Aprenda a otimizar campanhas no Google Ads para aumentar a sua conversão em vendas

Quem trabalha com marketing digital ou está em busca de conhecer mais sobre Inbound Marketing, com certeza já ouviu falar do Google Ads.

A ferramenta pertencente ao Google, permite a criação de anúncios patrocinados. Por meio dela, é possível ter controle sobre o orçamento investido e sobre a forma de cobrança dos anúncios, que se divide em três tipos:

 

 

Mas, muito além dos links patrocinados, o Google Ads possibilita que as campanhas sejam otimizadas, a fim de potencializar processos de melhoria. Ou seja, se sua campanha não está atingindo o objetivo esperado, que tal adaptá-la?

Neste conteúdo exclusivo, vamos abordar como a otimização de campanhas por meio da mensuração de dados é capaz de gerar mais oportunidades de negócio e aumentar sua receita. Continue acompanhando!

 

Por que utilizar o Google Ads?

Com essa ferramenta, organizações dos mais diversos segmentos têm a possibilidade de se destacarem na internet. Afinal, os links patrocinados são uma importante estratégia para quem busca aumentar a conversão de leads.

Além disso, o Google Ads é capaz de gerar resultados imediatos para o seu negócio, sendo responsável também por auxiliar na escolha de novas palavras-chave para o SEO e conquistar clientes, independentemente do estágio do funil de vendas.

Por apresentar múltiplos usos, as campanhas podem ser exibidas de diferentes maneiras, de acordo com a pesquisa de cada usuário. Por isso, os anúncios são divididos em alguns tipos, cada um com suas próprias características e indicados para um canal específico. São eles:

 

 

As campanhas criadas a partir do Google Ads trazem uma resposta bastante positiva. Isso porque a ferramenta permite direcionar os anúncios para o seu público ideal, segmentando com precisão quem deve ser impactado pela publicidade.

Outro grande diferencial é sua mensuração dos resultados alcançados. Ao analisar os dados, é possível identificar se a campanha está atingindo o resultado esperado e, caso seja necessário, propor processos de melhorias.

 

Como otimizar campanhas no Google Ads?

Antes de optar pela otimização de uma campanha, é importante entender por que essa ação é necessária.

De forma simples, a otimização no Google Ads garante anúncios mais assertivos e que atinjam o público-alvo com mais impacto. Vale lembrar que a otimização não significa refazer a campanha; às vezes, simples ajustes são capazes de aumentar consideravelmente a taxa de conversão de leads.

Por isso, é de extrema importância analisar os dados dos seus anúncios. A partir deles, é possível definir quais processos de melhoria são necessários.

Inclusive, nessa etapa também fica evidente a necessidade de contar com uma cultura orientada por dados. Afinal, quando bem estruturados e mensurados, os números são capazes de trazer insights poderosos e guiar as próximas tomadas de decisão do seu negócio.

Voltando às otimizações no Google Ads, para ajudar a impulsionar seus resultados e garantir mais assertividade em seus anúncios, trouxemos algumas dicas fundamentais para a otimização de suas campanhas. Confira!

 

URL legível

É por meio da URL que os visitantes conseguem identificar o tipo de página que acessarão ao clicar no anúncio. Por isso, é importante que a URL tenha relação com o material que está sendo divulgado.

Não se esqueça de incluir a palavra-chave aqui, assim o Google consegue destacar que o assunto é relevante, de acordo com a busca do usuário.

Outra dica interessante é optar por endereços mais curtos, já que eles proporcionam uma visualização mais clara e proporcional ao tamanho do anúncio.

 

Call to action

Popularmente chamado de CTA, o botão call to action busca incentivar o usuário a praticar uma ação. Neste caso, ele tem como objetivo influenciar o lead a clicar no anúncio.

Assim, busque utilizar expressões no imperativo, já que elas são mais eficientes para convencer os usuários a clicarem nos anúncios.

 

Use palavras-chave negativas

Como você já sabe, escolher boas palavras-chave para uma campanha é fundamental! Mas, você sabia que é possível utilizar palavras-chave negativas para gerar mais eficiências em seus anúncios?

Essa prática funciona por meio do “bloqueio” de termos que não são interessantes para o seu negócio. É como uma busca inversa, segmentando ainda mais o anúncio e o público que ele busca atingir.

 

Personalize o mesmo anúncio

Entre muitas finalidades, o Google Ads permite a edição do mesmo anúncio para públicos diferentes. Ou seja, o mesmo anúncio pode ter chamadas diferentes, de acordo com a idade, localização, sexo e demais segmentações escolhidas.

Esse tipo de otimização possibilita uma aproximação maior entre a marca e o cliente, além de auxiliar a identificar qual dos anúncios de uma mesma campanha está sendo mais eficiente.

 

Não se esqueça do mobile

Procure identificar se seu público-alvo costuma realizar buscas pelo Google por meio de dispositivos móveis. Se a resposta for positiva, é importante investir em algumas melhorias para tornar seu site responsivo.

Para que essa estratégia realmente funcione, fique atento ao design das páginas, tempo de carregamento, etc.

 

Análise os resultados

Por último, mas, não menos importante, busque analisar os resultados de suas campanhas após as otimizações feitas. Se necessário, faça novos ajustes.

Para isso, estruture relatórios, converse com seu time de marketing e acompanhe os indicadores de desempenho com frequência.

 

Como uma cultura data driven pode potencializar suas campanhas

Já abordamos outras vezes a necessidade de contar com uma gestão que seja orientada por dados, em  outras palavras, uma cultura data driven.

Além de coletar os dados, ela é responsável por filtrar elementos úteis para a estratégia, transformando-os em informações relevantes e gerando mais inteligência comercial.

Por isso, este ano, especificamente nos dias 27 e 28 de julho, você terá a oportunidade de entrar de cabeça no universo dos dados por meio do Data Driven Decision, um evento online e 100% gratuito indicado para pessoas que têm interesse em aprender mais sobre os dados.

No DDD, apresentaremos desde os primeiros passos para implementação de uma cultura data driven, até métricas e ferramentas fundamentais para quem já está no caminho da alta performance dos negócios.

Muito além de um simples evento online, o Data Driven Decision contará com um hub com conteúdos exclusivos, convidados especiais, minicursos e prêmios imperdíveis em sorteios ao vivo. Você não vai ficar de fora, não é?

Para se inscrever, basta acessar o link abaixo! Até lá!

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Os segredos por trás de uma boa newsletter

Considerado um dos formatos mais comuns de e-mail marketing, a newsletter é caracterizada como um dos primeiros contatos que uma empresa faz com seus leads de forma leve e eficiente.

Muito além de um canal para engajar seus clientes, a newsletter é um poderoso passo para conquistar e fidelizar o público. Ela é capaz de reforçar a autoridade da marca e impulsionar os leitores para outros canais e materiais da empresa.

Na maioria das vezes, elas são encaminhadas para a base de contato de forma recorrente — uma ou duas vezes por semana — e oferecem uma série de conteúdos, muitos deles gratuitos.

No entanto, para atingir os leads em todos os estágios do funil de vendas, é necessário criar newsletters que fujam do óbvio, com um copy eficiente, design atrativo e, não menos importante, materiais gratuitos e interessantes. 

Neste conteúdo, vamos apresentar como criar uma boa newsletter e quais fatores devem ser levados em consideração. Para ter insights valiosos, continue acompanhando. 

 

O que é uma newsletter?

Podemos definir a newsletter como um e-mail disparado com determinada frequência com o objetivo de fortalecer o relacionamento de uma empresa ou marca com seus leitores e potenciais leads.

Um grande benefício da newsletter é que ela permite o envio de diferentes tipos de conteúdo, o que possibilita o desenvolvimento eficiente da estratégia de e-mail marketing. A newsletter ainda serve para encorpar a sua estratégia de Inbound Marketing

Vale lembrar que, apesar de ser uma importante maneira de gerar lucros, a newsletter deve, sobretudo, focar em ajudar e informar seus leitores, fazendo um trabalho de marketing de relacionamento eficiente.

 

Como criar uma newsletter?

Embora desenvolver uma newsletter não seja tão difícil, é necessário seguir algumas etapas a fim de selecionar os melhores materiais e criar o melhor copywriting para engajar sua base de leitores. Confira:

 

Defina seus objetivos e metas

Para mensurar a efetividade da sua estratégia de Inbound Marketing, é necessário determinar seus objetivos.

Assim, verifique se a sua meta é aumentar a conversão de leads, promover eventos ou aumentar os acessos às redes sociais e site da sua empresa.

Vale também definir a frequência de envio dos e-mails. Constância deve ser prioridade, então leve seu público-alvo em consideração e estabeleça uma quantidade de e-mails relevante.

Não se esqueça de observar o contato do seu público. Se ele está em constante comunicação com a sua marca, por que não aumentar a frequência de e-mails?

 

Ferramentas automatizadas 

Para não cair no spam e criar uma newsletter personalizada e atrativa, opte por uma ferramenta de automação de e-mails

Na Layer Up utilizamos a RD Station, a maior plataforma de marketing e vendas da América Latina, que dispõe de diversas opções de automação. 

Por meio dela é possível organizar suas listas de contato, nutrir leads, analisar e mensurar resultados, assim como realizar a integração do e-mail marketing à gestão de redes sociais, landing pages e thank you page, entre outros.

 

Design é tudo!

Na hora de elaborar a sua newsletter, é essencial desenvolver o key visual e um esquema de cores que esteja de acordo com sua marca ou empresa. Vale lembrar que, quando se trata do design, menos é mais. Por isso, utilize poucas, mas relevantes informações.

 

Defina seu conteúdo 

O segredo para uma boa newsletter é realizar uma boa curadoria de conteúdo. Por isso, faça uma boa seleção de temas que sejam interessantes para seu público-alvo. 

É interessante observar o que seus concorrentes têm feito e se inspirar. Além disso, busque divulgar:

Cada um dos materiais deve apresentar a famosa CTA, ou call to action, chamativa e um link que encaminha os usuários para o material que está sendo ofertado.

Não se esqueça que a newsletter é um espaço para conteúdos educativos, por isso foque em desenvolver um relacionamento e não apenas autopromover o seu negócio.

 

Assunto

Responsável por captar a atenção do leitor, o assunto deve ter como prioridade a criatividade. Ele precisa ser algo chamativo, mas não muito longo. 

Assim, seja claro e objetivo na sua proposta. Afinal, o assunto é como a porta de entrada de um e-mail. Se ele for atrativo, logo sua taxa de abertura será maior.

 

Responda seus assinantes 

Para criar um relacionamento forte com seus seguidores, é importante que haja uma troca. Por isso, nunca deixe um contato sem resposta. 

 

Analise o resultados 

Com o objetivo de que sua empresa consiga criar estratégias de relacionamento e conteúdos ainda mais atrativos para os próximos meses, não se esqueça de mensurar os resultados das newsletters.

Por isso, fique atento às seguintes métricas:

Nessa etapa também é importante identificar se sua estratégia precisa de alguma melhoria. 

Durante esse processo, vale a pena criar um teste A/B para averiguar quais são os elementos da newsletter que trazem os melhores resultados. Além, é claro, de possibilitar a criação de e-mails mais alinhados às necessidades dos seus leads. 

 

Como criar uma newsletter criativa e interessante

Criar uma boa newsletter dependerá da maneira como você apresenta os diferenciais e conteúdos da sua empresa.

Muito além de estruturar esse tipo de e-mail de forma eficiente de acordo com suas personas, é importante selecionar conteúdos que chamem a atenção. Então, por que não trazer novidades ou referências de notícias atuais? 

Na Layer Up, por exemplo, optamos por utilizar referências de conteúdos do universo geek, ligando elas ao mercado do marketing, vendas e inovação. 

Já trouxemos referências à trilogia Matrix, Harry Potter, Senhor dos Anéis, Stranger Things, super-heróis, entre diversos outros. Além disso, aproveitamos para citar datas comemorativas, como o dia de Star Wars em 4 de maio, que celebra uma das maiores franquias de ficção científica do cinema. 

Outro ponto de atenção é conectar a introdução da newsletter aos conteúdos que vamos divulgar. Na maioria das vezes, buscamos divulgar materiais que tenham alguma conexão. Se estamos falando sobre o desalinhamento entre as equipes de marketing e vendas, por exemplo, por que não divulgar nossa planilha de gestão comercial

Em outros momentos, se abordamos a questão de ser mutável ao mercado para conseguir conquistar novos consumidores e reter os atuais, optamos por divulgar o material “Entregue o que não foi combinando”, que fala justamente sobre surpreender o cliente de maneira positiva. 

Muita além de tornar os conteúdos mais interessantes, essas referências trazem um retorno muito positivo de nossos leitores, promovendo uma comunicação mais próxima e criando um relacionamento mais duradouro. 

Claro que, apesar do copy ser um dos principais atrativos de um e-mail marketing, é importante entender o que seu público deseja saber. Não adianta abordar o universo geek se seus leitores não se interessam por ele. 

Em razão disso, busque estudar quem são as pessoas que assinam sua newsletter, quais assuntos interessam elas e quais não geram interesse. 

Muito além de ser uma análise para escolher o melhor tema para sua newsletter, essa também é uma boa estratégia para definir qual tom da comunicação conversa melhor com seu público. 

Além disso, não se esqueça de fazer aquele checklist básico antes de enviar a newsletter. Assim, após o planejamento e estruturação, verifique quais são os melhores horários para disparar o e-mails marketing, verifique o conteúdo, o design, crie a segmentação sugerida no planejamento e, por último, mas não menos importante, analise os resultados, como já citamos anteriormente. 

Agora é o momento de soltar a criatividade e fortalecer a comunicação com seus leitores, estreitando laços, otimizando as vendas e aumentando a taxa de leads convertidos.

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Inbound Marketing: 5 estratégias para vencer a concorrência

Apesar de parecer difícil à primeira vista, o Inbound Marketing não é assim tão complicado. Aqui você vai encontrar alguns passos detalhados dessa importante técnica e finalmente entender, aplicar e colher os resultados que um marketing de atração bem executado pode trazer para sua empresa. 

Com tantos players no mercado atual, um dos maiores desafios para as empresas é ter destaque perante a concorrência. Afinal, a competição é — e sempre foi — o principal combustível para empresários investirem cada vez mais em seus negócios e estarem sempre atrás de novas soluções para seus clientes.

O segredo para uma empresa bem-sucedida está justamente aí: na captação e fidelização de clientes. Sem eles, o dinheiro não entra e o negócio não cresce.

Mas, a partir do momento em que a tecnologia tomou conta dos nossos dias, muitas atividades foram impactadas e com a forma de atrair pessoas para sua empresa não foi diferente. O método que você utiliza para converter essas pessoas de interessados para clientes fiéis hoje é outro.

O que — quase— não mudou foi o nome: aquilo que antes era conhecido apenas como uma etapa de Marketing, hoje é conhecido como Inbound Marketing, ou “Marketing de Atração” traduzindo para o português.

Mas por que o Inbound Marketing é tão importante para sua empresa? Como ele pode atuar para que o seu negócio cresça e se destaque da concorrência? Antes de responder a essas e outras perguntas, vamos entender um pouco mais sobre o Inbound Marketing.

O que é Inbound Marketing?

inbound marketing

Para começar, é importante saber que existe uma distinção entre os métodos mais tradicionais de marketing (como as propagandas que vemos todos os dias na TV) que hoje são chamados de Outbound Marketing, e um método mais recente, focado em ações no digital, o Inbound Marketing.

Diferentemente do que ocorre com o Outbound Marketing, no qual as empresas vão atrás do cliente por meio de anúncios, oferecendo promoções “imperdíveis”, no Inbound Marketing acontece o movimento contrário: são os próprios consumidores que vão atrás da empresa.

Parece a solução para todos os seus problemas, não é? E até pode ser, desde que você saiba aplicar corretamente as técnicas de Inbound Marketing no seu negócio.

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Um passo de cada vez

O Inbound Marketing consiste basicamente em uma série de estratégias de Marketing Digital, cujo foco é atrair visitantes para a plataforma digital da sua empresa.

Podemos classificar as estratégias de Inbound Marketing em quatro etapas:

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Esse processo de atração, conversão, fechamento e fidelização do usuário está intrinsecamente ligado ao Marketing de Conteúdo, uma produção de conteúdo focada em cada uma dessas etapas. Junto com a captação de leads, elas formam o que chamamos de Jornada de Compra, instigando o interesse do usuário para transformá-lo em um potencial cliente.

Associado a outras técnicas de Inbound Marketing, como a criação de buyer personas, co-marketing, produção de conteúdo diversificado de qualidade e foco nas palavras-chave mais buscadas, a jornada de compra também ajuda a colocar a sua marca no topo das pesquisas feitas no Google — responsável por 99% do tráfego de pesquisas na internet.

Ok, mas como o Inbound Marketing pode fazer minha empresa se destacar?

Para fazer a sua empresa saltar aos olhos dos consumidores e espantar a concorrência, separamos cinco técnicas de Inbound Marketing que podem ser aplicadas em qualquer negócio. Conheça um pouco sobre cada uma delas:

1. Defina as Buyer Personas

As estratégias de Marketing Digital e Inbound Marketing precisam sempre levar em conta o público que se deseja atingir. Só que muitas vezes, esse público pode vir no plural.

Pensando nisso, foi criado o conceito de buyer persona que, como o próprio nome sugere, é uma espécie de personagem criado justamente para ajudar a empresa a entender melhor quem são seus clientes e quais são suas reais necessidades.

O objetivo das personas é descrever com o máximo de detalhes quem seriam os compradores ideais para o serviço ou o produto que uma empresa oferece. Por isso, na hora de criar as personas, está liberado soltar a imaginação:

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Dê a ela um nome, idade, profissão, especifique a renda mensal e atribua a ela gostos pessoais, áreas de interesse, além de um perfil de comportamento bem definido.

Não se esqueça de listar também os principais desafios e dores enfrentados por ela e deixar bem claro por quais motivos essa persona  poderia se interessar pelos serviços da sua empresa.

2. Crie um blog (e não deixe de postar)

A dica aqui é basicamente montar um blog para postar textos relacionados ao segmento da sua empresa, no qual o foco principal da produção de conteúdo sejam as buyer personas que você criou.

Porém, além de criar o blog, é muito importante mantê-lo sempre atualizado, com boa periodicidade de postagens e, claro, com conteúdo estratégico, relevante e de muita qualidade. Para isso, você até pode se inspirar nos seus concorrentes, mas o melhor é apostar em pautas diferenciadas, inovadoras e originais.

Está com dúvida sobre quais tipos de pautas elaborar? Se pergunte “sobre o que o meu cliente gostaria de ler a respeito?”, e você vai saber sobre o que escrever.

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3. Percorra toda a jornada de compra

Além das quatro etapas que já apresentamos, a jornada de compra tem cinco passos e o objetivo é criar conteúdos diferentes para cada uma deles, sempre pensando nas buyer personas.

Assim, você elabora uma jornada de textos que vai levar o usuário desde o interesse pelo tema até a efetivação da compra, deixando-o plenamente satisfeito e com um sorriso de orelha a orelha. Funciona assim:

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Primeiro você cria conteúdos para captar a atenção e despertar o interesse do usuário por um tema. Depois você escreve outros textos, desta vez mostrando que existe um problema, mas também a solução através do produto ou serviço que você oferece.

Por enquanto, você vai fazer isso sem nem ao menos mencionar o nome da sua empresa. Faz parte da jornada de compra fazer com que o leitor primeiro perceba por que ele precisa do que você tem a oferecer para só então conhecê-lo de fato.

A partir do momento em que o usuário já identificou o problema e a necessidade de solucioná-lo, você entra com a solução, avaliando possíveis alternativas e criando um senso de urgência para fechar a venda. Em ambas as etapas, você deve criar conteúdos atraentes que darão ao leitor quantos motivos forem necessários para que ele se convença de que realmente precisa do que sua empresa oferece. A partir desse momento já está liberado mencionar a sua marca.

A última etapa, porém, não menos importante, consiste em fornecer atendimento de qualidade para garantir a satisfação do cliente. Como fazer isso? Com conteúdos que alimentem o interesse da pessoa pelo tema e a mantenham sempre bem informada e atualizada.

Afinal, não adianta fechar a venda e depois abandonar o cliente. A jornada de compra existe justamente para fidelizá-los, de modo que eles virem “promotores” da empresa e indiquem seus serviços para amigos, ajudando a captar mais leads e, assim, continuar o processo.

4. Não se esqueça das palavras-chave

Na hora de produzir conteúdos, não basta simplesmente escrever bem. É claro que um texto de qualidade é imprescindível para garantir autoridade e passar confiança para os potenciais clientes, mas não é suficiente para que a sua empresa se destaque da concorrência.

Para que isso realmente aconteça, é preciso levar em conta uma técnica de Inbound Marketing bastante conhecida dos maiores portais da internet: o Search Engine Optimization, também conhecido como SEO, a otimização para mecanismos de busca.

O SEO consiste em uma série de técnicas e estratégias para aumentar os acessos de um site. Elas têm como principal objetivo melhorar o posicionamento do site nos mecanismos de buscas, de forma que ele apareça logo nos primeiros resultados.

Hoje, o Google concentra quase a totalidade do tráfego de pesquisas na internet, por isso, podemos dizer que o SEO deve estar focado naquilo que o Google considera mais relevante e merecedor do topo das pesquisas.

Portanto, existe uma série de boas práticas que ajudam um site a ser priorizado pela empresa no momento das buscas. A principal delas é o uso de palavras-chave.

Quando você insere uma palavra-chave constantemente buscada em um conteúdo produzido para internet, o Google vai prestar mais atenção no que você escreveu. Mas, atenção: não basta usar a palavra-chave escolhida só uma vez. Quanto mais você repeti-la durante o texto, melhor, sem deixar de lado a coerência e qualidade, importantes para um bom ranqueamento do conteúdo. 

Os especialistas indicam que a palavra-chave deve estar presente no título, no subtítulo, na meta-descrição (aquele pequeno texto que aparece logo abaixo do título nos resultados do Google), na URL (o endereço do site) e, claro, ao longo do post, tanto no corpo do texto quanto em headlines, também conhecidos como intertítulos.

Para saber quais palavras-chave são as mais buscadas, você pode usar algumas ferramentas online que servem exatamente para isso, como o próprio Google Ads, que é bem intuitivo e fácil de utilizar.

Você pode estar se perguntando por que é tão importante se preocupar com a posição que a sua empresa vai ocupar nos resultados do Google. Bom, você mesmo pode responder a essa pergunta pensando em onde você vai pesquisar sobre um assunto novo, um produto que está precisando ou um serviço que quer conhecer. Segundo o Internet Live Stats, 3,5 bilhões dessas buscas são feitas todos os dias justamente no Google.

Além disso, se você não se preocupa com SEO é muito provável que seu site apareça lá atrás quando alguém faz uma pesquisa relacionada a ele; e se você usa o Google, você sabe que a maioria das pessoas não passa da primeira página de resultados.

Por isso, um bom ranqueamento nos mecanismos de buscas ajuda a aumentar os cliques e, consequentemente, aumenta as vendas, fazendo com que você cresça e ganhe destaque no mercado.

Saiba mais:

5. Pense em fazer co-marketing

Também chamado de “Marketing Colaborativo“, o co-marketing é um conceito relativamente novo no Brasil, mas que já se mostrou uma excelente estratégia para vencer a concorrência quando se tratam das técnicas de Inbound Marketing.

O co-marketing acontece quando duas empresas que não são concorrentes, mas pertencem ao mesmo segmento, decidem se juntar para potencializar os resultados de ambas.

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Imagine a seguinte situação: você tem um e-commerce especializado em produtos de confeitaria. Nesta estratégia, ao invés de criar seus conteúdos sozinho, você faz uma parceria com uma plataforma de cursos online de gastronomia, que tem autoridade e conhecimento da mesma audiência que você deseja atingir. 

Como vocês não competem entre si, mas atingem o mesmo público-alvo de diferentes maneiras, a união faz todo sentido, já que as empresas terão acesso à base de clientes uma da outra e serão mutuamente beneficiadas.

No fim das contas, o co-marketing também ajuda a economizar custos. Com a junção de forças, as empresas dividem seus gastos e as responsabilidades, permitindo que os colaboradores tenham tempo para se dedicar a atividades que aceleram o crescimento do negócio.

Seguindo essas estratégias você vai conseguir resultados que não somente vão afastar a concorrência, mas também surpreender e fidelizar seus clientes. 

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Aprenda a potencializar suas vendas com o CRM

O CRM é uma sigla para abreviar Customer Relationship Management, que significa gestão de relacionamento com cliente em tradução literal. 

Esse software foi criado para trazer metodologias mais automatizadas para os processos das empresas, visando alcançar e se aproximar mais dos atuais e potenciais consumidores.

Na prática, as plataformas de CRM conseguem ajudar os negócios a criar um bom relacionamento com os clientes, gerando fidelização.

Ou seja, o software de Customer Relationship Management tem a proposta de coletar e oferecer o máximo de dados possíveis para promover ações mais precisas e assertivas dentro de uma empresa, otimizando processos e trazendo um ambiente mais organizado.

Ele também está alinhado a uma cultura Data Driven e, consequentemente, leva a uma previsibilidade que, por muitas vezes, se torna vital para muitos negócios sobreviverem no mercado atual. 

 

As principais características de um CRM

Confira as principais características desse tipo de software e aprenda escolher um Customer Relationship Management mais assertivo.

 

CRM na Nuvem

A utilização de softwares na nuvem garante uma extensão de armazenamento e produtividade, com o menor custo e burocracia

Tudo é resumido a uma mensalidade, que garante segurança e a integridade dos dados em um servidor externo, sem que ocupe espaço ou necessite de novas máquinas — permitindo o acesso de qualquer hora ou lugar.

 

Automatização de processos

A automatização de processos é a principal característica do CRM, que tem o objetivo de realocar o que antes era feito manualmente para um trabalho feito por software — principalmente as tarefas consideradas repetitivas ou que levam muito tempo. 

O intuito é extrair a mais alta performance da empresa e realocar a produtividade para o que realmente importa e gera resultado.

 

Compatibilidade com outros aplicativos

Outro ponto de destaque do CRM é a compatibilidade com outros aplicativos, algo que deve ser considerado inclusive na hora da escolha do melhor software para o seu negócio.

Afinal, quando pensamos em um processo de uma empresa, imaginamos funções interligadas e com funcionamento fluido, com cada etapa suprindo uma necessidade específica.

Por isso é importante que um Customer Relationship Management consiga interagir com diferentes apps. Dificilmente um único software atenderá todas as necessidades de uma empresa, mas ele precisa ao menos interagir com outros mecanismos.

 

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O CRM pode ser dividido em três partes

Para que todo o processo de CRM funcione de maneira efetiva, é importante conhecer e compreender todas as variações existentes dessa metodologia. 

Isso porque  elas mesclam entre si, organizando estratégias e utilizando táticas para que a informação chegue de forma precisa até o consumidor, suprindo todas as necessidades dele. Confira!

 

O CRM analítico é o responsável por fazer a identificação e o acompanhamento dos diferentes perfis de clientes dentro da sua empresa, além de tomar posse dessas informações para decidir quais serão as estratégias necessárias para alcançar o público-alvo e corresponder todas as suas necessidades identificadas.

 

Essa outra parte do CRM leva o nome de operacional pois prevê toda aquela integração dos produtos relacionados à tecnologia, proporcionando, assim, um relacionamento assertivo com o cliente, além de abstrair informações que melhoram a eficiência de todo o processo.

 

O CRM colaborativo trabalha com o CRM operacional. Ele faz com que a empresa tenha total integração e automação dos pontos de contato direto com o cliente da empresa. Essas duas partes devem funcionar perfeitamente para que a interação com os clientes não tenha nenhum tipo de ruído.

 

Entenda como o processo de CRM funciona

Todas as estratégias traçadas se resumem em: como a abordagem ao cliente deve ser realizada, quais os procedimentos/eventos que deverão ser gerados durante essa abordagem e, por fim, definir qual plano de comunicação será adotado e qual a forma em que ele será aplicado.

Assim como todas as ferramentas do marketing digital, o CRM precisa ser muito bem organizado e com metas e objetivos bem definidos. Veja nos passos a seguir:

 

Planejamento

Sabemos que toda metodologia aplicada em processos de venda precisa ter como princípio o planejamento — e no CRM não é diferente. A partir dele, são definidos todos os programas e estratégias a serem seguidos.

 

Marketing relacional

O marketing relacional funciona como apoio ao planejamento e tem como objetivo fidelizar clientes por meio do bom relacionamento com o consumidor.Uma estratégia sugerida para esse processo ser ainda mais eficaz é a adesão do profissional de Manager Customer Success.

 

Serviços e produtos de qualidade

O nome do tópico já diz tudo. Sua empresa precisa oferecer produtos/serviços de qualidade para que os clientes fiquem satisfeitos não só com o bom relacionamento, mas também com tudo o que sua empresa oferece.

 

Presença digital 

De nada adianta ter uma página no Facebook, por exemplo, e não abastecê-la com conteúdos relevantes frequentemente. É preciso se fazer presente. Além disso, o site da empresa precisa ser bem estruturado e apresentar facilidades de navegação.

 

Relacionamento com valor agregado 

Não basta apenas se relacionar, é essencial que esse relacionamento seja construtivo e venha trazer benefícios para ambas as partes envolvidas.

 

Outros canais de distribuição 

O marketing multicanal é uma forma de expandir o seu produto e/ou serviço a “novos horizontes” e fazer com que o seu negócio e a sua mensagem cheguem ao seu público-alvo por diversos lugares.

 

Detectar oportunidades de negócios 

A análise de dados funciona também para conseguir identificar novas oportunidades de negócios nas quais a sua empresa poderá atuar.

 

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Quais são as vantagens do CRM e quando implementar no seu negócio?

O CRM é a ferramenta ideal para organizar e aprimorar os processos de uma empresa quando o seu negócio precisa de um upgrade. Isso porque ele tem a capacidade de eliminar gargalos nas produções e ruídos na comunicação utilizando um processo mais automatizado.

Com isso, surge mais tempo para concentrar os esforços da equipe em análises e mensuração de dados, tanto no macro quanto micro de uma empresa. 

Podendo também trazer soluções mais acessíveis e emergenciais para o setor de vendas e de relacionamento com o cliente, além de trazer estratégias mais atuais com apoio no meio digital.

 

Quais são as aplicações de um CRM?

Agora que você já sabe o quão benéfico um CRM pode ser para o seu negócio, precisa entender quais setores ele pode ser aplicado, correto? Confira a seguir!

 

O CRM permite menos burocracias no processo de atendimento ao consumidor, ou seja, ele auxilia na implementação de soluções mais práticas, rápidas e eficazes.

Gerando, assim, maior satisfação entre os consumidores, principalmente nos casos em que o cliente entra em contato para relatar alguma dificuldade ou necessidade quanto ao produto e/ou serviço que você oferece.

 

Sabemos que hoje, para um negócio alcançar o sucesso e consequentemente destaque no mercado, é necessário aderir à cultura dos dados. 

Por isso, o CRM se torna uma ferramenta de upgrade que, assim como já citamos anteriormente, por meio da automatização do processo ele permite uma otimização das tarefas mais complicadas e traz mais tempo para a equipe dedicar seus esforços em análises.

Compreenda que nesta etapa de mensuração ele também pode contribuir com os relatórios de resultados, já que está no controle de boa parte dos procedimentos.

Então, o ideal é distribuir profissionais que dediquem a atenção aos indicadores de desempenho e identifiquem os erros e acertos.

 

Após a mensuração dos dados, fica ainda mais fácil identificar qual estratégia é a ideal para o seu negócio, já que o CRM permite trazer insights estratégicos para uma empresa.

Caso tenha problemas de comunicação (interna ou externa), por exemplo, por meio dos relatórios você pode encontrar metodologias que eliminem os ruídos.

Nos casos em que há gargalos na produção, é possível identificar o que pode ser otimizado e trazer soluções que eliminem os erros e desperdícios de tempo, produto, etc. 

Até mesmo nas redes sociais, ao identificar as dores dos seus clientes, você pode entender e definir o posicionamento adequado para trazer uma imagem mais positiva e atrativa para o seu público.

 

Assim, com um atendimento simplificado, análise e mensuração de dados e estratégias mais assertivas, você conquista a satisfação total do cliente.

Isso porque, com um negócio mais otimizado e organizado, naturalmente começará a refletir externamente e trazer soluções e experiências mais assertivas para o consumidor.

Hoje “apenas vender”, sem o comprometimento de proporcionar o sentimento de realização no cliente, o negócio se torna apenas mais um no mercado. 

Lembre-se: um atendimento  de qualidade e um bom relacionamento com o cliente leva à fidelização que, consequentemente, gera receita.

 

Para que as estratégias relacionadas à comunicação ou à imagem e mensagem que a sua empresa quer transmitir seja passada com sucesso, é a hora de unir o CRM com o inbound marketing.

Essa estratégia tem como intuito alinhar os dados e relatórios extraídos por meio dos softwares a um conteúdo de qualidade.

Ou seja, ao analisar e mensurar as informações do seu negócio, logo entenderá as dores e necessidades do seu público e, assim, produzirá campanhas que realmente despertem interesse neles.

Isso porque o inbound marketing tem como um dos objetivos atrair a atenção dos consumidores pela autoridade. A ideia é que as pessoas procurem por produtos e serviços do seu segmento e, naturalmente, pensem na sua marca.

 

É hora de escolher o CRM: confira exemplos!

Agora que você já sabe o que de fato é o Customer Relationship Management, para que serve e como pode revolucionar os resultados do seu negócio, confira alguns exemplos dos softwares mais utilizados pelas empresas:

 

Salesforce

Se você busca pela opção considerada a mais flexível e segura do mercado, o Salesforce é para você.  O aplicativo é pago, custando de 25 a 75 dólares por usuário e/ou mês (até o momento desta publicação).

 

ZohoCRM

Com prêmio de excelência por uma ótima experiência do usuário, o ZohoCRM é outra opção líder no mercado de CRM.

E para quem ama economizar, aí vai uma boa notícia: tem versão grátis disponível (para até três usuários). A versão paga varia entre 18 e 45 dólares por usuário e/ou mês.

 

Pipedrive

O Pipedrive é muito utilizado pelas empresas brasileiras e tem o intuito de facilitar ainda mais os processos dentro de um negócio.E a ferramenta se destaca justamente por isso: sua facilidade de uso.Os valores variam entre 15 e 59 dólares por usuário e/ou mês.

 

RD Station CRM

A nossa parceira e detentora do título de maior empresa de automação de marketing da América Latina, RD Station, oferece um app fácil e seguro.

Ela conta com um plano gratuito que não tem limite de contatos ou usuários cadastrados. Em sua versão paga, o custo é de R$ 39,90 por usuário e/ou mês e conta com integração total ao RD Station Marketing.

 

Mão na massa!

Chegou o momento de colocar todas essas estratégias em prática e partir para evolução digital. Entenda que o CRM será um aliado do seu negócio e que ajudará o seu empreendimento a se atualizar na mesma velocidade que o mercado.

Obviamente nada disso seria possível sem os dados, já que toda e qualquer análise é sempre bem-vinda e  nos orienta se os resultados de uma empresa estão indo bem ou não. 

Quer ir além na estratégia de CRM e alcançar a expertise nos dados em 2022? Conheça o maior evento de Data Driven do Brasil!

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