Conheça o método Layer Up para estruturar um fluxo de automação que gera cases de sucesso

Antes de sair criando e-mails automatizados, primeiro é preciso entender qual é o tipo de fluxo de automação ideal para o seu negócio. Existem diversas possibilidades e tudo depende da complexidade do produto e de seu ticket médio.

Quanto mais complexo é um produto e maior é o seu ticket médio, mais etapas devem existir dentro do fluxo para gerar a conscientização necessária, educando o mercado.

Em serviços de alta complexidade, serão necessárias cerca quatro etapas: aprendizado e descoberta, reconhecimento do problema, consolidação da solução e avaliação e compra.

Vamos entender detalhadamente como esse processo funciona com exemplos práticos, apresentando o método que usamos hoje para definir esse número.

Fluxo de automação com uma etapa

Primeiramente, vamos falar sobre o cenário da venda direta. Nesse caso, há uma compra por impulso e não há uma grande dor envolvida, ou seja, nenhum público que pesquisa por uma solução específica. O ticket médio é baixo.

Se você vende capinhas de celular, por exemplo, o trabalho é basicamente captar demanda, considerando que o cliente já está buscando uma capinha diferente, e gerar a demanda, mostrando opções que despertem o interesse. 

É importante prestar atenção ao ROI para entender qual das suas ações está gerando melhor resultado, sem envolver nisso um fluxo de automação, mas sim uma régua de relacionamento.

E não existe outro tipo de negócio mais complexo que também trabalhe apenas uma etapa? Sim, existe! Pense em um serviço de armazenamento de arquivos em nuvem, por exemplo.

É um serviço SaaS, que já possui uma alta demanda. As pessoas entendem os benefícios, possuem essa necessidade e já buscam pelo produto. Mas, por se tratar de um mercado com alta concorrência, é preciso gerar um pouco mais de demanda. 

Nesse caso, o ideal é começar oferecendo um serviço básico gratuito, que a pessoa possa utilizar por um tempo. Por meio de uma boa régua de relacionamento, é possível conseguir fazer com que o cliente realize o upsell.

Fluxo de automação com duas etapas

Também trabalhamos com mercados semi-maduros, aqueles em que a pessoa tem uma determinada necessidade mas ainda não conhece bem o assunto, sendo necessário construir um fluxo de automação com duas etapas. 

Podemos usar como exemplo uma empresa B2B de contabilidade. Ou seja, é fácil de identificar que as pessoas precisam dela, entendem a sua necessidade, porém, pela alta concorrência, ela precisa apresentar um bom diferencial para conseguir ter destaque.

Dessa forma, é necessário mostrar por que a oferta dela é melhor do que as outras, quais são os diferenciais da empresa e, eventualmente, oferecer um diagnóstico gratuito para mostrar autoridade e conseguir gerar um senso de urgência.

Fluxo de automação com três etapas

É possível estruturar um fluxo de automação de três etapas em mercados pouco maduros. Nesse caso, já podemos usar o conceito de topo, meio e fundo de funil, facilitando um pouco mais a jornada. 

Em outras palavras, falamos de um mercado que precisa de sólida educação, que requer que a marca reforce as dores para despertar o desejo do seu público-alvo. 

Podemos exemplificar com uma empresa de treinamento B2B. Para conquistar esse cliente, é interessante fazer com que ele entenda em que pontos a empresa dele precisa melhorar, o que ela está perdendo, além de mostrar por que motivo o seu negócio tem a solução ideal.

São necessárias três etapas pois é preciso conscientizar o público-alvo de que eles necessitam do serviço ou produto oferecido.

Fluxo de automação com quatro etapas

Por fim, o fluxo de automação mais completo, contendo quatro etapas, também é perfeito para um mercado pouco maduro, que exige um alto esforço na educação do público para se vender um produto ou serviço de alta complexidade.

Podemos exemplificar essa etapa com a metodologia do Funil de vendas em Y, em que é preciso apresentar todo o conceito, mostrar os benefícios, criar relacionamento e gerar confiança no público.

Pela densidade do serviço, é necessário mais tempo para que esse fluxo de automação funcione e seja executado com eficiência. 

Mas, apesar de longo, o fluxo vai gerar mais demanda, trazer autoridade e também instigar o senso de urgência. 

O método Layer Up

Aqui na Layer Up, trabalhamos com essa matriz que foi apresentada e definimos os projetos de acordo com a complexidade e o ticket médio, para então saber quantas etapas são necessárias no fluxo de automação.  

Nosso trabalho é personalizado de acordo com a necessidade de cada cliente. Priorizamos entender cada cenário para propor uma solução assertiva que trará resultados ainda melhores para sua empresa. 

Portanto, ao trabalhar um fluxo de automação de acordo com a sua realidade, vamos conseguir mensurar, através de métricas e indicadores, o retorno obtido para preparar ainda melhor as suas equipes de marketing e vendas.

A evolução digital

Falando em marketing e vendas, que tal redobrar a atenção no alinhamento desses dois times? Desenvolvemos um conteúdo explicando a importância e as vantagens desse acompanhamento. Confira:

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