Muito além da coleta de dados, aprenda a usar os números a favor do seu negócio

Em uma era na qual com apenas alguns cliques conseguimos comprar centenas de produtos, conhecer novos lugares e descobrir informações nunca antes imaginadas; a coleta de dados com eficiência se tornou um fator essencial para gerar mais competitividade e autoridade no digital.

Hoje, os dados são considerados ativos extremamente valiosos, capazes de guiar as tomadas de decisão e garantir mais assertividade na conquista e fidelização de clientes.

Mas, muito além de coletar os indicadores da sua organização, é importante compreender o que eles representam. Afinal, o sucesso de uma cultura orientada por números está relacionado a quais estratégias de crescimento serão estruturadas a partir deles.

Para se ter ideia, de acordo com uma pesquisa da Dell, 76% das empresas brasileiras estão coletando dados em uma velocidade mais rápida do que conseguem analisar e 74% precisam de mais dados do que já possuem. Ou seja, a principal dificuldade das organizações é identificar quais dados são relevantes e quais podem ser descartados.

Por isso, neste conteúdo exclusivo, vamos mostrar que o processo de maturação dos dados vai muito além da coleta dos números.

O que é a coleta de dados?

De maneira simples, a coleta de dados é um processo que tem como objetivo a captação de indicadores de uma organização para a criação de conteúdo estratégico.

A sua finalidade é, sobretudo, garantir que as organizações conheçam o desempenho do próprio negócio, desde o resultado de setores específicos até a percepção dos consumidores. Assim, a coleta de dados se tornou um trabalho que já faz parte da rotina de muitas empresas.

A Amazon, por exemplo, é referência mundial no uso de informações. A empresa utiliza a análise de dados para otimizar processos cotidianos e impulsionar a experiência do consumidor.

Atualmente, a gigante do e-commerce se beneficia do cruzamento de dados dos consumidores para identificar potenciais compras que serão realizadas e deixá-las prontas nos centros de distribuição. Diminuindo então, o ciclo de compra do consumidor.

A Amazon também utiliza a análise de dados para gerar ainda mais concorrência. Para se ter ideia, os valores das mercadorias podem mudar a cada 10 minutos no site, permitindo que os preços fiquem mais competitivos e alinhados ao mercado.

Ao olhar cases de grandes empresas, fica mais fácil de entender como os números são importantes indicadores de desempenho. Com eles é possível gerar mais competitividade de negócio e converter leads com mais eficiência.

Dessa forma, a coleta de dados deve ser feita de forma recorrente e consistente. Afinal, as tendências do mercado se renovam constantemente, assim como o comportamento dos consumidores

Por que coletar e mensurar dados?

Uma coleta de dados eficiente é capaz de trazer inúmeros tipos de benefícios às organizações. Com os dados é possível otimizar ações, planejar campanhas, garantir a satisfação do consumidor e traçar processos mais estratégicos.

Além disso, uma cultura data driven auxilia a:

Porém, se engana quem associa a análise de dados apenas à coleta dos números. Uma boa análise deve ser capaz de destacar quais informações são importantes e quais podem ser descartadas.

Mas, implementar uma cultura orientada por dados não é tão fácil quanto parece, isso porque existem diversas formas de coletar os números, armazená-los e aplicá-los no dia a dia. 

A seguir, destacamos algumas ferramentas cruciais nesse processo:

Google Analytics

Plataforma pertencente ao Google que permite a análise de diversos indicadores de desempenho, entre eles: tráfego, origem dos usuários, páginas em que houve o processo de conversão etc. 

O Google Analytics também permite a integração com outras ferramentas de automação. Assim, é possível acompanhar as métricas do seu negócio de maneira eficiente e rápida.

Oracle Data Mining 

Como o  próprio nome supõe, essa ferramenta faz a mineração dos dados a partir da análise das informações geradas pelo ODM.

De forma simples, o Oracle permite fazer projeções do comportamento dos clientes e identificar personas.

CRM 

O CRM ou Customer Relationship Management é uma estratégia que visa organizar e gerenciar todos os contatos de uma empresa. Para isso, são utilizados softwares que integram dados de diversas áreas.

Algumas opções de ferramentas são: RD Station, Salesforce, Pipefy e Pipedrive.

Faça uma análise de dados em 5 etapas

Coleta de dados

Separe os indicadores de desempenho mais importantes da sua organização, assim como informações relevantes sobre o seu mercado de atuação. 

Avalie as informações coletadas 

Nesta etapa, análise a precisão das informações coletadas. Separando apenas dados que contenham informações valiosas. 

Análise de dados unida à tecnologia 

Para tirar o máximo proveito dos seus dados, unifique softwares de automação e mensuração de dados e trabalhe em conjunto com o time de marketing e vendas. 

Visualização de dados 

Para garantir que os números sejam utilizados de maneira eficiente, busque apresentar as informações de uma forma visualmente atraente. 

Por isso, busque utilizar tabelas, gráficos, dashboards, entre outros. 

Transforme os números em ações 

Chegou o momento de utilizar as informações coletadas para tomar decisões mais assertivas, solucionar falhas operacionais e impulsionar suas estratégias de crescimento.

Dados não são apenas números 

Ao adotar uma cultura data driven é essencial ter em mente que os dados são capazes de contar histórias e direcionar os próximos passos do seu negócio. Por isso, muito além de escolher uma ferramenta de automação, é importante se atentar para os insights gerados a partir da análise.

Além disso, de nada adianta contratar os softwares mais sofisticados, se sua equipe não está preparada para manuseá-los. Quando falamos sobre ser data driven isso inclui também o seu time. 

Afinal, eles serão responsáveis por olhar de forma analítica para os indicadores de desempenho e desenvolver estratégias de crescimento a partir deles.

Por isso, quando falamos sobre gerar mais proficiência analítica, nos referimos, sobretudo, à forma como os números da sua organização serão analisados. 

Vale lembrar que dados em excesso não são sinônimo de proficiência analítica.

Caso você ainda tenha dúvidas sobre como tornar sua empresa data driven ou tenha curiosidade em aprender mais sobre o universo dos dados, nos dias 27 e 28 de julho acontecerá o Data Driven Decision, o maior evento sobre dados no Brasil. 

Além de contar com profissionais que já estão no caminho da alta performance dos dados, o DDD contará com um hub repleto de conteúdos exclusivos. Não perca nenhum insight e fique por dentro de todas as novidades do universo dos dados, faça sua inscrição!

coleta de dados

Descubra como mensurar os dados do seu e-commerce e coletar insights valiosos

Com a pandemia do coronavírus, podemos observar que o e-commerce teve um crescimento estrondoso no mundo inteiro. 

De acordo com um levantamento da Neotrust, somente no Brasil esse modelo registrou um faturamento recorde em 2021, que totalizou mais de R$161 bilhões, um aumento de 26,9% comparado ao ano anterior.

Outro fator de destaque que impactou na ampliação das vendas pela internet foi a transformação digital durante esse período o que era para evoluir em dez anos, modificou-se em apenas dois.

Sendo assim, se tornou extremamente necessário entender mais sobre o universo dos dados. Isso porque, para alcançar o público ideal, as empresas precisaram fazer análises mais precisas para compreender quais eram as dores e necessidades de seu target.

Diante desse cenário surgiu o que chamamos de cultura Data Driven, um fator determinante para muitos negócios sobreviverem.

Evidentemente toda essa mudança fez com que diferentes negócios incluíssem os dados em sua estrutura, fazendo algumas marcas alcançarem as métricas, previsibilidade e receita tão sonhadas no universo de marketing e vendas — o que levou elas um passo à frente do concorrente.

E aí? Quer descobrir como os dados podem gerar insights valiosos e impulsionar os resultados do seu negócio? Então continue por aqui!

 

Como mensurar os dados de um e-commerce?

Antes de conferirmos todas as etapas sobre como mensurar os dados de um e-commerce, é necessário compreender que tipo de informação estamos buscando, ou seja — qual resposta é mais relevante para o seu negócio.

Isso porque muitas vezes as pessoas apenas reportam os números encontrados, sem ao menos entender o que é de fato importante para o funcionamento das vendas.

Entenda que cada instituição tem sua individualidade, desde as estratégias de marketing e vendas até o público a ser atingido, por isso a relevância dos dados e de definir quais métricas serão prioridades para o seu negócio.

 

Exemplos que devem ser considerados no momento da análise

Aqui citaremos alguns exemplos do que devem ser considerados na hora da coleta de dados.

Entenda que este é o momento ideal para descobrir e corrigir o que não está funcionando e também para identificar os aspectos positivos porque são eles que promovem o sucesso do seu negócio, certo?

Então, separe os pontos-chave da sua análise, que podem ser:

 

Saúde financeira

Para um e-commerce funcionar de maneira efetiva, é necessário considerar tópicos como: fluxo de investimento, lucro, custo e impostos.

Ao acompanhar o processo financeiro, também compreendemos com clareza se as estratégias de vendas estão funcionando e, através de análises e possíveis mudanças no percurso, alcançamos um negócio autossustentável.

 

Identificar as barreiras 

A análise do comportamento dos visitantes é essencial. É por meio dela que você consegue observar todo o caminho que uma determinada pessoa percorreu até de fato consumir ou descartar o seu produto.

Caso ela tenha interrompido o fluxo e abandonado a compra, tente compreender o porquê, quais os gargalos ou motivações que levaram a desistência.

 

Vendas com séries temporais

Através dos gráficos temporais é possível investigar qual período de compra mais favorece o seu e-commerce. A partir das respostas encontradas, trace ações e campanhas segundo o padrão de consumo do seu público.

 

Localização do seu público

A análise geográfica do seu público permite campanhas mais assertivas, principalmente quando consideramos datas comemorativas e feriados de um determinado país ou cidade, por exemplo — e, como vimos no tópico anterior, ficar atento a esse tipo de comemoração pode resultar em muitas oportunidades para o seu negócio.

 

Padrão de consumo

Analisar o padrão de consumo é um fator determinante para um e-commerce dar certo.

Por isso, observe atentamente quais produtos são mais vendidos ou até mesmo os produtos extras que as pessoas sempre acabam adicionando no carrinho para garantir aquele frete grátis, por exemplo.

O objetivo dessa análise é proporcionar respostas que te levem a traçar estratégias de vendas mais atrativas para o seu público.

 

Custo-benefício

Ao analisar o padrão de consumo, também é possível identificar o melhor custo-benefício para o seu público e para a empresa. Então não deixe de avaliar o valor médio consumido no site: muitas vezes ele se torna o preço ideal.

Identifique também se existem produtos que causam prejuízos.  Aqueles que não vendem e acabam ocupando espaço demais no estoque, por exemplo, podem ser descontinuados para evitar gastos desnecessários.

 

Quais métricas devem ser analisadas no e-commerce?

Após identificar os principais fatores que devem ser considerados em uma mensuração de dados, descubra também quais métricas são determinantes para uma análise efetiva. Confira!

 

Custo de aquisição do cliente

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O custo de aquisição do cliente pode ser calculado pela soma dos investimentos feitos no setor de marketing e vendas dividido pela quantidade de clientes conquistados. Quanto menor for o valor do CAC, melhores serão as estratégias de retenção.

 

Taxa de conversão 

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Para calcular a taxa de conversão, divida o total de pessoas que consumiram em seu site pelo total de visitantes e multiplique por 100. Compreenda que, ao realizar essa análise, você chegará a um dos resultados mais importantes para o sucesso do seu e-commerce, porque ela indica quantos clientes estão realmente consumindo o seu produto e/ou serviço.

 

Desistência

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Da mesma forma que falamos sobre a necessidade de mensurar o que de fato é consumido no seu site, também consideramos importante analisar as desistências, ou seja, o famoso carrinho abandonado.

Para descobrir esse valor, divida a quantidade total de pessoas que adicionaram um produto ao carrinho pelo total que realizou a compra e, em seguida, multiplique por 100.

 

Ticket Médio

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Outra métrica essencial para o seu negócio é a do ticket médio, já que é através dele que você descobre quanto as pessoas gastam no seu e-commerce.

O cálculo para obter o resultado é mais simples: a soma do lucro de vendas dividido pelas vendas realizadas.

 

Taxa de rejeição

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Através da taxa de rejeição você alcança dados como: quantidade de pessoas que acessaram o seu site, quanto tempo elas navegaram e quais links clicaram. Ou seja, a partir dela é identificado quais abas são menos ou mais atrativas para o seu público, facilitando otimizações e melhorias. Para descobrir o resultado, basta dividir as “sessões de página única” por todas. 

 

Retorno sobre investimento

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Através da análise do ROI você compreenderá se o seu negócio está realmente dando lucros ou não. Isso significa que esse é um dado que não pode ser ignorado! Para calculá-lo, pegue o valor da receita e divida pelo custo; em seguida, multiplique por 100 para chegar na porcentagem.

 

Dicas de ferramentas para analisar o seu e-commerce!

Algumas pessoas, ao se depararem com os tópicos citados acima, ficam um pouco apreensivas — porque tudo isso soa meio complicado. Se você se identifica, fique tranquilo (a): assim como qualquer outra estratégia, com dedicação, estudo e paciência você alcançará a prática.

E para tornar o processo ainda mais simples e alcançar resultados realmente efetivos, existem algumas ferramentas que podem ajudar nessa análise. Conheça algumas:

 

Google Analytics 

O Google Analytics é a ferramenta de análise gratuita mais utilizada do mundo. Ela mensura dados de sites, aplicativos e e-commerce, e o melhor de tudo é que oferece resultados que se encaixam nas mais variadas etapas do processo que citamos acima, tudo isso em apenas um clique.

Ela interage também com outros aplicativos do Google, como Ads e Search Console.

 

Data Melt

Outro aplicativo gratuito bastante conhecido para a análise de dados é a Data Melt, um programa de multiplataformas alinhado a linguagem de script, como Python, Ruby, Groovy e outras, com a capacidade de pacotes Java.

 

SAS

A SAS ou, na íntegra, Statistical Analysis System, é a empresa de análise de dados mais conhecida do mundo e pioneira do BI e de outros softwares famosos.

Essa ferramenta é paga (podendo ser testada gratuitamente), porém, oferece diversas funcionalidades que acabam compensando o investimento

Suas ações se baseiam em quatro comandos: acessar, manipular, analisar e apresentar, e seu diferencial é a portabilidade de programas e arquivos para diversos ambientes operacionais.

 

Kissmetrics

Para os que desejam investir um pouco mais no processo de mensurar dados, o Kissmetrics é semelhante ao Google Analytics, porém oferece recursos extras por se tratar de uma versão paga.

Ela é ideal para empresas que apostam em Inbound Marketing, podendo ser complementada também com outras ferramentas do Google.

 

Que tal usar essas dicas e alavancar o seu e-commerce?

Ao decorrer deste conteúdo reforçamos a importância de se manter atualizado às tendências e mudanças do mercado — sim, estamos falando sobre a cultura dos dados!

A era da inovação já bateu na sua porta, agora basta abrir e deixar ela fazer parte do seu negócio.

Quer descobrir outras formas de impulsionar os resultados do seu e-commerce  com as métricas e análise de dados? Participe do maior evento online sobre  Data Driven Decision do Brasil!

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Business intelligence: saiba como funciona e como usar na tomada de decisão

Imagine uma ferramenta que colete dados do seu negócio de forma estratégica e ainda converta essas informações em valor: isso é o que o business intelligence faz.

A partir desses dados gerados em uma loja, por exemplo, é possível ter a noção do motivo da queda nas vendas, o tamanho e até mesmo a cor mais vendida de uma determinada loja, para que assim ela consiga lucrar mais e reduzir custos.

Mas é necessário que a coleta e organização desses dados permitam uma avaliação e visualização de maneira mais clara, e um software de planejamento estratégico pode ajudar nisso.

Quer saber mais sobre business intelligence, como funciona e suas vantagens¿ Então acompanhando!

O que é business intelligence?

Business Intelligence (BI) é um conjunto de técnicas que ingere dados de negócios e os apresenta em visualizações amigáveis, como relatórios, painéis, gráficos e tabelas.

As ferramentas de BI permitem que os usuários de negócios acessem diferentes tipos de dados, históricos e atuais, de terceiros e internos, bem como dados semi estruturados e dados não estruturados, como mídias sociais.

Dessa forma, é realizada uma análise dessas informações para obter insights sobre o desempenho do negócio.

As organizações podem usar os insights obtidos com business intelligence para melhorar as decisões de negócios, identificar problemas ou questões, identificar tendências de mercado e encontrar novas oportunidades de receita ou negócios.

Onde surgiu o business intelligence?

O termo business intelligence foi usado pela primeira vez em 1865 pelo autor Richard Millar Devens, quando citou um banqueiro que coletava informações sobre o mercado antes de seus concorrentes.

Em 1958, um cientista da computação da IBM, chamado Hans Peter Luhn, explorou o potencial do uso da tecnologia para reunir inteligência de negócios. Sua pesquisa ajudou a estabelecer métodos para criar algumas das primeiras plataformas de análise da IBM.

Nas décadas 60 e 70, os primeiros sistemas de gerenciamento de dados e sistemas de suporte à decisão (DSS) foram desenvolvidos para armazenar e organizar volumes crescentes de dados.

Muitos historiadores sugerem que a versão moderna do business intelligence evoluiu do banco de dados DSS. Uma variedade de ferramentas foi desenvolvida durante esse período, com o objetivo de acessar e organizar os dados de maneira mais simples. 

Já na década de 90, ela tornou-se cada vez mais popular, mas a tecnologia ainda era complexa. O desenvolvimento mais recente concentrou-se em aplicativos de BI de autoatendimento, permitindo que usuários não especialistas se beneficiem de seus próprios relatórios e análises.

As plataformas modernas baseadas em nuvem também ampliaram o alcance do BI em todas as regiões. Muitas soluções agora lidam com big data e incluem processamento em tempo real, permitindo processos de tomada de decisão com base em informações atualizadas.

Agora que já te explicamos o que é como surgiu o business intelligence, vamos mostrar como essa ferramenta funciona na prática. 

Como funciona o business intelligence?

As plataformas de business intelligence tradicionalmente dependem de armazenamento de dados para suas informações básicas, agregando-os de várias fontes de dados em um sistema central, para oferecer suporte a análises e relatórios de negócios

A partir daí, ele consulta o armazém e apresenta os resultados ao usuário na forma de relatórios, gráficos e mapas. E eles podem incluir um mecanismo de processamento analítico online (OLAP) para dar suporte a consultas multidimensionais. 

Por exemplo: Quais são as vendas para nossa região leste versus nossa região oeste este ano, em comparação com o ano passado? O OLAP fornece tecnologia poderosa para descoberta de dados, facilitando a inteligência de negócios, cálculos analíticos complexos e análises preditivas.

Algumas soluções de business intelligence mais recentes podem extrair e inserir dados brutos diretamente usando tecnologia como o Hadoop, mas os data warehouses ainda são a fonte de dados preferida em muitos casos.

Business intelligence

Seu processo, portanto, é divido em 3 etapas. Que são:

Coleta e organização de dados

Essa etapa consiste em estabelecer os dados que serão coletados e que ajudarão a aprimorar as informações, como: despesas, projetos elaborados, metas alcançadas, entre outros.

Para que os gestores possam interpretar melhor falhas nos orçamentos ou padrões de comportamentos, é preciso essa etapa para definir métricas e indicadores e, assim, criar relatórios a partir de perguntas, como: o que aconteceu? Quantas vezes? Como podemos mudar isso?

Análise e compartilhamento

É importante compartilhar as informações alcançadas a partir dessas etapas, para as áreas necessárias dentro da empresa. Dessa forma. Será possível dedicar nas melhorias ou soluções para resolver o problema

Compartilhamento

Na última etapa, compartilhe as informações obtidas para as respectivas áreas, para que se possa trabalhar em soluções e melhorias com o objetivo de resolver o problema apresentado. 

Por que o business intelligence é importante?

Business Intelligence é importante porque oferece às organizações a capacidade de fazer perguntas em linguagem simples e obter respostas que possam entender.

Em vez de usar as melhores suposições, eles podem basear as decisões no que seus dados de negócios estão dizendo a eles, seja relacionado à produção, cadeia de suprimentos, clientes ou tendências de mercado.

Por que as vendas estão caindo nesta região? Onde temos excesso de estoque? O que os clientes estão dizendo nas mídias sociais? O BI ajuda a responder a essas perguntas críticas.

Portanto, o business intelligence fornece insights passados ​​e atuais sobre os negócios. Isso é alcançado por meio de uma variedade de tecnologias e práticas, desde análises e relatórios até mineração de dados e análises preditivas.

Ao fornecer uma imagem precisa do negócio em um momento específico, o BI fornece a uma organização os meios para projetar uma estratégia de negócios com base em dados reais.

Benefícios de utilizar o business intelligence

As organizações se beneficiam do business intelligence quando podem avaliar totalmente as operações e processos, entender seus clientes, avaliar o mercado e impulsionar a melhoria. 

Isso porque ele fornece as ferramentas certas para agregar informações comerciais de qualquer lugar, analisá-las, descobrir padrões e encontrar soluções, apoiando o processo de tomada de decisão das seguintes maneiras. 

Veja mais benefícios: 

Oferece uma visão ampla de dados

Conectando-se a uma ampla variedade de diferentes sistemas de dados e conjuntos de dados, incluindo bancos de dados e planilhas, fornecendo uma análise profunda, ajudando os usuários a descobrir relacionamentos e padrões ocultos em seus dados.

Além disso, apresentando respostas em visualizações de dados informativas e atraentes, como relatórios, mapas, tabelas e gráficos.

Permite comparações em diferentes cenários

Fornecendo recursos de drill-down, drill-up e drill-through, permite que os usuários investiguem diferentes níveis de dados e em vários cenários.

Otimiza tarefas

Por meio de sistemas avançados de BI e análise, também podem integrar inteligência artificial (IA) e aprendizado de máquina, para automatizar e otimizar tarefas complexas.

Esses recursos aceleram ainda mais a capacidade das empresas de analisar seus dados e obter insights em um nível profundo.

Como o Business Intelligence pode ajudar sua empresa? 

Business intelligence

A inteligência de negócios ajuda as organizações a se tornarem empresas orientadas por dados, melhorar o desempenho e obter vantagem competitiva. Eles podem:

Portanto, se você quer tornar seu negócio mais competitivo, invista no business intelligence, já que, a partir da reunião de dados e técnicas, sua empresa vai conseguir coletar e utilizar esses dados de forma estratégica.

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