Como usar o Clubhouse para gerar resultados?

O Clubhouse é a nova rede social do momento. Tem chamado a atenção de famosos do mundo todo e, principalmente, de empresários, empreendedores e donos dos mais diversos negócios.

Isso porque essa rede social tem tudo para expandir o alcance de um negócio e aumentar a autoridade de pessoas que criam conteúdo ali.

Além disso, o Clubhouse acompanha uma tendência muito forte: o formato de áudio. Em 2019, o consumo de podcasts, por exemplo, aumentou cerca de 67%. E streamings como a Deezer divulgaram dados que apontam um aumento de 117% neste consumo no mesmo ano.

Portanto, se você quer atingir uma boa parcela do público e gerar mais engajamento para o seu negócio, o Clubhouse pode ser uma ferramenta que dará auxílio a essa estratégia.

Entenda o aplicativo

O Clubhouse é um aplicativo, disponível apenas para dispositivos iOS, com salas e grupos de bate-papo por voz, ao vivo. Para ingressar no aplicativo, é necessário um convite de quem já o possui.

Nele, é possível conversar com pessoas do mundo inteiro e com várias delas ao mesmo tempo. Basta entrar em uma sala com um assunto que seja do seu interesse e ouvir a conversa. 

Para conseguir interagir é preciso “levantar a mão”, um comando do próprio aplicativo. Então, o administrador da sala libera o seu microfone. 

Há, inclusive, uma enorme possibilidade de entrar em uma sala em que vários artistas, especialistas e grandes nomes do mercado estão conversando e transmitindo conhecimento. 

Por isso, é uma rede social muito enriquecedora e que pode trazer bons resultados.

Por que utilizar o Clubhouse?

Como mencionamos no início do conteúdo, a era do áudio já começou, estamos vivendo nela, e as empresas que não se adaptam tem muito a perder. 

Hoje, os hábitos de consumo mudaram, e para quem deseja otimizar tempo, os conteúdos em áudio são um dos principais recursos. Com eles, é possível escutar uma notícia, uma palestra ou até mesmo um livro, enquanto faz outra atividade.

O Clubhouse tem sido muito acessado e tem atingido uma alta popularidade: 24 horas por dia, novas salas de bate-papo são criadas e especialistas dos mais diversos segmentos estão ali para trocar conhecimento e aumentar a sua rede de contatos.

O app proporciona boas conexões e abre muitas portas para quem sabe trabalhar a sua marca pessoal e divulgar com excelência seus serviços e seu negócio. 

Os benefícios de utilizar o Clubhouse

Por ser uma rede social mais voltada para troca de conhecimento e aprendizado, e estar atraindo grandes marcas e CEOs do mundo todo, é possível gerar grandes oportunidades e parcerias por meio do contato pelo aplicativo.

E para quem trabalha com marketing e quer melhorar o engajamento da sua empresa, é uma ótima ferramenta para utilizar algumas estratégias.

Como? No Clubhouse, as salas têm opções: abertas, sociais e privadas. Então, para cada tipo, é possível criar uma estratégia e até mesmo utilizar gatilhos mentais, como o da escassez, aguçando a curiosidade do público e o engajando para participar.

Com celebridades e grandes nomes de mercado tão acessíveis dessa maneira, também há uma humanização e cria-se proximidade entre o público e essas pessoas que podem ser consideradas, muitas vezes, inatingíveis.

Não podemos esquecer que é possível inovar na produção de conteúdo e na maneira como a sua marca é vista pelo público, ou até mesmo você, se é alguém reconhecido como um especialista no assunto.

Explore essa ferramenta

O Clubhouse propõe inovação na forma de criar conteúdos, aproxima e humaniza marcas, celebridades e especialistas do mercado e tem um grande potencial. Portanto, deve ser explorada.

Esse aplicativo transforma uma simples troca de conhecimentos em um grande evento e traz a sensação de aprender em tempo real, com pessoas que têm muito conhecimento a oferecer.

Então, comece a explorar esse mercado e essa ferramenta. Posicione sua empresa como uma transmissora de conteúdos relevantes, aumente a sua autoridade e melhore seu engajamento. É uma forma de adquirir mais seguidores e admiradores pelo caminho.

E o mais importante: desafie a sua marca a gerar novos conteúdos. A inovação começa ao sair da zona de conforto e testar novos formatos que estão disponíveis no mercado. 

Assim, o público se aproxima e cria uma conexão com o seu negócio, além de sua marca ser  reconhecida por estar sempre à frente no mercado, apresentando soluções e ações disruptivas.

Seja uma autoridade no assunto

Por fim, crie salas de bate-papo com assuntos relacionados ao segmento do seu negócio. Selecione assuntos que as pessoas tenham interesse, chame especialistas e profissionais da sua empresa e comece a utilizar o Clubhouse.

Traga novas abordagens, crie estratégias, e o mais importante, utilize a ferramenta para aproximar o seu público. Então esteja aberto para perguntas e deixe que os participantes da sala também interajam.

Ao ouvi-los, é possível ter insights sobre como melhorar os processos e entender como o seu negócio pode sanar as dores e necessidades daquele público. 

Saiba utilizar essa forma de conteúdo e o senso de comunidade que cercam essa rede social para estar ainda mais próximo dos consumidores e conseguir destacar ainda mais o seu negócio no mercado.

O Clubhouse pode trazer diversos resultados positivos, quando explorado e utilizado de maneira coerente. Prepare seu repertório e veja como tudo isso pode acontecer.

E, se quiser saber sobre outras tendências do mercado para atualizar o seu negócio, confira nosso blogpost gratuito:

Estratégia Digital 5.0: evolua na velocidade do mercado

Estratégia digital é um termo amplo para falar sobre a evolução do mercado e como isso reflete em mudanças na metodologia das empresas. Significa crescer rapidamente e adaptar os serviços oferecidos aos novos hábitos de consumo.

E, para acompanhar essa evolução, é preciso entender melhor como está o cenário do seu nicho, planejar e aplicar novas estratégias. 

Para ajudar você, decidimos reunir algumas experiências que tivemos ao longo desses sete anos de atuação e compartilhar dicas sobre como aplicar uma boa estratégia digital.

Analisamos as melhores práticas usadas aqui na Layer Up, que foram validadas para gerar melhores resultados e criar grandes cases de sucesso.

Erros comuns cometidos na contratação dos serviços

Se estamos falando de evolução, é importante entender alguns erros cometidos por nós no passado e que muitas agências ainda praticam. Essas falhas fizeram com que não conseguíssemos fechar negócios com clientes cujo pedido inicial não estava dentro do escopo oferecido pela agência.

Vamos entender melhor com alguns exemplos.

Desejo do cliente x visão estratégica

É necessário ter repertório para mostrar para o cliente que a proposta que ele pediu não é eficaz para atingir o resultado desejado e que existe um caminho melhor.

É preciso apresentar a estratégia ideal para que o projeto alcance a meta no tempo estimado e você possa fechar a venda.

Desejo do cliente x orçamento disponível

Saber adaptar a verba que o cliente tem disponível é fundamental. Pois é muito comum chegar uma proposta em que o cliente deseja implementar muitas estratégias mas não tem o orçamento necessário. Nesse caso, cabe à agência destinar as ações certas para iniciar o projeto e começar a atingir resultados.

Falta de alinhamento sobre o objetivo do cliente

É fundamental ir além da meta rasa que é passada no início das negociações, estudar a fundo qual é o real objetivo do cliente e o que ele deseja alcançar ao iniciar o projeto com a sua agência. Identificar a meta SMART e mensurar o que precisa ser feito.

Com isso, podemos perceber que a agência deve entender melhor a proposta recebida, para assim montar um projeto de qualidade.

Explicar como funciona a aplicação de cada estratégia e até mesmo mostrar qual é a ação ideal para que o projeto tenha uma melhor performance.

Ofereça um serviço de qualidade

“Talvez seja importante você pensar nas habilidades que tem dentro do seu time e como você pode usar essas habilidades para atender seus clientes”, afirma Samira Cardoso, CEO da Layer Up, durante nosso webinar sobre o mesmo tema.

Com essa provocação, queremos fazer você refletir. Como são oferecidos os serviços da sua agência atualmente? Será que manter um modelo fechado está trazendo os resultados que você deseja alcançar?

Para evoluir de acordo com o mercado, é importante sair da sua zona de conforto e pensar em como mudar o seu modelo de negócios para entregar um serviço mais assertivo e que tenha mais aderência à proposta do cliente.

Desenvolva uma estratégia digital que abrange todos os pontos do seu negócio e monte a proposta de acordo com a necessidade do cliente. 

Ter um portfólio que apresente os seus trabalhos, é sim, muito importante, mas ficar engessado em um único modelo pode fazer com que sua agência perca oportunidades valiosas.

Entenda o mercado de maneira mais profunda, entregue o que o cliente realmente precisa e que o faça atingir resultados ainda melhores do que o esperado. 

Entregue uma solução assertiva

Para trazer mais soluções, é importante buscar tendências além do que está sendo realizado naquele momento. 

Uma agência consegue trabalhar diversas frentes e oferecer um serviço personalizado de acordo com o objetivo traçado em conjunto com o cliente.

Portanto, alinhe as expectativas com os resultados que o cliente deseja obter e estabeleça estratégias digitais que atendam a essa demanda de forma eficiente. Aloque um time qualificado, que saiba executar a tarefa corretamente e entenda sobre o mercado.

Quando sua agência possui repertório e está atenta a todas as mudanças que estão ocorrendo dentro e fora do seu nicho, aos hábitos de consumo e as metodologias que estão surgindo, a chance de apresentar uma solução disruptiva aumenta consideravelmente.

Assim, você poderá apresentar um diferencial completo ao oferecer um produto que realmente seja personalizado para aquele cliente e o mercado em que ele atua. Estando sempre um passo à frente da concorrência.

Esteja aberto às mudanças

Resumindo, para começar a construir cases de sucesso em sua agência, é preciso estar atento e aberto às mudanças. Principalmente quando pensamos nas transformações que estão acontecendo no mercado.

Alinhe as expectativas com cada cliente e apresente uma solução personalizada para todos eles, explorando as habilidades dos profissionais da sua equipe.

Ganhe destaque da concorrência propondo um estratégia digital que vá na contra mão do mercado, busque trabalhar melhor cada metodologia e adaptar as novas tendências aos processos que já são executados.

Uma estratégia digital como você nunca viu

Em um webinar super completo, a nossa CEO, Samira Cardoso, com mais de 20 anos de experiência, explica melhor como se adaptar às mudanças do mercado e se destacar em meio a concorrência.

Para você, que é dono, diretor ou gerente de agência, vale a pena conferir e começar a idealizar novas maneiras de aplicar estratégias digitais disruptivas em projetos que podem se tornar cases de sucesso.

Entenda melhor cada metodologia, como aplicá-las e quais os benefícios de propor maior alinhamento entre as equipes e explorar o mercado de maneira mais assertiva, trazendo insights para o seu negócio. Confira!

Transformação digital: da presença online até a entrega do sucesso do cliente

Dizer que o mercado mudou virou um clichê. Afirmar que 70% da jornada de compra já é feita no online também não é novidade. Mas então por que algumas empresas ainda se recusam a passar pela transformação digital?

Essa pergunta possui mais de uma resposta. Como evoluir envolve a reestruturação de processos e o estabelecimento de uma nova cultura, muitos donos de empresas sentem-se assustados.

Afinal, para adaptar-se e entregar a melhor performance no meio digital, são necessárias diversas mudanças, nem todas elas  triviais. 

Processos a que uma companhia está acostumada podem ser extremamente eficientes no offline, mas simplesmente não terem sentido no online. Por isso, nessa metamorfose, a adequação é palavra de ordem.

Além do medo, outro fator paralisante é a comodidade. Sim, especialmente quando falamos de companhias bem posicionadas, que já possuem uma fatia considerável do mercado. 

No fim das contas, em time que está ganhando não se mexe, certo? Errado. 

Em um mercado cada dia mais competitivo e saturado, ninguém pode garantir a posição do seu negócio sem um constante esforço alocado na melhoria de processos e na construção de uma mentalidade digital.

Em outras palavras, se quiser ver a sua marca crescendo, vai chegar o momento em que precisará estudar o tema com mais profundidade

Por isso, nossa dica é: não demore nem mais um minuto. Pois a cada dia que passa, a sua empresa perde a chance de gerar resultados e ganhar alcance.

Os passos da transformação digital

Alguns gestores pensam que estar presente no meio online se resume a ter páginas nas mídias sociais. Essa é uma frente importante, mas se transformar envolve muito mais. 

Além de permitir aproximação e troca constante com o seu público, a empresa deve oferecer (ou, se não, ao menos facilitar) a compra de serviços ou produtos, receber feedbacks, comunicar posicionamentos e gerar demanda por meio de conteúdo relevante.

E ainda mais essencial do que trabalhar todos esses tópicos, é entender que a transformação não se aplica somente a tecnologia, mas sim a gestão

Existe um cerne por trás do que o online oferece que deve ser o guia em todas as suas ações: praticidade, experiência e performance.

A forma como os gestores conduzem todas as mudanças dentro das áreas da empresa é um fator crucial para que a transformação digital ocorra de forma completa.

E, para isso, é preciso começar revendo a sua cultura organizacional, pensando em implementar novos processos de acordo com os objetivos de cada setor.

A cultura organizacional na transformação digital

Reorganizar toda uma cultura pode ser desafiador. O ideal é que você comece tomando nota do desempenho atual das suas equipes e de como funciona cada processo hoje.

Esse exercício tornará o mapeamento de melhorias, falhas e novas ideias muito mais simples. 

 Hoje 70% da jornada de compra é feita online. Descubra como aplicar a transformação digital em sua empresa e não fique para trás no mercado.

 

 

De acordo com o propósito do seu negócio, aproveite para  procurar recursos tecnológicos que possam otimizar o tempo de seus profissionais e captar dados que ajudem no acompanhamento de métricas e performance.

Além disso, anote habilidades ou capacitações que acha interessante desenvolver no time para essa nova etapa. 

Garantir que os colaboradores participem dessa reformulação com sua visão operacional e insights estratégicos também vai ajudar muito. 

Com todas essas informações em mãos, chegou a hora de desenhar um novo cenário. Em um documento, coloque os objetivos da sua empresa, seus principais valores, habilidades e características prestigiadas e metas.

Escreva como deve acontecer cada simples processo, incluindo o que se espera da equipe responsável em termos de rendimento.

Assim, os colaboradores estarão motivados e vão entender com mais precisão como tem que ser a sua performance, perseguindo resultados melhores.

O papel dos recursos humanos 

Ao falar em transformar a cultura e reformular o processo de todas as áreas da sua empresa, logo pensamos no departamento de Recursos Humanos.

Responsável pela busca de talentos alinhados à nova mentalidade do negócio e ao desenvolvimento dos colaboradores atuais, o setor é uma peça chave para a mudança. 

 

 

Especialmente durante essa etapa, o RH vai garantir a harmonia da empresa como um todo. Assim, os profissionais dessa área precisam estar sempre atentos ao cenário interno e externo, procurando maneiras de intermediar as mudanças.

Ou seja, nada de causar um impacto brusco nos profissionais, afetando a performance e consequentemente os resultados. 

É preciso aplicar técnicas que deixem o percurso mais leve e aproximem os colaboradores. Assim, o RH poderá desenvolvê-los com mais facilidade.

Dessa maneira, a retenção de talentos também se torna mais assertiva, pois quando uma empresa aposta em um colaborador e oferece os recursos necessários para o seu desenvolvimento, ele tende a criar raízes nesse lugar.

Benefícios ao implantar a transformação digital na sua empresa

Além dos benefícios que já foram citados até aqui, existem muitos outros que podem ser vistos e sentidos quando uma empresa decide evoluir.

Em termos de colaboradores, é possível enxergar o aumento da produtividade

Pesquisas apontam que 39% dos colaboradores das empresas que implantaram a transformação digital, apresentaram aumento na produtividade.

É um percentual interessante e que deve ser levado em conta, já que a performance do seu trabalhador gera maiores resultados para o seu negócio, deixando o cliente (e você!) satisfeitos com a entrega.

Um outro dado retirado de uma pesquisa da Forbes mostra que 71% das organizações digitalmente maduras podem atrair novos talentos baseado em seus usos de dados. 

 

 Hoje 70% da jornada de compra é feita online. Descubra como aplicar a transformação digital em sua empresa e não fique para trás no mercado.

Ou seja, empresas digitalmente evoluídas sabem utilizar seus dados para atrair profissionais alinhados aos seus propósitos, contratando e retendo com assertividade. Algo muito importante!

Em relação ao uso correto de dados, é importante ressaltar o seu protagonismo em todo o conceito de transformação digital.

Dados são responsáveis por fazer as empresas entenderem melhor o comportamento do consumidor, suas preferências, quais são suas dores e a partir daí, criar estratégias para propor soluções. 

Saber trabalhar com eles para buscar novas formas de atender ao público e gerar ainda mais autoridade para a sua empresa é essencial. 

É a partir desse ponto que as equipes de marketing e vendas entram na história.

Ambas as áreas vão manter o seu negócio evoluindo de acordo com a mensuração dos dados que são coletados. Como? Ao planejar e executar, de maneira eficaz, estratégias que solucionem as dores do cliente.

Principalmente se as equipes estiverem unidas, trabalhando em conjunto para alcançar o propósito do seu negócio. 

Sendo assim, ambas acompanham e participam de todas as partes da jornada do cliente, atendendo às suas necessidades. 

Comece hoje a evolução digital

Ao alinhar seu negócio a uma nova cultura organizacional que está voltada para o desenvolvimento e a evolução dos trabalhadores e da empresa como um todo, você vai acabar caindo no assunto “jornada do cliente”.

Como falamos, a grande sacada do digital é aproveitar os dados para construir um discurso que toque nas dores e problemas de suas buyer personas. 

O online também permite que as marcas mensurem todo o caminho percorrido pelo cliente em potencial (ou lead)  até a finalização da compra.

Hoje, ferramentas permitem que gestores avaliem onde cada lead está no funil de marketing ou vendas, além de entender por que possíveis pontos de estagnação acontecem. 

Uma dica estratégica para validar se um lead tem o potencial para virar cliente é criar pontuações para diferentes atitudes. Abrir um e-mail, por exemplo, pode oferecer 10 pontos a um usuário. Baixar um e-book, 20 pontos.

Você poderá enxergar a assertividade (ou a falta dela) em atrair o público certo nas suas ações de divulgação.

Outra dica é unir as equipes de marketing e vendas sob as mesmas metas e propósito, com constante troca de insights.

Assim, no momento de passar uma oportunidade, o profissional de marketing pode oferecer informações relevantes coletadas na jornada para o vendedor.

Da mesma maneira, o colaborador do comercial pode dar dicas de abordagens que funcionam com ele.

Além do bom alinhamento, existem outros benefícios dessa união.  Pense na seguinte situação: um lead que foi capturado por meio do marketing possui uma boa pontuação mas parou no meio da jornada, estagnado.

Uma solução é transferi-lo para o funil de vendas. O contrário também vale. Se uma prospecção pede orçamento mas decide não fechar, a equipe comercial pode mandá-lo de volta ao funil do marketing, onde será nutrido. 

Em resumo, a junção permite mais agilidade no processo de compra e uma comunicação integrada, em que o cliente não precisa repetir informações ao avançar em sua jornada de compra. Oferece suporte no pré e pós-venda, além de gerar valor com conteúdos relevantes que nutrem a sua base com eficiência.

Vale ressaltar que a transformação digital não é focada apenas em empresas de tecnologia. Empresas de todos os segmentos podem e devem aplicar a automatização dos processos para garantir mais assertividade e gerar mais lucros.

Ao implantá-la de forma correta, o resultado positivo é notório. Toda a sua empresa vai estar na mesma página, falando a mesma língua e entregando tudo o que o cliente precisa em cada momento.

A Layer Up é especialista em guiar negócios rumo à evolução digital. Ganhamos o prêmio de Melhor Case em Marketing e Vendas, e aumentamos em 1.524,9% o faturamento de um dos nossos clientes com estratégias inovadoras.

 

 

Desenvolva a alta performance em marketing e vendas

Para o bem da saúde do seu negócio, é preciso estar atento à evolução dos processos que a transformação digital tem proporcionado, principalmente para as equipes de marketing e vendas, que lidam diretamente com o cliente.

Empresas que não atualizam suas metodologias e não buscam por inovação tendem a desaparecer do mercado.

Isso porque elas dificilmente acompanham os novos hábitos de consumo ou entregam um produto ou serviço que apresente uma boa experiência.

Se você quer que a sua marca seja parte do futuro, deve estar em constante atualização. 

Conheça novos métodos que otimizem processos e desenvolvam as habilidades dos times de marketing e vendas, para que estes melhorem a entrega dos resultados e apresentem alta performance perante aos desafios do mercado.

Marketing e vendas: metodologias que geram resultados

Separamos algumas metodologias que podem te ajudar a dar um passo rumo ao sucesso e ao crescimento, visando extrair o melhor do seu time. 

Account Based Marketing (ABM)

Essa é uma ótima metodologia para equipes de marketing e vendas que trabalham com clientes B2B, pois envolve campanhas personalizadas para contas específicas.

Como os conteúdos são totalmente voltados para solucionar as dores de cada companhia parceira, é necessário que os profissionais estejam extremamente alinhados para entregar um bom trabalho.

Só assim será possível gerar valor e aumentar suas chances de venda, gerando mais produtividade, eficiência, qualidade e colaboração entre as equipes.

Existem três tipos de estratégias que podem ser utilizadas de forma individual ou em conjunto, de acordo com o objetivo do seu negócio. São elas:

One-to-one

É a estratégia mais personalizada da metodologia ABM. São construídos mapas completos das contas nas quais sua empresa possui interesse, com perfis de tomadores de decisão, principais argumentos de vendas, notícias sobre o mercado, entre outros. 

A partir desses dados, as equipes de marketing e vendas começam a construir ações personalizadas para as chamadas “contas-chave”.

One-to-few

Essa tática é um pouco mais abrangente e trabalha com contas que possuem alguma similaridade em suas características, podendo comunicar-se com até 15 empresas do mesmo segmento de uma única vez.

As campanhas e os conteúdos são levemente personalizados.

One-to-many

Ainda mais abrangente, a estratégia trabalha um volume bem maior de contas do que a anterior, podendo chegar a mais de 1.000.

A personalização desta etapa fica por conta das características em comum que esse grupo de contas possui, ou seja, estágio do ciclo de vendas, localização, indústria, entre outros.

Vendarketing

Essa estratégia promove a junção entre as equipes de marketing e vendas com o intuito de gerar maior receita para o seu negócio. Já que as áreas possuem o mesmo objetivo, porém descritos de forma diferente. 

Por isso, é tão importante que as equipes estejam em alinhamento completo. Marketing encontra as oportunidades e vendas trabalha essas oportunidades para gerar demanda para o seu negócio.

Esse processo entre os times promove a melhoria da experiência do cliente, pois o mesmo não sente a diferença quando passa adiante na sua jornada, e se beneficia de um discurso alinhado do início ao fim.

Em resumo, a metodologia gera alinhamento e previsibilidade para o seu negócio, garantindo melhor saúde financeira.

Funil de vendas em Y

Por fim, o Funil em Y tem apresentado excelentes resultados para as empresas que se propõem a implementá-lo. Ao aplicá-lo com um de nossos clientes, conseguimos alavancar seu faturamento em 1.524,9%.

A metodologia une as estratégias de Inbound (marketing) e Outbound 2.0 (vendas), colocando as duas equipes sob o mesmo propósito e garantindo a geração de oportunidades em diversas frentes de maneira simultânea.

Se você ainda não conhece essas estratégias, vamos apresentá-las agora. 

Inbound marketing

Com a transformação digital, a forma de enxergar o marketing mudou radicalmente. A opção de divulgar produtos ou serviços online mostrou-se muito mais barata, personalizada e rentável.

Dessa forma, o inbound marketing acabou ganhando o mercado. Ao contrário da tradicional interrupção a que estávamos acostumados (como desagradáveis propagandas em meio aos nossos programas favoritos), a estratégia se baseia em oferecer conteúdo relevante na internet para que o próprio cliente em potencial procure a marca, e não o inverso.

É uma troca na ordem conhecida. 

Com o inbound, a sua marca deve conhecer profundamente o público-alvo – suas dores, necessidades e desejos – para construir conteúdos gratuitos que trabalhem esses pontos, respondendo dúvidas e apresentando o seu produto ou serviço como solução.

Assim, o usuário que pesquisa em mecanismos de busca como o Google vai acabar chegando ao seu site, o que aumentará a visibilidade da marca. Já no site, caso ele encontre a resposta para o que procura, a percepção sobre o seu negócio também mudará.

Agora, ele verá sua empresa como uma parceira, uma referência no assunto. E cabe a você aproveitar essa oportunidade e aguçar a curiosidade do lead criando materiais cuja landing page capte o seu e-mail, nome e localização.

Depois disso, basta incluí-lo em um fluxo de nutrição ou régua de relacionamento. O processo de compra será muito mais fluido e natural.

Outbound 2.0

Na última década, o sucesso do inbound foi tão estrondoso que o outbound acabou ficando de lado. Muitas empresas fecharam suas equipes de prospecção, com a visão errada de que o inbound substitui o outbound. 

Isso mudou apenas quando Aaron Ross assumiu a gestão do time de vendas da Salesforce e aumentou a receita da empresa de 5 para 100 milhões de dólares por meio de uma estratégia batizada de outbound 2.0.

A metodologia aplicou técnicas usadas no inbound, adaptando o outbound para atingir maior inteligência, otimização, uso de novas ferramentas e avaliação constante de métricas.

A união que gera resultados

Agora imagine duas estratégias baseadas em dados do início ao fim, com grande personalização na abordagem e produção de conteúdo relevante andando juntas.

Além de criar pontes entre as equipes de marketing e vendas, compartilhar suas metas e alinhar processos, o Funil em Y garante uma geração muito maior de oportunidades.

Há uma integração entre as funções de cada profissional, que entrega uma experiência de valor ao lead e consegue estimulá-lo a seguir em frente em sua jornada.

Uma decisão assertiva para melhorar a performance em marketing e vendas

Com as metodologias apresentadas neste post, é possível desenvolver a alta performance e elevar a sua empresa a outro patamar. 

A Layer Up é especialista em transformar os resultados, a mentalidade e a cultura de negócios B2B ou B2C. Criamos soluções personalizadas em marketing e vendas, de acordo com a necessidade da sua empresa. Fale conosco!

 


Escalabilidade: como expandir negócios em pouco tempo?

A escalabilidade é buscada por todos os empreendedores que desejam crescer e expandir sua marca. Hoje em dia, ter um negócio escalável significa obter sucesso de forma contínua, não apenas no início de suas atividades. 

No geral, a ideia é que, ao ampliar o seu empreendimento, o investimento não seja alterado, mas ocorra um aumento na produção e consequentemente no lucro obtido.

Ainda, a dúvida que permeia a cabeça dos donos e gestores é: como expandir um negócio em pouco tempo? Falaremos exatamente sobre isso aqui.

Você sabe o que é escalabilidade?

A escalabilidade é a própria capacidade de uma empresa crescer significativamente em um curto período de tempo, não tendo grandes mudanças em sua linha de produção e nas despesas de acordo com essa expansão. 

Assim, todos os setores dentro do seu negócio precisam dar conta do aumento da demanda sem sofrer de maneira negativa neste processo de crescimento. E não só isso: também devem acompanhar o novo ritmo em que a empresa está entrando.

Se o seu negócio possui escalabilidade e consegue atender ao aumento de demanda sem perder eficiência, ele logo deve atrair os olhares de investidores que possivelmente desejem fazer aplicações. Esse é um benefício importante da escalabilidade.

Como tornar meu negócio escalável?

Ao realizar o seu planejamento, faça pesquisas sobre as necessidades e dores do público, procure maneiras diferentes de sanar seus desejos. O ideal é apresentar ao mercado uma ideia que ainda não foi trabalhada

Desenvolva o seu diferencial e analise os resultados. O marketing possui ótimos recursos para medir a escalabilidade do seu negócio e mostra através de números o que está dando um retorno positivo e quais são as estratégias que precisam ser ajustadas. Com isso, será mais fácil avaliar qual é o setor que precisa de mais atenção naquele momento.

A relação entre o marketing digital e a escalabilidade

O Marketing Digital é um grande aliado na hora de expandir negócios. Basta entender se as estratégias são bem executadas, a taxa de envolvimento cresce e o alcance da sua empresa aumenta significativamente. 

Lembre-se de utilizar os seus recursos de forma correta. Uma das maneiras de obter lucro em sua empresa é converter leads e, para conseguir isso, é necessário estar presente no digital e atingir o público certo, que deseja consumir os seus conteúdos e consequentemente adquirir seus produtos ou serviços.

Para isso, não é necessário investimento estrondosamente alto, já que ao converter esses leads, você cria uma boa conexão, consegue receber feedbacks mais assertivos, aumenta seu engajamento e corrige problemas que podem estar atrapalhando o funcionamento de toda a sua estratégia.

Estruture, planeje e execute

A escalabilidade é um dos pilares fundamentais para um negócio crescer de maneira rápida e trazer mais lucros

Se você está procurando formas de expandir seu negócio e adequar-se melhor ao mercado atual, adote estratégias para tornar sua empresa escalável. O primeiro passo é desenvolver um planejamento sólido.

É sobre isso que falamos em nosso podcast “Com a Faca e Case”. Confira dicas de profissionais especialistas em um episódio completo sobre planejamento de marketing e vendas:

Co-marketing: saiba tudo sobre essa estratégia e descubra como usá-la na sua empresa

O co-marketing é a união de duas empresas para produzir e divulgar um material ou produto em conjunto.

Foi-se o tempo onde o concorrente era inimigo. Hoje, com o co-marketing, é possível unir as forças de duas empresas que possuem o mesmo público-alvo para gerar melhores resultados.

Por exemplo, uma agência de marketing digital poderia produzir com um influenciador, outra agência ou até mesmo um cliente, um e-book sobre as principais estratégias de engajamento.

Dentre as opções de materiais, podemos também incluir:

As possibilidades de criação utilizando o co-marketing são muitas e ainda trazem diversos benefícios.

Por que fazer co-marketing?

A ideia do co-marketing é criar parcerias estratégicas para aumentar a sua visibilidade e, consequentemente, suas vendas. Mas ele pode fazer muito mais por você e pelo seu negócio.

Mais reconhecimento no mercado

Já ouviu aquele ditado “diga com quem tu andas e te direi quem és?”. Com o co-marketing é a mesma coisa. Se suas parcerias forem com pessoas ou empresas que já são boas referências, você começará a ser visto da mesma maneira.

Por isso, é importante tomar muito cuidado ao buscar um parceiro, atente-se a alguns detalhes:

Otimização de gastos e trabalho

Não são somente os resultados desta parceria que são divididos. No co-marketing, todos os custos para a produção e divulgação dos materiais também são partilhados.

Além disso, como o modelo é de parceria, o trabalho a ser feito também é distribuído entre os dois, para que nenhuma das partes seja sobrecarregada.

Desta maneira, este acordo é interessante, principalmente para quem está com o orçamento apertado e/ou com pouca mão de obra disponível.

Maior alcance

A base do inbound marketing é produzir e disponibilizar conteúdo de valor para o público. Em um trabalho de parceria, você terá à sua disposição uma base de contatos que, talvez, você não alcançaria sozinho em pouco tempo.

Dessa maneira, seu conteúdo pode chegar a muito mais pessoas e despertar o interesse de mais clientes em potencial.

Como implantar o co-marketing

O primeiro passo é a busca pelo parceiro. Acima, já destacamos alguns cuidados para esta escolha. É importante ressaltar que o seu parceiro precisa agregar valor ao seu produto, à sua marca. 

Fuja de empresas que não tenham um planejamento de marketing definido, por exemplo, uma vez que planejamento é a palavra-chave dessa sociedade.

Planejamento

Cada empresa envolvida no co-marketing tem uma rotina e processos diferentes e isso é motivo mais que suficiente para “planejamento” ser a palavra de ordem do projeto. Você pode dividi-lo em partes:

O planejamento precisa ser detalhado e envolver as duas empresas. Além disso, é preciso ter paciência para não atropelar os processos.

Divisão das tarefas 

O trabalho de co-marketing é cooperativo, dessa maneira nenhum dos lados pode ficar sobrecarregado. 

Ainda no planejamento, é indicado fazer uma análise sobre as forças e fraquezas de cada empresa, dessa maneira é possível dividir as responsabilidades de acordo com o que cada uma pode entregar com mais qualidade.

É importante ficar muito claro quais os deveres de cada parceiro para evitar falhas durante o processo.

Todo mundo deve ganhar no co-marketing

Esse é o principal objetivo deste tipo de estratégia. Assim como todo o trabalho e esforço é dividido, os ganhos também precisam ser.

Porém, às vezes o que sua empresa precisa não é a mesma necessidade da empresa parceira. Ou então o valor que você vai investir é superior ao do parceiro.

Para estas divergências, tentem uma compensação para que ninguém saia lesado ou insatisfeito.

Ter flexibilidade para entender as necessidades de cada lado e trabalhar para que, na medida do possível, todas sejam atendidas é fundamental para uma parceria de sucesso.

Hora de avaliar os resultados

Lá no planejamento, ao definirem os objetivos, as métricas a serem monitoradas também foram estabelecidas.

Esse acompanhamento pode e deve ser feito de forma contínua, para que, se no meio do projeto for identificado que os resultados não estão indo tão bem, um novo caminho possa ser seguido sem que tudo vá por água abaixo. 

No final, toda essa análise irá trazer insights valiosos para ambas empresas e poderão servir para futuras parcerias com outros negócios.

Na prática: case de co-marketing

O co-marketing transforma o improvável em parcerias de sucesso, veja alguns exemplos:

Vanish banca seu look

Os consumidores de Vanish, ao comprarem um dos produtos da marca podiam juntar pontos e trocar por produtos da Riachuelo.

Ou seja, quem manchou uma peça de roupa, comprava um removedor de manchas para resolver o problema e ainda poderia comprar (com os pontos adquiridos) um look novo. Todo mundo saiu ganhando!

Anitta

Quem nunca ouviu falar da artista que sabe fazer muito bem seu marketing e co-marketing? Ela é a prova viva de que parcerias podem funcionar muito bem, afinal esse foi um dos caminhos utilizados por ela para ganhar público dentro e fora do país.

Dentro de casa, a cantora teve sucesso em parcerias com Ludmilla, Projota, Silva e outros nomes nacionais.

Madonna, Maluma, Iggy Azalea, Major Lazer e Black Eyed Peas, são alguns nomes de peso que também constam no portfólio internacional da cantora.

Posicionamento e branding

Não temos dúvidas de que você deseja que sua empresa seja lembrada no mercado. Afinal, quando falamos em ter uma marca, estamos literalmente dizendo que queremos ser marcantes para o público. Nesse sentido, estratégias de marketing como o branding são essenciais. Para saber mais do assunto, confira nosso blogpost:

Impulsione suas vendas com as plataformas digitais certas

O modelo tradicional de fazer negócios ficou no passado. Hoje, é importante inovar e conhecer tecnologias capazes de captar cada vez mais clientes. Por isso, investir em plataformas digitais se tornou essencial.

Mas, em meio a tantas opções, como escolher aquelas que realmente vão gerar bons resultados? Essa é a dúvida de muitas pessoas, principalmente daquelas que estão iniciando a sua jornada nesse universo.

Pensando nisso, criamos um conteúdo que não somente lista alguns programas que são interessantes e eficazes, mas também explica um pouco mais sobre essa área em ascensão em diferentes empresas e negócios. Confira já!

O avanço da tecnologia no mundo

Não importa para onde você olhe: a tecnologia está presente em todo lugar. E, no mundo dos negócios, isso não seria diferente.

Se antes as pessoas dependiam do papel e da caneta para realizarem os seus trabalhos, hoje elas recorrem à computadores e smartphones. Agora, tudo é feito digitalmente, e para continuar a exercer diferentes funções, é preciso se adaptar a essa nova realidade.

Se um negócio procura deixar a sua marca na sociedade e fazer sucesso entre o seu público, é necessário estar preparado para utilizar as plataformas digitais ao máximo.

Além de melhorar os números da sua empresa, esses programas te ajudam a organizar os dados de seus possíveis leads, clientes ativos e até mesmo do serviço prestado por você.

A importância das plataformas digitais: como elas funcionam?

Muitas pessoas enxergam a tecnologia como um empecilho em suas vidas. Mas a verdade é que as plataformas digitais e diversas outras soluções foram criadas com o intuito de beneficiar os seus usuários.

Sendo assim, quando utilizados nas estratégias de marketing e geração de leads de um negócio, eles buscam impulsionar as vendas.

Isso porque, com as ferramentas corretas, é possível organizar todas as informações importantes de um empreendimento de maneira prática e eficiente.

Além de gerenciar a base de leads, facilitar a sua segmentação e oferecer maior conhecimento sobre a jornada de compras dos clientes, esses aplicativos auxiliam no monitoramento das redes sociais e na análise palavras-chave.

Com relatórios personalizados, essas plataformas disponibilizam todos os dados que precisamos para incrementar a estratégia de vendas e garantir o sucesso deste trabalho.

Dê o primeiro passo em direção ao futuro

Ao fazer uma pesquisa rápida, você vai perceber que existem inúmeras plataformas digitais disponíveis no mercado.

Em meio a tantas opções, é comum experimentar certa dificuldade na hora de escolher aquelas que farão parte da sua estratégia de marketing.

Para facilitar esse momento tão importante para o seu negócio, indicamos três  ferramentas eficientes que apresentam excelentes resultados.

Está pronto para dar o primeiro passo em direção ao futuro?

1. Salesforce

Encontrar os leads que mais combinam com o seu negócio é apenas uma das funções do Salesforce.

Essa plataforma auxilia no gerenciamento da base de dados dos seus clientes, o que facilita a comunicação entre lead e vendedor. Além disso, possui uma interface responsiva, ou seja, pode ser acessada de diferentes dispositivos.

2. SugarCRM

Fácil de utilizar, a SugarCRM é uma ferramenta de vendas bastante intuitiva. Perfeita para iniciantes e pessoas que nunca tiveram contato com esse tipo de plataforma, oferece automação de marketing, vendas e suporte.

Por isso, pode ser uma boa alternativa para quem quer experimentar um pouco desse universo.

3. Pipedrive

Visualizar todas as suas vendas, mesmo aquelas que se encontram em diferentes estágios, de maneira prática e fácil pode lhe ajudar a otimizar processos. É com base nessa necessidade que o Pipedrive surgiu.

Perfeito para ser utilizado como um gerente de vendas, ele permite o acompanhamento do progresso de diferentes vendas de maneira individual, bem como as ofertas disponibilizadas aos leads.

Alavanque as suas vendas com a Layer Up

O marketing é uma arte que em constante evolução! Estamos sempre inovando e incorporando novas técnicas que garantem o sucesso de um negócio e alavanca as suas vendas.

Separamos um conteúdo especial sobre a conexão entre esses dois times para você. Não deixe de conferir!

3 ferramentas indispensáveis para Growth Marketing

Crescer: esse é um dos maiores desejos de todas as agências, empresas e startups. E, para que essa operação seja bem sucedida, é preciso investir em técnicas que proporcionem a evolução do empreendimento, como é o caso do growth marketing.

Também chamada de marketing de crescimento, essa estratégia promove o progresso acelerado de um negócio. Ela tem como objetivo não somente atrair o maior número de clientes possíveis, mas também oferecer uma experiência positiva a eles. Assim, o processo de fidelização é iniciado.

Mas por que isso é importante? Simples: clientes engajados, além de utilizarem seus produtos e soluções com mais frequência, também indicam o seu trabalho para conhecidos.

O growth marketing, portanto, procura impulsionar esse crescimento por meio de técnicas que foquem 100% na prosperidade de um empreendimento e na retenção do público alvo.

A evolução é constante

Não importa se o seu negócio é grande ou pequeno, a verdade é que crescer nunca é demais. E, para que isso seja viável, é necessário quebrar barreiras e tradições ao investir em novas possibilidades.

O marketing de crescimento propõe o uso de técnicas já conhecidas nesse universo, porém de forma diferenciada.

Isso porque o propósito é transformar os clientes em vendedores de uma maneira natural e orgânica.

Parece estranho, não é mesmo? Mas a verdade é que isso é feito sem nem ao menos percebermos!

O Nubank, por exemplo, conquistou um público muito fiel por meio do “boca a boca”. Clientes satisfeitos e felizes com as soluções que receberam passaram a indicar o serviço para amigos e familiares.

Logo o que era um banco digital relativamente novo e desconhecido se tornou uma plataforma bastante disputada.

Instrumentos que não podem faltar em sua estratégia de growth marketing

Você deve estar se perguntando: como alcançar esse nível de sucesso? Antes de tudo, é preciso entender que, em sua estratégia de growth marketing, medir a satisfação dos clientes é indispensável.

Por isso, é importante ficar atento e procurar sempre por novas ferramentas que sejam eficientes, ofereçam bons resultados e forneçam as informações que você busca. Assim, você poderá utilizar os dados ao seu favor.

Vamos conhecer três exemplos que, atualmente, são essenciais!

Google Analytics

A experiência do cliente é uma das maiores preocupações do growth marketing.

Para que a satisfação seja garantida, é preciso que o seu negócio esteja preparado para se adaptar constantemente às necessidades do público-alvo. Por isso, entender como ele está se relacionando com o seu negócio é importante.

O Google Analytics é uma ferramenta bastante conhecida no mundo do marketing digital. Mas, para observar todos os seus benefícios, é preciso entender quais são suas funções e utilizá-las ao máximo.

Dentre algumas das informações que ele fornece, podemos destacar: origens dos visitantes, comportamento dos usuários, taxa de conversão, entre outros.

Assim, você consegue entender um pouco mais sobre o funcionamento do seu negócio no universo online e fazer as melhorias necessárias para captar e reter mais leads.

Hotjar

O Hotjar também é uma ferramenta que analisa o comportamento do seu cliente.

Ao oferecer maiores recursos, ele permite que você obtenha informações pertinentes sobre o usuário que está interessado em suas soluções de maneira mais aprofundada.

O mapa de calor é uma de suas principais características. Isso porque ele facilita a visualização de todo o caminho percorrido pelo internauta, destacando os pontos fortes e fracos de seu site.

Além disso, ele também permite a realização de pesquisas com usuários, o que ajuda a entender o que eles buscam em seu negócio.

E não se engane: ele pode parecer mais evoluído do que outras ferramentas, mas o ideal é que você combine os dados fornecidos por ele com os do Google Analytics, por exemplo, para potencializar o aprendizado.

Google Tag Manager

Até mesmo os mínimos detalhes devem ser analisados pelo growth marketing. Afinal, a transformação que o seu empreendimento precisa pode estar escondida!

Por isso, o Google Tag Manager é uma ferramenta que não pode ser deixada de lado.

Com o intuito de oferecer maior autonomia para o profissional de marketing, ele automatiza e gerencia a colocação de tags de acompanhamento de seu site. Assim, você consegue monitorar as informações de diversas páginas de maneira mais prática e eficiente.

Os dados fornecidos por essa ferramenta irão guiar o seu trabalho no momento de criar campanhas em redes sociais, por exemplo, pois você terá as informações necessárias para entender quais materiais irão obter maior sucesso.

Growth marketing ≠ Growth hacking

No segmento de marketing digital, somos capazes de encontrar inúmeras técnicas. Por isso, é comum confundir algumas delas, seja pelos seus nomes parecidos ou objetivos em comum.

Ao procurar por growth marketing, por exemplo, muitas vezes somos bombardeados por informações que dizem respeito à outra técnica dessa área: o growth hacking.

Embora as nomenclaturas sejam bastante similares e o propósito de ambas seja garantir o sucesso e o crescimento acelerado de um negócio, as estratégias utilizadas por elas são diferentes.

Enquanto o growth marketing utiliza um método que necessita de bastante esforço e tempo para promover resultados, o growth hacking consiste em pequenos ajustes em uma estratégia já criada, para que um impulso seja gerado em sua tática.

Felizmente, somos capazes de unir diferentes técnicas para obtermos resultados completos e satisfatórios. Podemos, por exemplo, integrar o growth hacking em um plano já pronto de growth marketing.

Mas tenha calma: devemos ficar atentos às necessidades de nossos negócios para, assim, inserir novas técnicas em momentos estratégicos.

Caso contrário, acabaremos dando o passo maior do que a perna. Quer saber mais sobre como gerar ótimos resultados para a sua empresa? Podemos te ajudar.

Separamos um material completo sobre o Account Based Marketing, outra estratégia desse segmento que pode te auxiliar na criação de campanhas personalizadas. Confira!

Campanhas de geolocalização: conheça os prós e contras desta ativação

O marketing digital está sempre em desenvolvimento para ser cada vez mais assertivo. Nesse cenário, a geolocalização se tornou um meio interessante para segmentar ainda mais campanhas e entregar resultados para o público certo, na hora certa.

Esse tipo de campanha, conhecida como geomarketing, pode ser utilizado por vários mercados que procuram precisão na hora de investir. Mas mesmo que pareça a solução mais prática e certeira, a privacidade é uma questão que incomoda muitos usuários. 

Por isso, hoje falaremos sobre os dois lados: as vantagens e as desvantagens em utilizar a geolocalização no seu planejamento de marketing. Confira!

Geolocalização: por que utilizar?

Como já falamos, a principal vantagem do geomarketing é a possibilidade de entregar conteúdos relevantes para públicos específicos, que realmente tenham interesse no assunto. 

É também uma maneira de deixar claro para o usuário que o que ele precisa está próximo a ele. Dessa forma, a geolocalização pode ser útil tanto para o cliente, quanto para a empresa.

Tipos de geomarketing ou geolocalização

As campanhas de geolocalização dependem de duas coisas importantes: um smartphone com acesso à internet e um GPS ativado. Com esses dois pontos, as marcas terão informações como a localização atual ou os lugares que foram visitados recentemente. 

Mas existe mais de uma forma de fazer o geomarketing. Citaremos as principais a seguir!

Geotargeting

Essa é a maneira mais conhecida de geomarketing. Muitas campanhas já utilizam esse meio de geolocalização ao englobar apenas o público de um determinado país, estado, cidade ou bairro.

Várias plataformas, como o Google Ads ou o Facebook Ads já oferecem esse tipo de segmentação. 

Sites

Hoje em dia muitos sites pedem permissão do usuário para ter acesso à sua localização. É aquela notificação que aparece no canto superior esquerdo da tela, com a mensagem “esse site deseja saber a sua localização”. 

Nesses casos, é possível oferecer conteúdos personalizados de acordo com a região do usuário. Ou, em um e-commerce, ao saber a geolocalização de quem está acessando o site, a apresentação de produtos pode ser feita por meio da disponibilidade para determinado estado, cidade ou até mesmo bairro. Dinâmico, né?

Check-ins

Os check-ins são comuns principalmente no Facebook. É normal que esse recurso seja utilizado como um meio de troca.

Por exemplo, o usuário faz o check-in em um estabelecimento e ganha acesso ao wi-fi ou um desconto exclusivo

Para que seu estabelecimento passe a ter a opção de check-in, basta criar uma página no Facebook dentro da categoria de Negócios Locais.

Automaticamente o aplicativo já conseguirá identificar e disponibilizar essa opção aos usuários. 

Geotagging

O geotagging também é uma prática muito conhecida no Facebook e no Instagram. Sabe quando fazemos um post e marcamos o local onde estamos? É isso! 

Como se trata de uma ação que parte do usuário, é um bom meio de divulgação espontânea da sua marca.

Por isso, não perca tempo: crie um perfil no Facebook com o endereço correto do seu negócio e pronto!, sua empresa já poderá ser marcada por quem estiver no local.

Geofiltros

Outro exemplo de geolocalização são os geofiltros. Popularizados há anos com o Snapchat, a vantagem dessa técnica é conseguir identificar a localização do usuário pelo GPS no momento em que ela utiliza o filtro para tirar uma foto

Muito utilizados no Instagram, os geofiltros podem ser desenvolvidos até por marcas ou lojas, para divulgar o estabelecimento no dia a dia ou em algum evento especial. 

O outro lado da moeda: as desvantagens da geolocalização 

A privacidade e sensação de insegurança são algumas das principais desvantagens em torno do geomarketing.

Como são solicitadas muitas informações pessoais, incluindo dados como localização e endereços, alguns usuários não permitem que a geolocalização seja ativada.

Desse modo, as empresas que estão investindo não vão conseguir ter acesso aos dados

O consumidor em potencial também pode sentir-se invadido pela sugestão.

Contudo, as companhias que lidam com esses dados, como o Facebook e o Google, garantem que todas as informações são protegidas e apenas o geral – como nome e localização – são compartilhadas com outras agências.

E aí, decidiu se utilizar geolocalização vale a pena para o seu negócio?  

Caso sua empresa escolha usar essas técnicas, talvez seja preciso explicar ao usuário sobre a sua privacidade e segurança.

Outra estratégia que pode ajudar ao seu negócio a atingir os usuários de forma mais assertiva é o mapa de calor. Saiba mais em nosso blogpost:

Como o Account Based Marketing vai gerar mais resultados para sua empresa

O marketing digital é conhecido por sua constante evolução. Novas estratégias surgem com frequência, de forma a otimizar processos e gerar melhores resultados, e esse é o caso do Account Based Marketing.

Nesse universo, estudar o perfil do público de um empreendimento é a base de diferentes táticas, já que entender como os clientes de certo segmento pensam e agem é de extrema importância.

Ao compreender exatamente o que consumidores esperam dos produtos e soluções oferecidos por um negócio, se torna mais fácil criar estratégias de vendas e propagandas que os agradem.

É aqui que o ABM entra em ação. Essa estratégia bastante popular tem como principal objetivo gerar leads qualificados e engajados com um negócio. Assim, ele poderá avançar na jornada de compra de maneira mais eficiente.

O que é o Account Based Marketing?

Gerar leads é um dos grandes objetivos das campanhas de marketing. Mas não basta somente chamar a atenção de possíveis clientes; é preciso incentivá-los a fecharem negócio para fazê-los completar todo o fluxo previsto na etapa de planejamento.

O principal trabalho do ABM, então, é criar estratégias que realmente gerem resultados.

Para isso, todas as campanhas são criadas de maneira personalizada para contas previamente selecionadas. Essa técnica não busca atrair o maior número de leads, mas sim chamar a atenção de possíveis clientes específicos, que foram escolhidos com muito cuidado.

Sendo assim, é possível dizer que as ações desenvolvidas pelo Account Based Marketing conversam com um público mais fechado e exclusivo.

Personalização é a palavra-chave

A personalização de conteúdo é um dos principais fatores que diferenciam o ABM de outras técnicas do marketing digital.

Profissionais irão estudar e entender quais são as necessidades do grupo de contas selecionado. A partir daí, serão capazes de criar materiais que conversem com as suas reais demandas.

Essa customização gera maior conexão com a sua marca. Assim, há um aumento nas vendas, e tudo isso faz com que o ROI, ou seja, o retorno do investimento, seja muito alto.

Dentre os seus vários benefícios, podemos destacar alguns que possuem grande conexão com essa personalização. Veja:

Os diferentes modelos de Account Based Marketing

Podemos dividir o Account Based Marketing em três modelos diferentes: one-to-one, one-to-few e one-to-many.

Para garantir o sucesso da sua estratégia, é importante ter a diferença entre eles bem clara na mente.

One-to-one

O one-to-one, também chamado de “um-para-um”, diz respeito ao tipo mais personalizado do ABM.

Quando essa técnica é utilizada, o primeiro passo tomado pelas empresas e profissionais da área é criar um mapa completo sobre todas as suas contas de interesse. Informações pertinentes, como histórico profissional e tipo de perfil devem ser analisadas com atenção.

Depois, os profissionais de marketing digital irão utilizar esses dados para criar ações totalmente personalizadas para as contas selecionadas, que não passam de 50.

One-to-few

Ao invés de utilizar informações específicas de cada uma das contas que você selecionar, é possível criar grupos daquelas empresas que possuam um perfil semelhante. É com base nessa ideia que o one-to-few, ou “um-para-poucos”, se baseia.

Dessa forma, você é capaz de chamar a atenção de um número maior de possíveis clientes sem perder aquele ar personalizado que é a chave do ABM.

Nesse caso, normalmente se utilizam grupos que possuem de 5 a 15 contas parecidas.

One-to-many

Também conhecido como “um-para-muitos”, o one-to-many utiliza uma amostra maior de contas. Aqui, podemos utilizar dados e informações de 1.000 ou mais possíveis clientes.

Para que a personalização não seja deixada de lado mesmo com uma base maior de contas, é importante que eles tenham perfis parecidos.

Apesar de ser um pouco mais geral, ainda funciona e entra na estratégia utilizada pelo Account Based Marketing.

Cuidado para não confundir o Account Based Marketing com o inbound marketing

Tanto o ABM quanto o inbound marketing buscam atrair novos clientes por meio de conteúdo de qualidade.

Por esse motivo, muitas pessoas acabam confundindo o trabalho realizado por essas duas técnicas. É importante lembrar, então, que elas utilizam estratégias diferentes.

Enquanto o inbound marketing busca capturar uma grande rede de possíveis clientes para depois filtrar aqueles que realmente vão descer no funil, o Account Based Marketing já faz essa seleção previamente.

Sendo assim, o material produzido será mais direcionado e específico desde a primeira etapa.

Passos básicos para criar uma estratégia de Account Based Marketing

O trabalho realizado pelo Account Based Marketing pode ser dividido em cinco simples passos.

Antes de tudo, é preciso identificar e definir as contas que servirão como modelos para o seu trabalho. Para isso, é importante ter em mente o perfil de cliente que você busca chamar a atenção.

Depois, você deve gerar essa lista, ou seja, procurar mais informações sobre esses leads. Saber como funciona o seu trabalho e quais são as principais características do seu negócio é imprescindível para a criação de conteúdo, que a próxima etapa dessa estratégia.

Você quer chamar a atenção dessas contas para que esses perfis se interessem por aquilo que você tem a oferecer. Sendo assim, desenvolver campanhas que irão gerar engajamento é essencial.Por último, é necessário mensurar resultados. Acompanhe todo o desempenho obtido por sua campanha para analisar o que deu certo e o que deu errado. Assim, você será capaz de aprimorar a sua campanha.

Ainda tem dúvidas? A Layer Up pode te ajudar!

Pode parecer que assimilar todas essas informações é uma tarefa impossível. Mas, com profissionais qualificados e pacientes ao seu lado, você poderá observar resultados incríveis!

A Layer Up é uma agência digital atualizada, que está sempre aplicando novas estratégias em seus projetos.

Além do Account Based Marketing, também somos especialistas no Funil de Vendas em Y, metodologia que une inbound e outbound 2.0 e gera resultados incríveis. Confira todos os detalhes em nosso e-book gratuito:

Como microinfluenciadores podem aumentar o alcance de seu negócio

O maior objetivo de todos os negócios é ser bem sucedido. Para que isso seja possível, contudo, não é suficiente simplesmente prestar um bom serviço. É preciso, também, seguir técnicas de marketing e divulgação para se destacar dentro do mercado. Hoje, os microinfluenciadores são uma ótima opção.

Empresas e agências de diferentes segmentos passaram a integrar as redes sociais. Essa presença online é indispensável, pois fortalece a marca e gera engajamento, o que aumenta a sua popularidade. 

Entretanto, às vezes é preciso se esforçar um pouco mais para que os resultados comecem a aparecer, e é nesse momento que o trabalho dos microinfluenciadores entra em cena.

A parceria criada entre empresas e microinfluenciadores tem como finalidade a obtenção de benefícios para ambos os lados. Mas, antes de entender mais sobre os benefícios dessa técnica, é preciso saber exatamente quem eles são e o que fazem.

O que são microinfluenciadores e como escolher um?

Você com certeza já ouviu falar dos influenciadores digitais: pessoas famosas na internet, principalmente nas redes sociais, que possuem um grande número de seguidores. 

Também chamados de webcelebridades, eles são capazes de induzir o público a consumir determinado produto, de forma a impulsionar as suas vendas.

Para que isso seja possível, não é necessário ter milhões de seguidores. Na verdade, de acordo com estudos feitos pela Markely, especialista em marketing de influência, esse tipo de engajamento atinge o seu pico em contas que possuem entre mil e 10 mil seguidores. 

Sendo assim, pode-se dizer que os considerados microinfluenciadores trazem resultados melhores neste cenário.

Isso pode causar certa estranheza entre as pessoas. Uma conta com um número grande de seguidores deveria gerar maior repercussão, certo? Não necessariamente.Por possuírem um público enxuto, os microinfluenciadores oferecem uma sensação mais intimista, o que passa maior segurança e confiança para os seguidores. Assim, é possível afirmar que esse tipo de investimento provoca um retorno melhor do que aquele feito  com grandes influencers.

Os três principais benefícios oferecidos por essa parceria

De acordo com um estudo realizado pela Airstrip Group, especialista em mineração de dados, cerca de 66% de todo o conteúdo que encontramos na internet é postado por microinfluenciadores. 

Isso indica que essas contas, apesar de serem relativamente pequenas, possuem presença muito forte nas redes. Mas quais são, exatamente, os benefícios que essa parceria oferece para o seu negócio? Vamos descobrir!

Para você ter  noção de como esse tipo de parceria pode ser vantajosa, a Méliuz, em conjunto com cerca de 10 microinfluenciadores, ganhou mais de dois mil seguidores no Instagram em apenas um mês. Isso ajudou a startup a se consolidar no mercado e também a divulgar a sua marca!

Encontre o microinfluenciador certo para o seu negócio

Na busca pelo seu microinfluencer, é importante ter em mente que as webcelebridades que você escolher devem possuir algum tipo de relação e afinidade com o serviço prestado pelo seu negócio. 

Não faz sentido, por exemplo, uma churrascaria firmar uma parceria com um influencer vegetariano. É necessário que esse tipo de acordo faça sentido para o público para realmente dar certo.

Para facilitar e agilizar esse processo, existem algumas plataformas que podem te ajudar a encontrar o microinfluenciador perfeito para a sua divulgação. Alguns exemplos são: Airfluencers e Celebryts (você pode fazer a sua busca com filtros de interesse), e Digital Influencers e Squid (profissionais ficam encarregados de fazer essa pesquisa).

Agora que você já sabe exatamente como os microinfluenciadores podem te ajudar a dar aquele up no seu negócio, é hora de colocar as mãos na massa e partir para a ação!

Outra estratégia que está em alta é a produção de conteúdo relevante por meio de podcasts e outros formatos de áudio. Quer saber um pouco mais sobre o assunto? Confira nosso blogpost:

Gatilhos mentais: como a Layer Up os aplicou no marketing e vendas

Já ouviu falar em gatilhos mentais? Se você trabalha com marketing e/ou vendas, deveria. Eles são estímulos para que o cérebro tome decisões de maneira mais rápida e estão sendo cada vez mais utilizados nesses setores. 

Neste conteúdo, vamos te explicar mais a fundo o que são os gatilhos mentais e como eles são utilizados dentro das estratégias de marketing e vendas da Layer Up. Confira! 

O que são gatilhos mentais

Por dia, nosso cérebro tem que tomar milhares de decisões. Há quem diga que são tantas informações correndo ao mesmo tempo por nossa mente que o funcionamento dela pode ser comparado ao de um computador. 

No meio disso tudo, a psicologia mostrou que também tomamos decisões ainda no inconsciente. Então, existem algumas palavras e situações que acabam servindo como um incentivo para essas decisões tomadas “no piloto automático”. 

O livro “As Armas da Persuasão”, do americano e professor emérito de psicologia e marketing Robert Cialdini, é considerado como uma das primeiras obras a tratar desse assunto. 

Para deixar ainda mais claro: exemplos de gatilhos mentais

Imagine a seguinte situação: há algum tempo você quer comprar um novo celular. Você pesquisa, analisa os preços e vai deixando para depois. De repente, uma loja anuncia um superdesconto para o aparelho que você deseja.

Ainda não está convencido a comprar? Bom, além de o preço ser interessante, tem mais um detalhe: somente os 10 primeiros compradores vão conseguir o produto pelo preço promocional. Vai perder essa chance? 

Esse é um exemplo claro de gatilho mental de escassez, que defende que as pessoas dão mais valor ao que está em falta. Além dele, existem muitos outros que estão cada vez mais comuns em marketing e vendas. Vamos te dar outros cinco exemplos:

Gatilho mental de urgência

Muito parecido com o gatilho mental de escassez, o de urgência usa do tempo para “apressar” a tomada de decisão.

Um exemplo bom disso é a Black Friday, na qual os clientes têm apenas um dia para aproveitar determinadas promoções. 

Aqueles famosos comerciais em que o locutor avisa que é último dia para aproveitar uma oferta também são bons exemplos.

Outra opção que está se tornando bastante comum é o uso de um relógio de contagem regressiva em sites. 

Gatilho mental de autoridade 

Quando você precisa de um conselho ou recomendação, vai em busca de alguém que você já sabe que sabe tudo sobre o assunto, certo?

O gatilho de autoridade segue a mesma lógica. Se você precisar de um produto ou serviço, vai em busca de empresas que se posicionam como autoridade naquilo que oferecem. 

Porém, mais do que um posicionamento, a marca precisa realmente atuar de forma que comprove essa autoridade. 

Gatilho mental da simplicidade 

O ser humano tem a tendência de escolher a forma mais fácil de fazer as coisas. Então, se o seu produto ou serviço torna algo da vida da pessoa mais simples, esse assunto deve ser explorado. 

Também é válido ressaltar quando seu produto é fácil de usar, mostrando um passo a passo e quais pontos tornam ele ágil. 

Gatilho mental de dor x prazer

Toda pessoa quer evitar situações que causam desconforto. E, quando enfrentam alguma, vão rapidamente em busca de uma solução.

Se o seu produto ou serviço pode oferecer a solução de problemas, vale a pena falar sobre isso com seu público. 

O primeiro passo para a estratégia dar certo é expor uma possível dor de quem busca o que você oferece.

Colocar “o dedo na ferida” tem como único objetivo gerar a identificação das pessoas que estão passando pelo problema citado. 

Depois, você mostra como sua empresa vai ajudar a pessoa a resolver essa situação. Aqui está o prazer. 

Gatilho mental de prova social 

Sabe aquela famosa frase da adolescência “mas todo mundo vai”? Pois é, mesmo depois que crescemos nós sentimos a necessidade de fazer parte de grupos.

Então, que tal mostrar para o público números interessantes sobre o que você oferece? A ideia é que as pessoas sintam-se atraídas por fazerem parte de algo que envolve um grupo grande.

Esse gatilho mental também tem tudo a ver com opinião, e pode ser explorado com a divulgação de depoimentos de clientes satisfeitos com a sua empresa.

Além desses gatilhos mentais, existem muitos outros, como o de novidade, o de reciprocidade, o de antecipação, o de inimigo comum e até o de descaso, entre muitos outros.

Qual a relação dos gatilhos mentais com o marketing e vendas?

Com todas as informações citadas, você já deve ter entendido que os gatilhos mentais podem fazer toda a diferença no marketing e nas vendas. Isso porque eles podem influenciar na decisão de compra.

Por isso, bons profissionais que atuam nessas áreas precisam ter conhecimento sobre todos gatilhos mentais e, mais do que isso, como aplicá-los em diferentes situações. 

Na Layer Up, os gatilhos mentais fazem parte do trabalho de diferentes equipes. 

Como usamos gatilhos mentais na Layer Up 

Na Layer Up, os gatilhos mentais se fazem presentes tanto nos times de marketing quanto nos de vendas. A partir do momento em que entendemos a relevância dessa estratégia para as metodologias, passamos a dedicar parte do nosso planejamento exclusivamente para isso.

Ou seja, quando um cliente chega à Layer Up, de acordo com os objetivos estabelecidos, já traçamos quais são os gatilhos que podem ser utilizados na comunicação. Esse é só o primeiro passo e já exige um entendimento sobre o assunto.

Gatilhos mentais no marketing 

Quando o assunto é marketing, os gatilhos mentais se fazem presentes principalmente nas produções do time de conteúdo. 

“Inserimos os gatilhos em todas as nossas produções visando um aumento na geração de resultados e também um maior engajamento com a mensagem que está sendo passada, já que o leitor entende melhor a importância do tema”, explica Beatriz Direste, líder da equipe de conteúdo da Layer Up. 

Todas as produções feitas pelo time podem contar com essa estratégia para chamar ainda mais atenção do público.

Até mesmo um post de rede social pode fazer uso disso. Alguns de nossos clientes, como o Grupo Playcenter, têm a definição de gatilho mental que será aplicado em cada post do mês, antes da produção em si. 

Além disso, quando falamos de um fluxo de automação de inbound marketing, por exemplo, o Time Y tem papel fundamental para a escolha do tipo de gatilho que será utilizado em cada e-mail, de acordo com a etapa do funil. 

Assim, conseguimos tornar as técnicas de copywriting ainda mais persuasivas e atrativas para as personas definidas para nossos clientes. 

Gatilhos mentais nas vendas 

Os times que lidam com vendas diretamente também podem aplicar esse conceito. Os gatilhos mentais podem fazer toda a diferença para a quebra de objeções do prospect. 

É possível, por exemplo, identificar as dores do lead e apresentar a ele como o seu produto ou serviço é a solução – ou seja, usar o gatilho de dor versus prazer.

Além de utilizar os diferentes tipos de gatilhos mentais na fala, nas vendas os gatilhos mentais também podem se apresentar com atitudes.

“O de autoridade, por exemplo, está sempre presente na conversa. Porque seu tom tem que ser de autoridade, você precisa mostrar que sabe do que está falando”, explica Isabella Camargo, que atua como SDR (Sales Development Representative) de alguns clientes da Layer Up.

Quando prestamos consultoria de vendas, também tomamos o cuidado de apresentar ao cliente quais itens dessa metodologia podem fazer parte da abordagem dos profissionais que farão a prospecção e a venda em si.

Esses são apenas alguns exemplos de como a Layer Up utiliza dos gatilhos mentais para impulsionar resultados dos clientes, sempre incentivando os profissionais a saberem mais sobre o assunto.

A ética dos gatilhos mentais 

Por mais óbvio que isso seja, vale lembrar que essa estratégia, como qualquer outra, envolve ética. Utilizar gatilhos mentais não significa criar mentiras sobre seu produto ou serviço. O objetivo é ressaltar qualidades e benefícios dele de forma inteligente. 

Empresas que fazem uso inadequado desse recurso acabam dando um tiro no pé, já que os clientes estão cada vez mais inteligentes e exigentes. É preciso entregar o que você promete.

Assim, fica ainda mais clara a importância de contar com uma empresa que entende do assunto para tornar a estratégia realmente eficaz.

Garantir a eficiência da estratégia também significa alinhar as equipes de marketing e vendas sob o mesmo propósito, criando pontes de trabalho e metas compartilhadas.

Esse é um dos principais benefícios do Funil de Vendas em Y, que une inbound (marketing) ao outbound 2.0 (vendas). Quer conhecer um pouco mais sobre essa metodologia? Confira nosso e-book gratuito:

Descubra as falhas no alinhamento das equipes de marketing e vendas e consiga resultados melhores.

Mapa de calor: como entender o comportamento do usuário para vender mais

Mapa de calor ou heatmap é um mapa de rastreamento das atividades do público em seu site. Ou seja, é a maneira de visualizar onde em sua página os usuários passam mais tempo.

Esse controle pode ser feito a partir da análise dos cliques, da rolagem da página e do tempo em que o cursor do mouse fica parado em determinado lugar.

As indicações de calor são feitas por cores quentes e frias. As quentes, geralmente avermelhadas, indicam os lugares em que o usuário dedicou mais tempo de navegação.

Já os pontos com cores frias apontam as áreas menos navegadas. Essas informações são dadas por testes com uma amostra restrita de internautas, entre 10 e 20.

Esses dados são convertidos em relatórios separados em três categorias: click maps, scroll maps e hover maps.

Categorias do mapa de calor

Click maps

Os click maps são os lugares em que o usuário clica: podem ser seções, links, banners ou CTAs. Este indicativo de calor torna a compreensão mais assertiva e permite uma análise mais completa sobre os interesses dos visitantes do site.

Scroll maps 

O mapeamento de rolagem mostra até que ponto os usuários navegam pela página, ou seja, até onde os usuários rolam a página para cima e para baixo. Com este indicativo, é possível analisar se o seu conteúdo está muito extenso a ponto de ser desinteressante, por exemplo.

Hover maps

Traduzido para o português, os mapas suspensos mostram por onde o cursor do mouse ficou por mais tempo. Este indicativo precisa de mais atenção para ser analisado, uma vez que existem variáveis.

Por exemplo, o mouse parado em determinado lugar pode indicar o consumo do conteúdo ou apenas que o usuário não interagiu com a página.

Por que o mapa de calor é importante para a estratégia de vendas?

Quando você conhece as preferências dos seus consumidores, fica muito mais fácil entregar materiais cada vez mais relevantes e que realmente serão consumidos.

Além disso, o mapa de calor permite que melhoras efetivas sejam feitas no site, aumentando a taxa de conversão e diminuindo a taxa de rejeição.

Outro ponto que também pode ser enriquecido com o mapa de calor é o e-mail marketing. Conhecendo os assuntos que mais chamam atenção dos seus leitores, fica mais simples criar títulos chamativos e textos atraentes.

Como o mapa de calor é feito?

O mapa de calor é feito por softwares que monitoram a atividade do usuário em diferentes períodos de tempo e geram relatórios.

Existem muitas ferramentas que fazem esse trabalho, as principais são a Click Tale, Crazy Egg, Hotjar, Mouseflow.

Apesar de sua recente alta no mercado, o heatmap está presente há muito tempo no marketing e é indicado para empresas de todos os tamanhos e segmentos.

Otimizar blogs e sites é fundamental para o crescimento da sua empresa no meio digital, considerando que quanto melhor seu conteúdo, maiores são as chances de aumentar as taxas de conversão.

Ter um site que ofereça uma boa experiência no mobile também faz toda a diferença. Quer saber como? Então confira algumas dicas em nosso blogpost.

Saiba como otimizar seu site para o mobile.

5 dicas para fazer um bom benchmarking

Acompanhar o trabalho dos concorrentes é uma forma de descobrir pontos fracos e fortes, além de estratégias que melhorem as práticas de gestão da sua empresa, trazendo mais competitividade. Algumas dicas para benchmarking ajudam a fazer esse trabalho da forma correta.

A variedade de estratégias criativas usadas no marketing pode fazer com que o empreendimento esqueça de utilizar determinada opção, desperdiçando uma boa oportunidade.

Ao monitorar o que os concorrentes estão realizando, é possível se deparar com práticas que foram deixadas de lado e, principalmente, conhecer novas fórmulas que podem ser aplicadas e dar bons resultados.

Neste artigo, vamos entender o que é benchmarking e por que é importante realizá-lo. Além disso, mostraremos 5 dicas de como fazê-lo adequadamente. Acompanhe a leitura e fique por dentro do assunto!

Entenda o que é benchmarking

Esse conceito pode ser definido, em uma tradução livre, como ponto de referência. Desse modo, fazer benchmarking é buscar as melhores referências e práticas realizadas pelas empresas de sua área de atuação. O objetivo é encontrar oportunidades e melhorias para seu negócio.

Por meio da observação, pode-se obter referências para desenvolver estratégias e ações mais eficazes, introduzindo melhorias na gestão dos seus projetos e boas práticas de mercado.

Durante o monitoramento, é necessário analisar, interpretar, avaliar e mensurar as informações coletadas. Somente compreendendo o que os dados significam é possível desenvolver ideias que verdadeiramente tragam benefícios.

Saiba a importância de realizá-lo

Se você ainda não sabe como o benchmarking pode ajudar, entenda que ele é essencial porque ajuda a direcionar o negócio para o aprimoramento dos processos. É um modo de encontrar estratégias mais eficientes por meio de inspirações vindas dos concorrentes.

Ele pode gerar inúmeras vantagens, pois melhora o conhecimento interno da organização e desenvolve os processos ao buscar a maneira correta de agir.

Outro ponto interessante é que ele contribui para elevar a motivação da equipe, mostrando que é possível atingir os objetivos estabelecidos por meio de exemplos dos concorrentes que chegaram lá.

Quando você pesquisa e compara suas estratégias com as de outras empresas, é possível identificar algumas tendências que podem trazer resultados interessantes no futuro.

Com essas informações, o gestor pode se antecipar e sair na frente da concorrência, desenvolvendo soluções inovadoras e se destacando como uma marca pioneira, que utiliza práticas diferenciadas de marketing digital.

Além disso, contribui para conhecer o mercado de maneira mais completa, possibilitando, por exemplo, a utilização de business intelligence.

Essa pesquisa ainda proporciona outros benefícios importantes, como a redução de custos, o aumento na produtividade e a ampliação da margem de lucro, elementos que trazem força para a organização.

Confira 5 dicas sobre como fazer um bom benchmarking

Para que esse trabalho seja feito de forma competente, traremos algumas dicas de como fazer um bom benchmarking. Confira nossas sugestões!

A primeira coisa a ser feita é selecionar de um a três concorrentes que podem oferecer dados interessantes para a análise. Eles podem ser diretos ou não, o que importa é que tenham um bom trabalho de marketing.

Também é possível escolher negócios de outros segmentos, desde que sua metodologia se encaixe nesse perfil. A vantagem de escolher concorrentes de outra área é garantir ideias diferentes.

Nessa fase, é necessário criar uma tabela que seja clara e objetiva para comparar aspectos específicos de cada empresa com base nos critérios que você julgar interessante.

Eles podem ser variados, como alcance, engajamento nas redes sociais, sucesso de campanhas de marketing de conteúdo, qualidade dos materiais apresentados, estilo e linguagem, entre outros. Esses indicadores servirão para melhorar algumas áreas, como o planejamento de mídias sociais.

Existem várias ferramentas que ajudam a encontrar os dados e resultados de campanhas de seus concorrentes. A internet, por exemplo, oferece inúmeros recursos que você pode utilizar para fazer essa avaliação, como redes sociais, sites e blogs.

Entre as ferramentas específicas, podemos indicar o Google Alerts, que é totalmente gratuito e possibilita acompanhar todas as citações de seu concorrente na internet, seja em um link ou até mesmo em uma frase de um texto publicado. O SocialMention proporciona funcionalidades parecidas, com o foco nas redes sociais.

A Similar Web também é uma ferramenta interessante que oferece dados e métricas completos de sites de concorrentes, ajudando a buscar ideias e melhorias para seu negócio.

Nossa última indicação é o SEMrush, que permite o monitoramento de toda a estratégia de marketing, sendo que com ele é possível identificar todas as palavras-chave que seu concorrente está rankeando, além de outros dados relevantes.

Essa é a hora de reunir todas as informações que foram coletadas e analisá-las de modo crítico. Faça comparações, entenda as relações que podem ser criadas com seu empreendimento e verifique o que pode ser aproveitado em suas estratégias. Afinal, de nada adianta acumular dados e não saber o que fazer com eles.

No fim de tudo, é importante elaborar um relatório com os pontos altos e baixos detectados durante a observação. Verifique quais são as oportunidades, as falhas e os pontos de melhoria para suas ações digitais. Se for necessário, registre também a existência de possíveis ameaças e elabore um planejamento antecipado para evitá-las.

Neste artigo, vimos algumas dicas para benchmarking, além de entender sua importância e as vantagens que ele pode gerar.

Ao seguir as dicas, a empresa encontrará informações importantes que contribuirão para a melhoria dos processos.

Essa é uma forma eficiente de encontrar falhas e acertos no que é feito e trabalhar para corrigir tais pontos, gerando mais competitividade e força no mercado de trabalho.

Gostou de conhecer mais sobre esse artifício importante para as empresas? Então, comente no artigo e conte alguma experiência que você teve com o benchmarking!

*Sobre o autor

Raphael Pires, editor-chefe do blog da iClips, a solução all-in-one para gestão de agências.

Marketing humanizado: conheça a tendência para o atendimento ao consumidor

A internet e o digital estão transformando o mundo. Mas nós somos humanos e buscamos humanidade em tudo o que fazemos. Por isso, o marketing humanizado tem ganhado tanto espaço no meio digital. Conheça essa estratégia.

A automação e padronização de processos otimizou o tempo de atendimento e, consequentemente, trocou pessoas por máquinas que respondem automaticamente.

Por um tempo, essa foi a maneira ideal de atendimento: maior volume de respostas em menor tempo.

Isso foi o suficiente para ter clientes fiéis e satisfeitos, mas durou pouco: o comportamento do consumidor mudou. Ele quer se sentir cada vez mais próximo da marca.

O que é marketing humanizado?

Simpatia, respeito e empatia são qualidades bem vistas entre as pessoas. Humanizar sua marca é construir essa imagem  para o seu cliente: como uma pessoa.

Não basta manter apenas uma relação de compra e venda com o seu consumidor. Ele não consome apenas o seu produto ou serviço, ele também consome experiência.

E essa experiência vai além de qualidade, tem a ver com o impacto que sua marca causa na vida da pessoa! Profundo, não é mesmo? Mas é verdade!

As pessoas estão cada vez mais engajadas em causas sociais e buscando representatividade, e isso reflete no que elas vão consumir, como vão consumir e de onde vão consumir.

Esses fatores, de alguma maneira, refletem sua identidade. Um exemplo muito legal de marketing humanizado é a Nat Natura, a assistente virtual na marca Natura.

A personagem foi criada pela marca em 2016 como parte um projeto de digitalização da empresa.

Nat é uma mulher negra, passou pelo processo de transição capilar e hoje tem cabelos crespos. Quando vai à praia, não tem vergonha de expôr suas estrias. Ah, e ela tem redes sociais!

Pensando no público-alvo da marca, quantas pessoas se identificam e se sentem representadas pela Nat Natura? Esse é o intuito da humanização. 

4 dicas para aplicar essa tendência corretamente

O processo de humanização da marca não pode ser apenas estratégico. Por isso, é importante fazer uma imersão nos pilares do seu negócio (sua missão, visão e valores) para resgatar sua essência. 

Entender de onde veio sua empresa e porque está “aqui” deixará mais claro onde quer chegar e como poderá traçar estratégias para alcançar seus objetivos.

Todas as marcas podem trabalhar com o marketing humanizado. Aliás, a tendência é essa. E se sua empresa for nova, fica ainda mais fácil implementar a humanização. Para te ajudar nesse processo, separamos quatro dicas fundamentais:

Além de posicionar sua marca de uma forma mais humana, que tal usar gatilhos mentais para conquistar a atenção dos possíveis consumidores e alavancar seus resultados? Confira como em nosso blogpost.

Saiba como aplicar gatilhos mentais ao seu discurso e conquiste mais oportunidades.

Como a gamificação pode ajudar na sua estratégia de conteúdo?

Se você não sabe como elevar a taxa de engajamento da sua empresa e sofre para encontrar uma maior visibilidade e aumentar as vendas da organização, saiba que a gamificação é uma ótima estratégia para o seu Marketing de Conteúdo

Essa tendência, que antes era vista com desconfiança e taxada como “coisa de criança”, movimenta bilhões de dólares. Para você ter uma ideia, o mercado de games no Brasil deve crescer até 5,3% até 2022. Já mundialmente, a indústria de jogos movimentou mais de US$ 120 bilhões em 2019

Além de ser extremamente lucrativo, os games tornam a experiência do usuário mais divertida, pois a mecânica dos jogos digitais pode fazer com que as pessoas fiquem realmente envolvidas com a sua empresa.

A gamificação  é usada em vários tipos de negócio, inclusive na produção de conteúdo e no marketing. É uma estratégia que deixa a experiência do usuário dinâmica  e reforça a fidelização com a marca. 

Que tal conhecer o seu papel no marketing e seu processo na construção de uma ótima estratégia de conteúdo

 Como funciona a gamificação na prática?

A gamificação é feita por meio de técnicas, estratégias e da aplicação do design de games em outros contextos que não sejam necessariamente associados aos jogos em si.

Explicando com mais detalhes, consiste em trazer o jogo para a realidade e, com isso, impactar pontos como engajamento, produtividade, foco e determinação, tornando mais simples atingir metas e objetivos em qualquer contexto.

Pela gamificação, é possível transformar rotinas de trabalho ou estudo e fazer com que as pessoas se sintam mais inclinadas a se dedicar às tarefas e desafios que cada situação exige. 

A gamificação nas empresas tenta repetir os conceitos usados em jogos, tanto na educação (simplificando o aprendizado de conteúdos complexos ou fazendo com que as pessoas simulem situações que serão vividas no dia a dia), quanto para fins corporativos, como o marketing

Ao adotar esta técnica, que aplica princípios, lógicas e conceitos dos games em outros cenários, é possível despertar interesse, aumentar a participação e o engajamento de clientes e parceiros em atividades, promover diálogos e desenvolver um relacionamento mais fidelizado. 

Não há necessidade de que a organização desenvolva um jogo exclusivo para que a estratégia seja utilizada. 

É possível pensar em regras, mecanismos e bonificações para gerar uma espécie de concorrência entre as pessoas, sem necessariamente criar um game específico para tal – o que demandaria muitos investimentos. 

Esse tipo de estratégia oferece resultados positivos. Em geral, a companhia pode propor desafios e missões, que, se cumpridas, resultarão em prêmios ou distintivos a partir de rankings e pontuações, dentro de um determinado período.

Entre os requisitos para tornar a gamificação possível em sua estratégia de comunicação, estão: 

Regras fixas

O conteúdo deve ter regras ou um passo a passo para conduzir o usuário ao processo de início e fim, como um jogo;

Resultados variáveis e mensuráveis 

 É preciso explicar ao jogador quando e onde ele alcançou seu objetivo primário ou principal;

Demanda de esforços do usuário 

Para que o jogo aconteça, é necessário que ele interaja diretamente com a plataforma ou realize alguma ação;

Consequências negociáveis de acordo com os esforços 

Suas ações devem gerar consequências que darão ao usuário um resultado dos seus esforços.

Com esse checklist, você pode identificar elementos da gamificação em sua estratégia que  serão eficientes durante a campanha. 

Além disso, existem outras formas de analisar se o seu conteúdo está gamificado, como, por exemplo, a troca de benefícios (como a conquista de insígnias que estimulam a competição entre usuários), criação de gincanas a longo prazo ou a realização de tarefas em mídias diferentes

Não basta ter uma ideia, é preciso saber como adaptá-la e torná-la realmente relevante. Para isso, é necessário um bom planejamento e uma boa história para contar. 

Como a sua empresa pode implantar a gamificação? 

Para engajar os usuários, você precisa, primeiro, ter um conteúdo relevante. Seja a ação para o lançamento de um novo produto, serviço ou a própria história de sua empresa, é necessário ter um storytelling que explore características inerentes aos seres humanos. 

Elementos que ativam o senso de cooperação em comunidade, a competitividade, a ambição, a realização pessoal ou a simples sensação de solucionar um “enigma” têm o poder de influenciar o comportamento de consumidores e, por consequência, tornar uma estratégia bem-sucedida.

Podemos usar um exemplo muito famoso de gamificação que deu certo: o Waze. Por ser uma plataforma colaborativa, ele é atualizado conforme os usuários dirigem seus veículos e fornecem rotas em tempo real

É possível compartilhar informações sobre o trânsito e trajetos,  trocar mensagens com amigos e ver detalhes das rotas. 

O aplicativo tem um sistema de recompensas e pontuações com rankings, baseado na frequência que o usuário utiliza a plataforma, e em quanto ele ajuda os outros, indicando postos de gasolina próximos ou avisando sobre eventualidades no percurso. 

Este é um exemplo muito interessante de como tornar a experiência de usar o GPS divertida e cooperativa.

Por que a gamificação é tão efetiva?

Entenda como a gamificação pode ajudar na estratégia de conteúdo da sua empresa e faça com que ela se torne mais atrativa para o seu público.

De acordo com especialistas, a experiência com os games vai muito além do entretenimento e passa por outros pontos básicos, como a necessidade de competição, que é inerente a todos, os feedbacks instantâneos, a possibilidade de evolução rápida, e também a busca por recompensas e prêmios tangíveis

A criação de comunidades e o senso de urgência trabalhado nos games também é algo que incentiva a continuar naquela tarefa e torna possível o alcance dos objetivos.

Competitividade e recompensas

Dentro de um game, os desafios estão presentes o tempo todo e você quer mostrar que é melhor do que a máquina ou seus amigos jogadores. E por que? Por mera competitividade. 

A busca por competição é algo natural do ser humano e a maioria das pessoas se sente extremamente realizada de poder se afirmar como a melhor em alguma coisa. 

Nos games, essa competitividade rende prêmios, reconhecimento e itens valiosos, que estarão disponíveis e  vão facilitar sua caminhada durante o jogo.

Feedbacks e evolução 

Além disso, em um game, você recebe feedbacks o tempo todo e, com isso, aprende o que deve ou não fazer  para evoluir rapidamente

Se você faz algo certo, instantaneamente recebe os parabéns e recompensas, porém, se faz algo errado, é “castigado” e perde vida, pontos, ou precisa voltar a um estágio anterior. 

Esse sistema facilita a evolução do jogador, o deixa mais atento aos obstáculos e determinado a conseguir superá-los, sabendo em que precisa melhorar ou, até mesmo, identificar quais são seus pontos fortes.

Por isso, investir em gamificação é tão eficiente em diferentes contextos. Mais do que uma ótima forma de fazer com que as pessoas se engajem com determinada situação, é uma forma de oferecer incentivos para que  elas se sintam empolgadas ao realizar uma ação.

A gamificação e o marketing

Duas empresas que utilizam a gamificação como estratégia para o aumento do consumo são o Mercado Livre e a Starbucks. No Mercado Livre, você tem metas para ganhar badges e acumula pontos a cada compra, isso aumenta a sua qualificação como comprador e dá benefícios, como o frete grátis

A Starbucks possui o programa “My Starbucks Rewards”, que pontua os clientes de acordo com suas compras. O grau de fidelização aumenta a cada nível e, a cada quantia da pontuação, o cliente tem direito a produtos e bebidas. Percebeu o tipo de game que essas marcas utilizam? 

Então, no momento da construção do seu planejamento, tenha em mente os pequenos objetivos do visitante. Eles serão desmembrados para cada etapa do game e deverão estar de acordo com a elevação dos níveis. 

Você pode dar a opção de cada usuário possuir um avatar, isso deixará o perfil mais personalizado e agradável. As medalhas e os badges (exemplos de recompensas) serão proporcionais aos ganhos. O caminho a percorrer deve ser desafiador e instigante. 

A referência que você pode ter é a de um jogo de videogame. No Super Mario Bros., em cada fase, há objetivos e desafios diferentes. Há um desafio final, que é derrotar o Bowser e, enfim, salvar a princesa Peach. No marketing, o seu objetivo é aumentar o lucro

E como você chegaria a isso? Aumentando as vendas, talvez. Mas se você se lembrar das fases da jornada de compras que o usuário percorre antes de tomar a decisão final, perceberá que nem tudo é tão simples assim. Então, como manter o engajamento dele em cada fase? 

Quais objetivos e quais tipos de interações e desafios cada uma teria? E quais recompensas você ofereceria para cada? Só não dificulte muito o desafio, a ponto de fazer o usuário desistir. 

Ao elaborar esses pequenos desafios e jogos, a empresa deixa a sua marca no mundo digital por meio dos compartilhamentos dos usuários e, ao mesmo tempo, o engajamento dos seguidores da companhia cresce na mesma proporção, ao captar e fidelizar novos seguidores e possíveis leads. 

Utilize a gamificação na produção de conteúdo

Uma forma de usar a gamificação na estratégia de conteúdo seria inserindo pequenos questionários em cada etapa ou conceito que você queira apresentar. 

A cada resposta certa, o usuário passaria de fase, tentando subir de nível gradativamente. Medalhas poderiam ser recompensas intermediárias, e o compartilhamento do jogo poderia ser um objetivo de uma das fases

Já a recompensa final poderia ser ganhar descontos na compra de um produto ou receber amostras grátis dele em casa. De qualquer forma, você vai buscar o aumento do engajamento, melhorar a experiência do usuário e oferecer as recompensas de acordo com a sua evolução.

Você pode elaborar as estratégias de acordo com o tipo de produto oferecido ou com a etapa da jornada de compras. Só não se esqueça de colocar as características: regras fixas, resultado variável e mensurável, desafios e recompensas. 

O que vai determinar a gamificação são esses critérios. Assim, sorteios, por exemplo, não chegam a fazer parte do conceito. Os jogos têm o poder de entreter e motivar há muitos anos. 

Além disso, promovem o engajamento de uma forma lúdica, pela própria experiência do jogador. Inseri-los no marketing e na produção de conteúdo pode ser uma excelente estratégia para buscar mais leads, concorda? 

Benefícios ao adotar a gamificação no marketing 

Diversão em primeiro lugar! 

Antes de criar um planejamento, pratique a empatia e coloque-se no lugar de sua persona: o seu conteúdo é divertido? Você gostaria de comentar sobre ele em suas redes sociais

Existem várias formas de criar um storytelling e gerar engajamento em torno dele, desde as mais simples até as mais complexas. Não se esqueça de que a verdadeira importância está em se divertir. 

Sem diversão, não há engajamento. E não esqueça de pensar em boas recompensas. Afinal, você participaria de um jogo sem ganhar absolutamente nada em troca? Quanto mais desafiante, divertido e recompensador um jogo parece ser, maior potencial de engajamento ele tem.

E aí, que tal começar a pensar na gamificação como estratégia de conteúdo para o seu negócio?

Outro ponto de atenção na hora de produzir conteúdo é a construção correta das buyer personas. Elaboramos um conteúdo que vai te ajudar a evitar erros e alcançar resultados ainda melhores com sua marca

Descubra quais erros você deve editar durante a construção da buyer persona.

Como gerar leads e tornar seu negócio uma fonte de insights?

Você que está começando na área de inbound marketing ou que já vive esta jornada há algum tempo, com certeza já se deparou com a palavra lead, certo? Pois é, eu conheci esse termo em 2015 e, desde então, já virou parte da minha rotina. Hoje, quero compartilhar como aprendi a gerar leads e tirar insights desse processo.

Primeiramente, quero me apresentar: meu nome é Robinson e sou co-fundador e CEO do Oh lala, Dani. Vou te contar um pouco da nossa jornada e das estratégias utilizadas por nós para gerar centenas de leads todos os meses. Vamos lá? Antes de tudo, eu acredito ser importante você conhecer um pouco da nossa história.

Oh lala, Dani! surgiu no final de 2016 e iniciamos a operação no começo de 2017. Nós somos um ateliê de língua e cultura francesa situado em Curitiba. Com aulas presenciais e uma metodologia própria de ensino, possuímos os objetivos de ensinar a língua francesa tanto no presencial quanto auxiliar no aprendizado online para qualquer pessoa que fale português.

Agora que você já sabe o que fazemos e quando começamos, eu quero te contar que nem sempre foi fácil encontrar clientes, principalmente com uma metodologia e abordagem inovadora. 

Mas foi esta dificuldade que nos estimulou a buscar novas alternativas até então não exploradas e uma delas foi o inbound marketing. Com essa estratégia, nós conseguimos catalisar o nosso potencial e da metodologia criada.

O que é um lead e como eu consigo isso?

Uma das perguntas que mais me marcaram foi: lead é tipo cliente em potencial? É até engraçado para pensar hoje em dia, mas seguimos um roteiro clássico que com toda certeza você deve ter se deparado em blogs ou em materiais da área. 

Caso você não tenha visto, vou deixar ele aqui para você:

  1. Atrair
  2. Converter
  3. Relacionar
  4. Fidelizar

Todas elas são importantes? Eu diria que sim, mas dependendo do seu negócio, o nível de complexidade pode variar e muito. 

Vale ressaltar que no inbound, como em toda outra estratégia, é necessário planejamento e execução. Para nós o roteiro foi um pouco diferente, ele aconteceu da seguinte maneira:

  1. Definir nossa persona
  2. Atrair
  3. Entrega de valor
  4. Converter
  5. Relacionar e oferecer experiência

Estratégias de sucesso para gerar leads

Definição de persona

Uma etapa primordial para o nosso sucesso, e posso dizer que isso nos poupou recursos, tempo e acelerou os nossos aprendizados, foi a definição de personas. Se eu pudesse definir esta etapa no processo para gerar leads, seria a seguinte frase:

“ A direção é mais importante do que a velocidade e a intensidade"

Conhecer o problema ou a dor que o seu lead possui é fundamental para poder oferecer uma solução de forma eficaz. 

No nosso caso, nós queríamos que as pessoas estudassem francês devido a inúmeras oportunidades que a língua poderia oferecer. O que fizemos? 

Definimos uma direção que poderia levar ao problema da língua francesa, isso foi mais importante do que velocidade e intensidade. Evitamos um desperdício maior de recursos e isso acelerou o nosso aprendizado.

Aprimoramos um curso da nossa grade curricular que nasceu em 2015 e construímos as etapas de solução do problema em blocos (ex: como escolher o melhor bairro para se hospedar, como fazer uma reserva de mesa, como dizer que estou passando mal, etc.). 

Na prática, como se fosse um estudo de campo, anotamos todas as reações dos nossos clientes e as novas ideias que surgiam.

Uma qualidade importante para desenhar a persona do seu negócio é a capacidade de interpretar a reação de uma pergunta sob diferentes realidades. 

A dúvida ou problema é o mesmo, porém cada um reagirá de forma diferente e nós buscamos na prática esses dados.

Uma dica importante é conversar com o maior número de pessoas que possam te fornecer um feedback construtivo. Não tenha medo de expor seus pensamentos, pois por enquanto eles são somente pensamentos.

Entrega de valor

Persona definida, blogpost e redes sociais em dia, então chegou a grande hora de converter, certo? 

Posso te dizer que as conversões vão acontecer, mas elas podem ter uma qualidade inferior ao esperado e isso pode gerar alguns atritos no seu departamento de marketing e vendas.

Para aumentar a qualidade do nosso lead, nós utilizamos uma estratégia que poderia chamar de gerenciamento de expectativa

Você já deve ter reparado que enquanto cria conteúdo (blogpost, redes sociais e e-mails), chegará o momento de criar um material rico para a conversão, certo? 

Neste momento é que entra a primeira parte da entrega de valor, e as perguntas que precisam te guiar para esta etapa são:

Nada de novo até o momento, mas o que funcionou para nós foi esta segunda etapa no qual explicamos toda a experiência e como o material deve ser usado antes mesmo da pessoa se converter. 

Esta etapa foi um divisor de águas, pois os leads que solicitaram o material já tinha passado por uma espécie de onboarding.

Um excelente case é o nosso roteiro de dois dias para Paris. O usuário entrava no nosso blog e se deparava com toda a explicação do roteiro e dicas para ele vivenciar uma experiência Oh lala, Dani em sua viagem, além de encontrar um roteiro para download que ele poderia acessar a qualquer momento no celular ou até mesmo imprimir.

Este guia o acompanharia durante toda a viagem. Nós ainda produzimos um vídeo ensinando frases e dicas práticas para o dia a dia da experiência. 

Com isso, a qualidade do lead ao entrar em nossa base aumentava consideravelmente.

Relacionamento e experiência 

A etapa mais crucial, pois o lead já comprou sua ideia e está considerando tornar-se cliente. Entretanto, é aqui que mais recebemos insights e desenvolvemos promotores de marcas.

Posso afirmar que 80% de todos os nossos materiais e postagens se originam do relacionamento do lead conosco. Um dos pontos mais importantes após a conversão é ter uma cadência de comunicação com o seu lead.

Sempre enviamos e-mails e pedimos que as pessoas conversem conosco. É importante entender que se relacionar ainda faz parte da experiência e auxilia no processo de vendas.

“Estabelecer um canal de comunicação de mão dupla no processo de relacionamento é fundamental”

Apresentar disponibilidade para o seu lead é importante. Hoje recebemos inúmeros e-mails por dia perguntando mais sobre o roteiro, dicas e até mesmo dúvidas específicas sobre a viagem ou a língua francesa.

Sempre tentamos responder da maneira mais completa e eficaz. Os fluxos de automação auxiliam e muito nesta etapa, mas é importante monitorar métricas de sucesso que devem ser definidas conforme o seu negócio. 

Sempre que tiver a oportunidade – ou caso não tenha, crie uma – pergunte o que ele(a) achou do material e como podemos melhorar.

O nosso roteiro já gerou tantos insights que, a partir dele, nós criamos pelo menos novos 3 roteiros para serem explorados por diferentes tipos de personas como, por exemplo: famílias, artistas e gastronômico.

A produção de conteúdos e materiais é uma excelente estratégia para gerar leads. Nós a utilizamos e temos bons resultados, porém acrescentar, ajustar e sempre testar é o que pode manter a sua estratégia performando da melhor maneira possível.

Caso você tenha alguma outra estratégia que tem gerado bons resultados ou qualquer dúvida que queira compartilhar, estamos à disposição!

*Sobre o autor

Formado em engenharia elétrica, mas empreendedor por escolha e apaixonado por esporte. Co-fundador do Oh lala, Dani! com o objetivo de entregar uma nova experiência no ensino de idiomas com foco na língua francesa, utilizando a tecnologia como um diferencial no aprendizado. Robinson é também Co-fundador da Brigaderia Brigatto, empreendimento que atua no estado de São Paulo para clientes B2B e B2C.

Storytelling: a arte de envolver sem enganar

A palavra storytelling significa, literalmente, contar histórias. Mas existem maneiras e maneiras de descrever os fatos, não é mesmo? 

No marketing, storytelling não é apenas contar uma história. É criar e desenvolver uma  narrativa criativa a ponto de envolver emocionalmente o leitor. 

Por que contar a história do meu negócio?

Todo mundo se interessa em ouvir e conhecer histórias, e quando uma história é intrigante, podemos até esquecer quem contou ou onde ouvimos, mas a essência daquele acontecimento fica na nossa cabeça. E o melhor: passamos adiante!

Sendo assim, por que não usar a sua história ou a história do seu negócio de forma estratégica para se destacar em meio à concorrência?  

Boas histórias voltam às origens, relembram as dificuldades, passam pela superação e chegam ao sucesso do negócio. Esses detalhes e o apelo emocional geram proximidade e identificação do cliente com a marca.

Cases de fracasso em storytelling

Em 2014, dois cases ficaram bastante conhecidos por terem sido um verdadeiro fracasso no quesito storytelling: as histórias das marcas Do Bem e Diletto. Ambas foram acusadas de contar histórias de personagens fictícios como se eles fossem reais. 

Às vezes, na intenção de envolver o consumidor, pensamos em histórias maiores do que as que realmente aconteceram. Não há problema nisso desde que o consumidor seja sinalizado de que aquela história é apenas parcialmente baseada em fatos  ou que ela é fictícia.

Dicas para colocar em prática e três pecados do storytelling para não cometer

Storytelling é uma técnica usada há bastante tempo e nos últimos anos viralizou em discursos e apresentações tanto profissionais quanto motivacionais.

Usado de maneira correta, o interlocutor ganha a atenção dos seus ouvintes e transmite sua mensagem de maneira positiva. 

Em falas presenciais, contar histórias começa a ser um problema quando não há planejamento, estratégia e principalmente quando o discurso não é amarrado.

Geralmente, pessoas que estão no início de suas carreiras cometem erros mais gritantes ao representar marcas, que vão desde a postura perante as pessoas até o tempo de fala.

Por vezes, a história não é tão impactante. Sendo assim, o orador agrega a sua fala histórias que seus ouvintes já conhecem. Isso dispersa a atenção.

Outro ponto que podemos destacar é o tempo de discurso. Você precisa da atenção da sua plateia, então prolongar histórias pode ser cansativo.

Se seu discurso tem cinco minutos de duração, treine e o reduza pela metade. Foque nos pontos importantes e impactantes. 

Criar histórias bem estruturadas e efetivas que alcancem seus objetivos com storytelling é uma tarefa que demanda bastante prática,  conhecimento das técnicas e, principalmente, conhecimento do seu público.

Sendo assim, veja três pecados que você não pode cometer:

Storytelling de sucesso

Não existe uma receita de bolo para que seu storytelling seja perfeito, afinal somos pessoas criando e contando histórias para emocionar outras pessoas. Não tente aumentar um ponto onde simplesmente  a verdade é suficiente. Gere um conflito no qual seu personagem vença de maneira gloriosa e, o mais importante, seja autêntico.

Se quiser conhecer outros erros comuns no mercado de marketing digital, é só acessar o nosso e-book gratuito!

Conheça os principais erros de marketing digital e saiba como evitá-los.

Posicionamento de marca em temas sensíveis: até onde se deve ir?

Uma empresa que assume um posicionamento de marca em relação a questões sociais ou políticas pode receber publicidade positiva, promovendo seus pensamentos ou ganhando em vendas. Mas, quando o cenário é oposto, o prejuízo também pode ser fatal.

Considerando os riscos, expressar a posição de uma companhia nem sempre é estratégico. É necessário refletir sobre os limites do envolvimento em temas sensíveis, e até que ponto ele é ético ou mesmo sensato.

Não que empresas engajadas sejam uma novidade no mercado: há grandes organizações que se posicionam sobre assuntos como diversidade e responsabilidade ambiental há décadas.

A Natura, por exemplo, levanta a bandeira da sustentabilidade e do cuidado com o meio ambiente desde a sua fundação, em 1969.

Mas, mesmo com cases de sucesso no mercado, ainda é preciso cuidado. A transformação digital e a chegada da era da experiência deixaram as novas gerações muito mais conectadas.

Agora, os usuários estão mais atentos e dão um peso maior aos valores das marcas, não só ao que é oferecido por elas.

Uma pesquisa da agência Edelman revelou que 69% dos brasileiros levam em conta o posicionamento de marca (negativo ou positivo) em relação à sociedade antes de fazer uma compra.

Os valores expressos no posicionamento de marca e seus impactos no consumo

De acordo com um estudo realizado pela Opinion Box em 2019, 62% dos brasileiros dizem ser fiéis a alguma marca, comportamento que engloba acompanhar novidades e conferir o trabalho da empresa com certa frequência.

Ainda, 75% dos consumidores acompanham marcas de sua preferência por meio das redes sociais, enquanto 42% deles visitam constantemente seus sites.

Os dados só mostram como o usuário atual está ligado aos pronunciamentos feitos pela marcas que consome. Uma lembrança de que cada passo deve ser colocado na balança.

Política

Quanto a questões políticas, cerca de metade dos consumidores brasileiros (52%) acredita que marcas não devem apresentar posicionamento. 

O número de entrevistados a favor do posicionamento gira em torno de 30%, enquanto os indecisos representam 18%. Ou seja, ainda é uma decisão ousada, especialmente para pequenas empresas.

Os impactos positivos e negativos no consumo tendem a se equilibrar. Quando os ideais apresentados são aceitos, 22% dos consumidores estão dispostos a comprar mais daquela marca e 30% indicariam a empresa a terceiros.

Em contraponto, quando as ideias não batem com a orientação dos consumidores, 28% deles deixariam de comprar e 25% deixariam de indicar os serviços.

Ainda, 38% dos entrevistados afirmaram que boicotariam totalmente uma empresa que assumisse ideais políticos contrários aos seus.

É importante ter em mente que assumir um direcionamento político pode engajar parte de seu público, mas existem consequências. A chance de um boicote é real.

Por isso, a dica é conhecer a fundo o comportamento e as crenças de suas buyer personas.

Questões sociais

Já em relação a causas sociais, os entrevistados se mostraram muito mais abertos: 75% deles acham que empresas devem apoiar programas publicamente.

Entre os assuntos que mais engajam o público, estão:

Organizações que assumem seu apoio publicamente tem muito mais a ganhar do que a perder, já que 37% dos entrevistados comprariam mais de marcas que apoiassem projetos e 44% deles indicariam a empresa a terceiros.

Auxiliar uma causa, propagar programas sociais e ser reconhecido por isso é unir o útil ao agradável, porém mesmo nesses casos é preciso atenção.

Encontre um projeto que esteja alinhado com os objetivos e a cultura de sua marca. Quando uma empresa escolhe uma causa aleatória e não se envolve em nada com ela, é vista como oportunista.

Se for para assumir e ajudar, então envolva-se de fato. Qualquer tipo de hipocrisia ou ação dúbia pode trazer mais problemas do que soluções.

Como decidir um posicionamento de marca sobre temas sensíveis?

Antes de decidir apresentar ou não um posicionamento de marca, questione se o assunto tratado está de acordo com os valores da sua empresa. 

Também é importante considerar qual é o propósito por trás desse passo. O assunto em questão afeta o seu setor ou seus funcionários? 

Eles precisam que você fale por eles? De alguma forma, ele está relacionado à sua missão como empresa? Você está disposto a lutar pela causa, mesmo com suas consequências e impactos?

Os seus colaboradores concordam com ela ou estamos falando de um direcionamento que vem de altos cargos? A dica é refletir sobre as intenções por trás da ação, pesando se esse envolvimento realmente se encaixa na realidade da organização.

Um exemplo de ação que repercutiu de forma negativa foi o lançamento de uma modelo “plus size” na campanha Perfectly Fit da Calvin Klein. 

As usuárias questionaram a escolha da profissional, sua aparência e ainda afirmaram não se sentir em nada representadas por ela. A imagem, então, acabou virando piada na internet.

Por isso, pense na possível repercussão. Caso você tenha estudado seu público e entendido que vale o posicionamento de marca, pense em uma gestão de crise.

Assim, se houver efeitos negativos, a empresa já terá uma comunicação estratégica para lidar com comentários ou boicotes.




Onde estamos: o impacto real da inteligência artificial no marketing digital

Há décadas temos contato com o termo inteligência artificial. Mas será que realmente sabemos o que ele significa? Ou melhor, conhecemos, atualmente, os verdadeiros impactos desse conceito nos diversos segmentos, incluindo o marketing

Em 1956, nos Estados Unidos, John McCarthy, um professor universitário, foi o primeiro a utilizar a expressão. Em um estudo que contou com a participação de outros cientistas, McCarthy procurou meios de ensinar máquinas a utilizar linguagens, solucionar problemas e reproduzir funções humanas. Tudo, entretanto, se restringiu à teoria. 

Mesmo não passando de uma hipótese, o que foi proposto naquele período de certo modo se assemelha ao que temos atualmente. Mas onde será que estamos, hoje em dia, quando o assunto é inteligência artificial?

Neste blogpost, vamos abordar os reais avanços que tivemos no marketing digital graças às inteligências artificiais. Acompanhe!

Marketing + inteligência artificial = avanços importantes

Muitas das noções equivocadas que temos sobre as inteligências artificiais estão relacionadas, principalmente, aos filmes. São diversos exemplos que muitas vezes as representam como robôs que desejam, acima de tudo, substituir os humanos. 

Essas percepções fazem com que muitas ações desses softwares – que já se tornaram cotidianas – passem despercebidas por parte do público. Alguns exemplos:

Sistemas de sugestões

As recomendações que recebemos em ambiente online não são por acaso

Mecanismos de buscas como o Google, plataformas como a Netflix e até mesmo e-commerces se baseiam nos dados de navegação dos próprios usuários para sugerir determinados resultados ou produtos

Assim, a separação do conteúdo de acordo com a relevância para cada pessoa acontece por meio da inteligência artificial, com o que chamamos de Machine Learning!  

Com o Machine Learning, o bot consegue relacionar todas as informações coletadas do usuário com os assuntos que ele demonstrou interesse de alguma forma. E é assim que as sugestões que aparecem em nossas redes sociais com frequência acontecem! 

Marketing de conteúdo

O marketing de conteúdo também está relacionado com o Machine Learning. 

Existem plataformas que auxiliam o redator na criação de conteúdos mais relevantes, de acordo com uma estratégia personalizada para cada tipo de situação. 

Nesse sentido, a inteligência artificial exerce um papel significativo. Afinal, o conteúdo é de extrema importância para a captação de leads por meio do Inbound Marketing. 

Se o Machine Learning for aproveitado e usufruído com atenção, há a possibilidade de criar conteúdos mais valorizados e que podem ser melhor posicionados nos mecanismos de busca, como o Google, já que a otimização será pensada de uma forma mais eficiente.

Anúncios

Igualmente, os anúncios também podem ser impactados com a inteligência artificial. 

Com a tecnologia, é possível desenvolver publicações totalmente personalizadas para um nicho específico de pessoas. A partir das informações inseridas no momento da criação do anúncio, a IA consegue fazer relações que façam sentido para um determinado perfil de usuários. 

Essas combinações surgem a partir, novamente, do Machine Learning, que irá utilizar todos os dados comportamentais gerados pelos próprios clientes.

Chatbots

Provavelmente os chatbots são as IA mais conhecidas pelo público no geral. 

Atualmente, é comum encontrar em diversos sites a presença desses robôs, que também utilizam o Machine Learning para prestar auxílio a usuários em tempo real e a qualquer horário. 

Com o Machine Learning, os bots utilizam os dados de atendimento para responder perguntas simples e, muitas vezes, já programadas. Com o passar do tempo, a tendência é que eles aperfeiçoem a profundidade e a qualidade das respostas para aprimorar a experiência do usuário. 

E aí, acha que ficou por dentro do mundo da inteligência artificial e os impactos que atingiram o marketing digital? Para se manter sempre informado, fique de olho aqui no blog da Layer!

Como a Layer Up começou o RD Summit 2019 com o pé direito

O RD Summit é um dos eventos mais esperados no universo de marketing e vendas. Além de ser o maior do setor na América Latina, ele é reconhecido por levar tendências e informações relevantes para profissionais da área.

Em 2019, a equipe da Layer Up estava ansiosa para participar do evento não só pelos motivos acima. Neste ano, nossa agência digital participa do RD Summit como patrocinadora oficial premium, conta com um estande no espaço, leva produtos exclusivos (curso sobre o funil em Y, diagnóstico, mentoria e consultoria), concorre aos prêmios de Melhor Case e Especialista em Vendas, participa de palestras e painéis no evento e faz uma cobertura completa! Ufa!

Neste conteúdo, você verá tudo que rolou em nosso primeiro dia de participação. Confira:

Vencedores do prêmio Melhor Case do RD Summit

Na prática, o RD Summit 2019 começou apenas no dia 6, mas para os parceiros do RD Station, os trabalhos começaram antes. No dia 5, os RD partners participaram do Prêmio Agências de Resultado, que reconhece as melhores agências do Brasil.

A Layer Up foi um dos destaques da premiação. Nossa equipe contava com duas indicações, nas categorias Especialista em Vendas e Melhor Case, pelo trabalho com o Grupo Playcenter, e conquistou o título de Melhor Case.

O reconhecimento rendeu à Layer o título de umas das dez melhores agências digitais do Brasil.

Segundo a nossa CEO Samira Cardoso, o título reflete a nossa cultura. “É a prova de que estamos no caminho certo. Estamos muito felizes de começar o evento com esse prêmio na mão.”

Pelo evento, encontramos as responsáveis pelo marketing do Grupo Playcenter, a gerente Michelle Costa e coordenadora Juliana Porrino. “Esse prêmio é resultado do nosso trabalho em equipe. Ao longo do processo, vimos que a nossa necessidade era outra e precisamos fazer uma mudança em nossa cultura”, fala Michelle. “A gente sabe da dedicação que a agência tem em todos os momentos”, completa.

CEO da Layer Up e responsáveis pelo marketing do Grupo Playcenter durante o RD Summit

“A gente estava confiante no trabalho da agência, mas não sabíamos do trabalho das outras agências e da dimensão do prêmio. Esse foi o nosso primeiro ano de parceria e na plataforma RD Station”, explica Michelle.

Podcast: Show Me The ROI

Iniciando os trabalhos no primeiro dia oficial de RD Summit 2019, a agenda da nossa CEO Samira Cardoso estava cheia de compromissos para falar dos processos e projetos da Layer Up. Para começar, participamos de uma edição do podcast Show Me The ROI.

CEO da Layer Up participa de podcast Show me The ROI durante a premiação RD Summit

O tema do programa foi desvendar como a nossa agência digital usa o plano light (mais básico) do RD Station para vender versões mais completas.

Samira falou sobre a nossa experiência como usuários da versão beta da ferramenta light por oito meses e dos nossos projetos com a nossa parceira clínica Liv’in. 

Entre as dicas da nossa especialista, estão:

A edição será publicada em breve. Fique de olho!

Entrevista para o YouTube do RD Station

Se você tem curiosidade para conhecer mais sobre a carreira de Samira e a história da Layer Up, poderá conferir em breve no YouTube da Resultados Digitais.

Confira fotos:

Customer Talks – Hands On Marketing e Vendas: Performance de causar inveja

A Layer Up marcou presença no painel Customer Talks – Hands On Marketing e Vendas: Performance de causar inveja. No bate-papo mediado pelo co-fundador da Resultados Digitais, André Siqueira, Samira falou mais sobre os processos da Layer Up para gerar bons resultados.

Depois da vitória do prêmio de Melhor Case, nossa CEO aproveitou para contar mais detalhes das estratégias com o Grupo Playcenter para os participantes do painel.

Segundo Samira, uma das sacadas da nossa equipe foi diagnosticar corretamente que a dor que nosso parceiro apresentava era diferente da entendida por eles e oferecer a solução ideal.

No caso, nossa equipe reformulou a organização comercial da empresa e revolucionou as estratégias de marketing.

E o estande da Layer no RD Summit 2019?

Enquanto tudo isso acontecia no RD Summit 2019, o time da Layer Up estava presente na feira de negócios com soluções para os participantes do evento.

Com exclusividade, nossa equipe desenhou um curso sobre o funil de vendas, um diagnóstico, uma mentoria e uma consultoria.

As soluções estão disponíveis com exclusividade no estande e têm valores especiais. Além disso, conta com bônus e brindes especialmente desenhados para o evento.

Quem sabe a sua empresa não é o case de 2020?

Case de sucesso: MFM Ti – marketing digital

O poder do marketing digital na comunicação de uma empresa

Como a Layer Up conseguiu gerar bons números para a MFM Ti com estratégias de marketing digital
Com mais de quinze anos de experiência, a MFM Ti produz softwares e sistemas personalizados e completos para recuperação de crédito de empresas do mercado como credoras e empresas de cobrança. Seus objetivos são melhorar a porcentagem de inadimplências, recuperar clientes e garantir maior eficiência dos processos. Possui quatro produtos focados em recuperar crédito: 

marketing digital - case mfm
A MFM Ti entende a necessidade de entregar um software que viabilize a recuperação de clientes inadimplentes. A empresa enxerga a importância de respeitar a sensibilidade do momento de cobrar pendências entre uma empresa e seu cliente final sem afetar o relacionamento entre as duas partes.
Outros benefícios das soluções oferecidas pela empresa são a comunicação direta com bureaus de crédito, geração automática de boletos, processamento de arquivos de CNAB (Centro Nacional de Automação Bancária) e integrações com sistemas internos, como Billing e ERP Fiscal. 

A dificuldade da empresa de identificar o público certo para vender 

Durante as conversas com a MFM Ti que tinha como objetivo fazer com que a Layer Up entendesse melhor a empresa, identificamos a dificuldade em identificar o público-alvo. Além de não saber em que focar os esforços de vendas da equipe responsável, a MFM Ti também não sabia comunicar com clareza o propósito do produto oferecido pela organização e sua importância. 
Com essas informações como base, traçamos os objetivos da marca. Gerar leads apropriados e qualificados para ajudar a MFM Ti diminuir o seu esforço de vendas, garantir maior assertividade no cold call e gerar awareness para a marca para torná-la conhecida no mercado em que atua foram nossos pontos de partida. 

Conteúdo relevante e fluxos de nutrição ajudaram a educar o público da MFM Ti

Nossa equipe desenvolveu uma landing page para a captação de leads. No formulário, o usuário preenchia informações que eram necessárias para a qualificação dos contatos e no mostrar quais são os perfis de pessoas que teriam maior aderência às soluções da empresa. Assim, conseguimos compreender melhor o perfil ideal para o time comercial da MFM Ti.
marketing digital - case mfm

Para solucionar os problemas de comunicação da MFM Ti, o time da Layer Up baseou a comunicação da empresa em pilares mais estratégicos, a fim de oferecer conteúdos de qualidade e informativos nas mídias sociais e assim conseguir educar seu público. Também foi produzido conteúdo especial para alimentar o blog da empresa. 
marketing digital - case mfm
Além disso, elaboramos um fluxo de nutrição para as duas personas criadas para identificar quais são os clientes ideais da empresa, com a função de nutrir os leads capturados. Os e-mails desse fluxo disseminavam os conteúdos publicados no blog, ajudando os leads a se informarem melhor sobre suas dores e objetivos e, por fim, atingirem o momento certo para a aquisição das soluções ofertadas pela empresa. 
Mas essas não foram todas as ações colocadas em prática. Ao longo da parceria a Layer Up reestruturou o site pensando em estratégias de SEO e UX (User Experience) e ainda se dedicou à captação de leads por meio de estratégias de outbound marketing, aplicando metodologia do funil de vendas em Y.

Resultados alcançados com a estratégia de marketing digital

As estratégias desenvolvidas em parceria com a Layer Up ajudaram a MFM Ti a atingir alguns resultados, mesmo tratando-se de um novo posicionamento de marca. Entre os meses de janeiro e fevereiro de 2019, houve um aumento de 11,5% de usuários recorrentes no site da empresa, além de um crescimento de 17,84% das visualizações
O problema de não entender bem qual é o público que deve ser o foco das ações foi resolvido. Com as landing pages e as novas segmentações, notou-se um perfil específico com bastante interesse nas soluções da MFM Ti: mulheres, principalmente entre 25 e 35 anos, na região de São Paulo. Também foi descoberto o comportamento do consumidor: o público demonstra menor interesse pelo conteúdo gerado pela empresa nas redes sociais; em comparação, descobrimos que o público demonstra maior engajamento quando os conteúdos são enviados por e-mails do fluxo de nutrição
A landing page com o infográfico “Faça a gestão estratégica dos seus contatos de cobrança” conseguiu uma taxa de conversão de 60% e no mês de fevereiro, a MFM Ti conseguiu seis novos leads. 
Se você está buscando uma agência de Marketing Digital para ajudar a sua empresa a gerar leads qualificados para a área comercial, fale conosco!
A LAYER UP: Aceleramos o crescimento de empresas utilizando estratégias de Marketing e Vendas, análise de dados e otimização de resultados, produção de conteúdo e campanhas com foco em performance. Para isso desenvolvemos nossa metodologia com layers de planejamento, ações e BI. Somos a agência Layer Up!

 



O Twitter é uma boa opção para marcas?

Desde 2006, os usuários da internet podem usufruir do Twitter. Com o objetivo de ser um microblog e ter um número de caracteres limitado – inicialmente, 140 e, desde 2017, 280 – a rede social teve ascensão por sua proposta instantânea  de compartilhamento de informações.

Mas será que usar o Twitter para marcas é uma boa ideia para empresas de qualquer segmento?

Em uma época em que o interesse das marcas no ambiente digital estava apenas engatinhando, o Twitter propôs um meio informal, direto e rápido de conversa com o usuário. Dessa forma, empresas passaram a utilizá-lo como meio de divulgação.

Mas, embora tenha em média 300 milhões de usuários ativos mensalmente no mundo inteiro, o Twitter perdeu espaço para plataformas que oferecem alinhamentos diferentes. O Facebook (mais de 2 bilhões de usuários) e o Instagram (mais de 1 bilhão de usuários), por exemplo, são duas delas.

As redes do Mark Zuckerberg, inclusive, despontaram também como as preferidas de quem procura por formas de geração de leads nas mídias sociais.

Por isso, há um questionamento frequente em relação à relevância do Twitter para marcas. Ele deve ser utilizado como uma estratégia de negócio?

A aproximação com o usuário é benéfica ou pode se tornar um problema? Responderemos para você a seguir. Confira!

Entenda o funcionamento do Twitter

Muitas empresas contam com um perfil ativo no Twitter. É comum que, por lá, exista um profissional responsável pela produção de conteúdo e pelo gerenciamento do relacionamento com o cliente.

Porém, o conteúdo para o Twitter se diferencia do que é feito para o Instagram e o Facebook. Como os tweets possuem um espaço de escrita resumido, a comunicação precisa ser breve.

Por isso, é interessante apostar em fotos, imagens e GIFs. Eles podem ser incluídos ao texto ou postados separadamente.

Além disso, o Twitter é uma plataforma que proporciona um diálogo bastante democrático. Isto é, as marcas podem ter seus conteúdos consumidos com maior facilidade e, consequentemente, terão um feedback mais rápido.

Esse, inclusive, é um dos pontos que fazem com que muitas empresas utilizem a rede. A Magazine Luiza, por exemplo, conseguiu humanizar a marca através do perfil da Lu, uma personagem criada para interagir diretamente com os usuários e possibilitar uma presença maior na plataforma. 

Eu quando assisto programas de culinária #MasterChefBR pic.twitter.com/THsTpd6Mol

— Lu do Magalu (@magazineluiza) 25 de agosto de 2019

Vale a pena usar o Twitter para marcas?

A fácil adesão do usuário ao conteúdo publicitário faz com que o retorno por meio do Twitter seja interessante para as empresas.

Contudo, é preciso que essa comunicação seja trabalhada de maneira cuidadosa. Como usuários do Twitter estão acostumados com a instantaneidade, a demora em uma resposta por parte da marca pode gerar retornos negativos.

Além disso, a pressa em oferecer a solução para o usuário pode fazer com que mal-entendidos ocorram. É assim que podem surgir feedbacks problemáticos, que impactam diretamente na reputação da empresa, seja no online ou offline.

Dessa forma, marcas que procuram se posicionar no Twitter precisam se dedicar a produzir conteúdos de qualidade.

As postagens devem funcionar, principalmente, como um método de engajamento com o usuário e não como um rebote prejudicial.

Twitter para marcas

Não limite o Twitter ao SAC

Embora muitos usuários busquem o Twitter para sanar dúvidas rapidamente, a presença de uma marca não pode se limitar a esse processo, que é semelhante a um SAC.

Para isso, é importante saber que o Twitter oferece meios para que a haja a possibilidade de postagens e acompanhamentos frequentes na plataforma. Há, inclusive, métodos que permitem o agendamento de tweets e o recebimento das principais hashtags do momento via e-mail.

Também é possível encontrar plug-ins que proporcionam a visualização de tweets por meio de um menu pop-up – dentro do navegador, sem a necessidade de abrir o site. Há outras ferramentas que tornam possível a convergência dos seus tweets em status de outras redes sociais, como o Facebook.

Esses exemplos, unidos a boas estratégias de marketing, podem fazer com que o Twitter se torne uma ponte para links externos e consiga, então, gerar leads para a marca. 

Twittar ou não: eis a questão

Utilizar ou não o Twitter para marcas é uma decisão que vai caber aos objetivos internos da empresa. O principal ponto a ser analisado é a dedicação às atualizações de conteúdo e o contato frequente com o usuário.

Também é fundamental ter em mente que as técnicas utilizadas no Twitter não podem ser exatamente as mesmas de outras redes sociais, já que os propósitos são igualmente diferentes.

Além disso, é bom lembrar que, nos últimos anos, o Twitter foi a principal plataforma para a divulgação de fake news disparadas por bots. Isso pode impactar no nível de confiabilidade por parte dos usuários a alguns conteúdos.

Portanto, ter uma conta verificada e assegurar a qualidade de todos os materiais publicados é imprescindível.

Que tal começar uma estratégia e utilizar o Twitter para marcas agora mesmo?

O Twitter é uma das principais redes sociais do mundo. É uma boa oportunidade para empresas? Veja como utilizar o Twitter para marcas!

Erros de marketing digital: saiba quais são as melhores soluções

Adotar estratégias modernas e efetivas de comunicação não é mais algo opcional, mas uma questão de sobrevivência para qualquer empresa que precisa atrair oportunidades de negócio e não perder espaço para os concorrentes.

Mas é preciso ser estratégico para não cometer alguns dos vários erros de marketing digital. Afinal, às vezes uma ação pouco inteligente pode ser mais prejudicial do que benéfica para a sua empresa.

Um estudo recente da consultoria McKinsey, chamado de Digital Marketing Readiness, mostrou que a maioria das companhias brasileiras deixam a desejar em marketing digital.

Ou seja, apesar do país apostar bastante nesse segmento, as empresas ainda não possuem maturidade nele.

Mas a gente quer que você consiga aplicar o melhor do marketing na sua empresa, alcançando resultados cada vez mais expressivos. Por isso, listamos problemas comuns e as soluções que aplicamos aqui na Layer Up.

1 – Não definir personas

Pode parecer básico, mas um dos principais erros de marketing digital é não definir uma persona, o personagem criado para representar o público-alvo.

Ou seja, não traçar corretamente todas as características, objeções, dores e o mapa da empatia de quem compra o seu produto, aquele que deve ser o foco de suas estratégias.

Muitos gestores têm a ideia de que atingir qualquer um é o correto, mas acredite, isso só vai atrapalhar você.

No mercado B2B, tem ainda outro agravante: o comportamento do público corporativo não é igual ao consumidor final, nem vice-versa. Caso a sua empresa atue nas duas frentes, é necessário definir estratégias diferentes para cada uma.

Aqui na Layer Up, todo esse levantamento é realizado no início de qualquer trabalho com um parceiro, ainda na fase de planejamento.

2 – Ignorar o funil de vendas

Também não basta sair em busca do cliente ideal e não saber como abordá-lo. Além de um processo comercial bem definido e saber qualificar os leads, é preciso entender em qual fase eles estão dentro do funil de vendas/ jornada de compra.

Geralmente esse processo é dividido em fases como conhecimento, consideração e decisão, que podem guiar a sua empresa na hora de produzir conteúdos e saber se comunicar com cada oportunidade de acordo com sua maturidade de compra.

Lembre-se: a abordagem deve ser feita no momento certo, sem pular etapas e nutrindo o lead até que ele esteja pronto para fechar um negócio com você.

A gente trabalha com as estratégias de inbound marketing e outbound 2.0 juntas no funil em Y. Inclusive, já falamos detalhadamente sobre os temas por aqui.

3 – Não atualizar a sua base de e-mails

Esse é um dos erros de marketing mais comuns nas empresas. Tenha em mente que ter uma base gigantesca de e-mails não significa que seus disparos terão boas aberturas e que todos vão ler o que escreveu.

No meio da sua lista, podem ter vários endereços incorretos ou desativados, por exemplo, o que influencia diretamente no sucesso do seu disparo.

Quando o assunto é e-mail, qualidade é sempre melhor que quantidade! Mantenha suas listas bem segmentadas e limpas, assim você vai chegar na pessoa certa e conquistar os resultados desejados.

A solução aqui é sempre atualizar as listas que tiver para evitar hard bounce e soft bounce, que são taxas de rejeição de e-mail quando retornam por destinatário inexistente ou caixa de entrada cheia, respectivamente.

Aqui, a gente se preocupa muito em acompanhar e limpar as bases para alcançar boas taxas de entrega.

Também traçamos uma estratégia bem definida de comunicação e automação para não ser inconveniente ou sobrecarregar a base com e-mails que não sejam interessantes.

4 – Não mensurar ações

Mais um item que merece estar na lista de erros de marketing é não acompanhar as métricas das ações. Não basta enviar uma newsletter, publicar um blogpost, fazer uma publicação nas redes sociais ou uma campanha de Ads.

É preciso estar diariamente acompanhando os resultados, taxas de clique e abertura, audiência, entre outras taxas de acompanhamento.

O diferencial do marketing digital é justamente a inteligência estratégica. Então, use todo o potencial das ferramentas e os dados gerados por elas para estar sempre otimizando o que você produz em busca do melhor resultado.

5 – Não impulsionar

Por fim, o último erro é não impulsionar o que se produz. Apesar de ser possível alcançar seu público de forma orgânica, os resultados nunca vão ser tão satisfatórios quanto um impulsionamento pago.

As próprias redes sociais limitam o alcance orgânico das publicações. Então, essa é uma estratégia que não pode ser descartada. Na Layer Up, estruturamos um plano de mídia bem definido para que o seu conteúdo tenha bons acessos.

Não cometa esses erros de marketing digital!

Gostou das dicas? Aqui no blog publicamos várias outras para você apostar nesse mercado. E se precisar de ajuda, é só entrar em contato!

Conheça quais são os principais erros de marketing digital das empresas que entram nesse universo e saiba como evitá-los no seu negócio.

Deal flow: a metodologia que revela o futuro das metas da sua empresa

Hoje, viemos falar que você pode, sim, prever o futuro, basta entender o que é deal flow. Não estamos falando de um carro como do filme De Volta para o Futuro, calma! Mas esta metodologia certamente fará você bater metas e alcançar a tão sonhada previsibilidade.

Já alertamos: é possível encontrar esse termo escrito de duas formas. Deal flow, a maneira que vamos citar ao longo do material, e dealflow. Ambas estão corretas e tem o mesmo significado.

Se deseja um guia para o processo de inbound e outbound marketing da sua empresa, você está no lugar certo! Com o deal flow você saberá se a meta estabelecida é alcançável e quanto precisa correr para atingi-la.

Vamos lá?

Deal Flow: a bola de cristal que sua empresa precisa

Deal Flow
Nós sabemos que existem meses extremamente difíceis para equipes de marketing e vendas. Quando faltam poucos dias para o fechamento do mês, todos ficam em uma correria absurda para atingir seu objetivo.

Sabia que não precisa mais ser assim.

Claro, rotinas agitadas sempre irão existir. Porém, é possível saber — antes mesmo dos últimos dias do mês — qual o tamanho do esforço que você e toda sua equipe terão que fazer para alcançar a meta.

Pode falar pra gente. Isso já seria um avanço muito grande, não? Esse é exatamente o objetivo do deal flow: estimar os esforços que serão necessários para atingir a meta da empresa. Ele, antes de tudo, analisa todo o processo e funil de vendas.

Como? Vamos ilustrar o funil de vendas em Y para deixar mais claro para você.


Quando o gerente, CEO ou até mesmo líderes impõem uma meta um pouquinho maior, não é uma tarefa tão simples. Afinal, quantos leads precisam chegar até o seu funil para, de fato, serem convertidos em vendas?

Quer aumentar as metas? O deal flow vai te ajudar nessa decisão e dizer o quão distante você estará do objetivo.

Taxas de conversão nas etapas do funil de vendas

Como falamos, para saber o quão distante está de uma meta ou para aumentar esse número, é preciso fazer um análise um pouco mais complexa.

Para conseguir chegar em uma conclusão, você deve considerar os números de conversão de todas fases do processo.

Ao mudar o objetivo do seu time e não estudar o processo de compra inteiro, a meta dificilmente será alcançada. Isso pode ser uma grande frustração para equipe.

E desmotivar colaboradores pode interferir diretamente nos resultados obtidos por sua empresa. E isso está longe de ser nossa intenção com o deal flow.

Vamos levar em consideração que, em determinado período, 100 leads foram conectados e entraram no seu funil em Y.

Deste número, 20% — ou 20 leads — são qualificados e tornam-se MQL (Marketing Qualified Leads). Ou seja, eles já possuem um bom repertório de informações e já foram qualificados o bastante.

Na sequência, dos 20 leads classificados como MQL, 50%, ou seja, 10 leads, avançam e são identificados como SQL (Sales Qualified Leads).

E o que isso quer dizer? São contatos mais inclinados a uma aquisição, isto é, estão prontos para uma proposta. Chegou a hora do seu time comercial entrar em ação!

Vale destacar que esse número é o ideal nessa transição de MQL para SQL. Se estiver muito diferente disso, a possibilidade de existir um desalinhamento entre marketing e vendas é muito grande.

A próxima etapa é a última, quando o SQL vira, de fato, um cliente da sua empresa. Ansioso para saber quantos irão seguir no funil?

Dos 10 leads que continuam com você, 25% serão consumidores do seu produto ou serviço. Ou seja, 2,5 leads serão convertidos em clientes no final de todo o processo do seu funil em Y.

Resumindo: se quiser aumentar a meta em apenas 3 vendas, lembre-se que é preciso atrair um pouco mais de 100 leads para o funil de vendas do seu negócio.

Ah, sempre leve em consideração o ciclo de vendas da sua empresa. Isto é, se o seu produto leva um tempo maior para ser vendido, esse resultado certamente levará mais tempo para ser atingido.

Trata-se de uma tarefa muito desafiadora para os times de marketing e vendas. Como falamos, se não houver um alinhamento perfeito entre esses setores, o resultado não será positivo.

Por isso, trouxemos um presente para você. Um e-book gratuito que mostrará todos os sintomas que equipes de marketing e vendas apresentam quando não há sintonia nas estratégias.

São pontos fáceis de identificar e apontamos quais são as soluções para estes problemas. Baixe agora e dê um UP nos seus resultados!

Alinhamento marketing e vendas

 

Inbound Marketing ou Outbound Marketing: qual a estratégia mais eficiente para e-commerce?

Tratando-se da estratégia digital para o seu e-commerce, é sempre preciso avaliar as soluções – o Inbound Marketing e o Outbound Marketing podem ser seus grandes aliados!

Já falei no blog da Layer Up um pouco sobre estratégia digital para e-commerce e agora quero falar especificamente sobre Inbound Marketing e Outbound Marketing.

→ Qual dessas duas estratégias você acha que ajudaria sua loja virtual a se tornar mais eficiente e lucrativa?

Se nenhuma resposta surgiu ainda, fique tranquilo pois vou te ajudar a resolver esse dilema. Antes de tudo, vale a pena explicar rapidinho o que cada uma pode fazer pelo seu negócio.

Bastidores do Inbound Marketing e Outbound Marketing

Os termos em si não dizem muito sobre seu significado. Em um palpite rápido, você pode pensar que talvez eles tratem de algo interno e externo, certo? Esse é um conceito muito vago, mas que pode fazer sentido.

Para realmente mergulhar nessas estratégias de marketing, é preciso entender um pouco dos bastidores de cada uma individualmente.

Vamos começar pelo Inbound, uma das estratégias de Marketing Digital que ganha cada vez mais destaque e é responsável por bons resultados de empresas de diversos segmentos.
Para o bom desempenho da estratégia de Inbound, há três ações extremamente importantes:

O Inbound Marketing é responsável por gerar um público consumidor que chega até seu e-commerce já sabendo exatamente o que quer comprar, quanto custa e como funciona. Seu cliente chega pronto!
Isso ocorre especialmente devido às ações de criação de conteúdo otimizado e disparado em blogs e redes sociais, por exemplo.
Já o Outbound provavelmente é um velho conhecido seu, só que com um nome um pouco mais moderno. Ele pode ser encarado como o Marketing Tradicional – aqueles anúncios de televisão, ou campanhas publicitárias dos jornais que você já está acostumado a ver.
Nesse caso, a marca apenas joga uma informação rápida ao alcance do cliente e depois ele mesmo terá que entrar em contato e descobrir as informações que precisa para a decisão de compra por meio do site, loja ou falando com um vendedor por algum canal de comunicação direto.

E agora, qual estratégia de Marketing Digital será melhor para meu e-commerce?

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Primeiramente, é importante você saber que não terá uma estratégia certa e outra errada. No caso do Inbound e Outbound, é possível fazer as adaptações necessárias, de acordo com o perfil do seu negócio e usar ações complementares para ajudar a potencializar a presença da marca frente ao consumidor.

Tudo depende do objetivo que se quer conquistar, do budget disponível e das necessidades que precisam ser supridas.
No Inbound Marketing, por exemplo, há algumas etapas que devem cumpridas, como:

Ou seja, por meio de um conteúdo atrativo, que traga informações relevantes em uma linguagem acessível ao consumidor, é possível atrair o cliente passo a passo no processo de jornada de compra, se relacionar com ele de uma forma mais próxima, até que a decisão seja tomada e você garanta uma conversão de venda.

Seja por meio da divulgação de e-books, disparo de e-mail marketing, ou campanhas pagas no Google e em redes sociais, a ideia é utilizar a ampla gama de possibilidades que o Inbound Marketing oferece para atrair o cliente cada vez mais para perto da marca.

→ Tudo isso pode ser complementado pelas estratégias Outbound, como divulgar uma promoção específica em rádios e jornais para atingir um público mais amplo, aumentando as chances de venda. Depois, guiar esses novos clientes em potencial até o conteúdo Inbound, para que se possa qualificar cada vez mais essa clientela e assim seja possível ter uma segmentação bem definida, um público fiel.

O caminho das pedras

Ao entender a diferença entre Inbound e Outbound, e saber um pouco mais sobre como cada estratégia se desenvolve, fica mais fácil perceber a importância da definição de objetivos que se deve ter para escolher a melhor opção para seu e-commerce.
caminho_inbound marketing_outbound
Pergunte-se sempre:
– O que espero obter com as ações de Marketing? Conversão de vendas? Aumento de leads? Segmentação de público? Reforçar a imagem da marca no mercado?

Esse é um excelente primeiro passo para sua decisão e que com certeza vai guia-lo para o sucesso.
Quer saber mais sobre Inbound e Outbound e criar uma estratégia de Marketing Digital para seu negócio? Conte com a Layer Up porque essa é nossa praia. Acesse nosso blog, ou entre em contato.


Comércio eletrônico no Brasil vive ritmo acelerado de crescimento há dez anos

Panorama geral do comércio eletrônico no Brasil mostra o porque de o setor estar em constante crescimento

O mercado do comércio eletrônico no Brasil está cada vez mais atrativo. Números recentes mostram os avanços e a evidente evolução do setor.

Você que atua na área, seja com uma loja virtual que complementa o serviço da loja física, ou focado apenas no ambiente online, pode se beneficiar dessa boa fase.

Quer saber mais sobre o atual cenário do comércio eletrônico no Brasil?
Então vem comigo e acompanhe os números!

 

comércio eletrônico no brasil

 Para o alto e avante

O ano de 2017 foi bastante expressivo para o comércio eletrônico brasileiro. Segundo dados da Ebit, empresa que mede a reputação das lojas virtuais, no primeiro semestre do ano passado o faturamento dos e-commerces chegou a aumentar 7,5%, o que representa R$ 21 bilhões.

O crescimento também vale para o número de pedidos, que teve um salto de 48,5 milhões, em 2016, para 5,3 milhões.

O que pode justificar esse crescimento, além do aumento constante no acesso à Internet, é uma queda nos preços, que segundo o índice FIPE Buscapé, representou uma deflação de 5,38% entre junho de 2016 e 2017.

Com isso os consumidores, que gostam bastante de economizar, compraram mais. E não foram somente os compradores online habituais. Esse grupo cresceu e novos integrantes chegaram, atingindo a marca de 25,5 milhões de novos usuários.

Mas isso não é novidade

Desde 2008, o comércio eletrônico no Brasil tem se destacado. A empresa especializada em pesquisas Mintel já chegou a divulgar relatórios que mostraram um crescimento do setor de quase 250% em cinco anos (entre 2008 e 2013).

Mesmo com hábitos de consumo bastante diferentes dos que observamos hoje, há dez anos esse mercado já mostrava a força que tem.

E o consumidor mudou?

Muito! Os consumidores brasileiros estão cada vez mais perdendo o medo das compras online. Afinal, esse tem se tornado um ambiente cada vez mais seguro e eles mesmos passaram a receber mais informação para poder se proteger – o que é excelente.
Em linhas gerais, o que se pode observar é que:

Aliás, atualmente é possível fazer compras nas próprias plataformas, como é o caso do Facebook. Mais cômoda, a opção oferece ao consumidor maior agilidade, complementando o negócio

Esses são apenas alguns exemplos das mudanças de comportamento dos compradores. Com essas alterações de hábitos, alguns segmentos ganharam destaque.

Setores como os de moda e saúde tiveram um aumento de 14,8% e 12,2%, respectivamente, no número de pedidos.
 

O futuro do comércio eletrônico no Brasil

Quer uma boa notícia? A onda de crescimento promete não parar.

Diversas pesquisas, como as do próprio Ebit, estimam que esse setor se desenvolva mais ainda. Para 2017, por exemplo, a expectativa era de um crescimento de 10%. Superando essa estimativa, o registro final foi de 12%, de acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico.

Algum palpite para a expectativa de 2018? A Associação está otimista e afirma que o crescimento pode chegar a 15%.
Vale lembrar: datas como Black Friday e Natal são sempre oportunidades de bons ganhos no setor.

Como já dissemos, o número de consumidores dos e-commerces tem aumentado e esses novos compradores das lojas virtuais também são um dos motivos que confirmam as expectativas de crescimento.

Para fazer parte desse mercado promissor e tão concorrido, o melhor é sempre contar com uma boa estratégia de Marketing Digital e caprichar na divulgação.



Você também pode acessar o blog da Layer Up para conhecer mais sobre estratégias, ferramentas e dicas práticas sobre Marketing Digital
e assim melhorar cada vez mais o desempenho do seu e-commerce.

Marketing Digital para e-commerce: a estratégia certeira para o seu comércio eletrônico

Uma boa estratégia de Marketing Digital pode ampliar e aumentar as vendas do seu e-commerce. Se você ainda tem dúvidas sobre o poder do Marketing Digital para e-commerce, pare tudo o que está fazendo agora e preste atenção ao que vou dizer aqui: para esse modelo de negócio, isso será seu melhor investimento em divulgação.

Caso contrário, como você vai competir com os milhares de e-commerce que existem por aí? – são mais de dois milhões no mundo, segundo o portal E-commerce Brasil.

Mas não se desespere. Vamos pensar juntos.

Todas essas empresas que já fazem parte do mercado têm um excelente faturamento? A resposta é: não! O motivo? Arrisco a dizer que as falhas nas estratégias de Marketing Digital podem fazer um grande estrago. E para não cair nessa mesma armadilha é que vamos descobrir juntos qual o melhor caminho para chegar ao sucesso.

Por isso esse post é muito importante para quem quer nadar entre negócios prósperos e crescer cada vez mais. Você está pronto para isso?

 

 

Antes do Marketing Digital para e-commerce

Antes mesmo de começar a pensar em sua estratégia de Marketing Digital para e-commerce, é válido falar sobre algumas crenças que estão enraizadas na mente de muitos.

Ainda há empreendedores que cometem alguns deslizes quando abrimos discussão sobre os motivos que os levaram a abrir um negócio digital.

Muitos pensam:

 

A melhor estratégia é…


… conhecer muito bem o seu próprio negócio.

Ninguém melhor do que você para dar todos os detalhes do e-commerce e orientar uma estratégia de marketing muito bem definida e efetiva.

Sem essa base, tudo pode desandar e sua divulgação corre o risco de não surtir efeito.

Melhor evitar o desperdício de tempo e dinheiro, não é mesmo?

Portanto, esteja sempre por perto para acompanhar cada passo da sua empresa digital. A partir disso é possível desenvolver inúmeras metodologias que vão facilitar o processo de definição da estratégia.

Uma delas é a SMART, que, na verdade, se aplica para qualquer modelo de negócio. Funciona mais ou menos assim:

  1. S Específica (specific)

Defina metas e expresse bem quais números você gostaria de atingir.

  1. M Mensurável (mensurable)

Trace planejamentos mensuráveis, que você possa avaliar e checar se estão de acordo com as metas definidas anteriormente.
Por exemplo: “com a campanha digital da promoção de Natal foi possível converter 500 vendas no período de 3 semanas, o que está acima da meta estabelecida”.

  1. A Alcançável (attainable)

As metas estabelecidas precisam ser alcançáveis para seu negócio. Não fuja da realidade.

  1. R Relevante (relevant)

Seus objetivos precisam fazer sentido. Eles tem de ser extremamente relevantes para seu negócio.

  1. T Temporal (timely)

Trabalhe bem com prazos. Seu cronograma deve ser muito bem organizado e, se possível, apresentar definições de novas metas regularmente, em ciclos enxutos. Assim será possível diversificar os investimentos e ampliar as oportunidades de conversão de vendas, criando ações inovadoras e atrativas.

Aplicada no Marketing Digital, especialmente para e-commerce, essa metodologia pode guiar uma estratégia que irá trazer excelentes resultados, principalmente se for gerada junto ao seu conhecimento pessoal e profissional sobre seu empreendimento digital.

A partir desse ponto, é importante conhecer as ferramentas com as quais você pode contar para gerar a melhor estratégia possível, como o Google AdWords, SEO, Redes Sociais, E-mail Marketing e muitas outras.



Você também pode acessar o blog da Layer Up para conhecer mais sobre estratégias, ferramentas e dicas práticas sobre Marketing Digital
e assim melhorar cada vez mais o desempenho do seu e-commerce.

Público-alvo: 5 dicas para acertar em cheio sua buyer persona

Você conversa da mesma forma com seu chefe, sua família e seus amigos? Provavelmente não – e isso é completamente normal!

Na comunicação da sua marca, isso não pode ser diferente. Não basta saber quem é o público-alvo de forma superficial, é preciso entendê-lo e saber quais os perfis de pessoas existem dentro do seu target. A partir disso, é possível definir uma comunicação muito mais assertiva. No marketing de conteúdo, chamamos esse estudo de perfil de buyer persona.

 

Mas como encontrar no meu público-alvo uma buyer persona certeira?

A resposta para essa pergunta não é assim tão simples. É preciso estudo, análise e pesquisa. Tudo para entender o público, o que ele procura e quais são suas dores. De forma geral, é como se você pinçasse uma pessoa de dentro do seu target e detalhasse todas as suas características (físicas, demográficas e psicológicas). Calma, a gente te ajuda a fazer tudo isso. Confira nossas 5 dicas avançadas para construir uma buyer persona!

1. Entendendo o público-alvo

Uma vez um cliente bateu à nossa porta, preocupado: “minha marca não está atingindo o público certo”. Ele desenvolveu um produto com a ideia inicial de atender ao público feminino com idade superior a 25 anos. Mas, quando aquele produto começou a ser comercializado, viu que a comunicação não funcionava bem. Foi quando constatamos que, na realidade, o público que tinha interesse no produto era mesmo feminino, porém muito mais jovem do que ele havia imaginado. Por isso, a falha de comunicação.

A lição que tiramos disso? É preciso entender quem, de fato, é seu target! E isso não se faz apenas com base no que você acredita que possa ser. É preciso validar o produto no mercado e analisar a fundo o segmento. Tentar se comunicar com um público que você não conhece é como ter um alvo no lado direito, mas atirar flechas apenas para o lado esquerdo.

 

2. Construindo a buyer persona


A buyer persona é uma personagem (fictícia ou real) e, assim como todas as que a gente conhece, precisa ser o mais detalhada possível. Isso inclui dar a ela uma profissão, idade, indicar o local onde mora, além, é claro, de um nome.
Informações até mesmo improváveis sobre essa pessoa ajudarão – e muito – na construção dos pilares e do tom da comunicação.

Caso estejamos falando com um público mais jovem, por exemplo, é provável que sua marca gere mais engajamento usando uma linguagem leve e descontraída. E por isso é tão importante entender como essa persona se comunica.

Para obter esses dados, além de estudar o mercado em que você está inserido e qual é o público que mais o movimenta, você pode entrevistar pessoas que sejam um modelo de cliente ideal para o seu negócio.

Caso seu produto ou serviço já seja comercializado/oferecido há algum tempo, uma maneira de entender seu público-alvo é entrevistando alguns clientes. Já se o seu negócio está em construção, busque potenciais clientes da sua marca.

3. Interesses da buyer persona

Entender os interesses do seu público-alvo de modo abrangente é extremamente importante. Além de identificar os canais e redes em que sua persona está presente, esse passo te ajudará a lançar ganchos muito mais certeiros, principalmente se você estiver pensando em uma estratégia de Inbound Marketing.

Por exemplo, se você oferece cursos de graduação e sua persona se interessa pelo sucesso na vida profissional, você pode produzir pautas que, aos poucos, irão direcioná-la à sua empresa: “Qual é o segredo para o sucesso na carreira profissional?”.

Mas os interesses do público-alvo não são apenas importantes para estratégias de conteúdo. Entender e falar sobre os assuntos pelos quais sua persona se interessa, e abraçar as mesmas causas dela, também irá criar afinidade, gerar identificação e atribuir valor à marca.

 

4. Dores e objeções

Assim como acontece com os interesses, informações das dores e objeções da sua persona podem ser grandes aliadas na produção de pautas. Além, é claro, de reforçar a identificação entre público e marca.

Ao identificar as dores, você deve listar o que aflige seu público-alvo. Não necessariamente se trata de algo negativo, como o nome sugere. Pode ser também um grande desejo ou algo de que sua persona precisa. O sonho de ter uma casa própria, a necessidade de um tratamento odontológico ou a preocupação com o futuro dos filhos são alguns exemplos disso.

Também é importante entender as dores que estão diretamente relacionadas ao seu produto ou serviço. Se você tem um restaurante orgânico, uma dor do seu público pode ser a vontade de consumir alimentos mais naturais e saudáveis.

Já as objeções são o que podem impedir sua persona de consumir seu produto ou serviço. Isso é o que torna ainda mais importante identificar essas objeções. Aos poucos, você deve criar argumentos que convençam a persona de que ela precisa da sua empresa. Isso pode acontecer nas pautas de conteúdo, nas chamadas de redes sociais ou até mesmo no contato direto.


Lembra do restaurante orgânico? Uma objeção do público desse estabelecimento pode ser referente ao custo dos pratos. Para derrubar essa objeção, será necessário explicar o motivo pelo qual esse tipo de alimento, geralmente, tem um valor maior.

Além disso, você deverá reforçar o quanto vale a pena pagar um pouquinho a mais para se alimentar de forma saudável.

5. Mapa da empatia

Em linhas gerais, entender a fundo sua persona é a chave para se comunicar com ela de forma assertiva. Uma das melhores formas de fazer isso é criar um mapa da empatia.

Nesse material, mapeamos o que essa pessoa , pensa/sente, fala/faz e escuta, além das suas necessidades e dores (sobre as quais já falamos um pouquinho no tópico anterior). Na hora de listar esses detalhes, não se limite apenas ao que está relacionado à sua empresa. Procure entender o tipo de entretenimento que ela consome, o que costuma ler na internet, ouvir no rádio ou conversar com os amigos no horário do almoço. Acredite, esses simples detalhes vão fazer muita diferença na comunicação.

Tendo claros esses pontos, e mergulhando no universo que o rodeia, fica muito mais fácil fazer abordagens certeiras.


Já está pronto para sair desse conteúdo e criar a buyer persona da sua empresa com 100% de confiança? Caso não se sinta seguro para fazer isso por conta própria, temos uma notícia que vai melhorar seu dia: essa é uma das especialidades da Layer Up!

Podemos te ajudar a traçar uma buyer persona e ainda definir uma estratégia de comunicação muito mais assertiva para a sua marca.

Você está pronto para o Up?


Tudo o que você precisa saber para ter uma agência de resultados

Você, que tem uma agência de publicidade, sabe que além de apresentar peças publicitárias geniais para os clientes, seu negócio tem que garantir resultados. Ou seja, ele também precisa ser, literalmente, uma agência de resultados.

E agora eu te pergunto: como garantir que um comercial de televisão vai atingir – e atrair – exatamente seu público-alvo, se ele é transmitido em um canal aberto?

Complicado, não é mesmo? Mas eu posso provar para você que o marketing digital é capaz de mudar essa história.

Ok, você já deve saber que essa é uma das melhores soluções para entregar resultados com assertividade. Só que muitos proprietários de agência de publicidade reconhecem a importância do papel do marketing digital apenas na jornada de compra do consumidor. Mas é preciso entender 100% como os processos de ações digitais funcionam.

Tem mais: alguns desconhecem que existe a complexidade de analisar métricas e o investimento em profissionais especializados para cada demanda.

Se esse não é o seu caso, talvez esse post traga algumas informações repetidas para você. Mesmo assim, recomendo a leitura, já que vou falar também sobre capacitação de equipe e você pode encontrar algum dado relevante.

Agora, se você ainda está implementando os serviços de marketing digital e não sabe exatamente como atingir resultados, esse post é indispensável.

Está pronto para tornar seu negócio em uma agência de resultados? Então vamos lá.

Quantidade não necessariamente gera valor

A primeira lição de todas é não se deixar enganar pelas chamadas “métricas de vaidade”. E o que isso quer dizer? Eu vou dar um exemplo prático para mostrar.

Imagine que seu cliente quer promover a loja de roupas para pets dele e ao passar o briefing insiste que precisa ter mais de cinco mil “likes” na página do Facebook.

Isso pode ser facilmente conseguindo ao criar campanhas digitais, não é verdade?

Mas o que esse cliente não compreende – e você deve explicar – é que para realmente vender mais e tornar a marca conhecida entre o público-alvo, é preciso segmentar muito bem as campanhas para que elas cheguem até as pessoas certas.

Ou seja, é melhor ter duas mil curtidas de Leads na página, do que cinco mil de um público que passa longe do perfil a ser alcançado.

Além disso, as métricas utilizadas devem indicar os resultados e não somente o volume de interações, por exemplo.

Não sabe do que estou falando?
Aqui estão algumas das métricas que valem o investimento:

Enfim, esses são resultados que realmente mostram que o dinheiro que seu cliente investiu já retornou para ele. Analisá-los detalhadamente é o que trará diferencial para seus serviços.

Estamos entendidos? Ótimo, porque agora eu vou seguir falando de uma peça fundamental para seu negócio se transformar em uma agência de resultados.

Sua equipe precisa estar preparada

Eu acredito muito na força do trabalho em equipe e, especialmente quando se trata de Marketing Digital, essa união é muito mais do que necessária. Ela é vital, pois sem um grupo forte e capacitado as ações não sairão do papel.

Você sabe quem deve fazer parte do time da sua agência de resultados?

Antes de responder, eu quero que você preste atenção nesses dados:

A pesquisa Digital Roadblock: Marketers Struggle to Reinvent Themselves, realizada em 2014 pela Adobe, analisou profissionais de Marketing dos Estados Unidos.

Ela revelou que 76% dos profissionais acreditam que o modelo antigo de Marketing, como os grandes anúncios para televisão, já não são mais suficientes, e outros 76% dizem que é preciso estar mais focado em dados para se ter sucesso.

Mesmo cientes dessas necessidades, 30% desses profissionais afirmam que não evoluem na área de atuação por conta da falta de treinamento em novos conhecimentos e também pela incapacidade das empresas se adaptarem às novidades.

Essa também é uma realidade no Brasil.
Por isso, você precisa investir em profissionais que compõem uma equipe de Marketing, como:

Alguns desses profissionais, inclusive, já fazem parte da sua agência. Mas será que eles estão capacitados para atuar no Marketing Digital?

Esse pessoal precisa não só de um conhecimento aprofundado, como também da percepção de que a análise de métricas é primordial para trazer resultados e que essa é uma tarefa difícil, mas muito relevante.

Você tem que estruturar esse departamento de forma que todas as etapas de um planejamento de Marketing sejam preenchidas, principalmente a de análise.

Eu vou ser sincera com você: enxergo somente duas maneiras de fazer isso.
 

Solução nº 1

Olhe para a equipe que você já tem em sua agência de publicidade. Há como encaixar uma nova demanda para alguns dos profissionais?

Se sua resposta for sim, eu aconselho a capacitar esses colaboradores para que eles possam sanar as lacunas dos serviços de Marketing Digital.

Isso evita que você tenha que contratar mais gente para formar uma nova equipe. Mas, o que traz uma certa economia, pode tropeçar na questão do tempo.

Leva um bom tempo até que seus colaboradores passem por cursos de especialização, comecem a praticar planejamentos e estratégias, e realmente absorvam todo conhecimento.

Se você tem essa possibilidade de espera, essa solução já deve funcionar para você. Mas se não é esse seu caso, vem comigo que vou te levar para uma segunda opção.
 

Solução nº 2

Se o tempo de aprendizado é uma barreira para você, que tal contar com um modelo pronto de capacitação, que ao mesmo tempo já corrija possíveis falhas na prática de ações digitais?

Eu quero oferecer aqui uma saída que confio muito e que vai otimizar seu tempo e dinheiro. Além de tudo, é uma opção que será decisiva na transformação do seu negócio em uma agência de resultados.

Você pode contar com uma agência de marketing digital para prestar alguns dos serviços e também atuar com uma consultoria para que você possa fazer os ajustes necessários em sua equipe.

O que você ganha com isso?

A ideia é que você encontre uma agência parceira. Eu falei a verdade para você até agora e, mais uma vez, vou ressaltar algo muito real: as técnicas de mensuração de resultados são bastante complexas e trabalhosas.

Não é fácil gerenciar todos os relatórios e analisar todos os gráficos que as ferramentas automatizadas entregam. Quanto mais apoio você tiver, melhor.

E sem essa etapa de análise, os resultados simplesmente não aparecem.

Como selecionar a melhor agência de marketing digital

Até aqui falei sobre a importância da análise de métricas, do investimento na estrutura de equipe e sobre as possíveis soluções para seu negócio se tornar uma agência de resultados.

Eu imagino que você percebeu que é muito válido contar com apoio de especialistas nesse processo, não é mesmo?

No caso de contratar a consultoria de uma agência de marketing digital, eu deixo aqui um alerta: busque por referências e só feche um contrato quando tiver certeza da credibilidade dessa empresa parceira.

Para ter certeza da sua escolha, confie em agências que:
– Contem com um bom portfólio
– Apresentem bons cases de sucesso
– Mostrem qual é a equipe que estará disponível e qual a capacitação de cada integrante
– Tenham experiência no mercado
– Demonstrem real interesse e compromisso em apresentar as melhores soluções para seu negócio e para seus clientes
Preste atenção: se você contratar uma agência de Marketing que não cumpra com o prometido e não trabalhe com responsabilidade, sua imagem também será prejudicada diante dos seus clientes. Isso sem falar no prejuízo de investimento.

E já que eu toquei nesse assunto, vou aproveitar para guiar você até o post em que conto como a Layer Up, minha agência de marketing digital, atua com agências de publicidade parceiras.

Acesse aqui e descubra como a consultoria de Marketing funciona na prática.


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