O que é lead tracking: siga os passos dos usuários e desenvolva campanhas mais assertivas

Se você deseja saber quais páginas seus leads frequentam no seu blog, entender o que é lead tracking é fundamental.

Com ele se torna possível rastrear cada passo dos usuários nas suas páginas, assim como fazer a identificação de quem precisa apenas de um empurrãozinho para uma compra.

Imagina saber quando alguém vai até a sua página, adiciona produtos no carrinho e, sem mais nem menos, os abandona? Seria uma chance de ouro de tentar se relacionar com pessoas que demonstraram interesse genuíno no seu serviço.

E adivinha: esta é a missão do lead tracking. Com o recurso você rastreia os passos dos usuário no seu site e os qualifica de acordo com os dados.

Está a fim de dar um UP nos resultados do seu negócio? Então continue com a gente e saiba um pouco mais sobre esse tal de lead tracking.

Afinal, o que é lead tracking?

Lead tracking, como comentamos, é uma forma de monitorar as ações dos leads dentro do seu site/blog. Trata-se de uma maneira de desvendar os interesses dos usuários que acessaram seus conteúdos e, assim, personalizar cada vez mais a abordagem com cada um deles.

Este recurso fica disponível dentro de ferramentas de automação de marketing. Aqui na Layer Up nós usamos a RD Station Marketing, mas o mercado oferece algumas outras que você também pode testar no seu negócio.

Esse acompanhamento de atividades dos leads é feito com a instalação de código de monitoramento nas páginas do seu site.

E isso, vale destacar, pode ser feito até mesmo antes da conversão do lead.

Veja como o Eric Porto, nosso analista de inbound marketing, aparece quando acionamos o lead tracking na plataforma da RD que detalha as atividades dos leads que estão na sua base. Repare que temos algumas opções de filtro:
Lead tracking
Com o lead tracking, além de estar por dentro do comportamento do usuário dentro do seu site, você também consegue pontuar as ações do lead com o lead scoring, outro recurso de ferramentas de automação.

Por que você precisa disso?

Se sua empresa investe em campanhas de inbound marketing, por exemplo, trabalhar com o lead tracking é fundamental. Com ele você saberá se os materiais enviados para qualificação estão realmente sendo consumidos.

Trata-se de uma estratégia que possibilita segmentar ações de acordo com as visitas dos leads em seu blog. Por exemplo, se um grupo de leads frequenta páginas que falam sobre manutenção de smartphones, envie campanhas de e-mails com esse tema apenas para esses contatos.

Exemplo de mensagem: “Notei que você leu alguns materiais sobre manutenção de smartphones. Você sabia que o conserto do aparelho — em algumas situações — pode ser mais vantajoso do que a aquisição de um novo aparelho?”. Na sequência, diz mais sobre os benefícios.

Não seria impactante saber que estão monitorando seus interesses dentro do site? Além de estar atento ao que ele consome, você ainda fornece novas informações sobre o assunto. É uma maneira de qualificá-lo e mostrar que se importa com a dor do cliente potencial.

Rastreie as oportunidades!

Neste conteúdo destacamos a importância de incluir em suas ações o lead tracking, um recurso que olha de perto os passos dos leads — e também dos visitantes — dentro dos conteúdos do seu site.

Com ele você saberá quais leads precisam de qualificação para adquirir seu produto ou serviço. Além, é claro, de mostrar aqueles que estão apenas esperando uma abordagem mais comercial, ou seja, já estão preparados para serem passados para o time comercial da sua empresa.

Agora, chegou sua vez de encontrar uma plataforma de automação que considere ideal para seu empreendimento.

Analise as opções do mercado, veja qual melhor se enquadra com seu negócio e dê um UP nos seus resultados!

Saiba como o lead tracking pode ser fundamental para entender os interesses dos usuários e, assim, definir estratégias mais assertivas.

Outbound para potencializar os resultados da sua startup e auxiliar o funil de vendas em Y

Depois que o inbound marketing surgiu, muitos acharam que seria o fim do outbound. Mas nós viemos aqui alertar que ele pode ser uma das soluções para sua startup no lançamento de um produto.

Aliás, as duas estratégias unidas no funil de vendas em Y podem render números expressivos.

O outbound quando atinge a pessoa certa, diferente do inbound, tem o poder de finalizar o processo de venda rapidamente. E resultados em um curto período de tempo é o que todo empreendedor deseja, não é?

Mas isso não quer dizer que você deve esquecer o inbound marketing e apostar apenas no outbound. As duas opções podem ser úteis — e muito!

Hoje, vamos aprender a trabalhar com foco no outbound, mas sabendo os momentos do inbound marketing entrar em ação.

Antes de tudo, é importante entender o funil em Y, estratégia que pode ser interessante para a sua startup.

Entenda o que é funil de vendas em Y

Funil de vendas em Y tem sido um assunto recorrente aqui no blog da Layer Up. Acostume-se, você ainda vai ouvir muito sobre ele.

Existe o funil de vendas convencional, já muito conhecido — aquele que representa a jornada de compra cliente desde o primeiro contato com a empresa. Ele é composto por três etapas: topo, meio e fundo do funil.

O topo é onde encontra-se os visitantes do site/blog. O meio nos deparamos com leads, ou seja, usuários que já cederam algum tipo de informação para a empresa por meio de formulários. Já no fundo existem as oportunidades de venda.

O funil de vendas em Y veio para mudar um pouco esse modelo a fim de potencializar os resultados.

Neste funil, diferente do citado no início do tópico, existem duas entradas, uma delas recebe contatos gerados por estratégia de inbound, a outra via outbound marketing. Estas entradas são representadas pelas pontas superiores do Y, como na imagem abaixo:

Funil de venda em Y

Trabalhando com as duas estratégias, o volume de contatos do topo do funil de vendas será maior. Com mais leads impactados em suas campanhas, o aumento de oportunidades de venda será apenas uma consequência.

Iniciativa de outbound para startups

Quando startups lançam um novo produto no mercado, elas desejam ter um retorno muito ágil do público-alvo. Esta necessidade de ter um feedback o quanto antes é para que dê tempo de voltar atrás de decisões quando algo não sai como planejado.

Quando se lança um novo produto, não é possível fazer benchmarking, estudo que analisa concorrentes e cria parâmetros para seu negócio.

Afinal, você acaba de lançar algo que não existe no mercado. Por isso, a melhor maneira de avaliar a novidade é com outbound marketing.

Por exemplo, sua startup acaba de desenvolver um aplicativo de músicas. A equipe de vendas liga para alguns contatos (outbound) oferecendo o produto. Alguns dizem que preferem baixar músicas em sites, pois não há nenhum custo.

Este simples contato telefônico revela os reais interesses do público. Com ele você consegue fechar negócio, mas também encontra pessoas que não estão prontas para uma aquisição. E é aí que entra o inbound marketing.

Se o contato alegou que não deseja adquirir o serviço por não ver necessidade em pagar por isso, como falamos, basta enviá-lo para entrada de inbound da sua estratégia.

Após sua transferência para a ponta de inbound do funil em Y, este usuário deve ser nutrido com materiais relevantes. Vamos falar agora quais são os tipo de informações que o outbound pode gerar.

Gatilhos gerados pelo outbound

Apostando em estratégias de outbound, você irá extrair informações úteis para que o funil de inbound também seja alimentado.

O contato gerado via outbound pode ver seu produto como uma solução para um problema. Porém, ele também pode alegar que não precisa do serviço, seja lá qual for o motivo.

Se a Netflix entra em contato via WhatsApp, por exemplo, e fala sobre seu serviço e oferece para uma das pessoas da sua base, o lead pode dizer que prefere comprar filmes e séries físicos ou até mesmo baixá-los na web.

É nesse momento que você acaba de gerar uma pauta, isto é, um gatilho para abordar este mesmo contato. Essa conversa com estratégias outbound é a hora de identificar possíveis dores no seu público-alvo.

Ao estar ciente dos problemas dos leads, você terá gatilhos que poderão gerar interesse nesses usuários. No exemplo da Netflix, poderiam ser feitos conteúdos relevantes como “Economize e assista mais séries e filmes” ou “Vantagens de ter um serviço de assinatura”, entre outras possibilidades.

Notou como o outbound marketing foi útil para o inbound? Por mais que não tenha fechado uma venda, ele identificou uma dor do lead, o que gerou uma pauta para uma abordagem via inbound.

O lançamento de um novo produto no mercado é uma tarefa muito desafiadora e nós da Layer Up sabemos disso.

Por isso, é importante desenvolver estratégias que tenham potencial de conquistar o maior número possível de oportunidades de negócio.

Então não deixe de apostar em um bom trabalho de outbound e, consequentemente, alimentar a entrada de inbound marketing. Com isso, seu funil de vendas em Y tem tudo para ser um sucesso!

Veja como o outbound pode trazer resultados rápidos, muitos feedbacks, e ainda contribui com o funcionamento do funil de vendas em Y!

Chegou a hora de ativar o funil de vendas em Y no seu negócio

Aquelas reuniões que tratam inbound e outbound marketing como estratégias inimigas já não precisam mais existir. Como já falamos aqui mesmo no blog da Layer Up, é possível aliar as duas alternativas e obter resultados incríveis com o funil de vendas em Y.

Se você não se lembra do que se trata esse conceito, não tem problema! Vamos refrescar um pouco sua memória.

Esse funil de vendas trabalha com duas entradas para os leads, que seria as duas pontas superiores do Y, um pouco diferente do que já conhecemos.

Essas duas pontas recebem leads diferentes: uma delas capta os potenciais clientes gerados via estratégias de outbound enquanto a outra atrai contatos por meio do inbound marketing.

Mas qual é a vantagem de trabalhar com as duas estratégias? Por mais que inbound marketing seja uma estratégia nova quando comparada ao outbound, não podemos descartar a segunda metodologia. Afinal, ela ainda é muito eficaz quando usada de maneira adequada, com o público-alvo correto.

Portanto, aliar as duas estratégias é uma forma de atrair mais leads para o seu funil, ou seja, possíveis oportunidades de negócios no futuro.

Embora os leads escoem por entradas distintas do funil de vendas em Y, nada impede que eles mudem da entrada inbound para outbound. Tudo depende da sua qualificação, isto é, de quão pronto ele está para uma eventual abordagem comercial.

Deu para relembrar um pouco sobre o tema? Se não ficou claro — ou se você deseja se aprofundar ainda mais — acesse o link que deixamos logo acima. Mas não esqueça de voltar aqui e saber como pôr o funil Y em prática, certo?

Ativação do funil de vendas em Y

Ativar funil de vendas em Y
Como já falamos neste post, esse funil de vendas não tem entrada única para os leads. Ele usa duas estratégias, outbound e inbound, para atrair um volume maior de contatos para o topo do funil.
Mas quando usar as duas estratégias e quando priorizar uma delas? Vamos dar essas dicas agora!

CAC x LTV

O primeiro passo para dar andamento no processo é analisar duas métricas: CAC (Custo de Aquisição de Cliente) e LFV (Lifetime Value).

CAC é basicamente o custo de investimento médio para conquistar novos clientes para o empreendimento. Na maior parte do mercado, esse esforço envolve diretamente as equipes de marketing e vendas.
Já o Lifetime Value ou Valor Vitalício, trata-se do valor financeiro que um cliente vai render para o negócio durante todo o período em que permanecer na sua “casa”.

Para ser efetivo, esse cálculo não pode ser feito individualmente. Deve-se analisar todos os clientes e calcular a média de valor gasto durante o tempo de permanência no empreendimento.

E por que é importante analisar essas duas métricas? Às vezes, o ticket médio é muito baixo e o cliente não é tão recorrente. Nesse caso, com um vendedor na sua equipe, o CAC será muito alto. Por isso, o outbound não vai ser uma estratégia tão relevante para sua empresa.

Outbound marketing é uma estratégia focada em vendas maiores e mais complexas, com tickets médios altos. Então, se o LFV for muito baixo, não vale a pena. É preferível apostar em uma forte campanha de inbound.

Por isso é importante adotar o funil de vendas em Y. Com ele você notará que alguns leads estarão mais adequados ao outbound, enquanto outros se adaptam melhor ao inbound. Desta forma, seu negócio não perde nenhum deles.
Mas como alinhar as duas estratégias? Bom, vamos ver agora!

Alinhamento de inbound e outbound

Alinhamento inbound e outbound
Ao trabalhar com as duas estratégias você dará mais eficiência aos leads gerados. Mas encontrar um alinhamento perfeito pode ser uma tarefa desafiadora.

Se sua empresa já tem estratégias de inbound marketing, por exemplo, existe um método muito prático para alinhá-lo ao processo de outbound.

Alguns leads gerados pelo inbound já estão na sua base e podem migrar para o outro lado do funil em momentos específicos.

O primeiro é quando ele possui um lead scoring muito alto, assunto que já falamos aqui no blog da Layer Up e você pode conferir no link.

O segundo tem relação com conteúdo e contexto. Se o lead já interage com os materiais do seu blog, utilize isso a seu favor e personalize ainda mais o e-mail enviado para ele.

Por exemplo: “Notamos que você consumiu conteúdos relacionados a como aumentar as vendas desenvolvendo materiais relevantes para o público-alvo. Além disso, vimos que tem muito interesse em ferramentas que facilita o envio de e-mails. Gostaria de bater um papo sobre isso?”

Uma mensagem personalizada como esta pode ser muito impactante. O lead nota que você está interessado em solucionar o problema que ele tem.
Temos outro momento que pode ajudar esse alinhamento: a levantada de mão, sendo mais técnico, o MQL (Marketing Qualified Leads).

Esses termos são usados para falar dos leads que já sabem quais são seus problemas e procuram pela solução, que pode ser a oferecida pelo seu empreendimento.

Podemos classificar os contatos como MQL quando eles já interagiram o bastante com nossa empresa.
Essa interação pode ser com leituras de conteúdos do seu blog, baixando materiais ricos ou após solicitar demonstração por uma landing page.

Não perca a hora!

Os leads, mesmo após a levantada de mão, podem esfriar rapidamente caso você não aja o mais rápido possível.

Hoje, com tantas opções na web, as pessoas podem esquecer de você em um piscar de olhos. Se use como exemplo. Quando você procura informações na web, acessa um site, faz uma leitura rápida e não encontra o que deseja. Qual é sua ação? Procura por outro site ou insiste nesse mesmo até localizar o que quer?

A probabilidade de os usuários optarem pela primeira alternativa é muito grande. E lá se vai uma oportunidade de negócio para ralo.

Portanto, quando o lead levanta a mão, é preciso que algum profissional entre em contato em até uma hora. Assim a probabilidade de conseguir uma conexão com ele é sete vezes maior, segundo pesquisa Harvard Business Review.

Embora a chance de conseguir contatos significativos nesse período seja grande, poucas empresas fazem isso. Ainda sobre a mesma pesquisa, apenas 37% dos empreendimentos respondem às consultas dentro de uma hora.

Caminho inverso

Ativação funil de vendas em Y
Já falamos como transferir um lead gerado após ações de inbound marketing, mas ainda precisamos traçar o caminho contrário.
Por meio de inteligência comercial, sua estratégia de outbound conquistou alguns leads com o perfil do seu negócio. Após a prospecção você tem a certeza de que futuramente ele pode ser seu cliente, mas, agora, infelizmente não é o momento.

Esse empecilho pode ocorrer por diversos fatores, como a falta de dinheiro para o investimento ou até mesmo pelo lead estar considerando outras soluções.

Por mais que não seja o momento de compra, você não pode deixar que ele vá para o concorrente. E para evitar, transfira este lead para o outro lado do funil de vendas em Y: o de inbound marketing.

Com fluxos de nutrição para esses leads indecisos, você irá alimentá-los com informações relevantes. Com isso, o contato não esfria e, quando ele tomar uma decisão, a chance de falar com sua empresa é muito maior.

Agora ficou mais fácil para ativar seu funil de vendas em Y e dar um UP no seu negócio, não acha? Quando passar por toda experiência do processo, venha aqui no blog nos contar como foi, combinado?


Inbound marketing e RD Station: a combinação que pode aumentar seus resultados

Você se acostumou com anúncios interrompendo um programa que você gosta ou até mesmo sua leitura? Esqueça isso e venha aprender o que é inbound marketing para atrair potenciais clientes na web sem interromper a experiência deles.

Sei que não tem necessidade de perguntar se isso já aconteceu com você, mas vou questionar mesmo assim. Você está na sua casa, assistindo aquela partida de futebol tão esperada, quando seu time vai para o ataque e o narrador, em vez de narrar o jogo, ainda está falando de tal empresa. É um pouco irritante, não acha?

Não vou dizer que a chegada da internet fez isso acabar, seria mentira. Hoje, a interrupção ainda é utilizada em outros canais de divulgação, mas o ideal é usá-la de maneira segmentada, de acordo com o público-alvo.

Com inbound marketing você não irá desagradar mais os potenciais consumidores dessa forma. Pelo contrário, eles irão até você.
Não, você não leu errado. Os clientes irão atrás do seu produto!

E o melhor de tudo: o investimento financeiro está muito longe de ser comparado às mídias mais tradicionais, como televisão e veículos impressos, por exemplo. E no final de tudo você ainda consegue metrificar todas suas estratégia e ver o que deu mais certo.

Essa estratégia já não é mais tão nova assim. Conheça mais sobre ela, não deixe para depois e atraia mais potenciais consumidores para seu negócio.

Mas já aviso: se bem feito, o boom pode ser tão grande que você sentirá a necessidade de ter alguma ferramenta para automatizar alguns processos e otimizar seu tempo o máximo possível.

Adivinha só… já existe! E vamos falar um pouco disso também.

Mas afinal, o que é inbound marketing?

De novo aquele assunto de que o mundo se transformou com a chegada de novas tecnologias e temos que nos adaptar às novidades do mercado para conseguir resultados mais expressivos.

O inbound chegou para fazer sua empresa se adaptar aos novos hábitos dos consumidores e assim, atraí-los por meio de canais de divulgação como blogs, mecanismos de busca, redes sociais, etc.

Inbound marketing é um conjunto de estratégias utilizadas para atrair potenciais clientes através de conteúdos únicos e relevantes para o público de interesse do seu empreendimento com o apoio dos canais de divulgação que citamos acima.

Trata-se de uma forma de pedir licença para o cliente e perguntar se você pode bater um papo com ele, diferente de comerciais televisivos ou até mesmo anúncios no YouTube, que simplesmente são inseridos no meio da programação sem saber se o telespectador tem algum tipo de interesse no que está sendo divulgado.

Só de saber que para concluir uma venda é preciso ter uma “conversa” com o prospect, você já deve imaginar que o inbound é indicado para produtos e serviços mais complexos, em casos que o cliente precisa ser nutrido com informações para tomar a decisão que desejada, certo?

É isso mesmo. Já quando não se sabe o quão interessado o público está na aquisição do seu produto, fica mais difícil de avaliar se aquele investimento deu certo ou não. Anúncios exibidos nos intervalos das novelas, por exemplo, como o anunciante vai saber se foi aquela ação que lhe rendeu um aumento nas vendas?

É muito difícil, mesmo que a evolução nas vendas tenha sido notória, você nunca conseguirá saber o valor exato que conquistou com o investimento em anúncio na televisão.

Já com ações de inbound marketing você consegue mensurar todos os passos de sua estratégia. A partir dessas métricas, você definirá qual caminho é o mais adequado para gerar mais resultados para o empreendimento.

Sabe as pessoas que veem os anúncios nos intervalos comerciais, mas não tem interesse no produto? Então, no caso no inbound você conseguirá segmentar suas ações e atingir apenas usuários que tenham o mínimo de interesse no produto oferecido por sua empresa.

Assim ninguém perde tempo e esforço falando com quem não está disposto a ouvir e/ou adquirir um produto da sua empresa.

Conheça mais alguns benefícios do inbound marketing:

Metodologia inbound marketing

O relacionamento com os usuários passa por algumas fases que envolve desde o primeiro contato até o fechamento da compra. Vamos revelar cada uma delas agora:

Atração

Como você pode ver na ilustração, a primeira fase é a hora de atrair visitantes para dentro do seu material.
E como você faz isso?

Por meio de conteúdo relevantes para o seu público-alvo, é claro. Eles podem ser divulgados de diversas formas aliadas com um bom trabalho de SEO, como em um blog da empresa, redes sociais, e-mail, vídeos, etc. Tudo depende de onde está o seu público.

Mas para ser ainda mais assertivo, é preciso que você já tenha desde o início das estratégias a persona da sua empresa definida, ou seja, o cliente ideal do seu negócio.

Aqui na Layer Up trabalhamos com a persona que tem entre 30 e 50 anos, homens e mulheres que são diretores ou gestores de marketing, entre outras informações relevantes para as estratégias. Veja o conteúdo de buyer persona que temos nosso blog

Voltando a etapa de atração do público-alvo da empresa, aqui na agência nós trabalhamos com o The Beer Planet, um clube de cervejas especiais, nacionais e importadas.

Iniciamos o trabalho com blog posts para atrair um público específico, uma forma de segmentar os conteúdos à persona da marca. Conteúdos como “Seja um mestre cervejeiro com 10 dicas” era uma forma de atrair as pessoas que tem potencial de virar um cliente da empresa.

Esta foi uma estratégia para definir qual público a empresa gostaria de trabalhar no início da parceria com o time Layer Up.

Conversão

Depois de chamar atenção de visitantes para o seu conteúdo, chegou a hora de convertê-los em leads. Isto é, transformá-los em reais oportunidade de vendas.

Quando o assunto é conversão dos usuários em leads, nos referimos ao momento em que ele lhe passa informações como e-mail e nome, por exemplo, em troca de um conteúdo, que pode ser um material rico ou um período grátis de teste seu produto.
Com o clube de cervejas especiais, o time Layer Up apostou em várias formatos de conteúdos para converter esses usuários em leads. Impulsionamos materiais nas redes sociais, também fizemos conteúdos interativos. Tudo para conseguir uma conversão.

Primeiro nós despertamos a curiosidade usuário para convertê-lo, depois de conseguir o contato do cliente, enviamos conteúdos por e-mail. Sempre abusando das imagens com informações do mundo cervejeiro.

Produzir muitos conteúdos e não ter quase nada de conversão não é muito vantajoso quando falamos de inbound marketing. Para não se deparar com esse probleminha, você deve investir na criação de ofertas para sanar alguma dor do lead; landing pages com call to actions para estimular a ação do usuário é uma boa aposta.

Uma boa landing page deve entregar o que prometeu e despertar o interesse do usuário em até 3 segundos. Para isso ela deve informar sobre a oferta e apresentar indicadores que passem confiança ao lead.

Além disso, deve solicitar apenas as informações necessárias. Com o clube de cervejas especiais, por exemplo, pedimos apenas o nome e e-mail do lead. Assim conseguimos indicar uma interação personalizada com o potencial cliente.

Nutrição

Por mais que você tenha atraído vários e vários visitantes e convertido parte considerável deles, nem sempre eles estarão prontos para comprar seu produto.

Conteúdos de cervejas podem trazer muitos leads, contatos para você nutrir. Aqui usamos um conteúdo que falava sobre “cervejas para surpreender seus amigos” para nutrir esse potencial consumidor.

Muito interessante para a pessoas que organiza festas e churrascos aos finais de semana, não acha?
Depois de nutrir bem todo esses contatos capturados, apresentamos a eles as opções de cervejas diferentes e claro, o site do Clube de Cervejas tinha todas elas.

Ao nutri-lo, ele ficará cada vez mais próximo da etapa de decisão de compra do funil de vendas. Lembra que falamos sobre vendas mais complexas? É a hora de colocar em prática.

 

Aqui funcionou assim com a The Beer Planet:

Após converter os visitantes em leads nos materiais ricos, todos eles entravam em fluxo de nutrição automaticamente. Esses fluxos indicavam blog posts relacionados ao último material consumido.

Por exemplo, se o lead baixou um material sobre como se tornar um mestre cervejeiro, talvez ele queira saber quais são as bebidas que ele não pode deixar de conhecer para ser um mestre mais completo.

Na sequência continuamos mandando e-mail para esse contato, mas agora com dicas mais diretas, ensinando a fazer uma harmonização perfeita e como encontrar todas as cervejas que ele deveria conhecer, por exemplo.
Depois disso o trabalho ficava um pouquinho mais fácil, pois já despertamos a curiosidade do lead, agora basta apresentar o Clube de Cervejas como solução para o desejo de ter as cervejas mais diferentes.
Se o lead, mesmo tendo o perfil de consumidor ideal para The Beer Planet, não assinasse o clube, eram enviados mais cupons de desconto para estimular ainda a assinatura.

Se mesmo assim não houvesse uma conversão, o lead não era descartado. Ele ainda poderia receber as newsletter com a divulgação das novas cervejas ou até mesmo a sugestão do e-commerce que vendia as cervejas unitárias.
Era uma forma de gerar oportunidades de vendas para leads que teoricamente estavam perdidos.

Fidelização

Depois de nutrir este contato e torná-lo um lead qualificado para compra, ele passará a ser seu cliente. Mas o trabalho ainda não acabou, afinal, não queremos vender apenas uma vez para cada cliente, não é?

Agora é a hora de fidelizar ou encantar, termo que alguns também usam para se referir à esta etapa da metodologia inbound.
Esse encantamento deve ser trabalhado desde o primeiro contato com o cliente, com um atendimento atencioso e muito prestativo a fim de proporcionar uma boa experiência para ele.

Pedir feedback aos consumidores também é uma estratégia para conseguir sua fidelização, pois ele verá que sua empresa não quer somente vender o produto, mas também satisfazê-lo.

Um cliente fidelizado passa a ser um promotor do seu negócio. Isto é, um consumidor que indicará seus serviços para outros leads em potencial. E com isso seu trabalho de atração será muito menor. Então vale a pena investir pesado na fidelização, não acha?

Ainda nessa raciocínio de cliente promotor, podemos falar um pouquinho sobre um tipo de lead que deve ser bem trabalhado em suas estratégias.

Lead Seeds

Seeds, ou sementes em português, faz alusão aquele ditado que todo mundo conhece bem: você colhe o que planta.
Ou seja, se os serviços prestados por sua empresa são tão bons que fazem os clientes indicá-lo, então esse novo consumidor, mesmo que seja um suspect, é considerado um lead seeds do seu empreendimento.

Esses leads seeds são gerados a partir do famoso marketing de boca a boca.
E qual a vantagem de ficar atento a eles?

Esses leads são considerados mais fáceis para fechar um negócio. E o melhor: mais rápido, sem necessariamente passar por uma equipe de vendas ou serem nutridos com um fluxo de inbound, por exemplo. Ele confia na palavra do amigo e acredita que sua experiência também será positiva.

Mesmo que a geração desses leads seeds seja pequena, trata-se de um grupo mais qualificado, ou seja, com mais probabilidade de também comprar do seu empreendimento. Portanto, se você realizar ações a fim de estimular a indicação, mais resultados você terá com suas campanhas.

Análise

Vamos destacar essa fase como a última, mas saiba de uma coisa: ela deve estar presente durante todo o andamento do projeto, não apenas no final dele.

Como afirmamos algumas vezes, uma das diferenças mais importantes do marketing digital para o tradicional é que podemos analisar todas as métricas e identificar quais foram as ações que tiveram melhor desempenho.

Por esse motivo você deve analisar desde o momento da atração de visitantes para o seu site. Google Analytics é uma das ferramentas que pode te ajudar bastante nessa tarefa.

Essas análises servem para você não investir em estratégias que já apontam métricas desanimadoras ou o contrário, quando nota-se que é preciso fazer investimentos ainda maiores para gerar cada vez mais resultados.

Agora, um pouquinho antes de falar da ferramenta da RD Station, vamos conversar sobre o funil de vendas e a jornada que o lead enfrenta até virar um cliente do seu negócio.

Funil de vendas aliado com a jornada de compra dos consumidores no inbound marketing

A jornada de compra de um cliente representa todo o caminho que ele percorre até decidir que comprará determinado produto ou serviço.

Vale destacar que esse trajeto se inicia desde quando o consumidor pesquisa sobre suas dores ou até mesmo sobre produtos específicos.

Antes de comprar uma cerveja diferente, por exemplo, você pode pesquisar “ as melhores cervejas importadas” e a partir disso definir qual é a melhor para você. Nesse momento você entrou em um funil de vendas e poderá encontrar a The Beer Planet.

Não ficou muito claro? Então vamos falar quais são as etapas que todo potencial consumidor deve passar para virar um cliente do seu empreendimento.

Topo: Conhecimento

Nessa etapa do funil entram muitos leads. Muitos deles talvez ainda nem saibam que precisam comprar alguma coisa para solucionar o problema que enfrentam.

Você, por exemplo, pode muito bem se encaixar nessa etapa do funil. Talvez esteja em busca de informações sobre marketing digital e soluções para conseguir gerar mais oportunidade de negócios para sua empresa. Por esse motivo essa fase é chamada de conhecimento.

Quando entra nessa fase do funil de vendas a persona quer tirar dúvidas e aprender um pouco sobre o assunto. Por isso, desenvolver materiais educativos é o ideal.

Seja bem didático, dê bons exemplos e use a linguagem mais adequada para conversar com ele. Isso, como você já sabe, deve estar nos detalhes da sua persona.

E lembre-se: aqui não é a hora de falar sobre o produto ou serviço que sua empresa fornece.

Meio do funil: Consideração

Aqui, como você já pode imaginar, passa apenas uma parte de todos que entram no primeiro estágio do funil. É um processo como qualquer outro funil. Entra um grande volume e aos poucos diminui até sobrar apenas os que têm real possibilidade de compra.

Nessa etapa a persona já se informou melhor sobre o tema e agora busca a melhor solução. Mas vale ressaltar que o lead ainda não está pronto para uma compra. Então tenha cuidado com a abordagem para não jogar todo o trabalho anterior por água abaixo.

Agora, como seu público já está mais engajado com os conteúdos que você disponibiliza nos canais de divulgação e possui um certo conhecimento do tema, é possível se aprofundar mais nesse relacionamento com os leads.

Como fazer isso? Mais uma vez por meio de conteúdos relevantes para o público-alvo. E-mails segmentados com estudos de caso e diagnósticos gratuitos são boas alternativas.

Fundo do funil: Decisão

Depois de passar pela segunda etapa do funil de vendas, os leads estão muito mais nutridos e com informações precisas sobre o problema que procuram, aliados à solução perfeita. Mas não pense que o trabalho acabou, depois de saber quais são as soluções ideais para sua dor, ele terá que saber qual empresa tem a melhor oferta.

E não é porque você educou e ofereceu alguns materiais para esse lead, que ele irá fechar com sua empresa. Nada disso. Um concorrente pode muito bem tirar proveito de todo esse processo e fechar com o lead antes de você.

Para que isso não aconteça você deve construir conteúdos aliados com a equipe de vendas. Inclua pesquisas de mercado, páginas do seu site dedicadas apenas ao seu produto com explicações detalhadas. E claro, não esqueça de usar gatilhos mentais.

Essa é a hora de mostrar aos leads que sua empresa é a melhor alternativa. Para isso, não há nada melhor do que reforçar seu argumento com cases de sucesso da sua empresa e números do mercado.

Tudo fica mais fácil com a ferramenta da RD Station

Depois que sua estratégia de inbound marketing passar a ficar bem alinhada e com muitas gerações de leads, talvez você não consiga administrar tantos números ao mesmo tempo.

Isso pode ser um problema se você não tiver uma ferramenta de automação para auxiliar todo o processo de gestão e automação de marketing digital.

E os benefícios de usar essa ferramenta não param por aí. Com o RD Station Marketing você consegue otimizar seu site para ferramentas de busca, gerenciar publicações em redes sociais e criar anúncios no Facebook.

Que tal conhecer algumas outras funcionalidades que essa ferramenta trará para o seu empreendimento?

Lead Scoring

Sim, é isso mesmo. Uma pontuação para cada um dos leads que entrarem no funil das suas estratégias. É uma forma de identificar possíveis oportunidades de negócio.

Lead scoring é uma técnica que prioriza potenciais clientes com maior probabilidade de compra. Trata-se de uma alternativa praticamente indispensável para quem trabalha com estratégias de inbound marketing, pois com ele você torna todo o processo mais eficiente.

Com o lead scoring você pode trabalhar com dois eixos: um de perfil e outro de interesse.
O perfil tem como objetivo apontar as informações coletadas para deixar o lead com maior potencial de compra em evidência.

Já o eixo de interesse foca em interpretar todo o comportamento do lead dentro dos canais de divulgação da sua empresa.
Essas informações são essenciais para identificar em qual etapa da jornada de compra o lead se encontra e, se ele estiver preparado, enviá-lo para equipe de vendas.

Outra estratégia que pode ser bem útil para você é o funil de vendas em Y, uma estratégia que cruza leads conquistados via inbound e outbound. Dê uma lida nesse material quando tiver um tempinho.

Lead Tracking

Quer saber tudo que os visitantes e leads fazem dentro dos canais da sua empresa? Então você deve usar o lead tracking na ferramenta da RD Station.

Trata-se de uma estratégia de acompanhar todo o caminho que o lead faz. É mais indicada para compras mais complexas.
Qual o motivo?

As pessoas não compram por impulso quando o produto ou serviço é mais complexo ou tem um valor mais elevado. Nestes casos os leads interagem por muito mais tempo com seu site para se informar mais e mais sobre o produto.

De acordo com o material que este lead estiver consumindo, você consegue identificar a etapa do funil e acelerar o processo.
Sabe quando nós incluímos produtos no carrinhos de compra e depois fechamos o navegador e desistimos da compra? O lead tracking nesse ponto é extremamente positivo.

Imagina receber conteúdos que falam sobre o produto que você desistiu recentemente de comprar?
Se você quer resultados cada vez melhores, não deixe o lead tracking de lado.

Integração de CRM

CRM (Customer Relationship Management) ou Gestão de Relacionamento com o Cliente em português, é um software para gerenciar a relação entre cliente e empresa com o objetivo de satisfazer e fidelizá-lo com o auxílio da automação e organização de processos.

O CRM de vendas tem um papel muito importante para personalizar sua relação com o cliente. Se você tem uma loja de materiais esportivos, por exemplo, e viu que um usuário entrou nos últimos 15 dias em pelo menos 4 conteúdos do seu blog. Já imaginou entrar em contato com ele e falar que viu os materiais que ele consumiu? Seria bem impactante.

Mas claro, esse contato deve ser feito se o cliente estiver pronto para uma venda. Se ele não estiver, o resultado pode ser negativo.
Imagina só unir a ferramenta de automação de marketing com seu CRM? Traria muito mais agilidade em todo o processo, além de uma inteligência maior para abordar os usuário mais qualificados para um venda.

E aí, gostou de saber o que é inbound marketing e como a RD Station Marketing pode te ajudar nessa tarefa?

Aqui na Layer nós gostamos muito do apoio que essa ferramenta traz. E o melhor de tudo: ela também pode dar um up incrível no seu negócio.


Funil de vendas em Y: uma estratégia capaz de aumentar a geração de leads

O Funil de vendas em Y ainda não é tão comum como o funil de vendas que quase todo mundo conhece, mas saber aplicá-lo no seu empreendimento pode ser crucial para aumentar sua geração de leads e sair na frente da concorrência.

O funil simples, caso você não se recorde, representa os passos de potenciais clientes na jornada de compra até que eles sejam consumidores do negócio. Lembrou do que se trata?

E esse tal de funil de vendas em Y, se não faz ideia do que seja, não tem problema. Preparamos um conteúdo para detalhar como essa estratégia funciona.

Esse funil envolve dois tipos de estratégias muito comum no mercado: o inbound e outbound marketing.
Apesar das ações serem (aparentemente) antagonistas, é possível trabalhar com elas alinhadas e obter resultados surpreendentes. E logo vamos mostrar como isso pode dar muito certo para sua empresa.

Afinal, o que faz o funil de vendas em Y?Funil de vendas em Y: uma estratégia capaz de aumentar a geração de leads

O objetivo do funil de vendas em Y é captar leads por meio do inbound e também pelo outbound, que são aqueles contatos que você foi atrás por meio de LinkedIn ou enviou um e-mail mais direto, focado na venda, por exemplo.

Mas como sabemos, nem todo lead estará preparado para uma compra quando a abordagem é feita dessa forma. Às vezes determinado contato tem o perfil de cliente do seu negócio, mas ainda não entendeu muito bem e tem algumas dúvidas.

O que fazer com ele? Simples: você pode passar esse lead que foi capturado por meio do outbound para um fluxo de nutrição inbound. Assim ele passará a receber e-mails com informações que o deixarão mais pronto para adquirir o produto ou serviço que sua empresa oferece.

Agora os leads que não tiverem o perfil ideal, ou seja, aqueles que você não pode atender por algum motivo. Por exemplo, você é dono de uma empresa fabricante de peças para bijouterias, mas só vende no atacado, a partir de 200 peças, mas algum consumidor quer adquirir uma quantidade bem inferior. Esta é a pessoa que seus vendedores não podem atender, mas nada impede que no futuro ele seja um cliente.

Por isso a melhor solução é incluí-lo na lista de contatos da newsletter da sua empresa, pois ele tem interesse no assunto, embora ainda não tenha potencial para ser um cliente. Assim se constrói uma relação que pode render frutos lá na frente.

Caso eles não tenham nenhum tipo de interação com a news, você pode desconsiderá-los do mailing de envio.
Trabalhando dessa forma, ou seja, atendendo clientes que realmente tem o perfil do seu negócio, a probabilidade de sucesso com a parceria é muito maior. E isso também contribui para que a taxa de churn não aumente, o que é extremamente positivo para qualquer empreendimento.

Já os leads que vieram de uma conversão em um conteúdo inbound e apresentaram um perfil ideal de cliente, porém ainda não tem um engajamento necessários com os conteúdos da empresa, você deve fazer uma prospecção comercial ativa e ver se a pessoa deseja falar com um representante.

Se a resposta for negativa, não tem problema, ele pode ser destinado ao grupo de leads que não estão prontos para compra e, assim, voltar a receber mais conteúdos de nutrição que abordem suas dores.

Isso é o funil de vendas em Y. É essa troca de leads captados por outbound e nutridos por meio de fluxos de inbound ou o contrário, quando eles são atraídos pelo inbound e depois são ativados com processos de outbound.

E o legal disso tudo é que você pode escolher a dedo os leads que são melhores para uma abordagem outbound ou para entrar no fluxo de inbound. É como se fosse uma máquina de pegar ursinhos de pelúcia, mas com todos seus potenciais clientes dentro dela.
Funil de vendas em Y: uma estratégia capaz de aumentar a geração de leads

E como é feita essa conexão com métodos outbound?

Se você possui uma lista de contatos capturados automaticamente, por exemplo, aposte em fluxo de cadência, ou seja, uma sequência de e-mails enviados para o lead a fim de estabelecer uma relação com o usuário.

Trata-se de uma tentativa de conexão comercial.

Desenvolva mensagens de apresentação da sua empresa, mas deve ser um conteúdo mais humanizado, mais próximo do cliente em potencial. Assim você não corre o risco de ser confundido com e-mail marketing e ir direto para o lixo eletrônico do contato.

Esse processo pode ser feito pelo Ramper, Reev ou Meetime, softwares que automatizam processos de prospecção de vendas e aumentam a geração de leads qualificados via outbound marketing.

Mas como identificamos os leads que devem migrar de estratégia?

Funil de vendas em Y: uma estratégia capaz de aumentar a geração de leads

Bom, nós falamos que os leads podem ser aproveitados em outbound mesmo quando estão em um fluxo de inbound ou até mesmo o contrário. Mas ficou claro quando é o momento ideal para fazer isso? Se não ficou, não se desespere, vamos falar disso já!

Para avaliar quando é a hora de jogar o lead para o outro lado do funil de vendas em Y, temos que levar três pontos em consideração: perfil, interesse e maturidade.

Vamos falar de cada um deles agora.

Perfil

Esse ponto entra um pouco na parte que falamos quase agora. Às vezes o cliente procura algo que sua empresa não pode oferecer no momento, como o exemplo da loja de bijuterias.

Mas aqui o perfil tem que ser um pouco mais detalhado. Por exemplo, se uma companhia vende aplicativos para controle financeiro de empresas e um dos seus leads captados no fluxo de inbound é um estagiário na redação de uma empresa, faz sentido mandar ele para o lado do outbound?

Não faz nenhum sentido, pois ele não tem o perfil que você precisa, ele não tem o poder de decisão de compra dentro da empresa.
Agora, se o lead for algum diretor, por exemplo, e ele já leu alguns conteúdos, vale a tentativa de fazer uma abordagem com estratégias de outbound, não acha?

Você também deve analisar coisas como segmento da empresa, localização, quantidade de funcionários e faturamento. Outros pontos como verificar se a empresa já possui um blog e uma equipe focada no marketing também é importante.

E não podemos esquecer quem pode fazer tudo isso por você: o lead scoring da ferramenta de automação da RD Station. Se trata de uma técnica de pontuação de todos os leads capturados e, por meio desta pontuação, você consegue analisar o quão engajado ele está com seus materiais.

Interesse

Aqui você vai ter que analisar o comportamento dos leads dentro do seu site. Verificar quais tipos de materiais ele fez download, os fluxos de nutrição que participou, e-mails que recebeu e também há quanto tempo ele mantém esse relacionamento com sua empresa na web.

Alguns desses dados são importante para alguns segmentos, outros, não. Mas isso é possível alinhar durante a estratégia.

Maturidade

Depois de avaliar o perfil e o interesse dos leads que foram capturados por sua estratégia, você deve estudar sua maturidade, ou seja, o quão pronto ele está para uma aquisição.

E como se faz isso? Basta avaliar sua pontuação no lead scoring e sua posição no funil de vendas.

Ainda sobre aquele aplicativos de controle de gastos. Se uma pessoa entra no funil já na página que trata de orçamentos, você pode migrar esse lead para o outro lado do Y e fazer uma abordagem outbound.

E quando o cliente não está pronto?

Durante o processo de outbound haverá contatos não interessados no seu produto, mas outros que não terão interesse por ainda não estar maduro o suficiente para isso.

Aí que entra uma outra ferramenta que pode facilitar sua vida, assim como ajuda a do time da Layer Up: RD Station. Bom, nós usamos esta, mas existem outras que podem fazer o mesmo trabalho.

Os leads que são prospectados, mas que ainda não possuem a maturidade necessária para uma aquisição, podem ser trabalhados no funil dentro da ferramenta RD Station e também entrar em um fluxo, assim como no outro método.

Mas temos uma grande diferença por aqui: não é um contato com objetivo de fazer venda. Você deve oferecer um material para o potencial cliente a fim de nutri-lo e mostrar informações importantes de determinado tema.

Isso é um fluxo de inbound, quando você oferece informações para o lead entender as necessidades e estar mais preparado para tomada de decisão.

E essa é a tarefa do funil de vendas em Y. Quando o lead está imaturo, ele o envia do processo de outbound para o de inbound para fornecer informações que gerem valor para a compra de determinado produto ou serviço.

Se não houver interação com o e-mail enviado, outro será disparado. Caso tenha algum tipo de reação do destinatário, uma mensagem diferente pode ser enviada. Tudo depende do comportamento do lead, que chamamos de gatilhos de ação.

Agora, caso o lead esteja em um fluxo de inbound e já esteja maduro o bastante para ser abordado de forma mais direta, nada impede uma ação outbound. Ou seja, é possível jogar um lead tanto para um estratégia quanto para outra. Tudo depende se este potencial cliente está qualificado o bastante ou não.

Como deixar as estratégias alinhadas?


Como você pôde perceber ao longo do material, trabalhar com uma dessas duas estratégias para conquistar leads e deixar a outra de lado pode ser um grande erro. Não caia nessa.

Por que usar apenas uma delas sendo que ambas geram resultado? Não faz sentido, não acha?

Mas como se trata de propostas bem diferentes, pode ser difícil mantê-las alinhadas e cometer alguns equívocos durante o processo.

Quando se trabalha apenas com o funil de inbound, os leads gerados podem estagnar, ou seja, não interagir com nenhum conteúdo. E isso pode ocorrer até mesmo com os perfis que são considerados ideais para seu empreendimento.

Um erro seria deixá-lo de lado e desistir dessa oportunidade de venda.

Se você usa apenas inbound, nesse caso, você perderia a oportunidade de reativar esse lead. Já quando você usa o funil em Y, é possível pegar os leads estagnados e com o perfil de consumidores que você deseja falar e colocá-los no lado do outbound.

É como se fosse uma segunda oportunidade de gerar interesse no potencial consumidor e, com isso, você reduz a baixa de leads.
E o mesmo pode ocorrer quando ele estiver no lado do outbound. O lead diz que no momento não tem interesse, por exemplo.

Nestas situações você deve mandá-lo para o funil de inbound e fazer a nutrição para, assim, prepará-lo melhor para uma venda.

Quando você usa as estratégias separadas os leads podem estagnar e você perde uma oportunidade de venda. Já quando os métodos são cruzados, é possível recuperar um cliente em potencial e voltar a interagir com ele.

Sim, nós sabemos que não é uma gestão simples de fazer, pois você deve estar atento ao comportamento dos leads gerados o tempo inteiro.

Por esse motivo seria bom que houvesse a parceria uma agência especializada em funil de vendas em Y que dedicasse tempo para analisar esses pontos. É uma forma de facilitar todo esse processo trabalhoso, mas capaz de gerar bons resultados.

E aí, gostou de unir essas duas estratégias para potencializar o volume de leads no seu funil? Se sim, temos uma novidade para você: o funil em Y, novo portal da Layer Up totalmente dedicado a esta metodologia. Vale conferir ?


Seu site institucional e sua estratégia de Marketing Digital estão alinhados?

 

Se essa pergunta não faz sentido para você, fique alerta: o planejamento estratégico de Marketing Digital pode ser o fio condutor do seu site?

A ponte entre as estratégias de Marketing Digital e os sites institucionais pode estar oculta no seu inconsciente. Isso mesmo, por mais que essas duas ferramentas sejam extremamente utilizadas atualmente, pode ser que a conexão entre elas não faça muito sentido para você.  

Afinal, por que sua empresa deve se preocupar em alinhar um plano estratégico de Marketing Digital ao seu site, se uma dessas ações parece ser mais dinâmica e a outra soa como algo independente, por vezes até mesmo estática? 

Para resolver essa questão é bom voltar um pouco no tempo para tentar entender porque ainda pode existir uma crença de que essas ações não se relacionam.  

WWW, o início 

Relatos históricos mostram que a Internet teve início nos Estados Unidos em 1960, mas foi em 1989 que o WWW (World Wide Web) foi desenvolvido por Tim Bernes-Lee e ganhou destaque. Nessa época o objetivo era apenas gerar uma rede para que universidades compartilhassem e usassem mutuamente diversos trabalhos.  

Durante a Guerra Fria a instituição norte american ARPA (Advanced Research Projects Agency–Agência de Projetos de Pesquisa Avançados) desenvolveu a ARPANET, rede que conectava computadores que continham informações sigilosa do país, para protegê-las de ataques russos. Essateria sido a base para os avanços nos estudos tecnológicos que geraram a Internet.

A ideia se expandiu e chegou a atingir 50 milhões de pessoas em quatro anos. Então, na década de 90, o conceito de Internet se resumia, basicamente, no armazenamento e compartilhamento específico de informação. 

Os sites tinham essa função e foi preciso alguns anos para que fossem criados provedores de Internet e depois a conexão Banda Larga, e assim essa tecnologia batesse na porta da sua casa. 

Só nos anos 2000 é que a Internet evoluiu seu status para um meio de comunicação e relacionamento entre pessoas. A divulgação de informação passou a ser livre e vem ganhando novas vertentes desde então.  

O Marketing passou a integrar esse universo e a utilizar a rede como meio de divulgação e expansão das marcas, tornando o relacionamento com o público mais direta e dinâmica.  

A junção entre a aplicação do Marketing Digital os sites institucionais ocorreu de forma natural, e você provavelmente não sentiu essa mudança porque foi tudo muito rápido. 

Ok, mas ainda não está claro: como a estratégia de Marketing Digital influencia meu site institucional? 

Lembra que comentei que no início a ideia da Internet era compartilhar informações específicas por meio da rede? Pois então, essa ação ainda pode ser considerada como o coração dos sites institucionais 

Sua empresa organiza no ambiente online todas as informações básicas e úteis ao consumidor como: 

→ Mas para todos esses dados valiosos chegarem até o público correto é preciso uma estratégia de divulgação.  

O Marketing Digital chega então como o braço direito do seu site para cumprir o papel atual da Internet, que é comunicar e promover relacionamento. 

Quando falamos sobre estratégias de Marketing Digital nos referimos a atividades como: 

1.Otimização SEO

O Marketing é sim responsável pelas otimizações SEO, ou seja, é por meio dessa atividade que se desenvolvem estratégias para que a busca orgânica da sua marca tenha um bom desempenho.  

Desde a escolha de palavras-chave até a otimização de conteúdo e ações que impactem na velocidade do carregamento de página. Tudo isso também faz parte do papel “comunicador” do Marketing Digital.  

Por que isso é relevante para o site institucional? 

→ Sem essas estratégias seu público dificilmente chegará até seu site e encontrará as informações que precisa. Ou seja, sua marca não será oficialmente apresentada ao seu consumidor.  

2. Envio de E-mail Marketing 

Pintou uma promoção bacana para seus clientes? Então o e-mail marketing pode entrar em ação! 

Essa é uma ferramenta de relacionamento direto com o consumidor e esse canal aproxima bastante sua marca do dia a dia dele.  

Diferente dos anúncios de televisão, por exemplo, uma promoção divulgada por e-mail permite a inclusão de links clicáveis, direcionando o usuário para seu site, ou uma página promocional específica.   

Por que isso é relevante para o site institucional? 

→ Essa é uma ótima ferramenta para guiar o consumidor até seu site para conferir mais detalhes e informações da marca e assim aumentar a credibilidade da sua empresa. Diante de uma promoção, por exemplo, é comum o público criar uma certa desconfiança, e visitar a página oficial da empresa ajuda muito na decisão de compra 

 

  1. Inbound Marketing 

Atrair, reter e fidelizar clientes é o ciclo de metas do Inbound Marketing. Falei sobre isso no blog da Layer Up algumas vezes.  

E essa é uma estratégia excelente para captação de Leads (clientes em potencial), já que à medida em que você cria material em blogs e redes sociais, por exemplo, que trilhem um caminho do conhecimento do produto até sua efetiva função na vida do cliente, é gerado um processo de avanço de etapas que é concluído somente por aqueles que realmente têm interesse na solução oferecida, aumentando muito as chances de compra.   

Por que isso é relevante para o site institucional? 

→ Uma das principais atividades do Inbound é gerar conteúdo relevante para que o consumidor se relacione com a marca e consequentemente também interaja não só com as redes sociais, como também navegue pelo site da empresa na intenção de conhecer um pouco mais sobre ela.  

Por meio dessa estratégia é possível, inclusive, aumentar o número de acessos e ter garantias de que os visitantes são realmente parte integrante do público-alvo. 

4. Campanhas pagas

Seja em redes sociais como Facebook e Instagram, ou na busca do Google, os anúncios e campanhas pagas são fortes aliados do Marketing Digital porque possibilitam uma infinidade de oportunidades de engajamento do público-alvo 

A facilidade que se tem em segmentar o público que se quer atingir e depois mensurar os resultados é o que torna essa estratégia bastante atrativa.  

Por que isso é relevante para o site institucional? 

→ Mais uma vez temos um meio de guiar o consumidor até o site da empresa.  

Mas nesse caso é possível que ele chegue até sua marca por conta de uma urgência, pois o anúncio pode ser programado para ser impresso exatamente para pessoas que tendem a buscar certo produto ou serviço para resolver uma questão imediata. 

Por isso seu site precisa estar otimizado, atendendo com agilidade e orientando o cliente em caso de necessidade.  

Ah, e tem mais: todas as suas ações de Marketing Digital devem utilizar a mesma linguagem do site institucional, para que a comunicação seja clara e evidencie a personalidade da marca. Isso tem que ser muito bem alinhado em ferramentas de conteúdo como: 

Ficou mais clara a importância em alinhar as estratégias de Marketing Digital com seu site institucional? É importante sempre lembrar que esses dois elementos são parceiros e se potencializam quando são trabalhados mutuamente.  

Depois de conhecer um pouco mais sobre as estratégias é hora de saber quais delas se encaixam melhor em seu negócio. Você sabe como fazer essa escolha? 

site institucional

Inbound Marketing ou SEO: qual estratégia é mais eficiente para o seu negócio?

Para responder essa questão, vamos traçar um panorama geral e enxergar onde o Inbound Marketing e o SEO se encaixam no seu plano estratégico.

Você com certeza já ouviu falar sobre Inbound Marketing e SEO diversas vezes, até mesmo deve ter lido sobre esses assuntos aqui no blog da Layer Up 

Mas talvez essas estratégias possam parecer independentes, o que não é verdade.  

Quando aplicadas em conjunto no seu negócio, ambas podem trazer resultados expressivos, pois juntas essas estratégias se potencializam. Antes mesmo de abordar o momento em que Inbound Marketing e SEO se cruzam dentro de um planejamento de Marketing Digital, vale a pena relembrar rapidamente os conceitos de cada um. 

 

Inbound Marketing ou SEO: qual estratégia é mais eficiente para o meu negócio?

Inbound Marketing 

Essa é uma estratégia ampla e completa, em que a atração, retenção e conversão de Leads em clientes ocorre por meio da inclusão de diversas outras estratégias que formam um plano bem delineado de Marketing. 
Estratégias como as de SEO fazem parte desse grupo de ações. 

SEO 

O SEO, além de otimizar um site e seu conteúdo com palavras-chave, por exemplo, para a obter o melhor desempenho possível na busca orgânica do Google, é um elemento que traz qualidade ao material divulgado.  

A prática do SEO, quando bem planejada e executada, impulsiona todo conteúdo otimizado, oferecendo assim maiores chances de alcançar o público-alvo correto. 
 

Em que momento essas estratégias se cruzam? 

Podemos dizer que uma estratégia precisa da outra para chegar ao destino desejado. Ou seja: 

O SEO pode ser interpretado como o combustível que faz as ações de Inbound caminharem. Assim, todo conteúdo pensado para uma estratégia de Inbound Marketing pode contar com a otimização SEO para ter um alcance melhor e mais qualificado. 

Há uma forte conexão entre essas duas vertentes, o que nos guia até a ideia de que trabalhadas em conjunto, ambas serão eficientes para seu negócio.  
 

Enfim, o resultado 

Como vimos, separadas as estratégias de Inbound e SEO podem não ser tão assertivas.

→ Para entender como elas se somam na prática, vamos imaginar a seguinte situação: 

Há meses você, proprietário de um e-commerce de materiais de construção, vem criando conteúdo para seu blog e e-books para a captação de Leads, como parte das ações de Inbound previstas para sua marca.  

Mas até o momento o resultado foi zero. Você tenta encontrar o conteúdo gerado no Google e ele não está listado na busca. Assim, seu público-alvo não chega até as informações que se quer passar.  
Esse é um dos impactos da falta de otimização SEO na estratégia Inbound. Todo material criado e publicado perde a utilidade quando ninguém o consome. 

Lembre-se o consumidor moderno é bombardeado de informações a todo momento e por esse motivo sua marca precisa chegar até ele com eficiência e destaque.  

Espero que esse conteúdo tenha esclarecido melhor o papel do SEO dentro de uma estratégia Inbound.  
Essa é uma das ferramentas do Google que se torna indispensável no trabalho de Marketing. Mas há muitas outras que são capazes de trazer excelentes resultados para seu negócio.  

Você sabe quais são?  Precisa de ajuda para dar um Up em suas ações de Marketing e Vendas? Fale com um de nossos consultores!


Mídias pagas e Inbound Marketing: como alinhar essas estratégias para aumentar a geração de Leads

Entenda o papel das mídias pagas na divulgação do conteúdo Inbound.

Assim como a combinação inusitada entre o queijo e a goiabada agrada o paladar de muitos, as mídias pagas e o Inbound Marketing formam uma dupla e tanto na hora de aumentar o número de Leads – o que também aguça o apetite dos empreendedores pelo aumento de vendas.

 

Mas como isso ocorre? De que forma essas estratégias podem se alinhar para gerar resultados expressivos na geração de Leads? 

Bom, isso é o que vou contar esse post, mas antes vamos conhecer um pouco a ampla lista de opções de mídias pagas que temos ao nosso alcance atualmente.  
Depois partimos para a prática. Vamos nessa! 
 

Mídias pagas no Google 

Já falei aqui sobre as campanhas no Google Adwords, seus formatos de anúncios e como eles funcionam.  
Mas vale ressaltar duas possibilidades de mídias pagas que são bastante utilizadas: 
 

Remarketing 

Uma vez feita a busca por determinado produto o sistema de Remarketing é capaz de “seguir” o Lead em outros ambientes online para lembrá-lo que ele fez a pesquisa recentemente, não efetuou a compra, mas ainda há disponibilidade, ou talvez uma promoção ativa.  
 

Link patrocinado 

Os links patrocinados, aqueles anúncios de texto que surgem a partir da busca por uma palavra-chave no Google 
→ Eles são excelentes para direcionar um Lead para uma landing page, blog, site, ou uma página específica de venda de produto.  
 

Mídias pagas nas redes sociais 

Facebook 
É claro que o primeiro item se refere a uma das redes sociais mais acessadas do mundo. Por meio do Facebook Ads, a plataforma oferece um leque de possibilidades de criação de estratégia.  

Os anúncios variam entre imagens, vídeos, posts, etc. Os formatos atendem propósitos diferentes, como: 

– Impulsionar o engajamento e interação de um post 
– Aumentar as curtidas da fanpage 
– Fazer a impressão de anúncio alcançar o maior número de pessoas possível 
– Incentivar os cliques no site 
– Incentivar o download de um aplicativo 
– Incentivar ações como ligar para a empresa, mandar uma mensagem inbox, enviar um e-mail, entre outras 
 

Instagram 

Bom, a própria plataforma do Facebook Ads oferece soluções para o Instagram, já que as redes estão integradas.  
Além de poder replicar as campanhas elaboradas para o Facebook, no Instagram também é possível aproveitar a versatilidade e dinâmica do Insta Stories, por exemplo, para lançar ideias, novidades, fazer enquetes e até mesmo guiar o usuário para uma landing page, ou site. 
 

LinkedIn 

Sem dúvida essa é uma rede social poderosa para empresas B2B.  
Primeiro porque lá estão perfis qualificados de usuários, o que já traz mais consistência.  
Segundo porque o ambiente como um todo é mais formal e permite uma linguagem bem específica, que casa com o propósito e perfil das empresas e possíveis Leads que costumam utilizar essa rede.  
 

Outbrain 

Essa é uma plataforma que permite a sugestão de conteúdo em grandes portais.  
 Por exemplo:  você tem um e-commerce de utensílios de viagem e produziu um conteúdo sobre “dicas de acessórios para levar na viagem a Rússia durante a Copa do Mundo”.  
Esse material pode aparecer como um conteúdo patrocinado ao final de uma reportagem publicada no site de uma revista de turismo. 
 

YouTube 

A produção de um anúncio em vídeo pode custar mais cara, isso é verdade. Mas se seu público consome conteúdo do YouTube, seu investimento valerá a pena.  

Segundo o Google “anúncios de vídeo considerados relevantes conseguem atrair três vezes mais atenção que a média.” 

Waze 

Enviar notificações sobre uma marca que está fisicamente próxima do motorista no momento imediato em que ele passa perto de sua loja, ou restaurante, por exemplo, é um grande salto em direção ao acerto.   

→ Os anúncios pagos nessa plataforma permitem, inclusive, que com um clique a rota do usuário mude e o leve direto para o local anunciado. 
 
Em resumo, é possível listar alguns pontos positivos das mídias pagas… 

 

Ok, e o Inbound Marketing? 

Agora sim, o alinhamento entre Inbound Marketing e Mídias Pagas. Todas as possibilidades de anúncios e campanhas que mostrei aqui podem ser aplicados em estratégias Inbound para a divulgação e disseminação de conteúdo.  

Essa é a maior conexão entre as duas estratégias: a divulgação de conteúdo relevante e de qualidade para o público certo, na hora certa, por meio de anúncios pagos bem segmentados e criativos. 
Para ter resultado é importante: 


Há ainda algumas dicas bem bacanas da VP de Soluções de Mídia do Google, Tara Walpert Levy, que podem te guiar no casamento entre Inbound e Mídias Pagas 

Uma delas é o que ela chama de sinais de intenção, ou seja, ao invés de segmentar o público somente com base em dados demográficos, atualmente é mais relevante pensar no que o público quer.  
Segundo Levy, “conhecer a intenção das pessoas é o que faz a busca online tão poderosa há tanto tempo: ela é capaz de ajudá-las a encontrar o que querem, quando querem, com muita rapidez.” 

→ Outra dica é criar conteúdo customizado para ser divulgado em massa, para diferentes intenções. Assim o anúncio para divulgar um mesmo produto pode ganhar um conteúdo diferente para se relacionar com o momento atual do público. 

Por fim, a VP ainda reforça que é importante usar mais de um formato criativo para a divulgação. E opções para isso tem de sobra, não é mesmo?   

Conhecer as mídias pagas e utilizá-las como chave na divulgação do seu conteúdo Inbound com certeza trará bons resultados na geração de Leads.  

Lembre-se de sempre mensurar seus resultados para aperfeiçoar suas estratégias, assim sua marca terá um impacto cada vez maior. Boa sorte!  

Referências Bibliográficas 
LEVY, Tara Walpert. Como chamar a atenção das pessoas para seu anúncio? Think Witk Google, março de 2018. 


Inbound Marketing ou Outbound Marketing: qual a estratégia mais eficiente para e-commerce?

Tratando-se da estratégia digital para o seu e-commerce, é sempre preciso avaliar as soluções – o Inbound Marketing e o Outbound Marketing podem ser seus grandes aliados!

Já falei no blog da Layer Up um pouco sobre estratégia digital para e-commerce e agora quero falar especificamente sobre Inbound Marketing e Outbound Marketing.

→ Qual dessas duas estratégias você acha que ajudaria sua loja virtual a se tornar mais eficiente e lucrativa?

Se nenhuma resposta surgiu ainda, fique tranquilo pois vou te ajudar a resolver esse dilema. Antes de tudo, vale a pena explicar rapidinho o que cada uma pode fazer pelo seu negócio.

Bastidores do Inbound Marketing e Outbound Marketing

Os termos em si não dizem muito sobre seu significado. Em um palpite rápido, você pode pensar que talvez eles tratem de algo interno e externo, certo? Esse é um conceito muito vago, mas que pode fazer sentido.

Para realmente mergulhar nessas estratégias de marketing, é preciso entender um pouco dos bastidores de cada uma individualmente.

Vamos começar pelo Inbound, uma das estratégias de Marketing Digital que ganha cada vez mais destaque e é responsável por bons resultados de empresas de diversos segmentos.
Para o bom desempenho da estratégia de Inbound, há três ações extremamente importantes:

O Inbound Marketing é responsável por gerar um público consumidor que chega até seu e-commerce já sabendo exatamente o que quer comprar, quanto custa e como funciona. Seu cliente chega pronto!
Isso ocorre especialmente devido às ações de criação de conteúdo otimizado e disparado em blogs e redes sociais, por exemplo.
Já o Outbound provavelmente é um velho conhecido seu, só que com um nome um pouco mais moderno. Ele pode ser encarado como o Marketing Tradicional – aqueles anúncios de televisão, ou campanhas publicitárias dos jornais que você já está acostumado a ver.
Nesse caso, a marca apenas joga uma informação rápida ao alcance do cliente e depois ele mesmo terá que entrar em contato e descobrir as informações que precisa para a decisão de compra por meio do site, loja ou falando com um vendedor por algum canal de comunicação direto.

E agora, qual estratégia de Marketing Digital será melhor para meu e-commerce?

thinking_inbound marketing_outbound
Primeiramente, é importante você saber que não terá uma estratégia certa e outra errada. No caso do Inbound e Outbound, é possível fazer as adaptações necessárias, de acordo com o perfil do seu negócio e usar ações complementares para ajudar a potencializar a presença da marca frente ao consumidor.

Tudo depende do objetivo que se quer conquistar, do budget disponível e das necessidades que precisam ser supridas.
No Inbound Marketing, por exemplo, há algumas etapas que devem cumpridas, como:

Ou seja, por meio de um conteúdo atrativo, que traga informações relevantes em uma linguagem acessível ao consumidor, é possível atrair o cliente passo a passo no processo de jornada de compra, se relacionar com ele de uma forma mais próxima, até que a decisão seja tomada e você garanta uma conversão de venda.

Seja por meio da divulgação de e-books, disparo de e-mail marketing, ou campanhas pagas no Google e em redes sociais, a ideia é utilizar a ampla gama de possibilidades que o Inbound Marketing oferece para atrair o cliente cada vez mais para perto da marca.

→ Tudo isso pode ser complementado pelas estratégias Outbound, como divulgar uma promoção específica em rádios e jornais para atingir um público mais amplo, aumentando as chances de venda. Depois, guiar esses novos clientes em potencial até o conteúdo Inbound, para que se possa qualificar cada vez mais essa clientela e assim seja possível ter uma segmentação bem definida, um público fiel.

O caminho das pedras

Ao entender a diferença entre Inbound e Outbound, e saber um pouco mais sobre como cada estratégia se desenvolve, fica mais fácil perceber a importância da definição de objetivos que se deve ter para escolher a melhor opção para seu e-commerce.
caminho_inbound marketing_outbound
Pergunte-se sempre:
– O que espero obter com as ações de Marketing? Conversão de vendas? Aumento de leads? Segmentação de público? Reforçar a imagem da marca no mercado?

Esse é um excelente primeiro passo para sua decisão e que com certeza vai guia-lo para o sucesso.
Quer saber mais sobre Inbound e Outbound e criar uma estratégia de Marketing Digital para seu negócio? Conte com a Layer Up porque essa é nossa praia. Acesse nosso blog, ou entre em contato.


Público-alvo: 5 dicas para acertar em cheio sua buyer persona

Você conversa da mesma forma com seu chefe, sua família e seus amigos? Provavelmente não – e isso é completamente normal!

Na comunicação da sua marca, isso não pode ser diferente. Não basta saber quem é o público-alvo de forma superficial, é preciso entendê-lo e saber quais os perfis de pessoas existem dentro do seu target. A partir disso, é possível definir uma comunicação muito mais assertiva. No marketing de conteúdo, chamamos esse estudo de perfil de buyer persona.

 

Mas como encontrar no meu público-alvo uma buyer persona certeira?

A resposta para essa pergunta não é assim tão simples. É preciso estudo, análise e pesquisa. Tudo para entender o público, o que ele procura e quais são suas dores. De forma geral, é como se você pinçasse uma pessoa de dentro do seu target e detalhasse todas as suas características (físicas, demográficas e psicológicas). Calma, a gente te ajuda a fazer tudo isso. Confira nossas 5 dicas avançadas para construir uma buyer persona!

1. Entendendo o público-alvo

Uma vez um cliente bateu à nossa porta, preocupado: “minha marca não está atingindo o público certo”. Ele desenvolveu um produto com a ideia inicial de atender ao público feminino com idade superior a 25 anos. Mas, quando aquele produto começou a ser comercializado, viu que a comunicação não funcionava bem. Foi quando constatamos que, na realidade, o público que tinha interesse no produto era mesmo feminino, porém muito mais jovem do que ele havia imaginado. Por isso, a falha de comunicação.

A lição que tiramos disso? É preciso entender quem, de fato, é seu target! E isso não se faz apenas com base no que você acredita que possa ser. É preciso validar o produto no mercado e analisar a fundo o segmento. Tentar se comunicar com um público que você não conhece é como ter um alvo no lado direito, mas atirar flechas apenas para o lado esquerdo.

 

2. Construindo a buyer persona


A buyer persona é uma personagem (fictícia ou real) e, assim como todas as que a gente conhece, precisa ser o mais detalhada possível. Isso inclui dar a ela uma profissão, idade, indicar o local onde mora, além, é claro, de um nome.
Informações até mesmo improváveis sobre essa pessoa ajudarão – e muito – na construção dos pilares e do tom da comunicação.

Caso estejamos falando com um público mais jovem, por exemplo, é provável que sua marca gere mais engajamento usando uma linguagem leve e descontraída. E por isso é tão importante entender como essa persona se comunica.

Para obter esses dados, além de estudar o mercado em que você está inserido e qual é o público que mais o movimenta, você pode entrevistar pessoas que sejam um modelo de cliente ideal para o seu negócio.

Caso seu produto ou serviço já seja comercializado/oferecido há algum tempo, uma maneira de entender seu público-alvo é entrevistando alguns clientes. Já se o seu negócio está em construção, busque potenciais clientes da sua marca.

3. Interesses da buyer persona

Entender os interesses do seu público-alvo de modo abrangente é extremamente importante. Além de identificar os canais e redes em que sua persona está presente, esse passo te ajudará a lançar ganchos muito mais certeiros, principalmente se você estiver pensando em uma estratégia de Inbound Marketing.

Por exemplo, se você oferece cursos de graduação e sua persona se interessa pelo sucesso na vida profissional, você pode produzir pautas que, aos poucos, irão direcioná-la à sua empresa: “Qual é o segredo para o sucesso na carreira profissional?”.

Mas os interesses do público-alvo não são apenas importantes para estratégias de conteúdo. Entender e falar sobre os assuntos pelos quais sua persona se interessa, e abraçar as mesmas causas dela, também irá criar afinidade, gerar identificação e atribuir valor à marca.

 

4. Dores e objeções

Assim como acontece com os interesses, informações das dores e objeções da sua persona podem ser grandes aliadas na produção de pautas. Além, é claro, de reforçar a identificação entre público e marca.

Ao identificar as dores, você deve listar o que aflige seu público-alvo. Não necessariamente se trata de algo negativo, como o nome sugere. Pode ser também um grande desejo ou algo de que sua persona precisa. O sonho de ter uma casa própria, a necessidade de um tratamento odontológico ou a preocupação com o futuro dos filhos são alguns exemplos disso.

Também é importante entender as dores que estão diretamente relacionadas ao seu produto ou serviço. Se você tem um restaurante orgânico, uma dor do seu público pode ser a vontade de consumir alimentos mais naturais e saudáveis.

Já as objeções são o que podem impedir sua persona de consumir seu produto ou serviço. Isso é o que torna ainda mais importante identificar essas objeções. Aos poucos, você deve criar argumentos que convençam a persona de que ela precisa da sua empresa. Isso pode acontecer nas pautas de conteúdo, nas chamadas de redes sociais ou até mesmo no contato direto.


Lembra do restaurante orgânico? Uma objeção do público desse estabelecimento pode ser referente ao custo dos pratos. Para derrubar essa objeção, será necessário explicar o motivo pelo qual esse tipo de alimento, geralmente, tem um valor maior.

Além disso, você deverá reforçar o quanto vale a pena pagar um pouquinho a mais para se alimentar de forma saudável.

5. Mapa da empatia

Em linhas gerais, entender a fundo sua persona é a chave para se comunicar com ela de forma assertiva. Uma das melhores formas de fazer isso é criar um mapa da empatia.

Nesse material, mapeamos o que essa pessoa , pensa/sente, fala/faz e escuta, além das suas necessidades e dores (sobre as quais já falamos um pouquinho no tópico anterior). Na hora de listar esses detalhes, não se limite apenas ao que está relacionado à sua empresa. Procure entender o tipo de entretenimento que ela consome, o que costuma ler na internet, ouvir no rádio ou conversar com os amigos no horário do almoço. Acredite, esses simples detalhes vão fazer muita diferença na comunicação.

Tendo claros esses pontos, e mergulhando no universo que o rodeia, fica muito mais fácil fazer abordagens certeiras.


Já está pronto para sair desse conteúdo e criar a buyer persona da sua empresa com 100% de confiança? Caso não se sinta seguro para fazer isso por conta própria, temos uma notícia que vai melhorar seu dia: essa é uma das especialidades da Layer Up!

Podemos te ajudar a traçar uma buyer persona e ainda definir uma estratégia de comunicação muito mais assertiva para a sua marca.

Você está pronto para o Up?


Layer Up e sua agência de publicidade: já pensou nessa parceria?

Você conta a sua história e nós damos aquele UP que faltava para gerar ainda mais resultados. Vem saber o que a Layer Up pode fazer por você!

E se eu te falar que a nossa agência de marketing digital, a Layer Up, pode ser parceira da sua agência de publicidade?

Bom, eu já falei por aqui sobre os serviços de marketing digital que são indispensáveis no seu negócio e também comentei um pouco sobre a importância da capacitação de equipe para fazer a engrenagem toda rodar.

Agora eu vou contar como posso ajudar a trazer toda essa prática para a realidade. Quero ser sua parceira nessa jornada, tanto quanto já fui de várias outras agências de publicidade.

Eu confesso que quando ouvia falar em parceria costumava ficar um pouco desconfiada, achando que poderia cair em alguma cilada. Mas aprendi que quando existem duas partes compromissadas entrando em acordo, a parceria pode, sim, existir e ser muito benéfica para todos.

Aqui na Layer Up já solucionamos diversos problemas de agências publicitárias. Desde aquelas que não tinham uma equipe já estruturada para atender os clientes com campanhas digitais, até as que precisavam capacitar os colaboradores já contratados para atuar no marketing digital.

Temos um time de especialistas, uma boa estrutura de atendimento e utilizamos as melhores ferramentas do mercado. É por isso que podemos unir forças para que você tenha uma agência de resultados.

Você ainda está confuso e não entendeu exatamente como posso colaborar com seu negócio? Tudo bem. Eu vou explicar bem certinho o que a Layer Up pode fazer por você.

O que a Layer Up faz pela sua agência de publicidade

A Layer Up pode te ajudar de várias formas, sendo a principal delas a prestação de consultoria.

Por meio desse serviço você pode ter um leque bem amplo de soluções, afinal, seguimos alguns passos para atender nossos clientes.
 
Passo 1 – Diagnóstico
Imagine fazer um raio-x da sua empresa, analisando sua estrutura, time e ações que estão em andamento, e depois disso ainda conseguir traçar os melhores caminhos para implementar uma série de melhorias. Seria ótimo, não?

E é exatamente essa linha de raciocínio que a Layer Up segue. Eu sei, por experiência própria, que muitas vezes não conseguimos enxergar as falhas da nossa própria empresa, já que estamos imersos em uma rotina e a chance de algo passar batido é grande.

Nesse diagnóstico sua agência vai ter todo suporte para avaliar o que está, ou não, funcionando em suas ações digitais. São analisadas questões como:

A partir dessa primeira etapa estamos prontos para seguir em frente.
 
Passo 2 – Planejamento estratégico

Depois de avaliar quais são as reais necessidades da agência, na sequência desenvolvemos um plano bem estratégico para executar ações futuras.

Tudo vai depender do que for diagnosticado na primeira etapa.

Pode ser que seja preciso apenas fazer a gestão de redes sociais dos clientes, ou então criar fluxos de automação para a nutrição de Leads. Ou ainda, é possível que a aplicação de SEO tenha falhas.

Cada caso é único. O que ajuda bastante no planejamento é fazer um Benchmarking bem detalhado, com estudos de posicionamento no mercado e de ações da concorrência, por exemplo.

Assim é possível moldar o serviço de consultoria exatamente de acordo com o que as pesquisas apontarem.

Passo 3 – Treinamento

Falhas identificadas, soluções encaixadas no planejamento e vamos para a prática!

Eu sei tanto quanto você que precisamos de força de trabalho para tirar ideias do papel. Por isso a Layer Up se preocupa em oferecer um treinamento para os funcionários da empresa.

A equipe interna precisa estar ciente de tudo que precisa ser executado e também sobre como é importante medir os resultados.

Muitos colaboradores até contam com cursos técnicos, ou já praticaram algumas ações digitais, mas como essa área se renova com muita velocidade, é importante se atualizar e também entender as necessidades específicas do planejamento.
 
Passo 4 – Acompanhamento

Com todos os passos anteriores já concluídos o procedimento final consiste em acompanhar o andamento das ações previstas no planejamento.

Você define os próximos passos

Dependendo da necessidade, algumas agências escolhem ter um mês de acompanhamento, outras já optam por algo mais prolongado, com encontros regulares para ajustar “resultado” com “expectativa”.

O envio de relatório de ações é muito importante nesse quarto passo. É ele que vai indicar o desempenho daquilo que foi planejado.

É assim que temos insights para sugerir as práticas do mercado mais eficientes e implementar melhorias.

Marketing de Conteúdo: aqui também tem

Além de todo trabalho de consultoria que eu mostrei aqui para você, é importante ressaltar que a Layer Up é expert em Marketing de Conteúdo.

E por que essa é uma atividade que merece destaque?

Eu vou fazer o seguinte comparativo: o planejamento, assim como uma engrenagem, precisa de força (equipe) para entrar em ação, mas só vai seguir seu fluxo de trabalho se tiver óleo para “nutrir” suas peças. E quem seria esse último ingrediente?

Se você pensou no conteúdo, está mais do que certo. Um plano estratégico bem feito e uma equipe pronta para executá-lo ainda é metade do caminho. Sem um conteúdo relevante não há movimento algum.

E essa é uma atividade que nós amamos. Criamos um fluxo de produção interna de conteúdo que se ajusta ao perfil de cada empresa e atende todos os requisitos do público-alvo que vai ter contato com esse material.

Isso é bem diferente dos temas genéricos que você encontra pela internet. E esse diferencial nasce porque a Layer Up tem especialistas dedicados ao Marketing de Conteúdo.
 

Toda essa expertise resultou em…

… prêmios!

Em 2016, a Layer Up foi vice-campeã na categoria Mestre de Conversões do Prêmio Agência de Resultados. Já em julho de 2017 ficamos entre as 25 melhores agências de Resultados Digitais entre os 600 parceiros RD Station.

E tem mais: recentemente recebemos o reconhecimento de Agência Parceira nível Gold da empresa Resultados Digitais, o que mostra nosso comprometimento em sempre gerar resultado para nossos clientes.

Gostou de saber um pouco mais sobre o trabalho da Layer Up? Você pode ter uma experiência ainda mais detalhada e dar um UP agora no seu negócio. Peça um orçamento e nós entraremos em contato para contar o que mais podemos fazer juntos, como parceiros!


Tudo o que você precisa saber para ter uma agência de resultados

Você, que tem uma agência de publicidade, sabe que além de apresentar peças publicitárias geniais para os clientes, seu negócio tem que garantir resultados. Ou seja, ele também precisa ser, literalmente, uma agência de resultados.

E agora eu te pergunto: como garantir que um comercial de televisão vai atingir – e atrair – exatamente seu público-alvo, se ele é transmitido em um canal aberto?

Complicado, não é mesmo? Mas eu posso provar para você que o marketing digital é capaz de mudar essa história.

Ok, você já deve saber que essa é uma das melhores soluções para entregar resultados com assertividade. Só que muitos proprietários de agência de publicidade reconhecem a importância do papel do marketing digital apenas na jornada de compra do consumidor. Mas é preciso entender 100% como os processos de ações digitais funcionam.

Tem mais: alguns desconhecem que existe a complexidade de analisar métricas e o investimento em profissionais especializados para cada demanda.

Se esse não é o seu caso, talvez esse post traga algumas informações repetidas para você. Mesmo assim, recomendo a leitura, já que vou falar também sobre capacitação de equipe e você pode encontrar algum dado relevante.

Agora, se você ainda está implementando os serviços de marketing digital e não sabe exatamente como atingir resultados, esse post é indispensável.

Está pronto para tornar seu negócio em uma agência de resultados? Então vamos lá.

Quantidade não necessariamente gera valor

A primeira lição de todas é não se deixar enganar pelas chamadas “métricas de vaidade”. E o que isso quer dizer? Eu vou dar um exemplo prático para mostrar.

Imagine que seu cliente quer promover a loja de roupas para pets dele e ao passar o briefing insiste que precisa ter mais de cinco mil “likes” na página do Facebook.

Isso pode ser facilmente conseguindo ao criar campanhas digitais, não é verdade?

Mas o que esse cliente não compreende – e você deve explicar – é que para realmente vender mais e tornar a marca conhecida entre o público-alvo, é preciso segmentar muito bem as campanhas para que elas cheguem até as pessoas certas.

Ou seja, é melhor ter duas mil curtidas de Leads na página, do que cinco mil de um público que passa longe do perfil a ser alcançado.

Além disso, as métricas utilizadas devem indicar os resultados e não somente o volume de interações, por exemplo.

Não sabe do que estou falando?
Aqui estão algumas das métricas que valem o investimento:

Enfim, esses são resultados que realmente mostram que o dinheiro que seu cliente investiu já retornou para ele. Analisá-los detalhadamente é o que trará diferencial para seus serviços.

Estamos entendidos? Ótimo, porque agora eu vou seguir falando de uma peça fundamental para seu negócio se transformar em uma agência de resultados.

Sua equipe precisa estar preparada

Eu acredito muito na força do trabalho em equipe e, especialmente quando se trata de Marketing Digital, essa união é muito mais do que necessária. Ela é vital, pois sem um grupo forte e capacitado as ações não sairão do papel.

Você sabe quem deve fazer parte do time da sua agência de resultados?

Antes de responder, eu quero que você preste atenção nesses dados:

A pesquisa Digital Roadblock: Marketers Struggle to Reinvent Themselves, realizada em 2014 pela Adobe, analisou profissionais de Marketing dos Estados Unidos.

Ela revelou que 76% dos profissionais acreditam que o modelo antigo de Marketing, como os grandes anúncios para televisão, já não são mais suficientes, e outros 76% dizem que é preciso estar mais focado em dados para se ter sucesso.

Mesmo cientes dessas necessidades, 30% desses profissionais afirmam que não evoluem na área de atuação por conta da falta de treinamento em novos conhecimentos e também pela incapacidade das empresas se adaptarem às novidades.

Essa também é uma realidade no Brasil.
Por isso, você precisa investir em profissionais que compõem uma equipe de Marketing, como:

Alguns desses profissionais, inclusive, já fazem parte da sua agência. Mas será que eles estão capacitados para atuar no Marketing Digital?

Esse pessoal precisa não só de um conhecimento aprofundado, como também da percepção de que a análise de métricas é primordial para trazer resultados e que essa é uma tarefa difícil, mas muito relevante.

Você tem que estruturar esse departamento de forma que todas as etapas de um planejamento de Marketing sejam preenchidas, principalmente a de análise.

Eu vou ser sincera com você: enxergo somente duas maneiras de fazer isso.
 

Solução nº 1

Olhe para a equipe que você já tem em sua agência de publicidade. Há como encaixar uma nova demanda para alguns dos profissionais?

Se sua resposta for sim, eu aconselho a capacitar esses colaboradores para que eles possam sanar as lacunas dos serviços de Marketing Digital.

Isso evita que você tenha que contratar mais gente para formar uma nova equipe. Mas, o que traz uma certa economia, pode tropeçar na questão do tempo.

Leva um bom tempo até que seus colaboradores passem por cursos de especialização, comecem a praticar planejamentos e estratégias, e realmente absorvam todo conhecimento.

Se você tem essa possibilidade de espera, essa solução já deve funcionar para você. Mas se não é esse seu caso, vem comigo que vou te levar para uma segunda opção.
 

Solução nº 2

Se o tempo de aprendizado é uma barreira para você, que tal contar com um modelo pronto de capacitação, que ao mesmo tempo já corrija possíveis falhas na prática de ações digitais?

Eu quero oferecer aqui uma saída que confio muito e que vai otimizar seu tempo e dinheiro. Além de tudo, é uma opção que será decisiva na transformação do seu negócio em uma agência de resultados.

Você pode contar com uma agência de marketing digital para prestar alguns dos serviços e também atuar com uma consultoria para que você possa fazer os ajustes necessários em sua equipe.

O que você ganha com isso?

A ideia é que você encontre uma agência parceira. Eu falei a verdade para você até agora e, mais uma vez, vou ressaltar algo muito real: as técnicas de mensuração de resultados são bastante complexas e trabalhosas.

Não é fácil gerenciar todos os relatórios e analisar todos os gráficos que as ferramentas automatizadas entregam. Quanto mais apoio você tiver, melhor.

E sem essa etapa de análise, os resultados simplesmente não aparecem.

Como selecionar a melhor agência de marketing digital

Até aqui falei sobre a importância da análise de métricas, do investimento na estrutura de equipe e sobre as possíveis soluções para seu negócio se tornar uma agência de resultados.

Eu imagino que você percebeu que é muito válido contar com apoio de especialistas nesse processo, não é mesmo?

No caso de contratar a consultoria de uma agência de marketing digital, eu deixo aqui um alerta: busque por referências e só feche um contrato quando tiver certeza da credibilidade dessa empresa parceira.

Para ter certeza da sua escolha, confie em agências que:
– Contem com um bom portfólio
– Apresentem bons cases de sucesso
– Mostrem qual é a equipe que estará disponível e qual a capacitação de cada integrante
– Tenham experiência no mercado
– Demonstrem real interesse e compromisso em apresentar as melhores soluções para seu negócio e para seus clientes
Preste atenção: se você contratar uma agência de Marketing que não cumpra com o prometido e não trabalhe com responsabilidade, sua imagem também será prejudicada diante dos seus clientes. Isso sem falar no prejuízo de investimento.

E já que eu toquei nesse assunto, vou aproveitar para guiar você até o post em que conto como a Layer Up, minha agência de marketing digital, atua com agências de publicidade parceiras.

Acesse aqui e descubra como a consultoria de Marketing funciona na prática.


Escaneabilidade: técnicas para facilitar o entendimento do seu conteúdo

Sabe quando a gente está fazendo uma pesquisa, clica nos primeiros links do motor de busca e passa o olho pelo conteúdo para saber se ele é relevante ou não para nossa dúvida? Isso tem um nome: escaneabilidade.

Escaneamos conteúdos naturalmente, porque a internet fez nossos hábitos serem bem dinâmicos. Observe agora a sua tela! Com certeza você irá se identificar com uma das situações a seguir: estamos sempre com mais de uma aba aberta, consumindo conteúdos diferentes, atualizando nossas redes sociais entre um vídeo e outro…

Por isso, quem produz conteúdo deve usar algumas técnicas de escaneabilidade para demonstrar ao visitante logo de cara qual é o assunto presente no link. O objetivo também é fazê-lo entender o conteúdo mais rapidamente e, quem sabe, convencê-lo a ficar um tempinho a mais na página e no site.

Usando as técnicas de escaneabilidade o texto fica mais leve, a leitura se torna mais prazerosa e as chances de o leitor voltar ao site e se tornar um lead serão maiores .

Hábito de leitura

Você sabe qual é a nossa tendência de leitura online? Entender isso irá te ajudar a priorizar a informação ao longo do texto, para que a escaneabilidade seja mais certeira.

A tendência na internet é a leitura em F. Ou seja, começamos com uma rápida análise do primeiro parágrafo, de forma horizontal e, depois, vamos lendo apenas o princípio de cada parágrafo em uma leitura mais verticalizada.

Ao saber dessas dicas, você saberá como tornar o blog da sua empresa mais forte!

Vantagens da Escaneabilidade

Ao aplicar as técnicas de escaneabilidade no seu conteúdo, você gera diversas vantagens, tanto para o seu público, quanto para o seu cliente. Veja algumas:

Quais técnicas de escaneabilidade usar?

Dica final: Qualidade

Preste atenção e capriche na qualidade do seu conteúdo. De nada vai adiantar ter um texto correto do ponto de vista das técnicas da escaneabilidade, sendo que o conteúdo não é rico o suficiente para agregar à vida do leitor. Ele irá se frustrar e criará uma imagem ruim do seu site ou da sua empresa.

Na prática!

Aqui na Layer Up, a escaneabilidade é uma das regras obrigatórias na hora de criar conteúdos de qualidade para nossos parceiros. E como fazemos questão de utilizar as técnicas adequadas, já nos deparamos com cases bem interessantes!

Um exemplo é o Studio E+W Arquitetura. Quando iniciamos os trabalhos com estes parceiros, em maio de 2017, definimos que atuaríamos com um site otimizado em SEO, com campanhas em redes sociais e com conteúdo autoral, sempre construído com as técnicas de escaneabilidade.

O resultado foi surpreendente. Ao conferir as métricas do site no Google Analytics, vimos um salto nos números em um período de apenas 30 dias. Tivemos 40 vezes mais sessões, 37 vezes mais usuários e as visualizações das páginas cresceram  quase 3.000%! Tudo isso com um conteúdo excelente, apresentado na forma correta, com o investimento ideal.

Números muito significativos, não é? O aumento dessas métricas foi uma consequência da soma de esforços de se trabalhar com um público segmentado, de investir em campanhas e de criar conteúdos interessantes e tecnicamente corretos. E o efeito final foi uma expansão na taxa de retorno de visitantes.

Ferramentas


Se você utilizou todas, ou a maioria, das técnicas listadas acima é bem provável que o seu texto esteja 100% escaneável aos olhos do Google e do internauta. Mas caso você queira se certificar, existem algumas ferramentas que analisam o seu conteúdo sob este ponto de vista. Conheça:

O Yoast é um plugin do WordPress que analisa a escaneabilidade e o SEO do conteúdo produzido, em tempo real. Ele aponta quais são as melhorias que podem ser feitas no material para aumentar a qualidade, e também quais são os pontos fortes da sua criação.

Ferramenta ajuda você a detectar qual o nível de informação que seu leitor precisa ter para compreender bem o conteúdo oferecido. Quando o texto tem frases muito complexas, ele aponta que melhorias podem ser feitas.

Por meio do teste de Flesch-Kincaid, o Clarity Grader aponta o número de palavras por frase e a quantidade média de sílabas por termo. Assim, com a fórmula, é possível saber se o texto está difícil de ser lido.

Agora que você chegou até aqui já sabe como tornar o conteúdo do blog da sua empresa mais qualificado. Mas se restarem dúvidas, nos procure ou deixe sua pergunta nos comentários. Com certeza, iremos responder!
E se você quiser conhecer ainda mais sobre Inbound Marketing, que tal conferir outras dicas nossas aqui no blog?


3 razões para sua empresa de tecnologia investir em Inbound Sales como modelo de vendas

É sempre um desafio escolher um modelo de vendas adequado, principalmente quando o setor em questão é o de tecnologia.

Entre os vários modelos de venda existentes hoje, um que casa perfeitamente com empresas desse mercado é o Inbound Sales, estruturado na abordagem de leads gerados via Inbound Marketing.

No setor de tecnologia, as vendas costumam ser mais complexas e, geralmente, não acontecem de forma impulsiva, como é o caso de produtos de consumo (roupas, sapatos e acessórios, por exemplo).

A escolha do principal modelo para basear a estratégia de vendas influenciará diretamente no sucesso e crescimento da empresa.
Veja, a seguir, 3 motivos para sua empresa investir nesse modelo de vendas:

1. Otimizar o funil de vendas

Fazer com que os Leads avancem rapidamente no funil de vendas é um benefício muito interessante do Inbound Sales, afinal, o ROI (retorno sobre investimento) chega aos cofres em prazos menores.
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Mas como a mágica acontece? Leva-se em consideração que o prospect, ao receber o contato da equipe de Inbound Sales, já reconhece o potencial da empresa para resolver seus conflitos. O reflexo disso nas vendas é enorme! Basta fazer a seguinte análise: o que acontece quando você recebe uma ligação de telemarketing, oferecendo um produto que nunca foi de seu interesse e você não faz ideia como conseguiram o seu contato?

A probabilidade de compra do produto é remota, visto que a empresa o contatou com base nos métodos outbound. Isto é, sem atraí-lo para as vendas. É como receber uma oferta de seguro de veículos sem ao menos ter um veículo.

Por outro lado, como há uma série de indícios que confirmam o interesse do lead pelo assunto  — ele acessou conteúdos a respeito, consultou o preço do produto, etc  —, o contato não será encarado como um transtorno.

Em outras palavras, a equipe de vendas consegue uma oportunidade de interagir com um lead aberto ao diálogo. Logo, as chances de a argumentação resultar em venda são exponencialmente maiores!

2. Diminuir o custo de aquisição de clientes

Também conhecido como CAC, o custo de aquisição de clientes é uma métrica importante no Marketing Digital, pois ajuda a mensurar quanto a empresa está gastando para conquistar um novo cliente.
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Essa informação permite que o gestor tome decisões estratégicas com mais eficiência e consiga planejar meios de otimizar os investimentos.

É claro que, tratando-se de custos, quanto menor for o valor de CAC, maiores os lucros em cima de cada venda.
Por exemplo, se uma empresa tem um produto de R$500 e gasta R$600 pela aquisição do cliente, sairá no prejuízo. Em contrapartida, se ela gasta R$ 200 para vender o mesmo produto, suas estratégias estão trazendo um retorno favorável!

Mas de que forma o Inbound Sales contribui para a redução do CAC? A abordagem do Inbound Sales é inteligente. Portanto, costuma ser bastante certeira e personalizada. O fator crucial para diminuição do CAC é a forma como os leads são nutridos. As ferramentas de automação prestam um auxílio e tanto!

Nesse sentido, o time de vendas tem um papel importante a cumprir. Este papel é conhecer melhor os leads e o modus operandi de cada um deles.

O grande triunfo da abordagem inteligente é que o prospect se sente muito mais à vontade para dialogar, negociar e aceitar os argumentos dos vendedores. Os vendedores, por sua vez, não utilizarão scripts, truques ou a famosa linguagem de apelo comercial.

Foco na busca orgânica

Outro ponto que merece destaque é a ênfase na aquisição de clientes por meio da busca orgânica. Iisto é, sem gerar custos por cliques (CPC) em anúncios e outros meios em que a visita ao site gere custos.

À medida que a inteligência de mercado, as estratégias de SEO e o Marketing de Conteúdo surtem efeito, o CPC dos anúncios é reduzido, impactando diretamente o CAC.

Portanto, os resultados de busca orgânica, que segundo estudos são responsáveis por 51% do tráfego, têm papel fundamental para o Inbound Sales diminuir consideravelmente os custos de aquisição de cliente.

3. Ter previsibilidade e ganhar escala

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Quando se trata de “crescimento”, é comum nos depararmos com especialistas prevendo e sugerindo soluções para preparar a pessoa (ou empresa) para os impactos da mudança.

O Inbound Sales também é capaz de proporcionar essa previsibilidade ao seu negócio. Isso porque as métricas utilizadas são muito claras e precisas.

Pode-se ter uma noção exata de quantos vendedores devem formar a equipe de Inside Sales para dar conta dos Leads que tendem a surgir, por exemplo. Isso é possível devido às análises feitas em cima das taxas de conversão do funil de vendas.

Entretanto, as previsões não acabam por aí! Como a eficácia das ações pode ser medida rapidamente, sua empresa terá em mãos informações valiosas a respeito dos leads. Assim, permitindo a elaboração de estratégias que funcionam melhor.
Isso significa que os envolvidos obterão informações de tendências e comportamento dos clientes, podendo estimar o aumento nas vendas.

Vale salientar que não estamos nos referindo apenas a previsões em médio e longo prazo. Identificar aspectos importantes para suas ações pontuais também é algo que o Inbound Sales pode fazer por você.

Se sua empresa possui uma equipe de Field Sales (vendas de campo), é muito vantajoso poder selecionar os atendimentos com maior potencial de sucesso, por exemplo.

A boa notícia é que as práticas de Inbound Sales podem ser integradas a processos como esse. Em poucas palavras, o vendedor só agendará uma reunião quando o lead estiver pronto para as vendas. Assim, economizando tempo, dinheiro e esforços.

Com isso, concluímos que, além da previsibilidade, o Inbound Marketing facilita o processo de escala para que a empresa conduza melhor as tarefas dos profissionais de vendas e marketing.

Agora queremos saber de você! Ficou convencido de que investir em Inbound Sales é uma ótima solução para sua empresa em diversos sentidos? Deixe o seu comentário!

A Resultados Digitais é uma empresa que tem como objetivo ajudar empresas de todos os portes a entender e aproveitar os benefícios do Marketing Digital, conseguindo assim resultados reais e permanentes para seus negócios. Temos um software completo e integrado para gestão de Marketing Digital. O RD Station permite gerenciar em uma única ferramenta todas as funcionalidades cruciais para desenvolver a melhor estratégia de Marketing Digital possível!


Cálculo do ROI no Marketing Digital: Inbound e Outbound

Saiba como fazer o cálculo do ROI no Marketing Digital e a diferença entre as mensurações de Inbound e Outbound

Nós já explicamos a diferença entre Inbound Marketing e Outbound Marketing. A questão agora é de que maneira fazer o cálculo do ROI (Retorno Sobre Investimento) para realmente avaliar os resultados das suas ações de marketing digital.

Um dos pontos mais importantes ao iniciar um investimento no marketing digital, seja qual deles for, é monitorar e identificar quais ações foram lucrativas e resultaram em uma maior receita para sua empresa. Afinal, ninguém pode sair gastando o orçamento da empresa onde trabalha “a torto e a direito”. E mesmo que não seja um problema de orçamento, gastar o tempo da nossa jornada de trabalho sem um propósito, não é nem um pouco produtivo.

Confira abaixo as particularidades de cada um dos modelos e canais de divulgação e qual deles encaixará nas suas necessidades atuais. Está preparado? Vem um pouco de matemática aí.

Cálculo do ROI para Outbound Marketing

Nas ações de Outbound Marketing, você pode ter dois objetivos com as suas ações. A primeira delas seria a de fortalecimento de marca, por meio dos banners da rede de display do Google. São aquelas imagens de propaganda que preenchem diversos sites e portais, seja no topo, nas laterais ou no meio de um texto.

No segundo caso, as ações serão voltadas mais para vendas em si, com os anúncios de rede de pesquisa, que aparecem no topo da pesquisa orgânica. O volume de acessos gerados por essas ações será chamado de tráfego pago. Esse tráfego é adquirido por meio de anúncios com palavras-chave selecionadas e pagas para determinadas buscas em sites de pesquisa.

Melhor eu mostrar um exemplo, não? Vamos lá: você é um e-commerce que vende produtos para cabelos e irá fazer uma campanha para divulgar uma nova linha de shampoos para cabelos cacheados, ou seja, voltada para vendas em si. Você deverá fazer então um anúncio no Google Adwords, usando a palavra-chave “shampoo cabelos cacheados”.

Ao publicar esse anúncio, você não irá pagar pela veiculação dele. O custo será calculado de acordo com a quantidade de clique que essa comunicação receber. É o que chamamos de CPC (Custo por Clique). Vamos supor que em cada clique recebido, você pagou R$2 e, ao total, sua publicação teve 100 cliques. Nesse caso, seu investimento foi de R$ 200.

Agora, desses 100 acessos, você conseguiu fechar 7 vendas de R$ 30 no seu e-commerce, resultando uma receita de R$ 210. Vamos ao cálculo do ROI no marketing digital:

via GIPHY

ROI = (Receita – Investimento / Investimento) x 100
ROI = (210 – 200 / 200) x 100
ROI = (10 / 200) x 100
ROI = 0,05 x 100
ROI = 5%

Nesse caso, a empresa teve um ROI de 5%. Ou seja, além de ter retornado o valor investido, recebeu 5% a mais do que havia gasto. Podemos classificar esse tipo de anúncio em três características:

Cálculo do ROI para Inbound Marketing

No Inbound Marketing, você irá acompanhar o cliente por um funil, chamado jornada de compra, e em cada uma dessas etapas, ele irá receber um conteúdo que reforce a importância ou a necessidade dele fechar negócio. Seria como “parcelar” os argumentos de vendas em pequenos conteúdos, de acordo com o interesse demonstrado pelo visitante do seu ambiente virtual. Se você quer entender melhor esse conceito antes de partir para os cálculos, leia esse outro texto que já escrevemos sobre as etapas da jornada de compra.

Voltando ao mesmo exemplo do e-commerce de produtos para cabelo tentando fazer uma campanha para um novo shampoo, a empresa terá que criar um plano de comunicação para acompanhar os possíveis clientes até a finalização da venda online. Veja a seguir exemplos de conteúdos exclusivos para cada uma das etapas que também podem te ajudar a entender o ROI no marketing digital:

– Aprendizado e Descoberta

Blog Post: A importância de hidratar seu cabelo a cada 15 dias


– Reconhecimento do Problema

E-book: 3 maneiras de fazer uma hidratação capilar em casa


– Consolidação da Solução

Newsletter: Shampoos com sal podem danificar seus cachos


– Avaliação e Compra

E-mail Marketing: Novo Shampoo para Cabelos Cacheados sem sal. Conheça linha completa.


No Inbound Marketing, você não irá pagar pela veiculação desses conteúdos. Eles serão hospedados no seu site, na sua rede social, enviados para a caixa de entrada do usuário, etc. O custo de ação será com a produção dos materiais em si: seja por uma agência de marketing, um freelancer ou alguém internamente na empresa. Vamos imaginar que no caso desse e-commerce, eles não queriam contratar ninguém de fora. Para isso, um funcionário interno escreverá esses materiais. Não pense que não há custos nesse caso! Afinal, você já paga pelo trabalho do seu colaborador, só que agora ele não poderá fazer as atividades internas que normalmente realiza.

Digamos que, levando em conta o custo por hora de trabalho desse empregado, eles tenham gasto R$ 2.000. A aplicação foi 10 vezes maior, porém o investimento é fixo e não irá crescer de acordo com o número de acessos em cada um dos conteúdos. Além disso, a receita estará em constante mudança, pois continuará gerando vendas com o tempo, sem outra rodada de investimento.

Vamos supor que o número de vendas fechadas seja 15 unidades todo mês, sendo de R$ 30 cada uma. Fazendo o cálculo do ROI no marketing digital do primeiro mês, teremos um ROI negativo de 77,5%. Porém, com o passar dos meses, a receita irá aumentar e o investimento permanecerá o mesmo. No quinto mês, teremos um ROI positivo de 12,5% e, no final de um ano, o ROI será de 170%!

Nesse caso, a empresa terá um retorno sobre investimento cada vez maior, mesmo sem investir nada. Para avaliar essas ações, é importante esperar de 3 a 6 meses – tempo médio para ter o posicionamento consolidado de um conteúdo. Ou seja, as ações de Inbound Marketing são caracterizadas por:

E qual ROI é o melhor?

Tenho que te contar: não há regra ou receita para obter sucesso em suas ações de marketing. Cada mercado possui suas particularidades e a escolha pelo uso de cada um dos canais de divulgação deve refletir isso. Além disso, o orçamento e o tempo que você tem para investir irá influenciar na sua escolha. Calma, isso não quer dizer que você não possa começar a divulgar sua empresa na internet aos poucos, com pouco investimento. É preciso pensar no tamanho da sua empresa, quais ferramentas você tem à disposição e como seus clientes se comportam digitalmente.

Ainda ficou com dúvidas sobre a mensuração e análise do ROI no marketing digital? Deixe um comentário. Caso queira saber mais sobre a Layer Up e conhecer a melhor solução para a sua empresa, entre em contato conosco!


Como divulgar softwares da sua empresa de TI

Quer divulgar softwares da sua empresa, mas não sabe como? Conheça o inbound marketing

Para nós, profissionais que não são de TI, termos técnicos e siglas de softwares e sistemas empresariais são difíceis de entender. Cabe aos profissionais de empresas de TI que oferecem esses sistemas traduzir todo o conteúdo técnico. É aí que você entra! Ao fazer essa ponte e divulgar softwares de maneira mais clara, a finalização da venda pode ser mais rápida para você e com menos dores de cabeça para seus consumidores.

Eu tenho uma coisa para te contar: ninguém compra o que não conhece. “Tá, e qual a novidade nisso?”, você irá responder. Nenhuma, querido leitor. Porém o desafio vai muito além de apenas mostrar seu produto e/ou serviço. É preciso mais do que uma simples descrição técnica de um novo software para gerar interesse de venda no seu visitante. Ele tem que identificar-se com o conteúdo, sentir que seu problema está reproduzido nas informações descritas.

Como você sabe, às vezes, o seu cliente conhece apenas a necessidade dele, mas não tem noção de qual software é o ideal para ajudá-lo. E isso não é um problema. É, na verdade, um bom gancho para gerar um início de conversa entre você e seu cliente internauta que está pesquisando sobre uma solução para um “pepino” na empresa dele. É por conta disso que o Inbound marketing torna-se tão importante nessa hora. Explicamos melhor esse conceito neste outro post. Mas, calma! Não vou te deixar na mão; continue lendo e veja como você pode transformar esse diálogo com clientes em potencial mais vantajoso para ambos.

Ao fazer a produção de conteúdos exclusivos para divulgar softwares, por exemplo, você irá ajudar os visitantes do seu site a tomarem a decisão de fechar negócio contigo. Antigamente, essas informações só seriam passadas durante um contato pessoal ou telefônico de algum vendedor ou promotor de vendas, ou seja, o gatilho inicial vinha da empresa. Agora, são os internautas que irão “dar um google” no problema deles e querem encontrar o serviço que melhor encaixe no que ele procura. E é aí que o material rico da sua empresa pode ser a primeira ponte para uma venda. Esse encontro é chamado de micro momento, e eu tenho certeza que isso já aconteceu contigo, ao procurar algum produto na internet.

Qual conteúdo devo criar para divulgar softwares?

Antes mesmo de eu te falar dos três tipos de materiais ricos que podem ser oferecidos aos visitantes do seu ambiente virtual, preste atenção na principal regra para um bom marketing digital: alinhe sua linguagem com a do seu futuro cliente. Traduza todo o seu conteúdo técnico em um vocabulário mais fácil de ser entendido. Quanto melhor você descrever o seu produto, menos argumentos serão necessários na finalização da venda.

Muitas empresas fazem essa divulgação por meio de um website e das redes sociais, e isso é uma boa base de comunicação digital. Porém, existem diversos outros formatos de conteúdo exclusivo que você pode oferecer e que poderão transformar o visitante do seu site em um lead e, quem sabe, em um cliente fidelizado. Confira abaixo algumas opções de conteúdo para levar esse internauta em sua jornada de compra:

1- Blog com conteúdo exclusivo

Os posts do seu blog serão as portas de entrada para o seu ambiente digital. É através deles que o cliente potencial irá encontrar a sua empresa. Uma boa dica é fazer textos explicativos para cada um dos seus softwares. Faça uma breve descrição técnica do sistema, mas atenha-se a explicar na prática quais suas funcionalidades e em quais casos o software é o mais utilizado.

Também produza textos que sejam de interesse do consumidor. Procure descobrir quais as principais dúvidas daqueles que acessam o seu site ou entram em contato com você. Essa é uma ótima maneira de administrar o blog da sua empresa.

Aproveite essa interação e ofereça as soluções que seus softwares terão para as necessidades de cada visitante. Para isso, é importante utilizar-se das técnicas de SEO para conseguir ranquear sua empresa em uma posição mais alta nos sites de pesquisa. Veja abaixo um exemplo de blog post de uma empresa de TI descrevendo seu produto de maneira mais atrativa.

2 – E-book

Agora que o internauta virou um visitante do seu site, você deve oferecer outros materiais ricos para que ele informe-se mais sobre seus serviços. Você sabe que a venda de um software não é uma venda rápida, não é? Ela leva tempo e é necessário manter a conversa com esse visitante. Para isso, você vai precisar dos dados de contato desse internauta.

Ao organizar um conteúdo exclusivo em um e-book, você solicitará que ele preencha algumas informações de contato para obter o acesso, como o nome, o e-mail e o telefone. Esse e-book será hospedado em uma página de conversão, chamadas de Landing Pages. Elas nada mais são do que páginas planejadas, criadas e otimizadas para atrair seu público-alvo e converter os visitantes em novos leads.

Dessa forma, esse usuário irá ficar mais informado sobre seu produto e você terá avançado mais uma etapa da jornada de compra. Nesses conteúdos, você pode reiterá-lo sobre a importância de obter o seu serviço ou quais serão os pontos positivos para os processos internos e externos da empresa dele.

3 – E-mail marketing

Ao conseguir o e-mail do cliente, após o preenchimento da landing page – seja para cotar um orçamento ou fazer o download do e-book, você deve cuidar desse canal de comunicação que foi aberto. Falta apenas mais um passo para concluir a venda. E agora esse lead já está bem informado sobre sua empresa e seus produtos e/ou serviços. Procure entender que tipo de informação seria ideal para ele receber agora, seja uma oportunidade para fechar negócio ou apenas para relembrá-lo da importância da compra.

Organize para que todos os e-mails enviados acompanhem o cliente na jornada de compra e o direcionem para a venda que melhor se encaixe nas necessidades dele. E cuidado: nada de enviar spam ou irritar seu cliente com muitos e-mails, já que esse é um dos principais erros cometidos no envio de e-mail marketing.


Agora que a sua empresa já sabe algumas maneiras de criar um contato mais atrativo para seus clientes em potencial, é importante citar que toda ação de marketing digital é uma ação que demanda tempo para analisar os resultados. Então, respira e não desista das suas ações de inbound marketing antes de ver os frutos.

Ainda ficou com dúvidas sobre como divulgar softwares da sua empresa? Então deixe um comentário e caso queira saber mais sobre a Layer Up e entender qual é a melhor solução para sua empresa de TI, entre em contato conosco!


Marketing Digital: o que é e como colocar em prática?

Tem dúvidas de como aplicar as ações de marketing digital na sua empresa? Nós explicamos tudo!

É raro encontrar alguém do ramo empresarial que não tenha ouvido falar em marketing digital.
De um lado, é fácil perceber o quanto essa modalidade de Marketing é importante atualmente, mas por outro há centenas de informações diferentes sobre o tema na internet e é difícil saber em qual delas acreditar.

Por isso fazemos o possível para que nossos clientes aqui Layer Up contem com nossa expertise e um método próprio para colocar em prática estratégias perfeitas para cada modelo de negócio.

E é por esse motivo também que vou aproveitar esse espaço aqui para contar tudo sobre o Marketing Digital, desde seu conceito até seus mitos e verdades, e ainda mostrar os caminhos para seu planejamento ter sucesso.
Pegue seu café, acomode-se e vamos começar!

O que é marketing digital?

Sua existência não é mais uma novidade, mas seu conceito ainda gera confusão. Afinal, Marketing Digital é usar as Redes Sociais para promover empresas? É usar a publicidade no meio on-line? Ou é uma forma de se comunicar com os consumidores?
Vou confundir ainda mais a sua cabeça: a resposta é sim e não.

O Marketing Digital de fato executa essas tarefas, mas não individualmente. É mais que isso. Ele engloba essas e muitas outras possibilidades com o objetivo de criar uma ponte entre a marca e o consumidor por meio da comunicação.

Em resumo, posso dizer que:

O marketing digital, de maneira geral, são ações nos canais digitais para estimular a comunicação, o relacionamento, o contato e a promoção dos seus produtos, ou serviços da sua marca para um público-alvo.

O marketing digital em ação

Você pode me dizer onde está sua marca quando o seu cliente realmente precisa dela? Ela tem que estar no campo de visão do consumidor.

Como? Vou explicar melhor.

Vamos pensar na seguinte situação: você programou um passeio de bicicleta com seus amigos para o final de semana. Mesmo que sua bike já esteja encostada na garagem há um bom tempo, você acha que ela está em boas condições e vai checar só um dia antes do passeio. Só então você vê que o banco da bicicleta se deteriorou com o tempo. Você vai desistir do programa de sábado?

Claro que não! É nesse mesmo instante que você saca o smartphone do bolso e busca por bons preços e uma loja próxima que tenha a solução para seu problema.

Bingo! Esse é o seu momento.

É exatamente nessa busca que sua marca, seu produto, ou serviço precisa saltar na tela e se encaixar como uma luva para o consumidor.

O Google chama essa situação de micro-momento, ou seja, aquele exato minuto em que o consumidor se vê diante de uma questão, algo como “qual o melhor preço?” ou “o que fazer em tal cidade?” ou ainda “onde encontro um banco para bicicleta no bairro tal de São Paulo?” e a resposta chega por meio dos canais de Marketing Digital, influenciando na decisão de compra.

“E é possível manter minha empresa presente nesse momento e ainda saber se atingi o cliente certo?”

A resposta para sua pergunta é: com uma boa estratégia, sim.”

Em tempos de consumidores omnichannel – aqueles que estão constantemente conectados nos mais diversos canais online – sites, redes sociais, e-mail, etc. -, seja pelo desktop, ou por um dispositivo mobile – o Marketing Digital é rei.

Ele traz inúmeras possibilidades de ações ao empresário, as quais se encaixam nas mais diversas necessidades.

Para ilustrar esse leque de opções, quero mostrar quais são os principais canais disponíveis hoje para participar da vida conectada do público-alvo.

Como sua marca chega ao seu público-alvo e vice versa

Toda informação precisa de um caminho para chamar de seu e assim chegar ao destino final. Com o Marketing Digital não é diferente. Ele depende de alguns canais para transmitir a mensagem certa, para a pessoa certa, na hora certa.

E os principais canais utilizados são:

1. Site

Esse pode ser considerado o centro de tudo. É indispensável ter um site, pois ele é a porta de entrada para o consumidor. É lá que estarão as informações da empresa, a história, a equipe responsável pelo trabalho executado, os contatos e o catálogo de serviços, ou produtos.

2. Redes Sociais

As ferramentas das redes sociais são algumas das mais famosas. Todo mundo já ouviu falar em posts patrocinados, por exemplo. Além de ser mais prático anunciar nelas, existe a vantagem de poder segmentar e direcionar a campanha para o público-alvo.
Vou usar quatro redes sociais para exemplificar:

3. E-mail marketing

É pelo e-mail marketing que você usará sua lista de e-mails para se relacionar com os Leads e mostrar novos conteúdos, lançamentos de produtos, promoções, entre outros, sempre direcionando o leitor para o site da empresa.

 4. SEO (Search Engine Optimization)

Essa é uma ferramenta bastante conhecida, responsável por otimizar o desempenho do site na busca orgânica, por meio de palavras-chave. Já falei sobre isso aqui.

5. Publicidade online

As campanhas de publicidades on-line podem levar o cliente ao site da empresa por meio de campanhas para divulgar promoções, ou para mostrar novos conteúdos em um Blog, por exemplo.

As ferramentas de publicidade on-line mais conhecidas são:

6. Landing pages

A Landing Page nada mais é do que a página em que o cliente “aterrissa” para adquirir algum material específico, como um e-book gratuito, e faz um cadastro prévio para poder seguir com o download. Tem uma explicação bem detalhada de como você pode criar uma aqui.


7. Ferramentas de automação

As ferramentas de automação permitem que tarefas como a Nutrição de Leads, criação de Landing Pages ou as análises de métricas sejam feitas de forma automática, com mais agilidade e praticidade, além de baixo percentual de erro.


8. Produção de conteúdo

É por meio da elaboração de conteúdo que seu cliente pode aprender sobre seu produto ou serviço, reconhecer um problema, encontrar uma solução e levá-la em consideração para efetuar uma compra.

O Blog é uma das ferramentas mais utilizadas para isso e pode ser o veículo perfeito para transmitir essas informações e orientar seu cliente no momento de tomada de decisão.

9. Nutrição de leads

Não adianta só identificar um Lead. Tem que manter o relacionamento e nutri-lo com conteúdo relevante, que redirecione para o site do empreendimento. Você pode ler mais sobre Leads aqui.

Todos esses canais criam um Ecossistema Digital, moldado em torno do website da empresa, que gera um fluxo de interação sistêmica entre eles.

Método Layer Up: sim, temos uma metodologia!

Agora que você conheceu um pouco mais sobre os canais mais utilizados no Marketing Digital, é importante saber que sem a construção de uma estratégia a presença on-line da sua marca pode virar um verdadeiro pandemônio.

Quando analiso o cenário de um cliente, costumo ter em mente que o Marketing Digital tem três layers, camadas essas que são fundamentais para chegar ao resultado esperado. Essa é praticamente uma fórmula que moldei e apliquei aqui na Layer Up.

Layer 1: Planejamento


Planejar é tão importante no empreendedorismo, quanto treinar é no futebol. Sem isso, não sai um bom jogo.

Na metodologia da Layer Up, costumo incentivar os empreendedores a definirem bem todos os pontos que permitem a operação da empresa: desde as conhecidas missão, visão, valores e a pesquisa de mercado, até a análise de concorrência, os objetivos estratégicos de curto prazo, a análise SWOT, quais os recursos financeiros e até mesmo a estratégia de Marketing.

Além disso, é preciso pensar a respeito de dois aspectos muito importantes. São eles:

1. Definição de público e estratégia comercial

2. Estratégias de comunicação

Nessa análise, aproveite para responder:

Ter essas definições bem claras ajudam bastante no desenvolvimento de um plano específico para o Marketing Digital. Para criar uma estratégia eficaz, o que deve ser analisado pode ser resumido por esse esquema:

Benchmarketing

Business case

Buyer personas

Plano de comunicação

Layer 2: Operação


É hora de partir para a ação!

Você se lembra dos canais mais utilizados no Marketing Digital, que citei aqui em cima?
Pois é, aí vai uma dica! Muitas vezes, o empreendedor entende que para ter resultado precisa usar todos eles e só assim fará parte da era digital. Não é bem assim.

O ideal é aproveitar o processo de Planejamento, nosso Layer 1, e entender quais canais vão realmente suprir a demanda da empresa.

Feito isso, é preciso entender qual a melhor forma de investir nos canais escolhidos e otimizar ao máximo o budget, para que se tenha um bom resultado, com custos justos e um bom retorno de investimento (ROI).

Layer 3: Análise e mensuração de resultados


Ok, chegamos em uma Layer mais profunda, já que ela permite a leitura dos dados colhidos durante a operação e a análise do Planejamento.

Será que é preciso mudar o caminho? As metas foram batidas? E a linguagem da comunicação, agradou o público-alvo?

Esse é o momento de abusar da praticidade dos relatórios gerados pelas ferramentas de automação e bater todas as informações com as expectativas descritas no início do processo.

Fique de olho: para ter sucesso em sua estratégia de Marketing Digital, essa é a camada que merece atenção redobrada! A Layer Up é tão detalhista quanto à análise e mensuração de resultados que até foi premiada pela RD Station pelas ótimas taxas de conversão nas Landing Pages dos seus clientes.

O que o marketing digital faz por você

Entre as vantagens do Marketing Digital posso destacar por experiência própria que essa é uma atividade capaz de:

Poderia criar uma lista imensa de benefícios, mas melhor do que isso é mostrar na prática.

Aliás, os cases que vou mostrar agora são a prova real de que é possível combinar os canais de comunicação de forma personalizada, ou seja, não é preciso usar todas as ferramentas de uma só vez.

Olha só os exemplos dos clientes Layer Up:

Pousada morada do arquiteto

Esse é um cliente da Layer Up que contou com um trabalho de otimização de SEO muito legal!
A fica em Caraguatatuba, litoral norte de São Paulo, e sempre contou com um site para fazer reservas e apresentar o local. Como o mercado de turismo já é bem conhecido e muito buscado pelo consumidor, não adiantaria nada gerar conteúdo para explicar aos clientes do que se trata o empreendimento, concordam?

Então nossa equipe buscou outras alternativas e fez ações de melhoria no site para SEO, com a escolha de palavras-chave importantes para o negócio, inclusive reforçando o nome da pousada, para que fosse bem indexado.

Também criamos campanhas com o Google AdWords e com o Facebook Ads. Outra ação foi o relacionamento com a base de visitantes feita por meio de uma Landing Page.

Quando o hóspede faz o check out, os proprietários da Pousada preenchem os dados cadastrais deles em uma Landing Page para eque eles depois recebam promoções, pesquisas e até informações sobre as redes sociais do estabelecimento. Tudo isso pelo e-mail marketing.

Foi essa ação, inclusive, que fez com que a Pousada Morada do Arquiteto se tornasse uma das mais avaliadas no TripAdvisor dentre todas de Caraguatatuba.

Todas essa atividades caracterizam o que chamamos de Out Inbound, pois elas não são focadas na produção de conteúdo para acompanhar a jornada de compra do cliente.

Clover.it

A Clover.it é especializada em softwares de segurando da informação. A empresa vende o programa e também presta consultoria para o cliente, até que se tenha domínio da ferramenta e todos aprendam a usá-la.

O que acho muito legal desse case é o fator “desafio” que ele apresenta. Esse caso é o oposto do que você viu com a Pousada Morada do Arquiteto. Não é nada fácil para o consumidor entender logo de início os termos e serviços de segurança da informação.

O que fizemos então?

Se você já pensou em conteúdo, acertou! Como o produto oferecido é mais complexo, é preciso fornecer ao cliente da empresa todo respaldo informativo possível. Isso significa abordar desde a explicação de termos técnicos e funcionalidades, até dicas para a escolha de fornecedores e sobre as normas do mercado para que o comprador esteja em compliance.

Então nossas escolhas de ferramentas foram:

Essas atividades já caracterizam o Inbound Marketing, tema que está bem explicado aqui.

Mitos e verdades no Marketing Digital

Vamos ver se você pegou os conceitos que falei por aqui. Nas frases abaixo, você consegue identificar o que é mito ou verdade?

1) “Já estou nas redes sociais. Não preciso de mais nada.”

 Mentira. Falei aqui da importância de se ter um site (é indispensável!) e também que é preciso avaliar quais canais são os mais adequados para atender a necessidade da sua empresa.

2) “No Brasil, 74% dos usuários de smartphones pesquisam por produtos na internet enquanto estão decidindo o que comprar numa loja física.”

 É verdade. Essa, inclusive, é uma afirmação do Google, baseada em pesquisas da instituição. Isso ocorre graças ao Marketing Digital.


3) “Os resultados do Marketing Digital são vistos em poucos dias”

Mito. É comum ver promessas de resultados relâmpago com o Marketing Digital, mas todo trabalho que conta com estratégia, planejamento e investimento leva um tempo para gerar resultados, já que precisa ser colocado em prática e avaliado durante um período.

 4) “Tem muita coisa gratuita na internet e não preciso investir para fazer Marketing Digital”

 Eis um mito recorrente. Para ter bons resultados, não adianta, é preciso investir. Lembre-se de que com um bom planejamento e uma estratégia sólida o ROI será satisfatório.

5) “Para ter sucesso no Marketing Digital, é preciso se dedicar constantemente.”

 Verdade. O tempo e a estrutura que os clientes não conseguem encontrar internamente, estão presentes aqui na agência, por exemplo. É preciso, sim, ter uma equipe focada no trabalho de Marketing Digital para garantir que tudo saia como o planejado.
Espero que tenha ajudado você a conhecer um pouco mais sobre Marketing Digital e também a entender como fazer o seu planejamento ter sucesso.

Caso tenha alguma outra dúvida sobre o tema, escreva para mim nos comentários!
E se quiser conhecer mais sobre a Layer Up, acesse também nosso site, ou fale conosco!


O que é Inbound Marketing?

Quem trabalha com Marketing deve saber o que é Inbound Marketing. De fato, o Inbound vem conquistando profissionais da área, além de gestores de novos negócios, gerentes de contas, executivos de vendas… Todos os profissionais envolvidos na área comercial ou com atendimento ao cliente. 

As estratégias do Inbound agradam tanto a marqueteiros,  quanto a vendedores e atendimento, unindo essas equipes.
Isso porque se trata de uma estratégia ampla, que tem como objetivo a atração e a qualificação de potenciais clientes, e também a retenção e a fidelização dos atuais consumidores. 

Vai ficar mais claro se, antes de falar o que é Inbound Marting e me aprofundar nas etapas dele, eu te contar quais a diferença entre ele e o Marketing Tradicional.

Marketing tradicional x Inbound Marketing

Vou explicar rapidamente a diferença entre esses dois conceitos. 

Marketing Tradicional

No Marketing Tradicional, as estratégias para promover uma marca ou um produto acontecem por meio de anúncios de interrupção. 

Um exemplo bem simples desses tipos de anúncios são as propagandas publicitárias que literalmente interrompem a programação de TV para fazer uma apresentação rápida e chamativa do produto.

A grande questão é que o cliente só terá mais detalhes quando entrar em contato direto com o vendedorE é o vendedor que tem a missão de explicar as funcionalidades do produto ou os processos do serviço, mostrar os diferenciais competitivos da empresa e tirar as dúvidas do potencial cliente. 

Portanto é o vendedor, neste caso, o agente da comunicação.

Inbound Marketing

As pessoas mudaram completamente seus hábitos de consumo nos últimos anos. Agora, ao nos interessarmos por um produto ou serviço, a primeira coisa que fazemos é procurar no Google as opções disponíveis.
Também buscamos entender as variáveis de cada um por meio de conteúdos disponíveis nos portais de notícias e em blogs de empresas especializadas. 

A verdade é que a internet foi um divisor de águas no Marketing, transformando clientes praticamente em experts sobre todo assunto que tiverem interesse em “dar um Google“.

Hoje, quando o consumidor chega à loja ou ao e-commerce, ele já não tem muitas dúvidas e sabe bem o que quer. Em outras palavras: ele está pronto para negociar.

Com essa mudança de comportamento, surgiu a necessidade das empresas de usarem seus sites, blogs, redes sociais e e-mails para fazerem aquilo que antes os seus vendedores faziam: explicar para o potencial cliente tudo que ele precisa saber sobre o produto ou serviço ofertado, mostrando as possibilidades, tirando dúvidas, etc.

Tudo isso sem ser invasivo, insistente, ou chato… Foi assim que nasceu o Inbound Marketing.
O que quero que você tenha em mente é que o conceito do Inbound  não se trata de uma invenção de algum estrategista, mas sim de uma percepção do comportamento digital do consumidor que, como consequência, gerou a necessidade de reinventar a maneira das marcas se comunicarem com seus potenciais clientes.

Os benefícios do Inbound Marketing

Além de ser uma estratégia que se adapta perfeitamente ao comportamento atual do consumidor, o Inbound Marketing ainda tem outros benefícios. Alguns deles são:

Posiciona a empresa como autoridade sobre o próprio mercado

Ao ajudar seu potencial cliente a resolver um problema e encontrar uma solução por meio de conteúdos digitais, naturalmente você faz com que ele perceba que sua empresa é especialista no que faz e possui autoridade no mercado em que atua. 

Consequentemente, a sua empresa terá maior credibilidade dentre os concorrentes.

Gera um ativo próprio

Os conteúdos indexados no Google, os contatos da sua lista de e-mails, os seguidores das suas redes sociais… tudo isso é um ativo da empresa.

Pense no quanto as marcas investem em mídia, em um espacinho que seja, para conseguir falar com seu público-alvo.

No Inbound Marketing a empresa tem condições de gerar seu próprio público, seu próprio canal de comunicação, sua própria mídia.

Ativo permanente funciona como uma barreira competitiva

Sendo assim, se uma empresa conquista ótimas posições orgânicas no Google, garantindo um grande volume de tráfego orgânico para seu site e ainda uma lista de potenciais clientes (mailing) com quem poderá se relacionar, é claro que ela terá maiores possibilidades de fechar negócios do que seus concorrentes, concorda?

Para entender mais sobre tráfego orgânico e tráfego pago, você pode ler este texto.

Estratégia para Inbound Marketing

A estratégia para Inbound Marketing pode ser dividida em quatro etapas:
Inbound Marketing

  1. Atrair

Ao produzir conteúdos super úteis pensando em  seu potencial cliente, ele é atraído para o seu site/blog e se torna um visitante

  1. Converter

Depois que ele se torna visitante, é o momento de oferecer algo que possa ajudá-lo ainda mais e, para isso, você precisa pensar em materiais ricos , como um e-book.

A moeda de troca por esse material será os dados de contato desse visitante. Ao fazer um cadastro para baixar o material, ele se tornará um lead

Para saber mais sobre o que é um Lead, é só dar uma lida neste post. 

  1. Relacionar/Fechar

É nesta etapa que iniciamos nosso relacionamento com o lead, por meio do processo de automação de marketing, que, em linhas gerais, envia informações relevantes para o lead com o objetivo de deixá-lo mais maduro para o momento da compra.

  1. Fidelizar

Após o fechamento e a venda, seu novo cliente precisa continuar sendo bem atendido e bem informado. Dessa forma, satisfeito, ele retornará outras vezes, fidelizará e recomendará seu produto ou serviço para outras pessoas.
Como resultado, ele se tornará o promotor da sua marca, por meio do famoso “boca a boca”.

Na prática: conheça o caminho do consumidor até seu produto com o Inbound Marketing

A ideia é simples. A jornada de compra tem quatro cinco etapas:

Basicamente, seu cliente passará por essas etapas do processo de compra guiado pelo Inbound Marketing.
Só para ilustrar, vou dar um exemplo relacionado a um de nossos clientes.

A empresa Clover IT revende softwares que fazem a gestão e o controle de dados para empresas, em especial da área financeira. Sendo assim, produzimos conteúdos relevantes para os profissionais que trabalham em empresas do segmento financeiro e que tem a necessidade de garantir a segurança do seus sistemas de dados.

Divulgamos esses conteúdos no LinkedIn e no Facebook para atrair o público-alvo deles, oferecendo materiais ainda mais relevantes em troca do contato dos nossos visitantes. 
 Inbound Marketing
Quando um visitante se cadastra em uma Landing Page, ele se torna um lead, e começa a receber, de maneira estratégica, conteúdos similares àquele que baixou, para que fique ainda mais por dentro das possibilidades.

Caso esse lead continue a se interessar pelos conteúdos, ele rapidamente será qualificado como bastante interessado e, se estiver dentro do perfil adequado para empresa, se tornará uma oportunidade de negócio.

Nesse estágio, a oportunidade poderá ser contactada por um vendedor da empresa, que fará a demonstração do produto.
Caso a oportunidade resolva comprar, ela continuará recebendo notícias e informações úteis (se desejar) para que possa usar o software da melhor forma possível. 

E quais são os desafios do Inbound Marketing?

1. Melhorar o desempenho de buscas de produtos muito específicos

Quando há um produto muito específico, que não é conhecido, algo como um software, ou ainda um equipamento industrial, o desafio está em dar uma explicação clara ao consumidor.

Além disso, a escolha de palavras-chave é mais difícil, devido à baixa taxa de buscas.

A produção de conteúdo é muito útil nesse sentido, já que vai educar o cliente. Mesmo que esse processo seja mais longo, os resultados serão mais efetivos e satisfatórios.

No caso de uma empresa que vende componentes para automação industrial, por exemplo, é possível pensar na produção de um e-book que explique questões técnicas e criar uma Landing Page para a captação de Leads.

O que é Inbound Marketing

2. Enfrentar o tempo

É preciso um pouquinho de paciência para ver os primeiros resultados do Inbound Marketing. Geralmente, os resultados começam a se consolidar após seis meses de trabalho. 

Mas é necessário entender que todo tempo e investimento dedicados tem como retorno um ativo próprio, como o posicionamento no Google, as listas de e-mail, a possibilidade de análise constante e a barreira competitiva.

3. Despertar interesse

Se por um lado há produtos específicos que não são buscados, por outro há mercados saturados, em que é preciso uma estratégia muito bem elaborada para despertar o interesse do cliente em meio a tanta informação já existente.

Aqui na Layer Up enfrentamos esse desafio com um cliente do mercado cervejeiro. É o e-commerce The Beer Planet, que conta com um clube de assinaturas.

Como o consumidor de cerveja já tem bastante conhecimento do produto, chamar a atenção dele para participar do clube é uma questão bem desafiadora.
O que é Inbound Marketing
Depois de cinco anos investindo em publicidade, o número de assinaturas estagnou. A solução para retomar o crescimento de assinantes é alimentar o público-alvo com informação diferenciada sobre as novidades do mercado e aplicações diversificadas do produto.

Resultados

Assim como a The Beer Planet ou a Clover IT, muitas empresas enfrentam vários desafios e precisam de soluções criativas para despertar o desejo de compra dos clientes.

É por isso que a Layer Up foca no Inbound Marketing como uma das ferramentas mais eficientes e que geram mais retorno de Marketing Digital.

Se você tiver mais alguma dúvida sobre Inbound Marketing, deixe um comentário.
E se quiser saber mais sobre a Layer Up e entender qual é a melhor solução para sua empresa, entre em contato conosco!


O que é Landing Page e como criar uma com alto potencial de conversão?

O que é Landing Page? Esse é, sem dúvida, um assunto de que gosto muito. Não por acaso, no fim de 2016, a Layer Up foi premiada pela Resultados Digitais por ter excelentes taxas de conversão nas Landing Pages de seus clientes. O motivo desse reconhecimento é que dedicamos tempo para dominar o processo de criação e otimização dessas páginas de conversão.

Agora, vou contar o que sabemos para você.

 

Entenda o que é Landing Page para converter mais visitantes em Leads

Seja um produto ou um serviço o carro-chefe da sua empresa, é importante atrair visitantes que tenham perfil de compra e interesse pelo que você vende. Assim, eles poderão ser convertidos em Leads e, depois, em clientes. Para isso, saber o que é Landing Page e criá-la seguindo os passos que mostrarei mais à frente são conhecimentos que com certeza trarão resultados para o seu negócio.

Como falei no post Por que valorizar a produção de conteúdo para blog?, não adianta mais vencer o público pelo cansaço. Só comprará o seu produto ou contratará o seu serviço quem se sentir atraído pela solução trazida pela sua empresa, e não quem, após receber ligações e e-mails marketing indesejados, dirá “eu me rendo”.

E é aí que entra a Landing Page – que é uma página web planejada, criada e otimizada para atrair seu público-alvo e converter os visitantes em Leads. A conversão é, na verdade, uma troca entre sua empresa e o visitante. Sendo assim é importante que você tenha um conteúdo interessante a oferecer em troca das informações e dados dos seu visitante. Um usuário só aterrissará na sua Landing Page e, o mais importante, fornecerá dados para receber o material disponibilizado, se ele se interessar pelo conteúdo e confiar na sua empresa.

Resumindo, Landing Page é uma página de conversão de visitantes em leads, cuja a mecânica envolve uma oferta relevante para o público-alvo e uma boa chamada para ação (CTA), em troca dos dados do visitante.

landing page gestão de leads

Portanto, é claro que o conteúdo oferecido precisa ser muito interessante, mas sobre isso falarei mais a respeito em um outro post. Quanto à Landing Page, veja abaixo como elaborá-la.

Como criar uma Landing Page:

Agora que você já sabe o que é Landing Page, não deixe de seguir à risca cada um destes cinco passos para a criação de uma página de sucesso. Mas antes, vale citar que o caminho mais comum começa pela contratação de uma ferramenta de automação de Marketing ou de produção de landing pages. Sendo assim, fiz uma listinha (que você encontrará no fim deste post) com algumas opções disponíveis no mercado. Voltando aos passos para a criação:

1. Demonstre profissionalismo

Coloque o logotipo da sua empresa no cabeçalho da Landing Page e seja objetivo ao descrever a solução ou produto oferecido. Selecione imagens em boa resolução que representem a sua marca e, acima do formulário a ser preenchido, evidencie o que o visitante receberá em troca ao fornecer os dados.

Lembre-se que se trata de uma troca, portanto, para que o visitante sinta-se confortável em deixar seu nome, e-mail e outras informações, ele precisará confiar na sua empresa, e a aparência contará muito.

Tanto as imagens que ilustram a Landing Page quanto o template escolhido e as cores utilizadas também farão ou não com que o visitante preencha o formulário. Esse quesito estético em sintonia com os textos e a chamada para ação, tornará mais impactante a aterrissagem daqueles que chegarem à página de conversão.

Entendeu a importância de demonstrar profissionalismo?

2.  Pouco é muito

Embora quanto mais informações tenhamos mais sabemos sobre a pessoa interessada em nossa empresa, solicitar que o visitante preencha muitos campos em um formulário poderá afastá-lo, em vez de convertê-lo em Lead.
Se ele quiser MUITO receber o material que a Landing Page está disponibilizando, pode ser que esteja disposto a oferecer muitas informações; mas, se o seu conteúdo for mais básico, um longo formulário pode desmotivá-lo.

Portanto, leve em consideração a exclusividade e autenticidade do material concedido para então decidir quais dados irá solicitar. De qualquer forma, sempre priorize informações que considere mais relevantes para o seu negócio e nunca peça dados que não serão úteis para qualificar o Lead.

Outra coisa importantíssima sobre os formulários: evite deixar perguntas abertas, ou seja, aquelas sem opções pré-definidas para o preenchimento. Os campos com perguntas abertas deixam o lead confuso ou com preguiça. Caso precise criar perguntas específicas, crie também as possíveis opções de resposta. Dessa forma, você estará facilitando o preenchimento do formulário e também, posteriormente, a qualificação do lead.

3. Prove que a sua empresa é confiável

Para aqueles que não conhecem a sua empresa e muito menos sabem o que é Landing Page, fornecer dados – como nome, e-mail e número de telefone – não é tão simples assim.

Com essa realidade, existem formas de demostrar a credibilidade do seu negócio, como, por exemplo, colocando na Landing Page depoimentos de clientes, botões que direcionem para as suas redes sociais, sua política de privacidade e uso dos dados oferecidos, entre outros indicadores de confiabilidade.

Se a sua empresa já foi citada por algum veículo de comunicação, por exemplo, você pode utilizar o link do periódico ou blog para mostrar que é uma empresa séria.

4. A call to action

Call to action não é apenas o botão de “cadastro”. Toda Landing Page precisa ser atraente e convencer o visitante a baixar o material que é oferecido. O objetivo é chamá-lo para ação (call to action), a ação de se cadastrar. Desse modo, call to action é todo elemento da Landing Page que, por meio de uma linguagem acionável, texto persuasivo e botões chamativos, conduz o visitante à conversão.

Dedique tempo para elaborar os textos, pensar nas frases que irá chamar atenção do visitante, verificar se o botão de conversão está bem visível e checar se a navegação na página é intuitiva. Esses fatores são determinantes para que a taxa de conversão de sua Landing Page seja alta, portanto, não descuide deles.

Antes de publicar a Landing Page, revise o conteúdo, faça a simulação como se você fosse um visitante e veja se a página o convenceria a disponibilizar os seus dados. Se não, significa que você precisa ainda ajustar alguns pontos da Landing Page sugeridos acima. Se sim, você seguiu exatamente os nossos passos e tem tudo para converter um grande número de visitantes em Leads.

5. Teste, analise e otimize

Uma das coisas que mais aprendi nos últimos anos trabalhando com Inbound Marketing e análise e otimização de ações de Marketing Digital é que fórmulas simplesmente não existem.

Os tópicos acima são boas práticas que utilizamos aqui na Layer Up e que nos ajudaram a construir cases premiados. Mas surpresas acontecem. Por isso, por mais que você siga à risca todos os passos descritos aqui, é preciso acompanhar o resultado de atração e conversão da sua página, testar modelos, textos, imagens, para então garantir páginas realmente otimizadas e com alto potencial de conversão.

Recentemente tivemos uma case interessante

Tínhamos apenas quatro dias para criar um hotsite, campanhas e fazer o lançamento de alguns cursos de pós-graduação para um de nossos clientes. Com o prazo tão limitado assim, fracionamos as entregas em etapas: primeiro, o estritamente necessário para o lançamento (dentro do prazo) e, depois, aperfeiçoaríamos algumas páginas, dentre elas, cinco Landing Pages para que o visitante interessado pudesse baixar o conteúdo programático de cada curso.

Na primeira etapa, colocamos no ar Landing Pages com um modelo muito simples, chamado Squeeze. Trata-se apenas de um formulário no centro da página. Veja:

Na segunda etapa, conforme planejado, aperfeiçoamos as Landing Pages com um modelo mais elaborado, mais textos sobre o conteúdo, etc. Veja como ficou:

Mas para a surpresa de todos, inclusive a minha, o primeiro modelo de Landing Page teve uma performance extremamente superior do que a do segundo modelo, aperfeiçoado. Em média, o primeiro obteve taxas de conversão entre 80% e 90% (ou seja, 80% a 90% dos visitantes que aterrissavam no primeiro modelo baixavam o conteúdo), entanto o segundo modelo registrou taxas de conversão de no máximo 50%.

Graças à análise dos resultados e ao foco em otimizar as páginas para obter o máximo em conversão, identificamos rapidamente a necessidade de correção e alteramos as Landing Pages novamente para o modelo mais simples.

Isso prova o quanto nossas ações devem ser testadas, acompanhas e analisadas. Por isso, se você ficar com dúvida entre qual o melhor modelo de Landing Page, qual o título ou imagem ideal e se a call to action está assertiva ou não, tudo bem! O que você precisa fazer é testar os modelos diferentes, analisar os resultados e otimizar suas Landing Pages.

É dessa forma que a Layer Upvice-campeã no prêmio Agências de Resultado 2016, na categoria Mestre da Conversão, faz para obter Landing Pages com alto potencial de conversão.

Se você ficou com alguma dúvida ou gostaria que me aprofundasse um pouco mais em algum outro tema do Marketing Digital, deixe sua questão ou pedido nos comentários!

E se estiver procurando por uma agência, mas ainda está um pouco perdido sobre qual é o modelo de negócios ideal para você, baixe nosso e-book ou fale conosco!

planejamento em marketing digital


Infográfico: você sabe o que é Inbound Marketing?


Que história é essa de Inbound Marketing? Afinal, o que é Inbound Marketing?

Inbound Marketing é uma estratégia para atração de novos clientes cujo chamariz é o conteúdo. Ele permite que seu negócio seja encontrado facilmente e aproxima os potenciais consumidores da sua empresa ao produzir conteúdo que seu público-alvo considera relevante.

A anatomia do Inbound Marketing

Uma estratégia para explicar o que é Inbound Marketing tem 5 passos.

Produção de conteúdo: Posts para blog, web page, lançamentos para imprensa, e-mail marketing e publicidade online.

Busca & Social: Micro-conversões: likes, compartilhamento e SEO (busca orgânica).

***Gera tráfego, educa prospects, amplia o reconhecimento da marca***

Outbound Marketing

Utilizado para alavancar a divulgação do conteúdo.

Nutrição de Leads, classificação,  segmentação e métricas

TOFU
conteúdo –  Gera leads: material gratuito, vídeos, planilhas e checklists.

MOFU
conteúdo –  Gera perspectivas:  webinars, estudo de casos, amostra grátis, catálogos e FAQ.

BOFU
conteúdo – Gera oportunidades de vendas qualificadas: teste grátis, demonstração, consultoria gratuita e cupons de desconto.

Interação de Vendas: Gera consumidores.

Retenção Reduz taxa de cancelamento: conteúdo para clientes, atendimento impecável, expectativas alcançadas ou ultrapassadas e conteúdo avançado.

O que é Inbound Marketing? Quais são os componentes do funil?

TOFU Conteúdo – Topo do funil:  Objetivo = gerar leads – Oferecer – Material gratuito como dicas, vídeos e checklists.

MOFU Conteúdo – Meio do funil: Objetivo = gerar perspectiva – Oferecer – Webinars, estudo de casos, amostra grátis, catálogos e FAQ.

BOFU Conteúdo – Final do funil – Objetivo = gerar vendas / qualificar leads – Oferecer – Teste grátis, demonstração, consultas, estimativas e cupons.

Marketing de Conteúdo

Marketing de Conteúdo é o combustível que nutre o Inbound Marketing bem sucedido, marketing de mídias sociais, otimização de mecanismo de busca (SEO) e, em última análise, geração de demanda.

CRO – Otimização da taxa de conversão

Maximizar click-throughs em calls-to-action e conversões em landing pages é crítico para o sucesso do Inbound Marketing. Por meio de A/B ou testes variados, a taxa de conversão pode ser otimizada ao longo do tempo.

Automação de marketing

Soluções de software como HubSpot , Marketo , Resultados Digitais, Aprimo e Unica permitem que as empresas entreguem o conteúdo certo no canal certo, no momento certo, a fim de maximizar o comportamento rentável do consumidor.

CRM – Customer Relationship Management

Conectar ferramentas de automação de marketing com CRM ajuda a cobrir a lacuna entre o Marketing e Vendas enquanto facilita a comunicação entre os setores. Algumas soluções populares para CRM incluem Salesforce, Oncontact, Sage ACT e Pipedrive.

Remarketing

Criar publicidade e comunicação para oportunidades perdidas. Ferramentas de Automação de Marketing também podem ser utilizadas como ferramentas de rentenção. Entretanto, remarketing não resolve problemas de prazos perdidos, expectativas não atendidas ou entregas incompletas. Atenção no atendimento!

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A Layer UP tem como objetivo ajudar negócios de diversos portes a entender e aproveitar os benefícios do Marketing Digital, conquistando resultados reais e permanentes para os seus negócios. Fazemos isso de três formas principais:

1. Somos especialistas em Marketing Digital e temos uma metodologia de implementação do Inbound Marketing para empresas dos mais variados ramos. Oferecemos pacotes de consultoria e treinamento de equipe em negócios prontos para vender mais.

2. Fazemos a operação completa para empresas que não têm equipes internas: produção de conteúdo, otimização para SEO, gestão de mídias sociais, automação de marketing e nutrição de leads, publicidade online, campanhas de e-mail marketing, desenvolvimento de sites/blogs, análise e mensuração de resultados e entre outros.

3. Produzimos muito conteúdo educativo sobre Marketing Digital, e disponibilizamos em forma de posts no blog, eBooks e infográficos gratuitos e aulas presenciais.

Ajudamos nossos clientes a encantar e vender mais!

Fontes:
Business 2 community – www.business2community.com
Dicas Sociais – www.dicassociais.com.br
Blog Layer Up – www.layerup.com.br/blog

Se você tiver dúvidas, fale com a gente!


Buyer Personas: o que são e como criá-las

Conceito de Buyer Personas

O conceito de Buyer Personas é de maior importância quando falamos em automação de marketing. Porém, mesmo com tantas informações disponíveis, existe muita dúvida sobre de fato o que são Buyer Personas, qual é a sua definição, para que servem e como conseguir criar uma buyer persona.
Sem mais delongas, Buyer Personas são simplesmente representações simplificadas dos clientes de uma empresa. Para te ajudar a compreender melhor o que é o cliente e quais são suas necessidades que se cria uma persona. É um personagem criado, como o próprio nome já nos sugere. Para quem trabalha com marketing de conteúdo, é essencial essa técnica. Uma Buyer Persona com perfil bem definido mostra que o marketing de conteúdo está funcionando de forma mais certeira.
Para se criar uma boa buyer persona, é necessário explorar a fundo o perfil de cada um dos clientes de sua empresa. Sem considerar, claro, aqueles que não fazem mais negócio com você no momento. São levados em consideração os objetivos pessoais desses clientes e também a segmentação demográfica. Tudo isso contribui para uma melhor criação.

Como criar uma Buyer Persona?

Para criar Buyer Personas, é essencial que sua empresa realize pesquisas, coleta com banco de dados de seus clientes, entrevistas e um bom planejamento. Nesse processo, é inadmissível que se baseie em palpites ou suposições.

Analise os dados e compartilhe resultados

Após ser feito o levantamento de dados desses clientes, é importante identificar características comuns entre eles. Isso é, aquilo que eles mais reclamam e também o que mais necessitam de ajuda. Em resumo, significa que devem ser encontrados pontos em igual que os igualam em uma única demanda de conteúdo. Logo após, é a hora de compor essas personas e definir quais delas terão uma relevância maior para sua empresa.
Para isso, não existe um número máximo ou mínimo. O que deve ser feito no início é começar com Buyer Personas que apresentam um maior grau de importância. Lembre-se que é essencial sempre reavaliar essa lista, pois algumas personas podem ser incluídas e outras retiradas.
Entre as informações importantes para traçar o perfil da Buyer Persona estão, por exemplo, o nome, a área de atuação profissional e a idade, além dos interesses dela. Nesse momento, a criatividade precisa estar afiada, pois você tem que fingir que essa pessoa existe.
É por isso que os estudos de mercado são essenciais nesta etapa. Afinal, nem sempre temos afinidade com o universo da Buyer Persona que está sendo criada. Você pode conhecer os seus clientes, mas alguns dados que parecem não merecer a nossa atenção, às vezes, nos dizem muito da pessoa. Dessa forma, mergulhe no universo desse personagem.
Depois que todo o trabalho de pesquisas e análise dos dados foi concluído e as personas definidas, não se esqueça de fazer um compartilhamento dessas informações com toda a sua equipe. Ela precisa saber o que foi definido!

Outro fator importante é ficar atento aos erros e falhas que podem colocar toda a estratégia criada em risco. Tais como:

Com essas dicas, tenha a certeza de que a utilização dessa técnica de Buyer Personas é algo fundamental para qualquer empresa. Por meio dela, é possível definir quais são os objetivos principais de seu negócio e como fazer para alcançá-lo.
Se quiser conversar conosco sobre sua buyer persona ou conhecer mais o nosso trabalho aqui na Layer Up, entre em contato!


Inbound marketing: o que é preciso mensurar

Tem ideia do que o inbound marketing pode fazer pela sua empresa?

Existe algo mais decepcionante do que dar início a uma campanha, investir nela e não conseguir visualizar nenhum tipo de resultado? Ou pior, não conhecer e nem ter as ferramentas para que essas medidas sejam feitas? Já não é de hoje que ouvimos falar dos benefícios do inbound marketing. Inclusive sempre falamos dele aqui no blog da Layer Up, porém uma de suas maiores vantagens é capacidade de mensuração.
Com o inbound marketing, é possível ter números exatos. Por exemplo, a metodologia permite saber quem exatamente abriu tal e-mail. Também é possível identificar quem não deseja mais receber notificações de sua empresa, se o usuário que clicou em algum link, dentre uma inúmera série de tarefas.
Porém, a pergunta que não quer calar é: o que é mensurar? O que fazer para saber se a estratégia adotada pela empresa realmente está trazendo benefícios? Todas as respostas para essas perguntas você encontra a seguir:

Para se calcular o ROI é muito simples: faturamento – investimentos/investimentos.

Existem duas maneiras para se medir o ROI

Pode ser de forma integral, ou seja, onde se avalia todo o desempenho de suas ações de inbound marketing ou então ações especificas.

Quando se torna um lead?

Quando a pessoa toma alguma decisão a partir disso, ela se torna um lead. Após chegar a esse número, existe outra questão: qual foi a quantidade deles que foi trabalhada com algum conteúdo ou contatos por meio da equipe de vendas até que se tornassem oportunidades? Para finalizar, o final do funil é o momento em que essas oportunidades se convertem em negócio fechado.
Dentro desse parâmetro, é possível chegar a algumas conclusões. Por exemplo, dá para saber o quanto de investimento será necessário na próxima campanha, se a porcentagem de leads qualificados corresponderam às expectativas e também sobre a retenção de clientes. É preciso conseguir novos clientes para sua empresa e mantê-los com a parceria. Sem o auxílio da métrica, fica muito mais difícil conseguir os resultados precisos das ações realizadas.
Invista nessas métricas. Os resultados gerados levarão para sua empresa muito mais eficácia e precisão nos dados adquiridos com o inbound marketing. Essas são apenas algumas dicas, lembrando que tudo varia de acordo com as necessidades de sua empresa e o público que deseja atingir.
É DISSO QUE VOCÊ ESTA PRECISANDO? ENTÃO FALE COM A GENTE!!!!
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Leads: sua definição e importância para seu negócio

O maior desafio enfrentado diariamente pelas empresas é criar estratégias para atrair novos clientes. Tudo é levado em consideração para avaliar esse ponto, desde o marketing até mesmo a composição dos preços de seus produtos/serviços. Para isso, é fundamental entender realmente como se comporta o seu público-alvo para que se crie campanhas focadas exclusivamente na atração de leads. Mas, afinal, o que são leads?
O termo “lead” acabou se tornando popular entre as empresas quando todos os departamentos de marketing resolveram tratar seus seguidores como clientes em potencial, aprimorando novas estratégias para que fossem gerados contatos que poderiam ser enviados para o comercial.
Assim, lead acabou virando o sinônimo de todo e qualquer visitante que compartilhe suas informações com sua empresa em troca de algum tipo de conteúdo.
Podemos definir lead também como qualquer pessoa que entra em contato direto com sua empresa a fim de buscar informações sobre os produtos/serviços que seu negócio oferece. Para o sucesso da sua empresa, é fundamental  gerar leads, ainda mais se levarmos em consideração as baixas taxas de conversão para as mídias digitais.

O que são leads qualificados?

A triste notícia é que não existe nenhum tipo de garantia de que um lead vai se transformar em cliente. Ele até mesmo pode não retornar mais ao site de sua empresa.
Porém, essas características não se aplicam aos leads qualificados, pois esse conceito é capaz de abranger todos os usuários que de alguma forma identificaram algum tipo de problema e estão buscando por solução, ou seja: uma pessoa que realmente está interessada em adquirir seu produto/serviço.
Quando sua empresa tem conhecimento sobre esses leads qualificados, fica mais fácil criar campanhas que certamente funcionarão com mais eficiência para que consiga alcançar esse consumidor.
Nesta etapa, é necessário que todo o conteúdo das ações publicadas sejam específicos justamente para convencer o lead qualificado de que a sua empresa é quem oferece a melhor solução para o problema que ele busca resolver.

Qual é o melhor caminho?

Não se desespere caso sua empresa tenha uma baixa porcentagem de leads qualificados, porque você é capaz de qualificar um lead. Esse processo é bastante delicado e envolve uma série de procedimentos que devem ser realizados até que sua empresa encontre o melhor caminho a seguir.
Não existe uma regra geral, pois dependerá muito do que se tem para oferecer, de como está o fluxo do mercado e do quanto se está disposto a investir para isso.
Apesar de não existir regra básica, como já foi dito, uma boa estratégia para gerar e qualificar um lead é manter uma boa relação entre custo e benefício. Além de expor o que sua empresa está oferecendo, também educar seus clientes em relação aos problemas que ele tem e as soluções apresentadas por sua empresa. Isso faz com que aumente o engajamento em seu negócio.
Podemos encaixar a qualificação de leads dentro do funil de vendas como um processo longo, já que devem ser trabalhadas todas as etapas anteriormente. No topo do funil, deve haver todas as informações falando sobre o problema do cliente e persuadindo-o para dentro do funil.
Após ele passar por todo o funil, onde serão apresentadas soluções para seu problema, ele chegará ao fundo do funil, onde o departamento de vendas tem grande importância!
Lembre-se sempre da importância dos leads, crie campanhas e faça estratégias em sua empresa para cada dia estar qualificando usuários a realmente escolherem sua empresa como solução para seus problemas.
Se quiser conversar conosco sobre o que é lead, como qualificar seus leads ou conhecer mais o nosso trabalho aqui na Layer Up, entre em contato!


Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo: quais as diferenças?

Não é difícil encontrar por aí pessoas que confundem os conceitos de inbound marketing e marketing de conteúdo. As pessoas se dividem. Enquanto alguns pensam que ambas estratégias se diferem, a outra parte acredita que se trata do mesmo conceito com nomes diferentes, e por aí vai.
O que essas pessoas – e muitas outras – desconhecem é que o marketing de conteúdo faz parte da sinergia do inbound marketing.
As principais estratégias criadas e planejadas no marketing digital fazem parte de todo o contexto do inbound marketing por se tratar de um planejamento mais amplo. Falando em marketing digital, o conteúdo é um dos fatores que mais influenciam nas campanhas de inbound.
Se o inbound marketing fosse o corpo humano, por exemplo, diríamos que o conteúdo seria seu coração, de tamanha que é a sua importância.
Para ficar mais claro em sua mente a diferença entre ambos, iremos fazer um breve resumo das principais características de cada um deles, de forma que se entenda melhor no que eles se diferem e quais as semelhanças que o inbound marketing tem com o marketing de conteúdo, apesar de que apenas com essa introdução já é possível identificar esses tais pontos.

O conceito do inbound marketing

Inbound marketing – ou se preferir, marketing de atração, traduzido para o nosso idioma – funciona como um novo método adotado dentro do marketing em que grandes resultados estão sendo proporcionados. As estratégias desse processo são compostas por quatro etapas, que são:

O foco inicial do inbound marketing é atrair visitantes para a plataforma virtual de sua empresa, na qual o resultado final deve estar na satisfação total deste usuário, fazendo com que ele tenda a promover instantaneamente seu negócio, fazendo com que novos clientes apareçam esperando obter os mesmos resultados.
Para que todo o processo do inbound marketing seja colocado em prática, é preciso que os profissionais envolvidos se dediquem ao máximo, fazendo monitoramentos de todas as etapas já ditas, principalmente por conter várias ações que devem ser executadas ao longo de todo o processo.
Fazem parte da estratégia de inbound marketing criar personas (simulando clientes potenciais), gerenciamento intensivo nas redes sociais, análises sobre os resultados, etc.
Em resumo, é preciso que sua empresa crie conteúdos altamente relevantes para esses usuários a fim de que todas as ações do inbound marketing funcionem da forma que foi planejada. É justamente nesse ponto, de caprichar no que será publicado, que entra o marketing de conteúdo.

O conceito de marketing de conteúdo

Ligado diretamente com o inbound marketing, mas não tendo o mesmo significado, o marketing de conteúdo tem como foco principal fazer com que as empresas se tornem um grande canal de comunicação diretamente com seus clientes por meio de conteúdos interessantes e que causem relevância para eles.
É com o marketing de conteúdo que sua empresa entra com o produto/serviço oferecido na vida do usuário sem que ele se sinta pressionado a realizar uma compra, ação que muitas vezes acaba afugentando as pessoas.
A base para o sucesso está unicamente em gerar conteúdos de forma ágil e útil para os usuários – lembrando que cada plataforma virtual tem um público com características diferentes, então todo conteúdo publicado deve passar por alterações antes de se espalhar por toda a rede.

Não existe um padrão a ser seguido para essas publicações. Tudo dependerá da criatividade e da necessidade que a sua empresa tem em se comunicar e se fazer presente na vida dessas pessoas.
O fator principal – destacando mais uma vez – é que todo conteúdo precisa ser de qualidade e relevante para que o usuário lembre de sua empresa quando estiver procurando alguma solução para seu problema.

Uma troca estratégica

Podemos concluir que, apesar de inbound marketing e marketing de conteúdo terem características diferentes, um precisa do outro para que toda a campanha de marketing de sua empresa funcione perfeitamente.
Para que o inbound marketing alcance os resultados, é necessário que se tenha um bom marketing de conteúdo. E, para que um marketing de conteúdo seja bem visto pelas pessoas, é fundamental que a estratégia de inbound marketing esteja dentro dos padrões que aquele público espera da sua empresa.
A maior semelhança entre as estratégias de inbound e marketing de conteúdo é que tanto uma quanto a outra, ao serem criadas, devem atingir e solucionar o problema do consumidor. Ambas precisam caminhar em torno das preocupações, dúvidas, necessidades e desejos dessas pessoas.
O foco principal do Marketing em si é satisfazer seus clientes, então, utilize estratégias que ajudem sua empresa a alcançar cada vez mais esse objetivo.

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