O marketing de conteúdo aplicado no mercado de intercâmbio

Como a produção de material relevante ajudou a World Study a construir uma máquina de vendas

Com o objetivo de ajudar jovens e adultos a realizar o sonho de estudar no exterior, a World Study é uma agência de intercâmbio focada em oferecer as melhores possibilidades para brasileiros. O foco da empresa é proporcionar aventuras além de crescimento cultural, acadêmico, profissional e social em terras desconhecidas. 

Dentro de sua gama de serviços, a empresa oferece diversos programas. Eles vão desde cursos de idiomas para treinar conhecimentos na língua a viagens em grupo por diversas localizações. Também existem projetos de estudo e trabalho para alunos que querem desenvolver habilidades profissionais e conquistar novas oportunidades de trabalho. 

Devido a algumas parcerias, a World Study ainda oferece auxílio na compra de passagens aéreas, seguros de viagem, tirada de visto e auxílio com assessoria para imigração. Também faz criação da carteira de estudante ISE Card e de cartões pré-pagos como solução moderna para transportar dinheiro de forma segura.  

Como aumentar as vendas de uma agência de intercâmbio?

Desde o início da parceria entre a Layer Up e a World Study, o objetivo central da empresa era aumentar o número de suas vendas

A World Study também encontrava dificuldade em atingir seu público-alvo nas redes sociais (com destaque para Facebook e Instagram), já que o material produzido não atingia as dores das personas da marca (adolescentes e jovens). Devido a esse gargalo, a empresa tinha dificuldades em captar novas oportunidades de negócio e melhorar suas vendas

Outro desafio era o site da empresa, que poderia melhorar em número de acessos e que poderia ser um canal muito competitivo em termos de novos negócios. 

Plano de ação: a estratégia definida para alavancar as vendas da World Study

Após um estudo detalhado do mercado, da empresa e da concorrência, a Layer Up desenvolveu um planejamento estratégico especialmente para a World Study. No projeto, construímos duas buyers personas para entender melhor como estruturar os pilares da comunicação da empresa, ajustamos o tom de comunicação da empresa e propomos pautas coerentes com as dores do público mapeado. 

Em seguida, colocamos a mão na massa. A estratégia por trás dos conteúdos tinha objetivo de nutrir as personas até elas estarem prontas para fechar negócio, com apoio do inbound marketing e fluxos de nutrição que aumentavam o relacionamento com o público.

Em mídia, foram estruturadas três estratégias. A primeira delas era com objetivo de gerar tráfego, para garantir fluxo de pessoas para o site da empresa e solucionar a questão de baixa visitação na página. Em seguida, o esforço foi dedicado para trazer engajamento, estimulando interação entre usuários nos perfis da marca nas redes sociais. Por fim, o foco foi conversão, com impulsionamentos de landing pages com material rico para o usuário baixar e consumir conteúdo exclusivo. O marketing de conteúdo se mostrou então uma ótima ferramenta!

Os resultados alcançados quando marketing de conteúdo e investimento em mídia estão alinhados

A Layer Up conquistou resultados incríveis para a World Study utilizando marketing de conteúdo. Entre elas, podemos destacar que os materiais criados e impulsionados em redes sociais influenciam 8% o retorno do público ao site da empresa de forma orgânica e direta. Assim, até junho de 2019, foram captados 6.368 leads por meio de busca orgânica. Um padrão interessante notado é que guias e infográficos geraram mais leads em comparação a outros materiais. Isso nos ensinou qual formato de conteúdo tem maior aderência do público. 

Ao compararmos os meses de junho de 2018 e junho de 2019, a World Study teve mais de um milhão e duzentas mil visualizações do site oficial da marca e mais de um milhão e cem mil interações no Instagram. Durante esse mesmo período, teve um aumento de 18% do tráfego orgânico.

Com as estratégias de marketing de conteúdo, é claro que a World Study recolheu excelentes frutos ao colocar as propostas da Layer Up na prática. E você, está pronto para o up?

Inbound marketing: Metagal e a necessidade de inovar na comunicação dentro da indústria automotiva

Do zero aos resultados acima da média em nove meses de ação com a Layer Up

A Metagal é uma das maiores empresas de soluções para retrovisão da América Latina. Ela lidera o desenvolvimento de produtos, que vão desde espelhos retrovisores até sistemas de câmeras inteligentes para automóveis.

Em quase 60 anos de história, experiência e credibilidade são as suas características mais marcantes diante do mercado. Além disso, a empresa é reconhecida pelo seu engajamento em projetos tecnológicos.

Embora faça a distribuição para intermediários que entregam o produto ao consumidor final, seu principal público-alvo são as montadoras de automóveis. Volkswagen, Ford, Hyundai, Mercedes Benz e Renault são alguns dos seus clientes.

Tradição, tecnologia e a necessidade de mudar

Impactos da tecnologia, que está cada vez mais presente, além de fatores econômicos, sociais e ambientais são algumas das principais causas da mudança radical no comportamento do consumidor. Essas mudanças influenciaram diretamente a forma como as pessoas compram, se relacionam e se comunicam. 

Do outro lado, as empresas se depararam com uma necessidade urgente de adaptação de seus processos. As que não se adaptaram, infelizmente, encerraram suas atividades por deixarem de ser competitivos, inovadores e atrativos ao mercado e as novas formas de consumo.

Essa necessidade de mudança chegou até a Metagal. O conhecimento que as pessoas adquiriram a respeito da empresa ao longo dos anos no contexto offline, acabou se perdendo e outros nomes foram tomando o seu espaço na mente do consumidor e também no contexto digital.

A empresa, que se tornou referência no segmento de indústria automotiva em função da tecnologia dos seus produtos, começou a entender que, sem este posicionamento, poderia cair no esquecimento e viu que seus concorrentes começaram a se mexer. A consequência foi, até mesmo, a perda da credibilidade no mercado, que não deixou outra opção além de se atualizar.

Quando a Metagal chegou à Layer Up, em 2018, ela não tinha uma base de leads formada e nem um relacionamento online estruturado com o público B2B – seu foco principal. Era urgente a necessidade de ter um posicionamento, share of mind e relacionamento com seus consumidores estabelecidos no meio digital. Isso porque a marca está inserida em um mercado totalmente nichado e com obstáculos para atingir o seu público-alvo dentro das novas formas de comunicação.

Reposicionar com inbound marketing para conquistar

Em algumas situações, começar do zero é importante para dar um novo rumo para as coisas. Com a Metagal foi assim! Diante dos problemas que ela estava enfrentando para conquistar seu espaço no mundo digital e no próprio mercado de negócios, a Layer Up considerou ideal elaborar uma proposta de reposicionamento de marca

Assim, a equipe desenvolveu um planejamento estratégico, com a definição de DNA, arquétipos, brand persona, taglines e até mesmo com a produção de um logo atualizado. Além disso, foram traçadas estratégias de inbound marketing com foco em aumentar o tráfego ao site, promover conversão e engajamento.

A estratégia teve foco em produção de conteúdos institucionais e materiais que destacam os esforços de tecnologia da empresa, destinados ao blog e redes sociais. Também foram criados materiais ricos e implementados fluxos de automação de marketing.

Outra coisa de extrema relevância, foi a dedicação ao SAC nas redes sociais para atendimento ao consumidor final. O trabalho tem objetivo de gerar mais proximidade junto ao público e presença de marca. 

Conquista, aprendizados e uma nova percepção de marca em nove meses

Em um período de nove meses de reposicionamento, tivemos muitas conquistas e aprendizados. De todos os resultados obtidos, alguns foram surpreendentes, e eles vieram dos trabalhos de reforço de imagem no contexto digital, ações institucionais e da geração de leads e oportunidades, 

O reposicionamento da marca gerou uma nova percepção da Metagal diante do público e isso pôde ser sentido, por exemplo, por meio da quantidade de pessoas que entraram em contato pelo SAC, enviando perguntas sobre trabalhos e currículos. 

O site recebeu 35.813 visitantes, o que significou um aumento de 122% em relação ao que a Metagal tinha quando iniciamos a parceria. Além disso, houve um grande avanço no volume de visitantes, especificamente nas páginas de conteúdo. No segundo trimestre de 2019, 10,5% dos acessos foram ao blog, o que comprova quanto foi importante o desenvolvimento de conteúdos de inbound marketing para este canal. 

Conquistamos 1.335 leads e destes, 207 se tornaram oportunidades. Paralelamente a esse número, temos as métricas dos disparos de e-mail, que foram excelentes. As taxas de conversão entre leads e oportunidades atingiram 20,5%. A taxa de abertura de e-mails foi de 24,05% em um mercado no qual a média é de 20%, de acordo com dados da RD Station. E de taxa de clique tivemos impressionantes 6,28%, sendo que a média do mercado é de 2%.

Hoje, a Metagal conta com um atendimento personalizado em seu processo. Mensalmente, resultados assim são levados para a empresa em relatórios, permitindo a reavaliação constante dos seus próximos passos. Ela ganhou mais inteligência de dados!

A performance das ações de inbound marketing foi muito satisfatória, tanto para a Layer Up, quanto para a Metagal, uma vez que todas as metas estabelecidas para os primeiros nove meses de parceria foram atingidas. Mais do que isso, os resultados puderam ser sentidos internamente.

A partir do encerramento da primeira fase e do início da segunda, todas as estratégias foram revisadas, novas sugestões foram apresentadas e novas metas foram traçadas. O plano é alcançar resultados tão excelentes quanto os que já foram obtidos até aqui.


Como fazer sucesso no Instagram

Antes de qualquer coisa, vamos combinar que falaremos de sucesso no Instagram à partir dos seguintes pontos:

  1. Trataremos sobre marcas, sobre posicionamento de empresas, e não sobre pessoas (se bem que algumas das informações podem servir para pessoas também);
  2. Abordaremos estratégias sérias e éticas para Instagram, nada de compra de seguidores ou likes;
  3. Para toda e qualquer estratégia de marketing, é fundamental contar com um planejamento, objetivos, metas, acompanhamento e ajustes constantes.

Certo?

Então, vamos começar!

O que chama a atenção no Instagram?

Partimos da premissa que sua empresa tem um planejamento digital, e dentro da estratégia está contemplado o uso do Instagram com um dos canais de comunicação com seu público-alvo.

Mas a gestão dessa rede não está gerando resultados, o volume de seguidores não cresce, e o pouco público que acompanha sua rede não interage com suas publicações.

Talvez você nem saiba, mas sua taxa de interação é bem abaixo da média. E se quer saber, a média é 2,5% de interação no Instagram, ou seja, em média, um canal razoável tem cerca de 2,5% dos seguidores interagindo em uma publicação.

E se for reparar bem, vai perceber que o principal problema é que o conteúdo compartilhado é sem graça. Desculpa a sinceridade… mas provavelmente é.

Afinal, o que gera audiência e engajamento é o conteúdo. E conteúdo é diferente de “promoção”, “propaganda” e “qualquer outra tentativa de venda”.

E como faço bons conteúdos para o Instagram?

Simples! Produza conteúdos que sejam relevantes para o seu público.

E para facilitar, te conto os principais tipos de conteúdos de impacto e que fazem sucesso no Instagram:

1. Conteúdo educativo

Um dos tipos de conteúdo campeão de audiência no Insta é o conteúdo educativo.

Quem compartilha aulas, passo-a-passo, e realmente se dedica a ensinar algo para sua audiência, se torna rapidamente queridinho do público.

De preferência se o que a audiência esteja aprendendo seja algo efetivamente útil, e relativamente simples de colocar em prática.

Não adianta “fingir” que está ensinando algo e tornar o conteúdo tão subjetivo que seu público não irá conseguir aprender e colocar em prática.

Aliás, essa é uma regra geral, que serve para qualquer um dos tipos de conteúdo: não tente enganar sua audiência.

Você pode conseguir por um tempo, mas não para sempre, e o retorno negativo costuma ser muito pior do que os “benefícios” conquistados.

Os conteúdos educativos, de toda forma, não precisam ter a densidade ou a estrutura de um curso. Pense mais em pílulas de conhecimento, que possam ajudar sua audiência.

Lembre-se de ensinar algo que você (ou sua empresa) domina ou tem muita propriedade para abordar.

Esse tipo de conteúdo, ativa o gatilho mental de reciprocidade. Ou seja, sua audiência se tornará grata pela ajuda, irá te recomendar para outras pessoas e a sua página no Instagram terá um alto engajamento.

Quer um bom exemplo? Veja a página @mairovergara

2. Conteúdo informativo

Este é um pouco parecido com o educativo? Sim!

Mas aqui, em vez de aulas e passo-a-passo, sua empresa poderá divulgar informações ou notícias relevantes e que enriquecem seu público-alvo.

Por exemplo, imagine que você é dono de uma consultoria de gestão de pessoas. Você vende consultoria para profissionais de RH, ajudando as empresas a evoluir a maneira como fazem a gestão de pessoas.

Então, nesse caso, você poderia divulgar informações e pesquisas na área de RH, com dados como a média de turnover por segmento, índice de motivação do time, as ferramentas mais utilizadas por profissionais de RH, etc.

Ou seja, a página da sua empresa pode ter sucesso no Instagram e se tornar um canal que propaga informações para o público, e com isso ele irá seguir, acompanhar e desejar ver o seu próximo story ou post.

Quer um bom exemplo? Veja a página @teamculture.br

3. Conteúdo com divulgação de outros conteúdo

Sua empresa tem um canal no Youtube? Blog? Produz materiais ricos, como e-book, por exemplo? Se sim, tenho uma ótima notícia para você.

O Instagram é um excelente canal de compartilhamento e divulgação de conteúdo extenso, ou seja, aquele que vai além da pequena pílula compartilhada na timeline.

Então, sempre que publicar um novo vídeo no Youtube, por exemplo, você pode cortar um trecho do vídeo e compartilhá-lo no story ou no feed.

Caso seja um blog post, que tal criar uma peça com o título do conteúdo, fazer uma pequena sinopse e compartilhar no seu feed?

Os links para os conteúdos podem ser disponibilizados no famoso “Link na BIO”, e caso você queira colocar vários links na Bio, pode usar o Linktree, por exemplo.

E ainda, se tiver orçamento disponível para impulsionar as publicações, pode colocar o “botão” para clique direto da publicação, direcionando a audiência para outros canais da sua empresa.

Quer um bom exemplo? Veja a página @transformacao_digital

4. Conteúdo inspiracional

O conteúdo “raiz” do Instagram, é o inspiracional.  A rede surgiu com a proposta de compartilhar fotos, na primeira versão do aplicativo, as publicações eram quadradas, semelhante ao Kodak Instamatic e de câmeras Polaroid, e o principal diferencial da rede eram os filtros para as fotos.

Muitos fotógrafos (e aspirantes) foram os primeiros a aderirem ao app, e com o tempo (principalmente depois da aquisição feita pelo Facebook em 2012) as empresas começaram a utilizar o canal para atingir seu público-alvo.

História à parte, o fato é que os usuários do Instagram gostam de ver fotos, lugares lindos, referências gráficas incríveis. Sem interferência de texto.

E algumas empresas, de maneira muito assertiva, entregam exatamente esse tipo de conteúdo para impactar o público.

Quer um bom exemplo? Veja a página @apple

5. Conteúdo entretenimento

Quem nunca acessou o Instagram querendo apenas se divertir, que atire a primeira pedra.

Não é novidade que os perfis de humoristas, artistas, influencers, fazem muito sucesso. Tão pouco, que somos impactados por tanta notícia, informação, aulas, que chega um momento que só queremos nos distrair com algo leve.

Pensando nessa “hora da descontração”, algumas marcas produzem conteúdo com a “pegada” leve, engraçada e divertida que muitos buscam na rede.

Com o conteúdo entretenimento, as empresas criam empatia e proximidade com o público-alvo, e mantém sua marca na cabeça do seu target 😉

Quer um bom exemplo? Veja a página @cocacola_br

6. Conteúdo “a vida como ela é”

Sabe um formato de conteúdo que ficou muito popular na tv nos últimos anos? O tal do reality show. E porquê? Por que as pessoas são curiosas e adoram acompanhar a rotina de outras pessoas.

Clientes, profissionais da área, parceiros ou mesmo prospectos, podem ter muita curiosidade de como é o dia-a-dia dentro do seu negócio.

Como é seu escritório, a rotina dos profissionais, os eventos internos, as festas… E portanto, uma forma de manter o Insta super atualizado é compartilhando os momentos que acontecem dentro da sua empresa.

Além de manter a audiência ligada, esse tipo de conteúdo ajuda a marca a mostrar sua autoridade no mercado (apresentando prêmios recebidos, eventos que participa, projetos que desenvolve, estrutura do time), e humanizar a empresa.

Quer um bom exemplo? Veja a página @layerupbr

A receita do sucesso

Agora que você já sabe o que chama a atenção e os tipos de conteúdo de maior impacto, não é difícil imaginar qual é a receita para fazer sucesso no Instagram, correto?

Tudo começa com um planejamento, nele você irá detalhar:

Planejamento feito: agora é a hora de colocar a mão na massa:

E não esqueça de colocar doses diárias de atenção e cuidado com a audiência

Agora que já entendeu os tipos de conteúdo que fazem sucesso no Instagram, quer saber como vender no Instagram?

Se tiver interesse em se aprofundar, eu recomendo o curso online de Instagram Marketing da SPDL.

O preço por não se adaptar ao novo mundo: por que a Editora Abril fechou tantos títulos?

Gostaria de fazer um texto emotivo, afinal, passei 10 anos na Editora Abril e ver a reestruturação (termo mais leve que consigo achar) do Grupo que ocorreu na última semana foi triste. Mas preciso ser prática e coerente, o episódio não surpreendeu.

Se você não sabe o que rolou, o Grupo Abril, que já vinha reduzindo os títulos do seu portfólio nos últimos anos, encerrou as atividades e algumas das publicações mais expressivas da empresa, como Casa Claudia, Boa Forma, Arquitetura e Construção, entre outras.

Após a decisão, em comunicado a empresa afirmou ter “o objetivo de garantir sua saúde operacional em um ambiente de profundas transformações tecnológicas, cujo impacto vem sendo sentido por todo o setor de mídia”.

Samira Cardoso em 2005, quando ganhou seu primeiro prêmio por uma matéria criada para a revista Bons Fluidos

Esse trecho divulgado pela Abril me incomoda muito. Primeiro que dá a sensação de que a “culpa” é de algo externo, que a empresa não pode controlar… mas as “transformações tecnológicas” já era pauta desde 2000, quando entrei pela primeira vez no suntuoso saguão do NEA (Novo Edifício Abril).

A pergunta é:

Por que essa ameaça evidente a tantos anos foi ignorada (ou semi-ignorada)?

1. Cultura empresarial

Fonte: OCP News

A Abril chegou ao status de maior editora da América Latina e era líder em todos os segmentos editoriais (economia, saúde, beleza, bem-estar, arquitetura, decoração, moda, etc.), mas não nunca houve muito espaço para inovação.

Com o porte que a empresa tinha, era totalmente factível que houvesse um núcleo dedicado à inovação e transformação digital, mas foram apenas iniciativas pontuais, nunca estava dentro das prioridades do Grupo investir em criar soluções disruptivas para o mercado Editorial. E se não o Grupo Abril, quem mais poderia ter feito isso?

Poucas iniciativas internas propunham que os grandes talentos da Abril desenvolvessem novos produtos. Portanto, me parece que os donos da ‘árvore’ não se preocuparam com o diagnóstico prévio e deixaram o paciente adoecer pouco a pouco, dando a ele apenas medicações paliativas, sem de fato propor um plano que acompanhasse as transformações tecnológicas do setor.

2. Modelo de gestão de pessoas

Empresas que cresceram exponencialmente nos últimos anos tem pelo menos um ponto em comum: a preocupação com o desenvolvimento de um modelo inovador de gestão de pessoas. Isso significa levar muito a sério o desenvolvimento do código de cultura, processos de recrutamento, preparação de lideranças capacitadas, não só tecnicamente, mas principalmente de maneira comportamental. E nesse ponto, mais uma vez, houve negligência.

Havia um processo de integração, mas duvido qualquer ‘Abriliano’ lembrar quais eram os pontos da cultura da empresa. Tinha também o curso Abril de Jornalismo, programa que recrutava talentos do Brasil inteiro e era disputadíssimo, mas vários desses talentos perdiam vagas para o primo-do-amigo-da-vizinha-do-chefe. Sim, chefe.

Também conheci alguns líderes e aprendi muito com eles. Mestres dispostos a ensinar, treinar e desenvolver sua equipe, sem vaidade e sem pedir crédito por aquilo que seu time desenvolveu. Mas como pode imaginar, não eram todos.

3. Data driven marketing

O data-driven marketing (marketing orientado a dados) é uma estratégia na qual os profissionais de marketing obtêm informações e tendências ao analisar dados gerados pela sua empresa ou pelo seu mercado de atuação, transformando essas ideias em decisões acionáveis. No geral, é tomar decisões mais objetivas sobre a estratégia de marketing ao se basear em dados.

Agora vamos imaginar uma situação. O Redator-chefe entra na redação e anuncia: “precisamos desenvolver 12 títulos paralelo à publicação mensal da nossa revista para aumentar o faturamento do grupo”. Esses 12 títulos paralelos, eram apelidados carinhosamente de ‘talibã’, pois todos sabiam que eles canibalizavam a compra do título ‘mãe’.

A decisão de produzi-los era tomada sem muito embasamento em métricas e a estratégia da ‘cauda longa’ era tida como uma fórmula de sucesso. Mas muitas vezes, o resultado era ruim, a performance de vendas não era satisfatória e a qualidade do material (papel e acabamentos) era inferior ao do título mãe, para que chegasse ao um preço final menor, também tirando um pouco a credibilidade da marca.

Muitos talibãs eram produzidos sem uma única pesquisa ou sem que se analisassem com profundidade sua eficiência.

4. Experiência do cliente

Fonte: GGN Jornal

Há alguns anos as pessoas vem reduzindo o consumo e/ou assinatura de revistas. Com a redução das tiragens e da circulação, a compra de mídia nos periódicos impressos passou a ser menos atrativa.

Com menos recursos, a gestão optou por reduzir equipes e orçamento de produção, essa decisão olhava exclusivamente para dentro, em vez de olhar para fora.

Talvez, se a empresa tivesse um grupo de profissionais focado em estudar o comportamento do leitor e encontrar novos meios para falar com ele, hoje o cenário seria completamente diferente.

E não estou dizendo que as revistas deveriam se transformar em portais, pois isso aconteceu. Nem mesmo os portais são tão interessantes hoje em dia, pois replicaram a fórmula editorial impressa para o meio digital, em vez de construir uma linguagem própria neste canal.

A construção dessa linguagem aconteceu (e continua acontecendo) por meio dos usuários que criam seus canais no Youtube, desenvolvem conteúdo em blogs especializados e omnichannel. Mas a Abril, embora tenha colocado seus conteúdos online, erraram na fórmula e insistiram no formato.

Me parece que o tradicionalismo falou mais alto por muitos anos. Faltou coragem para “sair da zona de conforto” e realmente inovar no ponto que mais tinham propriedade e capital humano: alterar a fórmula editorial, criar um caminho completamente diferente nos canais digitais, expor menos as grandes marcas e mais os grandes jornalistas que passavam por lá.

Elefante x águia

É claro que temos que considerar um ponto muito importante. A Abril era ENORME. Cito sempre uma palestra do Pedro Herz, dono da Livraria Cultura, uma analogia que não irei esquecer: “Empresas grandes são como elefantes, grandes e fortes, mas lentas e com baixa agilidade. Empresas pequenas são como águias, pequenas e frágeis, mas rápidas e muito ágeis”.

A Abril era o elefante. Não estou dizendo que seria fácil mudar, mas seria possível iniciar esse processo de transformação.
Para começar, seria preciso mudar a cultura da empresa e conscientizar os colaboradores sobre o propósito, objetivos e traçar uma rota para a renovação da empresa.

Muitos colegas que saíram da Abril, assim como eu, se renovaram profissionalmente. Essa renovação poderia ter acontecido lá dentro. Se você não acredita que a transformação fosse possível, veja o tópico abaixo.

Um exemplo de transformação digital

Se olharmos à nossa volta notamos muitos serviços que entraram no mercado e decretaram a obsolescência de outros.
Se você presenciou o final dos anos 90 e início dos anos 2000 provavelmente já entrou nas locadoras de filmes e jogos. Sim, antes era preciso ir até um estabelecimento alugar filmes para assistir na hora que achasse melhor. Caso contrário, ficaria refém do que estivesse passando na televisão.

E se você acha que a Netflix surgiu depois disso, está completamente enganado.
A Netflix foi fundada ainda nos anos 1990 por Reed Hastings e Marc Randolph. Em 1997, o cenário da indústria era outro, segundo o empresário norte-americano, Mitch Lowe, o escritório do Google era no fim da mesma rua da empresa e a Amazon, nessa época, fazia propaganda na rádio.

Não existiam smartphones e só metade das pessoas tinham celular. Foi nessa época que a Netflix nasceu como um serviço online de venda de DVDs.

Em 2008 a empresa buscava inovação e capital, ofereceu 50% da Netflix para a Blockbuster por US$ 50 milhões. Eles recusaram e riram das ideias de implementar uma plataforma de streaming. Hoje a Netflix vale US$ 150 bilhões.
A empresa virou o mercado e, de acordo com o Lowe, a empreitada foi bem sucedida ao combinar pessoas, cultura e dados.

No fim, sabemos, não foi a Netflix que decretou o fim de serviços como a Blockbuster, uma das maiores redes de locadoras de filmes, foi a própria Blockbuster que declarou o seu fim.

E não seria legal se a rede de locadoras afirmasse que o fechou suas lojas com o “objetivo de garantir sua saúde operacional em um ambiente de profundas transformações tecnológicas, cujo impacto vem sendo sentido por todo o seu setor de atuação”.

Seria melhor que ela declarasse: “não ousamos, fomos tradicionais, ignoramos os dados, achamos que tínhamos tudo sobre controle, mantivemos um modelo de gestão antiquado, não optamos por nos transformar e paramos de olhar para os hábitos dos nossos consumidores, por isso estamos fechando nossas lojas”.

Talvez fosse isso que eu esperava que a Abril reconhecesse também.


Inbound Marketing ou Outbound Marketing: qual a estratégia mais eficiente para e-commerce?

Tratando-se da estratégia digital para o seu e-commerce, é sempre preciso avaliar as soluções – o Inbound Marketing e o Outbound Marketing podem ser seus grandes aliados!

Já falei no blog da Layer Up um pouco sobre estratégia digital para e-commerce e agora quero falar especificamente sobre Inbound Marketing e Outbound Marketing.

→ Qual dessas duas estratégias você acha que ajudaria sua loja virtual a se tornar mais eficiente e lucrativa?

Se nenhuma resposta surgiu ainda, fique tranquilo pois vou te ajudar a resolver esse dilema. Antes de tudo, vale a pena explicar rapidinho o que cada uma pode fazer pelo seu negócio.

Bastidores do Inbound Marketing e Outbound Marketing

Os termos em si não dizem muito sobre seu significado. Em um palpite rápido, você pode pensar que talvez eles tratem de algo interno e externo, certo? Esse é um conceito muito vago, mas que pode fazer sentido.

Para realmente mergulhar nessas estratégias de marketing, é preciso entender um pouco dos bastidores de cada uma individualmente.

Vamos começar pelo Inbound, uma das estratégias de Marketing Digital que ganha cada vez mais destaque e é responsável por bons resultados de empresas de diversos segmentos.
Para o bom desempenho da estratégia de Inbound, há três ações extremamente importantes:

O Inbound Marketing é responsável por gerar um público consumidor que chega até seu e-commerce já sabendo exatamente o que quer comprar, quanto custa e como funciona. Seu cliente chega pronto!
Isso ocorre especialmente devido às ações de criação de conteúdo otimizado e disparado em blogs e redes sociais, por exemplo.
Já o Outbound provavelmente é um velho conhecido seu, só que com um nome um pouco mais moderno. Ele pode ser encarado como o Marketing Tradicional – aqueles anúncios de televisão, ou campanhas publicitárias dos jornais que você já está acostumado a ver.
Nesse caso, a marca apenas joga uma informação rápida ao alcance do cliente e depois ele mesmo terá que entrar em contato e descobrir as informações que precisa para a decisão de compra por meio do site, loja ou falando com um vendedor por algum canal de comunicação direto.

E agora, qual estratégia de Marketing Digital será melhor para meu e-commerce?

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Primeiramente, é importante você saber que não terá uma estratégia certa e outra errada. No caso do Inbound e Outbound, é possível fazer as adaptações necessárias, de acordo com o perfil do seu negócio e usar ações complementares para ajudar a potencializar a presença da marca frente ao consumidor.

Tudo depende do objetivo que se quer conquistar, do budget disponível e das necessidades que precisam ser supridas.
No Inbound Marketing, por exemplo, há algumas etapas que devem cumpridas, como:

Ou seja, por meio de um conteúdo atrativo, que traga informações relevantes em uma linguagem acessível ao consumidor, é possível atrair o cliente passo a passo no processo de jornada de compra, se relacionar com ele de uma forma mais próxima, até que a decisão seja tomada e você garanta uma conversão de venda.

Seja por meio da divulgação de e-books, disparo de e-mail marketing, ou campanhas pagas no Google e em redes sociais, a ideia é utilizar a ampla gama de possibilidades que o Inbound Marketing oferece para atrair o cliente cada vez mais para perto da marca.

→ Tudo isso pode ser complementado pelas estratégias Outbound, como divulgar uma promoção específica em rádios e jornais para atingir um público mais amplo, aumentando as chances de venda. Depois, guiar esses novos clientes em potencial até o conteúdo Inbound, para que se possa qualificar cada vez mais essa clientela e assim seja possível ter uma segmentação bem definida, um público fiel.

O caminho das pedras

Ao entender a diferença entre Inbound e Outbound, e saber um pouco mais sobre como cada estratégia se desenvolve, fica mais fácil perceber a importância da definição de objetivos que se deve ter para escolher a melhor opção para seu e-commerce.
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Pergunte-se sempre:
– O que espero obter com as ações de Marketing? Conversão de vendas? Aumento de leads? Segmentação de público? Reforçar a imagem da marca no mercado?

Esse é um excelente primeiro passo para sua decisão e que com certeza vai guia-lo para o sucesso.
Quer saber mais sobre Inbound e Outbound e criar uma estratégia de Marketing Digital para seu negócio? Conte com a Layer Up porque essa é nossa praia. Acesse nosso blog, ou entre em contato.


Transformação Digital: Você está pronto?

Não se assuste com esse conceito. Ele irá ajudar sua empresa a marcar presença no mundo digital da maneira mais correta e assertiva para seus resultados.

Quando o assunto é tecnologia e soluções digitais, muitas vezes levamos nossa imaginação para um contexto futurista, de ficção científica, muito distante da nossa realidade. Mas nós esquecemos que, na verdade, já vivemos em um mundo em que tudo muda toda hora. Hoje, ficar parado é como dar um tiro no pé. E, falando nisso, você já ouviu falar de transformação digital? 

Eu diria que esse conceito é, hoje, uma obrigação, tanto para empresas pequenas, quanto para as gigantes. Parar no tempo pode ser fatal para os negócios. Duvida de mim? Pense em marcas grandes que desapareceram do mercado, ou perderam sua relevância por falta de inovação 

Lembra da Kodak e da Blockbuster? São duas empresas renomadíssimas que foram engolidas pela tecnologia digital. Outro exemplo é a Blackberry, que já foi uma gigante no mundo dos smartphones, mas se perdeu quando optou por ignorar a inovação do touchscreen, abrindo espaço para o crescimento da Apple. 

Essas empresas acabaram fechando os olhos para as milhares de possibilidades de crescimento que a tecnologia oferece.

Por isso, a transformação digital não deve ser um conceito nebuloso. Ela é importante para que as empresas continuem aperfeiçoando seus trabalhos, aumentando a produtividade em conjunto com a qualidade, sem falar do aumento do alcance da marca, e na melhoria da interação com seu cliente. 

Mas o que é Transformação Digital?  

O que é uma empresa, hoje, sem um site? Que tipo de imagem você causa, sendo que não está presente nas redes sociais? Você usa a tecnologia e os softwares a seu favor para melhorar sua produtividade, e também a qualidade das suas entregas? Todos esses pontos são básicos para quem quer iniciar a transformação digital. 

Na verdade, essa quebra de paradigmas é uma transformação bem mais profunda, que deve caminhar seguindo uma estratégia bem definida. É preciso entender qual é o papel da tecnologia para fornecer um produto ou serviço com mais qualidade. É também uma maneira de descobrir novas ferramentas para melhorar a produtividade e assertividade dos seus funcionários. 

A empresa precisa entender como a tecnologia pode trazer impactos positivos para a equipe interna, os fornecedores, e até os clientes, que devem ser os principais impactados por essa mudança. Com uma transformação digital feita por completo, você dará passos largos rumo a competitividade, e também a resultados completos. 

Ou seja, transformação digital é mais do que estar presente na internet, ou ter uma estratégia de marketing. É um planejamento fortemente ligado aos resultados finais da sua empresa.  
 

Quais são os desafios? 

Mas não pense que fazer isso seja simples. Na prática, o conceito se torna mais complexo e esbarra em alguns desafios. 

 

O que fazemos na Layer Up? 

Aqui na Layer Up, trabalhamos com Marketing Digital, e estamos sempre com nossas antenas ligadas para acompanhar inovações interessantes da tecnologia. Resolvemos aproveitar o assunto para falar como implantamos a transformação digital na nossa empresa. 

Como trabalhamos com Inbound Marketing, é óbvio que estamos presentes no mundo digital. Mas, além de termos um cuidado especial com nosso site, blogs e redes sociais, procuramos alinhar a nossa comunicação na internet, para que nossos prospects entendam nossa expertise e nossa identidade. 

Todos os nossos funcionários são estimulados a fazerem cursos e treinamentos sobre ferramentas digitais que auxiliam nosso trabalho no dia a dia, garantindo uma maior produtividade. Aliás, temos alguns canais para que sempre troquemos ideias sobre novas soluções que possam auxiliar nossa produção. 

Todas as nossas equipes estão integradas para garantir um trabalho com uma identidade coesa aos nossos projetos. Além disso, todos os processos de criação são controlados digitalmente. Por isso, a tecnologia de cloud computing é essencial para nós. 
 

Ou seja… 

Deu para entender porque é muito importante mergulhar de cabeça nas possibilidades que o mundo digital nos oferece, não é mesmo? Pense como a tecnologia pode te ajudar a ser mais competitivo, e como deve ser explorado entre os seus funcionários para começar a sua transformação digital. A mudança vai impulsionar os seus resultados! 


Layer Up agora é Platinum pela Resultados Digitais 

Mais um passo, mais uma conquista, e isso é sim muito importante para nós, da Layer Up!

Vamos fazer uma retrospectiva rápida sobre como foram os últimos anos da parceria da Layer Up com a Resultados Digitais:
Em  2016, fomos selecionados como vice-campeões da categoria Mestre da Conversão do Prêmio Agências de Resultados, tendo o segundo melhor resultado em conversões no RD Station. Isso nos deu a certeza de que estávamos indo para o caminho certo, juntamente com os nossos clientes e equipe.

Já em julho de 2017, fomos certificados como uma das 25 melhores agências de Resultados Digitais do Brasil, entre os mais de 600 parceiros nacionais da RD. A premiação foi realizada no RD Partner Day 2017.

Ainda em 2017, conquistamos o tier Gold no Marketplace de agências da plataforma, que para nós foi uma tremenda notícia, não apenas pela posição e exposição, e sim por estarmos ao lado de tantos feras do mercado.

Mas o motivo desse orgulho vai muito além: o principal para nós com isso tudo são os nossos clientes, a nossa equipe e os resultados que geramos em nosso dia a dia!
Reflexo dessa forma de pensar é que agora, em 2018, não poderia ser diferente:

Começamos com o pé direito e com o tier de parceiro Platinum da Resultados Digitais!

Apenas para contextualizar, a RD é uma das startups de maior sucesso dos últimos tempos, com um crescimento impressionante – hoje com uma estrutura de mais de 600 colaboradores (RDoers, como eles chamam a equipe).

Quando a Layer Up iniciou a parceria com a Resultados Digitais, lá em 2015, eles contavam com um pouco mais de 100 colaboradores. Na época, a RD tinha um baita concorrente, muito conhecido nos Estados Unidos, mas que oferecia uma ferramenta que não atendia às necessidades singulares do mercado brasileiro.

E é por esse motivo, entre outros, que a Resultados Digitais tem se consolidado no Brasil como referência em Marketing Digital de Resultados, fator que justifica a nossa alegria por conquistarmos o tier de parceiro Platinum e ocuparmos o topo do Marketplace da RD!

Conte conosco para ativarmos as ações de Marketing Digital da sua empresa e gerar mais oportunidades para o seu negócio.
Conte com a  Layer Up!


Comércio eletrônico no Brasil vive ritmo acelerado de crescimento há dez anos

Panorama geral do comércio eletrônico no Brasil mostra o porque de o setor estar em constante crescimento

O mercado do comércio eletrônico no Brasil está cada vez mais atrativo. Números recentes mostram os avanços e a evidente evolução do setor.

Você que atua na área, seja com uma loja virtual que complementa o serviço da loja física, ou focado apenas no ambiente online, pode se beneficiar dessa boa fase.

Quer saber mais sobre o atual cenário do comércio eletrônico no Brasil?
Então vem comigo e acompanhe os números!

 

comércio eletrônico no brasil

 Para o alto e avante

O ano de 2017 foi bastante expressivo para o comércio eletrônico brasileiro. Segundo dados da Ebit, empresa que mede a reputação das lojas virtuais, no primeiro semestre do ano passado o faturamento dos e-commerces chegou a aumentar 7,5%, o que representa R$ 21 bilhões.

O crescimento também vale para o número de pedidos, que teve um salto de 48,5 milhões, em 2016, para 5,3 milhões.

O que pode justificar esse crescimento, além do aumento constante no acesso à Internet, é uma queda nos preços, que segundo o índice FIPE Buscapé, representou uma deflação de 5,38% entre junho de 2016 e 2017.

Com isso os consumidores, que gostam bastante de economizar, compraram mais. E não foram somente os compradores online habituais. Esse grupo cresceu e novos integrantes chegaram, atingindo a marca de 25,5 milhões de novos usuários.

Mas isso não é novidade

Desde 2008, o comércio eletrônico no Brasil tem se destacado. A empresa especializada em pesquisas Mintel já chegou a divulgar relatórios que mostraram um crescimento do setor de quase 250% em cinco anos (entre 2008 e 2013).

Mesmo com hábitos de consumo bastante diferentes dos que observamos hoje, há dez anos esse mercado já mostrava a força que tem.

E o consumidor mudou?

Muito! Os consumidores brasileiros estão cada vez mais perdendo o medo das compras online. Afinal, esse tem se tornado um ambiente cada vez mais seguro e eles mesmos passaram a receber mais informação para poder se proteger – o que é excelente.
Em linhas gerais, o que se pode observar é que:

Aliás, atualmente é possível fazer compras nas próprias plataformas, como é o caso do Facebook. Mais cômoda, a opção oferece ao consumidor maior agilidade, complementando o negócio

Esses são apenas alguns exemplos das mudanças de comportamento dos compradores. Com essas alterações de hábitos, alguns segmentos ganharam destaque.

Setores como os de moda e saúde tiveram um aumento de 14,8% e 12,2%, respectivamente, no número de pedidos.
 

O futuro do comércio eletrônico no Brasil

Quer uma boa notícia? A onda de crescimento promete não parar.

Diversas pesquisas, como as do próprio Ebit, estimam que esse setor se desenvolva mais ainda. Para 2017, por exemplo, a expectativa era de um crescimento de 10%. Superando essa estimativa, o registro final foi de 12%, de acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico.

Algum palpite para a expectativa de 2018? A Associação está otimista e afirma que o crescimento pode chegar a 15%.
Vale lembrar: datas como Black Friday e Natal são sempre oportunidades de bons ganhos no setor.

Como já dissemos, o número de consumidores dos e-commerces tem aumentado e esses novos compradores das lojas virtuais também são um dos motivos que confirmam as expectativas de crescimento.

Para fazer parte desse mercado promissor e tão concorrido, o melhor é sempre contar com uma boa estratégia de Marketing Digital e caprichar na divulgação.



Você também pode acessar o blog da Layer Up para conhecer mais sobre estratégias, ferramentas e dicas práticas sobre Marketing Digital
e assim melhorar cada vez mais o desempenho do seu e-commerce.

Marketing Digital para e-commerce: a estratégia certeira para o seu comércio eletrônico

Uma boa estratégia de Marketing Digital pode ampliar e aumentar as vendas do seu e-commerce. Se você ainda tem dúvidas sobre o poder do Marketing Digital para e-commerce, pare tudo o que está fazendo agora e preste atenção ao que vou dizer aqui: para esse modelo de negócio, isso será seu melhor investimento em divulgação.

Caso contrário, como você vai competir com os milhares de e-commerce que existem por aí? – são mais de dois milhões no mundo, segundo o portal E-commerce Brasil.

Mas não se desespere. Vamos pensar juntos.

Todas essas empresas que já fazem parte do mercado têm um excelente faturamento? A resposta é: não! O motivo? Arrisco a dizer que as falhas nas estratégias de Marketing Digital podem fazer um grande estrago. E para não cair nessa mesma armadilha é que vamos descobrir juntos qual o melhor caminho para chegar ao sucesso.

Por isso esse post é muito importante para quem quer nadar entre negócios prósperos e crescer cada vez mais. Você está pronto para isso?

 

 

Antes do Marketing Digital para e-commerce

Antes mesmo de começar a pensar em sua estratégia de Marketing Digital para e-commerce, é válido falar sobre algumas crenças que estão enraizadas na mente de muitos.

Ainda há empreendedores que cometem alguns deslizes quando abrimos discussão sobre os motivos que os levaram a abrir um negócio digital.

Muitos pensam:

 

A melhor estratégia é…


… conhecer muito bem o seu próprio negócio.

Ninguém melhor do que você para dar todos os detalhes do e-commerce e orientar uma estratégia de marketing muito bem definida e efetiva.

Sem essa base, tudo pode desandar e sua divulgação corre o risco de não surtir efeito.

Melhor evitar o desperdício de tempo e dinheiro, não é mesmo?

Portanto, esteja sempre por perto para acompanhar cada passo da sua empresa digital. A partir disso é possível desenvolver inúmeras metodologias que vão facilitar o processo de definição da estratégia.

Uma delas é a SMART, que, na verdade, se aplica para qualquer modelo de negócio. Funciona mais ou menos assim:

  1. S Específica (specific)

Defina metas e expresse bem quais números você gostaria de atingir.

  1. M Mensurável (mensurable)

Trace planejamentos mensuráveis, que você possa avaliar e checar se estão de acordo com as metas definidas anteriormente.
Por exemplo: “com a campanha digital da promoção de Natal foi possível converter 500 vendas no período de 3 semanas, o que está acima da meta estabelecida”.

  1. A Alcançável (attainable)

As metas estabelecidas precisam ser alcançáveis para seu negócio. Não fuja da realidade.

  1. R Relevante (relevant)

Seus objetivos precisam fazer sentido. Eles tem de ser extremamente relevantes para seu negócio.

  1. T Temporal (timely)

Trabalhe bem com prazos. Seu cronograma deve ser muito bem organizado e, se possível, apresentar definições de novas metas regularmente, em ciclos enxutos. Assim será possível diversificar os investimentos e ampliar as oportunidades de conversão de vendas, criando ações inovadoras e atrativas.

Aplicada no Marketing Digital, especialmente para e-commerce, essa metodologia pode guiar uma estratégia que irá trazer excelentes resultados, principalmente se for gerada junto ao seu conhecimento pessoal e profissional sobre seu empreendimento digital.

A partir desse ponto, é importante conhecer as ferramentas com as quais você pode contar para gerar a melhor estratégia possível, como o Google AdWords, SEO, Redes Sociais, E-mail Marketing e muitas outras.



Você também pode acessar o blog da Layer Up para conhecer mais sobre estratégias, ferramentas e dicas práticas sobre Marketing Digital
e assim melhorar cada vez mais o desempenho do seu e-commerce.

Público-alvo: 5 dicas para acertar em cheio sua buyer persona

Você conversa da mesma forma com seu chefe, sua família e seus amigos? Provavelmente não – e isso é completamente normal!

Na comunicação da sua marca, isso não pode ser diferente. Não basta saber quem é o público-alvo de forma superficial, é preciso entendê-lo e saber quais os perfis de pessoas existem dentro do seu target. A partir disso, é possível definir uma comunicação muito mais assertiva. No marketing de conteúdo, chamamos esse estudo de perfil de buyer persona.

 

Mas como encontrar no meu público-alvo uma buyer persona certeira?

A resposta para essa pergunta não é assim tão simples. É preciso estudo, análise e pesquisa. Tudo para entender o público, o que ele procura e quais são suas dores. De forma geral, é como se você pinçasse uma pessoa de dentro do seu target e detalhasse todas as suas características (físicas, demográficas e psicológicas). Calma, a gente te ajuda a fazer tudo isso. Confira nossas 5 dicas avançadas para construir uma buyer persona!

1. Entendendo o público-alvo

Uma vez um cliente bateu à nossa porta, preocupado: “minha marca não está atingindo o público certo”. Ele desenvolveu um produto com a ideia inicial de atender ao público feminino com idade superior a 25 anos. Mas, quando aquele produto começou a ser comercializado, viu que a comunicação não funcionava bem. Foi quando constatamos que, na realidade, o público que tinha interesse no produto era mesmo feminino, porém muito mais jovem do que ele havia imaginado. Por isso, a falha de comunicação.

A lição que tiramos disso? É preciso entender quem, de fato, é seu target! E isso não se faz apenas com base no que você acredita que possa ser. É preciso validar o produto no mercado e analisar a fundo o segmento. Tentar se comunicar com um público que você não conhece é como ter um alvo no lado direito, mas atirar flechas apenas para o lado esquerdo.

 

2. Construindo a buyer persona


A buyer persona é uma personagem (fictícia ou real) e, assim como todas as que a gente conhece, precisa ser o mais detalhada possível. Isso inclui dar a ela uma profissão, idade, indicar o local onde mora, além, é claro, de um nome.
Informações até mesmo improváveis sobre essa pessoa ajudarão – e muito – na construção dos pilares e do tom da comunicação.

Caso estejamos falando com um público mais jovem, por exemplo, é provável que sua marca gere mais engajamento usando uma linguagem leve e descontraída. E por isso é tão importante entender como essa persona se comunica.

Para obter esses dados, além de estudar o mercado em que você está inserido e qual é o público que mais o movimenta, você pode entrevistar pessoas que sejam um modelo de cliente ideal para o seu negócio.

Caso seu produto ou serviço já seja comercializado/oferecido há algum tempo, uma maneira de entender seu público-alvo é entrevistando alguns clientes. Já se o seu negócio está em construção, busque potenciais clientes da sua marca.

3. Interesses da buyer persona

Entender os interesses do seu público-alvo de modo abrangente é extremamente importante. Além de identificar os canais e redes em que sua persona está presente, esse passo te ajudará a lançar ganchos muito mais certeiros, principalmente se você estiver pensando em uma estratégia de Inbound Marketing.

Por exemplo, se você oferece cursos de graduação e sua persona se interessa pelo sucesso na vida profissional, você pode produzir pautas que, aos poucos, irão direcioná-la à sua empresa: “Qual é o segredo para o sucesso na carreira profissional?”.

Mas os interesses do público-alvo não são apenas importantes para estratégias de conteúdo. Entender e falar sobre os assuntos pelos quais sua persona se interessa, e abraçar as mesmas causas dela, também irá criar afinidade, gerar identificação e atribuir valor à marca.

 

4. Dores e objeções

Assim como acontece com os interesses, informações das dores e objeções da sua persona podem ser grandes aliadas na produção de pautas. Além, é claro, de reforçar a identificação entre público e marca.

Ao identificar as dores, você deve listar o que aflige seu público-alvo. Não necessariamente se trata de algo negativo, como o nome sugere. Pode ser também um grande desejo ou algo de que sua persona precisa. O sonho de ter uma casa própria, a necessidade de um tratamento odontológico ou a preocupação com o futuro dos filhos são alguns exemplos disso.

Também é importante entender as dores que estão diretamente relacionadas ao seu produto ou serviço. Se você tem um restaurante orgânico, uma dor do seu público pode ser a vontade de consumir alimentos mais naturais e saudáveis.

Já as objeções são o que podem impedir sua persona de consumir seu produto ou serviço. Isso é o que torna ainda mais importante identificar essas objeções. Aos poucos, você deve criar argumentos que convençam a persona de que ela precisa da sua empresa. Isso pode acontecer nas pautas de conteúdo, nas chamadas de redes sociais ou até mesmo no contato direto.


Lembra do restaurante orgânico? Uma objeção do público desse estabelecimento pode ser referente ao custo dos pratos. Para derrubar essa objeção, será necessário explicar o motivo pelo qual esse tipo de alimento, geralmente, tem um valor maior.

Além disso, você deverá reforçar o quanto vale a pena pagar um pouquinho a mais para se alimentar de forma saudável.

5. Mapa da empatia

Em linhas gerais, entender a fundo sua persona é a chave para se comunicar com ela de forma assertiva. Uma das melhores formas de fazer isso é criar um mapa da empatia.

Nesse material, mapeamos o que essa pessoa , pensa/sente, fala/faz e escuta, além das suas necessidades e dores (sobre as quais já falamos um pouquinho no tópico anterior). Na hora de listar esses detalhes, não se limite apenas ao que está relacionado à sua empresa. Procure entender o tipo de entretenimento que ela consome, o que costuma ler na internet, ouvir no rádio ou conversar com os amigos no horário do almoço. Acredite, esses simples detalhes vão fazer muita diferença na comunicação.

Tendo claros esses pontos, e mergulhando no universo que o rodeia, fica muito mais fácil fazer abordagens certeiras.


Já está pronto para sair desse conteúdo e criar a buyer persona da sua empresa com 100% de confiança? Caso não se sinta seguro para fazer isso por conta própria, temos uma notícia que vai melhorar seu dia: essa é uma das especialidades da Layer Up!

Podemos te ajudar a traçar uma buyer persona e ainda definir uma estratégia de comunicação muito mais assertiva para a sua marca.

Você está pronto para o Up?


Layer Up e sua agência de publicidade: já pensou nessa parceria?

Você conta a sua história e nós damos aquele UP que faltava para gerar ainda mais resultados. Vem saber o que a Layer Up pode fazer por você!

E se eu te falar que a nossa agência de marketing digital, a Layer Up, pode ser parceira da sua agência de publicidade?

Bom, eu já falei por aqui sobre os serviços de marketing digital que são indispensáveis no seu negócio e também comentei um pouco sobre a importância da capacitação de equipe para fazer a engrenagem toda rodar.

Agora eu vou contar como posso ajudar a trazer toda essa prática para a realidade. Quero ser sua parceira nessa jornada, tanto quanto já fui de várias outras agências de publicidade.

Eu confesso que quando ouvia falar em parceria costumava ficar um pouco desconfiada, achando que poderia cair em alguma cilada. Mas aprendi que quando existem duas partes compromissadas entrando em acordo, a parceria pode, sim, existir e ser muito benéfica para todos.

Aqui na Layer Up já solucionamos diversos problemas de agências publicitárias. Desde aquelas que não tinham uma equipe já estruturada para atender os clientes com campanhas digitais, até as que precisavam capacitar os colaboradores já contratados para atuar no marketing digital.

Temos um time de especialistas, uma boa estrutura de atendimento e utilizamos as melhores ferramentas do mercado. É por isso que podemos unir forças para que você tenha uma agência de resultados.

Você ainda está confuso e não entendeu exatamente como posso colaborar com seu negócio? Tudo bem. Eu vou explicar bem certinho o que a Layer Up pode fazer por você.

O que a Layer Up faz pela sua agência de publicidade

A Layer Up pode te ajudar de várias formas, sendo a principal delas a prestação de consultoria.

Por meio desse serviço você pode ter um leque bem amplo de soluções, afinal, seguimos alguns passos para atender nossos clientes.
 
Passo 1 – Diagnóstico
Imagine fazer um raio-x da sua empresa, analisando sua estrutura, time e ações que estão em andamento, e depois disso ainda conseguir traçar os melhores caminhos para implementar uma série de melhorias. Seria ótimo, não?

E é exatamente essa linha de raciocínio que a Layer Up segue. Eu sei, por experiência própria, que muitas vezes não conseguimos enxergar as falhas da nossa própria empresa, já que estamos imersos em uma rotina e a chance de algo passar batido é grande.

Nesse diagnóstico sua agência vai ter todo suporte para avaliar o que está, ou não, funcionando em suas ações digitais. São analisadas questões como:

A partir dessa primeira etapa estamos prontos para seguir em frente.
 
Passo 2 – Planejamento estratégico

Depois de avaliar quais são as reais necessidades da agência, na sequência desenvolvemos um plano bem estratégico para executar ações futuras.

Tudo vai depender do que for diagnosticado na primeira etapa.

Pode ser que seja preciso apenas fazer a gestão de redes sociais dos clientes, ou então criar fluxos de automação para a nutrição de Leads. Ou ainda, é possível que a aplicação de SEO tenha falhas.

Cada caso é único. O que ajuda bastante no planejamento é fazer um Benchmarking bem detalhado, com estudos de posicionamento no mercado e de ações da concorrência, por exemplo.

Assim é possível moldar o serviço de consultoria exatamente de acordo com o que as pesquisas apontarem.

Passo 3 – Treinamento

Falhas identificadas, soluções encaixadas no planejamento e vamos para a prática!

Eu sei tanto quanto você que precisamos de força de trabalho para tirar ideias do papel. Por isso a Layer Up se preocupa em oferecer um treinamento para os funcionários da empresa.

A equipe interna precisa estar ciente de tudo que precisa ser executado e também sobre como é importante medir os resultados.

Muitos colaboradores até contam com cursos técnicos, ou já praticaram algumas ações digitais, mas como essa área se renova com muita velocidade, é importante se atualizar e também entender as necessidades específicas do planejamento.
 
Passo 4 – Acompanhamento

Com todos os passos anteriores já concluídos o procedimento final consiste em acompanhar o andamento das ações previstas no planejamento.

Você define os próximos passos

Dependendo da necessidade, algumas agências escolhem ter um mês de acompanhamento, outras já optam por algo mais prolongado, com encontros regulares para ajustar “resultado” com “expectativa”.

O envio de relatório de ações é muito importante nesse quarto passo. É ele que vai indicar o desempenho daquilo que foi planejado.

É assim que temos insights para sugerir as práticas do mercado mais eficientes e implementar melhorias.

Marketing de Conteúdo: aqui também tem

Além de todo trabalho de consultoria que eu mostrei aqui para você, é importante ressaltar que a Layer Up é expert em Marketing de Conteúdo.

E por que essa é uma atividade que merece destaque?

Eu vou fazer o seguinte comparativo: o planejamento, assim como uma engrenagem, precisa de força (equipe) para entrar em ação, mas só vai seguir seu fluxo de trabalho se tiver óleo para “nutrir” suas peças. E quem seria esse último ingrediente?

Se você pensou no conteúdo, está mais do que certo. Um plano estratégico bem feito e uma equipe pronta para executá-lo ainda é metade do caminho. Sem um conteúdo relevante não há movimento algum.

E essa é uma atividade que nós amamos. Criamos um fluxo de produção interna de conteúdo que se ajusta ao perfil de cada empresa e atende todos os requisitos do público-alvo que vai ter contato com esse material.

Isso é bem diferente dos temas genéricos que você encontra pela internet. E esse diferencial nasce porque a Layer Up tem especialistas dedicados ao Marketing de Conteúdo.
 

Toda essa expertise resultou em…

… prêmios!

Em 2016, a Layer Up foi vice-campeã na categoria Mestre de Conversões do Prêmio Agência de Resultados. Já em julho de 2017 ficamos entre as 25 melhores agências de Resultados Digitais entre os 600 parceiros RD Station.

E tem mais: recentemente recebemos o reconhecimento de Agência Parceira nível Gold da empresa Resultados Digitais, o que mostra nosso comprometimento em sempre gerar resultado para nossos clientes.

Gostou de saber um pouco mais sobre o trabalho da Layer Up? Você pode ter uma experiência ainda mais detalhada e dar um UP agora no seu negócio. Peça um orçamento e nós entraremos em contato para contar o que mais podemos fazer juntos, como parceiros!


Tudo o que você precisa saber para ter uma agência de resultados

Você, que tem uma agência de publicidade, sabe que além de apresentar peças publicitárias geniais para os clientes, seu negócio tem que garantir resultados. Ou seja, ele também precisa ser, literalmente, uma agência de resultados.

E agora eu te pergunto: como garantir que um comercial de televisão vai atingir – e atrair – exatamente seu público-alvo, se ele é transmitido em um canal aberto?

Complicado, não é mesmo? Mas eu posso provar para você que o marketing digital é capaz de mudar essa história.

Ok, você já deve saber que essa é uma das melhores soluções para entregar resultados com assertividade. Só que muitos proprietários de agência de publicidade reconhecem a importância do papel do marketing digital apenas na jornada de compra do consumidor. Mas é preciso entender 100% como os processos de ações digitais funcionam.

Tem mais: alguns desconhecem que existe a complexidade de analisar métricas e o investimento em profissionais especializados para cada demanda.

Se esse não é o seu caso, talvez esse post traga algumas informações repetidas para você. Mesmo assim, recomendo a leitura, já que vou falar também sobre capacitação de equipe e você pode encontrar algum dado relevante.

Agora, se você ainda está implementando os serviços de marketing digital e não sabe exatamente como atingir resultados, esse post é indispensável.

Está pronto para tornar seu negócio em uma agência de resultados? Então vamos lá.

Quantidade não necessariamente gera valor

A primeira lição de todas é não se deixar enganar pelas chamadas “métricas de vaidade”. E o que isso quer dizer? Eu vou dar um exemplo prático para mostrar.

Imagine que seu cliente quer promover a loja de roupas para pets dele e ao passar o briefing insiste que precisa ter mais de cinco mil “likes” na página do Facebook.

Isso pode ser facilmente conseguindo ao criar campanhas digitais, não é verdade?

Mas o que esse cliente não compreende – e você deve explicar – é que para realmente vender mais e tornar a marca conhecida entre o público-alvo, é preciso segmentar muito bem as campanhas para que elas cheguem até as pessoas certas.

Ou seja, é melhor ter duas mil curtidas de Leads na página, do que cinco mil de um público que passa longe do perfil a ser alcançado.

Além disso, as métricas utilizadas devem indicar os resultados e não somente o volume de interações, por exemplo.

Não sabe do que estou falando?
Aqui estão algumas das métricas que valem o investimento:

Enfim, esses são resultados que realmente mostram que o dinheiro que seu cliente investiu já retornou para ele. Analisá-los detalhadamente é o que trará diferencial para seus serviços.

Estamos entendidos? Ótimo, porque agora eu vou seguir falando de uma peça fundamental para seu negócio se transformar em uma agência de resultados.

Sua equipe precisa estar preparada

Eu acredito muito na força do trabalho em equipe e, especialmente quando se trata de Marketing Digital, essa união é muito mais do que necessária. Ela é vital, pois sem um grupo forte e capacitado as ações não sairão do papel.

Você sabe quem deve fazer parte do time da sua agência de resultados?

Antes de responder, eu quero que você preste atenção nesses dados:

A pesquisa Digital Roadblock: Marketers Struggle to Reinvent Themselves, realizada em 2014 pela Adobe, analisou profissionais de Marketing dos Estados Unidos.

Ela revelou que 76% dos profissionais acreditam que o modelo antigo de Marketing, como os grandes anúncios para televisão, já não são mais suficientes, e outros 76% dizem que é preciso estar mais focado em dados para se ter sucesso.

Mesmo cientes dessas necessidades, 30% desses profissionais afirmam que não evoluem na área de atuação por conta da falta de treinamento em novos conhecimentos e também pela incapacidade das empresas se adaptarem às novidades.

Essa também é uma realidade no Brasil.
Por isso, você precisa investir em profissionais que compõem uma equipe de Marketing, como:

Alguns desses profissionais, inclusive, já fazem parte da sua agência. Mas será que eles estão capacitados para atuar no Marketing Digital?

Esse pessoal precisa não só de um conhecimento aprofundado, como também da percepção de que a análise de métricas é primordial para trazer resultados e que essa é uma tarefa difícil, mas muito relevante.

Você tem que estruturar esse departamento de forma que todas as etapas de um planejamento de Marketing sejam preenchidas, principalmente a de análise.

Eu vou ser sincera com você: enxergo somente duas maneiras de fazer isso.
 

Solução nº 1

Olhe para a equipe que você já tem em sua agência de publicidade. Há como encaixar uma nova demanda para alguns dos profissionais?

Se sua resposta for sim, eu aconselho a capacitar esses colaboradores para que eles possam sanar as lacunas dos serviços de Marketing Digital.

Isso evita que você tenha que contratar mais gente para formar uma nova equipe. Mas, o que traz uma certa economia, pode tropeçar na questão do tempo.

Leva um bom tempo até que seus colaboradores passem por cursos de especialização, comecem a praticar planejamentos e estratégias, e realmente absorvam todo conhecimento.

Se você tem essa possibilidade de espera, essa solução já deve funcionar para você. Mas se não é esse seu caso, vem comigo que vou te levar para uma segunda opção.
 

Solução nº 2

Se o tempo de aprendizado é uma barreira para você, que tal contar com um modelo pronto de capacitação, que ao mesmo tempo já corrija possíveis falhas na prática de ações digitais?

Eu quero oferecer aqui uma saída que confio muito e que vai otimizar seu tempo e dinheiro. Além de tudo, é uma opção que será decisiva na transformação do seu negócio em uma agência de resultados.

Você pode contar com uma agência de marketing digital para prestar alguns dos serviços e também atuar com uma consultoria para que você possa fazer os ajustes necessários em sua equipe.

O que você ganha com isso?

A ideia é que você encontre uma agência parceira. Eu falei a verdade para você até agora e, mais uma vez, vou ressaltar algo muito real: as técnicas de mensuração de resultados são bastante complexas e trabalhosas.

Não é fácil gerenciar todos os relatórios e analisar todos os gráficos que as ferramentas automatizadas entregam. Quanto mais apoio você tiver, melhor.

E sem essa etapa de análise, os resultados simplesmente não aparecem.

Como selecionar a melhor agência de marketing digital

Até aqui falei sobre a importância da análise de métricas, do investimento na estrutura de equipe e sobre as possíveis soluções para seu negócio se tornar uma agência de resultados.

Eu imagino que você percebeu que é muito válido contar com apoio de especialistas nesse processo, não é mesmo?

No caso de contratar a consultoria de uma agência de marketing digital, eu deixo aqui um alerta: busque por referências e só feche um contrato quando tiver certeza da credibilidade dessa empresa parceira.

Para ter certeza da sua escolha, confie em agências que:
– Contem com um bom portfólio
– Apresentem bons cases de sucesso
– Mostrem qual é a equipe que estará disponível e qual a capacitação de cada integrante
– Tenham experiência no mercado
– Demonstrem real interesse e compromisso em apresentar as melhores soluções para seu negócio e para seus clientes
Preste atenção: se você contratar uma agência de Marketing que não cumpra com o prometido e não trabalhe com responsabilidade, sua imagem também será prejudicada diante dos seus clientes. Isso sem falar no prejuízo de investimento.

E já que eu toquei nesse assunto, vou aproveitar para guiar você até o post em que conto como a Layer Up, minha agência de marketing digital, atua com agências de publicidade parceiras.

Acesse aqui e descubra como a consultoria de Marketing funciona na prática.


4 serviços de Marketing Digital que você deve começar a oferecer agora na sua Agência de Publicidade

Eu imagino que você já deu os primeiros passos nos serviços de Marketing Digital na sua agência de publicidade: já monitora as redes sociais dos seus clientes, não é mesmo?  

Mas quais outros serviços oferecer? Se essa é sua maior dúvida no momento, não se preocupe que eu vou te ajudar. Vou contar exatamente quais serviços são essenciais para uma agência de publicidade se destacar na oferta do Marketing Digital para os clientes.  

Mas antes quero compartilhar com você alguns dados: 

Esse ano, o IAB Brasil fez uma pesquisa sobre o cenário de mídia digital npaís, e constatou que, em 2016, o investimento em mídia programática foi de R$ 1,9 bilhão. Estima-se que, até o final de 2017, o investimento em publicidade online aumente 26%. 

Isso mostra que a publicidade no meio de digital está crescendo a passos largos. Ficar fora dessa tendência é arriscado. 

Se você está implementando, ou aperfeiçoando, o Marketing Digital em sua agência, já é um sinal positivo. Mas é preciso ir além, e essa lista que coloco aqui embaixo com certeza vai te ajudar nisso.  

Ela traz os serviços que são indispensáveis atualmente, e que você precisa oferecer agora mesmo aos seus clientes.

 

Principais serviços de Marketing Digital 

1 – Gestão de redes sociais  

Com certeza você sabe que as redes sociais ganharam muito poder nos últimos anos. O que é importante perceber é que essas ferramentas se desenvolveram muito como plataformas comerciais.  

É por isso que a gestão de redes sociais deixou de ser somente a publicação de conteúdo com uma linguagem mais descontraída, e passou a ser importante para diversos segmentos empresariais, de diversas formas. 

Atualmente, é possível gerenciar páginas de empreendimentos que vão desde um petshop, até uma indústria de produtos químicos, e ainda anunciar promoções e distribuir conteúdos informativos. 

E esse leque de opções faz com que seja necessário adotar ações como: 

– Interagir com os usuários, sempre respondendo de bate-pronto. Essa é uma ação que chamo de SAC 2.0, e que tem um impacto muito importante na imagem que a marca passa. É preciso ter um profissional dedicado para essa tarefa. 

– Gerenciar as informações que chegam por meio dos relatórios automatizados das redes sociais, e aplicá-las em novas ações. Esses dados revelam detalhes do público-alvo e, por isso, precisam ser bem avaliados por especialistas. 

– Segmentar campanhas e anúncios, de acordo com o perfil de público do negócio, como ocorre no Facebook e no Instagram, por exemplo. Analistas bem capacitados conseguem executar essa tarefa de forma bem estratégica, com total foco em resultados.  

2 – Comunicação com a base de Leads 

É muito importante manter o relacionamento com a base de Leads, ou seja, com os clientes em potencial, atraindo-os para os produtos e serviços das empresas.  

Melhor ainda, é fazer isso de forma evolutiva, acompanhando o Lead por toda a jornada de compra – etapas que esse Lead percorre até a decisão de compra, e a venda em si. (Guarde essa informação porque já vou falar dela novamente!) 

Para interagir diretamente com esses Leads, a melhor forma é recorrer a dois principais canais: 

Essa é uma ótima opção para divulgar uma promoção, ou a implementação de novas funcionalidades em um serviço. O e-mail marketing bem segmentado pode tanto atrair novos Leads para a primeira compra deles, quanto retomar o contato com os Leads que estão inativos. 

Como o próprio nome já sugere, é um modelo de e-mail mais informativo, voltado para a divulgação de conteúdos. Novos posts do blog da marca, por exemplo, cabem muito bem aqui.   

Para colocar essas ações em prática, é importante adotar ferramentas de envio automático. O uso dessas ferramentas não só facilita o processo de disparo do e-mail, como também devolvem métricas de análise, como taxa de abertura e taxa de clique. 

Você sabe qual a maior diferença no uso desses dois canais?  

Primeiro, é o tom da comunicação. Você deve transmitir o conceito da marca, e também se fazer entender por meio da linguagem que adota. 

Os textos geralmente são leves e em primeira pessoa. Afinal, você falará diretamente com o Lead, como se já o conhecesse pessoalmente. Mas também é essencial trazer elementos no texto para que o leitor se identifique.  

O mesmo vale para a linguagem visual adotada. As imagens e cores precisam estar em sintonia com o conteúdo, e o branding da marca.  

Uma comunicação bem-feita, e a posterior análise de métricas, com certeza é o que definirá a transformação do Lead em cliente. Além disso, consequentemente, esse mesmo cliente se tornará embaixador da marca.  

3 – Gestão de publicidade online 

Com certeza, uma das ferramentas mais representativas na publicidade online é o Google AdWords 

Ao fazer a gestão dos anúncios por esse sistema, será muito mais fácil segmentar as campanhas, e assim atingir resultados de forma assertiva. 

Ao oferecer esse serviço, seu cliente passará a confiar ainda mais no seu trabalho, já que ele saberá qual o valor exato do investimento feito, por meio dos relatórios gerados com informações como a taxa de cliques, por exemplo.  

Vale lembrar que o padrão de cobrança do Google AdWords é o pagamento por conversão, ou seja, o valor só é cobrado quando a campanha receber a interação que foi ajustada.  

Por exemplo: se você adotou o CPM (Custo por Mil), um valor para cada mil impressões do anúncio será estabelecido e, quando essa meta for atingida, o pagamento será efetuado.  

Esse formato dá ao cliente uma noção ainda mais exata do investimento, e do retorno que se tem em cada ação. 

4 – Produção de conteúdos digitais 

Entregar conteúdo relevante é o que fará da sua estratégia um sucesso para o cliente. Então tem que caprichar! 

Eu e você sabemos o quanto é importante ter uma identidade e uma linguagem visual forte e bonita. Isso faz muita diferença na hora de converter uma venda. É importante também transmitir isso para as mídias digitais.  

→E claro, o conteúdo informativo também faz parte desse cenário. Ele precisa ser bem construído, e trazer dados que sejam muito úteis para o público do seu cliente.  

Resumindo, oferecer a produção de conteúdo para o blog da empresa é imprescindível. 

Não se esqueça: 

– Otimize todo o conteúdo com técnicas de SEO. Isso é tão importante, que há especialistas no mercado dedicados somente para ações de otimização de conteúdos. O texto tem que ser bonito e bem feito, mas principalmente tem que chegar até o seu público-alvo.  

Nutrição da base de Leads 

Eu falei que voltaria a falar da jornada de compra, e agora é a hora!  

Antes de ir direto ao assunto, quero pedir para que você PRESTE MUITA ATENÇÃO nesse último tópico, porque ele trará possibilidades que as ações offline não oferecem. 

Vamos lá. O relacionamento com os Leads durante as etapas da jornada de compra é importante para que se crie um fluxo de nutrição. 

Se você pensou em nutrir os Leads com conteúdo, está certo. O caminho é esse. E se você se perguntou como é que isso é feito, continue comigo nesse texto, que eu vou te mostrar.  

 Esse tal fluxo é o que permite acompanhar o Lead pela jornada de compra, e dar todo o suporte necessário para que ele entenda o produto, confie na marca, e faça uma compra consciente de que foi a decisão correta.  

Para guiar esse potencial cliente nesse processo, você pode criar: 

É importante criar estratégias que intercalem esses materiais, de acordo com sua necessidade.  

E não se esqueça: para que o Lead tenha acesso a esses conteúdos, como e-books e infográficos, é essencial criar uma Landing Page, ou seja, uma página de cadastro que irá captar os contatos dos visitantes, transformando eles em Leads. 

Quanto mais etapas da jornada de compras o Lead avançar, mais qualificado ele será, e mais próximo da decisão de compra ele estará. 

E como gerenciar esse processo? É preciso utilizar uma ferramenta de Automação de Marketing, como o RD Station, por exemplo. Isso irá trazer inúmeros dados ao longo do fluxo de nutrição, se tornando instrumentos de análise para aperfeiçoar as ações, e obter melhores resultados.  

Agora, seja sincero comigo: você acha que as ações offline de Marketing, sozinhas, podem fazer isso por uma marca? 

É claro que as atividades tradicionais de marketing são relevantes, esse não é o meu ponto. Porém, elas possuem um fator limitante, que é o de não se aproximar tanto do público quanto no ambiente online. Atualmente, esse complemento de proximidade que a internet traz é fundamental, porque o mercado está cada vez mais exigente.  

Além disso, quanto mais informações você tiver sobre o público-alvo dos seus clientes, e o comportamento digital dele, mais otimizadas e assertivas serão, também, suas ações de marketing offline.  

E é assim que sua agência de publicidade pode se tornar uma parceira de resultados dos seus clientes.  

É muito trabalhoso chegar até aqui, mas é extremamente recompensador, porque seu negócio agregará ainda mais valor ao serviço que entrega. 

Acho que agora tudo ficou mais claro, não é mesmo? Mesmo assim, uma dúvida que pode surgir é sobre o valor a ser cobrado.  

Como calculo o preço desses serviços? 

Bom, se a falta de informação quanto a isso for uma dificuldade que você enfrenta, fique tranquilo que vou resolver essa questão agora.  

Antes de tudo, tenha em mente que os serviços do Marketing Tradicional e da publicidade têm valores muito diferentes dos praticados no mercado de Marketing Digital. 

Outra coisa: tudo vai depender da estrutura que você tem disponível, das ferramentas utilizadas, da demanda do cliente, e do tempo de trabalho dedicado a cada serviço. Não há uma fórmula pronta. Nunca há! 

Minha sugestão é buscar por uma consultoria que analise bem sua estrutura, os serviços oferecidos, e oriente uma referência de precificação com base nas experiências de mercado.  

O segredo do Marketing Digital é a mensuração! 

Em todos os serviços que descrevi aqui, ficou evidente que a mensuração de resultados é o que faz do Marketing Digital uma modalidade muito atraente para as marcas.  

Se sua agência de publicidade ainda não adotou essa prática, ou não dá tanta atenção para ela no momento, essa é a hora de repensar os planos.  

E vou repetir:  todos esses serviços que citei nesse texto perdem seu valor, se as métricas que eles proporcionam nunca forem analisadas. Ou seja, não basta fazer, tem que analisar, replanejar e refazer. Esse é o ingrediente que dá a liga em todo o processo.  

A Layer Up desenvolveu um e-book gratuito e completo sobre como o alinhamento entre marketing e vendas vai impulsionar seus resultados. Confira:

serviços de Marketing Digital

3 passos para aumentar a captação de alunos da sua instituição de ensino

Não dependa de indicações de ex-estudantes para a captação de novos alunos. É uma forma eficiente, porém fora do seu controle.

É claro que a indicação de pessoas que já estudaram na sua instituição de ensino é uma boa forma de captação de alunos. Porém, você nunca terá o controle dessa indicação, o que torna essa ação muito mais imprevisível. Isso não permite que você seja estratégico na hora de prospectar.

Como uma escola, você deve estar sempre preparada para tirar todas as dúvidas dos seus alunos, antes mesmo deles realizarem a matrícula. Para isso, a utilização do marketing digital será a chave para você conseguir responder às perguntas, antes mesmo delas serem feitas. Confira uma lista com 3 passos para você aumentar captação de alunos, utilizando ferramentas de Inbound Marketing para educação.

1 – Esteja presente onde seu aluno irá te procurar


Hoje em dia, quando você está procurando alguma informação específica, como horário de funcionamento de algum restaurante, filmes em cartaz no cinema perto da sua casa, ou  até mesmo o preço do último livro do seu autor preferido, é quase automático a procura na internet. E isso também se aplica na hora de buscar informações para realizar uma compra.

De acordo com a pesquisa Google Consumer Barometer 2016, 85% das pessoas realiza algum tipo de busca na internet, antes de adquirir um produto ou serviço.

Pense na quantidade de futuros alunos que estão, nesse exato momento, procurando informações sobre um curso que irão iniciar em breve. Eles devem estar pesquisando coisas como:

“melhor curso de inglês em SP”,
“mensalidade de graduação em Engenharia”,
“carga horária de curso preparatório para OAB”
“corpo docente das aulas de mecatrônica do SENAI”
“Posso parcelar minha pós-graduação no cartão de crédito?”

Independente da forma de pesquisar, essa pessoa ainda não sabe, e também não decidiu, todos os detalhes sobre seu estudo. É preciso disponibilizar em seu site conteúdos que tragam essas informações bem explicadas e que tenham uma linguagem personalizada, de acordo com seu público-alvo.

Além de um bom conteúdo, você precisa formata-lo de uma maneira que facilite a indexação do seu site nas ferramentas de busca, aumentando seu acesso orgânico. Para isso, fique atento às técnicas de SEO (Search Engine Optimization), como meta description, título em H1 e densidade da palavra-chave. Se você não sabe do que eu estou falando, calma! Confira uma explicação mais detalhada neste outro texto da Layer Up.

 2 – Utilize conteúdos já produzidos como materiais ricos


Uma forma de conseguir captar as informações dos visitantes do seu site, é a disponibilização de conteúdos para download. A ideia é criar materiais e solicitar algumas informações do visitante para que ele tenha acesso ao conteúdo, seja um e-book, white paper, webinar ou infográfico. Isso é feito com a criação de uma Landing Page e um formulário para download. Nesse formulário, você pode solicitar as informações que precisa, como nome, e-mail e telefone, tornando esse visitante em um Lead.

Como uma instituição de ensino, tenho certeza que você não irá sofrer com falta de conteúdo para ser trabalhado. Confira abaixo lista com conteúdos que podem ser reutilizados como material rico:

a. Provas antigas ou testes online para o aluno fazer exercícios

Uma boa maneira de chamar a atenção na internet, hoje em dia, é a utilização de testes e provas online. Essa é uma boa dica para segmentar melhor os alunos, conseguindo oferecer o curso ideal para cada perfil, dependendo do resultado obtido com as respostas.

b. Slides usados em sala de aula
Aproveite as apresentações utilizadas em sala de aula e formate-as em um PDF. Transforme esse conteúdo em e-books sobre determinados assuntos. Eles poderão ser usados como exemplo dos conteúdos aprendidos durante cada uma das aulas do curso, gerando maior interesse da pessoa. Você poderá disponibilizar essas apresentações em partes, abrindo espaço para uma conversa. Isso pode ser importante para adquirir novos alunos.

c. Artigos/artigos comentados
Disponibilize conteúdos produzidos em sala de aula, seja pelo professor ou pelos alunos. Além de ser uma forma de mostrar com exemplos os materiais que serão produzidos durante o curso, pode ser uma boa maneira de gerar interesse dos atuais alunos em divulgar ainda ainda mais a instituição em suas rede sociais.

d. Vídeos de palestras ou seminários
Muitas vezes, a imagem realmente vale mais do que mil palavras. Dar o acesso a vídeos e seminários, gravados ou ao vivo, são uma forma de gerar interesse do cliente pelo curso, visto que ele está à procura de uma experiência, e não de um simples produto.

3 – Mantenha contato constante


Você deve saber melhor do que eu que a compra no setor da educação não é feita por impulso. É uma compra programada e muito bem pensada. Ninguém decide e compra um curso no mesmo dia. Pelo menos, essa é a regra. É muito importante que a sua escola acompanhe esse Lead por todo o processo de decisão. E o Inbound Marketing pode te ajudar com uma ferramenta muito poderosa e conhecida: o e-mail marketing. Mais especificamente, você poderá criar um fluxo de automação de envio de e-mails para seus Leads, de acordo com a etapa da jornada de compra em que ele está.

Para criar esses e-mails, você deve se colocar no lugar do estudante à procura de um curso. Quais são as dúvidas e objeções que ele tem durante essa decisão? Quais informações são primordiais para que ele decida adquirir o curso? Crie pelo menos quatro e-mails, e automatize o envio deles, de acordo com a abertura do anterior. Dessa maneira, a captação de alunos será mais rápida na hora do contato com a equipe de vendas.

Analise e enxergue novas oportunidades de negócio

Em qualquer ação de marketing, a análise de resultados é tão importante quanto a produção dos conteúdos em si. Ao estudar o comportamentos dos seus leads, você conseguirá entender melhor qual o ciclo de venda do seu negócio, conseguindo definir mais assertivamente o tempo de duração da sua venda, ou seja, quanto tempo você deve investir em cada contato.

Além disso, você conseguirá analisar outros pontos que a sua instituição de ensino ainda não trabalha, e poderá encontrar novas oportunidades de negócio. Por exemplo, vamos supor que você tem recebido muitos acessos de pessoas no seu site com a busca: “curso de curta duração em sociologia”, mas você é uma universidade e oferece apenas o curso de bacharelado, com duração de quatro anos. Quem sabe você não possa montar um curso de extensão na área, durante o seu período férias? De acordo com a procura, você poderá abrir novas turmas, com a certeza de que existe um público-alvo a ser trabalhado.

E como colocar esses passos em prática?

Existem duas opções para tirar essas ações do papel. Na primeira delas, você deverá ter uma equipe interna de marketing formada por, no mínimo, três profissionais: um produtor de conteúdo, um designer e um analista. Caso sua área de marketing seja reduzida, será mais difícil acompanhar as ações simultaneamente, conseguindo produzir, publicar e analisar cada um dos materiais. Além disso, uma equipe interna estará muito mais focada em conteúdos sobre o produto, do que sobre toda a jornada de compra, visto que ele será um especialista no assunto. Isso pode tornar os materiais repetitivos.

A outra opção, é contratar uma agência de marketing  digital especializada. Ao optar por essa solução, você terá ações mais alinhadas, visto que a equipe estará mais integrada com todos os processos. Como a equipe da agência está diariamente mergulhada em produções de marketing, conseguirá trabalhar melhor todos os assuntos, desde o reconhecimento do problema, até o encontro da solução. Dessa forma, o seu conteúdo irá formar um funil de vendas, e o auxiliará na hora de fechar um contrato. Cabe a você apenas dar os direcionamentos das ações e acompanhar os relatórios mensais de resultados.

Ainda ficou com dúvidas sobre a utilização do Inbound Marketing para a captação de alunos? Então, deixe um comentário logo abaixo. Caso queira saber mais sobre a Layer Up e conhecer a melhor solução para a sua empresa, entre em contato conosco!


Escaneabilidade: técnicas para facilitar o entendimento do seu conteúdo

Sabe quando a gente está fazendo uma pesquisa, clica nos primeiros links do motor de busca e passa o olho pelo conteúdo para saber se ele é relevante ou não para nossa dúvida? Isso tem um nome: escaneabilidade.

Escaneamos conteúdos naturalmente, porque a internet fez nossos hábitos serem bem dinâmicos. Observe agora a sua tela! Com certeza você irá se identificar com uma das situações a seguir: estamos sempre com mais de uma aba aberta, consumindo conteúdos diferentes, atualizando nossas redes sociais entre um vídeo e outro…

Por isso, quem produz conteúdo deve usar algumas técnicas de escaneabilidade para demonstrar ao visitante logo de cara qual é o assunto presente no link. O objetivo também é fazê-lo entender o conteúdo mais rapidamente e, quem sabe, convencê-lo a ficar um tempinho a mais na página e no site.

Usando as técnicas de escaneabilidade o texto fica mais leve, a leitura se torna mais prazerosa e as chances de o leitor voltar ao site e se tornar um lead serão maiores .

Hábito de leitura

Você sabe qual é a nossa tendência de leitura online? Entender isso irá te ajudar a priorizar a informação ao longo do texto, para que a escaneabilidade seja mais certeira.

A tendência na internet é a leitura em F. Ou seja, começamos com uma rápida análise do primeiro parágrafo, de forma horizontal e, depois, vamos lendo apenas o princípio de cada parágrafo em uma leitura mais verticalizada.

Ao saber dessas dicas, você saberá como tornar o blog da sua empresa mais forte!

Vantagens da Escaneabilidade

Ao aplicar as técnicas de escaneabilidade no seu conteúdo, você gera diversas vantagens, tanto para o seu público, quanto para o seu cliente. Veja algumas:

Quais técnicas de escaneabilidade usar?

Dica final: Qualidade

Preste atenção e capriche na qualidade do seu conteúdo. De nada vai adiantar ter um texto correto do ponto de vista das técnicas da escaneabilidade, sendo que o conteúdo não é rico o suficiente para agregar à vida do leitor. Ele irá se frustrar e criará uma imagem ruim do seu site ou da sua empresa.

Na prática!

Aqui na Layer Up, a escaneabilidade é uma das regras obrigatórias na hora de criar conteúdos de qualidade para nossos parceiros. E como fazemos questão de utilizar as técnicas adequadas, já nos deparamos com cases bem interessantes!

Um exemplo é o Studio E+W Arquitetura. Quando iniciamos os trabalhos com estes parceiros, em maio de 2017, definimos que atuaríamos com um site otimizado em SEO, com campanhas em redes sociais e com conteúdo autoral, sempre construído com as técnicas de escaneabilidade.

O resultado foi surpreendente. Ao conferir as métricas do site no Google Analytics, vimos um salto nos números em um período de apenas 30 dias. Tivemos 40 vezes mais sessões, 37 vezes mais usuários e as visualizações das páginas cresceram  quase 3.000%! Tudo isso com um conteúdo excelente, apresentado na forma correta, com o investimento ideal.

Números muito significativos, não é? O aumento dessas métricas foi uma consequência da soma de esforços de se trabalhar com um público segmentado, de investir em campanhas e de criar conteúdos interessantes e tecnicamente corretos. E o efeito final foi uma expansão na taxa de retorno de visitantes.

Ferramentas


Se você utilizou todas, ou a maioria, das técnicas listadas acima é bem provável que o seu texto esteja 100% escaneável aos olhos do Google e do internauta. Mas caso você queira se certificar, existem algumas ferramentas que analisam o seu conteúdo sob este ponto de vista. Conheça:

O Yoast é um plugin do WordPress que analisa a escaneabilidade e o SEO do conteúdo produzido, em tempo real. Ele aponta quais são as melhorias que podem ser feitas no material para aumentar a qualidade, e também quais são os pontos fortes da sua criação.

Ferramenta ajuda você a detectar qual o nível de informação que seu leitor precisa ter para compreender bem o conteúdo oferecido. Quando o texto tem frases muito complexas, ele aponta que melhorias podem ser feitas.

Por meio do teste de Flesch-Kincaid, o Clarity Grader aponta o número de palavras por frase e a quantidade média de sílabas por termo. Assim, com a fórmula, é possível saber se o texto está difícil de ser lido.

Agora que você chegou até aqui já sabe como tornar o conteúdo do blog da sua empresa mais qualificado. Mas se restarem dúvidas, nos procure ou deixe sua pergunta nos comentários. Com certeza, iremos responder!
E se você quiser conhecer ainda mais sobre Inbound Marketing, que tal conferir outras dicas nossas aqui no blog?


Como aplicar marketing digital para empresas de educação

O que preciso saber para começar ações específicas de marketing digital para empresas de educação

Trabalhar com educação é, necessariamente, reinventar-se a todo momento. Não é para menos: as salas de aulas foram, aos poucos, expandidas para as telas de computadores e smartphones. Para competir com as distrações dos aplicativos, a didática dos professores precisou se tornar mais dinâmica e ágil. Ao pensar em fatores como esses, talvez fique mais claro por que investir em estratégias de marketing digital para empresas de educação. Ou, pelo menos, dar uma chance para entender como ele funciona.

Apesar de sabermos que o ensino é uma prática antiga, sabemos também que os alunos mudaram com a revolução digital. Isso se reflete na maneira de se colocar neste mercado. Afinal, segundo o Ministério da Educação, das 3,3 milhões de matriculados no ensino superior de 2003 a 2013, um terço escolheu o EAD (Ensino à Distância).

Com tudo isso que falei até agora como parâmetro, não dá para ignorar a importância de ações direcionadas ao digital. São uma alternativa interessante se você quiser expandir o seu público de alunos. Ou melhor: se você quiser se comunicar com o novo perfil de alunos no ensino brasileiro.

Quer saber mais sobre esse universo? Venha que explico tudo tim-tim por tim-tim para você desmistificar conceitos e apostar com tudo no marketing digital para empresas de educação!

Mas antes, quero mostrar uma pesquisa da Resultados Digitais em que participaram 230 instituições de ensino sobre o panorama do Marketing para esse nicho:

Agora sim, vamos começar!

Por que funciona tanto aplicar ações de marketing digital nessa área?

Quem sabe eu consiga responder a essa pergunta invertendo os papéis. Quando você quer adquirir um curso, independentemente de que tipo seja, qual a primeira coisa que você faz?

Provavelmente, você pesquisará por cursos do tema no Google. Entrará em diversos sites de diversas empresas e terá um tempo de reflexão até se decidir pela compra. Talvez, você pode preferir um curso oferecido na modalidade on-line, já que tem uma rotina corrida e, assim, conseguirá conciliar as aulas ao seu dia a dia.

E esse tempo de pesquisa e decisão pode demorar dias, semanas, meses e até mais.

Percebe todo o caminho percorrido? Isso porque, diferente de outros produtos, quando se trata de Educação, a compra não é feita por impulso. Você avalia o preço, as condições de pagamento, os dias e horários de aulas, o tempo total de curso, quem são os professores…

Se você trilhou este trajeto, é muito provável que o seu público também o faça!

E este momento é a sua oportunidade de mostrar a autoridade da sua marca. Como? Produzindo e compartilhando conteúdos relevantes!


Preciso deixar claro que tudo que falarei aqui se trata do chamado inbound marketing. Caso não tenha familiaridade com essa área do marketing digital, sugiro que você leia antes este post.

Mas como fazer?

Se você chegou até aqui, certamente tem interesse em saber como colocar em prática ações de marketing digital para empresas de educação. Pois bem, vou trazer os pontos que consideramos aqui na Layer Up imprescindíveis para o sucesso de nossos clientes quando se trata de atração e relacionamento de Leads (caso queira saber mais sobre este assunto, pode ler este post aqui).

Produção de conteúdo estratégico

Não posso deixar de começar pelo carro-chefe de empresas de educação: o conteúdo. Digo isso porque, naturalmente, você, ou quem está à frente do negócio, trabalha diretamente com professores, palestrantes, orientadores ou profissionais que têm em sua rotina a transmissão de conhecimento.

Esse é exatamente o princípio de trabalho do marketing de conteúdo, área do marketing digital que explora o conteúdo estratégico, pensando em um público-alvo e em suas etapas de jornada até a compra de um produto ou serviço.

E como isso funciona na prática?

Vamos supor que você tem uma faculdade voltada para especialização de empresários. Possui tanto aulas tanto presenciais quanto on-line, e o seu corpo docente é formado por profissionais de renome na área. Apesar de serem reconhecidos no mercado, querem expandir e atrair novos alunos, mas não sabem ao certo por onde começar.

Quais seriam as saídas para esse caso? Devo dizer que depende de qual seja o curso em questão. Se estamos falando de uma pós-graduação, por exemplo, o conteúdo será um aliado e tanto para sanar as dúvidas de potenciais alunos e convencê-los positivamente a se matricularem.

Da mesma maneira que o exercício de se colocar no lugar do aluno, é preciso pensar no que ele vai procurar durante este período de pesquisas. E é aqui que o seu conteúdo estratégico entra! Por exemplo: no seu site, o interessado pode baixar um e-book sobre o que considerar na hora de se matricular em uma pós-graduação.

Certo, isso não fala diretamente da sua empresa, mas é ela quem está se colocando como autoridade a escrever sobre o assunto. Nesse caso, o conteúdo, além de ser relevante para quem está na busca por uma especialização, auxiliará você a captar novos leads e formar uma base de contatos engajados no seu negócio.

Lembre-se: no marketing o conteúdo é uma valiosa moeda de troca. Isso vale também no marketing digital para empresas de educação.

Relacionamento com Leads

Mais do que atrair novos contatos, também é importante saber como reter quem já foi seu aluno. E isso, trazendo para as ações de marketing digital, equivale a pensar em e-mails marketing para divulgar novos cursos ou eventos e ter um feedback direto.

Outro exemplo, agora pensando em uma empresa de cursos para concursos. Um aluno terminou suas aulas para uma prova. Por que não enviar um e-mail automatizado para saber como ele foi? Ou, caso haja novas turmas, informá-lo em primeira mão? Nós, enquanto consumidores, gostamos da sensação de exclusividade e de atenção que uma marca podem nos oferecer. Use isso a seu favor!

Crie identificação e interação pelas mídias sociais

Aproveite os canais das mídias sociais para tornar seu público ainda mais engajado na sua marca. Isso vale quando a empresa é uma universidade, uma escola de ensino básico ou profissionalizante, de cursos livres ou EAD.

Temos um cliente aqui na agência que ilustra isso muito bem: o CERS São Paulo (Complexo de Ensino Renato Saraiva). É franquia da rede CERS que oferece cursos on-line e presenciais voltados para o exame de OAB e diversas áreas de concursos públicos. Seu time de professores, bem conhecido nas redes sociais, possui perfis ativos, com bastante engajamento.

Quando temos um curso para divulgar, sabemos que os alunos querem todas as informações possíveis (data, valores, horários, corpo docente e por aí vai). Por isso, nem pensamos duas vezes: colocamos os próprios professores para falarem do assunto.

Não por acaso, ao publicarmos vídeos deles no Facebook, o CERS registra um alcance considerável em publicações orgânicas. Ao fazermos impulsionamentos, temos um CPC (Custo por Clique) baixo. A lógica é simples: estamos falando com quem tem interesse no assunto e isso, naturalmente, gera engajamento.

O checklist do marketing digital para empresas de educação

Você já sabe do que se trata e do que você pode fazer pelo seu negócio. Mas ainda assim pode surgir a dúvida: por onde começar? Por isso, criei uma lista para ajudá-lo nesta missão!

✓ Comece pelo planejamento. De nada adianta começar a produzir sem ter traçado metas e estipulado objetivos. Também é importante analisar tudo o que a sua concorrência faz e que pode servir de norte para suas ações. Se quiser saber mais sobre planejamento de marketing digital, leia aqui.

✓  Crie conteúdos: planejou? Agora é hora de executar! Crie uma rotina de sempre alimentar seus canais digitais e um cronograma de publicação para todos seus conteúdos (textos do site, blog posts, notícias da área, novidades na empresa).

✓ Invista em impulsionamentos: o conteúdo é a nossa moeda de troca, certo? Mas como faremos com que ele chegue ao nosso público no meio da enxurrada de informação nas mídias sociais (Facebook e Instagram, por exemplo) e no próprio Google?

Fica difícil não pensar em investir em anúncios com base em uma segmentação para suas campanhas. Falamos bastante sobre esses grandes canais aqui.

✓ Tenha um site completo: isso significa textos otimizados para SEO, páginas explicativas dos cursos oferecidos, do corpo docente, da sede da empresa (ou do canal de contato, em caso de empresas de cursos on-line e EAD)… Todas as informações necessárias que ressaltam a credibilidade e autoridade da sua empresa!

Gostou das dicas? Se ainda restar dúvidas, deixe seu comentário.
Se quiser conversar conosco sobre marketing digital para empresas de educação ou conhecer mais o nosso trabalho aqui na Layer Up, entre em contato!


Criação de sites: quais passos seguir?

Está na hora de mostrar a cara da sua empresa na internet, mas você não entende nada de criação de sites? Sem pânico. Estou aqui novamente para te ajudar.

É importante entender que um site é o cartão de visitas de uma empresa. Por meio dele é que sua equipe é apresentada, a história da empresa é contada, onde seus valores e objetivos são mostrados e, principalmente, este será o espaço em que todas as soluções que você oferece serão explicadas.

Já falei aqui no blog que é indispensável ter um site. Mas afinal, quais passos são necessários para seu desenvolvimento?
Com base no nosso dia a dia aqui na Layer Up, vou contar tudo sobre o processo de criação de sites agora!

Domínio e hospedagem

Talvez esses sejam os itens que mais aparecem nas buscas por “criação de sites“. E não é para menos, pois eles são passos essenciais que você mesmo deve fazer para que os registros sejam feitos no seu nome.

Você tem dois caminhos para contratar um domínio:
– Pelo site do Registros BR
– Pela própria empresa de hospedagem que escolher (Hostgator, Locaweb, Go Daddy, etc.)

Se você não domina o assunto, o mais indicado é seguir a segunda opção, pois dessa forma o domínio contratado já estará com todas as configurações necessárias.

A hospedagem é necessária para colocar seu site em funcionamento e para variadas funções, como a criação de e-mails profissionais a partir do seu domínio. A mensalidade geralmente fica entre R$10 e R$30.

Cuidados fundamentais para a criação de sites

() Preste atenção: desenvolver um site vai além de colocá-lo “no ar” com um punhado de informações.
É preciso trabalhar diversas frentes para que ele seja funcional, esteticamente bonito e dinâmico. Aqui na Layer Up, costumamos sempre focar no chamado UX (User Experience), ou seja, na experiência do usuário e como ele vai caminhar dentro do site.

Alguns dos fatores mais importantes nesse caso são:

Layout

Visualmente o site precisa ser agradável e transmitir a identidade do negócio.

Há empresas cujo conteúdo principal são as imagens, como uma produtora de vídeo, ou um estúdio de fotografia, por exemplo. Já em outros casos, o importante é ter uma interface simples, fácil de ser assimilada e com o conteúdo reunido somente na home.

Há como comprar templates prontos para essa finalidade. Hoje há muitos sites que oferecem layouts idealizados para determinados perfis de negócio.

→ Uma dica: para conferir as possibilidade de temas prontos, você pode acessar sites como o Themeforest.
E tem mais: seja qual for o formato escolhido, é importante que o site tenha otimizações de programação para que não seja pesado.

Por que?

Atualmente os usuários possuem pacotes de dados oferecidos pelas operadoras de telefonia celular, por exemplo, e utilizam bastante o smartphone para acessar a internet. Se o site for pesado, além de acabar com o pacote de dados, o usuário ficará limitado durante a navegação.

Além disso, ninguém gosta de ficar muito tempo esperando um site carregar. Não é mesmo?

https://giphy.com/gifs/o5oLImoQgGsKY

Linguagem

Com quem sua empresa conversa?
É com um gestor de uma empresa de tecnologia, ou com os pacientes de uma clínica veterinária?

A linguagem tem que ser acessível para seu público. Você deve conhecê-lo muito bem para fazer as adaptações necessárias.

Esse estudo indicará qual é a Persona que você aplicará no conteúdo do site, ou seja, quais características sua empresa assumirá para conversar com o público-alvo, seja no tom do texto, ou na escolha de termos utilizados.

Site responsivo

Pense no usuário e estude seu comportamento. Depois disso, molde seu site para melhor atendê-lo.

Pensando nisso também, vale o alerta: todo site tem que ser responsivo e, assim, ter versões pensadas para mobile (smartphones e tablets).

E como saber se um site é responsivo?

https://giphy.com/gifs/web-design-b2CD0Qrq2ulwY

Basta encolher a tela no próprio computador e analisar como os elementos se comportam.

– Pode ocorrer apenas uma adaptação, sendo que os mesmos elementos são mantidos na tela reduzida, sem mudar de tamanho; ()
– Ou os itens, como o menu e slides informativos, podem ser alterados para versões mais compactas, que sejam de fácil leitura, o que prova que o site é mesmo responsivo. ()

SEO e a criação de sites

O famoso SEO tem que ser aplicado no seu site. Expliquei tudo sobre esse assunto  .
É essa prática que fará a indexação no Google. É preciso fazer um estudo para entender quais são as melhores palavras-chave para seu negócio e incluí-las nos textos e títulos presentes no seu site.

→ Dica: se você optar por montar seu site por meio do WordPress, utilize um plugin (programa que permite otimizar recursos para o site) chamado Yoast, que tornará a aplicação de palavra-chave muito mais fácil. Caso optar por outro formato de desenvolvimento, como HTML, saiba que será necessário aplicar o SEO com códigos, então é melhor contar com um profissional de programação.

Vou explicar melhor sobre WordPress e HTML daqui a pouco.

Etapas da criação de sites

Agora que você conhece os cuidados que precisa tomar para criar seu site, vamos para as etapas práticas.

1º etapa – Briefing

Uma reunião de briefing para esclarecer quais objetivos se buscam atingir com a construção do site é primordial. É esse alinhamento que dará um norte para os próximos dois passos.

2ª etapa – Site Map


Com um briefing detalhado, é possível estruturar um bom Site Map, que é a estrutura que lista todos os elementos que estarão presentes no site: home, sobre, contato, serviços, etc. A agência ou freela que estiver responsável por essa etapa, irá se encarrega de organizar esse processo e encaminhar para aprovação do cliente.

3ª etapa – Wireframe


Após a aprovação do Site Map, chega a hora de “desenhar” o site. É para isso que serve a etapa de Wireframe, um rascunho bruto do layout sugerido. Concluída e aprovada essa parte, seguimos para os processos técnicos.

“Tecniquês” da criação de um website

Antes de explicar quais são as possibilidades técnicas da construção de um site, vou mostrar aqui as linguagens mais populares no mercado.

Provavelmente você já ouviu essas siglas e palavras, mas ficava curiosos sobre os significados. Aproveite para matar essa curiosidade agora.

HTML

Ao acessar a home de qualquer site, é fácil identificar blocos de texto, certo? Pois esse é o código HTML em ação.
Quer um exemplo?

No Facebook, encontramos botões com os dizeres “criar uma publicação”, ou ainda lemos no topo da página algo como “pesquisar no Facebook”. Tudo o que for texto, como indiquei aqui, é HTML.

CSS

Se o HTML é referência para texto, o CSS é o que dará cor e estilo.

Barras coloridas, caixas de texto com tamanhos específicos, botões estilizados… tudo isso surge no site graças ao código CSS. No exemplo do Facebook, é com o código CSS que o topo da página e os demais botões são azul.

Javascript

O Javascript nada mais é do que uma espécie de animação que ocorre sem que seja preciso recarregar uma página do site.
Um exemplo simples para descomplicar:

Vamos supor que você está navegando por um blog de gastronomia e, quando rola a tela, aparece um pop up (pequena janela que abre no navegador em cima de determinada página) com um botão para você se inscrever e receber novidades.

Essa é a ação do Javascript, pois o pop up aparece e você pode fechá-lo sem que a página precise ser recarregada.

WordPress

O WordPress é uma plataforma de desenvolvimento de site, que atualmente é uma das mais fáceis de ser administrada.
Com essa ferramenta, é mais fácil montar um site, pois não é preciso mexer na programação. Toda informação já é puxada automaticamente de um banco de dados.

Front-end

O front-end é justamente como se chama a parte estática do site, formada pelo texto, pela estilização e pelo Javascript.

Back-end

O back-end atua como se fosse um motor. Ele é a segunda parte do desenvolvimento, responsável pelo funcionamento das ações do site.

Quando você cria seu texto e insere em qualquer plataforma, por exemplo, o caminho natural é clicar em “postar”. Nesse momento, o “motor” será ativado e o texto irá para um banco de dados. Quando você recarregar a página em questão, essas informações serão puxadas desse banco de dados e aparecerão publicadas.

Esse conjunto de ações é o back-end.

PHP

Você deve estar se perguntando “qual elemento é responsável por carregar as informações para o banco de dados durante a ação do back-end?”.

Seu raciocínio está certo. Tem mesmo um item que faz isso. É o chamado PHP.

No momento de “postar”, que comentei aqui em cima, as informações vão para o banco e são puxadas pelo PHP, o qual inclui esse texto na tela, de forma dinâmica.

Resumindo…

Há duas formas para a criação de sites:

Dentro desse universo, é importante esclarecer que a forma mais simples de criar um site atualmente é pelo WordPress, principalmente porque ele é gratuito e open source, ou seja, é um modelo de desenvolvimento com licenciamento gratuito.

Isso porque essa plataforma foi criada por uma comunidade, que inclusive é aberta para receber novos códigos e programas.
→ Vantagem: com esse modelo de desenvolvimento, é possível contar com as inúmeras informações e tutorias disponíveis na web, fornecidas por membros dessa comunidade.

Outro cenário é quando se usa somente HTML, CSS e Javascript para a criação de um site estático, que se baseia somente em texto, cores e animações simples. Apesar de ser uma estrutura mais enxuta e com pouca variação de funções, é preciso ter conhecimento de programação para a execução.

Caso você queira desenvolver um site dinâmico, que necessita de interações como formulários e publicações, também é necessário implementar o PHP. Mas vale lembrar que essa é uma técnica complexa e por isso é indispensável o trabalho de um programador.

O processo para um e-commerce é o mesmo?

Quando se trata de criação de sites para e-commerce é preciso contar com o suporte de algumas ferramentas específicas.
São elas:

Woo Commerce

O Woo Commerce é uma opção utilizada na plataforma WordPress. Trata-se de um plugin gratuito que lê imagens de produtos e preços, e permite a inserção de um botão de compra.

É uma ferramenta gratuita, muito simples e atende bem micro e pequenas empresas.

Vtex

A Vtex é uma plataforma paga, cujo investimento é válido para empresas maiores, com alta demanda. Isso porque ela tem mais funcionalidades que o Woocommerce.

O que já colocamos em prática na Layer Up

Gostamos de desenvolver sites editáveis, para que o cliente possa trocar títulos, acrescentar novas informações, sem depender 100% da agência. Isso porque acreditamos que o trabalho tem que ser dinâmico para o cliente e seria injusto mantê-lo dependente somente do nosso suporte por um tempo prolongado.

Se você já passou por isso, sabe do que estou falando.
Pensando nisso e com o foco em oferecer o melhor para cada perfil de negócio, nós trabalhamos com os processos que expliquei aqui e já conseguimos resultados bem legais.

Projetos que a Layer Up desenvolveu:

Ao todo, foram mais de 140 projetos de desenvolvimento de sites, e abaixo destacaremos alguns:
Portal RDV – Start Up de tecnologia
Grupo Viceri – Empresa de Transformação Digital em Tecnologia
Mingrone Iluminação – Grandes projetos de Iluminação
Galunion – Consultoria em FoodService
Eico New Cosmetic – Produtos de beleza
Unique – Start Up de tecnologia
CP Design – E-commerce de Lustres
Fernanda Coxta – Influenciadora

Mulheres da Terra


Um exemplo é o site do documentário Mulheres da Terra. Aqui foi feito um trabalho do zero, ou seja, 100% baseado em programação. Ele é dinâmico, moderno, conta com muitas imagens que retratam o intuito do projeto, que é resgatar os saberes ancestrais femininos presentes no mundo todo.

Studio E+W Arquitetura


Um projeto que foi feito a partir de um template já desenvolvido, foi o site do Studio E+W Arquitetura. Esse cliente conta com uma equipe jovem e um modelo de negócio projetado para envolver o público-alvo em todas as etapas dos projetos.
O site precisava transmitir esse conceito e por isso ele é bastante dinâmico. O ambiente virtual também conta com elementos leves e destaca o portfólio da empresa. Com a customização bem planejada e executada, foi possível atingir o objetivo.

Ficou mais fácil de entender o processo de criação de sites? Se quiser saber mais sobre isso e entender qual é a melhor opção para seu negócio, conte conosco! É só entrar em contato e detalhamos tudo para você.
Até a próxima!


3 razões para sua empresa de tecnologia investir em Inbound Sales como modelo de vendas

É sempre um desafio escolher um modelo de vendas adequado, principalmente quando o setor em questão é o de tecnologia.

Entre os vários modelos de venda existentes hoje, um que casa perfeitamente com empresas desse mercado é o Inbound Sales, estruturado na abordagem de leads gerados via Inbound Marketing.

No setor de tecnologia, as vendas costumam ser mais complexas e, geralmente, não acontecem de forma impulsiva, como é o caso de produtos de consumo (roupas, sapatos e acessórios, por exemplo).

A escolha do principal modelo para basear a estratégia de vendas influenciará diretamente no sucesso e crescimento da empresa.
Veja, a seguir, 3 motivos para sua empresa investir nesse modelo de vendas:

1. Otimizar o funil de vendas

Fazer com que os Leads avancem rapidamente no funil de vendas é um benefício muito interessante do Inbound Sales, afinal, o ROI (retorno sobre investimento) chega aos cofres em prazos menores.
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Mas como a mágica acontece? Leva-se em consideração que o prospect, ao receber o contato da equipe de Inbound Sales, já reconhece o potencial da empresa para resolver seus conflitos. O reflexo disso nas vendas é enorme! Basta fazer a seguinte análise: o que acontece quando você recebe uma ligação de telemarketing, oferecendo um produto que nunca foi de seu interesse e você não faz ideia como conseguiram o seu contato?

A probabilidade de compra do produto é remota, visto que a empresa o contatou com base nos métodos outbound. Isto é, sem atraí-lo para as vendas. É como receber uma oferta de seguro de veículos sem ao menos ter um veículo.

Por outro lado, como há uma série de indícios que confirmam o interesse do lead pelo assunto  — ele acessou conteúdos a respeito, consultou o preço do produto, etc  —, o contato não será encarado como um transtorno.

Em outras palavras, a equipe de vendas consegue uma oportunidade de interagir com um lead aberto ao diálogo. Logo, as chances de a argumentação resultar em venda são exponencialmente maiores!

2. Diminuir o custo de aquisição de clientes

Também conhecido como CAC, o custo de aquisição de clientes é uma métrica importante no Marketing Digital, pois ajuda a mensurar quanto a empresa está gastando para conquistar um novo cliente.
inbound sales_2
Essa informação permite que o gestor tome decisões estratégicas com mais eficiência e consiga planejar meios de otimizar os investimentos.

É claro que, tratando-se de custos, quanto menor for o valor de CAC, maiores os lucros em cima de cada venda.
Por exemplo, se uma empresa tem um produto de R$500 e gasta R$600 pela aquisição do cliente, sairá no prejuízo. Em contrapartida, se ela gasta R$ 200 para vender o mesmo produto, suas estratégias estão trazendo um retorno favorável!

Mas de que forma o Inbound Sales contribui para a redução do CAC? A abordagem do Inbound Sales é inteligente. Portanto, costuma ser bastante certeira e personalizada. O fator crucial para diminuição do CAC é a forma como os leads são nutridos. As ferramentas de automação prestam um auxílio e tanto!

Nesse sentido, o time de vendas tem um papel importante a cumprir. Este papel é conhecer melhor os leads e o modus operandi de cada um deles.

O grande triunfo da abordagem inteligente é que o prospect se sente muito mais à vontade para dialogar, negociar e aceitar os argumentos dos vendedores. Os vendedores, por sua vez, não utilizarão scripts, truques ou a famosa linguagem de apelo comercial.

Foco na busca orgânica

Outro ponto que merece destaque é a ênfase na aquisição de clientes por meio da busca orgânica. Iisto é, sem gerar custos por cliques (CPC) em anúncios e outros meios em que a visita ao site gere custos.

À medida que a inteligência de mercado, as estratégias de SEO e o Marketing de Conteúdo surtem efeito, o CPC dos anúncios é reduzido, impactando diretamente o CAC.

Portanto, os resultados de busca orgânica, que segundo estudos são responsáveis por 51% do tráfego, têm papel fundamental para o Inbound Sales diminuir consideravelmente os custos de aquisição de cliente.

3. Ter previsibilidade e ganhar escala

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Quando se trata de “crescimento”, é comum nos depararmos com especialistas prevendo e sugerindo soluções para preparar a pessoa (ou empresa) para os impactos da mudança.

O Inbound Sales também é capaz de proporcionar essa previsibilidade ao seu negócio. Isso porque as métricas utilizadas são muito claras e precisas.

Pode-se ter uma noção exata de quantos vendedores devem formar a equipe de Inside Sales para dar conta dos Leads que tendem a surgir, por exemplo. Isso é possível devido às análises feitas em cima das taxas de conversão do funil de vendas.

Entretanto, as previsões não acabam por aí! Como a eficácia das ações pode ser medida rapidamente, sua empresa terá em mãos informações valiosas a respeito dos leads. Assim, permitindo a elaboração de estratégias que funcionam melhor.
Isso significa que os envolvidos obterão informações de tendências e comportamento dos clientes, podendo estimar o aumento nas vendas.

Vale salientar que não estamos nos referindo apenas a previsões em médio e longo prazo. Identificar aspectos importantes para suas ações pontuais também é algo que o Inbound Sales pode fazer por você.

Se sua empresa possui uma equipe de Field Sales (vendas de campo), é muito vantajoso poder selecionar os atendimentos com maior potencial de sucesso, por exemplo.

A boa notícia é que as práticas de Inbound Sales podem ser integradas a processos como esse. Em poucas palavras, o vendedor só agendará uma reunião quando o lead estiver pronto para as vendas. Assim, economizando tempo, dinheiro e esforços.

Com isso, concluímos que, além da previsibilidade, o Inbound Marketing facilita o processo de escala para que a empresa conduza melhor as tarefas dos profissionais de vendas e marketing.

Agora queremos saber de você! Ficou convencido de que investir em Inbound Sales é uma ótima solução para sua empresa em diversos sentidos? Deixe o seu comentário!

A Resultados Digitais é uma empresa que tem como objetivo ajudar empresas de todos os portes a entender e aproveitar os benefícios do Marketing Digital, conseguindo assim resultados reais e permanentes para seus negócios. Temos um software completo e integrado para gestão de Marketing Digital. O RD Station permite gerenciar em uma única ferramenta todas as funcionalidades cruciais para desenvolver a melhor estratégia de Marketing Digital possível!


Facebook Ads: saiba como ter resultados

Facebook Ads não é uma ferramenta nova do marketing digital, mas para fazer campanhas de sucesso dentro dessa plataforma é preciso entender como ela funciona.
Sempre ouço os mais variados relatos de empresários sobre a experiência no Facebook, especialmente com o Facebook Ads, e entre eles há até algumas frustrações, como:

“Criei uma página, mas ninguém interage.”

“Sempre impulsiono meus posts, mas não alcanço o público que gostaria.”

“Já gastei muito com anúncios e não tive resultados, não acho que o Facebook Ads funcione para minha empresa.”

Se você se identificou com alguma dessas afirmações, tudo o que peço é para ter calma e começar do zero.

Antes de excluir o Facebook Ads do Marketing do seu negócio, considere ler esse post para entender por qual motivo as ações não tiveram sucesso até agora e descobrir o que precisa ser feito para mudar esse cenário.
Você não vai se arrepender!

Ok, mas por que o Facebook Ads é tão importante atualmente?

Simplesmente porque a plataforma do Facebook é uma das que mais coleta dados dos usuários.
Não que ela seja exclusiva, já que isso outras redes sociais também fazem.

Mas o caso aqui é que o número de usuários é muito alto, o tempo de permanência na rede também é expressivo e o nível de detalhes registrados é impressionante.

Só uma coisa: os números não mentem. O próprio Facebook confirma:

As pessoas realmente prestam atenção nessa rede, não é mesmo?

Bom, agora falando sobre os detalhes coletados…
Além de poder trabalhar com as informações captadas no cadastro (idade, sexo, local de nascimento, cidade onde mora, contato, etc.), o sistema dessa rede social ainda se baseia nas páginas mais visitadas pelos usuários, entende quais são os temas de interesse, o perfil comportamental e o que se busca por ela.

Por exemplo, se em uma conversa pelo Messenger você citou a palavra “camiseta” várias vezes, o “robô” do Facebook, vamos dizer assim, entenderá que você tem interesse nesse item e fará a conexão com os conteúdos dentro desse tema.
A grande questão para quem irá anunciar é saber como mostrar para essa rede social que você quer atingir exatamente esse usuário que busca por uma camiseta.

Onde estou errando?

É difícil dizer qual é o erro, pois cada caso tem suas particularidades. Mas sei de uma etapa essencial para a criação de campanhas, anúncios e impulsionamento de posts no Facebook Ads que gera bastante confusão: a segmentação.

Quando se acessa a ferramenta, o fato de poder criar um anúncio com a “orientação” do próprio Facebook faz tudo parecer muito simples e fácil.

Mas é aí que mora o perigo. Aplicar uma segmentação é difícil e um tanto quanto trabalhoso.

As pessoas normalmente focam no público que elas querem atingir e acabam se esquecendo de registrar também quem elas precisam excluir, para de fato fazer um filtro e segmentar.

Quem já mexeu na plataforma viu que há um espaço de “interesses” para ser preenchido. O que pouca gente nota é que há também como “excluir” e/ou “limitar” um público.

Esse conjunto de ações precisa ser muito bem pensado, estrategicamente definido e muito assertivo.
Um erro nessa etapa e a campanha irá consumir todo o budget investido sem apresentar nenhum retorno.

Na prática é mais ou menos assim…

Vamos imaginar que um mercado de produtos orgânicos e com apelo vegetariano, situado no bairro de Pinheiros, em São Paulo, queira divulgar um serviço inovador de consultoria durante a compra.

É de conhecimento do empreendimento que o público em questão tem uma renda mensal de sete mil reais, idade entre 20 e 36 anos, mora na região e, em sua maioria, é de solteiros.
Para isso, a segmentação no Facebook Ads pode definir esses parâmetros e também incluir interesses como:

Feito isso, é hora de refinar o filtro. Para especificar bem o público, você pode excluir:

Ok, não é exatamente assim que aparece na plataforma, porém esse é só um exemplo para ilustrar um pouco do raciocínio que se deve ter.

É claro que antes disso, há muitos mais detalhes para descobrir sobre o público-alvo e também é preciso analisar bem os indicativos que o Facebook Ads vai apontando ao longo do processo.

Mas quero reforçar aqui que é muito importante pensar não só em quem você quer atingir, como também nas pessoas que não precisam visualizar seu anúncio, pois estão fora do perfil.

Isso tudo funciona para o Instagram?

A mesma plataforma de criação de anúncios do Facebook Ads é utilizada para veicular as campanhas no Instagram também.
Mas essas redes sociais têm perfis diferentes. Tome cuidado! No Instagram, o usuário costuma navegar sem interrupções, com foco na inspiração visual.

Será mesmo que seu público quer sair do seu perfil e visitar seu blog, ou seu e-commerce?

Sugiro fazer um teste sem investir um valor muito alto. Se não funcionar, considere focar somente no Facebook, pois assim você não gastará verba em uma rede em que os resultados não são satisfatórios.

Para cada cliente da Layer Up, uma solução

Na prática, é tudo uma questão de análise estratégica. Aqui na Layer Up, temos dois exemplos bem legais de como a segmentação é decisiva para obter bons resultados.

Sempre priorizamos a divulgação de promoções e eventos, e isso tem funcionado muito bem com a CERS, empresa especializada em cursos online, e com a Pousada Morada do Arquiteto (já falei um pouco sobre esse cliente aqui).

Cliente 1

No primeiro caso, o público-alvo são estudantes que prestarão concursos públicos das áreas jurídica, fiscal, ou administrativa, ou o exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), já que os cursos são com essas temáticas.

Para divulgar a promoção de cursos e eventos, como as aulas especiais com revisão de conteúdo (o famoso “aulão”), os posts são impulsionados tanto na página oficial da CERS, quanto na página do professor que irá ministrar a aula, por exemplo.


Como a instituição e os professores já são bastante conhecidos na área do direito, isso já dá bastante visibilidade. Mesmo assim, para otimizar o engajamento, é preciso investir no impulsionamento ou em campanhas.

E para cada ação, há um planejamento de mídia. Ou seja, criamos uma estratégia para atingir o público correto. Por exemplo:
Se a campanha é para divulgar um curso com foco em Advocacia Pública, não adianta selecionar nos “interesses” o termo “concurso público” e não excluir as demais áreas que não estejam relacionadas ao direito.

→Vale ressaltar: Nesse caso ainda, o engajamento costuma ser bastante expressivo e nos dedicamos bastante na segmentação. Mas esse não é o único fator de importância. Tem mais! Um fato bacana desse case é o baixo custo das campanhas e vou aproveitar para contar uma dica bacana para vocês.
O que determina como e o que vai ser gasto do seu orçamento é o tipo de campanha que você escolhe, ou seja, qual a finalidade dela.
Por exemplo, é possível definir como seu objetivo:

Esses são somente alguns dos objetivos oferecidos pela plataforma. Há outras opções.

E para cada finalidade dessas, o Facebook estipula também uma forma de cobrança. Se você optou por aumentar o tráfego do seu site, por exemplo, é possível ser cobrado pelo clique no link, ou pelo número de impressões, ou seja, quando um determinado número de visualizações do anúncio for atingido, ocorre a cobrança.

Em resumo, a forma que você quer que seu anúncio impacte nas pessoas é o que vai definir o lance que será feito.

É esse conjunto de ações que permite que o budget das campanhas seja bem aproveitado.
Todos esses conceitos estão presentes nas estratégias dos nossos clientes, pois o foco é otimizar da melhor forma o valor investido, obtendo sempre o máximo resultado.
 

Cliente 2

Já na Morada do Arquiteto, que fica em Caraguatatuba, o foco é a divulgação de eventos que ocorrem na cidade e também de pacotes para feriados.

Aqui, o que vale é sempre fazermos as ações na hora certa, para que a pousada fique lotada nas datas de maior movimento na região.

O filtro então define interesses como:

E a partir dessas definições seguimos com a exclusão dos perfis que fujam do público esperado.

Com as campanhas cada vez mais segmentadas, o efeito é cada vez mais positivo. Foi assim com a divulgação do pacote para o feriado do Dia do Trabalho, por exemplo, que gerou compartilhamento, interação e uma taxa de reserva excelente.

 

Em resumo, a segmentação certa no Facebook Ads traz…

Viu como é importante saber exatamente quem deve ser atingido, qual o objetivo da sua campanha e como aplicar essa segmentação?

Sem isso, as questões que comentei lá no começo do texto podem mesmo ocorrer.
O ideal é contar com a ajuda profissional para que toda campanha, anúncio ou impulsionamento de post seja bem elaborado, segmentado e feito no tempo certo.

Bom, se tiver alguma dúvida sobre esse tema, já sabe, é só deixar aqui nos comentários.
E se quiser conhecer mais sobre a Layer Up, acesse layerup.com.br, ou fale conosco!


O que é Mídia Programática?

O nome pode parecer algo complicado e longe do seu dia a dia, mas você com certeza precisa saber o que é Mídia Programática

Já passou o tempo em que a principal opção para divulgar produtos e serviços era ligar para o responsável do “comercial” para negociar um espaço publicitário na revista, ou no jornal, ou ainda no site de um veículo de imprensa. E quem deu um jeito nessa história foi a tal de Mídia Programática.

Ela é o retrato perfeito do avanço da tecnologia. Atualmente, é também o braço direito do Marketing Digital.
Não sabe do que estou falando? Tudo bem. Esse nome assusta à primeira vista, mas a ideia é muito simples.

Vou descomplicar para você. Vamos lá!

Como funcionava a compra e venda de mídia

Antes de falar especificamente sobre o que é Mídia Programática, vou fazer um mini flashback e relembrar qual era o principal caminho percorrido pelo anunciante – seja este a empresa como compradora, ou a agência que fazia essa intervenção para um empreendimento.

Funcionava mais ou menos assim:


Reconhece essa cena? Por alguns anos essa foi uma conversa muito comum durante a compra e venda de anúncios digitais.

As apostas eram feitas com base em pesquisas rasas, normalmente no público-alvo de um veículo da imprensa e somente com base nos números de visualizações ou visitas do site.

Muito bem, agora que você está bem sintonizado podemos chegar na Mídia Programática, que mergulhou nesse sistema que apresentei agora e preencheu um punhado de lacunas, trazendo muitas melhorias.

Então, Mídia Programática é…

A Mídia Programática chegou para trazer um nível de informação mais detalhado, dar autonomia ao anunciante, executar tarefas de forma automática e, claro, agilizar todo o processo de Marketing Digital.

Ela é revolucionária porque permitiu que qualquer empresa, de qualquer tamanho, tenha a possibilidade de anunciar para seu público-alvo.

Esse conceito deu tão certo que, segundo o diretor de Data e Ad Effectiveness da Interactive Advertising Bureau – IAB, utilizar plataformas de automação para o planejamento, execução e otimização de compra de mídia já está muito próximo de ser considerado o “novo normal” para os estrategistas de digital.

Ou seja, basicamente, o que ocorre agora é que se tornou indispensável utilizar uma ferramenta de automação que simplifica todo o processo de compra de anúncios digitais, os quais são muito poderosos em termos de entrega de resultado.

Aqui vai um vídeo rápido com um resumo do que falei até agora:

É natural querer que sua marca esteja imersa nesse universo nesse mesmo segundo, mas tenha calma. Antes de tudo é recomendável ter mais algumas informações.
Pode seguir a leitura que vou ajudar você nessa missão.

Ferramentas de Mídia Programática

Agora que você já sabe o que é a Mídia Programática, vou mostrar os caminhos pelos quais ela pode percorrer.
Aqui estão as ferramentas que dão suporte para a execução de estratégias de campanhas e anúncios.


Google AdWords

Falei inúmeras vezes de Google AdWords aqui no blog e claro que essa plataforma não poderia ficar de fora dessa lista. É muito comum relacionar anúncios digitais com “aparecer no Google”. De fato, o AdWords ajuda no posicionamento, mas dentro da

Mídia Programática a função que destaco é a de segmentação para impactar um público muito específico na hora da busca.


→ Mais um detalhe: O Google conta com uma rede de sites parceiros. Qualquer pessoa pode ter um site e disponibilizar um espaço nele para o Google preencher com mídia.  Então, quando você anunciar, poderá conferir uma lista de sites que são acessados por um público com um perfil que lhe interesse. 


Redes Sociais

O Facebook é uma das redes mais famosas e conta com um banco de dados muito volumoso. O anunciante pode utilizar a plataforma do FacebookAds para segmentar uma campanha e direcioná-la para um público específico. Essa rede social então trabalha com as informações fornecidas e atinge o público selecionado dentro de sua base.

O mesmo processo ocorre com o Instagram, já que o Facebook comprou essa plataforma em 2012 e utiliza até mesmo uma única plataforma para a criação de anúncios.


→ Não se esqueça: o LinkedIn e o YouTube também são canais muito interessantes para atuar com Mídia Programática.


Waze

O Waze tornou-se um espaço excelente para anunciar, principalmente por contar com a função do GPS, o que ajuda a rastrear possíveis clientes nas proximidades.
mídia programática Waze
→ Exemplo: aplicamos essa tática para nosso cliente Morada do Arquiteto, em Caraguatatuba, e foi um sucesso. O usuário que busca por uma pousada na cidade é impactado pelo anúncio e consegue visualizar o caminho para o empreendimento.


OutBrain

Essa é uma ferramenta de recomendação de conteúdo. O que você compra por essa plataforma é um espaço de conteúdo.

→ Exemplo: sua empresa tem um blog e você costuma divulgar seus posts em suas redes sociais. Nesse caso, o OutBrain oferece novos canais de divulgação, já que você pode cadastrar um anúncio do seu conteúdo na plataforma e ela automaticamente exibirá esse material em um site que atinja o público-alvo segmentado por você, como uma recomendação para o internauta.


Criteo

O Criteo é uma plataforma parecida com o OutBrain, mas ela é focada em mídia display e banners, e não na recomendação de conteúdo. Essa é uma forma de divulgar seu anúncio até mesmo internacionalmente, já que a ferramenta possui uma rede de sites parceiros, que soma 16 mil Publishers no mundo todo.

Bart Simpson Internet GIF - Find & Share on GIPHY

→ Dica: alguns segmentos não passam pelas restrições do Google AdWords. É o caso da indústria de bebidas alcoólicas, já que é proibido divulgar esse tipo de produto por lá. No Criteo não há restrições para esse tipo de situação e o anunciante encontra uma solução alternativa para investir.


 

Estratégia, criação, um clique e ação!

Esse é um dos momentos que mais amamos aqui na Layer Up: a prática. Falar sobre o desempenho da Mídia Programática quando está em ação é empolgante porque os resultados geralmente surpreendem.
Claro que para chegar nesse sucesso é preciso:

Assim você terá boas chances de alcançar ótimos resultados. Isso ocorreu com um cliente da Layer Up, por exemplo.
A CERS, empresa especializada em cursos online, precisava aplicar uma nova estratégia de marketing e comunicação, e entre as atividades previstas estava o investimento em campanhas em rede de pesquisa e display.
→Resultado:

Com a estratégia adequada e o acompanhamento da campanha, que conta com otimizações diárias, o ROI mensal ultrapassou 1000%.

Isso mostra que a aplicação da Mídia Programática pode determinar um salto exponencial para sua empresa. Ao contar com um time dedicado e especializado no assunto, os resultados provavelmente superarão a expectativa.

Parece difícil, mas não é

Embora a Mídia Programática traga uma série de facilidades ao anunciante, é sempre importante contar com a ajuda de uma agência, ou de profissionais especializados para que as aplicações técnicas estejam sempre corretas e para que atinjam o melhor desempenho possível.

Mesmo assim, muitos empresários acabam até se assustando quando encontram siglas em relatórios, ou escutam dezenas de nomes estrangeiros em reuniões para apresentação de estratégias, por exemplo.

Por isso vou clarear as ideias para você, afinal, aqui na Layer Up deixamos os clientes sempre muito bem informados sobre os passos de cada projeto.

Preparei um pequeno glossário com os termos e siglas mais comentados dentro da Mídia Programática. É só rolar a tela!


CPC

O Custo por Click nada mais é do que a cobrança do anúncio no ato do ‘clique’ do internauta. Ou seja, se a mídia for apenas visualizada, nenhum valor será cobrado. Já falei sobre o uso estratégico do CPC aqui no blog.


CPA

Quando sua empresa possui vendedores comissionados, ou adota o Marketing de Afiliados, por exemplo, o CPA se aplica.
Essa sigla significa Custo por Aquisição, que é quando há uma conversão de venda e o anunciante então paga a comissão.


ROI

Essa é fácil! O ROI (Return on Investment) é o famoso Retorno de Investimento, que você já deve ter ouvido falar.

Ele é a métrica mais esperada pelos empresários: o valor de retorno que se teve em relação ao de investimento, sendo esse um resultado positivo, ou negativo.

A expectativa é sempre que ROI seja satisfatório e ultrapasse a soma dos gastos com a compra de mídia, claro.


RTB – Real Time Bidding

Esse é um conceito importante. Ele é o responsável por trazer o diferencial de maior destaque da Mídia Programática: a segmentação.

Um anúncio digital, exposto na home do portal de notícias UOL pode ser visto tanto por uma senhora de 60 anos, quanto para um rapaz de 22, certo? Com a base de dados utilizada no sistema RTB, a marca pode utilizar o mesmo espaço no portal, mas direcionar um anúncio específico para cada público. Genial, não?


Mídia Display

Aqui não tem segredo.

Quando ouvir falar em Mídia Display lembre-se imediatamente da palavra interação.

É um modelo de anúncio que permite vários formatos – vídeos, animações, sons, etc – e que também promove a interação do público com a publicidade.


O que já existia no Marketing por meio de telas interativas expostas em totens espalhados por shoppings, por exemplo, agora possui versões online em sites, redes sociais, sites de busca, entre outros espaços.

Essa evolução chegou também nas métricas. Hoje uma Mídia Display pode ter a atualização de resultados em tempo real, por meio das plataformas de automação que apresento logo abaixo.

Publisher é a empresa que oferece os espaços para anunciantes. Esse grupo normalmente é formado por sites informativos e grandes blogs.

Algum palpite para essa sigla?
Demand-side Plataform, uma plataforma responsável por segmentar o público de um anúncio. É por ela que o anunciante definirá o perfil do cliente e também estipulará o valor de investimento disponível.

Para encontrar as pessoas correspondentes ao perfil, a DSP se conecta sempre a uma Ad Exchange.
Um exemplo de DSP é a própria plataforma do FacebookAds.

Literalmente essa é a ponte entre o Publisher e o anunciante.

Trata-se de uma empresa que funciona como uma rede de conexões entre diversos sites e que disponibiliza esse inventário para que as agências e os anunciantes possam fazer a compra de mídia. Simples assim.

O Criteo, que citei lá no começo, é um exemplo.

Esse é mais um elemento de conexão. É conhecida como Ad Exchange a ferramenta utilizada para fazer a intermediação entre o Publisher e a DSP, publicando as campanhas de mídias programáticas. De forma, o processo de compra e venda de mídia online fica mais fácil, por conta da sua base de dados.

SSP é a sigla para Sell-side Plataform. Trata-se de uma plataforma que fornece o inventário do Publisher para as Ad Networks e Ad Exchanges.

A análise desses dados é feita em tempo real e assim a SSP busca as praças do mercado que são mais interessantes para o Publisher.

A Data Management Plataform centraliza todas as informações das páginas de um site, ou rede social, por exemplo. É por essa plataforma que se tem números como os de acesso, interações, visualizações, perfil da audiência, etc.

O exemplo aqui é o Google Analytics.
Quero mostrar em um esquema bem simples como essas peças se encaixam e formam o ecossistema da Mídia Programática:

Espero que depois desse post, a Mídia Programática deixe de ser um tema complexo e torne-se um conceito que faça muito sentido para você e sua empresa.

Caso você ainda tenha dúvidas, pode entrar em contato conosco, ou deixar um comentário aqui embaixo que eu respondo. Aqui na agência estamos sempre prontos para atender você.

Aproveite para conhecer um pouco mais da Layer Up navegando pelo nosso site!


Guia de como criar e-mail marketing

Todo mundo recebe, mas poucas pessoas sabem como realmente enviá-los. Chegou a hora de falar sobre criar E-mail Marketing!

Antes que você comece a ler esse post sobre criar e-mail marketing, vou fazer um pedido: tente lembrar quais os e-mails que estão na sua caixa de entrada. (ok, pode dar uma olhada rapidinho lá, mas volte aqui depois!)
Lembrou?

Provavelmente, entre mensagens do trabalho, ou de amigos, há alguns e-mails de empresas e serviços com as quais você costuma interagir. E se essas mensagens permanecem na sua caixa de entrada, essas marcas atingiram o objetivo e conquistaram sua atenção.

Não é preciso um longo discurso para provar que o criar e-mail marketing é importante. Um exemplo prático muito simples como esse já ilustra bem. Mas é necessário deixar alguns pontos bem claros para que sua empresa também tenha sucesso ao adotar essa prática.

Então, mantenha o foco nas próximas linhas e acompanhe junto comigo as dicas para ter uma estratégia de e-mail marketing invencível.

A arte da personalização

O que faz do e-mail marketing uma boa prática é seu potencial de personalização da comunicação.
Só o fato de ser um canal de comunicação direta, em que o seu cliente receberá uma mensagem em sua caixa de e-mails, e não em um anúncio genérico de televisão, por exemplo, já é um ponto positivo.

Para usufruir dessa oportunidade e obter bons resultados, é preciso prestar atenção na linguagem, no tipo de conteúdo e na segmentação do público.

O usuário tem que sentir que sua marca está mesmo dialogando com ele, como um amigo faz normalmente.
Com as táticas corretas para criar e-mail marketing, uma empresa de qualquer tamanho pode personalizar os envios e atingir o público-alvo, aumentando as chances de conversão de vendas.

É por isso que vou descrevê-las agora!

6 táticas infalíveis para criar e-mail marketing

Tática nº 1 – Lista orgânica, sempre!

Além de ser algo inconveniente, a compra de listas de e-mails é ilegal. Portanto, sempre monte uma base de contatos orgânica. Para fazer isso você pode:

– Reunir os contatos dos clientes;
– Consultar sua rede de relacionamento;
– Captar os e-mails por meio dos formulários de Landing Page (falo sobre isso aqui).

Esses são exemplos muito comuns e que fazem com o que o próprio usuário disponibilize os dados de contato. Inclusive, utilize sempre o opt-in (mecanismo que conta com uma call to action em um botão, o qual confirma um cadastro), que é a indicação de que o usuário aceita receber o conteúdo.

Quando estiver com a lista pronta, adote uma política anti-spam, ou seja, tenha o cuidado de não disparar muitos e-mails frequentemente.

→ Alerta: não compartilhe sua lista com ninguém, afinal, isso seria muito desrespeitoso e invasivo com quem se dispôs a fornecer o e-mail para sua empresa.


Tática nº 2 – Mostre quem você é e o que faz

Quando falei em política anti-spam, acabei inserindo um tema de extrema importância. Além da frequência de disparos, é preciso ser muito claro com o usuário.

Por exemplo: você já recebeu um e-mail de uma empresa desconhecida, com promessas de desconto em um produto “x”, sem nenhuma descrição do que se trata exatamente e com uma mensagem bem genérica, e pensou “hum… isso tem cara de spam…”?
Pois é, conteúdos engessados, com frases que lembram as repetidas por robôs em mensagens eletrônicas, que não apresentam bem um produto e muito menos a marca, podem não só cair no spam como também fazer com que o usuário nunca mais queira abrir um e-mail seu.

Lembre-se sempre de:


Tática nº 3 – Quanto mais segmentado, melhor

A segmentação é a alma na hora de criar e-mail marketing. Para ela surtir efeito, é necessário seguir alguns critérios:

Se você já passeou bastante aqui pelo blog, já sabe que esses itens fazem parte da maioria das estratégias de Marketing Digital aplicadas aqui na Layer Up.

Mas elas terão uma aplicação diferente na hora de criar e-mail marketing. Vou dar dois exemplos de como a segmentação atua a partir da análise desses itens.

Exemplo 1:
Seu negócio é um e-commerce de moda e com o final do verão é hora de liquidar os biquínis. Sua marca tem presença nacional.

Como você sabe que tem público em Fortaleza e também em Porto Alegre, e nas duas cidades as consumidoras acessaram bastante os produtos de moda praia, surge a dúvida:

Como divulgar essa promoção para as duas regiões, se em uma delas as temperaturas seguirão mais altas e na outra os termômetros já começaram a baixar o indicador?

É só segmentar seu público e criar duas campanhas diferentes, que casem com os interesses de cada perfil de consumidora.

A compradora de Fortaleza pode continuar a curtir a praia com um biquíni novo e barato, já a consumidora do sul, que pretende passar as férias no Nordeste, pode aproveitar a promoção para garantir um look diferente para a viagem.

Essa é a magia do e-mail marketing!

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Mandar uma mensagem personalizada, interativa e direta para variados públicos, ao mesmo tempo, respeitando os interesses de cada grupo e aumentando as chances de conversão de venda.

Exemplo 2:
Agora vamos imaginar que seu negócio é B2B. Sua empresa oferece um software de gestão de recursos humanos que facilita o trabalho de gestores de pessoas em grandes indústrias.

Sua segmentação pode ser por cargo, ou seja, somente o gestor de pessoas receberá seu conteúdo. Nesse caso, sua empresa pode:

Enfim, são inúmeras possibilidades. O importante para qualquer empresa é saber com quem falar e o que falar.


Tática nº 4 – Seja interessante

Depois de segmentar o público e entender o que oferecer para ele, pense em como deixar o e-mail interessante.
Não adianta escolher uma promoção para divulgar e mandar um texto enorme (), cansativo e sem nenhuma imagem. Você não terá sucesso assim.
O E-mail Marketing tem que resolver o problema () do seu Lead para que, a partir do conhecimento da solução, ele siga a jornada de compra.
Sempre que possível leve informação para o aprendizado do usuário (). Também abuse da criatividade ao usar imagens, vídeos, ou até mesmo conteúdos que sejam divertidos () – se seu público não for muito formal.
Por fim, evite ser repetitivo (). Dê um tempo para seu cliente respirar e não sufoque ele com dezenas de e-mails.


Tática nº 5 – Ajuste a linguagem

Seja:

→ Objetivo
→ Amigável
→ Claro

O e-mail tem por essência a comunicação rápida e direta, mas sempre em uma linguagem mais amigável. A não ser que seja uma troca de mensagens em um ambiente formal de trabalho, o tom predominante é o diálogo.

Sua marca pode – e deve – respeitar isso. Comece logo pela definição do assunto do e-mail. Utilize o nome do usuário, mostre que você tem uma novidade para contar para ele, chame a atenção e prove que seu conteúdo vai valer uns minutos de leitura.

Se seu Lead costuma acessar a internet no horário comercial e sua marca é mais informal, mande uma mensagem divertida no final do dia para que ele relaxe e simpatize com sua marca.

Você também pode conversar com ele contando algumas dicas relacionadas com seu produto, ou serviço. Ou se adequar a uma situação rotineira.

Como?

Assim Imagine que você tem uma clínica estética. Você pode disparar um e-mail às 17h50 para seus clientes frequentes com o assunto: “Massagem pela metade do preço para compensar o dia corrido“.


Seu cliente já conhece sua marca e gosta do seu serviço. Se ele ler essa frase convidativa no final de um dia super agitado de trabalho, no mínimo vai querer abrir para saber do que se trata. Um tom amigável vai deixar ele mais satisfeito ainda.

Bom, segure esse exemplo na mente porque ele vai servir para nossa próxima tática. Olha só!


Tática nº 6 – Diga quais são os próximos passos

No exemplo anterior, deixei subentendido um desconto na massagem, certo?

O usuário abrirá o e-mail buscando mais informações. Ele confirma que realmente se trata de um desconto, que será aplicado em sessões de segunda à sexta, a partir das 18h.

E que tal um vídeo mostrando a técnica de massagem? É uma boa opção para ilustrar como é o tratamento. Ok.

Mas e depois, o que ele tem que fazer para conseguir esse desconto?

Esse é um passo que, por incrível que pareça, muitos esquecem e deixam passar batido. O usuário precisa entender quais são os próximos passos.

Como ele efetua a compra?

Isso é simples de resolver. Na hora de criar e-mail marketing, você pode inserir um botão com uma call to action indicando que é só clicar e preencher um formulário para conseguir o desconto e seguir as instruções do site, ou que direcione para a compra online de um voucher.


Dicas práticas para criar e-mail marketing

Além de todas essas táticas, ainda tem alguns detalhes para você prestar atenção.

Vou dar algumas dicas rápidas e práticas para você acertar não só na estratégia, como também nas questões técnicas. Anote:

– Use HTML e não imagens (quando você usa uma imagem só, como um bloco de informações, há chances dela não ser carregada e você perde a oportunidade de passar a mensagem)
– Coloque texto alternativo nas imagens
– Colocar as call to actions direto no código CSS e não na HTML
– Use elementos que remetam a identidade visual da marca
– Revise os textos e acerte na gramática
–  Use modelos de e-mail marketing que se adaptem bem nos aparelhos móveis
– Não usar spammy words (palavras que são identificadas por servidores como spam e que não chegam na caixa de entrada do seu cliente, ou Lead)
Aliás, aqui vai uma pequena lista com as palavras que são a cara de spam:

E-mail marketing é eficiente

Diante de tantas possibilidades, posso afirmar que criar E-mail Marketing é muito eficiente. Aqui na Layer Up sempre buscamos aplicar essa ferramenta, principalmente, para otimizar o relacionamento do público de cada cliente nosso.

Com uma lista orgânica e segmentada, e a comunicação personalizada, nasce uma relação importante tanto para a marca, quanto para o próprio consumidor.

Se relacionar é muito bom para ser lembrado, ser visto, gerar oportunidades que eram frias e estão mais quentes.

Não importa se seu cliente potencial pensa em efetivar uma compra somente no próximo ano. Até lá, converse com ele, mostre que seus serviços são de confiança e que se encaixam perfeitamente no que o usuário precisa.
Estar sempre próximo permite que você também esteja entre as opções do cliente na hora da compra.

O e-mail marketing é uma ferramenta que serve para o curto prazo, mas que se revela brilhante em ações de longo prazo.

Inclusive, ele é o primeiro passo no relacionamento com o cliente. Após iniciar o envio de e-mails, é preciso pensar no Fluxo de Automação de Marketing, mas esse já é assunto para um próximo post.

Por enquanto, espero que essas dicas todas tenham sido muito úteis para você e o incentivem a criar e-mail marketing para o seu negócio.

Se ainda tiver alguma dúvida, compartilhe aqui nos comentários ou fale conosco.

Ah, aproveite para conhecer um pouco do trabalho da Layer Up pelo layerup.com.br Até a próxima!


Por que o Google Analytics faz toda diferença?

Conhecido por quase todos que lidam com ações de Marketing Digital, mas pouco familiarizado. Vamos falar de: Google Analytics!

Ele é famoso, mas nem sempre amado. É muito útil, mas há quem desconfie de sua atuação. É o mecanismo que considero primordial ao se ter um site. Eis o Google Analytics!

Essa é uma ferramenta simples e de fácil acesso, mas que ainda conta com a rejeição de alguns empresários pelos mais diversos motivos.

Se você acha que o Google Analytics não tem muita serventia para seu empreendimento, talvez mude de ideia ao chegar ao final desse texto.

Tenho muita coisa para falar sobre a plataforma que chegou há mais de dez anos no mundo online e tem se mostrado atemporal, provando sua eficiência contínua.

Quer saber os motivos? Vem comigo que vou te mostrar os porquês!

Preciso mesmo instalar?

Uma das primeiras perguntas que costumo fazer quando um cliente procura os serviços da Layer Up é: o Google Analytics está instalado?

Ela está na lista de questões básicas por dois motivos:

Primeiro – é extremamente importante atrelar o site de uma empresa, ou o blog, a uma conta do Analytics, porque isso fará toda diferença na estratégia de Marketing Digital.
Segundo – mesmo que seja importante, ainda há quem pense que por ser gratuita essa plataforma não fornece dados corretos, ou que as métricas não importam, ou ainda que não teria tempo de acompanhar a ferramenta quando lançou o site e ficou por isso mesmo. Esses são mitos que levam ao grande erro de não aderir a esse mecanismo.

O Google Analytics é uma plataforma DMP (Data Management Plataform) como expliquei aqui, capaz de gerar relatórios eficientes de forma automática, em tempo real, e que oferece diversas possibilidades de análise, ajudando a melhorar o posicionamento de sua marca no mercado.

As ferramentas de análise são inúmeras. É possível:

Esses são apenas alguns exemplos de como obter estatísticas relevantes com o Analytics. A seguir, você saberá exatamente o que ele pode fazer pelo seu negócio e quais são seus benefícios.

No dia a dia, como o Google Analytics me ajuda?

Com o Google Analytics, é possível ter informações muito valiosas para sua empresa. Vou citar alguns exemplos para ilustrar melhor como essa ferramenta pode te ajudar.

  1. Termômetro de aceitação

Ao fornecer dados como tempo médio em que o visitante fica no website,a ferramenta ajuda você a entender se o site está, ou não, bom por um indicar muito simples: quanto tempo as pessoas ficam no seu site.

Normalmente, velocidade, dinâmica de navegação e conteúdo atrativo são elementos que transformam a experiência do internauta e aumentam a permanência no site.

Lembre-se: não adianta registrar quatro mil visitantes por mês e ter uma média de permanência de somente 3 segundos. Todas as métricas precisam estar com bom desempenho, de forma harmoniosa.

  1. Bússola para erros e acertos

O Google Analytics pode assumir a função de uma bússola para sua empresa e indicar qual é a melhor direção a seguir. Se a página de determinado post de um blog tiver pouco acesso, pode significar que o tema não despertou o interesse do público.

Mas se os números forem um sucesso, que tal desenvolver mais opções de materiais sobre o mesmo assunto e melhorar a divulgação?

Anote: O conteúdo tem sempre que estar alinhado com o perfil do público.

Google Analytics

  1. O caminho das pedras

Saber como os visitantes chegam até seu site é muito importante para entender como os canais impactam o seu público-alvo e se seus investimentos em divulgação estão valendo a pena.

Imagine que você investe em anúncios no Facebook e também no LinkedIn, mas 80% dos visitantes que acessam seu blog chegam pelo LinkedIn.

Será que vale manter o investimento no Facebook? Ou é melhor traçar uma nova estratégia? Dados como esse ajudam a decifrar qual o melhor trajeto para guiar seu futuro cliente até seu produto ou serviço.

O mesmo raciocínio vale para os demais meios de acesso, que podem ser:

O Google Analytics reúne todas essas informações em um indicador chamado Aquisição. O fato de unir essas possibilidades de fonte em um relatório único, agiliza muito seu processo de análise.

  1. Quem são eles

O perfil dos visitantes pode ser mais facilmente desenhado com a ajuda do Analytics. Não só pelos dados indicados pela plataforma que mostrei aqui nesses itens, como também por apresentar de quais regiões os visitantes são, se estão na sua cidade de atuação, ou até mesmo em outro país.

Saber quem é seu público, com informações detalhadas, é hoje como encontrar o mapa do tesouro. Siga as pistas fornecidas pela plataforma, crie a Buyer Persona e chegue até a conversão de venda.
Google Analytics

 

Principais indicadores

Além de reforçar aos clientes Layer Up que não devemos abandonar o Google Analytics e que temos de manter uma rotina de acompanhamento, costumo apresentar dois indicadores que considero essenciais. São eles, principalmente, que guiam nossa metodologia de análise.

Aqui estão:

Público-alvo

Já falei que essa plataforma revela informações importantes sobre o perfil do público, como os registros demográficos. Mas ainda há outros dados muito legais que merecem atenção:

Alguns esclarecimentos:

*A taxa de rejeição ocorre quando se abre apenas uma página do seu site. Olha a explicação do próprio Google:

“No Google Analytics, a rejeição é calculada especificamente como uma sessão que aciona uma solicitação única ao servidor. Isso ocorre, por exemplo, quando um usuário abre uma única página do seu website e, em seguida, sai sem acionar outras solicitações ao servidor do Google Analytics durante essa sessão.”

**Para quem tem dúvidas sobre o que é uma “sessão” dentro do Analytics, aí vai uma explicação rápida.
Segundo o Google, esse número é medido com base no acesso e retorno do usuário. Se uma nova visita ocorreu em maio e no mês seguinte o usuário retornou, pode-se contar duas sessões. Por causa dessa frequência, o total de sessões supera o de usuários únicos.

Google Analytics

Comportamento

Na explicação sobre sessão, falei sobre frequência e esse é um item que tem bastante relevância aqui.
Seria interessante saber qual a porcentagem de novos visitantes dentro do total de sessões, certo?

Isso é uma realidade no Google Analytics, já que a ferramenta registra o IP do usuário, o que permite a identificação da frequência. Quem faz o acesso logado pelo Gmail também é facilmente reconhecido.

E qual é a importância de saber se há um novo visitante, ou se são sempre os mesmos?

Bom, tem alguns motivos para analisar esse comportamento. O primeiro deles é um tanto quanto óbvio. Se o objetivo é crescer e ampliar a carteira de clientes, constatar que novos visitantes estão chegando é sinal de que você está na direção certa.

Por outro lado, se seu site atinge sempre as mesmas pessoas, isso pode significar uma estagnação e a estratégia de comunicação precisa ser revisada.

Outra questão é entender se uma ação está surtindo efeito, ou não, afinal é possível comparar o “antes e o depois” pelo Analytics.

Com a implementação de atividades do Marketing Digital, por exemplo, é comum ver o percentual de novos usuários aumentar e o comparativo ajuda a medir o desempenho das campanhas.

Você dita seu tempo

A periodicidade de análise vai depender do perfil do seu negócio. O ideal para todas as empresas é que ao menos uma vez por mês os dados do Google Analytics sejam avaliados e levados em consideração na tomada de decisões.
Uma empresa que possui um material institucional em seu site, por exemplo, provavelmente terá um número de sessões mais baixo. Com pouca oscilação, é possível aumentar o intervalo de acompanhamento.

Já um portal informativo, reconhecido, que tem atualizações constantes, precisa de mais atenção.

Aqui na Layer Up temos o exemplo do blog Exame de Ordem, que tem em média mais de 10 mil sessões diárias. Nesse caso, é preciso dedicação constante, já que o desempenho de um tema factual pode superar as expectativas de acesso e é possível pensar em ações de divulgação em torno disso.

7 verdades sobre o Google Analytics

Depois de tanta informação, é bom sintetizar tudo o que apresentei aqui para deixar bem claro que o Google Analytics é, sim, muito benéfico para seu negócio. Por isso selecionei as seguintes afirmações verdadeiras:

Razões para usar o Google Analytics não faltam! Se você ainda ficou com alguma dúvida, deixe um comentário aqui embaixo.
Você também pode conhecer um pouco mais a Layer Up e entender como podemos te ajudar a melhorar o desempenho da sua marca no mercado, é só falar conosco.


6 dicas para destacar sua empresa no Instagram

O Instagram é a rede social do momento, provando que conteúdo visual veio para ficar.

Muitas marcas já estão ativas na rede social, tentando fazer parte desse sucesso. No entanto, nem toda empresa no Instagram tem um bom plano de ação, especialmente quando se trata de contar histórias, espalhar mensagens, atraindo um novo público que pode se relacionar.

Por isso, é hora de usar ativamente sua marca narrativa através do Instagram,  a fim de aumentar o seu sucesso digital. Se você está se perguntando “que tipo de conteúdo devo compartilhar?”, aqui estão seis dicas:

Seis dicas para sua empresa no Instagram

  1. Promoção com uma história

Mesmo quando você quiser promover o seu produto, isso tem que ser feito dentro de um contexto, não simplesmente exibir as imagens dele. Colocar o produto em uma definição diária permite que o seu público se conecte mais com ele e perceba de uma forma que também poderia ser usado por eles.

  1. Sua história real

Não tenha medo de uma eventual história ou lição sobre a sua marca. Como você começou? Qual é o seu objetivo? Qual é a sua cultura da empresa? Como você escolhe os novos funcionários? Qualquer coisa que possa ser narrada visualmente e fazer com que os usuários se sintam mais confortáveis ​​com você é mais do que bem-vinda.

Sempre certifique-se de que o seu conteúdo visual é consistente, com o objetivo de grande qualidade para cada imagem, apresentando cada um deles de uma forma que não possa ser ignorada. Você sabia, ainda, que o Instagram no momento possui mais usuários ativos do que Facebook e Twitter?

  1. Behind the scenes

É a hora para que os usuários aprendam mais sobre sua empresa, de uma forma que lhes dê uma sensação de exclusividade.

Pense nisso como caminho virtual. Instagram  pode ser usado como uma maneira de construir a antecipação para o lançamento de um novo produto/serviço, proporcionando teasers tirados diretamente do interior de sua marca. É uma maneira de fazer seu público se sentir parte da sua empresa, recompensando-os depois por sua lealdade.

  1. Fotos que os usuários possam relacionar 

Cada foto deve estimular uma resposta, criando uma conexão emocional entre você e seus usuários. Mesmo quando forem imagens simples, você precisa ter certeza de que sua mensagem é consistente e que você tem uma estratégia em mente a respeito do resultado de sua empresa no Instagram. Não basta postar lindas imagens sem um objetivo em mente. Elas apenas levam ao sucesso temporário, por isso é hora de se tornar mais estratégico.

  1. Conteúdo gerado pelo usuário

Às vezes os usuários são capazes de promover sua marca melhor do que você. Se conseguir convencê-los a se tornar parte de sua narrativa, então você obterá resultados impressionantes. Uma nova hashtag como parte de uma campanha permite que seu público compartilhe sua própria história, espalhe a sua mensagem e prove que as mídias sociais são, na verdade, a realidade social. Recompensá-los por partilhar as suas melhores fotos em suas próprias redes sociais e fomentar a discussão é uma boa prática.

  1. Vídeo

Instagram não é apenas sobre fotos, há também o recurso de vídeo que não devemos ignorar. Muitas marcas já abraçaram a rede, usando-a como uma forma de divulgar um novo produto, realizar um concurso, iniciar uma campanha, ou qualquer outra ideia criativa que se encaixa em apenas alguns segundos. Não subestime o formato de vídeos!

Há muitas maneiras de alavancar sua empresa no Instagram e contar a sua história. O importante é perceber que não há nenhuma maneira certa e errada de usar storytelling. Adapte as dicas acima para a sua marca e esteja  disposto a pensar em novas ideias.

Seja consistente em termos de qualidade. Muitos usuários irão verificar o perfil de uma marca antes de fechar uma venda ou serviço, simplesmente porque eles querem ter certeza de que aquilo está de acordo com seus próprios gostos.


Marketing Digital: o que é e como colocar em prática?

Tem dúvidas de como aplicar as ações de marketing digital na sua empresa? Nós explicamos tudo!

É raro encontrar alguém do ramo empresarial que não tenha ouvido falar em marketing digital.
De um lado, é fácil perceber o quanto essa modalidade de Marketing é importante atualmente, mas por outro há centenas de informações diferentes sobre o tema na internet e é difícil saber em qual delas acreditar.

Por isso fazemos o possível para que nossos clientes aqui Layer Up contem com nossa expertise e um método próprio para colocar em prática estratégias perfeitas para cada modelo de negócio.

E é por esse motivo também que vou aproveitar esse espaço aqui para contar tudo sobre o Marketing Digital, desde seu conceito até seus mitos e verdades, e ainda mostrar os caminhos para seu planejamento ter sucesso.
Pegue seu café, acomode-se e vamos começar!

O que é marketing digital?

Sua existência não é mais uma novidade, mas seu conceito ainda gera confusão. Afinal, Marketing Digital é usar as Redes Sociais para promover empresas? É usar a publicidade no meio on-line? Ou é uma forma de se comunicar com os consumidores?
Vou confundir ainda mais a sua cabeça: a resposta é sim e não.

O Marketing Digital de fato executa essas tarefas, mas não individualmente. É mais que isso. Ele engloba essas e muitas outras possibilidades com o objetivo de criar uma ponte entre a marca e o consumidor por meio da comunicação.

Em resumo, posso dizer que:

O marketing digital, de maneira geral, são ações nos canais digitais para estimular a comunicação, o relacionamento, o contato e a promoção dos seus produtos, ou serviços da sua marca para um público-alvo.

O marketing digital em ação

Você pode me dizer onde está sua marca quando o seu cliente realmente precisa dela? Ela tem que estar no campo de visão do consumidor.

Como? Vou explicar melhor.

Vamos pensar na seguinte situação: você programou um passeio de bicicleta com seus amigos para o final de semana. Mesmo que sua bike já esteja encostada na garagem há um bom tempo, você acha que ela está em boas condições e vai checar só um dia antes do passeio. Só então você vê que o banco da bicicleta se deteriorou com o tempo. Você vai desistir do programa de sábado?

Claro que não! É nesse mesmo instante que você saca o smartphone do bolso e busca por bons preços e uma loja próxima que tenha a solução para seu problema.

Bingo! Esse é o seu momento.

É exatamente nessa busca que sua marca, seu produto, ou serviço precisa saltar na tela e se encaixar como uma luva para o consumidor.

O Google chama essa situação de micro-momento, ou seja, aquele exato minuto em que o consumidor se vê diante de uma questão, algo como “qual o melhor preço?” ou “o que fazer em tal cidade?” ou ainda “onde encontro um banco para bicicleta no bairro tal de São Paulo?” e a resposta chega por meio dos canais de Marketing Digital, influenciando na decisão de compra.

“E é possível manter minha empresa presente nesse momento e ainda saber se atingi o cliente certo?”

A resposta para sua pergunta é: com uma boa estratégia, sim.”

Em tempos de consumidores omnichannel – aqueles que estão constantemente conectados nos mais diversos canais online – sites, redes sociais, e-mail, etc. -, seja pelo desktop, ou por um dispositivo mobile – o Marketing Digital é rei.

Ele traz inúmeras possibilidades de ações ao empresário, as quais se encaixam nas mais diversas necessidades.

Para ilustrar esse leque de opções, quero mostrar quais são os principais canais disponíveis hoje para participar da vida conectada do público-alvo.

Como sua marca chega ao seu público-alvo e vice versa

Toda informação precisa de um caminho para chamar de seu e assim chegar ao destino final. Com o Marketing Digital não é diferente. Ele depende de alguns canais para transmitir a mensagem certa, para a pessoa certa, na hora certa.

E os principais canais utilizados são:

1. Site

Esse pode ser considerado o centro de tudo. É indispensável ter um site, pois ele é a porta de entrada para o consumidor. É lá que estarão as informações da empresa, a história, a equipe responsável pelo trabalho executado, os contatos e o catálogo de serviços, ou produtos.

2. Redes Sociais

As ferramentas das redes sociais são algumas das mais famosas. Todo mundo já ouviu falar em posts patrocinados, por exemplo. Além de ser mais prático anunciar nelas, existe a vantagem de poder segmentar e direcionar a campanha para o público-alvo.
Vou usar quatro redes sociais para exemplificar:

3. E-mail marketing

É pelo e-mail marketing que você usará sua lista de e-mails para se relacionar com os Leads e mostrar novos conteúdos, lançamentos de produtos, promoções, entre outros, sempre direcionando o leitor para o site da empresa.

 4. SEO (Search Engine Optimization)

Essa é uma ferramenta bastante conhecida, responsável por otimizar o desempenho do site na busca orgânica, por meio de palavras-chave. Já falei sobre isso aqui.

5. Publicidade online

As campanhas de publicidades on-line podem levar o cliente ao site da empresa por meio de campanhas para divulgar promoções, ou para mostrar novos conteúdos em um Blog, por exemplo.

As ferramentas de publicidade on-line mais conhecidas são:

6. Landing pages

A Landing Page nada mais é do que a página em que o cliente “aterrissa” para adquirir algum material específico, como um e-book gratuito, e faz um cadastro prévio para poder seguir com o download. Tem uma explicação bem detalhada de como você pode criar uma aqui.


7. Ferramentas de automação

As ferramentas de automação permitem que tarefas como a Nutrição de Leads, criação de Landing Pages ou as análises de métricas sejam feitas de forma automática, com mais agilidade e praticidade, além de baixo percentual de erro.


8. Produção de conteúdo

É por meio da elaboração de conteúdo que seu cliente pode aprender sobre seu produto ou serviço, reconhecer um problema, encontrar uma solução e levá-la em consideração para efetuar uma compra.

O Blog é uma das ferramentas mais utilizadas para isso e pode ser o veículo perfeito para transmitir essas informações e orientar seu cliente no momento de tomada de decisão.

9. Nutrição de leads

Não adianta só identificar um Lead. Tem que manter o relacionamento e nutri-lo com conteúdo relevante, que redirecione para o site do empreendimento. Você pode ler mais sobre Leads aqui.

Todos esses canais criam um Ecossistema Digital, moldado em torno do website da empresa, que gera um fluxo de interação sistêmica entre eles.

Método Layer Up: sim, temos uma metodologia!

Agora que você conheceu um pouco mais sobre os canais mais utilizados no Marketing Digital, é importante saber que sem a construção de uma estratégia a presença on-line da sua marca pode virar um verdadeiro pandemônio.

Quando analiso o cenário de um cliente, costumo ter em mente que o Marketing Digital tem três layers, camadas essas que são fundamentais para chegar ao resultado esperado. Essa é praticamente uma fórmula que moldei e apliquei aqui na Layer Up.

Layer 1: Planejamento


Planejar é tão importante no empreendedorismo, quanto treinar é no futebol. Sem isso, não sai um bom jogo.

Na metodologia da Layer Up, costumo incentivar os empreendedores a definirem bem todos os pontos que permitem a operação da empresa: desde as conhecidas missão, visão, valores e a pesquisa de mercado, até a análise de concorrência, os objetivos estratégicos de curto prazo, a análise SWOT, quais os recursos financeiros e até mesmo a estratégia de Marketing.

Além disso, é preciso pensar a respeito de dois aspectos muito importantes. São eles:

1. Definição de público e estratégia comercial

2. Estratégias de comunicação

Nessa análise, aproveite para responder:

Ter essas definições bem claras ajudam bastante no desenvolvimento de um plano específico para o Marketing Digital. Para criar uma estratégia eficaz, o que deve ser analisado pode ser resumido por esse esquema:

Benchmarketing

Business case

Buyer personas

Plano de comunicação

Layer 2: Operação


É hora de partir para a ação!

Você se lembra dos canais mais utilizados no Marketing Digital, que citei aqui em cima?
Pois é, aí vai uma dica! Muitas vezes, o empreendedor entende que para ter resultado precisa usar todos eles e só assim fará parte da era digital. Não é bem assim.

O ideal é aproveitar o processo de Planejamento, nosso Layer 1, e entender quais canais vão realmente suprir a demanda da empresa.

Feito isso, é preciso entender qual a melhor forma de investir nos canais escolhidos e otimizar ao máximo o budget, para que se tenha um bom resultado, com custos justos e um bom retorno de investimento (ROI).

Layer 3: Análise e mensuração de resultados


Ok, chegamos em uma Layer mais profunda, já que ela permite a leitura dos dados colhidos durante a operação e a análise do Planejamento.

Será que é preciso mudar o caminho? As metas foram batidas? E a linguagem da comunicação, agradou o público-alvo?

Esse é o momento de abusar da praticidade dos relatórios gerados pelas ferramentas de automação e bater todas as informações com as expectativas descritas no início do processo.

Fique de olho: para ter sucesso em sua estratégia de Marketing Digital, essa é a camada que merece atenção redobrada! A Layer Up é tão detalhista quanto à análise e mensuração de resultados que até foi premiada pela RD Station pelas ótimas taxas de conversão nas Landing Pages dos seus clientes.

O que o marketing digital faz por você

Entre as vantagens do Marketing Digital posso destacar por experiência própria que essa é uma atividade capaz de:

Poderia criar uma lista imensa de benefícios, mas melhor do que isso é mostrar na prática.

Aliás, os cases que vou mostrar agora são a prova real de que é possível combinar os canais de comunicação de forma personalizada, ou seja, não é preciso usar todas as ferramentas de uma só vez.

Olha só os exemplos dos clientes Layer Up:

Pousada morada do arquiteto

Esse é um cliente da Layer Up que contou com um trabalho de otimização de SEO muito legal!
A fica em Caraguatatuba, litoral norte de São Paulo, e sempre contou com um site para fazer reservas e apresentar o local. Como o mercado de turismo já é bem conhecido e muito buscado pelo consumidor, não adiantaria nada gerar conteúdo para explicar aos clientes do que se trata o empreendimento, concordam?

Então nossa equipe buscou outras alternativas e fez ações de melhoria no site para SEO, com a escolha de palavras-chave importantes para o negócio, inclusive reforçando o nome da pousada, para que fosse bem indexado.

Também criamos campanhas com o Google AdWords e com o Facebook Ads. Outra ação foi o relacionamento com a base de visitantes feita por meio de uma Landing Page.

Quando o hóspede faz o check out, os proprietários da Pousada preenchem os dados cadastrais deles em uma Landing Page para eque eles depois recebam promoções, pesquisas e até informações sobre as redes sociais do estabelecimento. Tudo isso pelo e-mail marketing.

Foi essa ação, inclusive, que fez com que a Pousada Morada do Arquiteto se tornasse uma das mais avaliadas no TripAdvisor dentre todas de Caraguatatuba.

Todas essa atividades caracterizam o que chamamos de Out Inbound, pois elas não são focadas na produção de conteúdo para acompanhar a jornada de compra do cliente.

Clover.it

A Clover.it é especializada em softwares de segurando da informação. A empresa vende o programa e também presta consultoria para o cliente, até que se tenha domínio da ferramenta e todos aprendam a usá-la.

O que acho muito legal desse case é o fator “desafio” que ele apresenta. Esse caso é o oposto do que você viu com a Pousada Morada do Arquiteto. Não é nada fácil para o consumidor entender logo de início os termos e serviços de segurança da informação.

O que fizemos então?

Se você já pensou em conteúdo, acertou! Como o produto oferecido é mais complexo, é preciso fornecer ao cliente da empresa todo respaldo informativo possível. Isso significa abordar desde a explicação de termos técnicos e funcionalidades, até dicas para a escolha de fornecedores e sobre as normas do mercado para que o comprador esteja em compliance.

Então nossas escolhas de ferramentas foram:

Essas atividades já caracterizam o Inbound Marketing, tema que está bem explicado aqui.

Mitos e verdades no Marketing Digital

Vamos ver se você pegou os conceitos que falei por aqui. Nas frases abaixo, você consegue identificar o que é mito ou verdade?

1) “Já estou nas redes sociais. Não preciso de mais nada.”

 Mentira. Falei aqui da importância de se ter um site (é indispensável!) e também que é preciso avaliar quais canais são os mais adequados para atender a necessidade da sua empresa.

2) “No Brasil, 74% dos usuários de smartphones pesquisam por produtos na internet enquanto estão decidindo o que comprar numa loja física.”

 É verdade. Essa, inclusive, é uma afirmação do Google, baseada em pesquisas da instituição. Isso ocorre graças ao Marketing Digital.


3) “Os resultados do Marketing Digital são vistos em poucos dias”

Mito. É comum ver promessas de resultados relâmpago com o Marketing Digital, mas todo trabalho que conta com estratégia, planejamento e investimento leva um tempo para gerar resultados, já que precisa ser colocado em prática e avaliado durante um período.

 4) “Tem muita coisa gratuita na internet e não preciso investir para fazer Marketing Digital”

 Eis um mito recorrente. Para ter bons resultados, não adianta, é preciso investir. Lembre-se de que com um bom planejamento e uma estratégia sólida o ROI será satisfatório.

5) “Para ter sucesso no Marketing Digital, é preciso se dedicar constantemente.”

 Verdade. O tempo e a estrutura que os clientes não conseguem encontrar internamente, estão presentes aqui na agência, por exemplo. É preciso, sim, ter uma equipe focada no trabalho de Marketing Digital para garantir que tudo saia como o planejado.
Espero que tenha ajudado você a conhecer um pouco mais sobre Marketing Digital e também a entender como fazer o seu planejamento ter sucesso.

Caso tenha alguma outra dúvida sobre o tema, escreva para mim nos comentários!
E se quiser conhecer mais sobre a Layer Up, acesse também nosso site, ou fale conosco!


O que é Inbound Marketing?

Quem trabalha com Marketing deve saber o que é Inbound Marketing. De fato, o Inbound vem conquistando profissionais da área, além de gestores de novos negócios, gerentes de contas, executivos de vendas… Todos os profissionais envolvidos na área comercial ou com atendimento ao cliente. 

As estratégias do Inbound agradam tanto a marqueteiros,  quanto a vendedores e atendimento, unindo essas equipes.
Isso porque se trata de uma estratégia ampla, que tem como objetivo a atração e a qualificação de potenciais clientes, e também a retenção e a fidelização dos atuais consumidores. 

Vai ficar mais claro se, antes de falar o que é Inbound Marting e me aprofundar nas etapas dele, eu te contar quais a diferença entre ele e o Marketing Tradicional.

Marketing tradicional x Inbound Marketing

Vou explicar rapidamente a diferença entre esses dois conceitos. 

Marketing Tradicional

No Marketing Tradicional, as estratégias para promover uma marca ou um produto acontecem por meio de anúncios de interrupção. 

Um exemplo bem simples desses tipos de anúncios são as propagandas publicitárias que literalmente interrompem a programação de TV para fazer uma apresentação rápida e chamativa do produto.

A grande questão é que o cliente só terá mais detalhes quando entrar em contato direto com o vendedorE é o vendedor que tem a missão de explicar as funcionalidades do produto ou os processos do serviço, mostrar os diferenciais competitivos da empresa e tirar as dúvidas do potencial cliente. 

Portanto é o vendedor, neste caso, o agente da comunicação.

Inbound Marketing

As pessoas mudaram completamente seus hábitos de consumo nos últimos anos. Agora, ao nos interessarmos por um produto ou serviço, a primeira coisa que fazemos é procurar no Google as opções disponíveis.
Também buscamos entender as variáveis de cada um por meio de conteúdos disponíveis nos portais de notícias e em blogs de empresas especializadas. 

A verdade é que a internet foi um divisor de águas no Marketing, transformando clientes praticamente em experts sobre todo assunto que tiverem interesse em “dar um Google“.

Hoje, quando o consumidor chega à loja ou ao e-commerce, ele já não tem muitas dúvidas e sabe bem o que quer. Em outras palavras: ele está pronto para negociar.

Com essa mudança de comportamento, surgiu a necessidade das empresas de usarem seus sites, blogs, redes sociais e e-mails para fazerem aquilo que antes os seus vendedores faziam: explicar para o potencial cliente tudo que ele precisa saber sobre o produto ou serviço ofertado, mostrando as possibilidades, tirando dúvidas, etc.

Tudo isso sem ser invasivo, insistente, ou chato… Foi assim que nasceu o Inbound Marketing.
O que quero que você tenha em mente é que o conceito do Inbound  não se trata de uma invenção de algum estrategista, mas sim de uma percepção do comportamento digital do consumidor que, como consequência, gerou a necessidade de reinventar a maneira das marcas se comunicarem com seus potenciais clientes.

Os benefícios do Inbound Marketing

Além de ser uma estratégia que se adapta perfeitamente ao comportamento atual do consumidor, o Inbound Marketing ainda tem outros benefícios. Alguns deles são:

Posiciona a empresa como autoridade sobre o próprio mercado

Ao ajudar seu potencial cliente a resolver um problema e encontrar uma solução por meio de conteúdos digitais, naturalmente você faz com que ele perceba que sua empresa é especialista no que faz e possui autoridade no mercado em que atua. 

Consequentemente, a sua empresa terá maior credibilidade dentre os concorrentes.

Gera um ativo próprio

Os conteúdos indexados no Google, os contatos da sua lista de e-mails, os seguidores das suas redes sociais… tudo isso é um ativo da empresa.

Pense no quanto as marcas investem em mídia, em um espacinho que seja, para conseguir falar com seu público-alvo.

No Inbound Marketing a empresa tem condições de gerar seu próprio público, seu próprio canal de comunicação, sua própria mídia.

Ativo permanente funciona como uma barreira competitiva

Sendo assim, se uma empresa conquista ótimas posições orgânicas no Google, garantindo um grande volume de tráfego orgânico para seu site e ainda uma lista de potenciais clientes (mailing) com quem poderá se relacionar, é claro que ela terá maiores possibilidades de fechar negócios do que seus concorrentes, concorda?

Para entender mais sobre tráfego orgânico e tráfego pago, você pode ler este texto.

Estratégia para Inbound Marketing

A estratégia para Inbound Marketing pode ser dividida em quatro etapas:
Inbound Marketing

  1. Atrair

Ao produzir conteúdos super úteis pensando em  seu potencial cliente, ele é atraído para o seu site/blog e se torna um visitante

  1. Converter

Depois que ele se torna visitante, é o momento de oferecer algo que possa ajudá-lo ainda mais e, para isso, você precisa pensar em materiais ricos , como um e-book.

A moeda de troca por esse material será os dados de contato desse visitante. Ao fazer um cadastro para baixar o material, ele se tornará um lead

Para saber mais sobre o que é um Lead, é só dar uma lida neste post. 

  1. Relacionar/Fechar

É nesta etapa que iniciamos nosso relacionamento com o lead, por meio do processo de automação de marketing, que, em linhas gerais, envia informações relevantes para o lead com o objetivo de deixá-lo mais maduro para o momento da compra.

  1. Fidelizar

Após o fechamento e a venda, seu novo cliente precisa continuar sendo bem atendido e bem informado. Dessa forma, satisfeito, ele retornará outras vezes, fidelizará e recomendará seu produto ou serviço para outras pessoas.
Como resultado, ele se tornará o promotor da sua marca, por meio do famoso “boca a boca”.

Na prática: conheça o caminho do consumidor até seu produto com o Inbound Marketing

A ideia é simples. A jornada de compra tem quatro cinco etapas:

Basicamente, seu cliente passará por essas etapas do processo de compra guiado pelo Inbound Marketing.
Só para ilustrar, vou dar um exemplo relacionado a um de nossos clientes.

A empresa Clover IT revende softwares que fazem a gestão e o controle de dados para empresas, em especial da área financeira. Sendo assim, produzimos conteúdos relevantes para os profissionais que trabalham em empresas do segmento financeiro e que tem a necessidade de garantir a segurança do seus sistemas de dados.

Divulgamos esses conteúdos no LinkedIn e no Facebook para atrair o público-alvo deles, oferecendo materiais ainda mais relevantes em troca do contato dos nossos visitantes. 
 Inbound Marketing
Quando um visitante se cadastra em uma Landing Page, ele se torna um lead, e começa a receber, de maneira estratégica, conteúdos similares àquele que baixou, para que fique ainda mais por dentro das possibilidades.

Caso esse lead continue a se interessar pelos conteúdos, ele rapidamente será qualificado como bastante interessado e, se estiver dentro do perfil adequado para empresa, se tornará uma oportunidade de negócio.

Nesse estágio, a oportunidade poderá ser contactada por um vendedor da empresa, que fará a demonstração do produto.
Caso a oportunidade resolva comprar, ela continuará recebendo notícias e informações úteis (se desejar) para que possa usar o software da melhor forma possível. 

E quais são os desafios do Inbound Marketing?

1. Melhorar o desempenho de buscas de produtos muito específicos

Quando há um produto muito específico, que não é conhecido, algo como um software, ou ainda um equipamento industrial, o desafio está em dar uma explicação clara ao consumidor.

Além disso, a escolha de palavras-chave é mais difícil, devido à baixa taxa de buscas.

A produção de conteúdo é muito útil nesse sentido, já que vai educar o cliente. Mesmo que esse processo seja mais longo, os resultados serão mais efetivos e satisfatórios.

No caso de uma empresa que vende componentes para automação industrial, por exemplo, é possível pensar na produção de um e-book que explique questões técnicas e criar uma Landing Page para a captação de Leads.

O que é Inbound Marketing

2. Enfrentar o tempo

É preciso um pouquinho de paciência para ver os primeiros resultados do Inbound Marketing. Geralmente, os resultados começam a se consolidar após seis meses de trabalho. 

Mas é necessário entender que todo tempo e investimento dedicados tem como retorno um ativo próprio, como o posicionamento no Google, as listas de e-mail, a possibilidade de análise constante e a barreira competitiva.

3. Despertar interesse

Se por um lado há produtos específicos que não são buscados, por outro há mercados saturados, em que é preciso uma estratégia muito bem elaborada para despertar o interesse do cliente em meio a tanta informação já existente.

Aqui na Layer Up enfrentamos esse desafio com um cliente do mercado cervejeiro. É o e-commerce The Beer Planet, que conta com um clube de assinaturas.

Como o consumidor de cerveja já tem bastante conhecimento do produto, chamar a atenção dele para participar do clube é uma questão bem desafiadora.
O que é Inbound Marketing
Depois de cinco anos investindo em publicidade, o número de assinaturas estagnou. A solução para retomar o crescimento de assinantes é alimentar o público-alvo com informação diferenciada sobre as novidades do mercado e aplicações diversificadas do produto.

Resultados

Assim como a The Beer Planet ou a Clover IT, muitas empresas enfrentam vários desafios e precisam de soluções criativas para despertar o desejo de compra dos clientes.

É por isso que a Layer Up foca no Inbound Marketing como uma das ferramentas mais eficientes e que geram mais retorno de Marketing Digital.

Se você tiver mais alguma dúvida sobre Inbound Marketing, deixe um comentário.
E se quiser saber mais sobre a Layer Up e entender qual é a melhor solução para sua empresa, entre em contato conosco!


O que é Landing Page e como criar uma com alto potencial de conversão?

O que é Landing Page? Esse é, sem dúvida, um assunto de que gosto muito. Não por acaso, no fim de 2016, a Layer Up foi premiada pela Resultados Digitais por ter excelentes taxas de conversão nas Landing Pages de seus clientes. O motivo desse reconhecimento é que dedicamos tempo para dominar o processo de criação e otimização dessas páginas de conversão.

Agora, vou contar o que sabemos para você.

 

Entenda o que é Landing Page para converter mais visitantes em Leads

Seja um produto ou um serviço o carro-chefe da sua empresa, é importante atrair visitantes que tenham perfil de compra e interesse pelo que você vende. Assim, eles poderão ser convertidos em Leads e, depois, em clientes. Para isso, saber o que é Landing Page e criá-la seguindo os passos que mostrarei mais à frente são conhecimentos que com certeza trarão resultados para o seu negócio.

Como falei no post Por que valorizar a produção de conteúdo para blog?, não adianta mais vencer o público pelo cansaço. Só comprará o seu produto ou contratará o seu serviço quem se sentir atraído pela solução trazida pela sua empresa, e não quem, após receber ligações e e-mails marketing indesejados, dirá “eu me rendo”.

E é aí que entra a Landing Page – que é uma página web planejada, criada e otimizada para atrair seu público-alvo e converter os visitantes em Leads. A conversão é, na verdade, uma troca entre sua empresa e o visitante. Sendo assim é importante que você tenha um conteúdo interessante a oferecer em troca das informações e dados dos seu visitante. Um usuário só aterrissará na sua Landing Page e, o mais importante, fornecerá dados para receber o material disponibilizado, se ele se interessar pelo conteúdo e confiar na sua empresa.

Resumindo, Landing Page é uma página de conversão de visitantes em leads, cuja a mecânica envolve uma oferta relevante para o público-alvo e uma boa chamada para ação (CTA), em troca dos dados do visitante.

landing page gestão de leads

Portanto, é claro que o conteúdo oferecido precisa ser muito interessante, mas sobre isso falarei mais a respeito em um outro post. Quanto à Landing Page, veja abaixo como elaborá-la.

Como criar uma Landing Page:

Agora que você já sabe o que é Landing Page, não deixe de seguir à risca cada um destes cinco passos para a criação de uma página de sucesso. Mas antes, vale citar que o caminho mais comum começa pela contratação de uma ferramenta de automação de Marketing ou de produção de landing pages. Sendo assim, fiz uma listinha (que você encontrará no fim deste post) com algumas opções disponíveis no mercado. Voltando aos passos para a criação:

1. Demonstre profissionalismo

Coloque o logotipo da sua empresa no cabeçalho da Landing Page e seja objetivo ao descrever a solução ou produto oferecido. Selecione imagens em boa resolução que representem a sua marca e, acima do formulário a ser preenchido, evidencie o que o visitante receberá em troca ao fornecer os dados.

Lembre-se que se trata de uma troca, portanto, para que o visitante sinta-se confortável em deixar seu nome, e-mail e outras informações, ele precisará confiar na sua empresa, e a aparência contará muito.

Tanto as imagens que ilustram a Landing Page quanto o template escolhido e as cores utilizadas também farão ou não com que o visitante preencha o formulário. Esse quesito estético em sintonia com os textos e a chamada para ação, tornará mais impactante a aterrissagem daqueles que chegarem à página de conversão.

Entendeu a importância de demonstrar profissionalismo?

2.  Pouco é muito

Embora quanto mais informações tenhamos mais sabemos sobre a pessoa interessada em nossa empresa, solicitar que o visitante preencha muitos campos em um formulário poderá afastá-lo, em vez de convertê-lo em Lead.
Se ele quiser MUITO receber o material que a Landing Page está disponibilizando, pode ser que esteja disposto a oferecer muitas informações; mas, se o seu conteúdo for mais básico, um longo formulário pode desmotivá-lo.

Portanto, leve em consideração a exclusividade e autenticidade do material concedido para então decidir quais dados irá solicitar. De qualquer forma, sempre priorize informações que considere mais relevantes para o seu negócio e nunca peça dados que não serão úteis para qualificar o Lead.

Outra coisa importantíssima sobre os formulários: evite deixar perguntas abertas, ou seja, aquelas sem opções pré-definidas para o preenchimento. Os campos com perguntas abertas deixam o lead confuso ou com preguiça. Caso precise criar perguntas específicas, crie também as possíveis opções de resposta. Dessa forma, você estará facilitando o preenchimento do formulário e também, posteriormente, a qualificação do lead.

3. Prove que a sua empresa é confiável

Para aqueles que não conhecem a sua empresa e muito menos sabem o que é Landing Page, fornecer dados – como nome, e-mail e número de telefone – não é tão simples assim.

Com essa realidade, existem formas de demostrar a credibilidade do seu negócio, como, por exemplo, colocando na Landing Page depoimentos de clientes, botões que direcionem para as suas redes sociais, sua política de privacidade e uso dos dados oferecidos, entre outros indicadores de confiabilidade.

Se a sua empresa já foi citada por algum veículo de comunicação, por exemplo, você pode utilizar o link do periódico ou blog para mostrar que é uma empresa séria.

4. A call to action

Call to action não é apenas o botão de “cadastro”. Toda Landing Page precisa ser atraente e convencer o visitante a baixar o material que é oferecido. O objetivo é chamá-lo para ação (call to action), a ação de se cadastrar. Desse modo, call to action é todo elemento da Landing Page que, por meio de uma linguagem acionável, texto persuasivo e botões chamativos, conduz o visitante à conversão.

Dedique tempo para elaborar os textos, pensar nas frases que irá chamar atenção do visitante, verificar se o botão de conversão está bem visível e checar se a navegação na página é intuitiva. Esses fatores são determinantes para que a taxa de conversão de sua Landing Page seja alta, portanto, não descuide deles.

Antes de publicar a Landing Page, revise o conteúdo, faça a simulação como se você fosse um visitante e veja se a página o convenceria a disponibilizar os seus dados. Se não, significa que você precisa ainda ajustar alguns pontos da Landing Page sugeridos acima. Se sim, você seguiu exatamente os nossos passos e tem tudo para converter um grande número de visitantes em Leads.

5. Teste, analise e otimize

Uma das coisas que mais aprendi nos últimos anos trabalhando com Inbound Marketing e análise e otimização de ações de Marketing Digital é que fórmulas simplesmente não existem.

Os tópicos acima são boas práticas que utilizamos aqui na Layer Up e que nos ajudaram a construir cases premiados. Mas surpresas acontecem. Por isso, por mais que você siga à risca todos os passos descritos aqui, é preciso acompanhar o resultado de atração e conversão da sua página, testar modelos, textos, imagens, para então garantir páginas realmente otimizadas e com alto potencial de conversão.

Recentemente tivemos uma case interessante

Tínhamos apenas quatro dias para criar um hotsite, campanhas e fazer o lançamento de alguns cursos de pós-graduação para um de nossos clientes. Com o prazo tão limitado assim, fracionamos as entregas em etapas: primeiro, o estritamente necessário para o lançamento (dentro do prazo) e, depois, aperfeiçoaríamos algumas páginas, dentre elas, cinco Landing Pages para que o visitante interessado pudesse baixar o conteúdo programático de cada curso.

Na primeira etapa, colocamos no ar Landing Pages com um modelo muito simples, chamado Squeeze. Trata-se apenas de um formulário no centro da página. Veja:

Na segunda etapa, conforme planejado, aperfeiçoamos as Landing Pages com um modelo mais elaborado, mais textos sobre o conteúdo, etc. Veja como ficou:

Mas para a surpresa de todos, inclusive a minha, o primeiro modelo de Landing Page teve uma performance extremamente superior do que a do segundo modelo, aperfeiçoado. Em média, o primeiro obteve taxas de conversão entre 80% e 90% (ou seja, 80% a 90% dos visitantes que aterrissavam no primeiro modelo baixavam o conteúdo), entanto o segundo modelo registrou taxas de conversão de no máximo 50%.

Graças à análise dos resultados e ao foco em otimizar as páginas para obter o máximo em conversão, identificamos rapidamente a necessidade de correção e alteramos as Landing Pages novamente para o modelo mais simples.

Isso prova o quanto nossas ações devem ser testadas, acompanhas e analisadas. Por isso, se você ficar com dúvida entre qual o melhor modelo de Landing Page, qual o título ou imagem ideal e se a call to action está assertiva ou não, tudo bem! O que você precisa fazer é testar os modelos diferentes, analisar os resultados e otimizar suas Landing Pages.

É dessa forma que a Layer Upvice-campeã no prêmio Agências de Resultado 2016, na categoria Mestre da Conversão, faz para obter Landing Pages com alto potencial de conversão.

Se você ficou com alguma dúvida ou gostaria que me aprofundasse um pouco mais em algum outro tema do Marketing Digital, deixe sua questão ou pedido nos comentários!

E se estiver procurando por uma agência, mas ainda está um pouco perdido sobre qual é o modelo de negócios ideal para você, baixe nosso e-book ou fale conosco!

planejamento em marketing digital


4 passos para fidelizar clientes e aumentar as vendas on-line

Ainda não conseguiu emplacar suas estratégias de Marketing Digital? Veja como dar um gás nas vendas on-line e fidelizar clientes

Apesar da crise econômica, o faturamento do e-commerce brasileiro aumentou 5,2% no primeiro semestre de 2016 e as projeções do relatório E-Bit indicam que o setor deve movimentar R$ 44,6 bilhões até o final deste ano.
Diante desse cenário de crescimento, você investiu em marketing digital, mas não alcançou bons resultados? Confira algumas dicas para ajustar a sua estratégia, aumentar as vendas on-line e fidelizar clientes:

1. Mobile é prioridade

 A popularização dos telefones celulares e dos smartphones está transformando a maneira como consumimos produtos, informações e nos relacionamos. Segundo o relatório E-Bit, as compras realizadas por smartphones e tablets representam 18,8% do volume do total e o valor do tíquete médio aumentou 7% e agora é de R$ 403,46.

As pessoas estão o tempo todo buscando informações e respostas para suas dúvidas e uma das principais tendências observadas nos últimos anos é o aumento da busca por geolocalização.

Dados da Kantar World Pannel 2016 indicam que 57% dos brasileiros acessam a internet via smartphones e pesquisas recentes divulgadas pelo Google revelam que mais da metade das buscas ocorre através do celular, sendo que 30% das pesquisas são acompanhadas dos termos “próximo a mim” ou “agora”, o que quer dizer que compramos cada vez mais motivados a satisfazer necessidades imediatas e para usufruir de comodidades, como a proximidade de uma loja, para otimizar tempo.

A  jornada de compra do consumidor não é linear, ela acontece cada vez mais de maneira fragmentada em micro-momentos, por meio de pesquisas feitas no smartphone. Nesse cenário, ter um site responsivo, otimizado para dispositivos móveis, é fundamental para atender as expectativas dos clientes.

Segundo o Google, 85% dos usuários fazem pesquisa de compra no celular. Entender a motivação para essas buscas, que hoje compõe a jornada de compra do consumidor, é imprescindível para que as empresas possam oferecer conteúdos relevantes, com potencial de gerar engajamento e conversão para fidelizar clientes.

Um exemplo prático é que mais de 75% das pessoas que buscaram por um local no Google Maps, efetivamente visitaram esse lugar. E 25% das pessoas que visitaram o lugar efetuaram alguma compra. Isso quer dizer que se você tem uma loja física, estar presente no Google Maps é a nova vitrine do seu negócio.

Naturalmente, há vários fatores que influenciam na concretização da visita e da compra, mas estar presente no mapa é essencial para ser encontrado. É muito simples configurar um local ou negócio no Google Maps e incluir informações úteis ao usuário, como horário de funcionamento, número de telefone e fotos do local.

2. Automação para crescer e fidelizar clientes

Além de conquistar novos clientes, a estratégia para aumentar as vendas também deve estar focada em surpreender e fidelizar clientes habituais. Um estudo divulgado em outubro de 2016 pela Kantar Worldpanel “Futuro do E-commerce para FMCG”, demonstra que em 2025 as vendas on-line devem movimentar US$ 150 bilhões.

Uma vez que os consumidores começam a comprar on-line, estão mais propensos a fidelizar: 55% dos consumidores on-line utilizam a mesma lista de compras para uma compra seguinte.

Desvendar quais são os itens dessa lista (e estar presente nela) deve ser prioridade na estratégia das empresas para conquistar e fidelizar clientes. Ofertas personalizadas, desconto para a compra de produtos complementares e envio e-mail marketing segmentado são algumas das possibilidades de encantar o cliente e gerar experiências positivas que aumentam as chances de a sua empresa ser lembrada.

Soluções simples, como a automação de compras recorrentes e a criação de serviços de assinatura possibilitam que o cliente tenha mais tempo para pesquisar novos produtos no seu site e também que você possa focar menos nesses processos recorrentes e mais no desenvolvimento do seu negócio que, com ajustes como esses, têm potencial de crescer em escala e atingir novos patamares para fidelizar clientes.

3. Datas comemorativas: oportunidade de vender mais

Entre as datas comemorativas que potencializam negócios on-line, a que mais se destaca no e-commerce é a Black Friday, uma campanha de vendas que foi incorporada ao calendário comercial do Brasil em 2010 e que, a exemplo dos Estados Unidos, acontece anualmente no último final de semana do mês de novembro.

Segundo estudos do E-bit, a Black Friday 2016 deve movimentar de R$ 2,1 bilhões e mobilizar 84% dos consumidores on-line do país. As pesquisas por melhores ofertas nesses períodos se iniciam com bastante antecedência.

Para atender as expectativas dos clientes, é necessário planejar e adotar uma estratégia integrada a todos os processos. É preciso investir em uma estrutura confiável e não apenas contratar mais espaço no servidor para suportar o aumento no número de visitas no site.

Para ter bons resultados em outras datas comemorativas como Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia dos Namorados, Dia das Crianças e Natal, que também são excelentes oportunidades de aumentar o faturamento on-line das empresas, é necessário compreender como cada detalhe da operação, desde a negociação com fornecedores, até o marketing e o pós-venda podem impactar o seu negócio.

4. Como motivar as pessoas a comprarem mais on-line?

Apesar da conjuntura favorável para o desenvolvimento do e-commerce no Brasil, o setor ainda representa 4% do total das vendas no varejo. Mesmo com as mudanças no comportamento do consumidor, que geram aumento nas vendas on-line, muitas pessoas ainda preferem a experiência de comprar na loja física, seja porque lá tem a oportunidade de ver e experimentar os produtos, acessar promoções e tirar as dúvidas com o vendedor ou porque não sentem confiança nas lojas on-line.

Consumidores que optam por comprar diretamente no varejo tradicional apontam alguns gargalos que os afastam do processo de compra digital e que podem ser levados em conta por empresas que desejam se destacar e conquistar novos clientes no ambiente on-line:

Esses ainda são os principais fatores com potencial de impulsionar as vendas online e tentar fidelizar clientes.
Conforme vimos nesse post, há muitas oportunidades no ambiente digital para quem deseja empreender ou aumentar as vendas. Os desafios de atuar em um cenário cada vez mais dinâmico e competitivo requer principalmente planejamento, seja para empreendedores ou para empresas que desejam se manter competitivas.

Precisa de ajuda para colocar essas dicas em prática e aumentar as suas vendas on-line e fidelizar clientes? Conte com a gente!
Esse post foi útil para ajustar a sua estratégia de marketing digital? Compartilhe a sua experiência aqui nos comentários.

o que e marketing


O que é Mídia Programática e por que usá-la?

Entenda o que é mídia programática e qual a contribuição que ela pode trazer para suas campanhas de Marketing Digital

Ela se tornou uma ferramenta conhecida por profissionais e agências de Marketing Digital, mas ainda gera dúvidas quanto ao seu uso. Vamos, então, tentar explorar um pouco o que é mídia programática, como funciona todo o sistema que ela envolve e, principalmente, de que maneira empresas e agências podem investir nela durante o impulsionamento de suas campanhas de Marketing Digital.

Afinal, o que é Mídia Programática?

Trocando em miúdos, a Mídia Programática se refere ao sistema de compra e venda de espaços de mídia (mais conhecidos como inventários) em sites ou demais veículos para anúncios on-line. A grande sacada desse mecanismo é que ele permite a automatização do processo de negociação entre anunciantes e publishers (que são os que vendem os espaços), tornando a transação mais ágil.

Vale ressaltar que essa mídia pode ser de diferentes formatos: um display, um vídeo, um banner para ficar em um site, enfim, é um espaço vazio no qual você vai inserir sua campanha ou anúncio. Dentro desse sistema, temos dois tipos de compra:

Se a compra na Mídia Programática tem subdivisões, a venda segue a mesma lógica. Assim, você pode optar por duas formas de pagamento:

Uma vez entendido o que é Mídia Programática, como ela é paga e vendida, entram as ferramentas que operam toda essa dinâmica.

Quais as ferramentas envolvidas na Mídia Programática?

A confusão aparece na maioria das vezes porque a Mídia Programática diz respeito a um conjunto maior em que diversas plataformas operam simultaneamente – às vezes, em tempo real – nessa relação entre anunciante (ou agência) e publishers comprando, divulgando e vendendo mídia. Falando assim, fica difícil mesmo visualizar cada minúcia do processo.

Pensando nisso, listamos os principais termos que explicam o que é Mídia Programática e vamos relacionar cada um deles para facilitar sua compreensão:

Vamos tentar exemplificar: digamos que eu tenha uma empresa de cosméticos e quero produzir campanhas específicas para mulheres de 25-30 anos que pesquisam em determinados sites antes de comprar. O servidor – no caso, o DSP – vai lá e levanta todas as informações necessárias para que eu avalie as melhores mídias para anunciar meus produtos.

A plataforma funciona numa dinâmica à la Bolsa de Valores: os anunciantes acompanham a cotação dos inventários, isto é, dos espaços publicitários e participam de leilões em tempo real com os demais concorrentes.

Da mesma forma, os publishers competem entre si para terem os inventários mais atrativos. É importante ressaltar que no Ad Exchange, tanto comprador quanto publisher definem o preço a ser pago pelo inventário, o que possibilita ao dois lados terem vantagens ao fechar negócios.

Por que usar Mídia Programática?

Quando um de seus objetivos principais é o impulsionamento das suas campanhas, a Mídia Programática é uma opção interessante para se obter resultados a curto prazo. Por se tratar de publicidade on-line em todas as suas modalidades – compra de palavras-chave, divulgação em redes de display, vídeos, mobile, sites, etc. -, as chances de acertar o target são maiores, consequentemente melhorando o ranqueamento da empresa.

A compra de mídia sempre vai ser necessária, independente de em qual fase está a sua ação de Marketing Digital ou quais as metas a serem alcançadas. Contudo, é preciso parcimônia: empresas que só investem em mídia programática correm o perigo de perder o fôlego de suas campanhas porque deixam de lado estratégias essenciais, como produção de conteúdo e SEO cujos resultados implicam num relacionamento com o cliente e na construção de imagem de autoridade da empresa diante do mercado em que atua.

Sempre reforçamos que essas ações, apesar de terem resultados visíveis a médio ou longo prazo, são de extrema importância para fidelizar clientes, o que pode ser uma oportunidade para futuras conversões, seja por meio de e-mail marketingremarketing ou outra ferramenta.
Para tentar deixar ainda mais claro, preparamos um infográfico para ilustrar melhor o que é mídia programática:
infografico
Caso tenha ficado alguma dúvida ou queira conhecer mais o trabalho da Layer Up, entre em contato.

como vender mais


Por que valorizar a produção de conteúdo para blog?

O que aprendi sobre a produção de conteúdo para blog com a experiência na produção editorial

Como já dizia Mário Quintana, “o segredo é não correr atrás das borboletas. É cuidar do jardim para que elas venham até você”. No caso da relação entre empresa e cliente, a lógica é a mesma: não adianta mais vencer o público pelo cansaço. Para atrai-lo, o segredo é investir na produção de conteúdo para blog, página que será o jardim da sua pequena empresa.
Aqui na Layer Up nós valorizamos o Marketing de Conteúdo, pois acreditamos que, ajudando o empresário a escrever e a publicar textos de qualidade, ele se tornará:

Trajetória

A minha trajetória profissional fez com que eu valorizasse desde cedo um bom conteúdo para blog. Comecei a trabalhar na Editora Abril como designer quando tinha 18 anos. Ali, passei por diversas redações, como as das revistas Exame, VOCÊ S/A, Casa ClaudiaArquitetura & Construção, Bons Fluidos, entre outras. Com a rotina, pude conhecer também o lado do jornalista e o do produtor.

Mesmo estando atenta a cada detalhe para que nenhum erro de diagramação chegasse à versão final das publicações, aprendi a valorizar também o conteúdo. Sem ele, a identidade visual não surte o mesmo efeito. E vice-versa. O texto, sem a imagem não atrai tanto o público, como mostram, por exemplo, estas técnicas para aumentar a participação no Facebook.

Depois de dois anos trabalhando na editora, decidi fazer a graduação em Propaganda e Marketing, mas o curso não mostrou ser o que eu esperava. Além disso, por querer entender a mecânica da produção de conteúdo e por amar os livros, no ano seguinte, comecei a estudar Produção Editorial.

A faculdade me trouxe muita experiência, porque o curso envolvia Marketing e conteúdo, e focava bastante nos processos editoriais. Ter visto o outro lado, que não fosse o do designer, trouxe uma grande bagagem para a minha carreira. No fim da graduação, eu já estava completando sete anos de Editora Abril, na qual fiquei por mais três anos.

Experiência em conteúdo para blog

De lá, passei a trabalhar em uma revista de beleza do grupo Ikesaki. Nela, pude me envolver com feiras e eventos, e também com o lado do Marketing de pensar em público-alvo, produção de conteúdo para blog e posicionamento de marca.

Como comecei a me interessar por essa área, fui fazer um MBA em Marketing na ESPM, que me trouxe uma bagagem estratégica de conhecimento, mesmo que ainda fosse de uma visão de Marketing tradicional. Nessa época, embora já existisse o Marketing Digital, ele ainda não estava tão presente nas faculdades e universidades.
Cerca de dois anos depois de trabalhar na revista do grupo Ikesaki, fui para o CERS Cursos Online, no qual fui contratada para ser coordenadora da editora, que produzia somente livros digitais – uma raridade no Brasil. Foi muito desafiador e tive que conhecer o universo digital, inclusive saber o que eram Marketing Digital, SEO e Remarketing.

E daí, precisei estudar. Fiz cursos voltados para mídias sociais, Google Adwords e Google Analytics. Nesse período, descobri a HubSpot, empresa idealizadora da metodologia do Inbound Marketing, que valoriza a produção de conteúdo para blog. Fiz a certificação deles online. Depois de três anos no CERS, chegou o momento em que tive vontade de ter o meu próprio negócio.

Layer UP

Na Layer Up, pude colocar em prática toda a experiência de estratégia e, especificamente, de produção de conteúdo que adquiri durante a minha trajetória profissional. E foi construindo planejamentos e analisando resultados que compreendi o poder de atração que o conteúdo para blog proporciona para as empresas. É ele que as pessoas buscam no Google e que os usuários compartilham nas redes sociais.

É o conteúdo ainda o responsável pelo processo de conversão de um potencial cliente em lead e de um lead em cliente. Com ele, somos capazes de nos aproximar do público certo e ajudá-lo a entender nossos valores e diferenciais.

O conteúdo para blog tem uma força de atração enorme. Se você está aqui lendo o post até este ponto, é a prova de que um texto de qualidade e envolvente é capaz de estreitar o laço entre o visitante e a empresa.

No próximo post, contarei sobre outro fator importante, além do bom conteúdo para blog, para uma ação de Marketing bem-sucedida:  a importância de contar com profissionais especializados. Caso queira receber conteúdos exclusivos e uma notificação assim que a publicação for ao ar, inscreva-se no formulário abaixo.
conteudo para blog layer up


Como o Marketing Digital ajuda a driblar a crise econômica

Aplicar recursos de Marketing Digital na sua empresa pode trazer bons resultados em situações financeiras adversas

A crise econômica enfrentada pelo Brasil desde o começo do ano fez muitas empresas entrarem em estado de alerta. Afinal, como manter a competitividade e um forte posicionamento da marca em meio a um cenário marcado por cortes de gastos e de mão de obra?

Por mais desanimador que pareça, este é um daqueles momentos em que a resposta está em potencializar os recursos disponíveis de maneira inteligente.

Parece redundante, mas é sempre bom ressaltar que investir e monitorar suas ações de Marketing Digital neste momento não se trata de um capricho, mas sim de uma estratégia fundamental para gerir seus negócios, acompanhar seus concorrentes e calcular quase instantaneamente o Retorno sobre seu Investimento (ROI).

Felizmente, é possível atingir este objetivo sem comprometer o orçamento. Como? Confira abaixo:

Como me manter competitivo no mercado sem gastar muito e durante a crise econômica?

Marketing Digital engloba uma série de estratégias, e uma delas é o Inbound Marketing. Como já explicamos aquio Inbound auxilia sua empresa a construir um relacionamento personalizado com seu público-alvo, de modo que ela se torne uma referência na área e seja procurada espontaneamente por aqueles que lhe interessem.

As técnicas aplicadas no Inbound – como o SEO – são o que nós chamamos de ações orgânicas, isto é, que não implicam em gastos adicionais à empresa. Sim, é isso mesmo: são estratégias de marketing em que você não paga a mais para que elas sejam colocadas em prática.

Claro que os resultados variam se combinarmos outras técnicas, a exemplo dos Links Patrocinados, que lançamos mão para impulsionar nosso site e colocá-lo numa boa posição no Google. Essas técnicas, por sua vez, envolvem gastos para que seu anúncio fique bem colocado no ranking de buscas ou mesmo para que você vença o leilão de palavras-chaves com seus concorrentes.

Não estou dizendo que você não deve traçar ações pagas, pelo contrário: você pode – e deve. Mas pode, também, apostar em outras possibilidades além delas e que certamente alavancarão suas vendas! Afinal, são ações complementares.

O que quero dizer é que as ferramentas gratuitas ajudam a manter sua marca na memória do cliente, tornando-o fiel a ela. Isso porque você passa a conhecê-lo melhor e a entender quais são suas necessidades, o que ele procura e, principalmente, o que

pode lhe interessar, antecipando tendências. E essas ações – sejam e-mails marketing ou conteúdos para diversas mídias digitais – podem ser tão ou mais eficientes do que certas ações pagas.

Quais os benefícios para minha marca?

Os resultados dessas ações costumam aparecer no médio a longo prazo, pois estamos falando da criação de um relacionamento com o cliente. Portanto, nem sempre essas ações são diretamente convertidas em leads, o que também não significa uma “perda de tempo”.

Lembre-se: em tempos de crise econômica, o cliente não vai arriscar o certo pelo duvidoso. Ele teve seu poder de compra reduzido e, por causa disso, se torna mais criterioso na hora de comprar.

É por isso que, se sua empresa passa confiança com o produto ou o serviço que oferece, seu público certamente vai lembrar dela durante sua tomada de decisão. E como garantir essa boa imagem? Justamente com essas ferramentas  de Inbound Marketing e SEO.

O que eu preciso fazer?

Nem sempre é fácil por em prática todas essas ações, por mais essenciais que elas sejam. Por isso que as empresas, em muitos casos, recorrem a agências como a Layer Up.

Graças a uma série de serviços, que vão desde Consultoria Estratégica até Inbound MarketingProdução de Conteúdo, as agências de marketing conseguem orientar seus clientes e ensiná-los como planejar e executar ações eficientes de marketing digital para fortalecer a imagem das marcas que atendem, ganhando mais espaço e visibilidade com seu público.
Sempre ressaltamos a importância da elaboração de um Plano de Comunicação para traçarmos quem são as buyer personas, quais são seus interesses e quais as possibilidades para trabalhar um conteúdo relevante que atenda a cada uma delas.

A partir de uma análise das plataformas digitais (LinkedIn, Facebook, Twitter, Blog etc.), do conteúdo disponibilizado e das ações de marketing vigentes, é possível avaliar os pontos fracos e fortes do seu negócio e, consequentemente, reformular o que existe e implantar novas medidas. Tudo para gerar um maior retorno com o melhor custo-benefício, mesmo durante a crise econômica.

Você pode conhecer mais  nossas áreas de atuação na nossa home.


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