Marketing olfativo: por que aderir a essa estratégia?

Usar os sentidos para conquistar a atenção do cliente pode criar a atmosfera perfeita de vendas. Por isso, hoje vamos conversar sobre marketing olfativo.

A tendência está muito relacionada ao neuromarketing, estudo que se propõe a buscar padrões de comportamento por meio de pesquisa e testes neurológicos.

Mas, enquanto este campo de conhecimento está empenhado em descobrir como o cérebro pode ser estimulado a comprar graças aos sentidos, a proposta do marketing olfativo é aplicar essas descobertas e criar gatilhos.

Como o marketing olfativo funciona?

Por meio de fragrâncias e aromas que atuam no sistema límbico, é possível influenciar as emoções e comportamentos sociais das pessoas para vender mais.

Criar a sensação de aconchego, novidade, relaxamento, necessidade. Cada marca deve escolher o gatilho que combina melhor com o seu produto ou serviço.

O objetivo sempre é criar uma ligação na mente das pessoas, uma associação da sua empresa a um sentimento positivo.

Os aromas também reforçam a identidade e o posicionamento da marca, diferenciando-a da concorrência.

Uma vez que o cliente conheceu e comprou o seu produto, a fragrância trabalhará em sua memória afetiva, fazendo com que o cérebro fidelize a empresa.

Pesquisas revelam que, dentre todos os sentidos, experiências com o olfato são disparadas aquelas de que melhor nos recordamos ao longo da vida: 35% contra 15% do paladar, 5% da visão, 2% da audição e 1% do tato.

Como aplicar essa tendência?

Mais do que fazer a ambientalização de lojas, é possível adicionar o cheiro aos seus próprios produtos. Um grande case é a marca de sapatos Melissa. Quem nunca sentiu o aroma característico das suas sapatilhas enquanto passeava pelo shopping? 

E, mesmo depois de meses de uso, o cheiro continua no produto. Ao senti-lo na prateleira de sapatos, a memória automaticamente remete a empresa.

Conseguimos replicar essa estratégia para qualquer segmento. Uma empresa que vende cremes para cuidados com a pele, por exemplo, pode adicionar essências naturais aos seus produtos.

Campanhas externas são outra opção. Na Coréia do Sul, a empresa Dunkin Donuts decidiu que precisava encontrar novas formas de aumentar as vendas de café.

Eles então colocaram borrifadores automáticos com essência de café nos ônibus, ao mesmo tempo em que o jingle da marca tocava. As vendas aumentaram em 29%, e os visitantes na loja cerca de 20%.

Caso o serviço oferecido seja abstrato, é possível apostar na aromatização de brindes. Caixas, tags, cupons físicos, embalagens, garrafinhas, calendários. Nada como deixar os presentes ainda mais marcantes.

Em casos de e-commerce, vale a mesma regra. Borrife o seu aroma nas caixas ou plásticos de envio, junto com um recado ou tag personalizada.

Todas essas ações servirão como reforço da preocupação da empresa com o cliente, além de sua própria identidade.

Para continuar gerando experiência, conheça também o live marketing. Saiba mais em nosso blogpost:

Luz, câmera, ação: como o live marketing pode te aproximar dos clientes

Live marketing (ou marketing de experiência) é uma estratégia que tem como objetivo promover o engajamento do público com as marcas.

No ano passado, esta metodologia foi muito explorada por meio de transmissões ao vivo nas redes sociais, como shows, cursos, workshops e até webinars empresariais. 

Porém, o live marketing vai muito além disso. Ele envolve todas as ações, campanhas e eventos para proporcionar aos consumidores uma experiência inesquecível com a marca.

Por que o live marketing está virando tendência?

Em um mundo cada vez mais digital, as empresas estão sempre em busca das melhores maneiras de atrair seu público, comunicar, engajar e, principalmente, gerar experiências.

E, para isso, é necessário abranger todas as maneiras de mostrar para o seu cliente mais que o seu produto: é preciso provar o seu valor.

É aí que está o desafio. Estamos em constante transformação, principalmente quando falamos de digital, e a todo momento somos bombardeados de conteúdos e informações.

Está cada vez mais difícil conquistar a atenção dos consumidores. Desta maneira, as empresas não têm medido esforços para gerar sentimentos no seu público-alvo, colocando-os na posição central na relação com as marcas.

Mas e na prática, como funciona o live marketing?

O que te faz querer comprar um produto ou serviço? A beleza? O gosto? O cheiro? A sensação de felicidade que aquilo vai te proporcionar?

Os motivos são muitos e os profissionais de marketing sabem disso! Por isso, uma das maneiras de utilizar o live marketing é por meio do marketing sensorial.

Ou seja, é estimular em suas campanhas os cinco sentidos (visão, audição, paladar, tato e olfato) para despertar a atenção e ganhar interesse dos seus clientes.

Você pode trabalhar todos eles juntos ou usar apenas aqueles que fazem sentido para o negócio, uma vez que a ideia é apenas despertar no seu consumidor a necessidade de possuir o seu produto ou serviço.

Dessa maneira, ele fará a compra a partir de estímulos que podem causar a sensação de bem-estar, desejo e pertencimento.

Além de do marketing sensorial, você pode fazer:

Por que usar o live marketing?

Se a sua ideia é gerar valor, engajar, fidelizar e proporcionar conversões, esses são bons motivos para usar esta estratégia.

Além disso, o live marketing vem crescendo a cada ano. Em 2016, a AMPRO (Associação de Marketing Promocional) já apontava que o setor movimentava R$ 43,9 bilhões anualmente. 

Outro ponto positivo que podemos destacar é a quantidade de dados e informações relevantes que podem ser gerados com essas ações.

Da mesma maneira que seu consumidor está perto de você, ele também está acompanhando seus concorrentes e, com as redes sociais, é fácil descobrir a opinião do seu público.

Desta forma, entender o que você pode fazer melhor ou diferente para atender às necessidades de quem de fato irá consumir o seu produto ou serviço fica ainda mais fácil.

Trabalhar com live marketing é fugir do óbvio. É customizar as ações de acordo com o perfil de cada cliente.

Cases de sucesso

Se a ideia do live marketing é fugir do óbvio e, além de estabelecer, reforçar laços com o seu público, essas campanhas deram um show.

Festival TUDUM Netflix

No início de 2020, a Netflix realizou o Festival TUDUM Netflix e decidiu levar para os clientes uma experiência imersiva de suas criações.

Nos quatro dias do evento, que aconteceu na Bienal do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, os fãs puderam encontrar seus ícones da Netflix e ainda passear nos mundos de alguns filmes e séries. 

O sucesso foi tão grande que, em outubro do mesmo ano, o evento teve sua segunda edição totalmente digital, transmitida pelo YouTube da própria Netflix. 

Além disso, o TUDUM também contou com um almanaque de 100 páginas impresso e entregue para 100 mil fãs de todo o Brasil que se cadastraram previamente para recebê-lo.

Coca-Cola

Esta empresa não poderia faltar por aqui. Seus cases de live marketing são conhecidos e lembrados por todo mundo.

Afinal, em 2012, quem não ficou procurando seu nome nas latinhas de Coca-Cola? Ou quem  nunca se emocionou com os filmes de final de ano da marca?

E os 14 mil fãs que a Coca-Cola permitiu que fizessem shows juntos com seus ídolos no Espaço Coca-Cola Fã de Música, no Rock in Rio?Com certeza eles jamais esqueceram essa experiência! 

Palitos premiados da Kibon

Lá em 2008, a Kibon lançou a promoção “Palitos premiados”. Quem encontrasse o produto premiado ganhava um iPod no lugar do próprio picolé. 

Na época, foram distribuídos mais de 10 mil prêmios em 90 mil pontos de vendas espalhados pelo país e a campanha gerou um aumento de 31% nas vendas.

Com esses cases, podemos ver que o live marketing vai muito além de uma ação promocional ou evento. Ele aproxima a marca do público e, por meio de experiências marcantes, o fideliza.

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