Endomarketing e cultura da empresa são ferramentas para conquistar a transformação digital

Qual a ligação entre cultura da empresa, endomarketing e transformação digital? Se sua empresa quer se manter atualizada, mas ainda não entende essa relação, pode estar seguindo o caminho errado. 

Você com certeza já ouviu falar em transformação digital. Conhecida principalmente pela implantação da tecnologia em diferentes processos, essa mudança tem sido considerada fundamental para que empresas de diferentes setores se mantenham fortes no mercado. 

Isso porque esse processo garante mais produtividade, deixa diversas atividades mais ágeis, melhora o relacionamento entre clientes e empresas, e ainda traz melhores resultados.

bons resultados
Mas se engana quem pensa que iniciar o processo de transformação digital significa simplesmente inserir softwares e sistemas digitais na empresa. 

O primeiro passo é, na verdade, mudar a visão dos colaboradores sobre o trabalho, os processos, a experiência do cliente, etc. Ou seja, é preciso repensar a cultura da empresa. Esse é um grande desafio. 

Transformação digital e cultura da empresa 

A Capgemini, uma empresa multinacional francesa de tecnologia, realizou uma pesquisa com 1,7 mil pessoas de mais de 340 organizações de oito países diferentes.

Como resultado,  60% dos entrevistados afirmaram que a cultura corporativa é um grande obstáculo para a transformação digital.

Essa dificuldade faz sentido. Em resumo, a cultura da empresa é um conjunto de crenças, valores e hábitos que são compartilhados pelos colaboradores. 

Pensando nisso, fica claro que ter uma cultura bem estruturada faz com que todos os profissionais caminhem na mesma direção e tenham em mente quais são os objetivos da empresa. 

O papel da cultura da empresa 

Independentemente da transformação digital, definir uma cultura para a empresa é um importante passo estratégico. 

Toda empresa é formada por pessoas, e elas já têm dentro de si valores pessoais e objetivos. Se a empresa não estabelece pilares centrais da cultura, ela é construída de forma orgânica entre os funcionários para que um bom relacionamento entre eles seja mantido. 

Só que essa construção natural faz com que a cultura se torne frágil. Pior que isso, ela pode fugir completamente dos objetivos gerais da empresa. 

Por isso, um dos primeiros passos para que a empresa se transforme é reunir gestores e o RH para definir os pilares centrais da cultura da companhia. Claro, em algum deles estará a transformação digital. 

Aqui na Layer UP, por exemplo, esse realmente é um dos nossos pilares. Por isso, em nosso código de cultura está claro que, na prática, buscamos o que há de melhor e mais novo, estudamos sobre as atualizações do mercado e adaptamos nossa realidade às dores dos nossos clientes. 

Pontos que você precisa considerar no seu código de cultura 

Na hora de estabelecer quais os pilares do código de cultura da sua empresa, é importante que esses facilitem a transformação digital.

Pensando nisso, flexibilidade, aprendizado constante e um bom relacionamento com os funcionários devem ser pontos considerados.

Mantenha a mente aberta e seja flexível 

A empresa americana McKinsey&Company também realizou uma pesquisa sobre esse assunto. Nela, 25% dos entrevistados disseram que o maior desafio para transformação digital é ter uma política contrária ao risco e à experimentação. 

De fato, para entrar de vez na transformação digital, é preciso entender que experimentação vai fazer parte do dia a dia.

A ideia é que para reconhecer quais são as melhores tecnologias, metodologias e formas de trabalhar, são necessárias diferentes tentativas.

O mundo digital pede isso. É importante estar de olho nas novidades e ter coragem para se adaptar sempre que preciso. Quem não se adapta, fica para trás. 

Mude a relação com seus funcionários

Esse novo cenário também pede uma nova postura por parte de gestores e lideranças. É claro que a definição de líderes, principalmente em empresas grandes, é importante para que tudo fique sob controle e todos os funcionários direcionados para os mesmos propósitos. 

Porém, a sensação de hierarquia é necessária? Um bom líder não precisa mais atuar como alguém que simplesmente manda e toma decisões sem consultar ninguém. Ao contrário, ele pode (e deve) ser quem escuta ideias, observa os processos e treina outros colaboradores para que sejam melhores. 

Isso tem tudo a ver com transformação digital porque, se todos devem ter uma postura flexível, isso com certeza inclui os gestores.

E os colaboradores se sentirão mais motivados e dispostos a se adaptarem às mudanças se perceberem que têm o trabalho reconhecido e valorizado.

Aposte em qualificação

A transformação digital é um processo que não para. Enquanto você lê este texto, uma nova solução está sendo criada.

Seja para mexer com as novas tecnologias, seja para que todas as equipes se integrem, ou até mesmo para garantir a atualização constante, é necessário apostar em qualificação.

Isso significa que a empresa deve incentivar a busca contínua por conhecimento. Uma boa forma de fazer isso é oferecer pequenos treinamentos, por exemplo.

Não hesite em apostar também em cursos mais extensos, pois o aprendizado do colaborador com certeza gerará retorno para a empresa.

O papel do endomarketing na cultura da empresa 

Agora que você já entendeu que o primeiro passo para a transformação digital é mudar a visão dos colaboradores e alinhar objetivos, você pode estar se perguntando: ok, mas como posso começar a dividir as ideias com os meus funcionários?

Além das tradicionais reuniões de alinhamento e brainstorms, um outro grande aliado pode colaborar: o endomarketing. Também chamado de marketing interno, essa estratégia reúne ações feitas pela empresa para colaboradores.

endomarketing
Pode ser um e-mail simples divulgado em uma data comemorativa, uma palestra com informações úteis sobre saúde, uma gincana que envolve assuntos do trabalho, entre muitos outros exemplos. 

Ações de endomarketing podem ser divertidas ou não, de acordo com a temática do momento e com as ideias que a companhia pretende passar. É uma forma de fazer com que seu funcionário enxergue os valores da empresa e onde ela quer chegar.

Utilizado por marcas bem conhecidas como Toyota, WiseUp e Magazine Luiza, o endomarketing também é aplicado aqui na Layer Up. 

Benefícios do endomarketing 

Para que você entenda melhor a relação entre transformação digital e endomarketing, vamos te contar outras três de suas principais vantagens:

Podemos chegar juntos a uma conclusão: o endomarketing faz com que as equipes fiquem mais alinhadas e motivadas a trabalhar, além de enxergarem com mais clareza o que a empresa quer passar – seja internamente ou para o público. 

Ou seja, ele ajuda a difundir os principais pontos da cultura da empresa. A cultura da empresa, por sua vez, precisa estar bem estruturada entre todos para que a transformação digital comece. Seu negócio está pronto? É hora de evoluir! 

Já pensou na relação entre cultura da empresa, endomarketing e transformação digital? Ela existe e precisa ser levada em conta imediatamente!

People Analytics: melhore a performance do seu time comercial a partir de dados

Uma das maiores mudanças que a transformação digital proporcionou para o mercado foi o fato de permitir que diversas áreas possam basear seu trabalho e suas metas em dados. Nos recursos humanos não foi diferente e o People Analytics virou uma tendência para aperfeiçoar o desempenho dos colaboradores.

Você já ouviu falar nessa métrica? O People Analytics permite que o RH possa ter um olhar mais analítico e menos subjetivo sobre as pessoas.

Com o auxílio de softwares e planilhas, os gestores têm acesso a dados valiosos a respeito de seus times.

E se a sua equipe comercial tem precisado de uma ajuda para melhorar seu desempenho, essa estratégia pode ser o que sua empresa precisa.

Segundo o estrategista e pesquisador ligado à empresa de consultoria Deloitte, Josh Bersin, os maiores desafios que as empresas desejam solucionar ou evitar são a baixa produtividade nas vendas, baixo engajamento dos profissionais em geral e dificuldade de retenção de talentos, além de fraudes e queda na satisfação dos clientes.

A mesma empresa de consultoria atestou em uma pesquisa em 2018 que 84% dos gestores consideram o People Analytics uma ferramenta extremamente importante.

Ela também mostra que está em segundo lugar na lista de tendências para prestar atenção. Então por que não começar a aplicar o People Analytics agora?

Quebrando paradigmas com o People Analytics

Tradicionalmente, o setor do RH é conhecido por se basear mais em experiência e em um olhar mais empírico, para analisar as áreas das empresas e realizar a tomada de decisões.

É claro que sempre foi necessário observar informações importantes, como o volume de banco de horas, as reclamações trabalhistas e o tempo do colaborador na empresa, mas essas informações podem ser somadas a outras para gerar dados ainda mais estratégicos.

Esses dados podem ser desde os KPIs que cada colaborador terá de alcançar para mostrar bom desempenho, como números que ajudam no processo seletivo e até mostram a produtividade, por exemplo.

Números assim podem gerar insights para a melhoria do clima na empresa, a descoberta de problemas que antes poderiam passar despercebidos, a criação de novas ações de desenvolvimento dos funcionários e até no endomarketing.

Para ficar um pouco mais claro, imagine uma situação em que você percebe que há falta de produtividade entre seus funcionários.

Em vez de olhar para o problema sob a perspectiva de exigir imediatamente o aumento da produtividade dos colaboradores, a ideia é que esse número abra espaço para insights que possam motivar ou desenvolver os colaboradores e, consequentemente, melhorar o índice.

Ou seja, se no passado o RH tradicional usava suposições ou padrões do mercado para traçar novas ações, agora pode contar com o apoio do People Analytics para ter rapidamente em mãos um volume preciso de informações.

Mas veja bem: falamos “apoio”! O People Analytics soma mais forças ao funcionamento comum do RH. Ao ter acesso a informações precisas de um jeito rápido, o profissional de recursos humanos ganha mais tempo para fazer uma análise subjetiva mais complexa e traçar ações mais inteligentes!

Existem quatro tipos de possibilidades com o método:

Como começar?

Antes de tudo, vale lembrar que o People Analytics é uma ferramenta poderosa, mas que não deve ser usada a torto e a direito, como dizem por aí.

Antes de tudo, é necessário fazer um diagnóstico da empresa para entender os desafios e objetivos.

Então pergunte-se:

Hoje, com o auxílio da big data, do machine learning e da inteligência artificial, extrair dados complexos ficou mais fácil, assim como identificar tendências.

A partir de ferramentas assim, você terá informações importantes para colocar ações em prática, a curto, médio e longo prazo.

Mas talvez você esteja se perguntando: todas as áreas podem ser aperfeiçoadas com o apoio do People Analytics? A resposta é sim!

Por mais que alguns times trabalhem com métricas mais distantes dos números, ainda é possível mensurar pontos como a motivação e produtividade.

Só que o assunto fica mais interessante quanto o time trabalha com metas mais objetivas, como o comercial. Assim os resultados ficam mais claros para todas as equipes.

Mas aqui vale um adendo: antes de implementar os números e exigir resultados, é importante fazer um treinamento entre as equipes para que os colaboradores fiquem familiarizados com as ferramentas de People Analytics e também entendam sua finalidade.

People Analytics para aumentar vendas

Em um cenário de recessão econômica e mais obstáculos para a conclusão de vendas, apostar em People Analytics deve ser uma estratégia fundamental.

Por isso que muitos especialistas defendem que o sucesso do time comercial também depende do RH.

Vamos mostrar isso a você com um exemplo: ao traçar metas de vendas pode ser comum que um colaborador se acomode por ter uma meta muito baixa, ou reclame caso a meta seja muito alta.

O People Analytics, por meio de suas métricas, análises e tendências, comprova com números que tal objetivo é possível de ser alcançado pela equipe.

Além disso, o histórico pode mostrar se as metas são interessantes para a empresa ou não. Traduzindo para a realidade do time comercial, às vezes, uma meta pode ser interessante mensalmente, em vez de ser imposta de forma anual

Outro ponto que tem muito a ver com o caixa da empresa, são as comissões dadas aos funcionários, que podem ser muito mais justas a partir da análise dos números.

Descubra o que é o People Analytics e veja como os números podem ajudar o seu RH a melhorar os resultados da sua equipe comercial.

 

Departamento de recursos humanos deve ser atingido pela evolução digital

Quando tocamos no assunto de transformação digital aqui no blog, nos referimos a todos os setores de uma empresa, inclusive o departamento de recursos humanos. Essa inovação, como já dissemos algumas vezes, não deve se limitar a uma ou duas áreas de uma empresa.

O RH, afinal, é peça-chave para o sucesso de qualquer empreendimento. Então, por que deixá-lo de fora dessa evolução digital que desejamos colocar em prática dentro das organizações?

A área de recursos humanos é a responsável direta em lidar com os talentos da empresa. Isto é, deve estar sempre preocupada com a satisfação, capacitação e resultados conquistados por cada um dos colaboradores.

Neste conteúdo nós falaremos sobre quais desafios a área de recursos humanos terá de enfrentar nesse novo mundo e como superá-los.

Recursos humanos: desafios desse departamento

Muito mais que ser fundamental para os resultados positivos de uma organização, um profissional de recursos humanos tem um grande desafio de conectar todas suas ações à performance do negócio.

No livro Recursos humanos – Transformando pela gestão, Ana Paula Arbache e Denize Athayde Dutra, autoras da obra, batem sempre na tecla de mutação que o mundo vem sofrendo e como isso atinge as empresas.

“O desafio está na evolução e nas constantes mudanças nos cenários políticos, econômicos e sociais que impactam diretamente as organizações e exigem uma permanente vigilância para sobrevivência em um mercado altamente competitivo. Exigem-se inovação, renovação de processos e estratégias que as mantenham desejadas (…)”.

Por este trecho, podemos notar que não é nada simples, mas essencial para que as empresas continuem no mercado. É preciso se transformar — sempre!

Agora, vamos listar algumas tendências do setor que podem ser importantes para o seu empreendimento.

Recursos humanos e gamificação: ótimos aliados

Recursos humanos e gamificação
Ter uma equipe focada nos resultados dos clientes e, ao mesmo tempo, entretida, é um grande desafio para as empresas.

Por isso, departamentos de recursos humanos passaram a utilizar métodos diferentes como a gamificação, que visa melhorar o desempenho de todo o time.

A gamificação, aliás, pode ser adotada desde a fase de seleção de candidatos pelo setor de RH.

Muitas empresas colocam em seu site um campo dedicado a candidatura de colaboradores. Após preencher a área de formulários com as informações básicas, o usuário é direcionado a uma outra página em que contém um jogo.

Esse game normalmente apresenta algumas situações em que os jogadores devem tomar decisões. Todos os dados coletados das ações tomadas pelos candidatos, serão vinculadas ao seu currículo no banco de dados da empresa.

A partir disso, a empresa montará uma lista com os candidatos mais adequados para vaga em questão. Tudo baseado, claro, na experiência destacada no currículo e também nas decisões que ele tomou ao longo do jogo.

Reter talentos

Conseguir contratar novos talentos para empresas é uma tarefa desafiadora para o setor de recursos humanos. Retê-los também pode ser um trabalho e tanto para os profissionais de RH.

Para manter colaboradores motivados é preciso ter uma cultura organizacional com um propósito que vá além da lucratividade.

Porém, isso deve acontecer na prática e não ficar apenas no discurso. Se não houver um alinhamento entre o que é dito e o que, de fato, é feito, colaboradores que ingressaram na empresa por se sentirem atraídos por seus valores ficarão frustrados e irão buscar por um lugar que atenda suas expectativas.

Quando ocorrem situações do tipo, a credibilidade da empresa será afetada. É preciso construir uma política transparente de cargos e salários, com metas atreladas a promoções e feedbacks contínuos.

Currículo cego

Trata-se de um modelo de recrutamento no qual se elimina informações que não são essenciais para avaliar a capacidade do candidato. Idade, foto, nome, endereço e estado civil são alguns exemplo de dados descartáveis para o processo seletivo.

A ideia desse modelo de recrutamento é eliminar qualquer tipo de preconceito que os recrutadores venham a ter durante o processo de seleção. É uma maneira de focar apenas na experiência e na formação do candidato.

Isso, de forma alguma, deve ofender os recrutadores. Nascemos e vivemos em uma sociedade extremamente preconceituosa em diversos aspectos.

Muitas vezes, mesmo que inconscientemente, tomamos decisões precipitadas por causa de conceitos já enraizados, mas que precisam ser desconstruídos.

E esse é o objetivo do currículo cego: contratar pessoas pela sua qualificação, não julgá-las por traços que não dizem absolutamente nada da sua capacidade profissional.

Recrutando os melhores talentos

A tendência é que as empresas sejam cada vez mais ativas quando falamos de recrutar talentos para sua equipe. E algumas medidas já estão sendo tomadas por grandes empresas aqui no Brasil.

O Banco Itaú, por exemplo, em seu processo de recrutamento de talentos, aderiu ao chatbot. Uma iniciativa muito diferente do tradicional envio de currículo por e-mail, em que há uma distância muito grande entre empresa e candidato.

A conversa entre usuário e empresa acontece por meio do Messenger. Luciana, o nome da atendente digital encarregada da seleção, passa todas informações referente a vaga.

Ela faz perguntas sobre informações básicas que estariam em um CV como e-mail, nome completo, etc. Além disso, para deixar a conversa o mais próxima de uma interação humana, ela envia fotos, GIFs e vídeos de toda equipe da empresa.

As perguntas não se limitam a dados básicos dos candidatos. São enviadas situações hipotéticas em que é preciso responder qual seria sua decisão enquanto funcionário do Itaú.

Porém, antes disso, enviam um cartilha que diz um pouco de cada produto que eles vendem. Você, com base nessas informações, responde as questões que, aliás, vão um pouco além de interpretação de texto e passam a cobrar um bom desempenho em exatas.

Isso é apenas um pouquinho da transformação digital invadindo as salas de recursos humanos. Pode esperar, vem muito mais por aí!

Qualificação técnica ou comportamental?

Quando falamos em evolução digital, logo associamos o termo a grandes tecnologias e profissões mirabolantes. E se falarmos que não será bem assim no futuro?

Pois é, habilidades técnicas não serão a prioridade número um de um departamento de recursos humanos. Claro, ela será importante, mas não mais do que habilidades comportamentais.

Hoje, com tantas tecnologias surgindo sem parar, outras acabam ficando para trás. E o que isso quer dizer?
Simples: as habilidades técnicas terão cada vez mais um prazo de validade mínimo.

Ou seja, por mais que você contrate um profissional expert em determinada técnica, ela não será útil por tanto tempo.

Por isso, em um futuro muito próximo, as empresas, apoiadas na área de recursos humanos, terão que vasculhar o mercado e encontrar profissionais que tenham alguma habilidade comportamental.

Gestão de pessoas, inteligência emocional, pensamento crítico são algumas das habilidades comportamentais exigidas.

Recursos humanos e inteligência artificial

A inteligência artificial, embora pareça ser uma alternativa ainda muito futurista, já chegou aos departamentos de recursos humanos.

Podemos definir inteligência artificial como uma área da ciência que desenvolve dispositivos com capacidade de simular o raciocínio humano.

É uma maneira de dar a uma máquina a possibilidade de tomar decisões e resolver problemas com base em dados.

Essa evolução digital já chegou nos setores de RH e vamos falar de algumas situações nas quais ela pode ser aplicada.

Melhorar a experiência de novos colaboradores

A chegada em um novo trabalho, na maioria das vezes, reúne muita ansiedade e expectativa do colaborador em relação a empresa. Não existe nenhum problema nisso, caso o RH não dê uma banho de água fria no funcionário.

Quando não há alguém para instruir um novo colaborador, ele pode se sentir meio perdido e frustrado com a empresa.

Mesmo quando todos estão dispostos a ajudar, essa tarefa demanda tempo e pode prejudicar a produtividade dos setores.

Por isso, um sistema de inteligência artificial pode ser uma boa saída. Ele será programado para responder questões simples, indicará o que deve ser feito e, assim, o novo colaborador ficará mais confiante para exercer sua função.

Tudo isso sem exigir um grande período de atenção de outros funcionários da empresa.

Automatizar processos

A rotina de um departamento de RH é tomada por muitas atividades simples que poderiam ser feitas por um sistema de inteligência artificial. Verificação de horas trabalhadas é um bom exemplo disso.

Como seria se os integrantes de um departamento de recursos humanos não precisassem fazer esse tipo de atividade sempre? Eles poderiam focar seus esforços na retenção e atração de talentos, não acha?

Análise de pessoas

Um dos papéis do recursos humanos é observar os pontos fortes e fracos de todos os colaboradores. Com base nas informações coletadas, deve se preocupar em melhorar a performance de todo o time para a empresa ter resultados melhores.

Com um sistema de IA, é possível acompanhar continuamente os dados referente a cada colaborador.

Quanto tempo ele leva para finalizar determinado trabalho? Quando deveria? Estas e outras informações que apontam o desempenho dos profissionais são relevantes para melhorias e crescimento da empresa.

E você, está disposto a implantar essa evolução digital dentro do departamento de recursos humanos da sua empresa? Pode ter certeza que você terá um UP nos seus resultados!

Levar a transformação digital ao departamento de recursos humanos é essencial para manter sua empresa entre os destaques do mercado.

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