Gestão de sites: dicas essenciais para marcar presença na internet

Vivemos em um mundo moderno e atualizado que usufrui dos benefícios tecnológicos a todo momento. Sendo assim, é importante que as empresas fiquem atentos a essas necessidades para que o sucesso de seu empreendimento não seja abalado. Por isso, mais do que simplesmente possuir um domínio na internet, hoje em dia é preciso investir na gestão de sites.

O grande fluxo de páginas no meio online faz com que a competição nessa área se torne cada vez maior. Assim, é necessário apostar em técnicas que garantam o sucesso de projetos no ambiente digital.

Nesse cenário, a gestão de sites se destaca por apresentar uma série de soluções que tornam uma página relevante na internet, o que obviamente aumenta a sua popularidade e o seu fluxo.

Mas por que o meu negócio precisa ter um site?

Já parou para pensar em como a nossa vida, atualmente, revolve em torno da internet? Sempre que precisamos fazer uma pesquisa, recorremos aos buscadores online.

E, se o seu negócio não possui um site institucional, vai ficar de fora do fluxo de resultados, o que impacta diretamente na venda de suas soluções e produtos.

Para obter sucesso no mundo dos negócios, portanto, é imprescindível marcar presença na área digital. Caso contrário, a perda de clientes é inevitável.

Mas, como você já deve ter imaginado pelas informações que soltamos acima, é preciso que esses sites sejam montados com atenção. Mais do que isso, a sua gestão deve ser feita com cuidado, e seguindo algumas táticas que garantam o seu sucesso.

3 dicas para garantir uma boa gestão de sites

Existem alguns critérios básicos que devem ser levados em consideração na hora de criar um site. Sua responsividade, por exemplo, é extremamente importante.

Isso porque podemos acessar uma página na internet de diferentes dispositivos: desktop, smartphones, tablets…

As opções são infinitas, e é importante que o nosso site se adapte a todas as diferentes telas para suprir diferentes necessidades sem que as informações fiquem desorganizadas e o layout e o design sejam afetados.

Esse fator é um ponto positivo para qualquer gestão de sites, e é um dos fatores que precisam ser pensados no momento da criação do website.

E, tratando de design, é interessante em apostar naqueles que são intuitivos. Eles podem parecer mais simples, mas facilitam a navegação dos futuros usuários, o que diminui a taxa de rejeição.

Agora que já conhecemos os conceitos básicos, estamos preparados para nos aprofundar na gestão de sites!

Ofereça conteúdo de qualidade

Educar o seu público ao disponibilizar conteúdos interessantes e pertinentes sobre o segmento em que você atua oferece vários benefícios.

Isso porque, além de divulgar o seu trabalho e suas soluções, você também se torna referência no assunto.

Dessa forma, a sua marca ganha maior credibilidade, o que pode aumentar as vendas.

Além disso, ao mesmo tempo em que você incrementa o conhecimento de clientes antigos com esses conteúdos, também atrai novos leads que podem fechar negócio no futuro.

Como? Por meio da indexação de palavras no Google. A criação e o desenvolvimento de pautas com temas interessantes para o mercado, portanto, é bastante importante.

Um espaço para blog irá tornar possível a indexação de diversas palavras estratégicas, mostrando seu site como resultado nos motores de busca e aumentando a relevância do domínio.

Nesse caso, o responsável pela gestão de site irá definir a frequência dessas publicações.

Mantenha o site sempre atualizado

Por falar em frequência, é necessário ter em mente que é muito importante manter o site atualizado.

Caso muito tempo passe sem a publicação de um novo conteúdo, os visitantes podem ter a impressão de que o site está abandonado.

Então, é preciso ficar atento para não deixar isso acontecer. Aqui, é interessante contratar agências especializadas nessa produção de conteúdo para que a atividade não acabe passando batida pela correria do dia a dia.

Crie uma boa estratégia de marketing

Para que as ações citadas obtenham resultados eficientes, é preciso que elas sejam feitas com base em uma boa estratégia de marketing.

É importante levar em consideração o público que queremos chamar a atenção, estudando o seu comportamento e criando uma metodologia combine com as suas necessidades.

Além disso, campanhas como a de SEO, Google Ads e aquelas que são feitas para redes sociais também são essenciais.

Elas ajudam a divulgar o site e garantem o seu excelente posicionamento nos buscadores online, o que aumenta os cliques e as vendas.

Bônus: não se esqueça das redes sociais!

O Brasil ocupa o segundo lugar no ranking de países que mais utilizam redes sociais, ficando atrás somente das Filipinas. Por isso, alimentar esse meio com conteúdos relevantes é algo essencial na gestão de sites

Ao mesmo tempo em que se cria uma relação mais próxima com o público de cada aplicativo, essa atividade divulga o site e gera mais engajamento com as publicações já feitas.

Mas lembre-se de ter cuidado com o fluxo de posts para não sobrecarregar os seus seguidores.

E, se você quiser inspiração para criar e fazer a gestão de sites de maneira eficiente, conheça o portfólio da Layer Up! Já desenvolvemos sites para diversos setores.

Mulheres programadoras: por que o mercado ainda é tão fechado para elas?

A história da tecnologia é marcada por mulheres muito importantes. Os primeiros algoritmos de computador, a conexão wireless e o primeiro compilador para linguagens de programação, por exemplo, foram algumas invenções femininas que revolucionaram e deram espaço para outras inovações. Mas o curioso é que o cenário atual é completamente oposto: as mulheres programadoras são minoria e, embora o mercado se diga receptivo, ainda há uma participação tímida delas em salas de aula e empresas.

Enquanto o empreendedorismo feminino cresce, assim como a participação de mulheres em diversos segmentos, a tecnologia é uma área que ainda apresenta grande disparidade, quando comparamos a participação feminina e masculina. Na área de programação, a presença deles se destaca em maior número nos cursos superiores e nas empresas. Essa ideia não é coisa que notamos no dia a dia, mas sim algo confirmado por diversas pesquisas.

O último Censo do IBGE, divulgado em 2010, mostrou que apenas 22% dos alunos eram mulheres nas turmas de ciência da computação.

No mercado, elas são minoria também e representam apenas 17% do total de programadores, de acordo com dados apresentados no evento “Por um Planeta 50-50: Mulheres e meninas na ciência e tecnologia”, realizado pela Serasa Experian em parceria com a ONU Mulheres.

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Mas o curioso é que as mulheres programadoras foram a maioria nesse mercado um dia. Assim como falamos acima, elas criaram linguagens inovadoras e tecnologias de destaque. No Brasil, nos anos 1970, a primeira turma de Ciências da

Computação do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP era formada por 70% de mulheres. Em um cenário mais recente, a universidade apontou que em 2016 apenas 15% dos alunos eram do gênero.

A tendência se repetiu no mercado. Em 1984, as mulheres ocupavam cerca de 37% dos cargos em ciências da computação. Já em 2011, os dígitos não passavam de 12%. A consequência é agravante pois mostra que elas ficam de fora de uma das carreiras mais valorizadas do momento, que se desenvolve a cada dia, oferece melhores salários e maior perspectiva de ascensão de cargo.

Só que o problema não é apenas a baixa participação. Alguns estudos chegaram a mostrar que também existe pouca valorização. Uma pesquisa feita pelo GitHub, uma plataforma de hospedagem de código-fonte, apontou que os códigos escritos por mulheres só são melhor aceitos quando a autora não é divulgada. Os números ficam assim: 78,6% de aceitação para elas e 74,6% para eles.

Já a Women In Tech mostrou que as mulheres ficam mais estagnadas no nível básico da profissão que os homens. 46,1% das mulheres da indústria estão no nível iniciante, enquanto apenas 25,9% dos homens sofrem com esse problema. Quando os profissionais são mais jovens, a desigualdade ainda existe, mas é menor. 84,5% das mulheres entre 18 e 24 anos ocupam cargos iniciais, enquanto que para os homens a porcentagem é de 77,3%, o que mostra uma tendência de que as mulheres continuem a ocupar cargos júnior.

Por que o mercado para mulheres programadoras é pouco inclusivo?

Depois dessa enxurrada de dados, deu para perceber que a situação está longe de ser ideal, não é? Mas ela é reflexo de um problema que é bem mais complexo. Listamos alguns motivos abaixo:

Cultura de que mulheres não se dão bem com exatas

Aquela ideia de que as mulheres não se dão bem com exatas criou um efeito dominó gigantesco. Desde a infância, os meninos são mais estimulados a desenvolver o raciocínio lógico. Na escola, também é comum ouvir que eles se dão melhor em matérias como matemática e física. Tudo isso gera uma percepção de que os homens devem seguir nas carreiras que envolvem números e códigos, enquanto as meninas devem seguir em profissões de humanas.

Um exemplo clássico que só vem mudando nos tempos de hoje é a engenharia civil, área que sempre foi masculinizada e que apenas agora tem visto a participação feminina crescer. Uma pesquisa encomendada pelo portal G1 indicou um crescimento ininterrupto da presença de mulheres na profissão de 2008 até 2015, e que a tendência é permanecer neste ritmo.

Agora, o desafio é a tecnologia. Mas o efeito dominó tem levado a um outro problema que é a falta de referências femininas no mercado.

Poucos modelos de inspiração

Como falamos, as mulheres programadoras existem, mas estão em baixo número e, muitas vezes, não são valorizadas. Por isso, durante muito tempo faltaram modelos femininos de destaque que inspirassem muitas mulheres a seguir na área. Alguns profissionais da tecnologia falam que existem poucas iniciativas que levem conhecimento às mulheres de que a área é receptiva e que esse tipo de trabalho não é masculino. Mas aos poucos, felizmente, essa questão tem mudado, como você verá mais abaixo no post.

Os modelos masculinos foram positivos?

Aqui fica uma reflexão: a inversão de gêneros na tecnologia aconteceu aproximadamente nos anos 1980, na época em que os computadores pessoais se popularizaram e grandes líderes como Steve Jobs e Bill Gates despontaram. A partir de então, o nome de mulheres programadoras começou a ficar cada vez mais raro no hall da fama do mundo da tecnologia.

Essa coincidência nos leva a um questionamento. Será que essa inversão de papéis tem alguma ligação com o fato de que nessa época as principais inovações eram atribuídas aos homens? Se for, quais são os modelos delas?

A história da tecnologia foi escrita por mulheres programadoras e notáveis

Inicialmente, muitas meninas que entram na área costumam achar que a linha do tempo da tecnologia é contada do ponto de vista dos homens que contribuíram. Apesar de a história recente da tecnologia envolver mais líderes masculinos, a trajetória da computação tem diversos pontos marcantes em que as mulheres foram protagonistas.

Recentemente, entrou na lista de indicados ao Óscar o filme “Estrelas Além do Tempo”, que coloca em primeiro plano três mulheres negras que trabalharam como “computadores humanos” na NASA. A tarefa delas era resolver equações complexas, necessárias para o sucesso de projetos astronômicos. A história revelou engenheiras e matemáticas brilhantes, que foram peça-chave para a ida do primeiro americano ao espaço.

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Além disso, vale lembrar que os primeiros programadores da história, na verdade, eram figuras femininas. Reunimos aqui algumas mulheres notáveis que abriram espaço para inovações importantíssimas:

 

Ada Byron (Lady Lovelace)

Ada Byron foi a programadora pioneira da história. Foi responsável por ter escrito o primeiro algoritmo a ser processado por uma máquina no século XIX.

O aparelho computava valores de funções matemáticas. Naquela época, ela também já era capaz de enxergar que a capacidade dos computadores poderia ir além dos cálculos matemáticos e processamento de números.

Hedy Lamarr

Hedy Lamarr era uma atriz com grande aptidão para a tecnologia. Além de ficar conhecida por participar de filmes americanos, ela foi conceituada por ter sido uma brilhante inventora. É atribuída a ela a criação de um sofisticado aparelho de interferência em rádio para despistar radares nazistas, que foi patenteado em seu nome.

49% da patente da tecnologia foi adquirida, mais tarde, pela Ottawa Wireless Technology, empresa que criou conexões como o Wi-Fi e CDMA.

Grace Murray Hopper

Grace Murray Hopper foi uma importante figura na programação. Ela era analista de dados da marinha americana e criou a linguagem de programação Flow-Matic, que serviu de base para a criação do COBOL (Linguagem Comum Orientada para os Negócios).

E tem uma curiosidade também. É de autoria dela o termo “bug”, popular até hoje quando as pessoas se referem a falhas no código-fonte. Grace Murray Hopper teria tido um problema em seu computador que tentou resolver sozinha. Ela percebeu que havia um inseto morto no computador.

Edith Ranzini

No Brasil, Edith Ranzini foi uma das quatro mulheres que contribuíram com o projeto “Patinho Feio”, o primeiro computador desenvolvido no Brasil. O trabalho nasceu na Escola Politécnica da USP nos anos 1970. A professora também foi importante mais tarde na implantação do curso de engenharia elétrica com ênfase em computação na instituição.

 

O que pode ser feito para atingir a igualdade?

Se um dia as mulheres já tiveram maior protagonismo na tecnologia e na programação, é porque esse mundinho também pertence a elas e essa realidade pode ser modificada. Mas para atingir o status ideal de igualdade, é preciso que as empresas, os próprios funcionários e até a sociedade como um todo tomem algumas iniciativas. Listamos em tópicos algumas delas:

Iniciativas

Se por um lado parece que ainda existe pouca procura pela área na época escolar e universitária, as poucas mulheres depois de formadas mostram bastante engajamento. Hoje, não é raro encontrar projetos que estimulem a presença feminina na tecnologia.

São iniciativas que envolvem grupos de debate, workshops, cursos e competições de programação que somam bastante à experiência das novas mulheres programadoras. Eles são inspiradores, veja só:

Se você é mulher e programadora, e já chegou até aqui embaixo, saiba que em nossa agência abrimos as portas para meninas que carregam a inovação no DNA, afinal, não é à toa que a Layer Up surgiu da parceria entre duas mulheres.

Comente aqui no blog as suas impressões sobre o assunto. Para você, a tecnologia está mais receptiva para mulheres programadoras?


Criação de sites: quais passos seguir?

Está na hora de mostrar a cara da sua empresa na internet, mas você não entende nada de criação de sites? Sem pânico. Estou aqui novamente para te ajudar.

É importante entender que um site é o cartão de visitas de uma empresa. Por meio dele é que sua equipe é apresentada, a história da empresa é contada, onde seus valores e objetivos são mostrados e, principalmente, este será o espaço em que todas as soluções que você oferece serão explicadas.

Já falei aqui no blog que é indispensável ter um site. Mas afinal, quais passos são necessários para seu desenvolvimento?
Com base no nosso dia a dia aqui na Layer Up, vou contar tudo sobre o processo de criação de sites agora!

Domínio e hospedagem

Talvez esses sejam os itens que mais aparecem nas buscas por “criação de sites“. E não é para menos, pois eles são passos essenciais que você mesmo deve fazer para que os registros sejam feitos no seu nome.

Você tem dois caminhos para contratar um domínio:
– Pelo site do Registros BR
– Pela própria empresa de hospedagem que escolher (Hostgator, Locaweb, Go Daddy, etc.)

Se você não domina o assunto, o mais indicado é seguir a segunda opção, pois dessa forma o domínio contratado já estará com todas as configurações necessárias.

A hospedagem é necessária para colocar seu site em funcionamento e para variadas funções, como a criação de e-mails profissionais a partir do seu domínio. A mensalidade geralmente fica entre R$10 e R$30.

Cuidados fundamentais para a criação de sites

() Preste atenção: desenvolver um site vai além de colocá-lo “no ar” com um punhado de informações.
É preciso trabalhar diversas frentes para que ele seja funcional, esteticamente bonito e dinâmico. Aqui na Layer Up, costumamos sempre focar no chamado UX (User Experience), ou seja, na experiência do usuário e como ele vai caminhar dentro do site.

Alguns dos fatores mais importantes nesse caso são:

Layout

Visualmente o site precisa ser agradável e transmitir a identidade do negócio.

Há empresas cujo conteúdo principal são as imagens, como uma produtora de vídeo, ou um estúdio de fotografia, por exemplo. Já em outros casos, o importante é ter uma interface simples, fácil de ser assimilada e com o conteúdo reunido somente na home.

Há como comprar templates prontos para essa finalidade. Hoje há muitos sites que oferecem layouts idealizados para determinados perfis de negócio.

→ Uma dica: para conferir as possibilidade de temas prontos, você pode acessar sites como o Themeforest.
E tem mais: seja qual for o formato escolhido, é importante que o site tenha otimizações de programação para que não seja pesado.

Por que?

Atualmente os usuários possuem pacotes de dados oferecidos pelas operadoras de telefonia celular, por exemplo, e utilizam bastante o smartphone para acessar a internet. Se o site for pesado, além de acabar com o pacote de dados, o usuário ficará limitado durante a navegação.

Além disso, ninguém gosta de ficar muito tempo esperando um site carregar. Não é mesmo?

https://giphy.com/gifs/o5oLImoQgGsKY

Linguagem

Com quem sua empresa conversa?
É com um gestor de uma empresa de tecnologia, ou com os pacientes de uma clínica veterinária?

A linguagem tem que ser acessível para seu público. Você deve conhecê-lo muito bem para fazer as adaptações necessárias.

Esse estudo indicará qual é a Persona que você aplicará no conteúdo do site, ou seja, quais características sua empresa assumirá para conversar com o público-alvo, seja no tom do texto, ou na escolha de termos utilizados.

Site responsivo

Pense no usuário e estude seu comportamento. Depois disso, molde seu site para melhor atendê-lo.

Pensando nisso também, vale o alerta: todo site tem que ser responsivo e, assim, ter versões pensadas para mobile (smartphones e tablets).

E como saber se um site é responsivo?

https://giphy.com/gifs/web-design-b2CD0Qrq2ulwY

Basta encolher a tela no próprio computador e analisar como os elementos se comportam.

– Pode ocorrer apenas uma adaptação, sendo que os mesmos elementos são mantidos na tela reduzida, sem mudar de tamanho; ()
– Ou os itens, como o menu e slides informativos, podem ser alterados para versões mais compactas, que sejam de fácil leitura, o que prova que o site é mesmo responsivo. ()

SEO e a criação de sites

O famoso SEO tem que ser aplicado no seu site. Expliquei tudo sobre esse assunto  .
É essa prática que fará a indexação no Google. É preciso fazer um estudo para entender quais são as melhores palavras-chave para seu negócio e incluí-las nos textos e títulos presentes no seu site.

→ Dica: se você optar por montar seu site por meio do WordPress, utilize um plugin (programa que permite otimizar recursos para o site) chamado Yoast, que tornará a aplicação de palavra-chave muito mais fácil. Caso optar por outro formato de desenvolvimento, como HTML, saiba que será necessário aplicar o SEO com códigos, então é melhor contar com um profissional de programação.

Vou explicar melhor sobre WordPress e HTML daqui a pouco.

Etapas da criação de sites

Agora que você conhece os cuidados que precisa tomar para criar seu site, vamos para as etapas práticas.

1º etapa – Briefing

Uma reunião de briefing para esclarecer quais objetivos se buscam atingir com a construção do site é primordial. É esse alinhamento que dará um norte para os próximos dois passos.

2ª etapa – Site Map


Com um briefing detalhado, é possível estruturar um bom Site Map, que é a estrutura que lista todos os elementos que estarão presentes no site: home, sobre, contato, serviços, etc. A agência ou freela que estiver responsável por essa etapa, irá se encarrega de organizar esse processo e encaminhar para aprovação do cliente.

3ª etapa – Wireframe


Após a aprovação do Site Map, chega a hora de “desenhar” o site. É para isso que serve a etapa de Wireframe, um rascunho bruto do layout sugerido. Concluída e aprovada essa parte, seguimos para os processos técnicos.

“Tecniquês” da criação de um website

Antes de explicar quais são as possibilidades técnicas da construção de um site, vou mostrar aqui as linguagens mais populares no mercado.

Provavelmente você já ouviu essas siglas e palavras, mas ficava curiosos sobre os significados. Aproveite para matar essa curiosidade agora.

HTML

Ao acessar a home de qualquer site, é fácil identificar blocos de texto, certo? Pois esse é o código HTML em ação.
Quer um exemplo?

No Facebook, encontramos botões com os dizeres “criar uma publicação”, ou ainda lemos no topo da página algo como “pesquisar no Facebook”. Tudo o que for texto, como indiquei aqui, é HTML.

CSS

Se o HTML é referência para texto, o CSS é o que dará cor e estilo.

Barras coloridas, caixas de texto com tamanhos específicos, botões estilizados… tudo isso surge no site graças ao código CSS. No exemplo do Facebook, é com o código CSS que o topo da página e os demais botões são azul.

Javascript

O Javascript nada mais é do que uma espécie de animação que ocorre sem que seja preciso recarregar uma página do site.
Um exemplo simples para descomplicar:

Vamos supor que você está navegando por um blog de gastronomia e, quando rola a tela, aparece um pop up (pequena janela que abre no navegador em cima de determinada página) com um botão para você se inscrever e receber novidades.

Essa é a ação do Javascript, pois o pop up aparece e você pode fechá-lo sem que a página precise ser recarregada.

WordPress

O WordPress é uma plataforma de desenvolvimento de site, que atualmente é uma das mais fáceis de ser administrada.
Com essa ferramenta, é mais fácil montar um site, pois não é preciso mexer na programação. Toda informação já é puxada automaticamente de um banco de dados.

Front-end

O front-end é justamente como se chama a parte estática do site, formada pelo texto, pela estilização e pelo Javascript.

Back-end

O back-end atua como se fosse um motor. Ele é a segunda parte do desenvolvimento, responsável pelo funcionamento das ações do site.

Quando você cria seu texto e insere em qualquer plataforma, por exemplo, o caminho natural é clicar em “postar”. Nesse momento, o “motor” será ativado e o texto irá para um banco de dados. Quando você recarregar a página em questão, essas informações serão puxadas desse banco de dados e aparecerão publicadas.

Esse conjunto de ações é o back-end.

PHP

Você deve estar se perguntando “qual elemento é responsável por carregar as informações para o banco de dados durante a ação do back-end?”.

Seu raciocínio está certo. Tem mesmo um item que faz isso. É o chamado PHP.

No momento de “postar”, que comentei aqui em cima, as informações vão para o banco e são puxadas pelo PHP, o qual inclui esse texto na tela, de forma dinâmica.

Resumindo…

Há duas formas para a criação de sites:

Dentro desse universo, é importante esclarecer que a forma mais simples de criar um site atualmente é pelo WordPress, principalmente porque ele é gratuito e open source, ou seja, é um modelo de desenvolvimento com licenciamento gratuito.

Isso porque essa plataforma foi criada por uma comunidade, que inclusive é aberta para receber novos códigos e programas.
→ Vantagem: com esse modelo de desenvolvimento, é possível contar com as inúmeras informações e tutorias disponíveis na web, fornecidas por membros dessa comunidade.

Outro cenário é quando se usa somente HTML, CSS e Javascript para a criação de um site estático, que se baseia somente em texto, cores e animações simples. Apesar de ser uma estrutura mais enxuta e com pouca variação de funções, é preciso ter conhecimento de programação para a execução.

Caso você queira desenvolver um site dinâmico, que necessita de interações como formulários e publicações, também é necessário implementar o PHP. Mas vale lembrar que essa é uma técnica complexa e por isso é indispensável o trabalho de um programador.

O processo para um e-commerce é o mesmo?

Quando se trata de criação de sites para e-commerce é preciso contar com o suporte de algumas ferramentas específicas.
São elas:

Woo Commerce

O Woo Commerce é uma opção utilizada na plataforma WordPress. Trata-se de um plugin gratuito que lê imagens de produtos e preços, e permite a inserção de um botão de compra.

É uma ferramenta gratuita, muito simples e atende bem micro e pequenas empresas.

Vtex

A Vtex é uma plataforma paga, cujo investimento é válido para empresas maiores, com alta demanda. Isso porque ela tem mais funcionalidades que o Woocommerce.

O que já colocamos em prática na Layer Up

Gostamos de desenvolver sites editáveis, para que o cliente possa trocar títulos, acrescentar novas informações, sem depender 100% da agência. Isso porque acreditamos que o trabalho tem que ser dinâmico para o cliente e seria injusto mantê-lo dependente somente do nosso suporte por um tempo prolongado.

Se você já passou por isso, sabe do que estou falando.
Pensando nisso e com o foco em oferecer o melhor para cada perfil de negócio, nós trabalhamos com os processos que expliquei aqui e já conseguimos resultados bem legais.

Projetos que a Layer Up desenvolveu:

Ao todo, foram mais de 140 projetos de desenvolvimento de sites, e abaixo destacaremos alguns:
Portal RDV – Start Up de tecnologia
Grupo Viceri – Empresa de Transformação Digital em Tecnologia
Mingrone Iluminação – Grandes projetos de Iluminação
Galunion – Consultoria em FoodService
Eico New Cosmetic – Produtos de beleza
Unique – Start Up de tecnologia
CP Design – E-commerce de Lustres
Fernanda Coxta – Influenciadora

Mulheres da Terra


Um exemplo é o site do documentário Mulheres da Terra. Aqui foi feito um trabalho do zero, ou seja, 100% baseado em programação. Ele é dinâmico, moderno, conta com muitas imagens que retratam o intuito do projeto, que é resgatar os saberes ancestrais femininos presentes no mundo todo.

Studio E+W Arquitetura


Um projeto que foi feito a partir de um template já desenvolvido, foi o site do Studio E+W Arquitetura. Esse cliente conta com uma equipe jovem e um modelo de negócio projetado para envolver o público-alvo em todas as etapas dos projetos.
O site precisava transmitir esse conceito e por isso ele é bastante dinâmico. O ambiente virtual também conta com elementos leves e destaca o portfólio da empresa. Com a customização bem planejada e executada, foi possível atingir o objetivo.

Ficou mais fácil de entender o processo de criação de sites? Se quiser saber mais sobre isso e entender qual é a melhor opção para seu negócio, conte conosco! É só entrar em contato e detalhamos tudo para você.
Até a próxima!


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Fale com um especialista, tire dúvidas ou deixe sua sugestão para a Layer Up. Nosso time está pronto para dar um UP em seu negócio e entregar os melhores resultados!

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