Os Topic Clusters vão revolucionar seu SEO

A forma usual de trabalhar SEO (Search Engine Optimization) já é uma velha conhecida de quem produz conteúdo: pesquisar palavras-chaves e, em torno delas, construir informações relevantes que conversem com a persona. Então, o que os Topic Clusters podem trazer de novo? 

Ao invés de guiar a produção de conteúdo somente por termos com alto volume de busca, a nova estratégia encontra as maiores dores de sua persona, desenvolvendo assuntos centrais e criando diversas produções paralelas ligadas a eles.

Ou seja, um determinado tópico é escolhido como “pilar” e são produzidos conteúdos derivados dele (os “clusters”), todos ligados por meio de links.

Topic Clusters: um diferencial para seu blog

O uso dos Topic Clusters vai mudar a organização dos conteúdos, deixando-os mais ordenados tanto para quem alimenta o blog, quanto para o usuário que lê as postagens.

Atualmente, a maioria dos blogs não tem uma estrutura de separação das suas publicações por assunto. Existem apenas as categorias, que servem para compilar conteúdos do mesmo nicho. Essa divisão geralmente é ampla.

Por isso, a estruturação de uma página de conteúdo completa, com direcionamento para outras postagens com o mesmo tema  – desmembrado em diversas frentes – pode ser um grande diferencial.

Afinal, o usuário vai encontrar tudo o que procura em um só lugar, de forma sistematizada, e continuar navegando pelo seu site por meio das linkagens.

Esse caminho traçado pelos links também faz com que o site seja facilmente escaneado pelos crawlers (os robôs do Google), o que ajuda muito na indexação das páginas pelo mecanismo de busca.

Como aplicar os Topic Clusters?

Escolha seus pilares

Entender o comportamento do seu público e conhecer as dores ou desejos dele é essencial nessa primeira etapa. 

Mesmo que a persona tenha interesse em diversos tópicos, você precisará priorizar os temas que devem trazer mais resultados.

Uma reunião de pauta com sua equipe pode solucionar a questão, compartilhando as ideias do grupo e definindo os assuntos por grau de importância.

Desenvolva os clusters

Agora que já tem os pilares definidos, é hora de selecionar os clusters ou “publicações satélites”.

Aqui, cabe pesquisar o tópico escolhido no Google e ver que tipo de conteúdo os resultados nas melhores posições trazem, que complementos a plataforma oferece para o assunto e quais são as pesquisas relacionadas.

Você também deve conferir variações do tema no Keyword Planner, verificando o volume de buscas de cada termo.

Imagine que a sua empresa é uma corretora de investimentos procurando pessoas que querem investir pela primeira vez mas não sabem por onde começar. 

Você e sua equipe decidiram que “como começar a investir” é um bom pilar central. O tema desperta o interesse da persona, provavelmente tem alta busca e oferece diversas opções de desmembramento

Algumas das opções sugeridas pelo mecanismo de busca são: “como montar uma carteira de investimentos? Qual é o meu perfil de investidor? Quanto devo investir por mês?”.

Assim, seus profissionais vão mesclar as sugestões da plataforma com assuntos que sabem ser dúvidas da persona, criando a lista de clusters.

Comece as produções

Ao contrário do que alguns podem pensar, a primeira parte das produções são os próprios clusters.

Com a lista fechada, defina a ordem de produção e garanta que todas as possibilidades oferecidas pelas pautas sejam exploradas pelo redator.

A estratégia pode ser definida por tempo (produzir blogposts durante um semestre) ou por quantidade mínima de artigos.

Estruture o conteúdo pilar

Ao fim do processo, é hora de trabalhar a página pilar. Ela deve ser extensa, aprofundando o tema central com todas as informações coletadas em pesquisas para os clusters até então.

Como os redatores já escreveram sobre os assuntos citados, é importante evitar qualquer tipo de repetição ou “copia e cola”.

O ideal é redesenhar as informações de maneira que todos os elementos (gerais ou específicos) se encaixem em um todo, fazendo sentido para o usuário.

Como conteúdos mais longos atraem leitores exigentes, que realmente desejam compreender o tema, seu texto precisa ser envolvente e de alta qualidade.

Para deixar a página dinâmica, inclua menus de navegação, botões que levem aos clusters, imagens e vídeos ilustrativos.

Como será longa, é necessário adicionar um botão fixo que possa levar o usuário diretamente ao topo.

Construa os links internos

Nessa etapa, você deve adicionar os links de todos os clusters na página pilar. Caso exista algum outro conteúdo que não faz parte da estratégia de Topic Clusters, mas que fale de um tema citado no texto, também é possível linká-lo.

Depois de estruturar o pilar central, acesse os clusters e inclua um link para o conteúdo principal.

Vantagens do Topic Clusters

Além de melhorar a relevância e a autoridade do seu domínio e de suas páginas na pesquisa orgânica, a estratégia também vai gerar mais leads relevantes para seu negócio.

Quem busca conteúdos épicos geralmente nutre um interesse considerável pelo assunto. Caso a pessoa navegue pelos links e consuma outros artigos, as chances de criar um vínculo com sua marca e vê-la como referência crescem ainda mais.

Entender como funciona o Google é um grande passo para o sucesso dos seus conteúdos

Todos os dias, são feitas mais de 3,5 milhões de pesquisas no Google. Seu mecanismo é presente em nossa rotina há anos, mas grande parte de seus usuários não o entende. Por isso, resolvemos esclarecer, de maneira geral, como funciona o Google e qual é o papel do SEO.

O Search Engine Optimization, como você deve saber, é um conjunto de técnicas que tem por meta otimizar páginas e sites, tornando-os mais propensos a aparecer entre os primeiros resultados do buscador.

Como isso é feito? Por meio da escolha e da inserção de palavras-chave relevantes para seu negócio nos conteúdos, linkagem com outros sites do mesmo segmento e outras otimizações em códigos.

Mas, para que estas técnicas sejam usadas de maneira assertiva, é preciso primeiro entender como o Google vasculha e trabalha todos esses dados.

Como funciona o Google: crawling ou rastreamento

O rastreamento é a primeira fase de todo o processo. Os algoritmos de busca possuem um sistema chamado “crawler”, que é responsável por escanear as páginas de um site e organizar tais informações dentro de uma base de dados.

Ou seja, o “crawling” ou rastreamento, é a aquisição de dados sobre um site e todos os seus detalhes. Isso inclui textos, palavras-chave, títulos de imagens e links.

Por meio desse procedimento, o Google descobre as atualizações feitas em conteúdos antigos e os novos conteúdos adicionados à internet.

O processo começa com uma lista de links proveniente de crawls antigos e de sitemaps fornecidos por donos de websites. O Googlebot, robô da Google, visita esses endereços virtuais e, também por meio da linkagem, descobre novos sites.

Ele armazena o conteúdo que encontra em seus servidores na forma de metadados.

O crawling na prática

Então, como funciona o Google quando o assunto é varredura? Os crawlers escaneiam uma página de cima a baixo, coletando cada link interno e externo. Essas URLs são colocadas em uma lista de próximos endereços a visitar e, assim, a operação se repete todos os dias.

Em outras palavras, caso sua página não esteja linkada em nenhum outro site, será mais difícil encontrá-la. Por outro lado, quanto mais sites indicarem o seu e quanto mais relevantes tais endereços forem, mais fácil acontecerá o rastreamento.

Existe alguma página que o Google não rastreia?

Sim, aquelas que tiverem o código “nofollow” ou “noindex”, que é propriamente uma indicação de que a empresa ou dono não quer que aquele conteúdo seja encontrado.

É possível facilitar esse rastreamento?

Sim! Como mencionado acima, é possível montar um sitemap – uma lista com todas as páginas contidas em seu domínio e enviar para o Google.

Essa prática é feita pelo site Google Webmasters ou Google Search Console. Temos um conteúdo sobre ele aqui no blog, quando puder, confira o link acima!

Indexação e índice

Após processar os dados coletados no rastreamento, vem a chamada indexação. Isso significa que para ser indexada, uma página precisa ser primeiro rastreada.

Depois do rastreamento, o Google passa por outro processo algorítmico para determinar se deve armazenar a página e suas informações em seu índice.

Isso porque os resultados que encontramos ao realizar uma busca não são exatamente o que está na internet no momento. Trata-se de cópia feita e catalogada nos servidores da empresa.

Essa representação, porém, recebe cada vez mais atualizações. A intenção é torná-la equivalente ao conteúdo disponível no tempo presente.

Rankeamento e seus critérios

A indexação, essa cópia a que temos acesso, envolve um rankeamento de todos os links coletados, que leva em consideração mais de 200 critérios diferentes.

A ideia é disponibilizar as páginas em ordem de relevância, mostrando primeiro resultados que atendem melhor às necessidades do usuário, ou seja, às palavras digitadas no campo de busca.

Para determinar a relação de proximidade entre o que o usuário pesquisou e o que se tem indexado no catálogo, devemos pensar em três pilares principais. É nesse ponto que entra o SEO:

1 – Conteúdo

O Google tem sua própria hierarquia para a distribuição de informações nos sites. Isto é, alguns espaços em uma página da web são considerados “mais importantes” do que outros pela empresa.

Vamos a um exemplo prático. Da mesma forma que a capa, o título e o subtítulo de um livro dizem muito sobre o assunto principal da obra, alguns elementos são indicadores de correlação entre a página e o que é buscado.

São essas partes específicas que merecem uma atenção especial. Nesse caso, entender como funciona o Google e trabalhar o seu conteúdo com técnicas de Search Engine Optimization é fundamental para ganhar espaço:

Título ou page title

O título que aparece na aba do navegador é o tópico mais relevante para o mecanismo do Google. Ele deve conter a palavra-chave escolhida no início, de preferência.

Cabeçalhos ou headings

São os subtítulos, marcações no código que vão do H1 ao H6, em ordem decrescente de importância. Além de auxiliarem a indexação, facilitam muito a leitura por parte do usuário.

Textos

É o conteúdo em si. O Google escaneia o texto e considera a presença e a repetição da palavra-chave buscada. Ainda, é importante pontuar que não basta só inserir o termo diversas vezes, ele deve estar fluido e coerente com a mensagem principal.

URL

A URL, o endereço de um link na web, também é muito importante e deve ser sempre curta e amigável. Em outras palavras, tem que conter a palavra-chave, que define do que se trata a página.

Atributo Alt

É a descrição da imagem, o texto que é usado quando a mesma não pode ser exibida e o Google precisa entender o que ela significa.

Nome da imagem

Além do atributo alt, o nome do arquivo também é um dos critérios essenciais. Por exemplo, “estante-azul.jpg” é um nome preferível e mais didático para uma imagem do que “01-2018-03.jpg”.

2 – Autoridade do site

Suponhamos que o mecanismo avaliou que cinco páginas contém em seus títulos, URLs e textos as palavras-chave procuradas pelo usuário. Como definir qual deles é a opção mais relevante?

Um dos principais parâmetros é a autoridade do site em questão. O Google analisa quantas vezes determinada página ou o site em geral foi indicado por terceiros. Melhor ainda se eles forem do mesmo segmento!

Os profissionais de SEO geralmente trabalham esse quesito por meio do “link building”, atividade feita para conquistar links de diversos sites relacionados.

Outro tópico é a forma como o próprio site vê sua página. A quantos cliques de distância ela está da homepage? Qual é a real importância daquele conteúdo aos olhos de seu dono?

Se a própria empresa ou autor considera que ele não está entre os mais relevantes, deixando o seu acesso mais trabalhoso ou demorado, o mecanismo de busca vai seguir a mesma lógica.

3 – Experiência do usuário

Um dos passos para entender como funciona o Google é conhecer sua cultura. Para a empresa, a experiência dos usuários é fundamental.

Atualmente, o buscador é referência em satisfação, seja em termos de rapidez ou de entrega eficiente.

Como esse é um de seus pilares fundamentais, a empresa avalia melhor aquelas páginas que também se preocupam com a boa experiência do leitor.

Sites com boa velocidade de carregamento, responsividade e boas médias de tempo de navegação tendem a conquistar melhores resultados. Nesse caso, profissionais de SEO e desenvolvedores podem trabalhar em conjunto.

Agora que entendeu os conceitos básicos de funcionamento do buscador, é a sua vez de escolher otimizar seu site e alcançar mais pessoas.

Nós da Agência Layer Up produzimos conteúdos estratégicos usando as técnicas de SEO que podem alavancar seus resultados!

 

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