Balanço de dados: as necessidades e tendências do mercado de tecnologia

A tecnologia impulsiona os direcionamentos a serem seguidos por diversas outras áreas. Isso significa que as necessidades e as tendências do mercado de tecnologia são ainda mais instantâneas.  

Por isso, a capacitação é essencial. Estima-se que o mercado de tecnologia no Brasil tenha um déficit anual de cerca de 24 mil profissionais. A falta de qualificação é um dos principais motivos, o que torna ainda mais importante o acompanhamento das tendências e necessidades dessa área. 

Mas o que você precisa saber para se manter bem informado? Hoje trouxemos os principais caminhos que devem ser seguidos nesse mercado. Confira!

A importância dos dados – Big Data e Analytics, eternas tendências do mercado de tecnologia

Já há algum tempo falamos sobre dados. O Big Data, caracterizado por ser um conjunto de dados, gerados em grande velocidade, foi uma grande tendência há alguns anos – e ainda é. 

A diferença é que agora, como nunca, a análise desses dados está sendo utilizada para garantir maior previsibilidade de negócio e assegurar decisões otimizadas, que realmente gerem recursos à empresa.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Economist Intelligence Unit, empresas com crescimento médio de mais de 10% no indicador EBITDA são as que mais analisam várias fontes de dados para a tomada de decisão. O estudo também aponta que 81% dessas companhias se consideram mais eficazes em extrair informações com base nas suas análises. 

Nesse mesmo sentido, surge então outra tendência importante: a integração de dados. Se antes o armazenamento era feito de forma segmentada, por setores, agora, por meio de softwares, há a possibilidade de reunir todos os dados em uma só fonte. 

Assim, é possível ter uma conexão entre toda a empresa e garantir inteligência de mercado para obter informações precisas, que confirmem o melhor caminho para otimizações na gestão empresarial. 

Blockchain e o registro seguro

Você já ouviu falar do Blockchain? Desde 2016, essa é uma das principais tendências do mercado de tecnologia e, desde então, ela vem sendo aprimorada e empregada nos mais diversos segmentos. 

O Blockchain é uma tecnologia pública de banco de dados. Foi primeiro utilizada pelo Bitcoin, a fim de proteger os registros de transações, graças criptografia utilizada por ela. 

O uso pelo Bitcoin fez com que muitas pessoas atrelassem o Blockchain ao setor financeiro. Mas ele é muito mais do que isso. As vantagens dessa ferramenta estão ligadas à possibilidade de registro seguro de documentos, arquivos e produtos, prevenção de falsificações em diversos cenários e rastreabilidade de serviços

Atualmente, empresas gigantescas do ramo da tecnologia utilizam o Blockchain com diferentes objetivos. A Amazon, por exemplo, oferece ferramentas na plataforma para empresas que não querem investir em sua própria.

Esse foi o caso da Nestlé australiana, que usou a ferramenta da Amazon para lançar uma nova marca de café. Por meio de um QR code, os usuários conseguem saber em qual fazenda os grãos do café foram plantados e como foram torrados. 

A BMW também passou a utilizar o Blockchain para identificar seus carros de maneira digital. Agora, é possível rastrear e conectar veículos para compartilhamento de dados, como a velocidade, geolocalização e as intenções do motorista.

Esses dados são úteis para que a marca consiga entender melhor o seu público e otimizar os carros no futuro. 

Mas a utilização do Blockchain não para no exterior. Por aqui, o governo federal pretende começar a utilizar a plataforma para vender energia elétrica. Legal, né?

Um novo capítulo para a computação em nuvem

Armazenar arquivos em nuvem também já não é uma novidade. Mas esperamos um grande crescimento desse setor, causado pela tendência da Computação em Nuvem Distribuída

Nesse caso, o modelo funciona da seguinte forma: os provedores de nuvem distribuem os serviços para várias regiões. Assim, os dados são segmentados; ao invés de se concentrarem em um grande centro, eles são repartidos em centros menores. 

Essa é uma novidade boa, que promove mais agilidade para empresas que precisam acessar dados instantaneamente. Portanto, é um benefício que deve ser seguido de perto por quem busca maior qualificação no mercado de tecnologia. 

Alexia, Siri, Cortana, Google Assistente… seriam elas as responsáveis pela próxima revolução digital?

As inteligências artificiais são importantes tendências do mercado de tecnologia. Embora elas já sejam uma realidade e estejam presentes em qualquer smartphone ou computador, a cada dia o avanço das IAs são acompanhadas de perto

Junto com elas, vem o machine learning, um passo gigantesco para a automação e uma tecnologia essencial para os chatbots, por exemplo. É por meio dela que as IAs conseguem aprender com o comportamento humano e tornar a experiência do usuário cada vez mais automatizada e prática

Nesse caso, é importante sempre estar de olho, porque as inteligências artificiais sempre estão em processo de otimização e melhorias, além de contarem com um investimento gigantesco

De acordo com o IDC, os esforços globais com a inteligência artificial devem alcançar a faixa dos 98 bilhões de dólares em 2023. Para margem de comparação, o gasto em 2019 foi de 37,5 bilhões de dólares. 

Além disso, segundo pesquisa realizada pela consultoria americana Accenture, atualmente apenas 23% das empresas fazem uso da inteligência artificial.

Mas esse cenário deve mudar: para 63% dos executivos que foram entrevistados, há a expectativa de que a IA seja implementada nos próximos anos em ambientes não controlados. 

Com tantas novidades, como me manter antenado nas tendências do mercado de tecnologia? 

Como já falamos, o mercado de tecnologia é muito amplo e está sempre repleto de tendências. Por isso, é muito fácil ficar para trás dos concorrentes

Nesse cenário, a Layer UP pensou em você e decidiu realizar o maior e mais completo evento 100% online e gratuito para empresas de tecnologia. É o Benchtech, que vai acontecer no dia 12 de agosto, das 10h às 21h

Isso mesmo, serão dez horas de palestras com importantes players da tecnologia. Os assuntos vão variar entre transformação digital, marketing, vendas, customer success e transformação analítica, sempre voltado para a área de tecnologia. 

Vai perder a oportunidade de acompanhar as tendências tecnológicas com os melhores profissionais, e sem pagar nada por isso? Construa um benchmarking completo:

Big Data: onde estão as empresas brasileiras?

A tecnologia está em constante evolução, e ficar atento às tendências desse mercado pode ser um desafio. Existem diferentes conceitos que buscam revolucionar os negócios, e o Big Data é um exemplo bastante eficiente.

Diante de tantas opções, muitas vezes algumas técnicas acabam passando despercebidas. Por isso, é necessário conhecer todas as novidades para ter a certeza de que o seu negócio está atualizado.

O Big Data oferece grandes vantagens a empresas de diferentes segmentos. Mas como isso acontece? Como funciona essa metodologia? Quais são os seus objetivos, e como os seus resultados são implementados em um negócio? É o que vamos descobrir!

Análise de dados e os 5 V’s: conhecendo Big Data

A análise de dados se tornou indispensável em diferentes negócios. Entretanto, para que ela realmente seja eficiente, é preciso saber utilizar as informações fornecidas de maneira eficiente.

Muitas das vezes contratamos serviços que nos oferecem uma série de relatórios, mas não sabemos o que fazer com aquele grande volume de dados. O Big Data surge como uma solução para este problema.

Isso porque ele centraliza as informações obtidas por meio de diferentes origens (sendo elas externas ou internas) e identifica a semelhança ou padrões existentes entre elas. Depois, o processamento desses dados é realizado de maneira automática, criando as estatísticas relacionadas ao negócio em questão.

Assim, analistas são capazes de catalogar esses padrões e utilizá-los de forma eficiente na área em que atuam, obtendo bons resultados.

Não só isso: ao entender as tendências do mercado por meio de análises mais aprofundadas, é possível se preparar para o futuro do segmento e se adaptar a ele previamente.

Para que isso seja possível, o Big Data se baseia em alguns princípios que ficaram conhecidos como os 5 V’s. Vamos conhecê-los.

Volume

Como já falamos, o Big Data analisa dados de origens variadas. Por isso, lida com um grande volume de informações.

Hoje, com as redes sociais e os smartphones, essa quantidade multiplica exponencialmente. Afinal, estamos sempre conectados e compartilhando conteúdo, o que gera dados a serem processados.

É importante, então, que o Big Data seja capaz de lidar com esse alto fluxo.

Variedade

Redes sociais, pesquisas de mercado, cadastros de clientes, pesquisas, dispositivos eletrônicos: são muitas as origens dos dados analisados pelo Big Data, e manter a variedade é de grande importância.

Ao entender o comportamento de clientes de diferentes perfis, cria-se técnicas mais eficientes para que a venda seja feita.

Nesse caso, é necessário lidar com dados estruturados (aqueles que são colocados em um banco de informações assim que coletados) e não estruturados (aqueles que ainda não foram catalogados).

Velocidade

Encontrar padrões de forma rápida e eficiente é extremamente importante quando tratamos do Big Data.

Lidamos com dados de variadas origens que chegam constantemente à base de informações. Caso eles não sejam processados de maneira ágil, começam a acumular, e os resultados são prejudicados.

Essa computação deve possuir grande capacidade operacional. Hoje, os sistemas na nuvem vêm ganhando espaço por seu bom desempenho e baixo custo.

Veracidade    

Reunir e analisar uma série de dados sem ter certeza de sua veracidade é uma perda de tempo. Informações falsas comprometem todo o trabalho.

Sendo assim, é necessário filtrar os relatórios obtidos para ter a certeza de que somente dados verdadeiros passam para a próxima fase.

Ao mesmo tempo, é preciso ter cuidado para utilizar apenas informações que sejam pertinentes ao trabalho dos analistas no momento da coleta.

Valor

Depois que as análises são feitas, é importante saber utilizar as estatísticas obtidas de forma a agregar valor ao trabalho realizado por um negócio. Caso contrário, tudo terá sido feito em vão.

Por isso, é necessário ter um time competente que saiba lidar com um grande fluxo de dados e consiga aplicá-los aos processos de uma empresa.

Por onde começar?

Deu para perceber que o Big Data pode ser empregado de diversas maneiras em um só negócio, não é mesmo?

Por estarmos lidando com dados variados, eles são aplicáveis em diferentes segmentos e áreas de um mesmo setor. Mas, para que os resultados sejam satisfatórios, é preciso identificar as melhores maneiras de implementar tais informações.

Além disso, é interessante investir na cultura data driven, ou seja, guiada por dados. Educar os funcionários e todo o time e fazê-los entender a importância dessas informações e sua aplicação é o primeiro passo que deve ser tomado.

Big Data no Brasil: mercado com grande potencial

Estamos tratando de uma técnica de grande importância para todos os negócios. Por isso, é de se esperar que ela seja popular nas empresas brasileiras. Mas essa ainda não é uma realidade.

A divulgação da TIC Empresas 2019 mostra que a cultura data driven ainda não é disseminada no país.

Podemos perceber isso pelo fato de que, em 2019, somente 4% das empresas brasileiras afirmaram que realizaram a análise de Big Data. Esse dado mostra que ainda temos um caminho a ser percorrido até que tais análises se tornem naturais no Brasil.

Em outras palavras, existe um vasto mercado a ser educado, explorado e aproveitado pelas empresas de tecnologia!

Até lá, é possível afirmar que grande parte dos negócios perde oportunidades para aqueles que já deram um passo na direção do futuro.

Mercado de tecnologia: atualize seus conhecimentos e construa benchmarking

Conhecer e experimentar as tendências tecnológicas é imprescindível para obter bons resultados no mundo atual!

Por isso, a Layer Up organizou um evento online e gratuito de imersão no setor de tecnologia: o Benchtech!

O evento foi realizado no dia 12 de agosto de 2020 e teve dez horas de conteúdo sobre transformação digital, marketing, vendas, customer success e transformação analítica, tudo voltado para o segmento.

É sua chance de descobrir as estratégias que grandes players do mercado estão adotando e construir um benchmarking completo, analisando a concorrência e acompanhando tendências. No link abaixo você garante acesso a todas as palestras gravadas. Confira: 

O mercado do futuro: nichos da tecnologia que ganham cada vez mais espaço e investimento

Não adianta tentar fugir. A tecnologia está cada vez mais presente na rotina das pessoas pelo mundo inteiro e isso impacta, é claro, nos negócios. É por isso que, quando falamos em mercado do futuro, é impossível não falar sobre avanços tecnológicos. 

Quem está de olho nos assuntos da atualidade, com certeza já ouviu falar sobre transformação digital, inteligência artificial, internet das coisas e outros termos que têm tudo a ver com esses avanços. 

Porém, além desses temas “mais gerais”, também vale a pena ficar atento em pontos mais específicos. E uma boa forma de checarmos as tendências é ficarmos de olho nas startups que têm recebido investimentos expressivos no país. 

Mercado do futuro: nichos com grandes investimentos

O relatório Inside Venture Capital Brasil, divulgado pela Distrito, estudou startups que têm origem e operação nacional. Em 2019, aproximadamente US$2,7 bilhões de dólares foram investidos em startups brasileiras. 

Considerando a quantidade de investimentos, vamos destacar os quatro setores  com maior número. As FinTechs receberam 62 investimentos no ano passado, movimentando cerca de US$935 milhões. Em seguida, as RetailTechs tiveram 31, e movimentaram cerca de US$210 milhões.

Ainda de acordo com o relatório, o terceiro lugar em número de investimentos ficou com as HealthTechs, sendo 24 que movimentaram US$43 milhões. E, em quarto lugar, as HRTechs, com 18 investimentos que rodaram US$344 milhões, ou seja, mais do que o segundo e o terceiro lugar. 

FinTechs: cada vez maiores 

Entre os setores citados, o mais famoso com certeza é o das FinTechs. Em resumo, Fintechs são empresas que usam da tecnologia de forma inovadora para oferecer serviços no setor financeiro. O termo FinTech é uma abreviação de financial technology, ou seja, tecnologia financeira. 

Assim, elas podem ser de investimento, controle financeiro, pagamento, crédito, empréstimo, bitcoins, entre outros. Nomes famosos como Nubank e PicPay podem ser considerados exemplos.

Voltando ao relatório e às startups, mais um dado expressivo: em 2018, foram 45 investimentos que movimentaram US$338 milhões. Isso significa que em 2019 o aumento foi de 276%. 

RetailTechs: tecnologia no varejo 

E em RetailTechs, já ouviu falar? Retail significa varejo, então fica mais claro que essas são empresas que trazem soluções de tecnologia ou transformação digital para esse setor.

Além dos dados apresentados no relatório, também não podemos deixar de lado uma outra tendência: o omnichannel.

Com o uso de diferentes canais de comunicação de forma interligada, o virtual e o físico devem se tornar “uma coisa só”. Afinal, os consumidores estão cada vez mais exigentes e buscam por esse alinhamento entre o meio online e offline.

Só esse já é um bom motivo para afirmar que a tecnologia deve, sim, colaborar mais para o setor de varejo. A variedade de soluções criadas é enorme, indo do foco em personalização para cada consumidor até outras voltadas para logística.

Healthtechs: mais avanços, mais saúde

Apesar de o valor de investimentos nesse setor ser o menor entre os quatro citados, o crescimento de 2018 para 2019 foi bastante significativo. Em 2018, foram 10 investimentos que movimentaram US$8,5 milhões.

Considerando os números citados anteriormente, isso significa que em 2019 houve aumento de 140% no número de investimentos e de 406% na soma de valores rodados. 

Além disso, mais do que serem ótimas para facilitar processos dentro do setor de saúde, as HealthTechs também tem outro ponto importante: com melhores processos, trazem mais qualidade, o que por sua vez torna o setor de saúde melhor. 

Ou seja, além de tecnológicas, as HealthTechs podem colaborar para avanços em pesquisas que podem impactar diretamente na vida das pessoas. 

HRTechs: um novo cenário para recursos humanos

Imagine se a área de recursos humanos das empresas puder atuar de maneira cada vez mais estratégica, integrando processos e utilizando de métricas para acompanhamento dos funcionários. Essa não é uma realidade distante e é exatamente a proposta da HRTechs. 

Hoje, já existem diversas empresas desse tipo com foco em recrutamento, produtividade, treinamento de equipes e até mesmo bem-estar corporativo. 

Entre 2018 e 2019, o número de investimento em startups do setor aumentou três vezes, indo de 6 para 18. E o que mais chamou atenção foi o aumento da soma de investimentos, que em 2018 era apenas US$4,6 milhões. Com os US$ 344 milhões de 2019, houve aumento de 7378%.

O mercado do futuro: as novidades não param 

Esses são apenas quatro exemplos de setores que vêm ganhando novas startups e também chamaram atenção dos investidores brasileiros. Isso não significa que podemos deixar de ficar de olho nos outros. 

As AdTechs, empresas que trabalham com compra e venda de mídia e usam de tecnologias para aumentar impressões e taxas de cliques,  por exemplo, também receberam mais de US$ 200 milhões em investimentos em 2019. 

O fato é que, na era da transformação digital, as novidades não vão parar de chegar. E quem quer estar ligado no mercado do futuro para a tecnologia não pode deixar de se atualizar constantemente e olhar para o que os concorrentes estão fazendo.

Por isso, a Layer Up organizou, desenvolveu e conduziu o Benchtech, evento que aconteceu no dia 12 de agosto de 2020.

Gratuito e online, o Benchtech reuniu mais de onze horas de palestras com grandes players do setor sobre transformação digital, marketing, vendas, customer success e transformação analítica. 

Quer descobrir as estratégias que profissionais considerados referência do mercado estão adotando e construir um benchmarking completo da área? Inscreva-se abaixo e confira todas as palestras apresentadas no dia 12:

 

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