo do dia, nós preparamos transmissões em tempo real no Instagram da Layer Up. Hoje, os assuntos foram o funil em Y e a organização comercial.

Para falar da estratégia que une inbound e outbound 2.0, convidamos o head de marketing da Ramper, Victor Rossi, que afirmou que o funil em Y é uma tendência para 2020, especialmente para empresas B2B.

Segundo Victor, um dos maiores atrativos da estratégia é poder reaproveitar leads em momentos diferentes e com abordagens distintas, para manter a base sempre ativa. Ele também destaca as possibilidades de personalização da metodologia que pode ser encaixada nos mais diversos objetivos – seja promover conteúdo e educação de mercado, como a própria Ramper, ou simplesmente a venda ativa.

Veja por que a união entre marketing e vendas é uma tendência cada vez mais importante para as empresas e é um assunto tão evidente no RD Summit 2019.

Quando o papo foi vendas, os especialistas do RD Station nos afirmaram que a ponte entre marketing e vendas é essencial para melhores resultados. Para o farmer Renê Nascar e para o channel sales manager André Alves, fazer um diagnóstico completo das dores e objetivos da empresa, traçar metas alcançáveis (como números semanais ou diários) e definir um ICP (Ideal Customer Profile, ou perfil ideal de cliente) são estratégias importantes para fazer um bom trabalho. 

Os especialistas em vendas também nos explicaram que o processo comercial está cada vez mais se afastando da ideia de ser uma arte, cheia de improvisos, para se transformar em uma ciência, com mais técnicas.

Veja por que a união entre marketing e vendas é uma tendência cada vez mais importante para as empresas e é um assunto tão evidente no RD Summit 2019.

Para acompanhar as conversas na íntegra e descobrir mais sobre a união entre marketing e vendas, basta acompanhar o perfil da Layer Up no Instagram.

Gostou das novidades? Amanhã continuaremos! Siga acompanhando o nosso blog e nossas redes sociais para saber mais do RD Summit, nossas ações no evento e outras informações.

Como a Layer Up começou o RD Summit 2019 com o pé direito

O RD Summit é um dos eventos mais esperados no universo de marketing e vendas. Além de ser o maior do setor na América Latina, ele é reconhecido por levar tendências e informações relevantes para profissionais da área.

Em 2019, a equipe da Layer Up estava ansiosa para participar do evento não só pelos motivos acima. Neste ano, nossa agência digital participa do RD Summit como patrocinadora oficial premium, conta com um estande no espaço, leva produtos exclusivos (curso sobre o funil em Y, diagnóstico, mentoria e consultoria), concorre aos prêmios de Melhor Case e Especialista em Vendas, participa de palestras e painéis no evento e faz uma cobertura completa! Ufa!

Neste conteúdo, você verá tudo que rolou em nosso primeiro dia de participação. Confira:

Vencedores do prêmio Melhor Case do RD Summit

Na prática, o RD Summit 2019 começou apenas no dia 6, mas para os parceiros do RD Station, os trabalhos começaram antes. No dia 5, os RD partners participaram do Prêmio Agências de Resultado, que reconhece as melhores agências do Brasil.

A Layer Up foi um dos destaques da premiação. Nossa equipe contava com duas indicações, nas categorias Especialista em Vendas e Melhor Case, pelo trabalho com o Grupo Playcenter, e conquistou o título de Melhor Case.

O reconhecimento rendeu à Layer o título de umas das dez melhores agências digitais do Brasil.

Segundo a nossa CEO Samira Cardoso, o título reflete a nossa cultura. “É a prova de que estamos no caminho certo. Estamos muito felizes de começar o evento com esse prêmio na mão.”

Pelo evento, encontramos as responsáveis pelo marketing do Grupo Playcenter, a gerente Michelle Costa e coordenadora Juliana Porrino. “Esse prêmio é resultado do nosso trabalho em equipe. Ao longo do processo, vimos que a nossa necessidade era outra e precisamos fazer uma mudança em nossa cultura”, fala Michelle. “A gente sabe da dedicação que a agência tem em todos os momentos”, completa.

CEO da Layer Up e responsáveis pelo marketing do Grupo Playcenter durante o RD Summit

“A gente estava confiante no trabalho da agência, mas não sabíamos do trabalho das outras agências e da dimensão do prêmio. Esse foi o nosso primeiro ano de parceria e na plataforma RD Station”, explica Michelle.

Podcast: Show Me The ROI

Iniciando os trabalhos no primeiro dia oficial de RD Summit 2019, a agenda da nossa CEO Samira Cardoso estava cheia de compromissos para falar dos processos e projetos da Layer Up. Para começar, participamos de uma edição do podcast Show Me The ROI.

CEO da Layer Up participa de podcast Show me The ROI durante a premiação RD Summit

O tema do programa foi desvendar como a nossa agência digital usa o plano light (mais básico) do RD Station para vender versões mais completas.

Samira falou sobre a nossa experiência como usuários da versão beta da ferramenta light por oito meses e dos nossos projetos com a nossa parceira clínica Liv’in. 

Entre as dicas da nossa especialista, estão:

A edição será publicada em breve. Fique de olho!

Entrevista para o YouTube do RD Station

Se você tem curiosidade para conhecer mais sobre a carreira de Samira e a história da Layer Up, poderá conferir em breve no YouTube da Resultados Digitais.

Confira fotos:

Customer Talks – Hands On Marketing e Vendas: Performance de causar inveja

A Layer Up marcou presença no painel Customer Talks – Hands On Marketing e Vendas: Performance de causar inveja. No bate-papo mediado pelo co-fundador da Resultados Digitais, André Siqueira, Samira falou mais sobre os processos da Layer Up para gerar bons resultados.

Depois da vitória do prêmio de Melhor Case, nossa CEO aproveitou para contar mais detalhes das estratégias com o Grupo Playcenter para os participantes do painel.

Segundo Samira, uma das sacadas da nossa equipe foi diagnosticar corretamente que a dor que nosso parceiro apresentava era diferente da entendida por eles e oferecer a solução ideal.

No caso, nossa equipe reformulou a organização comercial da empresa e revolucionou as estratégias de marketing.

E o estande da Layer no RD Summit 2019?

Enquanto tudo isso acontecia no RD Summit 2019, o time da Layer Up estava presente na feira de negócios com soluções para os participantes do evento.

Com exclusividade, nossa equipe desenhou um curso sobre o funil de vendas, um diagnóstico, uma mentoria e uma consultoria.

As soluções estão disponíveis com exclusividade no estande e têm valores especiais. Além disso, conta com bônus e brindes especialmente desenhados para o evento.

Quem sabe a sua empresa não é o case de 2020?

Tendências de marketing e vendas que estamos levando para o RD Summit 2019

Para somar às 200 horas de conteúdos em formato de palestras, a Layer Up vai levar ainda mais conhecimento para a sua empresa durante o RD Summit 2019. Nós estamos preparando o lançamento de um curso exclusivo sobre o funil de vendas em Y! Também levaremos consultorias com nosso time de especialistas e toda a nossa gama de serviços e expertise.

Quer ficar por dentro de todas as novidades que estamos preparando? Então confira os detalhes neste conteúdo!

As novidades da Layer Up para marketing e vendas 

Curso do funil em Y

Neste ano, a Layer Up é patrocinadora oficial premium do RD Summit 2019. A ocasião é muito especial e é por causa disso que estamos preparando novidades muito empolgantes!

A principal delas é o curso sobre o funil de vendas em Y. Pensado para gestores de empresas B2B e para agências de publicidade ou marketing, além de pessoas que querem aprender mais, o curso traz todos os segredos da Layer Up. Se você não sabe, nós somos pioneiros na aplicação dessa estratégia.

As aulas são conduzidas pela nossa co-fundadora e CEO Samira Cardoso, que tem um currículo de peso na área. Implementou a metodologia na Layer Up, é professora de inbound marketing na São Paulo Digital School, RD Partner Expert, com MBA em marketing pela ESPM e quase 20 anos de experiência!

Nos módulos você encontra um detalhamento completo da estratégia, passando pelo inbound marketing, outbound 2.0, ABM (Account Based Marketing) e no processo comercial propriamente dito. Também descobrirá como fazer pontes entre as metodologias que compõem o funil de vendas em Y e terá dicas de quais ferramentas usar durante o trabalho.

Consultoria

Já em nossas consultorias, você irá contar com o nosso time de especialistas 100% disponível para fazer um diagnóstico da sua empresa. Com toda nossa expertise, a equipe estará apta a analisar suas estratégias, propor novos caminhos e até auxiliar nas etapas

História da Layer com o RD

Esse é o primeiro ano da Layer como patrocinadora oficial premium do RD Summit 2019, mas a nossa parceira com a Resultados Digitais é de longa data! Na última edição do RD On The Road, a Samira Cardoso deu uma palestra na edição de Porto Alegre. Na ocasião, nossa CEO falou sobre os processos que empregamos aqui em nossa agência digital.

Desde 2015, a Layer Up faz parte do programa de parceria do RD Station, o que torna a agência certificada. Ainda segundo o marketplace da Resultados Digitais, ficamos entre as 50 melhores agências de marketing e vendas do Brasil.

Como será o RD Summit 2019

O RD Summit é o maior evento de marketing e vendas da América Latina. Reúne mais de 12 mil pessoas por dia, entre executivos de diversos segmentos e profissionais de marketing, sendo que cerca de 60% do público está à frente de negócios. Ou seja, o evento é o mais puro networking!

Neste ano serão mais de 120 palestrantes de áreas como marketing, vendas, empreendedorismo, tecnologia, sucesso do cliente, entre outros. Alguns dos nomes são o autor best seller do New York Times e empreendedor Gary Vaynerchuk, o especialista que cunhou o termo outbound 2.0 Aaron Ross, a estrategista de mercado April Dunford e o próprio CEO da Resultados Digitais, Eric Santos.

Na feira de negócios são mais de 100 expositores. É por lá que você encontrará o espaço da Layer Up e todas as novidades que levaremos para o evento.

Tudo isso, é claro, em Florianópolis, cidade que sedia mais de 3,9 mil empresas de tecnologia, que movimentaram 6,6 bilhões de reais em 2018.

RD Summit 2019: escolha o pass que mais combina com você!

Se você se interessou, basta escolher a entrada que mais funciona para você:

1 Day Pass: essa entrada dá a oportunidade de participar de um dia de evento. Com esse ingresso, você tem acesso a todas as salas de palestras*, à Feira de Negócios*, à Feira Gastronômica* e ao happy hour (com cerveja de graça). Também ganha um kit do participante e certificado online.

3 Day Pass: com esse ingresso, você marca presença nos três dias do RD Summit, tem acesso a todas as salas de palestras, à Feira de Negócios, à Feira Gastronômica e ao happy hour nos três dias (com cerveja de graça), além do kit do participante e o certificado online.

VIP Pass: quem garante essa entrada tem todos os benefícios do 3 Day Pass com bônus, mas também tem credenciamento exclusivo, acesso às áreas VIP, entrada prioritária em todas as trilhas, kit VIP do participante, um curso online da RD University, além de um voucher de R$ 60 para a Feira Gastronômica.

*No dia do evento.

Vale lembrar que se você acessar o link e usar o código LAYERUP15OFF na finalização da compra, garante o seu ingresso com 15% de desconto. É a chance de aproveitar o maior evento de marketing e vendas da América Latina e ainda ficar por dentro da estratégia revolucionária que é o funil de vendas em Y. Vejo você por lá?

Eles estão te ouvindo: como o comportamento do consumidor dita a comunicação do futuro

Pense na quantidade de dados que você gera diariamente. As músicas que você ouve durante a ida ao trabalho ficam registradas no histórico da plataforma de streaming que você usa. O mesmo acontece com os vídeos, filmes e séries que você vê e com os aplicativos que usa todos os dias, graças a algoritmos cada vez mais inteligentes! Considere até as informações que os seus wearables registram. Todos esses números falam muito sobre o novo comportamento do consumidor.

Com cada vez mais ferramentas como essas em nosso dia a dia, fica mais fácil personalizar o conteúdo que cada usuário irá consumir. O Spotify, por exemplo, é reconhecido por suas playlists de indicações de novas bandas, que costumam agradar bastante os usuários.

Mas essa personalização pode ser ainda mais interessante. Pense em uma mulher que enfrenta problemas hormonais e mantém registros de informações sobre sua saúde com o auxílio de wearables e aplicativos. Seria muito útil para a rotina dela entregar materiais personalizados sobre problemas que ela pode encontrar e cuidados que pode ter. Esse hábito, inclusive, pode ser ótimo para a qualidade de vida dela!

É por questões assim que a comunicação teve que se transformar! O novo comportamento do consumidor nem deixa outra opção! E a tecnologia pode ser bem útil nesse processo.

O que mudou no comportamento do consumidor?

O excesso de ferramentas que usamos no nosso dia a dia tornam o processo de compra muito mais complexo. Se antes a jornada era linear, com uma necessidade, algumas opções de compra e menos empecilhos na hora da finalização da venda; agora ela é mais longa. 

O novo consumidor tem a necessidade, inúmeras opções de produtos, pede opinião sobre as soluções que encontra, pesquisa ativamente todos os detalhes sobre as marcas, para enfim comprar ou não.

Muitos outros canais também estão envolvidos no processo. O consumidor pode iniciar sua jornada na vida real e usar o universo digital de apoio para concluir sua jornada.

Neste novo processo, ele também demanda outras coisas. Quer comprar produtos da marca com a qual se identifica, busca ter uma experiência interativa e inovadora, além de procurar coerência no discurso das marcas que encontram.

Então, quando o objetivo é aumentar a atração e retenção dos clientes, se torna necessário ficar de olho em alguns pontos que dizem muito sobre o comportamento do consumidor:

Personalização

Com as novas ferramentas e as possibilidades do mundo digital, o novo consumidor passou a valorizar a experiência que tem. Ele quer encontrar menos atritos ao longo de sua jornada de compra e sentir que não é mais um número no processo comercial das empresas.

Sendo assim, o approach deve começar na comunicação, ao escolher a linguagem correta, gerar identificação e personalizar os conteúdos, com base nas informações que já foram fornecidas.

A forma de entregar essas informações também já pode ser mais assertiva, até no topo de funil, na hora de se apresentar para um público ainda não segmentado.

A mídia programática é um exemplo disso. Nesta ferramenta de compra de mídia, o objetivo é criar estratégias para aquisição de audiência, e não canais. Ela permite segmentações, que tornam a mensagem mais personalizada e direcionada de acordo com as características de cada público-alvo.

Essa estratégia também é financeiramente mais interessante, já que influencia diretamente no retorno sobre o investimento. Como a mídia é mais assertiva no público, aproveita melhor a verba aplicada e gera mais resultados. Além disso, pode ser utilizada por empresas dos mais variados segmentos.

Uma pesquisa da IAB Brasil mostrou que a mídia programática movimentou em 2016 R$ 1,9 bilhão no mercado. O valor representa 16,5% dos investimentos em anúncios digitais e tem estimativas de crescimento.

Privacidade do usuário

No Brasil, a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) entrará em vigor a partir de agosto de 2020. Nesta regulamentação, o objetivo é proteger o usuário do uso de dados pessoais coletados na internet por parte de empresas e agências de marketing e publicidade.

Mesmo enquanto a lei não é estabelecida, o ideal é trabalhar sempre de forma ética e transparente com o usuário. É importante sempre pedir o consentimento, com políticas de privacidade e aviso de uso de cookies, para só então coletar e usar os dados do usuário. 

Empresas que têm um site, aplicativo ou rede social e querem melhorar a experiência do usuário durante a navegação ou melhorar suas estratégias de marketing online, por exemplo, devem antes usar essas ferramentas para agir de forma assertiva, e não invasiva.

Transformação digital na saúde

O público está cada vez mais exigente com os serviços que consome e com a saúde não é diferente. O setor, além receber demandas por mais facilidade, conforto, rapidez e qualidade, também enxerga do outro lado a pressão para acompanhar as inovações tecnológicas. E o caminho para isso tudo é um só: a transformação digital na saúde.
Mas mesmo com um alto potencial para inovar no segmento, ainda existem muitos desafios. Segundo a empresa de consultoria empresarial McKinsey, as áreas de saúde e hospitalar têm avaliações muito ruins na escala de digitalização:
Transformação digital na saúde
A pesquisa da McKinsey ainda aponta que a área hospitalar é a única que conta com líderes digitais dentro de setores não-digitalizados. O desempenho das áreas só não é pior que em segmentos como construção e agricultura.
Quando falamos em digitalização, a transformação digital deve ser disseminada em todas as frentes da saúde, desde o próprio setor hospitalar a outras áreas, como as clínicas, farmácias, operadoras de planos de saúde, entre outras empresas.
O processo também precisa deixar de ser encarado como um projeto de TI para ser abraçado pelas empresas de saúde como um todo.
Hoje, a tecnologia já oferece uma série de soluções que podem ser empregadas para gerar mais inovação em saúde. São ferramentas ou novos processos que podem ser aproveitados para melhorar o trabalho nas instituições e a experiência dos pacientes:


Segundo o CIO do Hospital Israelita Albert Einstein, Ricardo Santoro, ferramentas assim e o intercâmbio de ideias entre executivos são fundamentais nesse cenário de evolução. “A inteligência dos sistemas está aumentando, bem como a integração e a automatização. É uma mina de ouro o poder destes dados!”.
Transformação digital na saúde
Tendo isso em vista, muitas empresas do setor têm organizado convenções e debates para discutir essa mudança de comportamento e compartilhar experiências ou ideias sobre a transformação digital na saúde.

Por onde começar a transformação digital na saúde?

Mas antes de aplicar diversas tecnologias, é preciso dar um passo para trás. Sem estabelecer mudanças no funcionamento interno da empresa, a transformação digital na saúde não vai ocorrer por completo. Tudo deve começar com uma análise da maturidade do negócio e dos processos internos.
O primeiro passo é pensar na infraestrutura, que deve suportar os sistemas que serão inseridos no dia a dia. Caso haja falhas nesse momento, as equipes serão prejudicadas por falhas na disponibilidade e funcionamento dos sistemas de operação. Quanto maior a instituição de saúde, mais difícil fica para dedicar a atenção que essa etapa exige.
Depois, é preciso mapear no detalhe todos os processos e problemas em que a tecnologia poderia ser inserida para otimizar o trabalho. O ideal é dar prioridade aos pontos que são mais complexos.
Em seguida, é hora de se digitalizar e, inclusive, buscar uma  certificação digital. No Brasil, o ITI (Instituto Nacional de Tecnologia da Informação) emite o ICP-Brasil (Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira), um certificado para instituições que se digitalizam seguindo normas dela. 
Só após tudo isso, quando o terreno estiver preparado, que será o momento de aplicar inovações tecnológicas como o analytics, BI e sistemas cognitivos, como o Watson (ferramenta de inteligência artificial da IBM).
Ainda deve existir a preocupação em levar as novidades aos funcionários, em paralelo à implementação dos novos sistemas. O treinamento de pessoas para o uso das novas ferramentas e processos é essencial, pois reflete a importância da mudança de mindset frente à inovação na saúde. É algo que deve envolver profissionais que vão além da área de TI, e passam pelo corpo clínico e gestores de todas as áreas. 
Segundo o CEO da empresa de inteligência em gestão de saúde Axismed, César Dominguez, a tecnologia deve ser vista como ferramenta, não como fim. “Isso quer dizer que uma empresa de tecnologia é, por essência, uma empresa que emprega as suas soluções para resolver desafios dos setores, sejam eles quais forem.”
Mas o especialista ressalta que a mudança não é tão simples. Embora proporcione muitos ganhos imediatos, empresas tradicionais não mudam de um dia para o outro.
Só é preciso tentar!

7 Tendências de inovação em saúde

Abaixo listamos algumas tendências que podem transformar completamente o jeito com que o segmento da saúde funciona: 

1. O poder dos pacientes informados

Como os pacientes têm cada vez mais autonomia sobre a sua própria saúde e os cuidados com ela, é preciso considerar cada vez mais essa característica na hora de propor novos serviços. Essa tendência está diretamente atrelada aos hábitos atuais de tomar decisões ou praticar ações em relação a sua saúde, como pesquisar sintomas de doenças no Google.

2. O comportamento do novo paciente

Ainda na linha de entender o comportamento do novo paciente, vale entender quais locais ele frequenta, onde trabalha ou vive e quais horários dedica para o cuidado da saúde na hora de propor novos modelos. Hoje é comum ver clínicas ou laboratórios a preços populares em centros comerciais ou bairros residenciais, como o Dr. Consulta, por exemplo. Esse modelo reflete plenamente as necessidades do público.

3. Experiências

Nada de burocracia, esperas muito longas ou consultas sem propósito. Os pacientes querem experiências melhores relacionadas à saúde e, por isso, os profissionais da área devem aperfeiçoar os serviços oferecidos e a comunicação. Então repensar horários, funcionamento, serviços oferecidos e até oferecer experiências premium são coisas que devem estar no radar de quem trabalha com isso. Já a comunicação deve ser integrada, para evitar atritos na jornada do paciente.

5. Inovação aberta

Na conceito de inovação aberta, todos os stakeholders trazem ideias para aperfeiçoamento do setor. Na saúde, isso deve ser estimulado e pacientes, consumidores, empresas e o governo devem trabalhar juntos para propor ideias com base em dores comuns.

6. Mais diversão

A área da saúde pode aproveitar a tendência que afeta o mercado e usar o raciocínio de games em serviços. Ao oferecer prêmios ou retornos, é possível estimular pacientes a seguirem o tratamento e educá-los sobre a importância disso. Aplicativos podem explorar essa ideia ao máximo.

7. Wearables, chips e sensores

O paciente de hoje já criou hábitos que fazem a tecnologia ser parte essencial da sua rotina de cuidados. Isso se deve muito aos wearables (como pulseiras, relógios e até peças de roupas inteligentes), chips e sensores. Ao transmitir dados a sistemas sem qualquer interferência em nosso cotidiano, as ferramentas oferecem informações mais confiáveis.

Por que buscar por inovações?

A importância da inovação tecnológica é tão evidente nos dias de hoje que, no caso de hospitais, às vezes é critério de certificação da qualidade da instituição. No caso das acreditações (certificação que atesta a qualidade do hospital), um de seus critérios é a digitalização, pois afeta diretamente na otimização de processos, resultados e custos, além de trazer mais assertividade ao paciente. 
A certificação HIMSS/EMRAM emitida pela Healthcare Information and Management System Society exige a digitalização em seu estágio mais avançado, o sete. Modelos como esse definem os requisitos mínimos de maturidade de adoção de tecnologia pelos hospitais e ajudam a visualizar o caminho para a transformação digital na saúde.
Mas acreditações são só um motivo. Trazer inovações tecnológicas para a saúde não é mais uma pauta do futuro, mas sim do hoje. Isso não só dos hospitais, mas das instituições em geral, das clínicas às farmácias. Os pacientes estão cada vez mais exigentes, fazendo com que seja preciso reformar completamente o serviço oferecido, com base em novas tecnologias.

Alguns benefícios de buscar por inovações tecnológicas na saúde

Preparamos uma lista com alguns dos benefícios que a transformação digital proporciona para a saúde:

No caso do uso de mobile health, pesquisas comprovam os ganhos. Segundo a consultoria PwC,  dispositivos móveis utilizados como tratamento médico podem gerar economia de 14 bilhões de dólares para o Brasil com custos de saúde e esse dinheiro poderia ser usado para o tratamento de mais 4.3 milhões de pacientes. 
O mobile health também ajudaria mais de 28,4 milhões de pessoas a terem acesso à saúde no país.
A Layer Up é uma agência digital que já ajudou empresas de diversos setores a trilhar o caminho da transformação digital no Brasil. 
Então por que a sua empresa ainda não está dando passos largos em direção à transformação digital? A nossa equipe de planejamento desenvolveu um diagnóstico sobre o mercado que pode gerar insights interessantes e mudanças únicas no seu negócio!

Pesquisa de mercado: saúde


Aplicativos inovadores: como se destacar no mercado

Mais de 5 milhões. Não… nós não estamos falando da população de um país ou de qualquer dado do tipo. Este número representa a quantidade de aplicativos que existem no mundo!

Atualmente, são mais de 2,8 milhões de apps disponíveis no Google Play e 2,2 milhões na App Store, da Apple. Diante de números tão astronômicos, naturalmente fica difícil se classificar na lista de aplicativos inovadores.

Desenvolver aplicativos inovadores não é simples! Avaliar a relevância, otimizar a visibilidade e conhecer o consumidor é essencial.
Essa quantidade tão expressiva de apps não existe por qualquer motivo. Eles são cada vez mais imprescindíveis no dia a dia das pessoas e foram responsáveis por mudar muitos comportamentos do consumidor.

Desenvolver aplicativos inovadores não é simples! Avaliar a relevância, otimizar a visibilidade e conhecer o consumidor é essencial.

Fonte: Deloitte

Hoje, pessoas, smartphones e, consequentemente, aplicativos são inseparáveis. Um indivíduo, por exemplo, fica em média duas horas ou mais olhando para o smartphone e usando apps diariamente.

Mas o número duplica entre os brasileiros! Segundo a empresa de estatística Statista, nós passamos quatro horas e meia por dia conectados no dispositivo móvel!

Mas e você? O que o relatório de uso do seu celular aponta sobre o seu histórico de conexão?

Ainda no Brasil, segundo a FGV (Fundação Getúlio Vargas), existem mais de 220 milhões de smartphones ativos no Brasil, isso representa cerca de um dispositivo por habitante.

O novo consumidor

O perfil do consumidor vem mudando tanto em função da tecnologia que hoje a nomenclatura correta é chamá-lo de consumidor 3.0. Ele tem novas características enquanto outras estão cada vez mais atenuadas:

Obviamente essas características tiveram reflexo direto na forma com que o consumidor 3.0 utiliza serviços simples, como pegar um táxi ou pagar uma conta. É aí que os aplicativos inovadores entram!

Empresas como Uber e Nubank mudaram o estilo de consumo para muitas pessoas, que passaram a se identificar com serviços menos burocráticos, mais interativos e tecnológicos.

Desenvolver aplicativos inovadores não é simples! Avaliar a relevância, otimizar a visibilidade e conhecer o consumidor é essencial.
Desenvolver aplicativos inovadores não é simples! Avaliar a relevância, otimizar a visibilidade e conhecer o consumidor é essencial.
Desenvolver aplicativos inovadores não é simples! Avaliar a relevância, otimizar a visibilidade e conhecer o consumidor é essencial.
Desenvolver aplicativos inovadores não é simples! Avaliar a relevância, otimizar a visibilidade e conhecer o consumidor é essencial.
Desenvolver aplicativos inovadores não é simples! Avaliar a relevância, otimizar a visibilidade e conhecer o consumidor é essencial.
Desenvolver aplicativos inovadores não é simples! Avaliar a relevância, otimizar a visibilidade e conhecer o consumidor é essencial.
Desenvolver aplicativos inovadores não é simples! Avaliar a relevância, otimizar a visibilidade e conhecer o consumidor é essencial.

O raciocínio de trazer soluções digitais para problemas do dia a dia passou a ser exigido em outras frentes, elevando cada vez mais a  demanda por aplicativos inovadores

Mas como trazer ainda mais modernidade para soluções que são digitalmente nativas?

Como será o futuro dos apps na transformação digital?

Relacionar aplicativos com transformação digital é inevitável, afinal, os apps não existiriam caso a gente não estivesse vivendo um momento de revolução na comunicação e estilo de vida por causa da tecnologia.

Mas não é porque a solução é nativa tecnologicamente que é inovadora. Os aplicativos devem passar por constante reciclagem e aprimoramento tecnológica para continuarem relevantes.

No cenário atual, os aplicativos são tidos como o principal pilar de sustentação para empresas que estão se transformando digitalmente. Isso porque ampliam a vantagem competitiva e permitem novas formas de acesso a produtos e serviços.

A criação de apps, ou pelo menos a responsividade, só tende a crescer daqui pra frente e será um ponto obrigatório para muitos tipos de negócio. Quem atesta essa tendência é o Google, já que 50% das buscas realizadas no último ano foram feitas em dispositivos móveis.

Mas os apps também podem não ser a melhor saída para qualquer tipo de negócio. É preciso avaliar se apostar na solução faz sentido, para não entregar mais do mesmo e acabar bem longe da necessidade por aplicativos inovadores dos consumidores.

Devo investir em um aplicativo?

No Brasil, ainda há muita defasagem e muitas empresas ainda não digitalizaram seus serviços com o apoio de apps.

Caso a ferramenta faça sentido no contexto do seu negócio, o aplicativo ajudará a criar um diferencial competitivo e a conectar empresa e cliente. Essa característica tem tudo a ver com a experiência que o consumidor 3.0 tanto procura!

Uma pesquisa da empresa de inteligência de mercado IDC aponta que, até 2020, 40% das 3 mil empresas mais importantes da América Latina dependerão de produtos, serviços e experiências digitais. E tudo indica que esse número só tende a crescer!

O mercado de mobilidade empresarial deve atingir US$ 266,17 bilhões em 2019 e trazer diversos benefícios para empresas que toparem digitalizar seus serviços com o apoio dos apps.

A princípio investir na criação de soluções mobile ajuda a trazer mais visibilidade e aumenta o reconhecimento e valor de marca.

Também pode auxiliar na melhoria de inúmeros processos e otimizar produtividade, algo tão cobiçado por executivos que visam mais resultados e lucros. Todos esses pontos auxiliam no aumento de clientes em potencial.

5 pilares para um aplicativo de sucesso

Uma vez que você constatou que o desenvolvimento de um aplicativo para o seu negócio faz sentido, é hora de colocar a mão na massa e usar todas as ferramentas à sua disposição – desde a loja de aplicativos ao uso da ferramenta!

Você precisará trabalhar em cinco pontos principais: visibilidade, conversão, crescimento, engajamento e monetização.

visibilidade
conversão
crescimento
engajamento
monetização

Viu só? Criar aplicativos inovadores não é simples. É preciso ter mais que uma ideia genial ou digitalizar seu serviço. Sua empresa precisará ser relevante para o usuário, ter disposição para enfrentar o mar de concorrência e usar todos os recursos para otimizar a solução. Topa o desafio?

A Layer Up é uma agência digital que já ajudou empresas de diversos setores a desenvolver estratégias para seus aplicativos inovadores!

A sua empresa também quer investir em mobilidade? Então veja o diagnóstico sobre o mercado de apps que criamos. O material foi desenvolvido pela equipe de planejamento da Layer Up e pode dar a você e sua empresa insights únicos!

Pesquisa de mercado: apps

 

Transformação digital na construção civil: como trazer inovações ao setor

Imagine construir um edifício sem estudos e cálculos. Como seria erguer um prédio sem vigas e lajes? Certamente, projetos assim não avançam muito longe e nem ficam de pé por muito tempo. A mesma analogia pode ser usada no segmento quando o assunto é transformação digital na construção civil.

Este mercado está ávido por novidades e soluções que possam ajudar na recuperação da crise que pegou de jeito as empresas envolvidas. Nos últimos anos, a construção civil se deparou com quedas consecutivas, perdeu espaço, investimentos e profissionais. 

Especialmente no Brasil, o setor passou por grandes turbulências. Enfrentou burocracias, enxergou o mercado em baixa, teve gastos elevados e falta de investimento, sem falar de desgastes políticos.

Além disso, os projetos do setor estão cada vez mais complexos e caros. Assim, tecnologia se apresenta  como solução, dando todo o apoio que essas empresas precisam para se destacar nesse contexto.

Inclusive, ela pode ser útil em problemas que sempre foram pontos sensíveis para negócios do ramo, como:

No entanto, mesmo oferecendo meios para facilitar os processos de empresas do ramo, a transformação digital na construção civil ainda não é realidade para muitos negócios do segmento. Na verdade, está muito longe disso!

 

 
 

Transformação digital na construção civil

Fonte: McKinsey & Company

Segundo a empresa americana de consultoria empresarial McKinsey & Company, a construção civil só não tem pior desempenho que a agricultura.

Na análise, foram considerados pontos como digitalização, gastos digitais, estoques de ativos digitais, transações, interações, processos de negócio, mercado, gastos digitais com funcionários, aprofundamento digital e digitalização no trabalho.

As únicas categorias em que o segmento apresenta evolução são estoques de ativos digitais, mercado e digitalização do trabalho, ainda tendo avaliações bastante negativas.

Segundo o sócio da McKinsey & Company e especialista em produtividade de capital, Steffen Fuchs, a construção civil nunca investiu em tecnologia ou TI. Para ele, é por causa disso, que o mercado continua operando da mesma maneira que atuava nos anos 1940.

Outra pesquisa aponta a mesma dificuldade de inserir a transformação digital na construção civil. O estudo 2018 Contech Report, da consultoria norte-americana em soluções tecnológicas para o setor de construção JBKnowledge, reflete o cenário com base na observação de três mil empresas do ramo.

 

investimento em tecnologia

investimento em tecnologia

 

Mas o que tem sido feito no segmento?

Alguns especialistas afirmam que a construção civil tem alto potencial para se desenvolver tecnologicamente justamente por estar defasada nesse sentido em comparação com outros mercados.

E é claro, existem muitas tendências tecnológicas que já abrem caminho para a transformação digital na construção civil. O BIM (Building Information Model, em português Modelagem da Informação da Construção) é uma delas, mas ainda dá os primeiros passos no Brasil! 

Ele é uma metodologia de digitalização e padronização com capacidade de tornar projetos mais enxutos e lucrativos. A solução já é usada em larga escala em países mais desenvolvidos, como Estados Unidos, Reino Unido, Suécia, Dinamarca e Coreia do Sul.

De maneira colaborativa, o BIM cria um modelo de informação de um projeto em três dimensões e abrange todas as informações necessárias a sua gestão, se tornando mais que um software.

 

Impacto do BIM

Fonte: ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial) 

Hoje existe uma atualização do BIM que trabalha em cinco dimensões, mas ela ainda está sendo testada. Na nova versão, a solução promete um olhar ainda mais completo.

Com a ferramenta, empreiteiros têm recursos de realidade virtual e aumentada para visualizar projetos, podem gerenciar especificações de design espacial em 3D e também obter informações críticas sobre custos e agendamentos. 

No Brasil, o Governo Federal criou em 2018 a Estratégia BIM BR. O projeto tenta mapear um ambiente adequado para investimento e aplicação do BIM no país.

Como ganhos, o programa quer melhorar a produtividade, qualidade e dar saltos em sustentabilidade em obras públicas, além de aumentar a qualificação profissional.

Ainda existem também outras tecnologias que podem revolucionar o setor digitalmente:

Para o presidente da Abramat, Rodrigo Navarro, o setor não tem como fugir das novidades que a transformação digital exige acompanhar.

“Qualquer tecnologia prevista na 4ª Revolução Industrial tem de passar, necessariamente, pela construção civil. São inovações em mobilidade urbana, em infraestrutura de cidades e em segurança digital. Temos de estar envolvidos e preparados para essa mudança de cultura.”

No Brasil, para incentivar a modernização, empresas como a BASF, Cyrela, Deca, Eztec, Gafisa, MRV, Saint-Gobain, Schneider e Thyssen Krupp formaram um núcleo de inovação e relacionamento do mercado com o objetivo de disseminar a transformação digital na construção civil. 

O objetivo do projeto, nomeado EnRedes, é criar um ecossistema de negócios e oferecer uma rede de conhecimento e troca em eventos para que haja discussões e dinâmicas a respeito da tecnologia.

Outros desafios

Um dos pilares da transformação digital é levar novos processos, a mentalidade digital e tecnologias para o dia a dia de todos os profissionais envolvidos no segmento, independentemente da área de atuação. 

Democratizar por completo essa visão é um desafio para empresas que pretendem gerar inovações na construção civil, pela dificuldade em encontrar mão de obra capacitada. 

 

Desafios na construção civil

Uma das causas dessa projeção exponencial é a falta de treinamento, além da dificuldade  em usar tecnologias que já estão sendo aplicadas atualmente.

Quais são os benefícios da transformação digital na construção civil?

A transformação digital na construção civil pode trazer benefícios em diversas frentes, como você pôde notar até aqui. Agora, vamos nos aprofundar nos ganhos que empresas do ramo podem ter caso apostem em inovação 

Assertividade

É comum que em canteiros de obra haja retrabalho, mas a tecnologia com ferramentas de previsão ou visualização em tempo real pode evitar erros assim. Nesse ponto, soluções como drones e big data são muito valiosas por permitirem a antecipação dos erros.

Por permitir acompanhamento simultâneo e por fornecer inteligência de dados, as decisões ficam ainda mais assertivas. Os impactos negativos também são menores, como você verá no próximo item.

Segurança

Por lidar com desenvolvimento da infraestrutura das cidades e interferir diretamente no dia a dia das pessoas, a construção civil deve buscar formas de ser mais assertiva e, consequentemente, segura.

Ao basear decisões em dados, o processo fica muito mais assertivo, já que não depende inteiramente do ser humano e seus inevitáveis erros.

Os materiais usados na obra também estão cada vez mais resistentes, refletindo tecnologias de última geração.

Economia

A tecnologia também traz ganhos práticos na lucratividade das empresas que apostarem nela. Segundo estimativa da Boston Consulting Group, o setor da construção civil pode economizar anualmente 1,2 trilhão de dólares nas fases de projeto e 500 bilhões na fase de operações em projetos não residenciais.

A equação é simples: ao melhorar a produtividade, calcular de forma exata os insumos necessários e ter relatórios precisos, o desperdício é reduzido e a economia é garantida, gerando mais lucros!

Atualmente, para melhorar a produtividade já existem ferramentas que integram os canteiros de obra às construtoras. Para identificar gargalos e períodos em que acontecem desperdícios, há aplicativos e softwares. Até a gestão de documentos ajuda na economia pela digitalização.

A Layer Up é uma agência digital que já ajudou empresas de diversos setores a trilhar o caminho da transformação digital no Brasil. Conheça nossos parceiros da construção civil que encontraram com a gente formas de inserir a tecnologia no segmento:

 

parceiras Layer Up

Se você também atua no ramo, não perca o timing! Dê o primeiro passo para se destacar na era digital.

A transformação digital na construção civil é uma necessidade. sendo um setor atrasado no mercado brasileiro. Confira formas de inovar!

 

 

Tecnologia no entretenimento: transforme a experiência do público

Pare para pensar na última vez em que você assistiu a um filme, foi a um restaurante com os amigos ou até comemorou o seu aniversário. Seja para confraternizar ou por passatempo, o entretenimento sempre foi uma necessidade humana. 

O Brasil, por exemplo, de acordo com a pesquisa Global Entertainment and Media Outlook 2015-2019, da PwC, está entre os países que mais consomem entretenimento, ficando na oitava posição do ranking.

Embora seja um país com alto potencial de consumo relacionado a produtos e serviços de entretenimento, alguns desafios colocam essa prioridade em segundo plano.

top 5 consumo
Para início de conversa, a situação atual da economia brasileira tem sido um grande obstáculo. Mesmo com previsões financeiras favoráveis ao setor, muitas pessoas deixam de investir nos momentos de lazer para garantir que as contas do mês sejam pagas e não ficar no vermelho.

Além dessa realidade, um fenômeno ainda mais complexo traz outros desafios para empresas do setor: a digitalização mudou tudo!

Por isso, a ideia de inserir tecnologia no entretenimento não deve ser um monstro de sete cabeças para quem atua na área.

O digital já enterrou veteranas do entretenimento

Entender como permanecer relevante e oferecer produtos ou serviços que se destaquem no mercado é um desafio para quem pretende gerar inovação no entretenimento.

Inclusive, não se desafiar, não fazer previsões e ignorar as demandas do novo mundo já fez com que gigantes do setor perdessem todo o seu impacto no Brasil.

Vamos exemplificar com um caso que talvez você já conheça: a MTV Brasil. Com uma mentalidade noventista, a emissora foi por duas décadas o “porto seguro” de jovens que procuravam uma comunicação descomplicada, novas tendências de música e modelos de comportamento.

Mas, com a chegada dos anos 2000, a popularização da internet, a mudança no perfil do consumidor e o surgimento da geração C, a emissora ignorou tendências que teriam capacidade de tirar o seu poder progressivamente.

O YouTube virou o lugar certo para assistir videoclipes, os youtubers passaram a falar a língua do jovem de um jeito mais certeiro que os VJs da MTV e o entretenimento em demanda passou a fazer mais sentido, levando ao fim da emissora, pelo menos sob o comando e moldes da Editora Abril.

No livro, “MTV, Bota Essa P#@% Pra Funcionar!”, o ex-diretor da MTV Brasil Zico Goes fala que, frente às novidades da tecnologia no entretenimento, a MTV americana soube se reinventar, diferente do canal nacional.

Mas, apesar de ter trocado de mãos e continuado no ar na TV a cabo sob outro formato, a MTV Brasil levou um fim similar ao de muitos produtos da Editora Abril, que ignorou a transformação digital e perdeu a sua relevância entre o público.

É possível ignorar a inserção da tecnologia no entretenimento?

A digitalização mudou o conceito de tempo em muitos sentidos. As novidades aparecem a todo momento e a demanda por elas também é urgente. 

Trazendo essa realidade para o mercado, empresas de todos os segmentos devem buscar formas de se transformar digitalmente para otimizar processos.

Mas, a inserção da tecnologia no entretenimento talvez seja um dos pontos que exige mais pressa, por causa, justamente, do consumidor.
inserção da tecnologia
Se surge um novo game, os consumidores irão buscar formas de adquiri-lo ou testá-lo o quanto antes. Se apareceu uma nova série, todo mundo vai querer ver a tempo do lançamento.

De acordo com dados da pesquisa da PwC, que citamos lá no começo do texto, o consumidor não se importa em pagar por um produto de entretenimento desde que ele seja de boa qualidade e relevante aos seus interesses. 

Inclusive, esse é um dos motivos para que o marketing experiencial esteja tão em alta e seja uma ótima alternativa para quem busca gerar inovação no entretenimento.

Marcas e empresas que promovem eventos estão cada vez mais preocupadas em inserir a tecnologia e a experiência em seus serviços. Os conceitos ajudam a alcançar a tendência de propiciar vivências únicas e personalizadas para o público, coisa que ele valoriza hoje mais do que nunca.

Um estudo do Eventbrite reforça essa tendência e diz que os millennials estão gastando mais dinheiro em experiências do que comprando produtos. 
Tecnologia no entretenimento
Tecnologia no entretenimento

Fonte: EMI & Mosaic

Mas o que experiência tem a ver com transformação digital?

Quando falamos sobre investir em experiência no mercado do entretenimento, não nos referimos apenas ao exemplo de criar uma ação ultra tecnológica, cheia de telões e dispositivos tecnológicos no maior festival de música do país.

A tecnologia no entretenimento pode estar nos pequenos detalhes e fazer toda a diferença no resultado final!

UX (User Experience) 

Empresas de entretenimento podem surpreender o seu consumidor do ponto de vista da experiência logo no momento da compra. Imagine que você tenha um site de venda de ingressos que sempre dá problemas na hora da finalização de um pedido. 

Certamente, o concorrente que pensou o seu ambiente virtual do ponto de vista do UX (User Experience) sai na frente nesse quesito por oferecer uma jornada com menos atritos.

Aqui na Layer Up nós temos um case que segue essa linha. Um de nossos clientes, um parque de diversões, inseriu a tecnologia no entretenimento ao criar um e-commerce que permite que o usuário compre créditos para brincar no espaço antes de sair de casa.

Big data

O big data pode ajudar a alcançar a personalização que o público tanto preza, ao coletar e entregar dados que ajudam a compreender preferências, perfis e comportamentos dos consumidores.

Esse, inclusive, é o segredo de grandes empresas do entretenimento como a Netflix e o Spotify. Elas usam os dados dos usuários para sugerir novos conteúdos e personalizar a experiência.

Realidade aumentada

Já a realidade aumentada pode ser uma arma para surpreender o seu público e criar diferenciais em torno do seu serviço ou produto. 

Na Alemanha, por exemplo, turistas podem visualizar o Muro de Berlim por meio da tecnologia, para entender a história dele com ainda mais emoção! Com a ajuda de um aplicativo, podem também ver vídeos relacionados de cenas marcantes.

A Layer Up é uma agência digital que já ajudou empresas de diversos setores a trilhar o caminho da transformação digital no Brasil. Conheça nossos parceiros que encontraram com a gente formas de inserir a tecnologia no entretenimento:
experiência na transformação digital
A sua empresa também atua no segmento? Então é a sua vez de dar o primeiro passo para inserir a tecnologia no entretenimento de maneira inteligente e estratégica. Baixe um diagnóstico sobre o mercado realizado pela equipe de planejamento da Layer Up e crie insights únicos!

Inserir tecnologia no entretenimento vai além do sentido literal. Inove e revolucione a experiência do público para fidelizar clientes!

 

Transformação digital no Brasil

Se opor a modernização é uma opção? Certamente não! E não é só a necessidade da transformação digital que tem exigido isso das empresas no Brasil e no mundo. Hoje, a economia global pressiona os negócios a se reinventarem, assim como a concorrência e até os consumidores.

Nós temos alguns motivos para afirmar isso. Atualmente, diversos conceitos estão em ascensão como, por exemplo, a internet das coisas, que conecta cada detalhe da nossa rotina à rede, e o big data, tecnologia que possibilita a análise de grandes quantidades de dados de forma mais prática.

Outro fator decisivo é a mudança no comportamento dos consumidores.

Com o acesso a novas tecnologias e mais informações, os consumidores passam a exigir novas facilidades de pagamento (pay-per-use, cartões virtuais, pagamentos automáticos e até o auxílio de apps), uma experiência sem atritos (com o apoio do autoatendimento, UX, uso de automação e personalização da comunicação) e plataformas inteligentes (como marketplaces e CRMs).

Ou seja, não é nem uma opção ignorar essa tendência.

A transformação digital no Brasil é uma realidade que nenhuma empresa pode ignorar. Veja mais sobre o assunto e tenha insights valiosos.

Fonte: Cisco e IMD

A importância da modernização nos dias de hoje

Para não ficar para trás, alguns paradigmas devem ser quebrados.

Antes de tudo, é preciso acabar com aquela ideia de que a transformação digital é um passo para fazer um negócio ser competitivo no futuro. A inovação é, atualmente, uma necessidade para manter as empresas relevantes e vivas.

Também não significa necessariamente que um negócio se transformou digitalmente só porque ele inseriu alguns processos digitais no seu dia a dia (como automação de processos ou o armazenamento de arquivos na nuvem).

Projetos assim demandam reinvenção do modelo organizacional, além de uma equipe inteira para estudos de novas possibilidades e implementação das novidades.

Também exige um período de treinamento de equipe e de adaptação dos funcionários frente às inovações. E muito mais importante: a modernização pede um diferente mindset de todos os envolvidos.

No fim, o processo atinge todas as camadas de uma organização:

camadas

A necessidade da inovação não vê cara

Investir em inovação e iniciar a transformação digital não deve ser uma preocupação apenas de setores que dialogam mais com tecnologia. 
setores
Vale lembrar que a importância do uso inteligente da tecnologia faz com que qualquer negócio tenha potencial de se destacar no mercado (que está também cada vez mais competitivo, vale o adendo).

É só lembrar de startups que conseguiram revolucionar a forma com que as pessoas se transportavam, usavam o banco, adquiriam entretenimento, faziam compras e por aí vai… Sempre tem espaço para crescer e inovar!

“Costumo usar o exemplo de um pequeno escritório de arquitetura que conheço. Em vez de enviar as plantas diretamente para as obras, eles dão um QR code e óculos de realidade virtual para ele. Assim, é possível enxergar o que será recebido e mudar algo antes de o trabalho ser iniciado. Melhora a experiência do cliente e a rentabilidade do negócio.”

O exemplo que ilustra bem a transformação digital em pequenos negócios foi dado pelo gerente de consultoria e pesquisa do IDC Brasil Pietro Delai para a Época Negócios. É preciso ousar e fugir dos moldes tradicionais para se manter relevante!

De acordo com a empresa de inteligência de mercado IDC, o processo de transformação digital pode criar US$ 18 trilhões em valor comercial adicional a longo prazo no contexto mundial.

E investir nessa mudança para garantir mais resultados já é realidade. Segundo a consultoria Gartner, até 2020 os negócios digitais irão representar 36% da receita total de uma empresa.

E o cenário brasileiro?

Mas e o nosso país? Como são os dados relacionados à transformação digital no Brasil?

Em 2017, a Secretaria de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações iniciou a elaboração da Estratégia Brasileira para a Transformação Digital com uma chamada pública. O objetivo era prover incentivos para dar início ao processo no mercado nacional.

Mas algumas pesquisas se apressam a fazer um diagnóstico da situação atual quando o assunto é transformação digital no Brasil:

Alguns especialistas dizem que o Brasil é o terceiro país com maior potencial de transformação digital do mundo, atrás apenas da Índia e Tailândia.

Achou estranho? A explicação é que o fato de os países emergentes não terem um modelo estabelecido e contarem com economia em desenvolvimento impulsiona essa característica.

Além disso, o país está localizado em uma região em que, apesar de todas as diferenças sociais, tem o terceiro maior mercado regional online do mundo, devido ao grande uso de smartphones entre os latinos.

Outros números também indicam a predisposição brasileira em adotar a inovação:

No entanto, nem todos os estudos descrevem a realidade brasileira como competitiva quando o assunto é inovação. 

De acordo com o CEO e fundador da empresa de informática e consultoria Stefanini, Marco Stefanini,
o perfil do varejo brasileiro ainda não é tecnológico, por exemplo. Quando comparamos o desempenho da área com os chineses, é possível notar que ainda estamos muito atrás.

Um estudo da Dell EMC junto da Intel também afirmou que, de 0 a 100, a infraestrutura das áreas de TI no Brasil é pontuada com apenas uma média de 43,7. A pesquisa foi feita com 250 profissionais da área.

Outro resultado ruim veio na categoria de automação de processos, com uma média de 33,9 pontos. Já no que diz respeito à modernização da infraestrutura, a média foi de 42 pontos, enquanto a melhor nota foi em processos internos e cultura, com 55,2 pontos.

O que a transformação digital irá me trazer na prática?

Caso você ainda esteja se perguntando sobre os benefícios de iniciar a transformação digital na sua empresa, nós ainda temos motivos para fazer você acreditar nos resultados que essa mudança pode gerar para o seu negócio.

Melhora na experiência do cliente

Os consumidores, cada vez mais exigentes, hoje consideram a experiência de compra tão importante quanto a qualidade de um produto. Basta notarmos o grande número de empresas que têm a tecnologia como cerne e são reconhecidas pelo alto padrão de atendimento e comunicação.

Ninguém gosta de repetir as mesmas informações ou lidar com processos pouco estruturados durante uma compra.

Então, a tecnologia deve ser aliada das empresas para eliminar qualquer tipo de atrito que houver durante a fase de compra e até mesmo de atendimento e suporte, além de trazer mais agilidade a essa comunicação.

Otimização em operações diárias

Muitas empresas ainda perdem muito dinheiro e tempo ao executarem processos de forma não automatizada. Investir em tecnologia poderia auxiliar na otimização do tempo de trabalho de colaboradores, na assertividade do serviço e no consequentemente lucro que é gerado a partir daí.

O que é curioso é ver que os negócios que têm consciência dessa alternativa ainda são poucos.

Inteligência baseada em dados

Outro benefício diretamente ligado ao retorno financeiro do seu negócio que a tecnologia é capaz de ajudar é ao agrupar e mostrar análises e projeções baseadas em dados concretos.

Ao basear as decisões da sua gestão em dados, ter um olhar estratégico sobre a forma de trabalhar da sua equipe e ter noção completa do desenvolvimento econômico da sua empresa, qualquer negócio atua de forma mais inteligente.

Verdadeiros exemplos de transformação digital no Brasil

Algumas empresas são verdadeiros modelos para seguir quando o assunto é transformação digital no Brasil.

Magazine Luiza

Só depois de reforçar a equipe comercial, alterar processos de venda e investir em marketing digital com foco promocional que a Magazine Luiza começou a se destacar como uma empresa com mentalidade digital.

A varejista também começou a trabalhar pesado com cinco pilares de inclusão digital, digitalização das lojas físicas, multicanalidade, implementação de cultura digital e uso de marketplace.

A transformação digital foi tão grande que a personificação que a marca tem na cabeça do público é uma animação digital, que representa a Magazine Luiza em todos os canais.

Como resultado, a empresa fechou o segundo trimestre de 2017 com o maior lucro líquido da sua história: 600% de crescimento em comparação com o mesmo período em 2016.

Nubank

O Nubank nasceu como uma pequena startup e virou referência na forma das pessoas usarem banco e cartão de crédito no país. Ao entregar serviço de qualidade com atendimento nada burocrático e descomplicado, a empresa abriu as portas para uma sequência de outras startups parecidas.

O curioso é que o Nubank cresceu vertiginosamente e alcançou a marca de 2 milhões de solicitações de cartão, em um cenário em que os bancos tradicionais já estão buscando formas de se transformar digitalmente.

Amil

A Amil também é uma veterana que encontrou formas de se destacar no mercado da saúde por meio da tecnologia. A empresa usa técnicas como design thinking e idea accelerator para enxergar soluções de problemas de maneira “colaborativa e ágil” ou amadurecer ideias antigas.

A empresa também busca formas de aliar a tecnologia à medicina de forma responsável, sempre com qualidade. Além de contar com aplicativos, foi nela, por exemplo, que surgiu um projeto de telemedicina em parceria com o Hospital Albert Einstein.

Repare que cada um desses exemplos são empresas de categorias diferentes, que provam que soluções tecnológicas devem existir em qualquer área.

A Layer Up é uma agência digital que já ajudou empresas de diversos setores a trilhar o caminho da transformação digital no Brasil. Conheça nossos parceiros:
empresas exemplos

Que tal fazer como eles e dar agora o primeiro passo para a transformação digital no seu negócio? Baixe a pesquisa sobre tecnologia realizada pela equipe de planejamento da Layer Up e tenha outra visão do cenário em que você está inserido.

A transformação digital no Brasil é uma realidade que nenhuma empresa pode ignorar. Veja mais sobre o assunto e tenha insights valiosos.

 

Transformação digital na educação

A educação é um dos pilares mais tradicionais do mundo. Com relatos que datam desde a Grécia antiga, ela surgiu com o princípio de criar uma organização social e educativa, além de transmitir conceitos sobre conduta, essenciais para a vivência em grupo.

É claro que de lá para cá muita coisa mudou, afinal, estamos falando de uma época antes de Cristo. A questão é que, atualmente, as mudanças no segmento ocorrem de forma ainda mais rápida! Com a transformação digital na educação, as novidades bombardeiam profissionais da área diariamente!

Desde escolas de ensino tradicional a universidades ou instituições que ensinam idiomas ou que entregam especializações dos mais variados assuntos, a modernização transforma profundamente o jeito de ensinar. 

Essa tendência é global, mas ainda dá passos de formiga no contexto nacional, pelo simples fato de muitas escolas e instituições de ensino ainda não estarem conectadas:
setor da educação

Fonte: Estratégia Brasileira Para A Transformação Digital

Além de transformar a maneira de ensinar, a tecnologia também muda a forma de se posicionar, de gerar resultados comerciais, de trabalhar internamente e por aí vai!

Neste conteúdo, vamos mostrar a importância de abrir os olhos para as mudanças trazidas pela transformação digital. Você conhecerá as novas tendências relacionadas à educação, as principais novidades trazidas pelas edutechs e algumas ideias de como colocá-las em prática!

Um fenômeno chamado edutechs

Em um mundo em que a nova geração está cada vez mais dinâmica e conectada, é natural que ela se distancie cada vez mais do modelo antigo de ensino – essencialmente fundamentado em um modelo acadêmico, unilateral e cheio de “decorebas”. Por isso:
Um dos setores tradicionais está em processo de revolução. Saiba mais sobre a transformação digital na educação e dê os primeiros passos!
As edutechs são startups com objetivo de facilitar a inserção da tecnologia na educação que desenvolvem a mistura de teorias da aprendizagem e pedagógicas com a realidade virtual e a realidade aumentada, plataformas online e muitas outras formas de tecnologia para revolucionar  o modelo de ensino.

Como você pode ver, as ideias trazidas pelas edutechs vão muito além de gravar a aula de um professor e disponibilizar o conteúdo online para acesso remoto.

Além de quebrar barreiras territoriais e mudar a forma de trabalho, essas startups desenvolvem novos métodos e novas disciplinas, aliando essas novidades às teorias tradicionais – em diversos setores do segmento.
setor da educação

Fonte: ABStartups (Associação Brasileira de Startups) 

Essa mudança na forma de educar é uma tendência global. Além da questão comportamental, os alunos de hoje se preparam para atuar em áreas que ainda não existem no presente.

Então como lidar com as novidades do futuro? Criando um mindset focado em tecnologia desde cedo!

A quebra no modelo tradicional de educação

O mundo moderno está fazendo com que a sociedade reveja aquele modelo clássico de ir para a escola, fazer faculdade, iniciar uma pós e ir se desenvolvendo academicamente para garantir um bom emprego.

É claro que a escola e a faculdade ainda são importantes. Mas quando falamos em especializações, o cenário mudou completamente, afinal o conteúdo de uma pós pode ficar defasado em pouco tempo, enquanto o investimento continua alto.

Sendo assim, hoje o público busca por cursos livres rápidos, workshops ou até aulas online para se manter atualizado sobre suas áreas de interesse.

É por isso que bater na tecla do tradicionalismo pode significar um tiro no pé. Segundo especialistas, a educação é “um dos mercados que mais passarão por transformações nos próximos cinco ou 10 anos”.

A questão é que a transformação digital não é algo inerente apenas aos novos modelos de negócios: tanto as escolas de ensino infantil, fundamental e médio às universidades terão que acompanhar as novidades!

Por isso, muita coisa está mudando.

A transformação digital é peça chave nesse processo, pois abre possibilidades para inovações únicas!

O conceito de internet das coisas, em que objetos do dia a dia podem estar conectados e interagir com dispositivos virtuais, é algo com um potencial enorme de ser desenvolvido dentro da educação!

No entanto, a exploração dessas tecnologias deve ser feita com cautela, afinal, ela precisa fazer sentido de acordo com as necessidades do seu público. Não adianta implementar todas as tecnologias do mundo se a sua persona ainda não está adaptada a elas.

O bom e velho conteúdo continua da mesma forma: deve ser relevante e atrativo, exposto de uma maneira fácil, de preferência em plataformas interativas, para que a experiência do usuário não tenha nenhum atrito e que ele se fidelize a partir do primeiro contato com a sua solução.

A educação ainda é um mercado promissor?

A tecnologia cria um cenário muito empolgante, não é? Agora, mais do que nunca, é possível ousar e criar coisas incríveis dentro do segmento da educação. Um dos únicos empecilhos é a realidade do mercado brasileiro atualmente: 

Mas, por outro lado, alguns segmentos têm bastante potencial de crescimento. Especialmente as instituições da rede privada.
Um dos setores tradicionais está em processo de revolução. Saiba mais sobre a transformação digital na educação e dê os primeiros passos!
Um dos setores tradicionais está em processo de revolução. Saiba mais sobre a transformação digital na educação e dê os primeiros passos!

Fonte: MEC (Ministério da Educação)

O ensino técnico também tem alto potencial de crescimento. O melhor: no ambiente digital! De acordo com o Censo Escolar de 2015, houve 144 mil matrículas em cursos técnicos à distância. 

Com esses dados, fica clara a necessidade de realizar uma reforma urgente no segmento educacional, em instituições que vão desde o nível básico ao superior, a outras abordagens educacionais.

Além de inserir novas tecnologias no processo e repensar formatos, é preciso rever as metodologias propostas pelas instituições de ensino para andar no mesmo passo que o público.

Mas essa dica vale para empresas de qualquer segmento: antes de aplicar um plano efetivo de integração de tecnologia, é necessário envolver todas as pessoas nessa transformação. Isso inclui profissionais de todas as áreas da empresa (diretores, educadores, técnicos de TI, profissionais de marketing e vendas, e por aí vai…) e também os seus alunos!

Mas antes… um passo para trás

Antes de mergulhar a fundo na transformação digital e testar novos formatos de educar, é preciso fazer o básico bem feito.

As ferramentas digitais fazem parte do dia a dia da sua empresa? A sua instituição tem uma boa presença na internet? O seu site ou suas plataformas de ensino são intuitivas?

Para que as empresas do setor tenham resultados de vendas, é fundamental que os players tenham uma boa presença digital e se comuniquem da forma correta com o público-alvo.

Os primeiros passos para empresas que buscam esse tipo de posicionamento é:

A Layer Up é uma agência digital que já ajudou diversas instituições a trilhar o caminho da transformação digital na educação, sejam empresas de intercâmbio, escolas de idioma, startups e centros educacionais. 

Que tal fazer como eles e dar agora o primeiro passo para a transformação digital no seu negócio? Tenha outra visão do cenário em que você está inserido!

Pesquisa de mercado: educação

 

A Layer Up te dá 15% OFF no ingresso do RD Summit!

Nós estamos muito felizes em anunciar essa grande novidade! A Layer Up será patrocinadora premium da edição de 2019 do RD Summit, que é o maior evento de marketing e vendas da América Latina. 

E é claro que não esquecemos de você. Para que você aproveite o evento com a gente, estamos disponibilizando um cupom que dá 15% OFF na entrada para o evento, que acontece nos dias 6, 7 e 8 de novembro. É só acessar este link ou usar o código LAYERUP15OFF na finalização da compra.

Gostou dessa moleza? Então você vai curtir ainda mais: a edição de 2019 está cheia de motivos para que você veja de perto. Olha só por que:

Por que participar?

A gente já falou ali em cima, mas não custa reforçar. O RD Summit é o maior evento de marketing e vendas da América Latina e alguns números provam isso:

Neste ano, o evento contará com palestras de grandes especialistas do mundo todo. Estarão no evento pessoas como o autor best seller do New York Times e empreendedor Gary Vaynerchuk, a estrategista de mercado April Dunford e o próprio CEO da Resultados Digitais, Eric Santos.
RD SUMMIT 2019 - Layer Up Digital

Layer Up no RD Summit 2019

O RD Summit também terá mais de 100 expositores em 2019. Mas a melhor parte é que a Layer Up será um deles! Nós estaremos presentes no evento com um estande exclusivo, reforçando o nosso pioneirismo na metodologia do Funil em Y. 

Ao visitar o nosso estande, você terá a oportunidade de garantir um curso exclusivo bem completo sobre o Funil em Y. Também poderá contar com a ajuda de nossos especialistas, que vão indicar produtos exclusivos e serviços diferenciados.

A Layer é parceira de longa data da Resultados Digitais. Inclusive, na última edição do RD On The Road, a nossa CEO Samira Cardoso deu uma palestra na edição de Porto Alegre. O assunto foram os processos que adotamos aqui em nossa agência digital.

RD SUMMIT 2019 - Layer Up Digital

Escolha o pass que mais combina com você!

Gostou? Então é só escolher a entrada que mais funciona com você:

1 Day Pass: essa entrada dá a oportunidade de participar de um dia de evento. Com esse ingresso, você tem acesso a todas as salas de palestras*, à Feira de Negócios*, à Feira Gastronômica* e ao happy hour (com cerveja de graça). Também ganha um kit do participante e certificado online.

3 Day Pass: com esse ingresso, você marca presença nos três dias do RD Summit. Ele dá acesso a todas as salas de palestras, à Feira de Negócios, à Feira Gastronômica e ao happy hour nos três dias (com cerveja de graça), além do kit do participante e o certificado online.

VIP Pass: quem garante essa entrada tem todos os benefícios do 3 Day Pass com bônus. Ou seja, também tem credenciamento exclusivo, acesso às áreas VIPs, entrada prioritária em todas as trilhas, kit VIP do participante, um curso online da RD University, além de um voucher de R$ 60 para a Feira Gastronômica.

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Como entender a geração C pode mudar sua estratégia de marketing digital

Lembra dos famosos baby boomers e das gerações X, Y ou Z? Geralmente, elas são divididas pelo período em que as pessoas que fazem parte dela nasceram. Mas esse conceito hoje em dia não é mais suficiente para definir um grupo e a geração C prova isso!

Ela é uma nova categoria de consumidores, que o Google explica que não é dividida por uma uma faixa etária, mas sim por uma atitude e mentalidade.

Segundo empresa, a maior parte da geração C (80%) ainda é constituída de pessoas da geração Y (pessoas entre nove e 39 anos).

Mas, cada vez mais, os hábitos comportamentais têm feito esse número mudar, abrindo espaço para pessoas de todas as faixas etárias.

Então se você está frequentemente conectado por meio do seu smartphone, atualiza com grande frequência suas redes sociais, é influenciado pelo que lê ou assiste na internet, parabéns! Você faz parte dessa geração que nós vamos entender mais agora!

Os quatro C’s

Como provocamos ali no começo, a geração C não é definida por um espaço determinado de tempo, mas sim pelos interesses e características em comum que esse grupo apresenta. 

Pra você entender melhor, vamos detalhar! Não se trata de colocar em uma mesma caixinha pessoas que nasceram na mesma década e padronizar os seus comportamentos.

Como falamos acima, por mais que a geração C seja formada por muitas pessoas da geração Y, nada impede que os baby boomers, por exemplo, também façam parte dela.

Estar conectado e interagir na internet não é mais um traço exclusivo da geração Y, mas sim uma necessidade de cada vez mais pessoas, independente da idade.

Então, o que define esse agrupamento são quatro características comuns entre as pessoas:

Geração YouTube?

Esse é outro nome utilizado por especialistas do Google. O motivo é: o YouTube impulsionou todas essas características nas pessoas que fazem uso da plataforma, transformando todas elas em representantes da geração C.



Vamos ver na prática:

A geração C em números

Além de estudar e definir o que é a geração C ou geração YouTube, o Google definiu com números o comportamento desse grupo:

Como engajar a geração C?

Uma velha fórmula ainda funciona com essa geração, que está cada vez mais exigente e com meios para expressar a sua opinião: um conteúdo relevante e de qualidade.

No entanto, esse conteúdo precisa de um quê a mais: além de ser relevante e útil, para o dia a dia do público, ele funciona melhor quando é divertido e tem uma linguagem mais leve.

Vale lembrar que a geração C é mais seletiva, conseguindo diferenciar campanhas de conteúdos mais informativos.

Então, aquelas com vieses mais comerciais tendem a não engajar a geração C da mesma forma que poderia um material com dados que agreguem à vida de quem a integra.

O conteúdo também deve ser objetivo. A geração C é composta em grande parte pela geração Y, que está acostumada a consumir materiais em pequenas partes, quase sempre de forma fragmentada.

Outro ponto que as marcas devem se atentar para atingir esse público é em se manter presente na vida dessas pessoas de forma regular.

A geração C precisa de estímulos contínuos para seguir engajada. Ou seja, postagens frequentes e peças que se comuniquem entre si, para gerar a memória de marca e a própria participação.

Mais um ponto crucial para se comunicar da maneira ideal é dar ferramentas para que o público participe, interaja, compartilhe ou até mesmo produza conteúdo em conjunto com você.

Os dados reforçam isso. Segundo o Google, a geração C alimenta a cultura com fotos, vídeos, memes, mash-ups e 67% dela faz upload de suas próprias fotos em redes sociais.

E as suas ações digitais?

Trazendo isso para o contexto do marketing digital, além de mudar a forma como o conteúdo é construído, é necessário pensar em novas estratégias de mídia

Vamos exemplificar: imagine que você seja uma marca de coleiras personalizadas para cachorros, que pretende fazer uma campanha nas redes sociais. Um raciocínio seria segmentar por idade, levando em consideração que os jovens tendem a tratar os seus pets como filhos, sempre dando presentes especiais.

A geração C mostra que na verdade essa divisão pode excluir pessoas das outras idades com o mesmo potencial de compra e os mesmos interesses e hábitos de consumo. Faz sentido, não é?

Levar em conta essa geração na hora de criar ações na internet é crucial para conseguir resultados! O Google diz que a geração C define as redes sociais,  já que 88% têm um perfil social e 65% deste número atualizam o perfil diariamente, interagindo com conteúdo.

Entendeu por que é muito importante ficar de olho no comportamento da geração C para definir suas estratégias de marketing digital? 

Segmentação por idade, profissão, gênero e localização não deve ser sua única estratégia de marketing digital: a geração C exige isso!

 

Ciclo de vendas longo: saiba como otimizar

Comparar o processo de vendas de empresas B2B e B2C é algo complicado. Por mais que o objetivo seja o mesmo – concluir o negócio -, os dois segmentos têm particularidades muito diferentes, que exigem estratégias distintas. Enquanto o B2B apresenta ciclo de vendas longo, no B2C as coisas acontecem de um jeito mais prático e constante.

Isso ocorre porque no B2B o processo é mais complexo, pois quem busca pela solução pode ser uma pessoa ou uma equipe. A decisão também leva mais tempo, já que envolve orçamento, modificação em processos e resultados.

É por causa disso que nesse momento surge a necessidade de entender o público do seu produto, a sua persona, as dores e as objeções.

No entanto, às vezes, esse processo pode se mostrar um pouco longo, fazendo com que seja preciso saber como otimizar ciclos de vendas.

Por mais que o ciclo de vendas longo seja uma característica do B2B, um processo muito extenso pode ser um tiro no pé. Se o ROI (Retorno Sobre Investimento) demora para aparecer, ele dá início a um ciclo vicioso:

Os custos sobem > o processo de venda fica mais caro > os negócios são prejudicados

Você não quer ficar preso nessa armadilha, certo? Então fique de olho: reunimos nesse blogpost alguns erros que podem atrasar o seu processo de vendas no B2C, além de dicas que podem ajudar a otimizar ciclos de vendas mais longos.

Será que você está atrasando o seu ciclo de vendas?

Para que o seu ciclo de vendas funcione bem é necessário que ele performe bem não apenas no começo, mas até mesmo antes disso.

Um artigo da Harvard Business Review mostra que empresas com pré-vendas bem estabelecido têm taxas de fechamento maiores.

O estudo aponta índices entre 40% e 50% na aquisição de novos clientes e números entre 80% e 90% na renovação de contratos.

Você não quer perder essas oportunidades, né?

Quando temos uma equipe comercial em ação é necessário analisar todas as etapas de forma crítica, para saber se o pré-vendas está bem amarrado e se ciclo de vendas está longo demais.

Então confira abaixo os principais erros que podem atrasar o seu processo de vendas e descubra:

Baseie suas ações em dados

Ciclo de vendas longo
Hoje em dia, as ferramentas podem nos dar números muito valiosos. As taxas de abertura dos e-mails, por exemplo, podem indicar se a sua base está engajada ou não com os seus conteúdos.

As taxas de conversão também podem ser um bom indicativo sobre a relevância dos seus materiais ou da estratégia de marketing aplicada.

É possível até entender se a produtividade do seu time comercial está de acordo com a demanda repassada pela equipe de marketing.

Então por que não usar todas essas informações a seu favor? Encontre ferramentas que entreguem análises interessantes para o crescimento do seu negócio. Elas darão mais assertividade sobre os passos a serem tomados.

Muitas objeções

O conteúdo é muitas vezes uma arma secreta de quem enfrenta um ciclo de vendas longo. Aposte em técnicas para atingir mais pessoas no topo do funil e em materiais informativos, para gerar valor sobre sua marca e produto.

Esse tipo de trabalho ajuda a quebrar objeções que poderiam ser levadas lá para frente, nas reuniões com o time comercial e ajuda a manter por perto aqueles leads que realmente merecem investimento e têm mais potencial de virarem clientes.

Mas atenção! Antes de mandar diversos e-books, mudar a estratégia do seu site e criar uma régua de e-mail complexa, vale a pena estudar melhor os hábitos de consumo do seu público e qual metodologia de marketing é mais interessante.

Mas disso vamos falar melhor no próximo tópico!

Processos e metodologias ineficientes

Sempre abordamos aqui no blog da Layer Up assuntos como inbound marketing, outbound marketing e o próprio funil em Y, estratégia que combina as duas metodologias. Você já testou alguma delas na sua empresa?

Essas estratégias são muito interessantes para gerar mais leads. Mas, antes de aplicar no seu negócio, é preciso fazer um diagnóstico das suas necessidades para entender se elas são efetivas ou não.

Por exemplo, pode ser que a sua persona reaja melhor diante de uma prospecção mais ativa, como no outbound marketing, em que a abordagem tem uma proposta comercial mais clara.

Ou então, pode ser que o seu público sinta a necessidade de ser educado sobre o segmento, o produto e a marca, antes de receber uma abordagem comercial.

Porém, vale estudar mais sobre o seu público e entender as melhores formas de abordagem, para garantir sucesso em suas tentativas comerciais.

Perfil de cliente errado

Gastar energia, tempo e dinheiro com quem não tem o perfil do seu público é um erro que pode afastar a sua empresa de boas possibilidades de negócio.

Por isso, traçar um ICP (Ideal Customer Profile), ou o perfil ideal de cliente, é fundamental para conseguir traçar as estratégias certas e ter menos atrito na jornada de compra.

Assim você irá produzir conteúdos mais certeiros, quebrar as objeções mais comuns e levar ao fundo do funil apenas as pessoas que prometem boas oportunidades.

Essa estratégia tem impacto direto na produtividade do seu time comercial, que irá investir seu tempo apenas em projetos interessantes.

Não explorar ferramentas

Ferramentas podem facilitar – e muito – o seu processo de vendas. Mas existem algumas empresas que não exploram suas possibilidades como um todo.

Por isso, aposte em ferramentas de automação para conscientizar o seu público com conteúdos, quebrar objeções e facilitar a vida do seu time comercial.

Também invista em um bom CRM que possa armazenar as informações que são relevantes sobre o seu prospect e reunir dados úteis para o seu time comercial, na reta final da abordagem de venda.

Desengajamento

Você está de olho na sua concorrência, para saber se o público enfrenta as mesmas objeções com os outros players do mercado?

É muito importante ter isso no radar, para saber se a sua jornada tem mais atritos que a concorrente ou descobrir se as demais empresas são mais ágeis no relacionamento com o lead.

Insights do tipo podem ajudar você a analisar em que ponto da jornada o lead perde a urgência da compra ou o foco no investimento, e informações do tipo são muito valiosas para entender como otimizar seu ciclo de vendas.

Ter um ciclo de vendas longo é característica do B2B. Veja dicas de como sua empresa pode encontrar formas de otimizar esse processo:

People Analytics: melhore a performance do seu time comercial a partir de dados

Uma das maiores mudanças que a transformação digital proporcionou para o mercado foi o fato de permitir que diversas áreas possam basear seu trabalho e suas metas em dados. Nos recursos humanos não foi diferente e o People Analytics virou uma tendência para aperfeiçoar o desempenho dos colaboradores.

Você já ouviu falar nessa métrica? O People Analytics permite que o RH possa ter um olhar mais analítico e menos subjetivo sobre as pessoas.

Com o auxílio de softwares e planilhas, os gestores têm acesso a dados valiosos a respeito de seus times.

E se a sua equipe comercial tem precisado de uma ajuda para melhorar seu desempenho, essa estratégia pode ser o que sua empresa precisa.

Segundo o estrategista e pesquisador ligado à empresa de consultoria Deloitte, Josh Bersin, os maiores desafios que as empresas desejam solucionar ou evitar são a baixa produtividade nas vendas, baixo engajamento dos profissionais em geral e dificuldade de retenção de talentos, além de fraudes e queda na satisfação dos clientes.

A mesma empresa de consultoria atestou em uma pesquisa em 2018 que 84% dos gestores consideram o People Analytics uma ferramenta extremamente importante.

Ela também mostra que está em segundo lugar na lista de tendências para prestar atenção. Então por que não começar a aplicar o People Analytics agora?

Quebrando paradigmas com o People Analytics

Tradicionalmente, o setor do RH é conhecido por se basear mais em experiência e em um olhar mais empírico, para analisar as áreas das empresas e realizar a tomada de decisões.

É claro que sempre foi necessário observar informações importantes, como o volume de banco de horas, as reclamações trabalhistas e o tempo do colaborador na empresa, mas essas informações podem ser somadas a outras para gerar dados ainda mais estratégicos.

Esses dados podem ser desde os KPIs que cada colaborador terá de alcançar para mostrar bom desempenho, como números que ajudam no processo seletivo e até mostram a produtividade, por exemplo.

Números assim podem gerar insights para a melhoria do clima na empresa, a descoberta de problemas que antes poderiam passar despercebidos, a criação de novas ações de desenvolvimento dos funcionários e até no endomarketing.

Para ficar um pouco mais claro, imagine uma situação em que você percebe que há falta de produtividade entre seus funcionários.

Em vez de olhar para o problema sob a perspectiva de exigir imediatamente o aumento da produtividade dos colaboradores, a ideia é que esse número abra espaço para insights que possam motivar ou desenvolver os colaboradores e, consequentemente, melhorar o índice.

Ou seja, se no passado o RH tradicional usava suposições ou padrões do mercado para traçar novas ações, agora pode contar com o apoio do People Analytics para ter rapidamente em mãos um volume preciso de informações.

Mas veja bem: falamos “apoio”! O People Analytics soma mais forças ao funcionamento comum do RH. Ao ter acesso a informações precisas de um jeito rápido, o profissional de recursos humanos ganha mais tempo para fazer uma análise subjetiva mais complexa e traçar ações mais inteligentes!

Existem quatro tipos de possibilidades com o método:

Como começar?

Antes de tudo, vale lembrar que o People Analytics é uma ferramenta poderosa, mas que não deve ser usada a torto e a direito, como dizem por aí.

Antes de tudo, é necessário fazer um diagnóstico da empresa para entender os desafios e objetivos.

Então pergunte-se:

Hoje, com o auxílio da big data, do machine learning e da inteligência artificial, extrair dados complexos ficou mais fácil, assim como identificar tendências.

A partir de ferramentas assim, você terá informações importantes para colocar ações em prática, a curto, médio e longo prazo.

Mas talvez você esteja se perguntando: todas as áreas podem ser aperfeiçoadas com o apoio do People Analytics? A resposta é sim!

Por mais que alguns times trabalhem com métricas mais distantes dos números, ainda é possível mensurar pontos como a motivação e produtividade.

Só que o assunto fica mais interessante quanto o time trabalha com metas mais objetivas, como o comercial. Assim os resultados ficam mais claros para todas as equipes.

Mas aqui vale um adendo: antes de implementar os números e exigir resultados, é importante fazer um treinamento entre as equipes para que os colaboradores fiquem familiarizados com as ferramentas de People Analytics e também entendam sua finalidade.

People Analytics para aumentar vendas

Em um cenário de recessão econômica e mais obstáculos para a conclusão de vendas, apostar em People Analytics deve ser uma estratégia fundamental.

Por isso que muitos especialistas defendem que o sucesso do time comercial também depende do RH.

Vamos mostrar isso a você com um exemplo: ao traçar metas de vendas pode ser comum que um colaborador se acomode por ter uma meta muito baixa, ou reclame caso a meta seja muito alta.

O People Analytics, por meio de suas métricas, análises e tendências, comprova com números que tal objetivo é possível de ser alcançado pela equipe.

Além disso, o histórico pode mostrar se as metas são interessantes para a empresa ou não. Traduzindo para a realidade do time comercial, às vezes, uma meta pode ser interessante mensalmente, em vez de ser imposta de forma anual

Outro ponto que tem muito a ver com o caixa da empresa, são as comissões dadas aos funcionários, que podem ser muito mais justas a partir da análise dos números.

Descubra o que é o People Analytics e veja como os números podem ajudar o seu RH a melhorar os resultados da sua equipe comercial.

 

Objeções de vendas comuns e dicas de como vencer todas elas

Você pode se esforçar, criar conteúdos cheios de técnicas para apresentar o seu produto da forma mais atrativa, qualificar seus leads, mas é inevitável… cedo ou tarde, a sua empresa irá se deparar com objeções de vendas durante o processo.

As negativas podem ser diversas…

“Estou sem tempo, me ligue outro dia”
“Nosso orçamento está apertado”
“Já temos um produto similar”
“O seu produto oferece tal coisa?”

Elas sempre vão ser um dos maiores desafios do time de vendas. Mas se você enxerga as objeções de venda como uma barreira difícil de superar, é hora de olhar para a situação de um ponto de vista mais positivo.

“As objeções sempre vão aparecer… Elas podem ser tanto um desafio quanto uma oportunidade. Seu prospect irá questionar o seu preço, pode levar a decisão para cargos superiores para ouvir o que o chefe diz… mas o seu time de vendas deve usar a experiência e alguns gatilhos para conseguir completar a venda do serviço ou do produto” diz o nosso hunter, Gustavo Mota.

Para ajudar você a vencer as (inevitáveis) objeções do processo de vendas, reunimos algumas técnicas que usamos aqui na Layer Up para aumentar a assertividade do nosso time de vendas. Dá uma olhada:

Objeções de vendas já começam na nutrição do lead

Como você está acostumado a ler aqui em nosso blog, o sucesso do processo comercial da sua empresa depende muito do nível de alinhamento entre as suas equipes de marketing e vendas.

Quanto mais leads qualificados o seu time de vendas tiver, mais assertivas devem ser suas vendas — mesmo encontrando as tais das objeções durante o processo.

É claro que internamente não fazemos diferente — o time de vendas da Layer Up recebe apenas os contatos de quem está interessado de fato no serviço. O Gustavo fala que a qualificação é importante para melhorar a assertividade e a produtividade do time vendas.

“Essa parte é fundamental para reduzir o número de objeções no processo de vendas, pois o seu prospect já conhece os seus serviços e diferenciais. Além disso, só falamos com quem nos dá a chance de gerar resultado e, assim, não perdemos tempo.”

Mas, e na prática?

Nós sabemos: por mais que a qualificação de leads aumente a chance de sucesso e já quebre algumas objeções de venda no caminho, sempre chegará algum tipo de argumentação ao seu vendedor.

A maioria delas gira basicamente em torno de duas coisas:

Então sabendo disso, já aprenda algumas lições. A primeira delas é deixar claro para o prospect por que ele deve dedicar tempo e atenção para o time de vendas. Ele deve entender logo de cara quais de suas dores são resolvidas com o serviço ou produto.

Certifique-se de que os conteúdos dos seus fluxos de inbound ou outbound informem isso.

A próxima lição é mapear as possíveis objeções de venda do prospect e estudar o seu perfil, para levar a solução na medida certa no momento da call ou da reunião.

Muito se engloba neste ponto acima. Aqui, o seu time de vendas deve saber qual tom de comunicação usar, criar um repertório para manter uma boa conversa com o prospect, ouvir mais que falar e entregar a solução apenas quando o contato estiver pronto para isso.

Uma dica, inclusive, é ter um bom CRM para armazenar tudo o que já foi dialogado com aquele prospect. Você terá como argumentar, pois saberá quantas vezes ligou, quando telefonou ou escreveu, o que já falou, etc.

O nosso hunter fala que nesta etapa o profissional deve ter muita paciência e resiliência, para não ultrapassar nenhum limite imposto pelo prospect. Gustavo também fala que, às vezes, é nesse ponto que o follow up se faz tão importante.

“Já tivemos vendas na Layer Up que só se completaram depois de seis meses, pois o cliente ainda não estava pronto. Por isso, é importante deixar claro o valor da sua solução e atuar mais como um ‘apoio’ para o prospect. A ideia é caminhar junto e não empurrar uma compra.”

Resumindo: a insistência no processo de vendas é um gatilho que pode gerar ainda mais objeções de vendas.

Então, sempre respeite o prospect: se ele diz que não tem tempo, espere. Se ele diz que não tem como investir, continue acompanhando ou negocie.

Não venda o produto, venda o próximo passo. Evite falar da solução em excesso para não transparecer desespero. A ideia é oferecer informações e entender as dores, para depois ajudar com a venda.

As principais objeções de venda

Agora é hora de pegar papel e caneta, para anotar as nossas dicas. Nós listamos as principais objeções e as melhores formas de vencê-la.

Ah! E lembre-se: não tenha medo de responder perguntas. Se o contato está questionando, é porque ele tem interesse no que está sendo oferecido?

Não temos budget.”

Tenha certeza de que os diferenciais da sua solução estão claros. Se esse não for o problema, trabalhe a ideia de que o produto ou serviço não é um gasto, mas sim um investimento.

É possível também apresentar facilidades e negociar valores. Se nada funcionar, espere a maturação do seu prospect e faça o follow up.

Preciso de um tempo para pensar.”

Ele pede porque ainda não entende que tem determinado problema. Neste caso, o follow up também é uma solução, então use todos os canais para continuar acompanhando o prospect, seja mensagem, ligação, e-mail, reunião, etc.

Me ligue depois.”

Tenha compreensão, não seja afoito com a venda e continue o follow up. Fale também que o objetivo é apenas apresentar os diferenciais da solução.

Já temos um produto parecido.”

Peça a oportunidade de mostrar porque a sua solução é diferente. Então explore ainda mais os seus diferenciais, mostre cases e use gatilhos mentais para encantar. Se for possível, você pode oferecer um teste gratuito também.

Não sinto segurança, pois não conheço sua marca.”

Trabalhe com cases de sucesso e apresente clientes que estão satisfeitos. Use números e dados concretos para convencer. Fale também do histórico da sua empresa.

Preciso de mais informações para decidir.”

Uma das dicas é sugerir: “posso explicar brevemente e depois você me diz se vale a pena apostar?”. Ou então, ofereça um teste gratuito.

Não disfarçado

Antes de tudo, saiba quando um não realmente significa um não, para não ser insistente. Se for uma “desculpa”, tente dizer: “normalmente quando nos falam isso é porque não estão interessados em conhecer melhor o produto. É isso mesmo que você quer me dizer?”

Desculpas para não atender ou responder

A dica nessa situação é perguntar: “eu estou falando com o departamento certo?”.

Agora que você já sabe como aperfeiçoar sua jornada de compra e quais são as principais objeções de vendas, compartilhe as dicas com todo o time de marketing e vendas da sua empresa!

Conheça as objeções de vendas mais comuns e saiba como vencê-las com nossas dicas. E também é o processo comercial utilizado pela Layer Up.

Net Promoter Score: crie diagnósticos mais certeiros da sua empresa

Imagine realizar uma compra em uma loja e ter uma experiência ruim de atendimento. Você pode pensar: “ah, tudo bem! Normal isso acontecer… todo mundo tem dias ruins.”

Agora, imagine você retornando a esse mesmo estabelecimento e tendo a mesma experiência. As chances de não voltar mais a esse lugar são altíssimas!

E o pior, essa mesma situação pode estar acontecendo em vários outros setores do negócio, desde o atendimento ao produto e serviço em si.

Mas se coloque no lugar do gestor desta loja. Ele pode contar com um alto número de funcionários e não ter tido meios de observar de perto o desempenho de cada atendente. Tão pouco recebeu algum tipo de feedback dos clientes.

Então como ele poderia notar esse gargalo em sua loja, que está causando a perda de clientes como você? Uma pesquisa como a NPS (Net Promoter Score), poderia ser bem útil nesse caso.

Hoje, estamos vivendo a Era da Experiência e, mais do que nunca, os consumidores estão exigindo serem ouvidos pelas marcas.

Ou seja, além de exigirem a qualidade de seu serviço ou produto, eles não querem ter problemas no pré ou pós-venda, pois valorizam uma jornada de compra sem atritos, para poder contar sempre com a marca.

Então por que não dar ouvidos ao que seu cliente tem a dizer? Ele irá adorar saber que tem voz no seu negócio! Por isso, a Net Promoter Score é a ferramenta ideal!

Mas o que é Net Promoter Score?

O Net Promoter Score nada mais é do que a famosa pergunta “em uma escala de zero a dez, qual é a probabilidade de você recomendar a nossa empresa/produto/serviço a outra pessoa?”. Essa resposta, aplicada em uma fórmula, gera uma métrica muito valiosa para os seus negócios.

Essa pesquisa surgiu em 2004, após uma publicação do expert em estratégias de negócios Fred Reichheld na revista Harvard Business Review. O texto “One number you need to grow” (“Um número que você precisa para crescer”) foi o ponto de partida do especialista para estudar e testar a funcionalidade do método.

Hoje, a Net Promoter Score é utilizada por empresas como a Apple e a Amazon, que nós sempre usamos como exemplos de organizações que revolucionaram ao fornecer produtos de qualidade com uma experiência agradável, sem falar na disposição em escutar seus consumidores em cada etapa.

Por mais que a gente esteja usando duas gigantes da tecnologia como exemplo, a métrica pode ser usada em negócios de qualquer segmento e de qualquer tamanho.

Inclusive, ter noção do desempenho da sua empresa do ponto de vista do seu consumidor, é sua obrigação enquanto empresa de menor porte!

Por meio do número obtido, você poderá descobrir se os seus clientes têm perfil detrator, neutro ou promotor. O que a gente vai continuar explicando no próximo tópico.

Como calcular a NPS?

O cálculo da NPS é considerado simples, confiável e flexível, e gera uma das métricas mais importantes de se acompanhar.

Após enviar a pergunta para os seus consumidores, você deve calcular a porcentagem de clientes que se mostram como detratores, neutros e promotores.

Depois disso, você irá pegar as informações coletadas e usar na seguinte fórmula: NPS = % promotores – % detratores. Ou seja, irá subtrair a porcentagem de clientes promotores pela porcentagem de detratores.

A partir do número obtido, é hora de partir para a análise!

Interpretação de resultados

Com o seu resultado em mãos, você terá quatro tipos de cenário:

E elas significam basicamente o que seus títulos propõem.

Na Zona de Excelência, a empresa atingiu um nível invejável de atendimento e de qualidade de produto/serviço. A experiência foi tão positiva para o consumidor, que as chances dele promover a marca no dia a dia são bem grandes.

Na Zona de Qualidade, os clientes apontam uma experiência positiva, mas sempre pontuam um “porém”, ou seja, um item que ainda pode melhorar. No entanto, a empresa não deixa a desejar no geral.

Quando estão nesse patamar, as marcas devem observar a jornada de compra e corrigir qualquer atrito que esteja acontecendo. Ou seja, por mais que esteja bom, isso não é motivo para descuidar. ?

Já na Zona de Aperfeiçoamento as coisas começam a ficar mais preocupantes e a empresa deve olhar para o seu público com toda a atenção. Nesse nível, o negócio pode estar apresentando falhas no processo ou na sua equipe.

Muitas vezes, o cliente pode estar sentindo que não recebeu a devida atenção durante a jornada ou então enfrentou algum tipo de ineficiência.

Por fim, a Zona Crítica mostra que a empresa precisa urgente rever os processos, pois está oferecendo uma experiência altamente frustrante para os seus consumidores.

O ideal é que a empresa reveja as suas estratégias do zero e reformule pontos em que ela deve estar errando. Caso não corrija com urgência, ela estará alimentando o surgimento de haters, que vão denegrir a imagem do serviço/produto.

O que mais deve ter na sua pesquisa?

Agora você deve estar se perguntando: “como eu vou saber onde estou errando para corrigir o problema com eficiência?”

E a nossa resposta é: enriquecendo a sua NPS, a transformando em uma pesquisa de satisfação. Ou seja, incrementando com outras perguntas que possam ser respondidas com uma escala de zero a dez.

Você deve pensar no passo a passo da jornada de compra e também no pós-venda do seu negócio, para elaborar essas questões. Listamos alguns exemplos:

Mas vale lembrar, essas são apenas algumas ideias. Você deve pensar em cada detalhe do seu atendimento e serviço, para fazer um questionário completo e coerente.

Incluir perguntas abertas, que o consumidor possa preencher de forma livre e apontar especificamente quais são suas insatisfações, também são uma boa ideia. Se inspire nos exemplos abaixo:

Outra dica é apostar na objetividade. Lembre-se que o seu consumidor não vai querer passar um tempão respondendo um longo formulário.

Então depois de pronta, participe da sua própria pesquisa para saber se ela pode ser respondida em menos de cinco minutos.

Utilizando os resultados

E agora, o que fazer com os seus resultados? Arregaçar as mangas e começar os trabalhos!

No caso de uma pesquisa de satisfação negativa, não perca tempo e já comece a aprimorar os seus serviços.

Corrija qualquer problema de vendas que possa estar enfrentando, invista tempo no alinhamento entre as suas equipes e implante mudanças no seu produto e serviço.

Mas também existe trabalho a ser feito quando se tem resultados bons! Se você notou que determinado produto, etapa ou serviço tem recebido boa avaliação ou até elogios, comece a criar campanhas promovendo esse diferencial.

Você estará impulsionando algo que já está tendo bom desempenho e poderá encantar outras pessoas com o seu produto ou serviço.

Agora que você já conhece a NPS, é hora de aplicar na sua base de clientes e iniciar a pesquisa. Ela poderá alavancar a qualidade da sua empresa e ajudará você a criar um diagnóstico mais preciso!

O Net Promoter Score (NPS) é a métrica que reflete exatamente o que o seu consumidor pensa sobre a sua empresa e pode aperfeiçoar negócios.

Marketing de conteúdo: estratégias de texto que sua empresa deve usar agora

Você já ouviu falar que informação é a moeda de troca da internet? Não existe verdade mais absoluta que essa, inclusive quando o assunto é marketing de conteúdo!

Pense nas redes sociais que você mais usa: todas elas existem para que as pessoas compartilhem fotos, ideias ou pensamentos a respeito de qualquer assunto.

Indo mais além, reflita um pouco sobre os seus hábitos online: você certamente consome com frequência materiais produzidos por determinado blog ou canal do YouTube, certo?

Todas esses pontos nos levam a confirmar que o marketing de conteúdo é uma estratégia essencial para qualquer empresa que busca ganhar algum tipo de autoridade ou visibilidade na rede.

Mas não basta fazê-lo de qualquer forma. Existem algumas técnicas de produção de conteúdo utilizadas por especialistas que geram muito valor para marcas e que são capazes de garantir resultados para a sua empresa.

Em um cenário em que 73% das empresas brasileiras investem em marketing de conteúdo (segundo pesquisa da ContentTools, realizada em 2018), ficar de olho nessas técnicas é essencial. Mais ainda é aplicar, claro!

Por isso, trouxemos nesse blogpost as principais técnicas de marketing de conteúdo para textos. São estratégias que usamos em nossos materiais e que são responsáveis pela atração e nutrição dos leads que trabalhamos em nossos funis.

Quer conhecer quais podem ser utilizadas na sua empresa? Continue acompanhando abaixo:

Invista no SEO

Vamos começar do mais óbvio: SEO é uma técnica indispensável para qualquer empresa que deseja ser encontrada de alguma forma na rede.

Afinal, quando buscamos por algum serviço ou produto, nossa primeira atitude é pesquisar um pouco mais sobre o assunto em mecanismos de pesquisa, como o Google.

Por isso, é essencial que qualquer página da sua empresa seja construída de forma 100% embasada em técnicas de SEO, sejam elas off-page (na estrutura de códigos do site), ou on-page (diretamente no conteúdo).

Como aqui estamos falando da produção dos conteúdos, para otimizar o seu site em SEO, é essencial fazer uma seleção de palavras-chave relevantes para o negócio e realizar um estudo sobre a concorrência, para entender as estratégias das demais empresas.

Aqui no blog nós já falamos um pouco sobre como começar a otimizar o seu site on-page. Mas, além de estruturar o seu site de forma que ele seja interessante para os mecanismos de pesquisa, também é fundamental alimentar um blog com conteúdos.

Assim, a sua empresa trabalha um volume maior de palavras-chave, tem a chance de aumentar o território no Google, abordar diferentes dores ou dúvidas da sua persona e cria autoridade no mercado. Você já começou?

Onde aplicar: em páginas do seu site, landing pages e no seu blog.

Faça conteúdos persuasivos com o copywriting

Outra técnica praticamente obrigatória para quem quer gerar leads por meio da internet, é se comunicar da forma ideal com a sua persona em todos os seus conteúdos. No marketing de conteúdo, chamamos a técnica de copywriting.

Com essa estratégia, você mapeia quais são as principais dores do seu público-alvo. Essa informação é a chave para que você consiga desenvolver na comunicação a melhor linguagem, o tom mais adequado e, claro, os principais argumentos para usar a favor do seu produto ou serviço.

Mas não é apenas isso. O seu conteúdo deve ser altamente persuasivo e atender alguns critérios básicos. Por meio do copywriting, você deve ser capaz de:

Onde aplicar: em tudo! Desde blogposts e landing pages, que estão online, a outros formatos, como e-mails e posts de redes sociais. A ideia aqui é converter!

Use gatilhos mentais

Os gatilhos mentais são técnicas que podem andar lado a lado dos textos construídos com foco em copywriting. Afinal, se você quer que o usuário realize algum tipo de ação a partir do seu texto, deve convencê-lo disso.

Por meio de elementos textuais ou de imagens, você pode ser capaz de motivar pessoas e desencadear ações de forma praticamente automática.

Isso acontece porque os gatilhos mentais atuam em uma parte do cérebro que busca tomar decisões sem ter que fazer muita reflexão a respeito do assunto.

Para você entender melhor, vamos exemplificar alguns gatilhos mentais. Imagine que acabaram de anunciar um show de uma cantora famosa na sua cidade.

Você decide esperar o seu cartão de crédito virar para realizar a compra, mas se depara com um anúncio da apresentação que diz “últimos ingressos”.

Pode ser que essas duas palavras na mesma frase façam você tomar uma decisão imediata, seja adiantar o pagamento da sua fatura para liberar logo o seu limite, pensar em uma nova forma de pagamento ou quem sabe até pedir o cartão emprestado de outra pessoa. Tudo para não ficar sem as entradas! Esse é o gatilho mental da escassez.

Vamos imaginar outra situação: pense que você seja o idealizador de uma startup que está prestes a lançar um novo aplicativo no mercado.

Você já tem o produto e seus benefícios definidos, já conhece sua persona, então pensa em uma estratégia e cria diversos teasers para deixar o seu público ansioso para o lançamento. Esse é o gatilho da antecipação.

E existem muitos outros gatilhos mentais que podem ser explorados ao longo de seus conteúdos e estratégias de marketing digital.

Mas atenção! Essas técnicas podem gerar um alto envolvimento afetivo entre o público e a marca. Por isso, devem ser utilizados de forma bastante ética.

Onde aplicar: também é possível usar os gatilhos mentais em tudo! Desde páginas de site, blogposts e landing pages, a e-mails, campanhas e posts de redes sociais.

Conte histórias e seja capaz de envolver o seu público

Todos nós já ouvimos histórias que nos marcaram ao longo de nossa vida. Isso acontece porque o nosso cérebro tende a reter mais informações quando elas estão presentes em uma narrativa.

Por isso, o storytelling pode ser uma de suas ferramentas para ter uma estratégia de marketing digital de sucesso.

Alguns estudos de neuromarketing já atestaram que a publicidade funciona melhor quando tem recursos de storytelling em seus conteúdos. Com ele, o público guarda mais informações sobre a marca e se envolve emocionalmente com o produto.

Se o conteúdo for criado de um jeito bem feito MESMO, o cérebro responde com liberação de dopamina, substância que faz com que a gente se lembre por mais tempo da história.

Quando estamos falando em consumo então, o storytelling pode ser poderosíssimo! Tudo porque ele desencadeia reações emocionais que são muito mais capazes de motivar uma compra do que fatores racionais.

No storytelling, existem diversas técnicas que podem ser usadas a favor da sua empresa. A mais famosa é a jornada do herói, que se desenvolve em três atos: a apresentação, o desenvolvimento (com os conflitos) e a resolução.

Estruturas assim são capazes de gerar envolvimento afetivo entre o público e a marca. Mas também existem outras técnicas que devem ser exploradas.

Para exemplificar, vamos usar um exemplo de como a história deve ser utilizada para engajar o seu público e difundir a sua marca. Imagine que você seja uma empresária do ramo da moda com alto envolvimento no lifestyle de determinada tribo.

Você pode usar o storytelling para mostrar como a sua marca foi importante para o desenvolvimento da cultura em que está inserida e pode usar influenciadores do segmento para mostrar o impacto que as roupas têm para pessoas do nicho.

Assim você está contando a história da sua marca de um jeito indireto, sem ter foco em vendas. Também está demonstrando a importância das suas roupas para o lifestyle, gerando uma empatia muito forte com o público, que começará a relacionar a sua empresa a um determinado estilo de vida.

Onde aplicar: é uma ótima estratégia de conteúdo para assuntos mais institucionais. Use em páginas de site, blogposts, materiais ricos, campanhas, fotos e roteiros de vídeos.

Data Driven Journalism

Se por um lado trabalhar o emocional é muito importante para o marketing de conteúdo, também é essencial trazer um olhar analítico e mais números aos seus conteúdos. Apostar em textos que sejam altamente informativos e embasados por dados, cases, afirmações, etc. com certeza será interessante para a sua empresa.

Esse tipo de informação é capaz de engajar bastante o público principalmente quando analisamos a tendência das pessoas de consumirem cada vez menos anúncios.

A ideia é pegar dados sobre o mercado em que você está inserido e transformá-los em informações significativas para o dia a dia do seu público.

O Kickstarter, empresa de financiamento coletivo, já fez isso. Usando os dados do mercado de crowdfunding que ela tem acesso por ser uma das maiores empresas do segmento, ela criou um material informativo todo baseado em números.

Nele, afirmou que 3,3 milhões de pessoas de quase todos os países do planeta apoiaram um projeto no ano da pesquisa. Também informou a quantia de dinheiro arrecadada pelo Kickstarter para seus projetos.

Se for possível realizar uma pesquisa mais ampla para o segmento, as informações podem dar origem a um material rico cheio de interesse público, que pode impulsionar as suas conversões de forma inacreditável!

O Spotify, empresa de streaming de músicas que você deve utilizar, também é outro case. No fim de 2018, a empresa usou dados de reproduções de artistas e analisou suas playlists para embasar sua campanha de final de ano.

Isso sem falar da retrospectiva que cada usuário podia fazer com as informações de seu perfil na plataforma. As informações de cada pessoa foi divulgada de forma tão espontânea que chegou a viralizar nas redes sociais e aumentar a influência da marca.

Trazer esse tipo de informação à tona é algo que está muito relacionado ao gatilho mental de autoridade, que mostra que sua empresa é realmente referência no assunto.

Também é um tipo de informação que faz o seu negócio parecer muito mais interessante para o público-alvo e para a imprensa.

Indo ainda mais além, você também pode analisar as suas próprias métricas de marketing para pensar em ações que tenham mais a ver com o perfil de consumo do seu consumidor.

Assim, poderá entender o que pode melhorar no tom da sua comunicação, na escolha das suas pautas e nos formatos adotados para os seus conteúdos.

Onde aplicar: explore essa técnica principalmente nos seus blogposts e materiais ricos (de preferência, infográficos).

Agora que você já conhece as principais técnicas para um bom marketing de conteúdo, ficou mais fácil de entender quais podem ser os erros que a sua empresa anda cometendo nas produções de texto. Contar com o apoio de especialistas é fundamental para garantir uma estratégia que funcione.

Copywriting, SEO, storytelling e muito mais. Conheça as estratégias de marketing de conteúdo que farão a diferença nas suas vendas!

Mulheres programadoras: por que o mercado ainda é tão fechado para elas?

A história da tecnologia é marcada por mulheres muito importantes. Os primeiros algoritmos de computador, a conexão wireless e o primeiro compilador para linguagens de programação, por exemplo, foram algumas invenções femininas que revolucionaram e deram espaço para outras inovações. Mas o curioso é que o cenário atual é completamente oposto: as mulheres programadoras são minoria e, embora o mercado se diga receptivo, ainda há uma participação tímida delas em salas de aula e empresas.

Enquanto o empreendedorismo feminino cresce, assim como a participação de mulheres em diversos segmentos, a tecnologia é uma área que ainda apresenta grande disparidade, quando comparamos a participação feminina e masculina. Na área de programação, a presença deles se destaca em maior número nos cursos superiores e nas empresas. Essa ideia não é coisa que notamos no dia a dia, mas sim algo confirmado por diversas pesquisas.

O último Censo do IBGE, divulgado em 2010, mostrou que apenas 22% dos alunos eram mulheres nas turmas de ciência da computação.

No mercado, elas são minoria também e representam apenas 17% do total de programadores, de acordo com dados apresentados no evento “Por um Planeta 50-50: Mulheres e meninas na ciência e tecnologia”, realizado pela Serasa Experian em parceria com a ONU Mulheres.

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Mas o curioso é que as mulheres programadoras foram a maioria nesse mercado um dia. Assim como falamos acima, elas criaram linguagens inovadoras e tecnologias de destaque. No Brasil, nos anos 1970, a primeira turma de Ciências da

Computação do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP era formada por 70% de mulheres. Em um cenário mais recente, a universidade apontou que em 2016 apenas 15% dos alunos eram do gênero.

A tendência se repetiu no mercado. Em 1984, as mulheres ocupavam cerca de 37% dos cargos em ciências da computação. Já em 2011, os dígitos não passavam de 12%. A consequência é agravante pois mostra que elas ficam de fora de uma das carreiras mais valorizadas do momento, que se desenvolve a cada dia, oferece melhores salários e maior perspectiva de ascensão de cargo.

Só que o problema não é apenas a baixa participação. Alguns estudos chegaram a mostrar que também existe pouca valorização. Uma pesquisa feita pelo GitHub, uma plataforma de hospedagem de código-fonte, apontou que os códigos escritos por mulheres só são melhor aceitos quando a autora não é divulgada. Os números ficam assim: 78,6% de aceitação para elas e 74,6% para eles.

Já a Women In Tech mostrou que as mulheres ficam mais estagnadas no nível básico da profissão que os homens. 46,1% das mulheres da indústria estão no nível iniciante, enquanto apenas 25,9% dos homens sofrem com esse problema. Quando os profissionais são mais jovens, a desigualdade ainda existe, mas é menor. 84,5% das mulheres entre 18 e 24 anos ocupam cargos iniciais, enquanto que para os homens a porcentagem é de 77,3%, o que mostra uma tendência de que as mulheres continuem a ocupar cargos júnior.

Por que o mercado para mulheres programadoras é pouco inclusivo?

Depois dessa enxurrada de dados, deu para perceber que a situação está longe de ser ideal, não é? Mas ela é reflexo de um problema que é bem mais complexo. Listamos alguns motivos abaixo:

Cultura de que mulheres não se dão bem com exatas

Aquela ideia de que as mulheres não se dão bem com exatas criou um efeito dominó gigantesco. Desde a infância, os meninos são mais estimulados a desenvolver o raciocínio lógico. Na escola, também é comum ouvir que eles se dão melhor em matérias como matemática e física. Tudo isso gera uma percepção de que os homens devem seguir nas carreiras que envolvem números e códigos, enquanto as meninas devem seguir em profissões de humanas.

Um exemplo clássico que só vem mudando nos tempos de hoje é a engenharia civil, área que sempre foi masculinizada e que apenas agora tem visto a participação feminina crescer. Uma pesquisa encomendada pelo portal G1 indicou um crescimento ininterrupto da presença de mulheres na profissão de 2008 até 2015, e que a tendência é permanecer neste ritmo.

Agora, o desafio é a tecnologia. Mas o efeito dominó tem levado a um outro problema que é a falta de referências femininas no mercado.

Poucos modelos de inspiração

Como falamos, as mulheres programadoras existem, mas estão em baixo número e, muitas vezes, não são valorizadas. Por isso, durante muito tempo faltaram modelos femininos de destaque que inspirassem muitas mulheres a seguir na área. Alguns profissionais da tecnologia falam que existem poucas iniciativas que levem conhecimento às mulheres de que a área é receptiva e que esse tipo de trabalho não é masculino. Mas aos poucos, felizmente, essa questão tem mudado, como você verá mais abaixo no post.

Os modelos masculinos foram positivos?

Aqui fica uma reflexão: a inversão de gêneros na tecnologia aconteceu aproximadamente nos anos 1980, na época em que os computadores pessoais se popularizaram e grandes líderes como Steve Jobs e Bill Gates despontaram. A partir de então, o nome de mulheres programadoras começou a ficar cada vez mais raro no hall da fama do mundo da tecnologia.

Essa coincidência nos leva a um questionamento. Será que essa inversão de papéis tem alguma ligação com o fato de que nessa época as principais inovações eram atribuídas aos homens? Se for, quais são os modelos delas?

A história da tecnologia foi escrita por mulheres programadoras e notáveis

Inicialmente, muitas meninas que entram na área costumam achar que a linha do tempo da tecnologia é contada do ponto de vista dos homens que contribuíram. Apesar de a história recente da tecnologia envolver mais líderes masculinos, a trajetória da computação tem diversos pontos marcantes em que as mulheres foram protagonistas.

Recentemente, entrou na lista de indicados ao Óscar o filme “Estrelas Além do Tempo”, que coloca em primeiro plano três mulheres negras que trabalharam como “computadores humanos” na NASA. A tarefa delas era resolver equações complexas, necessárias para o sucesso de projetos astronômicos. A história revelou engenheiras e matemáticas brilhantes, que foram peça-chave para a ida do primeiro americano ao espaço.

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Além disso, vale lembrar que os primeiros programadores da história, na verdade, eram figuras femininas. Reunimos aqui algumas mulheres notáveis que abriram espaço para inovações importantíssimas:

 

Ada Byron (Lady Lovelace)

Ada Byron foi a programadora pioneira da história. Foi responsável por ter escrito o primeiro algoritmo a ser processado por uma máquina no século XIX.

O aparelho computava valores de funções matemáticas. Naquela época, ela também já era capaz de enxergar que a capacidade dos computadores poderia ir além dos cálculos matemáticos e processamento de números.

Hedy Lamarr

Hedy Lamarr era uma atriz com grande aptidão para a tecnologia. Além de ficar conhecida por participar de filmes americanos, ela foi conceituada por ter sido uma brilhante inventora. É atribuída a ela a criação de um sofisticado aparelho de interferência em rádio para despistar radares nazistas, que foi patenteado em seu nome.

49% da patente da tecnologia foi adquirida, mais tarde, pela Ottawa Wireless Technology, empresa que criou conexões como o Wi-Fi e CDMA.

Grace Murray Hopper

Grace Murray Hopper foi uma importante figura na programação. Ela era analista de dados da marinha americana e criou a linguagem de programação Flow-Matic, que serviu de base para a criação do COBOL (Linguagem Comum Orientada para os Negócios).

E tem uma curiosidade também. É de autoria dela o termo “bug”, popular até hoje quando as pessoas se referem a falhas no código-fonte. Grace Murray Hopper teria tido um problema em seu computador que tentou resolver sozinha. Ela percebeu que havia um inseto morto no computador.

Edith Ranzini

No Brasil, Edith Ranzini foi uma das quatro mulheres que contribuíram com o projeto “Patinho Feio”, o primeiro computador desenvolvido no Brasil. O trabalho nasceu na Escola Politécnica da USP nos anos 1970. A professora também foi importante mais tarde na implantação do curso de engenharia elétrica com ênfase em computação na instituição.

 

O que pode ser feito para atingir a igualdade?

Se um dia as mulheres já tiveram maior protagonismo na tecnologia e na programação, é porque esse mundinho também pertence a elas e essa realidade pode ser modificada. Mas para atingir o status ideal de igualdade, é preciso que as empresas, os próprios funcionários e até a sociedade como um todo tomem algumas iniciativas. Listamos em tópicos algumas delas:

Iniciativas

Se por um lado parece que ainda existe pouca procura pela área na época escolar e universitária, as poucas mulheres depois de formadas mostram bastante engajamento. Hoje, não é raro encontrar projetos que estimulem a presença feminina na tecnologia.

São iniciativas que envolvem grupos de debate, workshops, cursos e competições de programação que somam bastante à experiência das novas mulheres programadoras. Eles são inspiradores, veja só:

Se você é mulher e programadora, e já chegou até aqui embaixo, saiba que em nossa agência abrimos as portas para meninas que carregam a inovação no DNA, afinal, não é à toa que a Layer Up surgiu da parceria entre duas mulheres.

Comente aqui no blog as suas impressões sobre o assunto. Para você, a tecnologia está mais receptiva para mulheres programadoras?


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