Co-marketing: saiba tudo sobre essa estratégia e descubra como usá-la na sua empresa

O co-marketing é a união de duas empresas para produzir e divulgar um material ou produto em conjunto.

Foi-se o tempo onde o concorrente era inimigo. Hoje, com o co-marketing, é possível unir as forças de duas empresas que possuem o mesmo público-alvo para gerar melhores resultados.

Por exemplo, uma agência de marketing digital poderia produzir com um influenciador, outra agência ou até mesmo um cliente, um e-book sobre as principais estratégias de engajamento.

Dentre as opções de materiais, podemos também incluir:

As possibilidades de criação utilizando o co-marketing são muitas e ainda trazem diversos benefícios.

Por que fazer co-marketing?

A ideia do co-marketing é criar parcerias estratégicas para aumentar a sua visibilidade e, consequentemente, suas vendas. Mas ele pode fazer muito mais por você e pelo seu negócio.

Mais reconhecimento no mercado

Já ouviu aquele ditado “diga com quem tu andas e te direi quem és?”. Com o co-marketing é a mesma coisa. Se suas parcerias forem com pessoas ou empresas que já são boas referências, você começará a ser visto da mesma maneira.

Por isso, é importante tomar muito cuidado ao buscar um parceiro, atente-se a alguns detalhes:

Otimização de gastos e trabalho

Não são somente os resultados desta parceria que são divididos. No co-marketing, todos os custos para a produção e divulgação dos materiais também são partilhados.

Além disso, como o modelo é de parceria, o trabalho a ser feito também é distribuído entre os dois, para que nenhuma das partes seja sobrecarregada.

Desta maneira, este acordo é interessante, principalmente para quem está com o orçamento apertado e/ou com pouca mão de obra disponível.

Maior alcance

A base do inbound marketing é produzir e disponibilizar conteúdo de valor para o público. Em um trabalho de parceria, você terá à sua disposição uma base de contatos que, talvez, você não alcançaria sozinho em pouco tempo.

Dessa maneira, seu conteúdo pode chegar a muito mais pessoas e despertar o interesse de mais clientes em potencial.

Como implantar o co-marketing

O primeiro passo é a busca pelo parceiro. Acima, já destacamos alguns cuidados para esta escolha. É importante ressaltar que o seu parceiro precisa agregar valor ao seu produto, à sua marca. 

Fuja de empresas que não tenham um planejamento de marketing definido, por exemplo, uma vez que planejamento é a palavra-chave dessa sociedade.

Planejamento

Cada empresa envolvida no co-marketing tem uma rotina e processos diferentes e isso é motivo mais que suficiente para “planejamento” ser a palavra de ordem do projeto. Você pode dividi-lo em partes:

O planejamento precisa ser detalhado e envolver as duas empresas. Além disso, é preciso ter paciência para não atropelar os processos.

Divisão das tarefas 

O trabalho de co-marketing é cooperativo, dessa maneira nenhum dos lados pode ficar sobrecarregado. 

Ainda no planejamento, é indicado fazer uma análise sobre as forças e fraquezas de cada empresa, dessa maneira é possível dividir as responsabilidades de acordo com o que cada uma pode entregar com mais qualidade.

É importante ficar muito claro quais os deveres de cada parceiro para evitar falhas durante o processo.

Todo mundo deve ganhar no co-marketing

Esse é o principal objetivo deste tipo de estratégia. Assim como todo o trabalho e esforço é dividido, os ganhos também precisam ser.

Porém, às vezes o que sua empresa precisa não é a mesma necessidade da empresa parceira. Ou então o valor que você vai investir é superior ao do parceiro.

Para estas divergências, tentem uma compensação para que ninguém saia lesado ou insatisfeito.

Ter flexibilidade para entender as necessidades de cada lado e trabalhar para que, na medida do possível, todas sejam atendidas é fundamental para uma parceria de sucesso.

Hora de avaliar os resultados

Lá no planejamento, ao definirem os objetivos, as métricas a serem monitoradas também foram estabelecidas.

Esse acompanhamento pode e deve ser feito de forma contínua, para que, se no meio do projeto for identificado que os resultados não estão indo tão bem, um novo caminho possa ser seguido sem que tudo vá por água abaixo. 

No final, toda essa análise irá trazer insights valiosos para ambas empresas e poderão servir para futuras parcerias com outros negócios.

Na prática: case de co-marketing

O co-marketing transforma o improvável em parcerias de sucesso, veja alguns exemplos:

Vanish banca seu look

Os consumidores de Vanish, ao comprarem um dos produtos da marca podiam juntar pontos e trocar por produtos da Riachuelo.

Ou seja, quem manchou uma peça de roupa, comprava um removedor de manchas para resolver o problema e ainda poderia comprar (com os pontos adquiridos) um look novo. Todo mundo saiu ganhando!

Anitta

Quem nunca ouviu falar da artista que sabe fazer muito bem seu marketing e co-marketing? Ela é a prova viva de que parcerias podem funcionar muito bem, afinal esse foi um dos caminhos utilizados por ela para ganhar público dentro e fora do país.

Dentro de casa, a cantora teve sucesso em parcerias com Ludmilla, Projota, Silva e outros nomes nacionais.

Madonna, Maluma, Iggy Azalea, Major Lazer e Black Eyed Peas, são alguns nomes de peso que também constam no portfólio internacional da cantora.

Posicionamento e branding

Não temos dúvidas de que você deseja que sua empresa seja lembrada no mercado. Afinal, quando falamos em ter uma marca, estamos literalmente dizendo que queremos ser marcantes para o público. Nesse sentido, estratégias de marketing como o branding são essenciais. Para saber mais do assunto, confira nosso blogpost:

Luz, câmera, ação: como o live marketing pode te aproximar dos clientes

Live marketing (ou marketing de experiência) é uma estratégia que tem como objetivo promover o engajamento do público com as marcas.

No ano passado, esta metodologia foi muito explorada por meio de transmissões ao vivo nas redes sociais, como shows, cursos, workshops e até webinars empresariais. 

Porém, o live marketing vai muito além disso. Ele envolve todas as ações, campanhas e eventos para proporcionar aos consumidores uma experiência inesquecível com a marca.

Por que o live marketing está virando tendência?

Em um mundo cada vez mais digital, as empresas estão sempre em busca das melhores maneiras de atrair seu público, comunicar, engajar e, principalmente, gerar experiências.

E, para isso, é necessário abranger todas as maneiras de mostrar para o seu cliente mais que o seu produto: é preciso provar o seu valor.

É aí que está o desafio. Estamos em constante transformação, principalmente quando falamos de digital, e a todo momento somos bombardeados de conteúdos e informações.

Está cada vez mais difícil conquistar a atenção dos consumidores. Desta maneira, as empresas não têm medido esforços para gerar sentimentos no seu público-alvo, colocando-os na posição central na relação com as marcas.

Mas e na prática, como funciona o live marketing?

O que te faz querer comprar um produto ou serviço? A beleza? O gosto? O cheiro? A sensação de felicidade que aquilo vai te proporcionar?

Os motivos são muitos e os profissionais de marketing sabem disso! Por isso, uma das maneiras de utilizar o live marketing é por meio do marketing sensorial.

Ou seja, é estimular em suas campanhas os cinco sentidos (visão, audição, paladar, tato e olfato) para despertar a atenção e ganhar interesse dos seus clientes.

Você pode trabalhar todos eles juntos ou usar apenas aqueles que fazem sentido para o negócio, uma vez que a ideia é apenas despertar no seu consumidor a necessidade de possuir o seu produto ou serviço.

Dessa maneira, ele fará a compra a partir de estímulos que podem causar a sensação de bem-estar, desejo e pertencimento.

Além de do marketing sensorial, você pode fazer:

Por que usar o live marketing?

Se a sua ideia é gerar valor, engajar, fidelizar e proporcionar conversões, esses são bons motivos para usar esta estratégia.

Além disso, o live marketing vem crescendo a cada ano. Em 2016, a AMPRO (Associação de Marketing Promocional) já apontava que o setor movimentava R$ 43,9 bilhões anualmente. 

Outro ponto positivo que podemos destacar é a quantidade de dados e informações relevantes que podem ser gerados com essas ações.

Da mesma maneira que seu consumidor está perto de você, ele também está acompanhando seus concorrentes e, com as redes sociais, é fácil descobrir a opinião do seu público.

Desta forma, entender o que você pode fazer melhor ou diferente para atender às necessidades de quem de fato irá consumir o seu produto ou serviço fica ainda mais fácil.

Trabalhar com live marketing é fugir do óbvio. É customizar as ações de acordo com o perfil de cada cliente.

Cases de sucesso

Se a ideia do live marketing é fugir do óbvio e, além de estabelecer, reforçar laços com o seu público, essas campanhas deram um show.

Festival TUDUM Netflix

No início de 2020, a Netflix realizou o Festival TUDUM Netflix e decidiu levar para os clientes uma experiência imersiva de suas criações.

Nos quatro dias do evento, que aconteceu na Bienal do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, os fãs puderam encontrar seus ícones da Netflix e ainda passear nos mundos de alguns filmes e séries. 

O sucesso foi tão grande que, em outubro do mesmo ano, o evento teve sua segunda edição totalmente digital, transmitida pelo YouTube da própria Netflix. 

Além disso, o TUDUM também contou com um almanaque de 100 páginas impresso e entregue para 100 mil fãs de todo o Brasil que se cadastraram previamente para recebê-lo.

Coca-Cola

Esta empresa não poderia faltar por aqui. Seus cases de live marketing são conhecidos e lembrados por todo mundo.

Afinal, em 2012, quem não ficou procurando seu nome nas latinhas de Coca-Cola? Ou quem  nunca se emocionou com os filmes de final de ano da marca?

E os 14 mil fãs que a Coca-Cola permitiu que fizessem shows juntos com seus ídolos no Espaço Coca-Cola Fã de Música, no Rock in Rio?Com certeza eles jamais esqueceram essa experiência! 

Palitos premiados da Kibon

Lá em 2008, a Kibon lançou a promoção “Palitos premiados”. Quem encontrasse o produto premiado ganhava um iPod no lugar do próprio picolé. 

Na época, foram distribuídos mais de 10 mil prêmios em 90 mil pontos de vendas espalhados pelo país e a campanha gerou um aumento de 31% nas vendas.

Com esses cases, podemos ver que o live marketing vai muito além de uma ação promocional ou evento. Ele aproxima a marca do público e, por meio de experiências marcantes, o fideliza.

Saiba mais

ERP: o que é e quais vantagens oferece no controle de vendas?

A cada dia, mais dados e mais processos são implementados na rotina corporativa. Controlar e analisar cada setor e suas etapas a fim de fazer uma análise profunda pode se tornar uma tarefa árdua se você não tem um sistema ERP.

ERP significa Enterprise Resource Planning. O nome pode até parecer difícil, mas este sistema de gestão integrado (tradução do termo em inglês) surgiu para facilitar a gestão da sua empresa.

Basicamente, o ERP permite acesso fácil, integrado e confiável aos dados de uma empresa, aumentando a eficácia dos processos e facilitando a comunicação entre os setores.

Dessa maneira, com o ERP é possível ter controle total das informações, integrando e gerenciando dados, recursos e processos para que as tomadas de decisão sejam feitas com maior assertividade.

Este sistema começou a ser desenvolvido há cerca de 100 anos pelo engenheiro Ford Whitman Harris. Com o passar do tempo, novas empresas aperfeiçoaram a ideia inicial até chegar ao modelo que temos hoje.

Isso nos mostra que, em um mercado cada vez mais competitivo e com cada vez mais recursos e processos, um dos principais desafios das empresas é manter o controle de tudo isso (processos e dados) de uma maneira organizada.

Ter esse sistema ERP em sua empresa permitirá essa organização e deixará claro as melhores estratégias a serem utilizadas (baseadas em dados).

Além disso, o sistema é capaz de mensurar cada detalhe do negócio de forma automatizada e em tempo real, garantindo agilidade e eficiência às rotinas organizacionais.

Em resumo, com o ERP, você pode:

Sistema de gestão e vendas: qual a relação entre eles?

Não importa o tamanho da sua empresa. Quanto mais organizados seus processos forem, melhor será o seu faturamento e a rotina de seus trabalhadores.

Dito isto, é preciso ter em mente que para vender mais é necessário ter controle. Controle dos produtos que estão entrando, dos produtos que estão saindo, dos que estão em estoque e dos valores a pagar e a receber.

Além de todas essas atividades, você também precisa estar de olho no comportamento dos seus clientes e tomar decisões a todo tempo.

É muita coisa! Todas essas atividades são feitas em departamentos diferentes, às vezes o seu escritório não fica no mesmo lugar do centro de distribuição e, sem uma gestão automatizada e integrada, fica fácil perder a organização.

De acordo com a pesquisa do Data Sebrae, uma das principais causas de mortalidade das organizações é a falta de controle de custos. Com isso, percebemos que o controle de vendas e estoque são primordiais para a sobrevivência e a saúde financeira do seu negócio.

Com um sistema de gestão integrada que faça o controle de vendas, gerencie e fiscalize todas as vendas realizadas, será possível analisar vários pontos essenciais do seu negócio e garantir o crescimento seguro e sustentável.

Conheça alguns passos que todo controle de venda deve ter:

Controle de entrada e saída

O princípio básico do controle de vendas e estoque é lançar cada entrada e saída de produto ou material adquirido de fornecedores.

Cálculo de todos os custos e despesas

Cada centavo conta! Afinal, a gestão financeira está diretamente ligada ao controle de vendas e estoque. Considere os custos de aquisição dos produtos e serviços, comissão dos vendedores, custos de entrega, despesas com espaço e despesas fixas e variáveis, entre outros.

Organização de fornecedores

Os fornecedores representam uma vantagem competitiva essencial para as empresas, por isso você deve escolher parceiros comerciais de forma estratégica: profissionais de confiança, que entreguem no prazo e assegurem a qualidade da sua marca.

Neste caso, um sistema de ERP apoiará na programação dos pedidos junto aos fornecedores, estabelecer períodos de compra, além de negociar sempre para melhorar os preços e ofertas baseados no histórico de compras do cliente.

Acompanhe indicadores

Sem metas, mensuração e análise não é possível ter uma visão realista de como vai o seu negócio.

Por isso, é indispensável que seu sistema ERP tenha indicadores de desempenho para a gestão do estoque e vendas bem definidos e que sejam fáceis de acompanhar e interpretar.

Dentre as principais métricas que podem ser analisadas estão: giro de estoque, volume de vendas, taxa média de conversão, número de cancelamentos ou trocas, meta de vendas e quantidade realizada, taxa de saída dos produtos por período ou por marca, margem de lucro, entre outros, mas isso pode e deve ser adaptado às necessidades e objetivos do seu negócio.

Vantagens do sistema ERP

O sistema ERP surgiu para facilitar a organização do seu negócio e permitir um olhar 360º da sua empresa.

Com ele é possível ter uma visão ampla e real sobre o que está dando certo e o que precisa ser otimizado antes mesmo dos resultados negativos aparecerem.

Além disso, a economia de tempo na execução dessas tarefas também é um ponto positivo, uma vez que a automação dos processos reduz o tempo gasto e aumenta a produtividade.

Outras características favoráveis deste modelo de gestão é a agilidade na tomada de decisões, redução dos custos operacionais, aumento das vendas e análise do faturamento.

O controle de vendas é imprescindível para qualquer empresa, mas para que ele seja realmente eficiente é necessário contar com a tecnologia.

Enquanto não aplica o sistema ERP, que tal conhecer nossa planilha de controle para a equipe de vendas? Ela permite o acompanhamento do trabalho e das metas, com a metodologia PDCA (Plan – Do – Check – Act, ou planejar, fazer, checar e agir). É gratuita e exclusiva:

Tecnologia 5G: desafios e oportunidades para o marketing

A tecnologia 5G promete trazer uma série de vantagens competitivas aos seus usuários, além de habilitar experiências imersivas para o consumidor. 

Alguns podem não lembrar, mas já passamos por uma grande transformação. Por volta de 2010, tivemos o primeiro contato com o 4G. Essa geração de internet, diferente das anteriores, tinha foco na transmissão de dados, o que possibilitou o download de conteúdo, a realização de transmissões online, ouvir música, assistir séries e outras coisas a que já estamos acostumados hoje. 

O repórter de tecnologia da Ad Age, George P. Slefo, relembrou em entrevista veiculada no Meio&Mensagem, que “o salto tecnológico abriu caminho para que marcas aproveitassem os dados de localização, possibilitando serviços como Uber e Lyft. A conexão mais rápida também permitiu ao público ver e baixar imagens ou vídeos em redes sociais como o Instagram.”

Diferente do que se pensa, a tecnologia 5G não é apenas uma evolução do 4G. O 5G promete alta velocidade, melhor latência da conexão ( tempo de resposta de comunicação entre os dispositivos) e maior número de dispositivos conectados simultaneamente, entregando ainda mais possibilidades. 

Esse novo tipo de conexão será uma grande aliada do marketing e do varejo. Com a tecnologia 5G, será possível obter um melhor desempenho de processos que usam a inteligência artificial, machine learning ou funcionamento remoto.

Além disso, as automações serão mais precisas e as produções terão uma maior autonomia.

O 5G renderá boas oportunidades para um relacionamento hiper-personalizado entre marcas e consumidores, uma vez que ela permitirá novas experiências por meio de realidade virtual e tecnologia das coisas.

Marketing hiper-personalizado: precisamos falar sobre essa tendência

O que a sua empresa tem em comum com qualquer outra empresa? Todas precisam oferecer atendimento personalizado para fidelizar seus clientes. 

Em meio a tantas opções, como mostrar ao seu cliente que o seu produto ou serviço é o que irá atender à todas as suas necessidades e superar suas expectativas? Bom, você sabe quais são as necessidades e expectativas dos seus consumidores? 

Parecem perguntas simples e corriqueiras, mas para o crescimento da sua empresa, ter as respostas certas faz toda diferença. Por isso, você precisa conhecer o marketing hiper-personalizado e descobrir como esta estratégia pode mudar os rumos dos seus negócios com apoio do 5G.

Novas experiências

Reinvenção e tecnologia. Duas palavras que ganham cada vez mais espaço dentro do mundo dos negócios. Tudo muda, inclusive os desejos e necessidades dos seus clientes. E sua empresa precisa acompanhar de perto cada transformação.

Por isso, hoje a personalização do atendimento é um dos principais aliados na conquista de clientes. Essa estratégia, que é essencial tanto no marketing quanto nas vendas, também evoluiu, e já estamos começando a ouvir uma nova metodologia surgindo: o marketing hiper-personalizado.

A hiper-personalização do cliente tem como objetivo fazer o consumidor ficar ainda mais satisfeito e mais encantado com o seu produto ou serviço, por meio de dispositivos que de fato atendam e satisfaçam seus desejos.

Benefícios da hiper-personalização

Com a hiper-personalização do atendimento, seu objetivo é oferecer ao consumidor a melhor experiência possível na pré-venda, durante o uso do produto ou serviço, e no pós-vendas também. 

Alcançar esse objetivo só é possível por meio da tecnologia, neste caso, da coleta de dados. A partir do momento que você sabe com quem está falando e do que essa pessoa precisa, você tem o mapa para oferecer um atendimento único, sob medida.

Desta maneira, um dos maiores benefícios da estratégia é o aumento das suas vendas, uma vez que, ao oferecer um atendimento com foco no cliente, as chances dele se sentir à vontade e querer conhecer mais sobre a sua empresa, os seus produtos e comprá-los são bem maiores.

Além disso, ao oferecer um atendimento único, seu cliente passa a confiar e admirar sua marca. Quanto mais você se tornar presente, importante e útil no dia a dia do seu consumidor, maiores e mais fortes serão os laços que ele criará com a sua empresa.

Marketing hiper-personalizado e tecnologia 5G

Com a chegada do 5G, as palavras de ordem serão: experiência, inovação, interação e personalização.

Quando falamos de hiper-personalização, o foco central é achar onde seu cliente está, usar a linguagem ideal para falar com ele e mostrar tudo o que você tem que pode ajudá-lo.

Não é oferecer mais do mesmo, é superar as expectativas do seu público-alvo em toda sua jornada de compra.

Com esta tecnologia, que já está presente em 46 países, será possível explorar novos serviços e oferecer uma experiência multi telas e multicanal para o seu cliente. Uma verdadeira e rápida imersão. 

A estimativa é que até 2025 o 5G já esteja operando de forma mais abrangente nas principais cidades do mundo. Enquanto isso, mergulhe na transformação digital e prepare-se para competir pela melhor experiência.

Quer saber como? Confira mais um dos nossos blogposts e descubra.

Disruptive selling: uma nova forma de vender

Muitos profissionais acreditam que disruptive selling tem a ver com soluções mirabolantes para os clientes. Neste artigo, vamos mostrar que esta metodologia é mais simples do que parece: é olhar para as necessidades do consumidor sob uma ótica diferente

Ao longo dos anos, o comportamento do consumidor vem se transformando. A pandemia causada pela covid-19 também acelerou essa mudança de comportamento.

De acordo com o estudo “O e-commerce na pandemia 2020”, realizado pela plataforma NuvemShop, o comércio eletrônico emplacou entre consumidores e lojistas e encerrou o primeiro semestre do ano com alta de 145% nas vendas, no comparativo com o mesmo período de 2019.

Se a maneira como seu cliente compra mudou, você não acha que novas necessidades irão surgir a partir dessa transformação? Por isso, seu time de vendas precisa usar o disruptive selling

Afinal, o que é disruptive selling?

Toda interação feita com os consumidores funciona por meio de metodologias e estratégias de marketing já estabelecidas no mercado.

Estudos apontam que hoje um cliente percorre sozinho 57% da jornada de compra. Sendo assim, o disruptive selling trabalha diretamente na interrupção do percurso natural dessas técnicas, trocando-as por novas parametrizações mais eficientes e sustentáveis.

Ou seja, a metodologia de Clayton M. Christensen tem o objetivo de fornecer a solução adequada ao consumidor de maneira distinta do que outros concorrentes no mercado. 

Como aplicar a metodologia no seu negócio

Os clientes têm percorrido mais da metade da jornada de compras sozinhos. Talvez isso seja um reflexo do principal erro cometido pelo vendedores: excesso de ligações, seguido da falta de informações sobre as próprias soluções ou as dos concorrentes.

Neste cenário, observamos que os leads não querem contato em excesso com o time de vendas. Porém, sozinhos eles não vêem como a sua empresa pode resolver os seus problemas de forma inovadora.

Logo, a primeira maneira de aplicar o disruptive selling no seu negócio é treinando o seu time comercial para ter abordagens mais relevantes.

Assim, quando um cliente chegar até sua marca, o time de vendas estará preparado para identificar e atender às suas reais necessidades, aquelas que não foram solucionadas por meio da pesquisa ou do site, por exemplo.

É importante ressaltar que os canais que serão usados para esta comunicação com o cliente serão os mesmos: redes sociais, e-mails marketing, campanhas pagas e outros. 

Além da prospecção, o marketing de conteúdo e o inbound marketing também têm grande potencial para trabalhar em conjunto com estratégias de venda disruptiva.

Com essa aplicação em mais de uma frente, sua empresa  pode:

Benefícios do disruptive selling para o seu negócio

Considerando que hoje alguns clientes querem adiar ao máximo uma conversa com um vendedor pelo maior tempo possível, a missão do seu time de vendas é mudar este pensamento.

O segredo é mostrar que existem soluções para suas necessidades fazendo recomendações de valor, assertivas, inovadoras e disruptivas. 

Muitos empreendedores ficam com o pé atrás sobre os resultados efetivos e os benefícios desta modelo de vendas. Acredite: esta nova forma de vender gera bons resultados!

Para vê-los, basta analisar seus indicadores de vendas. Falando com as pessoas certas, somente quem realmente precisa dos seus recursos será impactado.

Assim, o número de leads captados, a taxa de conversão de consumidores e a retenção de parceiros só aumentam.

Conte com uma agência especialista para ver o seu negócio crescer ainda mais utilizando a metodologia disruptive selling.

Nós da Layer Up desenvolvemos, em parceria com a Universidade Previsível, um e-book gratuito com dicas práticas para sua empresa repensar o processo de vendas e garantir um futuro financeiramente melhor.

Saiba tudo sobre o seu processo de vendas.

 

Segurança de dados: necessidade e desafio para o setor de tecnologia

Já parou para pensar em quantas informações você fornece durante o dia e como é feita a segurança de dados que você compartilha? No mercado, quem tem informação tem tudo.

Isso acontece porque, nos tempos atuais – nos quais tudo o que precisamos está no mundo virtual -, informação é uma espécie de moeda, muito valiosa por sinal. 

Neste sentido, a empresa mais bem sucedida não é aquela que tem mais informações, mas sim aquela que usa os dados de forma eficiente e estratégica para o seu negócio.

Por isso, a segurança de dados tem se tornado uma necessidade e um desafio muito grandes para o mercado de tecnologia.

O que é segurança de dados?

A segurança de dados é o que blinda uma empresa de ataques cibernéticos que podem tornar públicas informações sensíveis que foram coletadas do usuário. 

Essa proteção pode ser feita por meio de ferramentas de gerenciamento de permissões, classificação de dados, gerenciamento de identidade e acesso,  análise comportamental do usuário, entre outras.

Além disso, existem três atributos essenciais para garantir a segurança de dados da sua empresa:

E para que os usuários estivessem respaldados legalmente sobre o uso indevido das informações fornecidas, em agosto de 2018, foi aprovada a LGPD (Lei Geral de Proteção aos Dados) .

Lei Geral de Proteção aos Dados: tudo o que você precisa saber 

A LGPD determina as regras sobre coleta, armazenamento, tratamento e compartilhamento de dados pessoais.

As novas regras para a segurança de dados têm o objetivo de regulamentar a maneira como os dados pessoais e de empresas públicas e privadas são tratados, principalmente nos meios digitais. 

A LGPD exige que esses dados sejam pertinentes e limitados às finalidades para os quais são tratados.

Tratamento de dados sujeito à LGPD

A lei se aplica à toda atividade realizada com dados pessoais, desde a entrada do dado em determinada instituição, todo o período de permanência, até sua saída.

Em tratamento realizado por pessoa física para fins exclusivamente particulares e não econômicos, a própria lei excetua o tratamento dessas informações. 

Tratamento de dados para fins jornalísticos e artísticos, acadêmicos, de segurança pública, defesa nacional, segurança do Estado, ou atividades de investigação e repressão de infrações penais, estão excluídos da abrangência da Lei Geral de Proteção de Dados.

Todas as empresas que de alguma maneira lidam com dados pessoais serão afetadas pelas novas regras.

Consentimento correto dos dados

Para obter os dados de forma legítima, é necessária a autorização do seu consumidor. Com a nova lei, a autorização não pode ser genérica. Dessa maneira, você precisa informar quais serão os fins das informações entregues.

Para facilitar essa entrega e segmentar ainda mais seu público, você pode usar caixas de marcação, em que seu lead autoriza o que pode ser feito com os dados ou também investir em formulário.

Penalidades e responsabilidade em casos de descumprimento da LGPD

Em caso de descumprimeito da lei, os responsáveis ficarão sujeitos a penalidades que vão desde advertência a multa de até 2% (dois por cento) do faturamento, limitada a R$ 50 milhões por infração. Além disso podem sofrer bloqueio ou eliminação dos dados.

Como garantir a proteção de dados da sua empresa

O vazamento de dados pode gerar muitos prejuízos para uma empresa, tanto financeiros – uma vez que a segurança de dados coletados e armazenados é prevista por lei – quanto em sua imagem e reputação.

Por isso, existem ferramentas que auxiliam na criação de mecanismos para que sua empresa esteja imune à ataques de hackers, por exemplo.

Uma das maneiras de deter o controle sobre as informações é imposição de limites físicos ao contato ou ao acesso direto à informação ou à infraestrutura que mantém os dados, ou seja, inserir trancas, vigias e até mesmo blindagem no espaço físico.

Outro meio de manter a segurança dos dados é a implantação de controles lógicos, que são barreiras que impedem que os dados armazenados sejam acessados por pessoas não autorizadas no ambiente virtual.

Assinatura digital, biometria e cartões inteligentes são alguns tipos de controles lógicos. Além deles, também podemos citar a criptografia, que por muitas vezes gerou polêmica, aqui no Brasil, com o WhatsApp.

Segurança de dados, criptografia e WhatsApp

Criptografia de dados é um sistema de algoritmos matemáticos que codificam dados do usuário para que apenas os envolvidos da troca de informações possam acessar e ler o conteúdo.

Para criptografar uma mensagem, é necessário ter a chave certa para decodificá-la. Esse é o modo mais eficaz para ocultar dados.  

Dessa maneira, nem mesmo as empresas donas de aplicativos como o WhatsApp, que implementou a criptografia ponta-a-ponta em 2016, têm acesso ao conteúdo que é trocado entre seus usuários.

Ótima solução para a segurança de dados! Mas nem todo mundo concorda com essa afirmação, inclusive autoridades de alguns países como o Brasil.

Sabemos que a linha entre o bem e o mal é muito tênue, principalmente quando falamos de avanços tecnológicos e no ciberespaço

Quando falamos sobre o aplicativo de troca de mensagens, temos de um lado o usuário com a total garantia de que seus dados estão seguros e não serão expostos. 

De outro lado, temos, por exemplo, o serviço de segurança pública que, em casos de investigação, não tem acesso à informações trocadas pelo aplicativo.

Também em 2016, um juiz piauiense pediu, por meio de ordem judicial, o bloqueio do aplicativo, uma vez que o WhatsApp não entregou para a justiça informações referentes a uma investigação sobre tráfico de drogas.

Este modelo de controle para a segurança de dados pode ser ilegal no Brasil, de acordo com a legislação vigente e com o Marco Civil da internet, estabelecido em 2014.

Ambos presumem o sigilo das comunicações entre os cidadãos, mas também a utilização de ordens judiciais para quebra desse tipo de privacidade em caso de processo penal ou investigação criminal.

Agora que você já sabe tudo sobre a segurança de dados, veja como você pode garanti-la em sua empresa:

Benchtech: desenvolvimento prático no mercado de tecnologia

Em tempos de transformação digital, todo cuidado é pouco! E estar ligado às mudanças é essencial para não ficar para trás.

Por isso, no dia 12 de agosto, você não pode ficar de fora do maior evento online e gratuito voltado para o setor de tecnologia, o Benchtech.

Serão mais de dez horas de palestras com grandes players do mercado: alguns deles líderes de startups cotadas como próximos unicórnios.

É sua chance de acompanhar tendências, conferir dicas práticas sobre aportes, investimentos, levantamento de recursos, vendas e marketing.

Toda palestra é aberta para bate-papo, momento em que os participantes podem compartilhar insights, tirar dúvidas e construir networking.

Além disso, após o evento, você também recebe um e-book com todas as palestras compiladas, um report do cenário atual e futuro e um benchmarking completo do setor!

Inscreva-se gratuitamente e aproveite:

BENCHTECH

Marketing e vendas no turismo: 3 dicas para gerar resultados

Em meio a crise, o desafio do setor de turismo é conseguir continuar gerando resultados. Nesse momento, marketing e vendas são grandes aliados.

Uma das perguntas que mais ouvimos é “quando vou poder viajar de novo com segurança?”. Isso reflete a realidade do segmento, um dos mais impactados pela crise causada pelo covid-19.

A resposta para a pergunta ainda é incerta, mas alguns países ao redor do mundo já começaram a retomada gradual de suas atividades e estão reabrindo as fronteiras.

Aqui no Brasil, a contaminação pelo novo coronavírus ainda ainda não está controlada, mas já começamos a ver alguns sinais de volta à normalidade.

A “volta ao normal” será um caminho longo. De acordo com Leonel Andrade, presidente da CVC, a previsão para que o setor de turismo se recupere totalmente da crise é para o segundo semestre de 2022.

Isso não quer dizer que seu negócio irá ficar parado durante esse período. 

Neste artigo, vamos dar três dicas de marketing e vendas para a sua empresa de turismo gerar resultados durante a crise!

Marketing e vendas no turismo

Quem não gosta de viajar, não é mesmo? Às vezes, para realizar o sonho de conhecer uma cidade ou país, é necessário abrir mão de muitas outras coisas para economizar.

Imagina o quanto não está sendo frustrante para os seus clientes serem obrigados a mudar os seus planos por causa da crise?

Esta situação não é agradável nem para o seu cliente e muito menos para você, uma vez que os impactos da crise, do isolamento, dos cancelamentos e remarcações refletem diretamente na sua empresa.

Por isso, separamos três dicas de marketing e vendas que poderão te ajudar!

1 – Seja um facilitador

Em meio a tantas opções, o consumidor optou pela sua empresa. Isso quer dizer que de todas as possibilidades ele considerou que a sua oferta era a que mais atendia as necessidades dele.

Além disso, a qualidade do atendimento e a experiência que ele teve com a sua marca (desde o primeiro contato até o fechamento) com certeza foram fatores relevantes para a escolha.

Por que jogar todo esse esforço fora, ainda mais em um momento delicado como o atual?

Seja um facilitador para o seu cliente! Crie canais de comunicação eficientes. Talvez ligar para todos não seja possível, mas com ferramentas de automação você consegue enviar e-mails explicando as novas possibilidades, por exemplo.

Oriente a sua equipe a dar informações completas e tentar contornar os problemas. Muitas pessoas não desistiram das viagens e estão remarcando.

Em apoio ao setor, o Ministério do Turismo lançou a campanha “Não cancele, remarque”, levando em consideração que 45% dos turistas ainda não haviam tomado nenhuma decisão sobre os pacotes e viagens já adquiridos.

Se sua empresa de turismo se mostra solícita e fácil de ser contatada, essa opção se torna mais agradável para o cliente e todos os lados saem ganhando.

2 – Aposte em promoções 

Pensar em promoção em um momento como este pode parecer loucura! Mas acredite, não é.

Pode ser que você tenha menos lucros. Mas vender seu produto ou serviço permite que sua operação continue rodando durante a crise.

Aposte nas vendas antecipadas de pacotes e principalmente no turismo interno.

Alguns países já estão reabrindo suas fronteiras mas ainda há muitas restrições, principalmente para os brasileiros.

No Brasil, existem muitos destinos ainda pouco explorados pelos turistas. Invista nessas opções, que podem ser novidade.

3 – Esteja presente no digital

Sabemos que esta é a crise mais grave já enfrentada por governos, famílias e empresas em todo o mundo.

E os reflexos deste momento também podem ser vistos no comportamento do consumidor. Neste momento de distanciamento social, o consumo por meio digital aumentou 73% só no Brasil.

Se o seu cliente não pode ir até sua loja física, você precisa ir até ele. Se ele está imerso no mundo digital e você não, sinto lhe dizer, mas você está perdendo dinheiro!

Com essa mudança do comportamento do consumidor, talvez aquela persona que você tem em sua estratégia já não faça mais tanto sentido.

Revise sua estratégia de marketing, conheça quais são os novos hábitos e preferências do seu consumidor. Entenda em quais canais sua empresa pode falar com ele e ative sua campanha!

As redes sociais são grandes aliadas que, utilizada estrategicamente, podem mudar os resultados da sua empresa durante a crise.

Pense também em criar um relacionamento com o seu cliente. Desenvolva estratégias para gerar leads e nutri-los com informações importantes sobre a sua empresa, promoções e outros conteúdos de valor.

Esse relacionamento é importante para que, quando o consumidor for tomar uma decisão, ele se lembre da sua marca.

Plano de ação estratégico: gestão de crise com marketing e vendas

Sabemos que este cenário não é um dos mais promissores. Mas estando atento às tendências do mercado de turismo e seguindo essas três dicas de marketing de vendas, sua empresa sofrerá menos os impactos causados pela crise

Para conferir outras dicas práticas e saber como otimizar custos e continuar gerando resultados, confira nosso webinar gratuito.

Em nosso blog, confira três dicas de marketing e vendas para continuar gerando resultados mesmo em meio a crise causada pelo covid-19.

 

Parâmetros UTM: a estratégia para ter informações valiosas sobre os visitantes do seu site

O marketing digital tem algumas premissas básicas, sendo a análise de dados a mais importante delas. Os parâmetros UTM, por exemplo, permitem que você identifique de onde vêm os cliques do seu site.

O monitoramento é importante pois ajuda a direcionar de forma assertiva as suas ações e investimentos em campanhas.

O que são parâmetros UTM?

A sigla UTM significa Urchin Tracking Module, ou seja, códigos de monitoramento adicionados ao final das URLs para identificar de onde está vindo o tráfego de uma determinada página.

Esses códigos podem ser utilizados em diversos tipos de campanhas e canais. É possível inserir um ou mais parâmetros UTM em posts de Facebook, Instagram, Twitter, e-mails marketing, banners, entre outros. 

O monitoramento torna possível saber exatamente qual rede ou campanha está performando melhor e qual é o canal mais adequado para investir.

Por exemplo: temos parâmetros UTM aplicados em banners e em e-mails. Com a análise, foi observado que muitas visitas ao site têm acontecido por causa dos cliques na CTA dos e-mails.

Isso quer dizer que os links dos banners não estão gerando resultados. Sendo assim, os esforços podem ser destinados à produção de e-mails para aumentar os resultados.

Colocando a mão na massa: passo a passo para criar seus códigos UTM

Os códigos UTM podem ser criados de forma manual por meio do Criador de URL do Google, por exemplo, ou com a ajuda de ferramentas que tornam esse processo mais fácil, como o Google Analytics. 

Usando o Google Analytics, você só precisa conectar seu site à ferramenta. A partir disso, todas as informações de rastreamento irão aparecer no dashboard. Faça o caminho Aquisição > Todo o tráfego > Origem/mídia.

Para criar URLs personalizadas para os parâmetros UTM utilizando o Criador de URL do Google, você precisa preencher uma espécie de formulário. Cada campo desse formulário é referente a uma tag da sua URL.

O código UTM tem o seguinte formato: 

https://www.example.com/?utm_source=adsite&utm_medium=origem&utm_campaign=campanhadoanuncio&utm_term=palavra-chavedoanuncio

Ele começa após o símbolo “?”. Saiba o que cada tag significa:

O Google leva cerca de 24h para começar a dar as primeiras informações sobre o link, que podem ser visualizadas no Analytics (Aquisição > Campanha > Todas as campanhas).

3 vantagens de usar os parâmetros UTM em sua estratégia

As estratégias de cada campanha estão diretamente ligadas aos objetivos que desejamos atingir. Por isso, existem métricas e indicadores específicos para cada um desses objetivos.

Uma das vantagens dos códigos UTM é que eles podem ser usados em qualquer tipo de campanhas em diferentes canais.

Outro benefício que podemos destacar é que todas as informações vão para o Google Analytics. Isso permite que os relatórios tenham estatísticas muito bem qualificadas e detalhadas.

E por último, mas não menos importante, as URLs rastreáveis permitem que você saiba com precisão todo o trajeto que seu visitante fez para chegar até você. Isso permite que você aplique suas verbas onde realmente tem resultado, aumente sua conversão e atinja mais rápido as suas metas.

Dicas importantes:

Conheça sites de sucesso

Quer inspiração para a construção e gestão de seu site? Nós da Layer Up somos especialistas e colecionamos cases. Confira:

Os códigos UTM permitem que saiba como os visitantes do seu site chegam até você. Confira suas vantagens e como aplicá-lo em nosso blog:

Mapa de calor: como entender o comportamento do usuário para vender mais

Mapa de calor ou heatmap é um mapa de rastreamento das atividades do público em seu site. Ou seja, é a maneira de visualizar onde em sua página os usuários passam mais tempo.

Esse controle pode ser feito a partir da análise dos cliques, da rolagem da página e do tempo em que o cursor do mouse fica parado em determinado lugar.

As indicações de calor são feitas por cores quentes e frias. As quentes, geralmente avermelhadas, indicam os lugares em que o usuário dedicou mais tempo de navegação.

Já os pontos com cores frias apontam as áreas menos navegadas. Essas informações são dadas por testes com uma amostra restrita de internautas, entre 10 e 20.

Esses dados são convertidos em relatórios separados em três categorias: click maps, scroll maps e hover maps.

Categorias do mapa de calor

Click maps

Os click maps são os lugares em que o usuário clica: podem ser seções, links, banners ou CTAs. Este indicativo de calor torna a compreensão mais assertiva e permite uma análise mais completa sobre os interesses dos visitantes do site.

Scroll maps 

O mapeamento de rolagem mostra até que ponto os usuários navegam pela página, ou seja, até onde os usuários rolam a página para cima e para baixo. Com este indicativo, é possível analisar se o seu conteúdo está muito extenso a ponto de ser desinteressante, por exemplo.

Hover maps

Traduzido para o português, os mapas suspensos mostram por onde o cursor do mouse ficou por mais tempo. Este indicativo precisa de mais atenção para ser analisado, uma vez que existem variáveis.

Por exemplo, o mouse parado em determinado lugar pode indicar o consumo do conteúdo ou apenas que o usuário não interagiu com a página.

Por que o mapa de calor é importante para a estratégia de vendas?

Quando você conhece as preferências dos seus consumidores, fica muito mais fácil entregar materiais cada vez mais relevantes e que realmente serão consumidos.

Além disso, o mapa de calor permite que melhoras efetivas sejam feitas no site, aumentando a taxa de conversão e diminuindo a taxa de rejeição.

Outro ponto que também pode ser enriquecido com o mapa de calor é o e-mail marketing. Conhecendo os assuntos que mais chamam atenção dos seus leitores, fica mais simples criar títulos chamativos e textos atraentes.

Como o mapa de calor é feito?

O mapa de calor é feito por softwares que monitoram a atividade do usuário em diferentes períodos de tempo e geram relatórios.

Existem muitas ferramentas que fazem esse trabalho, as principais são a Click Tale, Crazy Egg, Hotjar, Mouseflow.

Apesar de sua recente alta no mercado, o heatmap está presente há muito tempo no marketing e é indicado para empresas de todos os tamanhos e segmentos.

Otimizar blogs e sites é fundamental para o crescimento da sua empresa no meio digital, considerando que quanto melhor seu conteúdo, maiores são as chances de aumentar as taxas de conversão.

Ter um site que ofereça uma boa experiência no mobile também faz toda a diferença. Quer saber como? Então confira algumas dicas em nosso blogpost:

Saiba como otimizar seu site para o mobile.

Marketing humanizado: conheça a tendência para o atendimento ao consumidor

A internet e o digital estão transformando o mundo. Mas nós somos humanos e buscamos humanidade em tudo o que fazemos. Por isso, o marketing humanizado tem ganhado tanto espaço no meio digital. Conheça essa estratégia.

A automação e padronização de processos otimizou o tempo de atendimento e, consequentemente, trocou pessoas por máquinas que respondem automaticamente.

Por um tempo, essa foi a maneira ideal de atendimento: maior volume de respostas em menor tempo.

Isso foi o suficiente para ter clientes fiéis e satisfeitos, mas durou pouco: o comportamento do consumidor mudou. Ele quer se sentir cada vez mais próximo da marca.

O que é marketing humanizado?

Simpatia, respeito e empatia são qualidades bem vistas entre as pessoas. Humanizar sua marca é construir essa imagem  para o seu cliente: como uma pessoa.

Não basta manter apenas uma relação de compra e venda com o seu consumidor. Ele não consome apenas o seu produto ou serviço, ele também consome experiência.

E essa experiência vai além de qualidade, tem a ver com o impacto que sua marca causa na vida da pessoa! Profundo, não é mesmo? Mas é verdade!

As pessoas estão cada vez mais engajadas em causas sociais e buscando representatividade, e isso reflete no que elas vão consumir, como vão consumir e de onde vão consumir.

Esses fatores, de alguma maneira, refletem sua identidade. Um exemplo muito legal de marketing humanizado é a Nat Natura, a assistente virtual na marca Natura.

A personagem foi criada pela marca em 2016 como parte um projeto de digitalização da empresa.

Nat é uma mulher negra, passou pelo processo de transição capilar e hoje tem cabelos crespos. Quando vai à praia, não tem vergonha de expor suas estrias. Ah, e ela tem redes sociais!

Pensando no público-alvo da marca, quantas pessoas se identificam e se sentem representadas pela Nat Natura? Esse é o intuito da humanização. 

4 dicas para aplicar essa tendência corretamente

O processo de humanização da marca não pode ser apenas estratégico. Por isso, é importante fazer uma imersão nos pilares do seu negócio (sua missão, visão e valores) para resgatar sua essência. 

Entender de onde veio sua empresa e porque está “aqui” deixará mais claro onde quer chegar e como poderá traçar estratégias para alcançar seus objetivos.

Todas as marcas podem trabalhar com o marketing humanizado. Aliás, a tendência é essa. E se sua empresa for nova, fica ainda mais fácil implementar a humanização. Para te ajudar nesse processo, separamos quatro dicas fundamentais:

Além de posicionar sua marca de uma forma mais humana, que tal usar gatilhos mentais para conquistar a atenção dos possíveis consumidores e alavancar seus resultados? Confira como em nosso blogpost.

Saiba como aplicar gatilhos mentais ao seu discurso e conquiste mais oportunidades.

3 segredos para ter um site otimizado para dispositivos móveis

O Brasil tem 126,9 milhões de usuários de internet, ou seja, 70% da população nacional acessa a internet pelo menos uma vez ao dia. Desse número, 71 milhões de pessoas usam internet somente por dispositivos móveis, o que representa 56% de brasileiros conectados. 

Esses números não só mostram a mudança de comportamento dos usuários de internet como também evidenciam a importância de ter um site de alta qualidade para dispositivos móveis

Para oferecer qualidade nos acessos dos seus cliente, o desenvolvedor do seu site pode optar entre sites mobile e sites responsivos.

Os sites mobile são desenvolvidos única e exclusivamente para dispositivos móveis. Eles reconhecem o tipo de dispositivo que está sendo usado (tablets, smartphones e outros) e ajustam o conteúdo de acordo com seu formato.

Já os sites responsivos, são desenvolvidos para se adaptarem a qualquer tipo de dispositivo, celulares, notebooks ou desktops. 

Eles identificam em qual tipo de dispositivo está acontecendo o acesso e modificam os elementos que podem prejudicar a experiência do usuário.

3 cuidados essenciais para melhorar a experiência de navegação em dispositivos móveis

Todos nós, enquanto consumidores, estamos cada vez mais exigentes, e isso não se aplica somente a serviços. 

Quando vamos pesquisar por algum conteúdo específico, um site esteticamente chamativo, onde encontramos as informações com facilidade e não temos dificuldades com o carregamento da página, passa uma boa impressão da marca e nos dá a sensação de segurança. Além disso, a chance do usuário permanecer no site por mais tempo é alta!

Por isso, vale a pena investir na otimização do seu site para dispositivos móveis e ficar atento a 3 fatores fundamentais:

Quando optar por mobile ou responsivo?

Essa escolha deve ser feita em conjunto com o desenvolvedor do site, já que o tipo de projeto vai influenciar nessa decisão.

Se o trabalho será feito em um site que já existe, mobile pode ser a melhor opção, já que ele é independente e dá ao desenvolvedor mais liberdade e um código mais limpo.

Mas se a criação for começar do zero, o ideal é ser responsivo, já que todos os scripts, códigos e imagens serão os mesmos em todas a linhas.

Agora que você já conhece os segredos para ter um site otimizado para dispositivos móveis, mãos à obra!

Quer inspiração? Nós da Layer Up já desenvolvemos vários sites de sucesso para nossos clientes. Confira:

71 milhões de brasileiros acessam sites por dispositivos móveis, o que representa 56% dos conectados. Como está o site da sua empresa?

Google Data Studio: os primeiros passos para mudar o rumo da sua empresa

Se você não sabe onde quer chegar, qualquer caminho será satisfatório, e no marketing não pode ser assim. O Google Data Studio chegou para otimizar seu tempo e aumentar seus resultados.

Para uma boa performance, é preciso estratégia e planejamento com metas e objetivos bem estruturados. Mas como vamos saber se estamos fazendo a coisa certa ou alcançando os resultados esperados? A resposta é simples: mensurando!

Uma das atividades mais importantes da equipe de marketing é o acompanhamento e mensuração dos resultados

Mesmo sendo uma tarefa muito importante, ainda existe muita dificuldade em interpretar os dados e, principalmente,  transformar números e gráficos em informações claras e fáceis de serem entendidas por clientes ou equipes.

Mas o Google está sempre antenado às necessidades dos seus usuários, por isso não deixaria passar a oportunidade de ter sua própria ferramenta para análise de dados, o Google Data Studio.

O que é o Google Data Studio?

O Google Data Studio é uma ferramenta para visualização de dados. Ou seja,  ela se integra ao Analytics, Adwords, planilhas, banco de dados SQL ou qualquer outra fonte de dados e transforma esses dados em relatórios customizáveis.

A ferramenta trabalha com três pilares: coleta, visualização e compartilhamento de dados. Isso permite que dados brutos se transformem em relatórios fáceis de serem lidos e interpretados e compartilhados. 

Vantagens da ferramenta

Em um primeiro momento, podemos achar que o Google Data Studio é apenas mais uma ferramenta para gerar relatórios. Mas seria um pensamento muito simplista, já que o software é muito intuitivo e possui muitos recursos que ajudam, principalmente, usuários que têm dificuldades em entender planilhas de Excel, por exemplo. 

Por coletar dados de várias fontes e agrupá-los de forma fácil e totalmente personalizada, otimiza o tempo de criação de relatórios.

Além disso, as apresentações se tornam mais curtas e mais interessantes porque os relatórios se tornam esteticamente mais atrativos.

Outro ponto que é importante destacar é que, quando conseguimos ter uma visão ampla da estratégia, entendemos os processos e o porquê deles serem necessários e conseguimos mensurar, tomamos decisões baseadas em dados, logo, mais assertivas.

Com todas essas vantagens, o tempo de produção e apresentação automaticamente são reduzidos, ou seja, o tempo gasto para a produção diminui e a produtividade da sua equipe aumenta. 

Primeiros passos no Google Data Studio

A primeira coisa que você precisa saber sobre esta ferramenta é que ela é totalmente gratuita. Não tem desculpa para não usar!

O acesso à ferramenta pode ser feito por uma conta do Gmail. Caso não possua, você pode vincular uma conta de outro domínio.

Depois de fazer seu cadastro e login, você terá o primeiro contato com as opções de relatórios, tabelas e gráficos.  

Não perca tempo, comece hoje a utilizar o Google Data Studio e revolucione sua maneira de gerar relatórios.

Quer saber mais sobre dashboards e como usá-los para ter insights estratégicos, melhorando os resultados do seu negócio? Confira nosso blogpost.

Transforme dashboards em insights!

Storytelling: a arte de envolver sem enganar

A palavra storytelling significa, literalmente, contar histórias. Mas existem maneiras e maneiras de descrever os fatos, não é mesmo? 

No marketing, storytelling não é apenas contar uma história. É criar e desenvolver uma  narrativa criativa a ponto de envolver emocionalmente o leitor. 

Por que contar a história do meu negócio?

Todo mundo se interessa em ouvir e conhecer histórias, e quando uma história é intrigante, podemos até esquecer quem contou ou onde ouvimos, mas a essência daquele acontecimento fica na nossa cabeça. E o melhor: passamos adiante!

Sendo assim, por que não usar a sua história ou a história do seu negócio de forma estratégica para se destacar em meio à concorrência?  

Boas histórias voltam às origens, relembram as dificuldades, passam pela superação e chegam ao sucesso do negócio. Esses detalhes e o apelo emocional geram proximidade e identificação do cliente com a marca.

Cases de fracasso em storytelling

Em 2014, dois cases ficaram bastante conhecidos por terem sido um verdadeiro fracasso no quesito storytelling: as histórias das marcas Do Bem e Diletto. Ambas foram acusadas de contar histórias de personagens fictícios como se eles fossem reais. 

Às vezes, na intenção de envolver o consumidor, pensamos em histórias maiores do que as que realmente aconteceram. Não há problema nisso desde que o consumidor seja sinalizado de que aquela história é apenas parcialmente baseada em fatos  ou que ela é fictícia.

Dicas para colocar em prática e três pecados do storytelling para não cometer

Storytelling é uma técnica usada há bastante tempo e nos últimos anos viralizou em discursos e apresentações tanto profissionais quanto motivacionais.

Usado de maneira correta, o interlocutor ganha a atenção dos seus ouvintes e transmite sua mensagem de maneira positiva. 

Em falas presenciais, contar histórias começa a ser um problema quando não há planejamento, estratégia e principalmente quando o discurso não é amarrado.

Geralmente, pessoas que estão no início de suas carreiras cometem erros mais gritantes ao representar marcas, que vão desde a postura perante as pessoas até o tempo de fala.

Por vezes, a história não é tão impactante. Sendo assim, o orador agrega a sua fala histórias que seus ouvintes já conhecem. Isso dispersa a atenção.

Outro ponto que podemos destacar é o tempo de discurso. Você precisa da atenção da sua plateia, então prolongar histórias pode ser cansativo.

Se seu discurso tem cinco minutos de duração, treine e o reduza pela metade. Foque nos pontos importantes e impactantes. 

Criar histórias bem estruturadas e efetivas que alcancem seus objetivos com storytelling é uma tarefa que demanda bastante prática,  conhecimento das técnicas e, principalmente, conhecimento do seu público.

Sendo assim, veja três pecados que você não pode cometer:

Storytelling de sucesso

Não existe uma receita de bolo para que seu storytelling seja perfeito, afinal somos pessoas criando e contando histórias para emocionar outras pessoas.

Não tente aumentar um ponto onde simplesmente  a verdade é suficiente. Gere um conflito no qual seu personagem vença de maneira gloriosa e, o mais importante, seja autêntico.

Se quiser conhecer outros erros comuns no mercado de marketing digital, é só acessar o nosso e-book gratuito!

Usar o storytelling de maneira correta para emocionar seus clientes tem seus segredos! Aprenda a contar histórias verdadeiras e envolventes.

Contato//

Fale com um especialista, tire dúvidas ou deixe sua sugestão para a Layer Up. Nosso time está pronto para dar um UP em seu negócio e entregar os melhores resultados!

    Newsletter

    Assine a newletter e receba informações do mundo digital.