4 dicas de estratégia e planejamento para sua empresa

O planejamento empresarial é a base dos negócios de sucesso. Isso porque é por meio do planejamento que o empreendedor consegue definir seus objetivos e intenções, assim como detalhar como será o funcionamento do negócio. 

Muitos empreendedores, principalmente, os que estão começando um negócio podem sentir dificuldades e terem maiores problemas exatamente por conta da falta de planejamento empresarial. 

Diante da importância e necessidade de realizar um plano de negócio que seja o mais adequado para sua empresa, neste artigo traremos 4 dicas de estratégia e planejamento. Confira!

Planejamento empresarial: o que é e por que realizar?

Imagine que você deseja abrir uma empresa que trabalhe com dedetização 24 horas ou, até mesmo, um negócio de grande porte, como o investimento em um shopping. 

Seja qual for o negócio e o seu tamanho, é essencial ter um bom planejamento empresarial. Basicamente, essa ferramenta de gestão contribui para que o empreendedor consiga estabelecer seus objetivos, organizando-se de forma correta. 

Assim, por meio de uma estratégia empresarial bem definida, consegue-se:

Por exemplo, realizando um bom planejamento empresarial, seu negócio pode ter melhores resultados. 

Se sua empresa for uma clínica de estética e você deseja lançar um valor da sessão de microagulhamento em um evento, basta contar com um bom planejamento para que tudo dê certo!

Isso envolve conseguir atingir seu público-alvo, realizar o lançamento de produtos e serviços, assim como ter um bom posicionamento da sua marca diante do mercado. 

Além disso, com planejamento é possível expandir ainda mais a marca, abrindo em novos locais e estabelecendo filiais. 

Com esse planejamento sua empresa também consegue atingir mais canais de venda, assim como resolver os problemas com maior facilidade e rapidez, otimizando os recursos de acordo com as metas que foram estabelecidas. 

Como realizar um bom planejamento empresarial?

O empreendedor deve saber que não se faz uma empresa sozinho. Uma empresa é a junção de vários setores, processos e profissionais que atuam em suas particularidades e especialidades. 

Em equipe, eles conseguem oferecer um bom serviço e fazer com que seu negócio tenha sucesso. Mais ainda, com todos os aspectos alinhados, é possível desenvolver o empreendimento com mais qualidade.

Por isso, não dá para falarmos em um bom planejamento na área empresarial sem pensar na integração entre os setores. 

Por exemplo, é fundamental que uma empresa conte com uma consultoria tributária SP, assim como consultoria da área contábil, fiscal, de auditoria e qualidade. 

Para que qualquer negócio tenha um bom planejamento empresarial é necessário pensar na parte das finanças, afinal, o equilíbrio financeiro mantém a saúde do negócio, contribuindo para que dê certo, bem como auxilia a ter um bom diferencial competitivo no mercado.  

É por isso que contar com bom apoio contábil é importante para que o seu negócio esteja em dia com a legislação vigente,  evitando que a sua empresa sofra com prejuízos financeiros ou problemas burocráticos.

Além disso, existem algumas técnicas que falaremos a seguir que são fundamentais para o planejamento estratégico de sua empresa e que tornarão as práticas mais ágeis e efetivas. são elas a análise SWOT, Smart e os métodos Pomodoro e Getting Things Done. Confira a seguir!

1. Análise SWOT: O que você precisa saber?

Um ponto importante para o negócio se desenvolver por meio de um bom planejamento é se atentar à análise  SWOT, que pode ser traduzido como Strengths (Forças), Weaknesses (Fraquezas), Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças).

Vamos explicar como isso funciona de forma prática. Pense que uma empresa que trabalha com o conserto de aquecedor cumulus é importante delimitar quais são seus pontos negativos, positivos, ameaças e oportunidades de negócio para entender o que pode ser feito no negócio e como fazê-lo. 

Os pontos positivos são as características do negócio que trazem algum tipo de vantagem diante da sua concorrência, podendo ser um benefício agregado, o próprio produto, qualidade da equipe ou mesmo o preço.

Isso precisa ser definido para que possa ser evidenciado de forma estratégica.

Mas não basta apenas conhecer as qualidades, pois para aprimorar o negócio, é essencial saber quais são as fraquezas. Ou seja, quais são os pontos negativos da sua empresa e traçar estratégias para resolvê-los. 

As ameaças devem trabalhar com os problemas que o mercado traz. Por exemplo, seus concorrentes ficam próximos à você? Sua concorrência está oferecendo um preço mais baixo ou mais garantia pelo serviço? Isso precisa ser verificado para entender qual o cenário real e completo para uma boa atuação.

Por fim, conheça as oportunidades de negócio e de vendas. 

Por meio disso, sua empresa consegue identificar alguns riscos e falhas para uma correção da atuação. Além disso, é possível mapear várias oportunidades, assim como os riscos do mercado.

2. SMART: técnica que contribui para o planejamento empresarial

Outra estratégia importante é conhecida como SMART. Esse tipo de técnica busca trazer metas de forma definida, assim como um plano de ação com estimativas. 

A sigla SMART também vem do inglês e representa uma especificidade, atos mensuráveis, alcançáveis, relevantes e temporais.  

Quando falamos sobre a especificidade, o objetivo é compreender a importância da meta e o que realmente se deseja alcançar, ou seja, é preciso detalhar os objetivos que você deseja alcançar e criar um passo a passo para isso. 

Por isso, lembre-se que seus objetivos precisam ser definidos dentro de um tempo, para que as metas sejam palpáveis. É necessário também ter a capacidade de mensurar os resultados, assim como:

Assim, se sua empresa deseja expandir o negócio de montagem de câmara fria preço isso precisa estar claro, bem como os métodos usados para isso como realizar anúncios nas redes sociais e no Google Ads. 

Para isso, é necessário estabelecer metas com o público-alvo, duração, orçamento, quantidade de tempo investido, quem irá monitorar o desempenho da campanha e quais são os resultados estimados. 

É importante ressaltar que o planejamento feito utilizando essas técnicas precisam acompanhar uma visão estratégica da empresa, assim como sua missão e valores. 

3. Métodos Pomodoro

Você já ouviu falar no método pomodoro ou até mesmo no método Getting Things Done? Se ainda não ouviu, não se preocupe que explicaremos o que eles são e a importância para o seu negócio no decorrer deste e do próximo tópico

A primeira técnica, que é conhecida como o  método pomodoro, trabalha com a questão do tempo, servindo como um cronômetro para atenção focada durante períodos específicos.

Assim, a cada 25 minutos o colaborador consegue dedicar sua atenção para uma determinada atividade ou parte dela, também reservando um tempo para descanso já que é considerado que o cérebro funciona por meio de ciclos e que também necessita de pausas.

Por exemplo, para realizar a limpeza de grades utilizando esse método, é possível verificar a produtividade a cada 25 minutos de atenção total e descansar durante 5 minutos para recuperação física e mental, sem que isso prejudique a qualidade. 

Esse tipo de técnica é baseada na percepção de que o ser humano consegue ter um tempo de concentração maior dentro de um período que envolve 20 minutos. 

Por isso, a técnica apresenta os 25 minutos pensando também em pausas para o descanso da equipe. 

Para conseguir aplicar essa técnica, existem alguns softwares e aplicativos que podem ser utilizados ou desenvolvidos pela empresa, com o objetivo de aumentar a concentração dos colaboradores. 

4. Getting Things Done

Outra técnica que precisa ser citada pela sua relevância é o método Getting Things Done.

Na prática, a ferramenta busca otimizar o tempo realizado nas atividades, mas aposta na flexibilização para isso. 

Esse método também tem o objetivo de desestressar. Muitas empresas contam com colaboradores que estão sobrecarregados ou mesmo infelizes com as atividades que realizam. 

Por isso, esse método atua em um processo de 5 etapas, que são:

Basicamente, esse processo trabalha com uma busca pelo “esvaziamento” do cérebro, de modo que a pessoa possa se concentrar em suas atividades, sem ser afetado por várias preocupações.

Como a ideia é não perder o foco, o colaborador pode ficar mais à vontade em escrever suas preocupações, assim como delimitar suas tarefas e responsabilidades, e posteriormente organizar essas atividades.

Assim, se seu negócio atua na área de piscina de alvenaria 3×5 preço, sua empresa não deve se preocupar somente com a instalação da piscina, mas na qualidade do serviço, publicidade, etapas do serviço, dentre outros aspectos. 

Para isso, o seu colaborador precisa estar focado e livre de preocupações externas e, com esse método, é possível otimizar ainda mais o tempo, conseguindo fazer com que suas atividades sejam muito bem organizadas para atingir os resultados esperados. 

Assim como no método pomodoro, neste método também é possível recorrer à tecnologia para organizar o tempo. 

Considerações finais

Perceba que existem técnicas e estratégias diferentes para cada tipo de negócio ou necessidade, bem como há ferramentas que podem ser aplicadas em múltiplos negócios, desde pequenos até grandes portes, comercializando produtos como um saco plastico para roupas no cabide ou serviços. 

Apesar disso, o mais importante é que sua empresa invista em um planejamento empresarial, assim como em estratégias que tornem o ambiente de trabalho mais agradável e, consequentemente, mais produtivo. 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Business Connection, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Culture code: por que toda empresa precisa de um?

O culture code ou código de cultura é o conjunto de crenças, tradições, valores e objetivos de uma empresa. Nele, estão descritas as metas, a estrutura e os princípios éticos da companhia, além das características e habilidades que ela valoriza e busca.

Assim, ele pode ser definido como um guia para que todos os colaboradores entendam como a empresa funciona, onde ela quer chegar e de que maneira eles podem agregar nesse caminho.

No código, a principal missão da empresa deve estar descrita de forma clara. No culture code da Layer Up, por exemplo, a missão é direcionar empresas de diferentes setores rumo a evolução digital. 

Além disso, também é preciso informar os colaboradores sobre os principais valores da organização, aqueles que são pilares para o trabalho dentro da empresa. 
Vamos imaginar que a flexibilidade seja um deles. O código vai reforçar que todos os funcionários devem agir de forma flexível em suas rotinas, aprendendo a lidar com mudanças e ajustes de maneira leve.

Também é importante deixar todas as tradições e crenças da empresa claras, além das qualidades que ela valoriza nos funcionários.

O culture code pode ser criado em diversos formatos, como apresentação, documento ou manual – o importante é que todos estejam cientes da sua existência e aplicando o que está descrito.

Quais são os benefícios de um culture code?

Fit cultural e contratações

Quando o culture code é bem incorporado nas produções e nas ações da empresa, ele se torna conhecido também externamente.

Assim, profissionais que buscam oportunidades saberão mesmo de fora como é trabalhar na sua companhia, entendendo se possuem ou não o fit cultural exigido pela vaga. 

Definimos o fit cultural como alinhamento entre as habilidades técnicas e perfil comportamental. 

Por exemplo: um funcionário pode ter excelentes habilidades técnicas, mas não ter aptidão para trocar informações com outros times, dificultando o trabalho em equipe. Em uma empresa com processos integrados, esse é um fit cultural que não funcionaria.

Com as habilidades e características necessárias, além dos próprios pilares da cultura descritos de maneira clara, os Recursos Humanos terão no que se basear para procurar novos profissionais, reduzindo a rotatividade dentro da empresa e acertando nas contratações.

Expectativas e entregas

Os colaboradores gostam de entender as expectativas da gestão em relação ao seu desempenho, seja em termos de resultados ou de comportamento.

Quando se tem um guia que desenha de maneira simples e objetiva o caminho que deve ser trilhado, fica muito mais simples cumprir ou exceder o esperado.

O processo de onboarding também ganha praticidade, já que um novo funcionário terá uma base para compreender melhor o funcionamento da empresa quando entrar.

Engajamento pelo endomarketing

O endomarketing é o marketing feito de forma interna para os próprios colaboradores com objetivo de motivar, engajar e fazer com que os funcionários sintam-se satisfeitos dentro do ambiente de trabalho e, assim, tornem-se mais produtivos e criativos.

Por meio do endomarketing, a gestão pode fazer com o que código de cultura seja coerente na prática e não apenas no discurso, organizando pequenas ações, treinamentos ou premiações de acordo com comportamento e resultados.

Como desenvolver um culture code?

Primeiro, é preciso parar e entender o que a empresa faz e onde ela pretende chegar com seus serviços ou produtos. Com essa reflexão em mente, fica mais fácil traduzir os objetivos em uma missão prática.

Não deixe de ser honesto ou ousado: o importante é que o código de cultura reflita exatamente o que a organização deseja. Dessa forma, a gestão e todos os colaboradores estarão trabalhando alinhados.

Depois, pense em valores que são pilares da cultura e rotina. Eles podem envolver diferentes ações, como geração de resultados, experiência do cliente, descontração, entre outros, dependendo das características próprias do negócio.

Caso tenha dúvidas, é interessante realizar pesquisas internas para que os funcionários possam dar as suas opiniões sobre a cultura organizacional e sua rotina.

Com a missão e os valores traçados, chegou a hora de definir o tipo de colaborador que a empresa valoriza e procura no mercado.

Pense nas habilidades técnicas e em um perfil comportamental compatível, destacando como imagina que ele deve reagir não apenas no dia a dia, mas também em meio a crises e mudanças. 

Divulgue e aplique o seu culture code

Com um culture code fechado, é possível realizar a divulgação tanto internamente quanto externamente, para que possíveis clientes saibam o que esperar de uma parceria, além de atrair novos colaboradores.

Lembrando que o código não deve ser imposto de maneira autoritária aos colaboradores. É preciso que seja feito um trabalho em conjunto, com a sua contribuição nesse processo.

Posicionamento estratégico

Como falamos, o código de cultura vai auxiliar a sua empresa a ter uma noção clara de seus objetivos e caminhos.

Assim, é possível traçar uma estratégia de posicionamento de forma prática, especialmente no meio digital.

Por exemplo, hoje a sua companhia está presente no LinkedIn?

Elaboramos um conteúdo contando cases de sucesso nessa rede que tem o funcionamento e a dinâmica bastante diferente das outras mídias sociais.

Storytelling: a arte de envolver sem enganar

A palavra storytelling significa, literalmente, contar histórias. Mas existem maneiras e maneiras de descrever os fatos, não é mesmo? 

No marketing, storytelling não é apenas contar uma história. É criar e desenvolver uma  narrativa criativa a ponto de envolver emocionalmente o leitor. 

Por que contar a história do meu negócio?

Todo mundo se interessa em ouvir e conhecer histórias, e quando uma história é intrigante, podemos até esquecer quem contou ou onde ouvimos, mas a essência daquele acontecimento fica na nossa cabeça. E o melhor: passamos adiante!

Sendo assim, por que não usar a sua história ou a história do seu negócio de forma estratégica para se destacar em meio à concorrência?  

Boas histórias voltam às origens, relembram as dificuldades, passam pela superação e chegam ao sucesso do negócio. Esses detalhes e o apelo emocional geram proximidade e identificação do cliente com a marca.

Cases de fracasso em storytelling

Em 2014, dois cases ficaram bastante conhecidos por terem sido um verdadeiro fracasso no quesito storytelling: as histórias das marcas Do Bem e Diletto. Ambas foram acusadas de contar histórias de personagens fictícios como se eles fossem reais. 

Às vezes, na intenção de envolver o consumidor, pensamos em histórias maiores do que as que realmente aconteceram. Não há problema nisso desde que o consumidor seja sinalizado de que aquela história é apenas parcialmente baseada em fatos  ou que ela é fictícia.

Dicas para colocar em prática e três pecados do storytelling para não cometer

Storytelling é uma técnica usada há bastante tempo e nos últimos anos viralizou em discursos e apresentações tanto profissionais quanto motivacionais.

Usado de maneira correta, o interlocutor ganha a atenção dos seus ouvintes e transmite sua mensagem de maneira positiva. 

Em falas presenciais, contar histórias começa a ser um problema quando não há planejamento, estratégia e principalmente quando o discurso não é amarrado.

Geralmente, pessoas que estão no início de suas carreiras cometem erros mais gritantes ao representar marcas, que vão desde a postura perante as pessoas até o tempo de fala.

Por vezes, a história não é tão impactante. Sendo assim, o orador agrega a sua fala histórias que seus ouvintes já conhecem. Isso dispersa a atenção.

Outro ponto que podemos destacar é o tempo de discurso. Você precisa da atenção da sua plateia, então prolongar histórias pode ser cansativo.

Se seu discurso tem cinco minutos de duração, treine e o reduza pela metade. Foque nos pontos importantes e impactantes. 

Criar histórias bem estruturadas e efetivas que alcancem seus objetivos com storytelling é uma tarefa que demanda bastante prática,  conhecimento das técnicas e, principalmente, conhecimento do seu público.

Sendo assim, veja três pecados que você não pode cometer:

Storytelling de sucesso

Não existe uma receita de bolo para que seu storytelling seja perfeito, afinal somos pessoas criando e contando histórias para emocionar outras pessoas.

Não tente aumentar um ponto onde simplesmente  a verdade é suficiente. Gere um conflito no qual seu personagem vença de maneira gloriosa e, o mais importante, seja autêntico.

Se quiser conhecer outros erros comuns no mercado de marketing digital, é só acessar o nosso e-book gratuito!

Usar o storytelling de maneira correta para emocionar seus clientes tem seus segredos! Aprenda a contar histórias verdadeiras e envolventes.

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