União entre marketing e vendas é assunto em segundo dia de RD Summit

O maior evento de marketing e vendas segue acontecendo em Florianópolis. No segundo dia, o RD Summit 2019 trouxe mais palestras e informações que enfatizaram a importância da união entre marketing e vendas para resultados assertivos.

Neste blogpost, contamos mais sobre as palestras que rolaram no evento e sobre as entrevistas que aconteceram ao longo do dia.

O impacto da evolução de marketing e vendas nas agências digitais

O segundo dia de RD Summit 2019 também ficou marcado pela palestra da nossa CEO Samira Cardoso. A apresentação dava dicas de como parar de perder clientes e vender mais, e foi inspirado nas vivências da equipe da Layer Up, assim como em tendências internacionais.

Com conteúdo voltado para outras agências, Samira levou mais informações para parceiros do RD Station que enfrentam dificuldades para ter mais resultados em seus negócios.

Na palestra, Samira mostrou como alinhar expectativas e gerar valor para propostas comerciais, além de explicar como organizar times de sucesso, realizando a união entre marketing e vendas.

Também falou quais estratégias são essenciais para gerar resultados a curto e longo prazo, como exemplo o funil de vendas em Y, que combina ações de inbound e outbound marketing.

Assim, a CEO da Layer Up explicou como montar um esquema tático para gerar e captar leads. Na geração, estão estratégias de ads search, outbound 2.0, ABM (Account-Based Marketing), SEO (Search Engine Optimization), inbound marketing e social ads.

Do lado da captação, temos ações RP (Relações Públicas), criação de blog, presença em redes sociais, relacionamento e branding.  

Aaron Ross: Playbook para reacelerar o crescimento

Mais tarde, na plenária (principal espaço de palestras do RD Summit), aconteceu a apresentação “Playbook para reacelerar o crescimento”, do especialista em outbound 2.0 e autor do livro “Receita Previsível”, Aaron Ross.

Com conteúdo voltado para CEOs e fundadores de negócios, ele deu dicas e informações valiosas para empreendedores que querem melhorar resultados.

Uma das ideias defendidas pelo especialista é que todo empreendedor deve entender sobre marketing e vendas para garantir bons resultados. Entre outras dicas compartilhadas estão:

Veja por que a união entre marketing e vendas é uma tendência cada vez mais importante para as empresas e é um assunto tão evidente no RD Summit 2019.

Aaron defendeu que o papel do marketing é ter mais inteligência para gerar bons leads e ainda reforçou o papel do SDR (Sales Development Representative) para qualificação dos contatos e a especialização do time comercial com base técnica.

O especialista é um dos gurus da Layer Up na aplicação do funil de vendas em Y. As teorias apresentadas por Aaron Ross serviram de base para a organização do nosso time, das nossas estratégias e até do nosso curso, oferecido em nosso estande no RD Summit.

Transmissões ao vivo

Ao longo do dia, nós preparamos transmissões em tempo real no Instagram da Layer Up. Hoje, os assuntos foram o funil em Y e a organização comercial.

Para falar da estratégia que une inbound e outbound 2.0, convidamos o head de marketing da Ramper, Victor Rossi, que afirmou que o funil em Y é uma tendência para 2020, especialmente para empresas B2B.

Segundo Victor, um dos maiores atrativos da estratégia é poder reaproveitar leads em momentos diferentes e com abordagens distintas, para manter a base sempre ativa.

Ele também destaca as possibilidades de personalização da metodologia que pode ser encaixada nos mais diversos objetivos – seja promover conteúdo e educação de mercado, como a própria Ramper, ou simplesmente a venda ativa.

RD Summit 2019 - Layer Up

Quando o papo foi vendas, os especialistas do RD Station nos afirmaram que a ponte entre marketing e vendas é essencial para melhores resultados.

Para o farmer Renê Nascar e para o channel sales manager André Alves, fazer um diagnóstico completo das dores e objetivos da empresa, traçar metas alcançáveis (como números semanais ou diários) e definir um ICP (Ideal Customer Profile, ou perfil ideal de cliente) são estratégias importantes para fazer um bom trabalho. 

Os especialistas em vendas também nos explicaram que o processo comercial está cada vez mais se afastando da ideia de ser uma arte, cheia de improvisos, para se transformar em uma ciência, com mais técnicas.

RD Summit 2019 - Layer Up

Para acompanhar as conversas na íntegra e descobrir mais sobre a união entre marketing e vendas, basta acompanhar o perfil da Layer Up no Instagram.

Gostou das novidades? Amanhã continuaremos! Siga acompanhando o nosso blog e nossas redes sociais para saber mais do RD Summit, nossas ações no evento e outras informações.

Veja por que a união entre marketing e vendas é uma tendência cada vez mais importante e um assunto evidente no RD Summit 2019.

Tendências de marketing e vendas que estamos levando para o RD Summit 2019

Para somar às 200 horas de conteúdos em formato de palestras, a Layer Up vai levar ainda mais conhecimento para a sua empresa durante o RD Summit 2019.

Nós estamos preparando o lançamento de um curso exclusivo sobre o funil de vendas em Y! Também levaremos consultorias com nosso time de especialistas e toda a nossa gama de serviços e expertise.

Quer ficar por dentro de todas as novidades que estamos preparando? Então confira os detalhes neste conteúdo!

As novidades da Layer Up para marketing e vendas 

Curso do funil em Y

Neste ano, a Layer Up é patrocinadora oficial premium do RD Summit 2019. A ocasião é muito especial e é por causa disso que estamos preparando novidades muito empolgantes!

A principal delas é o curso sobre o funil de vendas em Y. Pensado para gestores de empresas B2B e para agências de publicidade ou marketing, além de pessoas que querem aprender mais, o curso traz todos os segredos da Layer Up. Se você não sabe, nós somos pioneiros na aplicação dessa estratégia.

As aulas são conduzidas pela nossa co-fundadora e CEO Samira Cardoso, que tem um currículo de peso na área. Implementou a metodologia na Layer Up, é professora de inbound marketing na São Paulo Digital School, RD Partner Expert, com MBA em marketing pela ESPM e quase 20 anos de experiência!

Nos módulos você encontra um detalhamento completo da estratégia, passando pelo inbound marketing, outbound 2.0, ABM (Account Based Marketing) e no processo comercial propriamente dito.

Também descobrirá como fazer pontes entre as metodologias que compõem o funil de vendas em Y e terá dicas de quais ferramentas usar durante o trabalho.

Consultoria

Já em nossas consultorias, você irá contar com o nosso time de especialistas 100% disponível para fazer um diagnóstico da sua empresa. Com toda nossa expertise, a equipe estará apta a analisar suas estratégias, propor novos caminhos e até auxiliar nas etapas

História da Layer com o RD

Esse é o primeiro ano da Layer como patrocinadora oficial premium do RD Summit 2019, mas a nossa parceira com a Resultados Digitais é de longa data!

Na última edição do RD On The Road, a Samira Cardoso deu uma palestra na edição de Porto Alegre. Na ocasião, nossa CEO falou sobre os processos que empregamos aqui em nossa agência digital.

Desde 2015, a Layer Up faz parte do programa de parceria do RD Station, o que torna a agência certificada. Ainda segundo o marketplace da Resultados Digitais, ficamos entre as 50 melhores agências de marketing e vendas do Brasil.

Como será o RD Summit 2019

O RD Summit é o maior evento de marketing e vendas da América Latina. Reúne mais de 12 mil pessoas por dia, entre executivos de diversos segmentos e profissionais de marketing, sendo que cerca de 60% do público está à frente de negócios. Ou seja, o evento é o mais puro networking!

Neste ano serão mais de 120 palestrantes de áreas como marketing, vendas, empreendedorismo, tecnologia, sucesso do cliente, entre outros.

Alguns dos nomes são o autor best seller do New York Times e empreendedor Gary Vaynerchuk, o especialista que cunhou o termo outbound 2.0 Aaron Ross, a estrategista de mercado April Dunford e o próprio CEO da Resultados Digitais, Eric Santos.

Na feira de negócios são mais de 100 expositores. É por lá que você encontrará o espaço da Layer Up e todas as novidades que levaremos para o evento.

Tudo isso, é claro, em Florianópolis, cidade que sedia mais de 3,9 mil empresas de tecnologia, que movimentaram 6,6 bilhões de reais em 2018.

RD Summit 2019: escolha o pass que mais combina com você!

Se você se interessou, basta escolher a entrada que mais funciona para você:

1 Day Pass: essa entrada dá a oportunidade de participar de um dia de evento. Com esse ingresso, você tem acesso a todas as salas de palestras*, à Feira de Negócios*, à Feira Gastronômica* e ao happy hour (com cerveja de graça). Também ganha um kit do participante e certificado online.

3 Day Pass: com esse ingresso, você marca presença nos três dias do RD Summit, tem acesso a todas as salas de palestras, à Feira de Negócios, à Feira Gastronômica e ao happy hour nos três dias (com cerveja de graça), além do kit do participante e o certificado online.

VIP Pass: quem garante essa entrada tem todos os benefícios do 3 Day Pass com bônus, mas também tem credenciamento exclusivo, acesso às áreas VIP, entrada prioritária em todas as trilhas, kit VIP do participante, um curso online da RD University, além de um voucher de R$ 60 para a Feira Gastronômica.

*No dia do evento.

Vale lembrar que se você acessar o link e usar o código LAYERUP15OFF na finalização da compra, garante o seu ingresso com 15% de desconto.

É a chance de aproveitar o maior evento de marketing e vendas da América Latina e ainda ficar por dentro da estratégia revolucionária que é o funil de vendas em Y. Vejo você por lá?

A Layer Up é patrocinadora oficial premium do RD Summit 2019 e está levando para o evento conteúdos sobre o funil de vendas em Y.

A Layer Up é finalista em duas categorias no Prêmio Agências de Resultados 2019

No início de novembro, mais precisamente nos dias 6, 7 e 8, vai rolar o RD Summit em Florianópolis. Neste ano, são esperadas mais de 15 mil pessoas no mais evento de marketing da América Latina e você já sabe que a Layer Up vai estar por lá com seu próprio estande recheado de novidades, né?

Mas, além de sermos patrocinadores premium do evento, também estamos orgulhosos de te contar que esse ano nós somos finalistas em duas categorias do Prêmio Agências de Resultados, que vai acontecer no dia 5 de novembro, no Partner Day! 

Mais de 500 agências de todo o Brasil vão prestigiar esse momento e aguardar pelos vencedores do prêmio, que é dividido em seis categorias:

Em quais categorias do Prêmio Agências de Resultados a Layer está concorrendo? 

Dentre as opções citadas acima, a Layer é indicada para o prêmio em duas: Especialista em Vendas e Melhor Case!

No primeiro, o objetivo é premiar as agências que desenvolveram um planejamento de vendas para 12 meses e estruturaram um processo comercial de sucesso.

Já no segundo caso, o intuito é reconhecer os projetos das parceiras do RD que conseguiram conquistar bons resultados para os seus clientes por meio do alinhamento entre marketing e vendas.

Aqui, nós estamos concorrendo com o caso do Grupo Playcenter, que conseguiu aumentar em 1.529,04% o faturamento em uma unidade de negócio! 

Para dar um pequeno spoiler a você, o Grupo Playcenter atingiu resultados impressionantes ao apostar em estratégias como o funil de vendas em Y, que permite uma reestruturação completa do processo comercial.

Damos detalhes do nosso trabalho no vídeo abaixo:

Ao todo, mais de 1.500 agências participaram das fases iniciais do prêmio. Por isso, estamos extremamente felizes de estar entre os 10 finalistas! 

Para saber o resultado e conhecer de pertinho as melhores partes do RD Summit, fique de olho em nossas redes sociais entre os dias 5 e 8 de novembro!

Por esses canais, vamos atualizá-los a respeito dos principais momentos do evento e, é claro, estaremos torcendo juntos pelos prêmios!

No dia 5 de novembro, vai rolar o Prêmio Agências de Resultados 2019 no RD Summit. E a Layer UP é finalista em duas categorias. Confira!

 

Account-Based Marketing: o que é e como aplicar?

Com tecnologia que se renova com rapidez e as mudanças de comportamento do consumidor, novidades se espalham por todos os setores. No marketing isso também acontece. Assim, surgiram estratégias hoje já bastante conhecidas, como o Inbound Marketing. Mas você já ouviu falar em Account-Based Marketing?

Essa estratégia, considerada recente, pode fazer a diferença em empresas B2B, principalmente naquelas com vendas enterprise, ou seja, com foco em grandes companhias.

Neste conteúdo, explicamos do que se trata o Account-Based Marketing e como ele funciona. 

O que é Account-Based Marketing?

O nome ABM (Account-Based Marketing) ou Marketing Baseado em Contas já entrega bastante sobre o objetivo dessa metodologia. A ideia é selecionar contas com o perfil de cliente ideal e investir em um marketing especial para cada uma delas. 

Além de focar em empresas que têm mais chance de realmente darem atenção para seu produto ou serviço, com ABM toda a estratégia fica bem mais personalizada e efetiva. 

Essa personalização se torna mais essencial a cada dia.  Para se ter uma ideia, segundo uma pesquisa divulgada em 2017 pela consultoria Accenture Strategy, 65% dos consumidores se sentem frustrados quando as empresas não entregam experiências personalizadas. 

O funil de vendas invertido

Ok, mas como o Account-Based Marketing funciona? Uma das principais características dessa estratégia é a mudança do funil de vendas tradicional. Com o ABM, o funil de vendas se inverte, surgindo assim um novo processo de compra e venda. 

Apresentamos para você o Account-Based Marketing, metodologia ideal para empresas B2B que têm foco em vendas enterprise. Conheça melhor!

Primeiro passo: inteligência comercial para identificação de contas 

Como explicamos, no Account-Based Marketing a empresa que quer realizar a venda seleciona quais contas são interessantes para fechar negócio. Por isso, a primeira etapa é criar uma lista com essas contas. 

Logo de cara, o alinhamento entre os times de marketing e vendas torna-se essencial, para que todos entrem em um consenso sobre qual o perfil ideal de cliente para a empresa. 

Também é importante que já exista um banco de dados com informações sobre estratégias de marketing e vendas que deram certo ou errado anteriormente. Assim, é possível entender o comportamento das empresas que já fecharam negócio com sua companhia e têm o perfil desejado. 

Segundo passo: relacionamento e identificação dos contatos 

Depois que todas as contas são selecionadas, mais uma vez é papel dos times de marketing e vendas trabalharem juntos. Dessa vez, a ideia é fazer uma análise sobre cada conta escolhida

É nessa análise que se torna possível definir quais pessoas devem ser alcançadas, por serem tomadores de decisão ou influenciadores dentro das empresas escolhidas. Aqui, o objetivo é estabelecer uma conexão com uma dessas pessoas. 

Terceiro passo: engajar e nutrir 

Com as contas definidas e um estudo completo sobre as melhores estratégias para cada uma, é hora de planejá-las e botá-las em prática. Para isso, é importante ter uma ferramenta de automação de marketing e outra de vendas para que tudo seja acompanhado. 

Quanto mais personalizado isso for, maior a chance de dar certo. Afinal, é com engajamento que o cliente é conquistado. Não adianta selecionar as contas certas sem desenvolver uma estratégia assertiva. 

No ABM, geralmente os contatos para engajamento e nutrição são muito mais pessoais. Uma ideia é ficar de olho no LinkedIn do representante da empresa que você quer conquistar, perceber o que ele precisa e enviar informações que podem ser do interesse dele. 

Basicamente, é criar um relacionamento real com essas pessoas e, assim, ganhar sua confiança. 

Quarto passo: vender 

Depois de conquistar o cliente, é hora da negociação. Essa etapa também deve ser bastante pessoal e personalizada. É importante lembrar que não pode ser feita com uma atitude invasiva: o cliente precisa já ter demonstrado real interesse pelo seu produto ou serviço. 

Etapas extras: fidelizar e mensurar 

Mesmo depois da conquista dos clientes, é preciso continuar investindo na comunicação. Na estratégia pós-vendas, sua empresa precisa mostrar para o cliente que está disponível para sanar dúvidas e dar suporte sempre que preciso. 

Manter o bom relacionamento com os clientes faz com que eles se tornem mais satisfeitos. Além disso, é uma boa forma de fidelizá-los. Ou seja, caso precisem do seu produto ou serviço mais uma vez, com certeza vão buscar por sua empresa, além de indicá-la para outras pessoas. 

Mensurar também faz toda diferença. As ferramentas de automação de marketing e vendas, além de facilitarem todo o processo de personalização, também reúnem dados e todo o histórico  das estratégias aplicadas.

Essas informações são essenciais para que seja identificado o que de fato deu certo ou não. Assim, se torna mais fácil identificar quais contas precisam de uma nova estratégia, o que não deve ser feito novamente e quais as possíveis novas abordagens. 

Devo escolher o Account-Based Marketing? 

É preciso lembrar que a estratégia Account-Based Marketing, por ser ultra personalizada, tem um processo de compra/venda bem mais longo.  Por isso ele é recomendado para vendas B2B enterprise, que geralmente têm um ticket médio realmente alto, que suprirá o investimento. 

ABM é uma estratégia muito efetiva, desde que aplicada por empresas que seguem esse perfil. Assim, é importante lembrar que existem alternativas que podem se encaixar melhor às necessidades da sua empresa. 

O Inbound Marketing, por exemplo, segue forte como estratégia para marketing e vendas. Por outro lado, outras novidades não param de surgir, como o Funil de Vendas em Y. Busque a melhor alternativa para sua companhia!

Apresentamos para você o Account-Based Marketing, metodologia ideal para empresas B2B que têm foco em vendas enterprise. Conheça melhor!

Transformação digital na saúde

O público está cada vez mais exigente com os serviços que consome e com a saúde não é diferente. O setor, além receber demandas por mais facilidade, conforto, rapidez e qualidade, também enxerga do outro lado a pressão para acompanhar as inovações tecnológicas. E o caminho para isso tudo é um só: a transformação digital na saúde.

Mas mesmo com um alto potencial para inovar no segmento, ainda existem muitos desafios. Segundo a empresa de consultoria empresarial McKinsey, as áreas de saúde e hospitalar têm avaliações muito ruins na escala de digitalização:

consultoria McKinsey
A pesquisa da McKinsey ainda aponta que a área hospitalar é a única que conta com líderes digitais dentro de setores não-digitalizados. O desempenho das áreas só não é pior que em segmentos como construção e agricultura.

Quando falamos em digitalização, a transformação digital deve ser disseminada em todas as frentes da saúde, desde o próprio setor hospitalar a outras áreas, como as clínicas, farmácias, operadoras de planos de saúde, entre outras empresas.

O processo também precisa deixar de ser encarado como um projeto de TI para ser abraçado pelas empresas de saúde como um todo.

Hoje, a tecnologia já oferece uma série de soluções que podem ser empregadas para gerar mais inovação em saúde. São ferramentas ou novos processos que podem ser aproveitados para melhorar o trabalho nas instituições e a experiência dos pacientes:

Segundo o CIO do Hospital Israelita Albert Einstein, Ricardo Santoro, ferramentas assim e o intercâmbio de ideias entre executivos são fundamentais nesse cenário de evolução. “A inteligência dos sistemas está aumentando, bem como a integração e a automatização. É uma mina de ouro o poder destes dados!”.
Fala CIO Albert Einsten
Tendo isso em vista, muitas empresas do setor têm organizado convenções e debates para discutir essa mudança de comportamento e compartilhar experiências ou ideias sobre a transformação digital na saúde.

Por onde começar a transformação digital na saúde?

Mas antes de aplicar diversas tecnologias, é preciso dar um passo para trás. Sem estabelecer mudanças no funcionamento interno da empresa, a transformação digital na saúde não vai ocorrer por completo. Tudo deve começar com uma análise da maturidade do negócio e dos processos internos.

O primeiro passo é pensar na infraestrutura, que deve suportar os sistemas que serão inseridos no dia a dia. Caso haja falhas nesse momento, as equipes serão prejudicadas por falhas na disponibilidade e funcionamento dos sistemas de operação. Quanto maior a instituição de saúde, mais difícil fica para dedicar a atenção que essa etapa exige.

Depois, é preciso mapear no detalhe todos os processos e problemas em que a tecnologia poderia ser inserida para otimizar o trabalho. O ideal é dar prioridade aos pontos que são mais complexos.

Em seguida, é hora de se digitalizar e, inclusive, buscar uma  certificação digital. No Brasil, o ITI (Instituto Nacional de Tecnologia da Informação) emite o ICP-Brasil (Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira), um certificado para instituições que se digitalizam seguindo normas dela. 

Só após tudo isso, quando o terreno estiver preparado, que será o momento de aplicar inovações tecnológicas como o analytics, BI e sistemas cognitivos, como o Watson (ferramenta de inteligência artificial da IBM).

Ainda deve existir a preocupação em levar as novidades aos funcionários, em paralelo à implementação dos novos sistemas. O treinamento de pessoas para o uso das novas ferramentas e processos é essencial, pois reflete a importância da mudança de mindset frente à inovação na saúde.

É algo que deve envolver profissionais que vão além da área de TI, e passam pelo corpo clínico e gestores de todas as áreas. 

Segundo o CEO da empresa de inteligência em gestão de saúde Axismed, César Dominguez, a tecnologia deve ser vista como ferramenta, não como fim. “Isso quer dizer que uma empresa de tecnologia é, por essência, uma empresa que emprega as suas soluções para resolver desafios dos setores, sejam eles quais forem.”

Mas o especialista ressalta que a mudança não é tão simples. Embora proporcione muitos ganhos imediatos, empresas tradicionais não mudam de um dia para o outro.
Só é preciso tentar!

7 Tendências de inovação em saúde

Abaixo listamos algumas tendências que podem transformar completamente o jeito com que o segmento da saúde funciona: 

1. O poder dos pacientes informados

Como os pacientes têm cada vez mais autonomia sobre a sua própria saúde e os cuidados com ela, é preciso considerar cada vez mais essa característica na hora de propor novos serviços.

Essa tendência está diretamente atrelada aos hábitos atuais de tomar decisões ou praticar ações em relação a sua saúde, como pesquisar sintomas de doenças no Google.

2. O comportamento do novo paciente

Ainda na linha de entender o comportamento do novo paciente, vale entender quais locais ele frequenta, onde trabalha ou vive e quais horários dedica para o cuidado da saúde na hora de propor novos modelos.

Hoje é comum ver clínicas ou laboratórios a preços populares em centros comerciais ou bairros residenciais, como o Dr. Consulta, por exemplo. Esse modelo reflete plenamente as necessidades do público.

3. Experiências

Nada de burocracia, esperas muito longas ou consultas sem propósito. Os pacientes querem experiências melhores relacionadas à saúde e, por isso, os profissionais da área devem aperfeiçoar os serviços oferecidos e a comunicação.

Então repensar horários, funcionamento, serviços oferecidos e até oferecer experiências premium são coisas que devem estar no radar de quem trabalha com isso. Já a comunicação deve ser integrada, para evitar atritos na jornada do paciente.

5. Inovação aberta

Na conceito de inovação aberta, todos os stakeholders trazem ideias para aperfeiçoamento do setor. Na saúde, isso deve ser estimulado e pacientes, consumidores, empresas e o governo devem trabalhar juntos para propor ideias com base em dores comuns.

6. Mais diversão

A área da saúde pode aproveitar a tendência que afeta o mercado e usar o raciocínio de games em serviços. Ao oferecer prêmios ou retornos, é possível estimular pacientes a seguirem o tratamento e educá-los sobre a importância disso. Aplicativos podem explorar essa ideia ao máximo.

7. Wearables, chips e sensores

O paciente de hoje já criou hábitos que fazem a tecnologia ser parte essencial da sua rotina de cuidados. Isso se deve muito aos wearables (como pulseiras, relógios e até peças de roupas inteligentes), chips e sensores. Ao transmitir dados a sistemas sem qualquer interferência em nosso cotidiano, as ferramentas oferecem informações mais confiáveis.

Por que buscar por inovações?

A importância da inovação tecnológica é tão evidente nos dias de hoje que, no caso de hospitais, às vezes é critério de certificação da qualidade da instituição.

No caso das acreditações (certificação que atesta a qualidade do hospital), um de seus critérios é a digitalização, pois afeta diretamente na otimização de processos, resultados e custos, além de trazer mais assertividade ao paciente. 

A certificação HIMSS/EMRAM emitida pela Healthcare Information and Management System Society exige a digitalização em seu estágio mais avançado, o sete.

Modelos como esse definem os requisitos mínimos de maturidade de adoção de tecnologia pelos hospitais e ajudam a visualizar o caminho para a transformação digital na saúde.

Mas acreditações são só um motivo. Trazer inovações tecnológicas para a saúde não é mais uma pauta do futuro, mas sim do hoje. Isso não só dos hospitais, mas das instituições em geral, das clínicas às farmácias.

Os pacientes estão cada vez mais exigentes, fazendo com que seja preciso reformar completamente o serviço oferecido, com base em novas tecnologias.

Alguns benefícios de buscar por inovações tecnológicas na saúde

Preparamos uma lista com alguns dos benefícios que a transformação digital proporciona para a saúde:

No caso do uso de mobile health, pesquisas comprovam os ganhos. Segundo a consultoria PwC,  dispositivos móveis utilizados como tratamento médico podem gerar economia de 14 bilhões de dólares para o Brasil com custos de saúde e esse dinheiro poderia ser usado para o tratamento de mais 4.3 milhões de pacientes. 

O mobile health também ajudaria mais de 28,4 milhões de pessoas a terem acesso à saúde no país.

A Layer Up é uma agência digital que já ajudou empresas de diversos setores a trilhar o caminho da transformação digital no Brasil. 

Então por que a sua empresa ainda não está dando passos largos em direção à transformação digital? A nossa equipe de planejamento desenvolveu um diagnóstico sobre o mercado que pode gerar insights interessantes e mudanças únicas no seu negócio!

Pesquisa de mercado: saúde

 

Transformação digital na construção civil: como trazer inovações ao setor

Imagine construir um edifício sem estudos e cálculos. Como seria erguer um prédio sem vigas e lajes? Certamente, projetos assim não avançam muito longe e nem ficam de pé por muito tempo. A mesma analogia pode ser usada no segmento quando o assunto é transformação digital na construção civil.

Este mercado está ávido por novidades e soluções que possam ajudar na recuperação da crise que pegou de jeito as empresas envolvidas. Nos últimos anos, a construção civil se deparou com quedas consecutivas, perdeu espaço, investimentos e profissionais. 

Especialmente no Brasil, o setor passou por grandes turbulências. Enfrentou burocracias, enxergou o mercado em baixa, teve gastos elevados e falta de investimento, sem falar de desgastes políticos.

Além disso, os projetos do setor estão cada vez mais complexos e caros. Assim, tecnologia se apresenta  como solução, dando todo o apoio que essas empresas precisam para se destacar nesse contexto.

Inclusive, ela pode ser útil em problemas que sempre foram pontos sensíveis para negócios do ramo, como:

No entanto, mesmo oferecendo meios para facilitar os processos de empresas do ramo, a transformação digital na construção civil ainda não é realidade para muitos negócios do segmento. Na verdade, está muito longe disso!

 

 
 

Transformação digital na construção civil

Fonte: McKinsey & Company

Segundo a empresa americana de consultoria empresarial McKinsey & Company, a construção civil só não tem pior desempenho que a agricultura.

Na análise, foram considerados pontos como digitalização, gastos digitais, estoques de ativos digitais, transações, interações, processos de negócio, mercado, gastos digitais com funcionários, aprofundamento digital e digitalização no trabalho.

As únicas categorias em que o segmento apresenta evolução são estoques de ativos digitais, mercado e digitalização do trabalho, ainda tendo avaliações bastante negativas.

Segundo o sócio da McKinsey & Company e especialista em produtividade de capital, Steffen Fuchs, a construção civil nunca investiu em tecnologia ou TI. Para ele, é por causa disso, que o mercado continua operando da mesma maneira que atuava nos anos 1940.

Outra pesquisa aponta a mesma dificuldade de inserir a transformação digital na construção civil. O estudo 2018 Contech Report, da consultoria norte-americana em soluções tecnológicas para o setor de construção JBKnowledge, reflete o cenário com base na observação de três mil empresas do ramo.

 

investimento em tecnologia

investimento em tecnologia

 

Mas o que tem sido feito no segmento?

Alguns especialistas afirmam que a construção civil tem alto potencial para se desenvolver tecnologicamente justamente por estar defasada nesse sentido em comparação com outros mercados.

E é claro, existem muitas tendências tecnológicas que já abrem caminho para a transformação digital na construção civil. O BIM (Building Information Model, em português Modelagem da Informação da Construção) é uma delas, mas ainda dá os primeiros passos no Brasil! 

Ele é uma metodologia de digitalização e padronização com capacidade de tornar projetos mais enxutos e lucrativos. A solução já é usada em larga escala em países mais desenvolvidos, como Estados Unidos, Reino Unido, Suécia, Dinamarca e Coreia do Sul.

De maneira colaborativa, o BIM cria um modelo de informação de um projeto em três dimensões e abrange todas as informações necessárias a sua gestão, se tornando mais que um software.

 

Impacto do BIM

Fonte: ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial) 

Hoje existe uma atualização do BIM que trabalha em cinco dimensões, mas ela ainda está sendo testada. Na nova versão, a solução promete um olhar ainda mais completo.

Com a ferramenta, empreiteiros têm recursos de realidade virtual e aumentada para visualizar projetos, podem gerenciar especificações de design espacial em 3D e também obter informações críticas sobre custos e agendamentos. 

No Brasil, o Governo Federal criou em 2018 a Estratégia BIM BR. O projeto tenta mapear um ambiente adequado para investimento e aplicação do BIM no país.

Como ganhos, o programa quer melhorar a produtividade, qualidade e dar saltos em sustentabilidade em obras públicas, além de aumentar a qualificação profissional.

Ainda existem também outras tecnologias que podem revolucionar o setor digitalmente:

Para o presidente da Abramat, Rodrigo Navarro, o setor não tem como fugir das novidades que a transformação digital exige acompanhar.

“Qualquer tecnologia prevista na 4ª Revolução Industrial tem de passar, necessariamente, pela construção civil. São inovações em mobilidade urbana, em infraestrutura de cidades e em segurança digital. Temos de estar envolvidos e preparados para essa mudança de cultura.”

No Brasil, para incentivar a modernização, empresas como a BASF, Cyrela, Deca, Eztec, Gafisa, MRV, Saint-Gobain, Schneider e Thyssen Krupp formaram um núcleo de inovação e relacionamento do mercado com o objetivo de disseminar a transformação digital na construção civil. 

O objetivo do projeto, nomeado EnRedes, é criar um ecossistema de negócios e oferecer uma rede de conhecimento e troca em eventos para que haja discussões e dinâmicas a respeito da tecnologia.

Outros desafios

Um dos pilares da transformação digital é levar novos processos, a mentalidade digital e tecnologias para o dia a dia de todos os profissionais envolvidos no segmento, independentemente da área de atuação. 

Democratizar por completo essa visão é um desafio para empresas que pretendem gerar inovações na construção civil, pela dificuldade em encontrar mão de obra capacitada. 

 

Desafios na construção civil

Uma das causas dessa projeção exponencial é a falta de treinamento, além da dificuldade  em usar tecnologias que já estão sendo aplicadas atualmente.

Quais são os benefícios da transformação digital na construção civil?

A transformação digital na construção civil pode trazer benefícios em diversas frentes, como você pôde notar até aqui. Agora, vamos nos aprofundar nos ganhos que empresas do ramo podem ter caso apostem em inovação 

Assertividade

É comum que em canteiros de obra haja retrabalho, mas a tecnologia com ferramentas de previsão ou visualização em tempo real pode evitar erros assim. Nesse ponto, soluções como drones e big data são muito valiosas por permitirem a antecipação dos erros.

Por permitir acompanhamento simultâneo e por fornecer inteligência de dados, as decisões ficam ainda mais assertivas. Os impactos negativos também são menores, como você verá no próximo item.

Segurança

Por lidar com desenvolvimento da infraestrutura das cidades e interferir diretamente no dia a dia das pessoas, a construção civil deve buscar formas de ser mais assertiva e, consequentemente, segura.

Ao basear decisões em dados, o processo fica muito mais assertivo, já que não depende inteiramente do ser humano e seus inevitáveis erros.

Os materiais usados na obra também estão cada vez mais resistentes, refletindo tecnologias de última geração.

Economia

A tecnologia também traz ganhos práticos na lucratividade das empresas que apostarem nela. Segundo estimativa da Boston Consulting Group, o setor da construção civil pode economizar anualmente 1,2 trilhão de dólares nas fases de projeto e 500 bilhões na fase de operações em projetos não residenciais.

A equação é simples: ao melhorar a produtividade, calcular de forma exata os insumos necessários e ter relatórios precisos, o desperdício é reduzido e a economia é garantida, gerando mais lucros!

Atualmente, para melhorar a produtividade já existem ferramentas que integram os canteiros de obra às construtoras. Para identificar gargalos e períodos em que acontecem desperdícios, há aplicativos e softwares. Até a gestão de documentos ajuda na economia pela digitalização.

A Layer Up é uma agência digital que já ajudou empresas de diversos setores a trilhar o caminho da transformação digital no Brasil. Conheça nossos parceiros da construção civil que encontraram com a gente formas de inserir a tecnologia no segmento:

 

parceiras Layer Up

Se você também atua no ramo, não perca o timing! Dê o primeiro passo para se destacar na era digital.

A transformação digital na construção civil é uma necessidade. sendo um setor atrasado no mercado brasileiro. Confira formas de inovar!

 

 

Tecnologia no entretenimento: transforme a experiência do público

Pare para pensar na última vez em que você assistiu a um filme, foi a um restaurante com os amigos ou até comemorou o seu aniversário. Seja para confraternizar ou por passatempo, o entretenimento sempre foi uma necessidade humana. 

O Brasil, por exemplo, de acordo com a pesquisa Global Entertainment and Media Outlook 2015-2019, da PwC, está entre os países que mais consomem entretenimento, ficando na oitava posição do ranking.

Embora seja um país com alto potencial de consumo relacionado a produtos e serviços de entretenimento, alguns desafios colocam essa prioridade em segundo plano.

top 5 consumo
Para início de conversa, a situação atual da economia brasileira tem sido um grande obstáculo. Mesmo com previsões financeiras favoráveis ao setor, muitas pessoas deixam de investir nos momentos de lazer para garantir que as contas do mês sejam pagas e não ficar no vermelho.

Além dessa realidade, um fenômeno ainda mais complexo traz outros desafios para empresas do setor: a digitalização mudou tudo!

Por isso, a ideia de inserir tecnologia no entretenimento não deve ser um monstro de sete cabeças para quem atua na área.

O digital já enterrou veteranas do entretenimento

Entender como permanecer relevante e oferecer produtos ou serviços que se destaquem no mercado é um desafio para quem pretende gerar inovação no entretenimento.

Inclusive, não se desafiar, não fazer previsões e ignorar as demandas do novo mundo já fez com que gigantes do setor perdessem todo o seu impacto no Brasil.

Vamos exemplificar com um caso que talvez você já conheça: a MTV Brasil. Com uma mentalidade noventista, a emissora foi por duas décadas o “porto seguro” de jovens que procuravam uma comunicação descomplicada, novas tendências de música e modelos de comportamento.

Mas, com a chegada dos anos 2000, a popularização da internet, a mudança no perfil do consumidor e o surgimento da geração C, a emissora ignorou tendências que teriam capacidade de tirar o seu poder progressivamente.

O YouTube virou o lugar certo para assistir videoclipes, os youtubers passaram a falar a língua do jovem de um jeito mais certeiro que os VJs da MTV e o entretenimento em demanda passou a fazer mais sentido, levando ao fim da emissora, pelo menos sob o comando e moldes da Editora Abril.

No livro, “MTV, Bota Essa P#@% Pra Funcionar!”, o ex-diretor da MTV Brasil Zico Goes fala que, frente às novidades da tecnologia no entretenimento, a MTV americana soube se reinventar, diferente do canal nacional.

Mas, apesar de ter trocado de mãos e continuado no ar na TV a cabo sob outro formato, a MTV Brasil levou um fim similar ao de muitos produtos da Editora Abril, que ignorou a transformação digital e perdeu a sua relevância entre o público.

É possível ignorar a inserção da tecnologia no entretenimento?

A digitalização mudou o conceito de tempo em muitos sentidos. As novidades aparecem a todo momento e a demanda por elas também é urgente. 

Trazendo essa realidade para o mercado, empresas de todos os segmentos devem buscar formas de se transformar digitalmente para otimizar processos.

Mas, a inserção da tecnologia no entretenimento talvez seja um dos pontos que exige mais pressa, por causa, justamente, do consumidor.
inserção da tecnologia
Se surge um novo game, os consumidores irão buscar formas de adquiri-lo ou testá-lo o quanto antes. Se apareceu uma nova série, todo mundo vai querer ver a tempo do lançamento.

De acordo com dados da pesquisa da PwC, que citamos lá no começo do texto, o consumidor não se importa em pagar por um produto de entretenimento desde que ele seja de boa qualidade e relevante aos seus interesses. 

Inclusive, esse é um dos motivos para que o marketing experiencial esteja tão em alta e seja uma ótima alternativa para quem busca gerar inovação no entretenimento.

Marcas e empresas que promovem eventos estão cada vez mais preocupadas em inserir a tecnologia e a experiência em seus serviços. Os conceitos ajudam a alcançar a tendência de propiciar vivências únicas e personalizadas para o público, coisa que ele valoriza hoje mais do que nunca.

Um estudo do Eventbrite reforça essa tendência e diz que os millennials estão gastando mais dinheiro em experiências do que comprando produtos. 
Tecnologia no entretenimento
Tecnologia no entretenimento

Fonte: EMI & Mosaic

Mas o que experiência tem a ver com transformação digital?

Quando falamos sobre investir em experiência no mercado do entretenimento, não nos referimos apenas ao exemplo de criar uma ação ultra tecnológica, cheia de telões e dispositivos tecnológicos no maior festival de música do país.

A tecnologia no entretenimento pode estar nos pequenos detalhes e fazer toda a diferença no resultado final!

UX (User Experience) 

Empresas de entretenimento podem surpreender o seu consumidor do ponto de vista da experiência logo no momento da compra. Imagine que você tenha um site de venda de ingressos que sempre dá problemas na hora da finalização de um pedido. 

Certamente, o concorrente que pensou o seu ambiente virtual do ponto de vista do UX (User Experience) sai na frente nesse quesito por oferecer uma jornada com menos atritos.

Aqui na Layer Up nós temos um case que segue essa linha. Um de nossos clientes, um parque de diversões, inseriu a tecnologia no entretenimento ao criar um e-commerce que permite que o usuário compre créditos para brincar no espaço antes de sair de casa.

Big data

O big data pode ajudar a alcançar a personalização que o público tanto preza, ao coletar e entregar dados que ajudam a compreender preferências, perfis e comportamentos dos consumidores.

Esse, inclusive, é o segredo de grandes empresas do entretenimento como a Netflix e o Spotify. Elas usam os dados dos usuários para sugerir novos conteúdos e personalizar a experiência.

Realidade aumentada

Já a realidade aumentada pode ser uma arma para surpreender o seu público e criar diferenciais em torno do seu serviço ou produto. 

Na Alemanha, por exemplo, turistas podem visualizar o Muro de Berlim por meio da tecnologia, para entender a história dele com ainda mais emoção! Com a ajuda de um aplicativo, podem também ver vídeos relacionados de cenas marcantes.

A Layer Up é uma agência digital que já ajudou empresas de diversos setores a trilhar o caminho da transformação digital no Brasil. Conheça nossos parceiros que encontraram com a gente formas de inserir a tecnologia no entretenimento:
experiência na transformação digital
A sua empresa também atua no segmento? Então é a sua vez de dar o primeiro passo para inserir a tecnologia no entretenimento de maneira inteligente e estratégica. Baixe um diagnóstico sobre o mercado realizado pela equipe de planejamento da Layer Up e crie insights únicos!

Inserir tecnologia no entretenimento vai além do sentido literal. Inove e revolucione a experiência do público para fidelizar clientes!

 

Tudo o que você precisa saber para ter uma agência de resultados

Você, que tem uma agência de publicidade, sabe que além de apresentar peças publicitárias geniais para os clientes, seu negócio tem que garantir resultados. Ou seja, ele também precisa ser, literalmente, uma agência de resultados.

E agora eu te pergunto: como garantir que um comercial de televisão vai atingir – e atrair – exatamente seu público-alvo, se ele é transmitido em um canal aberto?

Complicado, não é mesmo? Mas eu posso provar para você que o marketing digital é capaz de mudar essa história.

Ok, você já deve saber que essa é uma das melhores soluções para entregar resultados com assertividade. Só que muitos proprietários de agência de publicidade reconhecem a importância do papel do marketing digital apenas na jornada de compra do consumidor. Mas é preciso entender 100% como os processos de ações digitais funcionam.

Tem mais: alguns desconhecem que existe a complexidade de analisar métricas e o investimento em profissionais especializados para cada demanda.

Se esse não é o seu caso, talvez esse post traga algumas informações repetidas para você. Mesmo assim, recomendo a leitura, já que vou falar também sobre capacitação de equipe e você pode encontrar algum dado relevante.

Agora, se você ainda está implementando os serviços de marketing digital e não sabe exatamente como atingir resultados, esse post é indispensável.

Está pronto para tornar seu negócio em uma agência de resultados? Então vamos lá.

Quantidade não necessariamente gera valor

A primeira lição de todas é não se deixar enganar pelas chamadas “métricas de vaidade”. E o que isso quer dizer? Eu vou dar um exemplo prático para mostrar.

Imagine que seu cliente quer promover a loja de roupas para pets dele e ao passar o briefing insiste que precisa ter mais de cinco mil “likes” na página do Facebook.

Isso pode ser facilmente conseguindo ao criar campanhas digitais, não é verdade?

Mas o que esse cliente não compreende – e você deve explicar – é que para realmente vender mais e tornar a marca conhecida entre o público-alvo, é preciso segmentar muito bem as campanhas para que elas cheguem até as pessoas certas.

Ou seja, é melhor ter duas mil curtidas de Leads na página, do que cinco mil de um público que passa longe do perfil a ser alcançado.

Além disso, as métricas utilizadas devem indicar os resultados e não somente o volume de interações, por exemplo.

Não sabe do que estou falando?
Aqui estão algumas das métricas que valem o investimento:

Enfim, esses são resultados que realmente mostram que o dinheiro que seu cliente investiu já retornou para ele. Analisá-los detalhadamente é o que trará diferencial para seus serviços.

Estamos entendidos? Ótimo, porque agora eu vou seguir falando de uma peça fundamental para seu negócio se transformar em uma agência de resultados.

Sua equipe precisa estar preparada

Eu acredito muito na força do trabalho em equipe e, especialmente quando se trata de Marketing Digital, essa união é muito mais do que necessária. Ela é vital, pois sem um grupo forte e capacitado as ações não sairão do papel.

Você sabe quem deve fazer parte do time da sua agência de resultados?

Antes de responder, eu quero que você preste atenção nesses dados:

A pesquisa Digital Roadblock: Marketers Struggle to Reinvent Themselves, realizada em 2014 pela Adobe, analisou profissionais de Marketing dos Estados Unidos.

Ela revelou que 76% dos profissionais acreditam que o modelo antigo de Marketing, como os grandes anúncios para televisão, já não são mais suficientes, e outros 76% dizem que é preciso estar mais focado em dados para se ter sucesso.

Mesmo cientes dessas necessidades, 30% desses profissionais afirmam que não evoluem na área de atuação por conta da falta de treinamento em novos conhecimentos e também pela incapacidade das empresas se adaptarem às novidades.

Essa também é uma realidade no Brasil.
Por isso, você precisa investir em profissionais que compõem uma equipe de Marketing, como:

Alguns desses profissionais, inclusive, já fazem parte da sua agência. Mas será que eles estão capacitados para atuar no Marketing Digital?

Esse pessoal precisa não só de um conhecimento aprofundado, como também da percepção de que a análise de métricas é primordial para trazer resultados e que essa é uma tarefa difícil, mas muito relevante.

Você tem que estruturar esse departamento de forma que todas as etapas de um planejamento de Marketing sejam preenchidas, principalmente a de análise.

Eu vou ser sincera com você: enxergo somente duas maneiras de fazer isso.
 

Solução nº 1

Olhe para a equipe que você já tem em sua agência de publicidade. Há como encaixar uma nova demanda para alguns dos profissionais?

Se sua resposta for sim, eu aconselho a capacitar esses colaboradores para que eles possam sanar as lacunas dos serviços de Marketing Digital.

Isso evita que você tenha que contratar mais gente para formar uma nova equipe. Mas, o que traz uma certa economia, pode tropeçar na questão do tempo.

Leva um bom tempo até que seus colaboradores passem por cursos de especialização, comecem a praticar planejamentos e estratégias, e realmente absorvam todo conhecimento.

Se você tem essa possibilidade de espera, essa solução já deve funcionar para você. Mas se não é esse seu caso, vem comigo que vou te levar para uma segunda opção.
 

Solução nº 2

Se o tempo de aprendizado é uma barreira para você, que tal contar com um modelo pronto de capacitação, que ao mesmo tempo já corrija possíveis falhas na prática de ações digitais?

Eu quero oferecer aqui uma saída que confio muito e que vai otimizar seu tempo e dinheiro. Além de tudo, é uma opção que será decisiva na transformação do seu negócio em uma agência de resultados.

Você pode contar com uma agência de marketing digital para prestar alguns dos serviços e também atuar com uma consultoria para que você possa fazer os ajustes necessários em sua equipe.

O que você ganha com isso?

A ideia é que você encontre uma agência parceira. Eu falei a verdade para você até agora e, mais uma vez, vou ressaltar algo muito real: as técnicas de mensuração de resultados são bastante complexas e trabalhosas.

Não é fácil gerenciar todos os relatórios e analisar todos os gráficos que as ferramentas automatizadas entregam. Quanto mais apoio você tiver, melhor.

E sem essa etapa de análise, os resultados simplesmente não aparecem.

Como selecionar a melhor agência de marketing digital

Até aqui falei sobre a importância da análise de métricas, do investimento na estrutura de equipe e sobre as possíveis soluções para seu negócio se tornar uma agência de resultados.

Eu imagino que você percebeu que é muito válido contar com apoio de especialistas nesse processo, não é mesmo?

No caso de contratar a consultoria de uma agência de marketing digital, eu deixo aqui um alerta: busque por referências e só feche um contrato quando tiver certeza da credibilidade dessa empresa parceira.

Para ter certeza da sua escolha, confie em agências que:
– Contem com um bom portfólio
– Apresentem bons cases de sucesso
– Mostrem qual é a equipe que estará disponível e qual a capacitação de cada integrante
– Tenham experiência no mercado
– Demonstrem real interesse e compromisso em apresentar as melhores soluções para seu negócio e para seus clientes
Preste atenção: se você contratar uma agência de Marketing que não cumpra com o prometido e não trabalhe com responsabilidade, sua imagem também será prejudicada diante dos seus clientes. Isso sem falar no prejuízo de investimento.

E já que eu toquei nesse assunto, vou aproveitar para guiar você até o post em que conto como a Layer Up, minha agência de marketing digital, atua com agências de publicidade parceiras.

Acesse aqui e descubra como a consultoria de Marketing funciona na prática.


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