Performance do site: 4 passos para melhorá-la e ter resultados

Com a chegada da transformação digital, não basta apenas ter uma página solta pela web, é importante avaliá-la e ver como está a performance do site, quais são os resultados obtidos e o que pode ser feito para melhorar ainda mais o seu alcance.

Muitas plataformas possuem essa avaliação de performance do site, mas nem sempre os profissionais responsáveis conseguem analisar e entender todas as informações que aparecem nos relatórios.

Pensando nisso, decidimos trazer um pequeno guia de como avaliar e melhorar a performance do seu site e trazer ainda mais resultado para o seu negócio. Vamos conferir?

Como melhorar a performance do site?

Há algum tempo, temos comentado sobre a importância de proporcionar uma experiência agradável ao consumidor, e com o site não seria diferente.

A performance do site é levada em conta para que o usuário tenha uma experiência positiva, consiga informações rápidas independente do aparelho que esteja usando e permaneça mais tempo em sua página.

Assim, separamos alguns tópicos que devem ser analisados detalhadamente para a otimização.

Invista na responsividade

A cada ano que passa, se torna mais comum o acesso aos sites e blogs por meio de dispositivos móveis. Por isso, para que a sua página sobreviva a um mercado que está em constante evolução, construa um design responsivo.

Isso influencia no carregamento de imagens, na velocidade do site, e consequentemente, retém mais pessoas. 

Ajuste a velocidade de carregamento 

Como já citamos no tópico acima, esse é um dos fatores determinantes para que o usuário se mantenha conectado. 

Uma pesquisa realizada pelo Google revela que 53% das pessoas desistem de navegar em sites que demoram mais de 3 segundos para carregar, gerando uma taxa de rejeição que pode levar o mecanismo de busca a punir o seu site.

Portanto, atente-se a esse ponto e avalie o que pode estar causando lentidão em sua página, como o excesso de plugins e de imagens.

Ofereça segurança ao usuário

Um dos fatores que auxiliam no ranqueamento e melhoram a performance do site é o certificado de segurança, que informa ao usuário que aquela página é segura e pode ser acessada. Um site seguro oferece uma experiência ainda mais agradável ao visitante. 

Aplique o SEO corretamente

Utilizar as técnicas SEO corretamente vai impulsionar o posicionamento o seu site nas pesquisas, trazendo um retorno positivo.

Dentro das diversas práticas de Search Engine Optimization, comece inserindo a palavra-chave escolhida ao longo do texto, sempre com fluidez e sutileza. Lembre-se de que a relevância e o cuidado com o conteúdo são essenciais.

Aplique-a também na meta-descrição da página e das imagens inseridas, facilitando o escaneamento por parte dos buscadores.

Além disso, inclua links internos e externos (os chamados backlinks), levando o usuário a navegar por outras páginas dentro do seu site e de outros que também são referência no assunto.

Ferramentas que podem te auxiliar

Agora que você já sabe em que pontos deve focar para iniciar a otimização do seu site e melhorar a performance do mesmo, precisamos falar sobre as ferramentas que irão te auxiliar nesse processo.

GTMetrix

Essa é uma ferramenta que está disponível gratuitamente e, na versão paga, possui algumas funcionalidades extras.

Fornecerá números de acesso, taxa de rejeição, performance do site, tempo de carregamento, entre outros tópicos importantes para uma análise completa e comparação de resultados de acordo com os parâmetros do Google.

Moz Tools

Moz é uma plataforma focada em SEO que possui uma análise detalhada de diferentes aspectos associados à performance do site, apresentando dados que auxiliam na melhora do desempenho com as informações coletadas.

SEMRush

O SEMRush é uma plataforma completa, que apresenta diferentes informações e análises para que sua performance aumente significativamente página a página, além de trazer dicas de como aplicar as técnicas SEO corretamente e alavancar os resultados digitais do seu negócio.

Defina métricas para acompanhar os resultados

Após a definição dos pontos que devem ser melhorados e quais ferramentas auxiliarão nos dados para chegar a uma solução, devemos apontar as métricas que fecharão a análise da performance do site.

Por meio dessas métricas, serão medidos os resultados obtidos e o sucesso das ações que foram tomadas ao longo de toda a estratégia. 

Tráfego orgânico: ao receber visitas que vieram diretamente de pesquisas, é possível identificar um aumento em sua autoridade, mostrando que as técnicas SEO têm sido aplicadas corretamente.

Taxa de rejeição: é uma métrica importante que aponta as páginas abandonadas pelos visitantes por algum problema, seja  falha no carregamento, falta de informações, design confuso. Entender essa taxa possibilita ajustes nos erros que comprometem a performance do site. 

Taxa de conversão: quando um lead é convertido, o objetivo da sua página foi alcançado. Isso mostra que o seu site tem CTAs claras, informações relevantes e passa confiança.É um ótimo indicador de crescimento.

Esses são os principais indicadores de performance do site e trarão novos insights para que novas ações sejam pensadas, visando converter ainda mais leads, aumentar o engajamento e gerar vendas.

E, a partir desses números, novas estratégias poderão ser implementadas, trazendo mais engajamento, visibilidade e resultado para o seu negócio. É o caso do mobile marketing. Entenda melhor em nosso blog:

 

 

 

Link building: construindo a autoridade da sua marca online

Ser referência significa que os usuários vão olhar para a sua marca e reconhecê-la como quem domina o assunto. O link building trabalha para reforçar essa autoridade construindo uma rede de links que levam para o seu site e mostrando aos mecanismos de busca a relevância do seu conteúdo diante do mercado.

A lógica é a mesma de uma indicação qualquer. Quanto mais páginas e blogs indicarem seus links aos usuários e quanto mais os usuários compartilharem e clicarem, mais os buscadores vão reconhecer seu site como informativo e relevante.

É importante lembrar que, como na vida offline, as pessoas querem indicações vindas de personalidades com boa reputação, que possuem algum nível de conhecimento em relação ao assunto.

No online, o mesmo se aplica. Mecanismos como o Google investigam e avaliam a qualidade dos links que apontam para o seu site. Por isso, sua empresa não deve focar somente em quantidade.

O objetivo é conseguir indicações que venham de sites confiáveis, populares, que tenham uma boa avaliação e que sejam da sua área.

Por que é importante posicionar sua marca com link building?

Primeiro, porque um dos critérios para os buscadores avaliarem a qualidade de um site – o que impacta diretamente em seu ranqueamento – é a quantidade de domínios de referência que apontam para ele.

Até porque isso é parte essencial da estrutura da web. Links são a interligação entre as páginas, sites, vídeos e arquivos disponíveis. É o que garante que os usuários continuarão navegando.

Os mecanismos de busca têm otimizado cada vez mais seus algoritmos, de modo a entregar a melhor experiência para quem faz a pesquisa: o conteúdo mais completo, considerado relevante por todas as suas indicações e que usa as palavras-chave corretas, de acordo com o SEO.

Pela questão da experiência, os links internos também contam. Ou seja, é estratégico que você faça um link building com seus próprios conteúdos.

Imagine que o seu negócio é uma agência de viagens. Em um blogpost sobre pontos turísticos da Irlanda, você pode inserir links sobre conteúdos seus com dicas para organizar uma viagem, erros para evitar ao escolher um hotel ou mesmo pacotes em promoção.

Assim, o usuário pode navegar entre esses textos, conhecendo mais da sua marca e ao mesmo tempo se informando sobre o assunto.

Quais são os critérios na hora de fazer o link building?

São diversos os fatores que contribuem para a autoridade da sua marca. Aqui, citamos alguns deles:

Quantidade, diversidade e qualidade

Como falamos, a quantidade é um ponto importante. Apesar disso, ela nunca deve ser considerada isoladamente.

É interessante que os backlinks venham de sites considerados relevantes pelo Google e também pelo seu mercado consumidor.

Ainda, existe um outro fator que contribui para a conta: a diversidade. Portais, blogs, sites institucionais de empresas diferentes. Quanto mais diversificadas forem as indicações, melhor.

Reputação

Repetimos diversas vezes sobre a relevância dos links. É interessante reforçar que, quando você recebe muitas indicações de sites considerados não confiáveis, o mecanismo de busca tende a colocar o seu site na mesma definição.

Esses backlinks podem vir de forma não intencional, por isso é importante fazer uma limpa constantemente. 

Posicionamento do link

O Google analisa não somente a origem dos backlinks, dando mais valor aqueles que vem do seu mesmo nicho, mas também avalia as palavras usadas em torno do link.

Essa análise vale para que o algoritmo entenda qual é o sentido de um determinado site ter indicado o seu domínio – se é porque o seu conteúdo completa o dele, por exemplo.

Novamente, a ideia é garantir que a experiência do usuário seja eficiente. 

Dicas para um link building estratégico

A melhor dicas de todas é: invista em conteúdo de qualidade, que converse com a sua buyer persona, otimizado de acordo com as técnicas de SEO

Trabalhe para ser encontrado nas primeiras páginas, mas também para que o usuário encontre a solução de suas dores e necessidades na sua marca.

Atualize seu site e seu blog com frequência e esteja presente também nas redes sociais para a divulgação de links.

Outro ponto estratégico são as parcerias. Busque por sites, até mesmo empresas e portais que tenham relevância e estejam bem posicionados e proponha uma parceria gratuita.

A forma mais comum de trabalhar em conjunto nesse caso é o guest posting. A ideia é que a sua marca crie um conteúdo para ser publicado no blog do seu parceiro e vice-versa.

É possível encontrar pautas em comum, que sejam informativas e que também levantem tanto o seu serviço quanto o da outra empresa, ainda mais se eles forem complementares de alguma maneira.

Além disso, também é possível sugerir a troca de link building: escolha alguns conteúdos dele que podem apontar para os seus e deixe-o fazer o mesmo.

Evite erros que possam penalizar seu site

Quer descobrir quais penalidades o Google aplica aos sites? Então confira nosso blogpost gratuito.

Os Topic Clusters vão revolucionar seu SEO

A forma usual de trabalhar SEO (Search Engine Optimization) já é uma velha conhecida de quem produz conteúdo: pesquisar palavras-chaves e, em torno delas, construir informações relevantes que conversem com a persona. Então, o que os Topic Clusters podem trazer de novo? 

Ao invés de guiar a produção de conteúdo somente por termos com alto volume de busca, a nova estratégia encontra as maiores dores de sua persona, desenvolvendo assuntos centrais e criando diversas produções paralelas ligadas a eles.

Ou seja, um determinado tópico é escolhido como “pilar” e são produzidos conteúdos derivados dele (os “clusters”), todos ligados por meio de links.

Topic Clusters: um diferencial para seu blog

Conheça a estratégia que pode gerar ainda mais autoridade para seu blog, tornando-o referência no mercado: os Topic Clusters.

O uso dos Topic Clusters vai mudar a organização dos conteúdos, deixando-os mais ordenados tanto para quem alimenta o blog, quanto para o usuário que lê as postagens.

Atualmente, a maioria dos blogs não tem uma estrutura de separação das suas publicações por assunto. Existem apenas as categorias, que servem para compilar conteúdos do mesmo nicho. Essa divisão geralmente é ampla.

Por isso, a estruturação de uma página de conteúdo completa, com direcionamento para outras postagens com o mesmo tema  – desmembrado em diversas frentes – pode ser um grande diferencial.

Afinal, o usuário vai encontrar tudo o que procura em um só lugar, de forma sistematizada, e continuar navegando pelo seu site por meio das linkagens.

Esse caminho traçado pelos links também faz com que o site seja facilmente escaneado pelos crawlers (os robôs do Google), o que ajuda muito na indexação das páginas pelo mecanismo de busca.

Como aplicar os Topic Clusters?

Escolha seus pilares

Entender o comportamento do seu público e conhecer as dores ou desejos dele é essencial nessa primeira etapa. 

Mesmo que a persona tenha interesse em diversos tópicos, você precisará priorizar os temas que devem trazer mais resultados.

Uma reunião de pauta com sua equipe pode solucionar a questão, compartilhando as ideias do grupo e definindo os assuntos por grau de importância.

Desenvolva os clusters

Agora que já tem os pilares definidos, é hora de selecionar os clusters ou “publicações satélites”.

Aqui, cabe pesquisar o tópico escolhido no Google e ver que tipo de conteúdo os resultados nas melhores posições trazem, que complementos a plataforma oferece para o assunto e quais são as pesquisas relacionadas.

Você também deve conferir variações do tema no Keyword Planner, verificando o volume de buscas de cada termo.

Imagine que a sua empresa é uma corretora de investimentos procurando pessoas que querem investir pela primeira vez mas não sabem por onde começar. 

Você e sua equipe decidiram que “como começar a investir” é um bom pilar central. O tema desperta o interesse da persona, provavelmente tem alta busca e oferece diversas opções de desmembramento

Algumas das opções sugeridas pelo mecanismo de busca são: “como montar uma carteira de investimentos? Qual é o meu perfil de investidor? Quanto devo investir por mês?”.

Assim, seus profissionais vão mesclar as sugestões da plataforma com assuntos que sabem ser dúvidas da persona, criando a lista de clusters.

Comece as produções

Ao contrário do que alguns podem pensar, a primeira parte das produções são os próprios clusters.

Com a lista fechada, defina a ordem de produção e garanta que todas as possibilidades oferecidas pelas pautas sejam exploradas pelo redator.

A estratégia pode ser definida por tempo (produzir blogposts durante um semestre) ou por quantidade mínima de artigos.

Estruture o conteúdo pilar

Ao fim do processo, é hora de trabalhar a página pilar. Ela deve ser extensa, aprofundando o tema central com todas as informações coletadas em pesquisas para os clusters até então.

Como os redatores já escreveram sobre os assuntos citados, é importante evitar qualquer tipo de repetição ou “copia e cola”.

O ideal é redesenhar as informações de maneira que todos os elementos (gerais ou específicos) se encaixem em um todo, fazendo sentido para o usuário.

Como conteúdos mais longos atraem leitores exigentes, que realmente desejam compreender o tema, seu texto precisa ser envolvente e de alta qualidade.

Para deixar a página dinâmica, inclua menus de navegação, botões que levem aos clusters, imagens e vídeos ilustrativos.

Como será longa, é necessário adicionar um botão fixo que possa levar o usuário diretamente ao topo.

Construa os links internos

Nessa etapa, você deve adicionar os links de todos os clusters na página pilar. Caso exista algum outro conteúdo que não faz parte da estratégia de Topic Clusters, mas que fale de um tema citado no texto, também é possível linká-lo.

Depois de estruturar o pilar central, acesse os clusters e inclua um link para o conteúdo principal.

Vantagens do Topic Clusters

Além de melhorar a relevância e a autoridade do seu domínio e de suas páginas na pesquisa orgânica, a estratégia também vai gerar mais leads relevantes para seu negócio.

Quem busca conteúdos épicos geralmente nutre um interesse considerável pelo assunto. Caso a pessoa navegue pelos links e consuma outros artigos, as chances de criar um vínculo com sua marca e vê-la como referência crescem ainda mais.

Conheça a estratégia que pode gerar ainda mais autoridade para seu blog, tornando-o referência no mercado: os Topic Clusters.

Cinco caminhos para alcançar um posicionamento estratégico para o seu negócio

A competição é o combustível do mercado. E para andar mais rápido é preciso desenvolver um posicionamento estratégico movido por essa competitividade.

Mas você sabe o que define um mercado competitivo? Quatro aspectos básicos caracterizam esse mercado: 

E aí, identificou seu negócio dentro dessa grande corrida comercial?

Para assumir um bom lugar nessa competição e garantir que o seu negócio tenha visibilidade diante o público, é antes necessário desenvolver táticas que façam com que a sua empresa atinja o objetivo desejado.

Essas estratégias ajudam na construção de um posicionamento estratégico que seja coerente com as reais necessidades do usuário e com o quadro econômico daquele serviço ou produto que seu negócio quer entregar como solução.

O que vamos apresentar aqui são cinco caminhos para alcançar um posicionamento estratégico ideal para o seu negócio.

Transformação digital

Muito mais do inserir tecnologia e inovação nos processos do seu negócio, a transformação digital é uma completa mudança de perspectiva.

Isso significa que antes de sugerir mudanças tecnológicas e discursos modernos no dia a dia da empresa, é necessário desenvolver um novo olhar para o ecossistema como um todo: do colaborador do seu negócio à experiência do seu cliente.

A transformação digital é um tema super recorrente por aqui, pois nós acreditamos que muita coisa boa pode acontecer a partir dela! Então, pra você ficar mais à vontade com esse conceito, dê uma olhada nesse texto em que a gente fala sobre isso tim tim por tim tim.

A transformação digital envolve e afeta cada área do seu negócio e as mudanças no mundo têm levado o mercado para novos e diferentes caminhos.

Agora que você já conhece alguns de seus impactos, podemos falar sobre características da transformação digital que vão tornar seu posicionamento estratégico melhor ranqueado nessa competição!

A partir dela, o marketing de uma empresa passa a ser feito com base em dados de clientes e leads, a ter mais impacto digital e assertividade, o que gera maior lucro sobre o investimento.

O investimento na melhoria de produtos, processos, serviços e experiência do cliente cresce e acontece uma evolução nas ferramentas e meios pelos quais os o cliente se relaciona com a empresa ou com a solução.

Além disso, os processos internos começam a ser pautados em metodologias ágeis de gestão de projetos e de pessoas, gerando impacto decisivo e positivo na cultura e na tomada de decisões da empresa.

Por que não começar então essa revolução no seu negócio?

SEO

Imagine se seu site pudesse aparecer na primeira página do Google quando um internauta busca por um produto ou serviço que você oferece? Isso é totalmente possível quando as técnicas de SEO são usadas!

O Search Engine Optimization é uma estratégia que permite, como o nome diz, otimizar um site ou uma página da internet nos mecanismos de busca dos sites de pesquisa, como Google.

Ou seja, a partir de uma série de critérios, sites e páginas são ranqueados tendo mais ou menos chance de aparecer entre os primeiros resultados do buscador.

Para entender e fazer melhor uso das técnicas de SEO, é preciso antes conhecer um pouco do modus operandi do próprio Google

Agora que você já conhece melhor nosso velho amigo Google, vamos falar sobre o que é e como funciona esse conjunto de técnicas de SEO. A indexação de uma ou mais palavras-chave nas páginas do seu site ou no conteúdo ali publicado é o primeiro recurso.

A indexação começa com a escolha de uma palavra ou expressão chave que resume o conteúdo ou produto que você oferece.

Por exemplo, se você tem uma loja de doces especializada em produtos estrangeiros que fica em Campinas, a palavra “loja de doces” não funcionaria tão bem quanto “melhor loja de doces importados em Campinas”.

Mas o SEO não se reduz ao uso de palavras-chave indexadas na base de dados do Google. Essa dinâmica de palavras se estende ao “lugar” em que elas aparecem no seu texto ou site.

O Google entende que algumas posições como títulos, subtítulos, URL e títulos das imagens dizem muito sobre o conteúdo publicado e, por isso, a atenção deve ser dobrada!

Investimento em mídias sociais

Investimento financeiro, em pessoas, em tempo e, principalmente, em criatividade! De acordo com a pesquisa “Digital in 2018: The Americas”, feita pelas empresas pelas empresas We are Social e Hootsuite, 62% da população brasileira é ativa nas redes sociais.

Inclusive, pode ser que seus futuros leads e clientes passem mais de três horas por dia checando Instagram, Facebook, YouTube e Twitter. E você, está presente nessas redes fornecendo informações e conteúdos relevantes para seu público?

Temos um artigo inteiro sobre a urgência de apresentar sua marca nas redes sociais. Dê uma olhada e não fique para trás na corrida pela competitividade do mercado!

Mas por que investir nas redes sociais?

Você pode ter um ótimo site e um atendimento online super moderno, mas é no ambiente social que seus possíveis clientes vão procurar você! As redes sociais se tornaram a mídia de maior impacto: do âmbito pessoal ao âmbito político.

Os negócios modernos não ficam fora desse cenário: as atitudes e posicionamentos da marca, a relação construída com seguidores, a possibilidade de aproximar seu público do dia a dia da sua empresa… tudo isso acontece nas e por meio das redes sociais.

É importante lembrar que o gerenciamento das mídias sociais de um negócio é completamente diferente de ter e alimentar uma conta pessoal.

Por isso, é fundamental que uma equipe de profissionais qualificados seja consultada para dar o up certo nas redes sociais do seu negócio!

Isso porque além de dedicar atenção para a produção de peças e conteúdos interessantes para os seus perfis, vale também destinar investimento financeiro para a boa performance dela, sem falar da análise de todas as métricas que as redes fornecem.

Dados assim podem gerar insights preciosos que irão ajudar você a entender o que funciona ou não para um bom posicionamento estratégico.

Experiência do cliente

Você já deve ter se deparado com a sigla UX em suas buscas por conteúdos que ajudem a alcançar um melhor posicionamento no mercado. Ela se refere à expressão em inglês “User eXperience”, traduzido literalmente como experiência do usuário.

Antes de falarmos sobre como o investimento em UX pode alavancar o posicionamento do seu negócio, precisamos esclarecer três pontos:

A experiência de um usuário passa por todos os detalhes de sua relação com o produto.

O seu público-alvo sempre terá alguma consideração a fazer, desde a escolha daquela marca e modelo, o primeiro uso, a primeira dificuldade ou ponto negativo que ele encontra, até a avaliação e indicação positiva ou negativa que esse usuário faz para outra pessoa.

Portanto, ao investir em um site ou aplicativo intuitivo, por exemplo, ou criar uma jornada de compra sem atritos, a sua marca ficará na lembrança do consumidor como uma empresa que se preocupa com a experiência do usuário.

Lembre-se desse conceito na hora de definir uma estratégia de atendimento, quando for construir a sua jornada de compra ou desenvolver um novo site.

Produção de conteúdo relevante

Se sua empresa entrega um ótimo produto, por um bom custo-benefício, mantém um bom relacionamento com o cliente e, mesmo assim, não tem alcançado índices positivos de prospecção e conversão de leads, parte da solução pode estar naquele a mais que você não tem oferecido ao seu público.

Entregar conteúdo relevante significa produzir e publicar um material de qualidade que traga informações e novidades sobre o assunto em que seu negócio atua e é especialista.

É claro que esse tipo de produção exige investimento e deve ser desenvolvido por pessoas capacitadas a partir de um planejamento estratégico traçado com cuidado e antecedência.

E-books e blogs sobre assuntos específicos que seu negócio engloba, vídeos, infográficos e arquivos de áudio são exemplos de meios para produzir e divulgar o conhecimento e autoridade que sua empresa tem naquele meio.

Oferecer esse tipo de material gera e aumenta o tráfego de usuários no seu site e possibilita a sobreposição de diferentes links. Também ajudam a somar naquele segundo ponto que listamos aqui, o SEO.

Aí estão cinco caminhos para alcançar o tão cobiçado posicionamento estratégico. Escolha passar por todos eles e vivencie um up incrível na sua empresa!

Transformação digital, SEO, UX e produção de conteúdo. Veja as estratégias que vão transformar o posicionamento estratégico da sua empresa!

Entender como funciona o Google é um grande passo para o sucesso dos seus conteúdos

Todos os dias, são feitas mais de 3,5 milhões de pesquisas no Google. Seu mecanismo é presente em nossa rotina há anos, mas grande parte de seus usuários não o entende. Por isso, resolvemos esclarecer, de maneira geral, como funciona o Google e qual é o papel do SEO.

O Search Engine Optimization, como você deve saber, é um conjunto de técnicas que tem por meta otimizar páginas e sites, tornando-os mais propensos a aparecer entre os primeiros resultados do buscador.

Como isso é feito? Por meio da escolha e da inserção de palavras-chave relevantes para seu negócio nos conteúdos, linkagem com outros sites do mesmo segmento e outras otimizações em códigos.

Mas, para que estas técnicas sejam usadas de maneira assertiva, é preciso primeiro entender como o Google vasculha e trabalha todos esses dados.

Como funciona o Google: crawling ou rastreamento

O rastreamento é a primeira fase de todo o processo. Os algoritmos de busca possuem um sistema chamado “crawler”, que é responsável por escanear as páginas de um site e organizar tais informações dentro de uma base de dados.

Ou seja, o “crawling” ou rastreamento, é a aquisição de dados sobre um site e todos os seus detalhes. Isso inclui textos, palavras-chave, títulos de imagens e links.

Por meio desse procedimento, o Google descobre as atualizações feitas em conteúdos antigos e os novos conteúdos adicionados à internet.

O processo começa com uma lista de links proveniente de crawls antigos e de sitemaps fornecidos por donos de websites. O Googlebot, robô da Google, visita esses endereços virtuais e, também por meio da linkagem, descobre novos sites.

Ele armazena o conteúdo que encontra em seus servidores na forma de metadados.

O crawling na prática

Então, como funciona o Google quando o assunto é varredura? Os crawlers escaneiam uma página de cima a baixo, coletando cada link interno e externo. Essas URLs são colocadas em uma lista de próximos endereços a visitar e, assim, a operação se repete todos os dias.

Em outras palavras, caso sua página não esteja linkada em nenhum outro site, será mais difícil encontrá-la. Por outro lado, quanto mais sites indicarem o seu e quanto mais relevantes tais endereços forem, mais fácil acontecerá o rastreamento.

Existe alguma página que o Google não rastreia?

Sim, aquelas que tiverem o código “nofollow” ou “noindex”, que é propriamente uma indicação de que a empresa ou dono não quer que aquele conteúdo seja encontrado.

É possível facilitar esse rastreamento?

Sim! Como mencionado acima, é possível montar um sitemap – uma lista com todas as páginas contidas em seu domínio e enviar para o Google.

Essa prática é feita pelo site Google Webmasters ou Google Search Console. Temos um conteúdo sobre ele aqui no blog, quando puder, confira o link acima!

Indexação e índice

Após processar os dados coletados no rastreamento, vem a chamada indexação. Isso significa que para ser indexada, uma página precisa ser primeiro rastreada.

Depois do rastreamento, o Google passa por outro processo algorítmico para determinar se deve armazenar a página e suas informações em seu índice.

Isso porque os resultados que encontramos ao realizar uma busca não são exatamente o que está na internet no momento. Trata-se de cópia feita e catalogada nos servidores da empresa.

Essa representação, porém, recebe cada vez mais atualizações. A intenção é torná-la equivalente ao conteúdo disponível no tempo presente.

Rankeamento e seus critérios

A indexação, essa cópia a que temos acesso, envolve um rankeamento de todos os links coletados, que leva em consideração mais de 200 critérios diferentes.

A ideia é disponibilizar as páginas em ordem de relevância, mostrando primeiro resultados que atendem melhor às necessidades do usuário, ou seja, às palavras digitadas no campo de busca.

Para determinar a relação de proximidade entre o que o usuário pesquisou e o que se tem indexado no catálogo, devemos pensar em três pilares principais. É nesse ponto que entra o SEO:

1 – Conteúdo

O Google tem sua própria hierarquia para a distribuição de informações nos sites. Isto é, alguns espaços em uma página da web são considerados “mais importantes” do que outros pela empresa.

Vamos a um exemplo prático. Da mesma forma que a capa, o título e o subtítulo de um livro dizem muito sobre o assunto principal da obra, alguns elementos são indicadores de correlação entre a página e o que é buscado.

São essas partes específicas que merecem uma atenção especial. Nesse caso, entender como funciona o Google e trabalhar o seu conteúdo com técnicas de Search Engine Optimization é fundamental para ganhar espaço:

Título ou page title

O título que aparece na aba do navegador é o tópico mais relevante para o mecanismo do Google. Ele deve conter a palavra-chave escolhida no início, de preferência.

Cabeçalhos ou headings

São os subtítulos, marcações no código que vão do H1 ao H6, em ordem decrescente de importância. Além de auxiliarem a indexação, facilitam muito a leitura por parte do usuário.

Textos

É o conteúdo em si. O Google escaneia o texto e considera a presença e a repetição da palavra-chave buscada. Ainda, é importante pontuar que não basta só inserir o termo diversas vezes, ele deve estar fluido e coerente com a mensagem principal.

URL

A URL, o endereço de um link na web, também é muito importante e deve ser sempre curta e amigável. Em outras palavras, tem que conter a palavra-chave, que define do que se trata a página.

Atributo Alt

É a descrição da imagem, o texto que é usado quando a mesma não pode ser exibida e o Google precisa entender o que ela significa.

Nome da imagem

Além do atributo alt, o nome do arquivo também é um dos critérios essenciais. Por exemplo, “estante-azul.jpg” é um nome preferível e mais didático para uma imagem do que “01-2018-03.jpg”.

2 – Autoridade do site

Suponhamos que o mecanismo avaliou que cinco páginas contém em seus títulos, URLs e textos as palavras-chave procuradas pelo usuário. Como definir qual deles é a opção mais relevante?

Um dos principais parâmetros é a autoridade do site em questão. O Google analisa quantas vezes determinada página ou o site em geral foi indicado por terceiros. Melhor ainda se eles forem do mesmo segmento!

Os profissionais de SEO geralmente trabalham esse quesito por meio do “link building”, atividade feita para conquistar links de diversos sites relacionados.

Outro tópico é a forma como o próprio site vê sua página. A quantos cliques de distância ela está da homepage? Qual é a real importância daquele conteúdo aos olhos de seu dono?

Se a própria empresa ou autor considera que ele não está entre os mais relevantes, deixando o seu acesso mais trabalhoso ou demorado, o mecanismo de busca vai seguir a mesma lógica.

3 – Experiência do usuário

Um dos passos para entender como funciona o Google é conhecer sua cultura. Para a empresa, a experiência dos usuários é fundamental.

Atualmente, o buscador é referência em satisfação, seja em termos de rapidez ou de entrega eficiente.

Como esse é um de seus pilares fundamentais, a empresa avalia melhor aquelas páginas que também se preocupam com a boa experiência do leitor.

Sites com boa velocidade de carregamento, responsividade e boas médias de tempo de navegação tendem a conquistar melhores resultados. Nesse caso, profissionais de SEO e desenvolvedores podem trabalhar em conjunto.

Agora que entendeu os conceitos básicos de funcionamento do buscador, é a sua vez de escolher otimizar seu site e alcançar mais pessoas.

Nós da Agência Layer Up produzimos conteúdos estratégicos usando as técnicas de SEO que podem alavancar seus resultados!

 

Marketing de conteúdo: estratégias de texto que sua empresa deve usar agora

Você já ouviu falar que informação é a moeda de troca da internet? Não existe verdade mais absoluta que essa, inclusive quando o assunto é marketing de conteúdo!

Pense nas redes sociais que você mais usa: todas elas existem para que as pessoas compartilhem fotos, ideias ou pensamentos a respeito de qualquer assunto.

Indo mais além, reflita um pouco sobre os seus hábitos online: você certamente consome com frequência materiais produzidos por determinado blog ou canal do YouTube, certo?

Todas esses pontos nos levam a confirmar que o marketing de conteúdo é uma estratégia essencial para qualquer empresa que busca ganhar algum tipo de autoridade ou visibilidade na rede.

Mas não basta fazê-lo de qualquer forma. Existem algumas técnicas de produção de conteúdo utilizadas por especialistas que geram muito valor para marcas e que são capazes de garantir resultados para a sua empresa.

Em um cenário em que 73% das empresas brasileiras investem em marketing de conteúdo (segundo pesquisa da ContentTools, realizada em 2018), ficar de olho nessas técnicas é essencial. Mais ainda é aplicar, claro!

Por isso, trouxemos nesse blogpost as principais técnicas de marketing de conteúdo para textos. São estratégias que usamos em nossos materiais e que são responsáveis pela atração e nutrição dos leads que trabalhamos em nossos funis.

Quer conhecer quais podem ser utilizadas na sua empresa? Continue acompanhando abaixo:

Invista no SEO

Vamos começar do mais óbvio: SEO é uma técnica indispensável para qualquer empresa que deseja ser encontrada de alguma forma na rede.

Afinal, quando buscamos por algum serviço ou produto, nossa primeira atitude é pesquisar um pouco mais sobre o assunto em mecanismos de pesquisa, como o Google.

Por isso, é essencial que qualquer página da sua empresa seja construída de forma 100% embasada em técnicas de SEO, sejam elas off-page (na estrutura de códigos do site), ou on-page (diretamente no conteúdo).

Como aqui estamos falando da produção dos conteúdos, para otimizar o seu site em SEO, é essencial fazer uma seleção de palavras-chave relevantes para o negócio e realizar um estudo sobre a concorrência, para entender as estratégias das demais empresas.

Aqui no blog nós já falamos um pouco sobre como começar a otimizar o seu site on-page. Mas, além de estruturar o seu site de forma que ele seja interessante para os mecanismos de pesquisa, também é fundamental alimentar um blog com conteúdos.

Assim, a sua empresa trabalha um volume maior de palavras-chave, tem a chance de aumentar o território no Google, abordar diferentes dores ou dúvidas da sua persona e cria autoridade no mercado. Você já começou?

Onde aplicar: em páginas do seu site, landing pages e no seu blog.

Faça conteúdos persuasivos com o copywriting

Outra técnica praticamente obrigatória para quem quer gerar leads por meio da internet, é se comunicar da forma ideal com a sua persona em todos os seus conteúdos. No marketing de conteúdo, chamamos a técnica de copywriting.

Com essa estratégia, você mapeia quais são as principais dores do seu público-alvo. Essa informação é a chave para que você consiga desenvolver na comunicação a melhor linguagem, o tom mais adequado e, claro, os principais argumentos para usar a favor do seu produto ou serviço.

Mas não é apenas isso. O seu conteúdo deve ser altamente persuasivo e atender alguns critérios básicos. Por meio do copywriting, você deve ser capaz de:

Onde aplicar: em tudo! Desde blogposts e landing pages, que estão online, a outros formatos, como e-mails e posts de redes sociais. A ideia aqui é converter!

Use gatilhos mentais

Os gatilhos mentais são técnicas que podem andar lado a lado dos textos construídos com foco em copywriting. Afinal, se você quer que o usuário realize algum tipo de ação a partir do seu texto, deve convencê-lo disso.

Por meio de elementos textuais ou de imagens, você pode ser capaz de motivar pessoas e desencadear ações de forma praticamente automática.

Isso acontece porque os gatilhos mentais atuam em uma parte do cérebro que busca tomar decisões sem ter que fazer muita reflexão a respeito do assunto.

Para você entender melhor, vamos exemplificar alguns gatilhos mentais. Imagine que acabaram de anunciar um show de uma cantora famosa na sua cidade.

Você decide esperar o seu cartão de crédito virar para realizar a compra, mas se depara com um anúncio da apresentação que diz “últimos ingressos”.

Pode ser que essas duas palavras na mesma frase façam você tomar uma decisão imediata, seja adiantar o pagamento da sua fatura para liberar logo o seu limite, pensar em uma nova forma de pagamento ou quem sabe até pedir o cartão emprestado de outra pessoa. Tudo para não ficar sem as entradas! Esse é o gatilho mental da escassez.

Vamos imaginar outra situação: pense que você seja o idealizador de uma startup que está prestes a lançar um novo aplicativo no mercado.

Você já tem o produto e seus benefícios definidos, já conhece sua persona, então pensa em uma estratégia e cria diversos teasers para deixar o seu público ansioso para o lançamento. Esse é o gatilho da antecipação.

E existem muitos outros gatilhos mentais que podem ser explorados ao longo de seus conteúdos e estratégias de marketing digital.

Mas atenção! Essas técnicas podem gerar um alto envolvimento afetivo entre o público e a marca. Por isso, devem ser utilizados de forma bastante ética.

Onde aplicar: também é possível usar os gatilhos mentais em tudo! Desde páginas de site, blogposts e landing pages, a e-mails, campanhas e posts de redes sociais.

Conte histórias e seja capaz de envolver o seu público

Todos nós já ouvimos histórias que nos marcaram ao longo de nossa vida. Isso acontece porque o nosso cérebro tende a reter mais informações quando elas estão presentes em uma narrativa.

Por isso, o storytelling pode ser uma de suas ferramentas para ter uma estratégia de marketing digital de sucesso.

Alguns estudos de neuromarketing já atestaram que a publicidade funciona melhor quando tem recursos de storytelling em seus conteúdos. Com ele, o público guarda mais informações sobre a marca e se envolve emocionalmente com o produto.

Se o conteúdo for criado de um jeito bem feito MESMO, o cérebro responde com liberação de dopamina, substância que faz com que a gente se lembre por mais tempo da história.

Quando estamos falando em consumo então, o storytelling pode ser poderosíssimo! Tudo porque ele desencadeia reações emocionais que são muito mais capazes de motivar uma compra do que fatores racionais.

No storytelling, existem diversas técnicas que podem ser usadas a favor da sua empresa. A mais famosa é a jornada do herói, que se desenvolve em três atos: a apresentação, o desenvolvimento (com os conflitos) e a resolução.

Estruturas assim são capazes de gerar envolvimento afetivo entre o público e a marca. Mas também existem outras técnicas que devem ser exploradas.

Para exemplificar, vamos usar um exemplo de como a história deve ser utilizada para engajar o seu público e difundir a sua marca. Imagine que você seja uma empresária do ramo da moda com alto envolvimento no lifestyle de determinada tribo.

Você pode usar o storytelling para mostrar como a sua marca foi importante para o desenvolvimento da cultura em que está inserida e pode usar influenciadores do segmento para mostrar o impacto que as roupas têm para pessoas do nicho.

Assim você está contando a história da sua marca de um jeito indireto, sem ter foco em vendas. Também está demonstrando a importância das suas roupas para o lifestyle, gerando uma empatia muito forte com o público, que começará a relacionar a sua empresa a um determinado estilo de vida.

Onde aplicar: é uma ótima estratégia de conteúdo para assuntos mais institucionais. Use em páginas de site, blogposts, materiais ricos, campanhas, fotos e roteiros de vídeos.

Data Driven Journalism

Se por um lado trabalhar o emocional é muito importante para o marketing de conteúdo, também é essencial trazer um olhar analítico e mais números aos seus conteúdos. Apostar em textos que sejam altamente informativos e embasados por dados, cases, afirmações, etc. com certeza será interessante para a sua empresa.

Esse tipo de informação é capaz de engajar bastante o público principalmente quando analisamos a tendência das pessoas de consumirem cada vez menos anúncios.

A ideia é pegar dados sobre o mercado em que você está inserido e transformá-los em informações significativas para o dia a dia do seu público.

O Kickstarter, empresa de financiamento coletivo, já fez isso. Usando os dados do mercado de crowdfunding que ela tem acesso por ser uma das maiores empresas do segmento, ela criou um material informativo todo baseado em números.

Nele, afirmou que 3,3 milhões de pessoas de quase todos os países do planeta apoiaram um projeto no ano da pesquisa. Também informou a quantia de dinheiro arrecadada pelo Kickstarter para seus projetos.

Se for possível realizar uma pesquisa mais ampla para o segmento, as informações podem dar origem a um material rico cheio de interesse público, que pode impulsionar as suas conversões de forma inacreditável!

O Spotify, empresa de streaming de músicas que você deve utilizar, também é outro case. No fim de 2018, a empresa usou dados de reproduções de artistas e analisou suas playlists para embasar sua campanha de final de ano.

Isso sem falar da retrospectiva que cada usuário podia fazer com as informações de seu perfil na plataforma. As informações de cada pessoa foi divulgada de forma tão espontânea que chegou a viralizar nas redes sociais e aumentar a influência da marca.

Trazer esse tipo de informação à tona é algo que está muito relacionado ao gatilho mental de autoridade, que mostra que sua empresa é realmente referência no assunto.

Também é um tipo de informação que faz o seu negócio parecer muito mais interessante para o público-alvo e para a imprensa.

Indo ainda mais além, você também pode analisar as suas próprias métricas de marketing para pensar em ações que tenham mais a ver com o perfil de consumo do seu consumidor.

Assim, poderá entender o que pode melhorar no tom da sua comunicação, na escolha das suas pautas e nos formatos adotados para os seus conteúdos.

Onde aplicar: explore essa técnica principalmente nos seus blogposts e materiais ricos (de preferência, infográficos).

Agora que você já conhece as principais técnicas para um bom marketing de conteúdo, ficou mais fácil de entender quais podem ser os erros que a sua empresa anda cometendo nas produções de texto. Contar com o apoio de especialistas é fundamental para garantir uma estratégia que funcione.

Copywriting, SEO, storytelling e muito mais. Conheça as estratégias de marketing de conteúdo que farão a diferença nas suas vendas!

Inbound Marketing ou SEO: qual estratégia é mais eficiente para o seu negócio?

Para responder essa questão, vamos traçar um panorama geral e enxergar onde o Inbound Marketing e o SEO se encaixam no seu plano estratégico.

Você com certeza já ouviu falar sobre Inbound Marketing e SEO diversas vezes, até mesmo deve ter lido sobre esses assuntos aqui no blog da Layer Up 

Mas talvez essas estratégias possam parecer independentes, o que não é verdade.  

Quando aplicadas em conjunto no seu negócio, ambas podem trazer resultados expressivos, pois juntas essas estratégias se potencializam. Antes mesmo de abordar o momento em que Inbound Marketing e SEO se cruzam dentro de um planejamento de Marketing Digital, vale a pena relembrar rapidamente os conceitos de cada um. 

 

Inbound Marketing ou SEO: qual estratégia é mais eficiente para o meu negócio?

Inbound Marketing 

Essa é uma estratégia ampla e completa, em que a atração, retenção e conversão de Leads em clientes ocorre por meio da inclusão de diversas outras estratégias que formam um plano bem delineado de Marketing. 
Estratégias como as de SEO fazem parte desse grupo de ações. 

SEO 

O SEO, além de otimizar um site e seu conteúdo com palavras-chave, por exemplo, para a obter o melhor desempenho possível na busca orgânica do Google, é um elemento que traz qualidade ao material divulgado.  

A prática do SEO, quando bem planejada e executada, impulsiona todo conteúdo otimizado, oferecendo assim maiores chances de alcançar o público-alvo correto. 
 

Em que momento essas estratégias se cruzam? 

Podemos dizer que uma estratégia precisa da outra para chegar ao destino desejado. Ou seja: 

O SEO pode ser interpretado como o combustível que faz as ações de Inbound caminharem. Assim, todo conteúdo pensado para uma estratégia de Inbound Marketing pode contar com a otimização SEO para ter um alcance melhor e mais qualificado. 

Há uma forte conexão entre essas duas vertentes, o que nos guia até a ideia de que trabalhadas em conjunto, ambas serão eficientes para seu negócio.  
 

Enfim, o resultado 

Como vimos, separadas as estratégias de Inbound e SEO podem não ser tão assertivas.

→ Para entender como elas se somam na prática, vamos imaginar a seguinte situação: 

Há meses você, proprietário de um e-commerce de materiais de construção, vem criando conteúdo para seu blog e e-books para a captação de Leads, como parte das ações de Inbound previstas para sua marca.  

Mas até o momento o resultado foi zero. Você tenta encontrar o conteúdo gerado no Google e ele não está listado na busca. Assim, seu público-alvo não chega até as informações que se quer passar.  
Esse é um dos impactos da falta de otimização SEO na estratégia Inbound. Todo material criado e publicado perde a utilidade quando ninguém o consome. 

Lembre-se o consumidor moderno é bombardeado de informações a todo momento e por esse motivo sua marca precisa chegar até ele com eficiência e destaque.  

Espero que esse conteúdo tenha esclarecido melhor o papel do SEO dentro de uma estratégia Inbound.  
Essa é uma das ferramentas do Google que se torna indispensável no trabalho de Marketing. Mas há muitas outras que são capazes de trazer excelentes resultados para seu negócio.  

Você sabe quais são?  Precisa de ajuda para dar um Up em suas ações de Marketing e Vendas? Fale com um de nossos consultores!


Marketing Digital para e-commerce: a estratégia certeira para o seu comércio eletrônico

Uma boa estratégia de Marketing Digital pode ampliar e aumentar as vendas do seu e-commerce. Se você ainda tem dúvidas sobre o poder do Marketing Digital para e-commerce, pare tudo o que está fazendo agora e preste atenção ao que vou dizer aqui: para esse modelo de negócio, isso será seu melhor investimento em divulgação.

Caso contrário, como você vai competir com os milhares de e-commerce que existem por aí? – são mais de dois milhões no mundo, segundo o portal E-commerce Brasil.

Mas não se desespere. Vamos pensar juntos.

Todas essas empresas que já fazem parte do mercado têm um excelente faturamento? A resposta é: não! O motivo? Arrisco a dizer que as falhas nas estratégias de Marketing Digital podem fazer um grande estrago. E para não cair nessa mesma armadilha é que vamos descobrir juntos qual o melhor caminho para chegar ao sucesso.

Por isso esse post é muito importante para quem quer nadar entre negócios prósperos e crescer cada vez mais. Você está pronto para isso?

 

 

Antes do Marketing Digital para e-commerce

Antes mesmo de começar a pensar em sua estratégia de Marketing Digital para e-commerce, é válido falar sobre algumas crenças que estão enraizadas na mente de muitos.

Ainda há empreendedores que cometem alguns deslizes quando abrimos discussão sobre os motivos que os levaram a abrir um negócio digital.

Muitos pensam:

 

A melhor estratégia é…


… conhecer muito bem o seu próprio negócio.

Ninguém melhor do que você para dar todos os detalhes do e-commerce e orientar uma estratégia de marketing muito bem definida e efetiva.

Sem essa base, tudo pode desandar e sua divulgação corre o risco de não surtir efeito.

Melhor evitar o desperdício de tempo e dinheiro, não é mesmo?

Portanto, esteja sempre por perto para acompanhar cada passo da sua empresa digital. A partir disso é possível desenvolver inúmeras metodologias que vão facilitar o processo de definição da estratégia.

Uma delas é a SMART, que, na verdade, se aplica para qualquer modelo de negócio. Funciona mais ou menos assim:

  1. S Específica (specific)

Defina metas e expresse bem quais números você gostaria de atingir.

  1. M Mensurável (mensurable)

Trace planejamentos mensuráveis, que você possa avaliar e checar se estão de acordo com as metas definidas anteriormente.
Por exemplo: “com a campanha digital da promoção de Natal foi possível converter 500 vendas no período de 3 semanas, o que está acima da meta estabelecida”.

  1. A Alcançável (attainable)

As metas estabelecidas precisam ser alcançáveis para seu negócio. Não fuja da realidade.

  1. R Relevante (relevant)

Seus objetivos precisam fazer sentido. Eles tem de ser extremamente relevantes para seu negócio.

  1. T Temporal (timely)

Trabalhe bem com prazos. Seu cronograma deve ser muito bem organizado e, se possível, apresentar definições de novas metas regularmente, em ciclos enxutos. Assim será possível diversificar os investimentos e ampliar as oportunidades de conversão de vendas, criando ações inovadoras e atrativas.

Aplicada no Marketing Digital, especialmente para e-commerce, essa metodologia pode guiar uma estratégia que irá trazer excelentes resultados, principalmente se for gerada junto ao seu conhecimento pessoal e profissional sobre seu empreendimento digital.

A partir desse ponto, é importante conhecer as ferramentas com as quais você pode contar para gerar a melhor estratégia possível, como o Google AdWords, SEO, Redes Sociais, E-mail Marketing e muitas outras.



Você também pode acessar o blog da Layer Up para conhecer mais sobre estratégias, ferramentas e dicas práticas sobre Marketing Digital
e assim melhorar cada vez mais o desempenho do seu e-commerce.

4 serviços de Marketing Digital que você deve começar a oferecer agora na sua Agência de Publicidade

Eu imagino que você já deu os primeiros passos nos serviços de Marketing Digital na sua agência de publicidade: já monitora as redes sociais dos seus clientes, não é mesmo?  

Mas quais outros serviços oferecer? Se essa é sua maior dúvida no momento, não se preocupe que eu vou te ajudar. Vou contar exatamente quais serviços são essenciais para uma agência de publicidade se destacar na oferta do Marketing Digital para os clientes.  

Mas antes quero compartilhar com você alguns dados: 

Esse ano, o IAB Brasil fez uma pesquisa sobre o cenário de mídia digital npaís, e constatou que, em 2016, o investimento em mídia programática foi de R$ 1,9 bilhão. Estima-se que, até o final de 2017, o investimento em publicidade online aumente 26%. 

Isso mostra que a publicidade no meio de digital está crescendo a passos largos. Ficar fora dessa tendência é arriscado. 

Se você está implementando, ou aperfeiçoando, o Marketing Digital em sua agência, já é um sinal positivo. Mas é preciso ir além, e essa lista que coloco aqui embaixo com certeza vai te ajudar nisso.  

Ela traz os serviços que são indispensáveis atualmente, e que você precisa oferecer agora mesmo aos seus clientes.

 

Principais serviços de Marketing Digital 

1 – Gestão de redes sociais  

Com certeza você sabe que as redes sociais ganharam muito poder nos últimos anos. O que é importante perceber é que essas ferramentas se desenvolveram muito como plataformas comerciais.  

É por isso que a gestão de redes sociais deixou de ser somente a publicação de conteúdo com uma linguagem mais descontraída, e passou a ser importante para diversos segmentos empresariais, de diversas formas. 

Atualmente, é possível gerenciar páginas de empreendimentos que vão desde um petshop, até uma indústria de produtos químicos, e ainda anunciar promoções e distribuir conteúdos informativos. 

E esse leque de opções faz com que seja necessário adotar ações como: 

– Interagir com os usuários, sempre respondendo de bate-pronto. Essa é uma ação que chamo de SAC 2.0, e que tem um impacto muito importante na imagem que a marca passa. É preciso ter um profissional dedicado para essa tarefa. 

– Gerenciar as informações que chegam por meio dos relatórios automatizados das redes sociais, e aplicá-las em novas ações. Esses dados revelam detalhes do público-alvo e, por isso, precisam ser bem avaliados por especialistas. 

– Segmentar campanhas e anúncios, de acordo com o perfil de público do negócio, como ocorre no Facebook e no Instagram, por exemplo. Analistas bem capacitados conseguem executar essa tarefa de forma bem estratégica, com total foco em resultados.  

2 – Comunicação com a base de Leads 

É muito importante manter o relacionamento com a base de Leads, ou seja, com os clientes em potencial, atraindo-os para os produtos e serviços das empresas.  

Melhor ainda, é fazer isso de forma evolutiva, acompanhando o Lead por toda a jornada de compra – etapas que esse Lead percorre até a decisão de compra, e a venda em si. (Guarde essa informação porque já vou falar dela novamente!) 

Para interagir diretamente com esses Leads, a melhor forma é recorrer a dois principais canais: 

Essa é uma ótima opção para divulgar uma promoção, ou a implementação de novas funcionalidades em um serviço. O e-mail marketing bem segmentado pode tanto atrair novos Leads para a primeira compra deles, quanto retomar o contato com os Leads que estão inativos. 

Como o próprio nome já sugere, é um modelo de e-mail mais informativo, voltado para a divulgação de conteúdos. Novos posts do blog da marca, por exemplo, cabem muito bem aqui.   

Para colocar essas ações em prática, é importante adotar ferramentas de envio automático. O uso dessas ferramentas não só facilita o processo de disparo do e-mail, como também devolvem métricas de análise, como taxa de abertura e taxa de clique. 

Você sabe qual a maior diferença no uso desses dois canais?  

Primeiro, é o tom da comunicação. Você deve transmitir o conceito da marca, e também se fazer entender por meio da linguagem que adota. 

Os textos geralmente são leves e em primeira pessoa. Afinal, você falará diretamente com o Lead, como se já o conhecesse pessoalmente. Mas também é essencial trazer elementos no texto para que o leitor se identifique.  

O mesmo vale para a linguagem visual adotada. As imagens e cores precisam estar em sintonia com o conteúdo, e o branding da marca.  

Uma comunicação bem-feita, e a posterior análise de métricas, com certeza é o que definirá a transformação do Lead em cliente. Além disso, consequentemente, esse mesmo cliente se tornará embaixador da marca.  

3 – Gestão de publicidade online 

Com certeza, uma das ferramentas mais representativas na publicidade online é o Google AdWords 

Ao fazer a gestão dos anúncios por esse sistema, será muito mais fácil segmentar as campanhas, e assim atingir resultados de forma assertiva. 

Ao oferecer esse serviço, seu cliente passará a confiar ainda mais no seu trabalho, já que ele saberá qual o valor exato do investimento feito, por meio dos relatórios gerados com informações como a taxa de cliques, por exemplo.  

Vale lembrar que o padrão de cobrança do Google AdWords é o pagamento por conversão, ou seja, o valor só é cobrado quando a campanha receber a interação que foi ajustada.  

Por exemplo: se você adotou o CPM (Custo por Mil), um valor para cada mil impressões do anúncio será estabelecido e, quando essa meta for atingida, o pagamento será efetuado.  

Esse formato dá ao cliente uma noção ainda mais exata do investimento, e do retorno que se tem em cada ação. 

4 – Produção de conteúdos digitais 

Entregar conteúdo relevante é o que fará da sua estratégia um sucesso para o cliente. Então tem que caprichar! 

Eu e você sabemos o quanto é importante ter uma identidade e uma linguagem visual forte e bonita. Isso faz muita diferença na hora de converter uma venda. É importante também transmitir isso para as mídias digitais.  

→E claro, o conteúdo informativo também faz parte desse cenário. Ele precisa ser bem construído, e trazer dados que sejam muito úteis para o público do seu cliente.  

Resumindo, oferecer a produção de conteúdo para o blog da empresa é imprescindível. 

Não se esqueça: 

– Otimize todo o conteúdo com técnicas de SEO. Isso é tão importante, que há especialistas no mercado dedicados somente para ações de otimização de conteúdos. O texto tem que ser bonito e bem feito, mas principalmente tem que chegar até o seu público-alvo.  

Nutrição da base de Leads 

Eu falei que voltaria a falar da jornada de compra, e agora é a hora!  

Antes de ir direto ao assunto, quero pedir para que você PRESTE MUITA ATENÇÃO nesse último tópico, porque ele trará possibilidades que as ações offline não oferecem. 

Vamos lá. O relacionamento com os Leads durante as etapas da jornada de compra é importante para que se crie um fluxo de nutrição. 

Se você pensou em nutrir os Leads com conteúdo, está certo. O caminho é esse. E se você se perguntou como é que isso é feito, continue comigo nesse texto, que eu vou te mostrar.  

 Esse tal fluxo é o que permite acompanhar o Lead pela jornada de compra, e dar todo o suporte necessário para que ele entenda o produto, confie na marca, e faça uma compra consciente de que foi a decisão correta.  

Para guiar esse potencial cliente nesse processo, você pode criar: 

É importante criar estratégias que intercalem esses materiais, de acordo com sua necessidade.  

E não se esqueça: para que o Lead tenha acesso a esses conteúdos, como e-books e infográficos, é essencial criar uma Landing Page, ou seja, uma página de cadastro que irá captar os contatos dos visitantes, transformando eles em Leads. 

Quanto mais etapas da jornada de compras o Lead avançar, mais qualificado ele será, e mais próximo da decisão de compra ele estará. 

E como gerenciar esse processo? É preciso utilizar uma ferramenta de Automação de Marketing, como o RD Station, por exemplo. Isso irá trazer inúmeros dados ao longo do fluxo de nutrição, se tornando instrumentos de análise para aperfeiçoar as ações, e obter melhores resultados.  

Agora, seja sincero comigo: você acha que as ações offline de Marketing, sozinhas, podem fazer isso por uma marca? 

É claro que as atividades tradicionais de marketing são relevantes, esse não é o meu ponto. Porém, elas possuem um fator limitante, que é o de não se aproximar tanto do público quanto no ambiente online. Atualmente, esse complemento de proximidade que a internet traz é fundamental, porque o mercado está cada vez mais exigente.  

Além disso, quanto mais informações você tiver sobre o público-alvo dos seus clientes, e o comportamento digital dele, mais otimizadas e assertivas serão, também, suas ações de marketing offline.  

E é assim que sua agência de publicidade pode se tornar uma parceira de resultados dos seus clientes.  

É muito trabalhoso chegar até aqui, mas é extremamente recompensador, porque seu negócio agregará ainda mais valor ao serviço que entrega. 

Acho que agora tudo ficou mais claro, não é mesmo? Mesmo assim, uma dúvida que pode surgir é sobre o valor a ser cobrado.  

Como calculo o preço desses serviços? 

Bom, se a falta de informação quanto a isso for uma dificuldade que você enfrenta, fique tranquilo que vou resolver essa questão agora.  

Antes de tudo, tenha em mente que os serviços do Marketing Tradicional e da publicidade têm valores muito diferentes dos praticados no mercado de Marketing Digital. 

Outra coisa: tudo vai depender da estrutura que você tem disponível, das ferramentas utilizadas, da demanda do cliente, e do tempo de trabalho dedicado a cada serviço. Não há uma fórmula pronta. Nunca há! 

Minha sugestão é buscar por uma consultoria que analise bem sua estrutura, os serviços oferecidos, e oriente uma referência de precificação com base nas experiências de mercado.  

O segredo do Marketing Digital é a mensuração! 

Em todos os serviços que descrevi aqui, ficou evidente que a mensuração de resultados é o que faz do Marketing Digital uma modalidade muito atraente para as marcas.  

Se sua agência de publicidade ainda não adotou essa prática, ou não dá tanta atenção para ela no momento, essa é a hora de repensar os planos.  

E vou repetir:  todos esses serviços que citei nesse texto perdem seu valor, se as métricas que eles proporcionam nunca forem analisadas. Ou seja, não basta fazer, tem que analisar, replanejar e refazer. Esse é o ingrediente que dá a liga em todo o processo.  

A Layer Up desenvolveu um e-book gratuito e completo sobre como o alinhamento entre marketing e vendas vai impulsionar seus resultados. Confira:

serviços de Marketing Digital

3 passos para aumentar a captação de alunos da sua instituição de ensino

Não dependa de indicações de ex-estudantes para a captação de novos alunos. É uma forma eficiente, porém fora do seu controle.

É claro que a indicação de pessoas que já estudaram na sua instituição de ensino é uma boa forma de captação de alunos. Porém, você nunca terá o controle dessa indicação, o que torna essa ação muito mais imprevisível. Isso não permite que você seja estratégico na hora de prospectar.

Como uma escola, você deve estar sempre preparada para tirar todas as dúvidas dos seus alunos, antes mesmo deles realizarem a matrícula. Para isso, a utilização do marketing digital será a chave para você conseguir responder às perguntas, antes mesmo delas serem feitas. Confira uma lista com 3 passos para você aumentar captação de alunos, utilizando ferramentas de Inbound Marketing para educação.

1 – Esteja presente onde seu aluno irá te procurar


Hoje em dia, quando você está procurando alguma informação específica, como horário de funcionamento de algum restaurante, filmes em cartaz no cinema perto da sua casa, ou  até mesmo o preço do último livro do seu autor preferido, é quase automático a procura na internet. E isso também se aplica na hora de buscar informações para realizar uma compra.

De acordo com a pesquisa Google Consumer Barometer 2016, 85% das pessoas realiza algum tipo de busca na internet, antes de adquirir um produto ou serviço.

Pense na quantidade de futuros alunos que estão, nesse exato momento, procurando informações sobre um curso que irão iniciar em breve. Eles devem estar pesquisando coisas como:

“melhor curso de inglês em SP”,
“mensalidade de graduação em Engenharia”,
“carga horária de curso preparatório para OAB”
“corpo docente das aulas de mecatrônica do SENAI”
“Posso parcelar minha pós-graduação no cartão de crédito?”

Independente da forma de pesquisar, essa pessoa ainda não sabe, e também não decidiu, todos os detalhes sobre seu estudo. É preciso disponibilizar em seu site conteúdos que tragam essas informações bem explicadas e que tenham uma linguagem personalizada, de acordo com seu público-alvo.

Além de um bom conteúdo, você precisa formata-lo de uma maneira que facilite a indexação do seu site nas ferramentas de busca, aumentando seu acesso orgânico. Para isso, fique atento às técnicas de SEO (Search Engine Optimization), como meta description, título em H1 e densidade da palavra-chave. Se você não sabe do que eu estou falando, calma! Confira uma explicação mais detalhada neste outro texto da Layer Up.

 2 – Utilize conteúdos já produzidos como materiais ricos


Uma forma de conseguir captar as informações dos visitantes do seu site, é a disponibilização de conteúdos para download. A ideia é criar materiais e solicitar algumas informações do visitante para que ele tenha acesso ao conteúdo, seja um e-book, white paper, webinar ou infográfico. Isso é feito com a criação de uma Landing Page e um formulário para download. Nesse formulário, você pode solicitar as informações que precisa, como nome, e-mail e telefone, tornando esse visitante em um Lead.

Como uma instituição de ensino, tenho certeza que você não irá sofrer com falta de conteúdo para ser trabalhado. Confira abaixo lista com conteúdos que podem ser reutilizados como material rico:

a. Provas antigas ou testes online para o aluno fazer exercícios

Uma boa maneira de chamar a atenção na internet, hoje em dia, é a utilização de testes e provas online. Essa é uma boa dica para segmentar melhor os alunos, conseguindo oferecer o curso ideal para cada perfil, dependendo do resultado obtido com as respostas.

b. Slides usados em sala de aula
Aproveite as apresentações utilizadas em sala de aula e formate-as em um PDF. Transforme esse conteúdo em e-books sobre determinados assuntos. Eles poderão ser usados como exemplo dos conteúdos aprendidos durante cada uma das aulas do curso, gerando maior interesse da pessoa. Você poderá disponibilizar essas apresentações em partes, abrindo espaço para uma conversa. Isso pode ser importante para adquirir novos alunos.

c. Artigos/artigos comentados
Disponibilize conteúdos produzidos em sala de aula, seja pelo professor ou pelos alunos. Além de ser uma forma de mostrar com exemplos os materiais que serão produzidos durante o curso, pode ser uma boa maneira de gerar interesse dos atuais alunos em divulgar ainda ainda mais a instituição em suas rede sociais.

d. Vídeos de palestras ou seminários
Muitas vezes, a imagem realmente vale mais do que mil palavras. Dar o acesso a vídeos e seminários, gravados ou ao vivo, são uma forma de gerar interesse do cliente pelo curso, visto que ele está à procura de uma experiência, e não de um simples produto.

3 – Mantenha contato constante


Você deve saber melhor do que eu que a compra no setor da educação não é feita por impulso. É uma compra programada e muito bem pensada. Ninguém decide e compra um curso no mesmo dia. Pelo menos, essa é a regra. É muito importante que a sua escola acompanhe esse Lead por todo o processo de decisão. E o Inbound Marketing pode te ajudar com uma ferramenta muito poderosa e conhecida: o e-mail marketing. Mais especificamente, você poderá criar um fluxo de automação de envio de e-mails para seus Leads, de acordo com a etapa da jornada de compra em que ele está.

Para criar esses e-mails, você deve se colocar no lugar do estudante à procura de um curso. Quais são as dúvidas e objeções que ele tem durante essa decisão? Quais informações são primordiais para que ele decida adquirir o curso? Crie pelo menos quatro e-mails, e automatize o envio deles, de acordo com a abertura do anterior. Dessa maneira, a captação de alunos será mais rápida na hora do contato com a equipe de vendas.

Analise e enxergue novas oportunidades de negócio

Em qualquer ação de marketing, a análise de resultados é tão importante quanto a produção dos conteúdos em si. Ao estudar o comportamentos dos seus leads, você conseguirá entender melhor qual o ciclo de venda do seu negócio, conseguindo definir mais assertivamente o tempo de duração da sua venda, ou seja, quanto tempo você deve investir em cada contato.

Além disso, você conseguirá analisar outros pontos que a sua instituição de ensino ainda não trabalha, e poderá encontrar novas oportunidades de negócio. Por exemplo, vamos supor que você tem recebido muitos acessos de pessoas no seu site com a busca: “curso de curta duração em sociologia”, mas você é uma universidade e oferece apenas o curso de bacharelado, com duração de quatro anos. Quem sabe você não possa montar um curso de extensão na área, durante o seu período férias? De acordo com a procura, você poderá abrir novas turmas, com a certeza de que existe um público-alvo a ser trabalhado.

E como colocar esses passos em prática?

Existem duas opções para tirar essas ações do papel. Na primeira delas, você deverá ter uma equipe interna de marketing formada por, no mínimo, três profissionais: um produtor de conteúdo, um designer e um analista. Caso sua área de marketing seja reduzida, será mais difícil acompanhar as ações simultaneamente, conseguindo produzir, publicar e analisar cada um dos materiais. Além disso, uma equipe interna estará muito mais focada em conteúdos sobre o produto, do que sobre toda a jornada de compra, visto que ele será um especialista no assunto. Isso pode tornar os materiais repetitivos.

A outra opção, é contratar uma agência de marketing  digital especializada. Ao optar por essa solução, você terá ações mais alinhadas, visto que a equipe estará mais integrada com todos os processos. Como a equipe da agência está diariamente mergulhada em produções de marketing, conseguirá trabalhar melhor todos os assuntos, desde o reconhecimento do problema, até o encontro da solução. Dessa forma, o seu conteúdo irá formar um funil de vendas, e o auxiliará na hora de fechar um contrato. Cabe a você apenas dar os direcionamentos das ações e acompanhar os relatórios mensais de resultados.

Ainda ficou com dúvidas sobre a utilização do Inbound Marketing para a captação de alunos? Então, deixe um comentário logo abaixo. Caso queira saber mais sobre a Layer Up e conhecer a melhor solução para a sua empresa, entre em contato conosco!


Criação de sites: quais passos seguir?

Está na hora de mostrar a cara da sua empresa na internet, mas você não entende nada de criação de sites? Sem pânico. Estou aqui novamente para te ajudar.

É importante entender que um site é o cartão de visitas de uma empresa. Por meio dele é que sua equipe é apresentada, a história da empresa é contada, onde seus valores e objetivos são mostrados e, principalmente, este será o espaço em que todas as soluções que você oferece serão explicadas.

Já falei aqui no blog que é indispensável ter um site. Mas afinal, quais passos são necessários para seu desenvolvimento?
Com base no nosso dia a dia aqui na Layer Up, vou contar tudo sobre o processo de criação de sites agora!

Domínio e hospedagem

Talvez esses sejam os itens que mais aparecem nas buscas por “criação de sites“. E não é para menos, pois eles são passos essenciais que você mesmo deve fazer para que os registros sejam feitos no seu nome.

Você tem dois caminhos para contratar um domínio:
– Pelo site do Registros BR
– Pela própria empresa de hospedagem que escolher (Hostgator, Locaweb, Go Daddy, etc.)

Se você não domina o assunto, o mais indicado é seguir a segunda opção, pois dessa forma o domínio contratado já estará com todas as configurações necessárias.

A hospedagem é necessária para colocar seu site em funcionamento e para variadas funções, como a criação de e-mails profissionais a partir do seu domínio. A mensalidade geralmente fica entre R$10 e R$30.

Cuidados fundamentais para a criação de sites

() Preste atenção: desenvolver um site vai além de colocá-lo “no ar” com um punhado de informações.
É preciso trabalhar diversas frentes para que ele seja funcional, esteticamente bonito e dinâmico. Aqui na Layer Up, costumamos sempre focar no chamado UX (User Experience), ou seja, na experiência do usuário e como ele vai caminhar dentro do site.

Alguns dos fatores mais importantes nesse caso são:

Layout

Visualmente o site precisa ser agradável e transmitir a identidade do negócio.

Há empresas cujo conteúdo principal são as imagens, como uma produtora de vídeo, ou um estúdio de fotografia, por exemplo. Já em outros casos, o importante é ter uma interface simples, fácil de ser assimilada e com o conteúdo reunido somente na home.

Há como comprar templates prontos para essa finalidade. Hoje há muitos sites que oferecem layouts idealizados para determinados perfis de negócio.

→ Uma dica: para conferir as possibilidade de temas prontos, você pode acessar sites como o Themeforest.
E tem mais: seja qual for o formato escolhido, é importante que o site tenha otimizações de programação para que não seja pesado.

Por que?

Atualmente os usuários possuem pacotes de dados oferecidos pelas operadoras de telefonia celular, por exemplo, e utilizam bastante o smartphone para acessar a internet. Se o site for pesado, além de acabar com o pacote de dados, o usuário ficará limitado durante a navegação.

Além disso, ninguém gosta de ficar muito tempo esperando um site carregar. Não é mesmo?

https://giphy.com/gifs/o5oLImoQgGsKY

Linguagem

Com quem sua empresa conversa?
É com um gestor de uma empresa de tecnologia, ou com os pacientes de uma clínica veterinária?

A linguagem tem que ser acessível para seu público. Você deve conhecê-lo muito bem para fazer as adaptações necessárias.

Esse estudo indicará qual é a Persona que você aplicará no conteúdo do site, ou seja, quais características sua empresa assumirá para conversar com o público-alvo, seja no tom do texto, ou na escolha de termos utilizados.

Site responsivo

Pense no usuário e estude seu comportamento. Depois disso, molde seu site para melhor atendê-lo.

Pensando nisso também, vale o alerta: todo site tem que ser responsivo e, assim, ter versões pensadas para mobile (smartphones e tablets).

E como saber se um site é responsivo?

https://giphy.com/gifs/web-design-b2CD0Qrq2ulwY

Basta encolher a tela no próprio computador e analisar como os elementos se comportam.

– Pode ocorrer apenas uma adaptação, sendo que os mesmos elementos são mantidos na tela reduzida, sem mudar de tamanho; ()
– Ou os itens, como o menu e slides informativos, podem ser alterados para versões mais compactas, que sejam de fácil leitura, o que prova que o site é mesmo responsivo. ()

SEO e a criação de sites

O famoso SEO tem que ser aplicado no seu site. Expliquei tudo sobre esse assunto  .
É essa prática que fará a indexação no Google. É preciso fazer um estudo para entender quais são as melhores palavras-chave para seu negócio e incluí-las nos textos e títulos presentes no seu site.

→ Dica: se você optar por montar seu site por meio do WordPress, utilize um plugin (programa que permite otimizar recursos para o site) chamado Yoast, que tornará a aplicação de palavra-chave muito mais fácil. Caso optar por outro formato de desenvolvimento, como HTML, saiba que será necessário aplicar o SEO com códigos, então é melhor contar com um profissional de programação.

Vou explicar melhor sobre WordPress e HTML daqui a pouco.

Etapas da criação de sites

Agora que você conhece os cuidados que precisa tomar para criar seu site, vamos para as etapas práticas.

1º etapa – Briefing

Uma reunião de briefing para esclarecer quais objetivos se buscam atingir com a construção do site é primordial. É esse alinhamento que dará um norte para os próximos dois passos.

2ª etapa – Site Map


Com um briefing detalhado, é possível estruturar um bom Site Map, que é a estrutura que lista todos os elementos que estarão presentes no site: home, sobre, contato, serviços, etc. A agência ou freela que estiver responsável por essa etapa, irá se encarrega de organizar esse processo e encaminhar para aprovação do cliente.

3ª etapa – Wireframe


Após a aprovação do Site Map, chega a hora de “desenhar” o site. É para isso que serve a etapa de Wireframe, um rascunho bruto do layout sugerido. Concluída e aprovada essa parte, seguimos para os processos técnicos.

“Tecniquês” da criação de um website

Antes de explicar quais são as possibilidades técnicas da construção de um site, vou mostrar aqui as linguagens mais populares no mercado.

Provavelmente você já ouviu essas siglas e palavras, mas ficava curiosos sobre os significados. Aproveite para matar essa curiosidade agora.

HTML

Ao acessar a home de qualquer site, é fácil identificar blocos de texto, certo? Pois esse é o código HTML em ação.
Quer um exemplo?

No Facebook, encontramos botões com os dizeres “criar uma publicação”, ou ainda lemos no topo da página algo como “pesquisar no Facebook”. Tudo o que for texto, como indiquei aqui, é HTML.

CSS

Se o HTML é referência para texto, o CSS é o que dará cor e estilo.

Barras coloridas, caixas de texto com tamanhos específicos, botões estilizados… tudo isso surge no site graças ao código CSS. No exemplo do Facebook, é com o código CSS que o topo da página e os demais botões são azul.

Javascript

O Javascript nada mais é do que uma espécie de animação que ocorre sem que seja preciso recarregar uma página do site.
Um exemplo simples para descomplicar:

Vamos supor que você está navegando por um blog de gastronomia e, quando rola a tela, aparece um pop up (pequena janela que abre no navegador em cima de determinada página) com um botão para você se inscrever e receber novidades.

Essa é a ação do Javascript, pois o pop up aparece e você pode fechá-lo sem que a página precise ser recarregada.

WordPress

O WordPress é uma plataforma de desenvolvimento de site, que atualmente é uma das mais fáceis de ser administrada.
Com essa ferramenta, é mais fácil montar um site, pois não é preciso mexer na programação. Toda informação já é puxada automaticamente de um banco de dados.

Front-end

O front-end é justamente como se chama a parte estática do site, formada pelo texto, pela estilização e pelo Javascript.

Back-end

O back-end atua como se fosse um motor. Ele é a segunda parte do desenvolvimento, responsável pelo funcionamento das ações do site.

Quando você cria seu texto e insere em qualquer plataforma, por exemplo, o caminho natural é clicar em “postar”. Nesse momento, o “motor” será ativado e o texto irá para um banco de dados. Quando você recarregar a página em questão, essas informações serão puxadas desse banco de dados e aparecerão publicadas.

Esse conjunto de ações é o back-end.

PHP

Você deve estar se perguntando “qual elemento é responsável por carregar as informações para o banco de dados durante a ação do back-end?”.

Seu raciocínio está certo. Tem mesmo um item que faz isso. É o chamado PHP.

No momento de “postar”, que comentei aqui em cima, as informações vão para o banco e são puxadas pelo PHP, o qual inclui esse texto na tela, de forma dinâmica.

Resumindo…

Há duas formas para a criação de sites:

Dentro desse universo, é importante esclarecer que a forma mais simples de criar um site atualmente é pelo WordPress, principalmente porque ele é gratuito e open source, ou seja, é um modelo de desenvolvimento com licenciamento gratuito.

Isso porque essa plataforma foi criada por uma comunidade, que inclusive é aberta para receber novos códigos e programas.
→ Vantagem: com esse modelo de desenvolvimento, é possível contar com as inúmeras informações e tutorias disponíveis na web, fornecidas por membros dessa comunidade.

Outro cenário é quando se usa somente HTML, CSS e Javascript para a criação de um site estático, que se baseia somente em texto, cores e animações simples. Apesar de ser uma estrutura mais enxuta e com pouca variação de funções, é preciso ter conhecimento de programação para a execução.

Caso você queira desenvolver um site dinâmico, que necessita de interações como formulários e publicações, também é necessário implementar o PHP. Mas vale lembrar que essa é uma técnica complexa e por isso é indispensável o trabalho de um programador.

O processo para um e-commerce é o mesmo?

Quando se trata de criação de sites para e-commerce é preciso contar com o suporte de algumas ferramentas específicas.
São elas:

Woo Commerce

O Woo Commerce é uma opção utilizada na plataforma WordPress. Trata-se de um plugin gratuito que lê imagens de produtos e preços, e permite a inserção de um botão de compra.

É uma ferramenta gratuita, muito simples e atende bem micro e pequenas empresas.

Vtex

A Vtex é uma plataforma paga, cujo investimento é válido para empresas maiores, com alta demanda. Isso porque ela tem mais funcionalidades que o Woocommerce.

O que já colocamos em prática na Layer Up

Gostamos de desenvolver sites editáveis, para que o cliente possa trocar títulos, acrescentar novas informações, sem depender 100% da agência. Isso porque acreditamos que o trabalho tem que ser dinâmico para o cliente e seria injusto mantê-lo dependente somente do nosso suporte por um tempo prolongado.

Se você já passou por isso, sabe do que estou falando.
Pensando nisso e com o foco em oferecer o melhor para cada perfil de negócio, nós trabalhamos com os processos que expliquei aqui e já conseguimos resultados bem legais.

Projetos que a Layer Up desenvolveu:

Ao todo, foram mais de 140 projetos de desenvolvimento de sites, e abaixo destacaremos alguns:
Portal RDV – Start Up de tecnologia
Grupo Viceri – Empresa de Transformação Digital em Tecnologia
Mingrone Iluminação – Grandes projetos de Iluminação
Galunion – Consultoria em FoodService
Eico New Cosmetic – Produtos de beleza
Unique – Start Up de tecnologia
CP Design – E-commerce de Lustres
Fernanda Coxta – Influenciadora

Mulheres da Terra


Um exemplo é o site do documentário Mulheres da Terra. Aqui foi feito um trabalho do zero, ou seja, 100% baseado em programação. Ele é dinâmico, moderno, conta com muitas imagens que retratam o intuito do projeto, que é resgatar os saberes ancestrais femininos presentes no mundo todo.

Studio E+W Arquitetura


Um projeto que foi feito a partir de um template já desenvolvido, foi o site do Studio E+W Arquitetura. Esse cliente conta com uma equipe jovem e um modelo de negócio projetado para envolver o público-alvo em todas as etapas dos projetos.
O site precisava transmitir esse conceito e por isso ele é bastante dinâmico. O ambiente virtual também conta com elementos leves e destaca o portfólio da empresa. Com a customização bem planejada e executada, foi possível atingir o objetivo.

Ficou mais fácil de entender o processo de criação de sites? Se quiser saber mais sobre isso e entender qual é a melhor opção para seu negócio, conte conosco! É só entrar em contato e detalhamos tudo para você.
Até a próxima!


Como divulgar softwares da sua empresa de TI

Quer divulgar softwares da sua empresa, mas não sabe como? Conheça o inbound marketing

Para nós, profissionais que não são de TI, termos técnicos e siglas de softwares e sistemas empresariais são difíceis de entender. Cabe aos profissionais de empresas de TI que oferecem esses sistemas traduzir todo o conteúdo técnico. É aí que você entra! Ao fazer essa ponte e divulgar softwares de maneira mais clara, a finalização da venda pode ser mais rápida para você e com menos dores de cabeça para seus consumidores.

Eu tenho uma coisa para te contar: ninguém compra o que não conhece. “Tá, e qual a novidade nisso?”, você irá responder. Nenhuma, querido leitor. Porém o desafio vai muito além de apenas mostrar seu produto e/ou serviço. É preciso mais do que uma simples descrição técnica de um novo software para gerar interesse de venda no seu visitante. Ele tem que identificar-se com o conteúdo, sentir que seu problema está reproduzido nas informações descritas.

Como você sabe, às vezes, o seu cliente conhece apenas a necessidade dele, mas não tem noção de qual software é o ideal para ajudá-lo. E isso não é um problema. É, na verdade, um bom gancho para gerar um início de conversa entre você e seu cliente internauta que está pesquisando sobre uma solução para um “pepino” na empresa dele. É por conta disso que o Inbound marketing torna-se tão importante nessa hora. Explicamos melhor esse conceito neste outro post. Mas, calma! Não vou te deixar na mão; continue lendo e veja como você pode transformar esse diálogo com clientes em potencial mais vantajoso para ambos.

Ao fazer a produção de conteúdos exclusivos para divulgar softwares, por exemplo, você irá ajudar os visitantes do seu site a tomarem a decisão de fechar negócio contigo. Antigamente, essas informações só seriam passadas durante um contato pessoal ou telefônico de algum vendedor ou promotor de vendas, ou seja, o gatilho inicial vinha da empresa. Agora, são os internautas que irão “dar um google” no problema deles e querem encontrar o serviço que melhor encaixe no que ele procura. E é aí que o material rico da sua empresa pode ser a primeira ponte para uma venda. Esse encontro é chamado de micro momento, e eu tenho certeza que isso já aconteceu contigo, ao procurar algum produto na internet.

Qual conteúdo devo criar para divulgar softwares?

Antes mesmo de eu te falar dos três tipos de materiais ricos que podem ser oferecidos aos visitantes do seu ambiente virtual, preste atenção na principal regra para um bom marketing digital: alinhe sua linguagem com a do seu futuro cliente. Traduza todo o seu conteúdo técnico em um vocabulário mais fácil de ser entendido. Quanto melhor você descrever o seu produto, menos argumentos serão necessários na finalização da venda.

Muitas empresas fazem essa divulgação por meio de um website e das redes sociais, e isso é uma boa base de comunicação digital. Porém, existem diversos outros formatos de conteúdo exclusivo que você pode oferecer e que poderão transformar o visitante do seu site em um lead e, quem sabe, em um cliente fidelizado. Confira abaixo algumas opções de conteúdo para levar esse internauta em sua jornada de compra:

1- Blog com conteúdo exclusivo

Os posts do seu blog serão as portas de entrada para o seu ambiente digital. É através deles que o cliente potencial irá encontrar a sua empresa. Uma boa dica é fazer textos explicativos para cada um dos seus softwares. Faça uma breve descrição técnica do sistema, mas atenha-se a explicar na prática quais suas funcionalidades e em quais casos o software é o mais utilizado.

Também produza textos que sejam de interesse do consumidor. Procure descobrir quais as principais dúvidas daqueles que acessam o seu site ou entram em contato com você. Essa é uma ótima maneira de administrar o blog da sua empresa.

Aproveite essa interação e ofereça as soluções que seus softwares terão para as necessidades de cada visitante. Para isso, é importante utilizar-se das técnicas de SEO para conseguir ranquear sua empresa em uma posição mais alta nos sites de pesquisa. Veja abaixo um exemplo de blog post de uma empresa de TI descrevendo seu produto de maneira mais atrativa.

2 – E-book

Agora que o internauta virou um visitante do seu site, você deve oferecer outros materiais ricos para que ele informe-se mais sobre seus serviços. Você sabe que a venda de um software não é uma venda rápida, não é? Ela leva tempo e é necessário manter a conversa com esse visitante. Para isso, você vai precisar dos dados de contato desse internauta.

Ao organizar um conteúdo exclusivo em um e-book, você solicitará que ele preencha algumas informações de contato para obter o acesso, como o nome, o e-mail e o telefone. Esse e-book será hospedado em uma página de conversão, chamadas de Landing Pages. Elas nada mais são do que páginas planejadas, criadas e otimizadas para atrair seu público-alvo e converter os visitantes em novos leads.

Dessa forma, esse usuário irá ficar mais informado sobre seu produto e você terá avançado mais uma etapa da jornada de compra. Nesses conteúdos, você pode reiterá-lo sobre a importância de obter o seu serviço ou quais serão os pontos positivos para os processos internos e externos da empresa dele.

3 – E-mail marketing

Ao conseguir o e-mail do cliente, após o preenchimento da landing page – seja para cotar um orçamento ou fazer o download do e-book, você deve cuidar desse canal de comunicação que foi aberto. Falta apenas mais um passo para concluir a venda. E agora esse lead já está bem informado sobre sua empresa e seus produtos e/ou serviços. Procure entender que tipo de informação seria ideal para ele receber agora, seja uma oportunidade para fechar negócio ou apenas para relembrá-lo da importância da compra.

Organize para que todos os e-mails enviados acompanhem o cliente na jornada de compra e o direcionem para a venda que melhor se encaixe nas necessidades dele. E cuidado: nada de enviar spam ou irritar seu cliente com muitos e-mails, já que esse é um dos principais erros cometidos no envio de e-mail marketing.


Agora que a sua empresa já sabe algumas maneiras de criar um contato mais atrativo para seus clientes em potencial, é importante citar que toda ação de marketing digital é uma ação que demanda tempo para analisar os resultados. Então, respira e não desista das suas ações de inbound marketing antes de ver os frutos.

Ainda ficou com dúvidas sobre como divulgar softwares da sua empresa? Então deixe um comentário e caso queira saber mais sobre a Layer Up e entender qual é a melhor solução para sua empresa de TI, entre em contato conosco!


SEO: otimize o seu site para o Google

Todo especialista em Marketing hoje sabe da importância da otimização de SEO em qualquer estratégia de Marketing Digital

Devemos nos manter atentos com as atualizações do Google para nos garantirmos sempre nos resultados de busca com as palavras-chave do nosso negócio.

E por que esse tal de SEO (Search Engine Optimization) é tão importante?

Com um site bem otimizado, você começará a ter resultados como: mais visitas, maiores taxas de conversão de Lead e, finalmente, irá fechar mais negócios.

Avalie o conteúdo do seu site:

Pesquise quais são as palavras-chave do seu negócio, os termos que seu público-alvo está procurando, e inclua-os em seu conteúdo. É muito importante essa fase, pois ela irá ajudar em sua futura produção. Outro detalhe importante para quem tem um site com bastante conteúdo e quer colocar a “casa em dia’’ é revisar todas as páginas do seu site. É trabalhoso, mas muito importante, pois se você tiver conteúdo duplicado, você tem um problema para a otimização do SEO. Crie uma planilha e divida-a em partes, organize por páginas visitadas, seleção de palavras-chave para cada categoria e, como já disse antes, lembre-se do que seu público-alvo está procurando.
Depois de concluir essa revisão para todas as suas páginas, ou pelo menos as mais importantes para o seu negócios, comece a adicionar as palavras-chave em seu site.

Como começar a adicionar as palavras-chave em seu site?

Comece pelos títulos e siga adicionado nas metas descrições, cabeçalhos e conteúdo, nome dos arquivos de imagens e URLs. É bastante trabalho pela frente e você deve seguir a risca estes detalhes. A dica que eu te dou para facilitar: comece com as páginas que recebem mais tráfego.

Títulos:

Os títulos são muito importantes, pois são exibidos no navegador e nos resultados de pesquisa e são os estimuladores direto sobre as taxas de cliques (CTR) das pessoas que fazem pesquisas e rankings de busca. Não escreva um título com mais de 65 caracteres, e você deve incluir a sua palavra-chave ou frase para as pessoas que buscarem sobre o assunto encontrarem sua página facilmente com o tema desejado.

“Você tem que pensar como seu público-alvo pesquisaria sobre um determinado assunto”.

Descrições:

Não preciso nem dizer o quanto a descrição é importante para a otimização do SEO, pois também é exibida nos resultados de pesquisa e pode ajudar a aumentar o CTR, mas digo que não tem impacto direto sobre a classificação. Sua finalidade é vender os benefícios de clicar no conteúdo da página. Dê uma olhada abaixo:

Cabeçalhos e conteúdo:

Para os seus visitantes permanecerem mais tempo dentro de uma página, é importante que ele encontre o que está buscando. Então, se você coloca a palavra-chave no cabeçalho e no conteúdo, a probabilidade de ele se manter no seu site é bem maior. Lembre-se sempre de que você esta conversando com seus leitores e não para o Robozinho do Google, então de nada adianta você encher a sua página com palavras-chave se ela não esta coerente com o conteúdo.
Embora você deva incluir palavras-chave em todo o site, você deve evitar o uso excessivo para o bem do SEO, pois se usar com frequência pode parecer manipulação e o robozinho é inteligente o suficiente para achar que você está trapaceando e você pode ser punido com um “cartão amarelo” nos resultados de pesquisa.

Títulos de imagens e text alt:

Você não pode deixar passar as imagens na hora de otimizar o seu site. Considere incluir palavras-chave nos títulos das imagens e no texto alternativo (text alt). Essa técnica ajuda o Google a encontrar o seu site por imagens e, um detalhe muito importante, melhora a acessibilidade para deficientes visuais que utilizam leitores de tela. Seja preciso e descritivo em suas legendas e não esqueça da sua palavra-chave.

URL:

Esta parte é muito importante para as empresas que fazem bastante conteúdo para blog, pois se você incluir palavras-chave na URL, a possibilidade do público-alvo chegar até você é bem maior, e você pode otimizar sua URL sempre que postar algum novo conteúdo. Mas mais uma vez, não tente enganar os motores de busca com palavras-chave repetidas e enganosas. Seja profissional.

A dica que dou para você leitor e interessado pelo assunto é: não tente enganar o Google e não deixe o SEO como a ultima coisa da sua lista, pois além de você não estar dando atenção a esse ponto, você está fazendo errado.

O maior valor que o seu publico-alvo pode ter dentro do seu site é ter uma boa experiência e, claro, esse visitante irá voltar, não apenas por sentir interesse pelo seu conteúdo, mas também por sentir interesse pelo seu produto. Quando ele voltar, já será um potencial cliente. Pense nisso, pense nele em primeiro lugar.

Se você precisar de ajuda, saiba que nós da Layer Up estamos à disposição!

Veja também outros posts que podem te ajudar:

+ Google Webmaster Tools: Conheça todas as ferramentas do Google
Produção de Conteúdo – Como desenvolver para cada perfil de consumidor
+ Como gerar mais tráfego para sua empresa
+ Buyer Personas – O que são e como criá-las


Como gerar mais tráfego para o site da sua empresa

Sua empresa esta preparada?

De nada adianta passar um bom tempo preparando sua empresa para se lançar no mundo virtual e, quando finalmente esse dia chega, o resultado  não chega nem perto do previsto. Frustrante, não? Para que isso não aconteça é preciso gerar mais tráfego para a página/site de sua empresa.
Podemos definir tráfego como o fluxo de pessoas gerado com estratégias estabelecidas. Esse tráfego varia de acordo com o conhecimento que sua plataforma online vai criando. Isso também acontece levando em conta os investimentos que devem ser feitos para que você aumente seus clientes.
Para isso, gerar tráfego é muito importante. Não há nada na internet que consiga se sustentar por muito tempo quando não existe um investimento feito ou uma boa estratégia para a prospecção de novos clientes. O trabalho realizado sem nenhum planejamento anterior é serviço em vão.

Como gerar mais tráfego?

Abaixo, algumas dicas de como conseguir gerar mais tráfego para o site ou página de sua empresa. Confira:

SEO

Uma das mais famosas estratégias do Marketing Digital – e a mais usada também -, SEO nada mais é do que a otimização de seu site. Quando bem feita, consegue gerar mais tráfego para a página online de sua empresa. Use palavras-chave que façam seu negócio ser reconhecido, com isso conseguirá boas colocações nos mecanismos de busca quando a palavra relacionada com sua página for procurada por alguém.

Não duplique conteúdos

Esse é um dos fatores que pode acabar de uma vez por todas com a sua plataforma virtual. Normalmente, por falta de experiência em gerar tráfego ou simplesmente por desleixo, muitos profissionais pegam conteúdos prontos de outras páginas e utilizam na página de sua empresa.
Além disso não dar certo, pois sua página precisa ter conteúdo exclusivo de acordo com o que sua empresa oferece, você pode levar alguns processos caso seja descoberto.

Faça publicação de vídeos

Sempre que possível, faça uma publicação de vídeos em sua página. Essa ferramenta ajuda a diferenciar um pouco os conteúdos publicados. Seja uma breve descrição do produto/serviço disponível ou um tutorial de como utilizá-lo, isso ajudará também na estratégia de SEO. A plataforma virtual de sua empresa terá mais conteúdo, transmitindo credibilidade para os usuários que acessarem. Essa estratégia certamente te ajudará a gerar mais tráfego.

Invista em Remarketing

Esta é uma estratégia de altíssima eficiência para gerar mais tráfego. Tudo porque o Remarketing faz com que pessoas que já passaram pela página/site de sua empresa se lembrem de seu negócio e voltem a acessá-la, transformando-os em clientes.
Porém, para que o investimento não seja em vão, é preciso conhecer bem o seu público e quem deseja atrair. Caso contrário, a estratégia não te ajudará a gerar tráfego.

Marque presença nas redes sociais

Quer estratégia mais prática e simples do que esta para gerar tráfego? Atualmente, o número de pessoas que de alguma forma têm acesso às redes sociais em todo o mundo é muito grande. Como o foco das empresas é estar sempre encontrando pessoas, não pode desconsiderar esse fator, que nos dias de hoje chega a ser um dos mais importantes para o Marketing Digital – se não for o mais.
Tendo tudo o que foi dito em mente, tenho certeza de que sua empresa alcançará ótimos resultados nas pesquisas realizadas, assim como essas ferramentas também contribuirão para que seu negócio torne-se mais visível e confiável nas redes. Lembre-se: para tudo é preciso ter foco e determinação.  Nenhuma estratégia iniciada deve ser anulada, normalmente os bons resultados levam algum tempo para aparecer.
Se você precisar de ajuda, fale com a gente!
Veja também:
+ Leads – Sua definição e importância para seu negócio
+ Inbound Marketing – O que é preciso mensurar
+ 5 passos para criar uma campanha de sucesso – Publicidade Online


Ninguem lê o conteúdo da sua empresa? Saiba o que fazer

Xiii, ninguém esta lendo o conteúdo da sua empresa?

 Não é de hoje que batemos na tecla de que sua empresa precisa desenvolver conteúdos de alta qualidade para compartilha-los na rede, ou seja, aquele conteúdo em que dá gosto de ver, abordando assuntos de maneiras diferentes para fisgar o usuário, e não se utilizando de textos prontos, cheios de erros ortográficos e com uma abordagem sem relevância para todo o público que deseja atingir.
Então, isso quer dizer que apenas produzindo um bom conteúdo ele terá sucesso e sua empresa se tornará referência? Não, é óbvio que não. Apesar da qualidade, um conteúdo não se promove sozinho, tudo bem que algumas das vezes – em pouquíssimos casos – o próprio Google acha esse conteúdo e o coloca em evidência, mas isso é algo muito difícil de acontecer, é melhor não ficar esperando que isso aconteça.
A criação de um bom conteúdo que chame a atenção é algo de grande importância, mas não é o único fator com que deve se preocupar. Se o conteúdo estiver na qualidade esperada, é preciso unir essa arma com sua força de vontade e partir para a guerra, quer dizer, para a promoção desse conteúdo de forma que as outras pessoas saibam que ele existe e o que pode agregar para elas.
Não importa o tempo em que se viva, seja semana passada, ontem, hoje, daqui alguns dias, enfim, é essencial que sua empresa sempre esteja criando novas redes de contatos no meio virtual. Esses contatos podem ser pessoas fluentes, jornalistas, blogueiros especializados, dentre outras pessoas que de alguma forma mantém contato com o que você procura atingir.
Antes de tudo, voltando a bater na tecla, seu conteúdo precisa estar atrativo, é necessário que ele desperte a atenção, além disso, você precisa ser alguém sociável, em que as outras pessoas gostam de ter por perto. Faça também ‘parcerias’ com plataformas/empresas não tão fluentes assim, pois conforme uma delas vai crescendo, simultaneamente ajuda no desempenho da outra. Lembre-se que fazer contatos é diferente de puxar saco.
 

O que mais pode ser feito para deixar o conteúdo em evidência?

Após ir criando as redes de contato citadas acima, a próxima etapa é fazer com que todo esse conteúdo possa ser compartilhado. É importante observar em outros sites os tipos de conteúdo que mais fazem sucesso, ou seja, todo o esqueleto da publicação, a linguagem abordada, a relevância que tem na vida das pessoas e usar isso como modelo para seu próprio conteúdo, não se esquecendo de que tudo tem que ir de acordo com o público que deseja se comunicar.
É importante criar no leitor a sensação de que ele precisa compartilhar o conteúdo para que outras pessoas leiam também, o assunto tratado pode ser já bastante batido, mas a forma como sua empresa o desenvolve e publica é o que faz toda a diferença para que chame a atenção das pessoas.
Não é porque viu um bom conteúdo que você vai copiar ele e apenas argumentar usando partes desse conteúdo como inspiração, isso não é errado de fazer, mas limita muito a forma com que sua empresa vai se comunicar com os usuários da rede, passando a sensação de que o conteúdo está bom, porém sem ter aquela pegada que envolva toda a sua audiência, e esse é o fator de maior importância.
É crucial que o conteúdo tenha voz única, que aborde exatamente o ponto de vista que sua empresa tem sobre o assunto tratado, e não o que outros sites de referência pensam, desenvolva seus próprios argumentos mantendo a linguagem que seu negócio se utiliza. Por mais que um conteúdo seja escasso, se for bem trabalhado pode ser visto como uma grande inovação para os leitores.
Em resumo, não tem como negar que é um fundamental que sua empresa publique conteúdos de qualidade nas redes para que se consiga atingir a audiência desejada e essas pessoas ficarem satisfeitas, mas, é necessário também levar esse conteúdo para que outros usuários tenham acesso a ele.


Como administrar bem o blog da sua empresa – Marketing de Conteúdo

Com todo o avanço da informação e das ferramentas que estão sendo disponibilizadas para conseguirmos melhorar o empenho de nossas empresas na mídia social, alguns serviços que já existem por longos anos acabam deixando de ter todo aquele reconhecimento que tinha antes, o que pode ser um passo muito errado, já que as novas ferramentas, apesar de funcionarem bem sozinhas, tendo um complemento faz com que a comunicação se torne mais eficaz do que ela realmente é.
Uma dessas ferramentas é o blog, antigamente era o “bam bam bam” da mídia social, até mesmo antes das empresas se fazerem presentes dentro do âmbito virtual. O blog, apesar de ter perdido espaço, merece – e muito – ser lembrado por todos os profissionais desta área, pois consegue abranger diversos tipos de postagens continuamente, independentemente do lugar em que você esteja, ou seja, quando necessário realizar uma publicação de imediato, ela pode ser feita com smartphones, tablets e qualquer dispositivo móvel.
No caso, o blog é um forte aliado para fortalecer ainda mais a relação entre “cliente-empresa”. Funciona também como um complemento ao site de sua empresa ou a página na rede social. Pode ser usada para divulgar produtos, textos institucionais, dentre qualquer outro tipo de assunto relacionado que queira tratar. Mas como administrar bem o blog da sua empresa?
Após o blog ser criado, ele tem a função de intensificar essa relação, como já foi dito anteriormente. Esse processo é realizado com as publicações. Elas podem ser por meio de áudios, textos, imagens ou qualquer outro tipo que queira compartilhar. O blog tem isso como vantagem também, não é fechado para apenas um tipo de divulgação.

Outras informações que merecem destaque de como administrar bem o blog da sua empresa

Uma das maiores dúvidas é quanto ao tipo de publicação que os clientes considerem relevantes para serem compartilhadas pela empresa. Veja abaixo o que a publicação deve conter:

Esses são os dois principais fatores de como administrar bem o blog da sua empresa, porém, tudo isso precisa ser mesclado também com dinamismo, para que o blog não perca o fôlego e seriedade, transmitindo confiança aos usuários quando acessarem a página.

Quando o conteúdo é relevante?

Um conteúdo pode ser considerado relevante para o público quando apresenta novidades que tem a ver com o perfil deles, algo que esteja em destaque dentro do nicho comercial de sua empresa, ou então, aquilo que tem a ciência de que é importante para seus clientes.
Assim como toda plataforma virtual, as postagens também devem passar pela otimização de conteúdo, e isso acontece com as palavras-chave, técnica mais eficaz para que a publicação possa ter uma maior visibilidade em relação àquelas que não fazem uso dessa importante ferramenta de crescimento de audiência.
Outro fato de grande importância dentro dos blogs são os espaços para os comentários dos usuários. São por meio desses comentários que sua empresa vai perceber o que precisa melhorar, o que não está dando muito certo e, também, no que deve continuar investindo por estar trazendo um retorno grande, sendo em número de visualizações, novos seguidores e até mesmo os lucros do seu negócio.
Em resumo, o blog não deve em hipótese alguma ser esquecido. Hoje, ele não funciona mais como plataforma principal, mas é um ótimo aliado para complementar as plataformas já existentes e servir para fazer um gancho entre elas. Se a sua empresa ainda não possui um blog, pense já em como mudar isso. Quanto mais presente se fizer na internet, mais vai conseguir atrair público para sua empresa.
Agora que você já está mais informado sobre como administrar bem o blog da sua empresa para criação de conteúdo, indico outros textos para que você aprofunde o seu conhecimento e avalie como o desenvolvimento de conteúdo pode ser um ponto forte na estratégia digital da sua empresa.
Produção de Conteúdo – Como desenvolver para cada perfil de consumidor
Marketing de Conteúdo: Seu forte aliado no pós- venda
Conteúdo: 5 Dicas de como produzi-lo nas Redes Sociais
Com produção de conteúdo, sua empresa irá ganhar visibilidade e legitimidade, tornando-se referência para seu público e alcançando mais clientes.
Se tiver dúvidas, fale conosco!


Link Building: o que é, como fazer e por que fazer?

No curso de Inbound Marketing que aplico na São Paulo Digital School, um dos assuntos que mais geram dúvidas em SEO é como fazer link building. Os alunos muitas vezes não sabem do que se trata e por que esta prática é tão importante para conseguir um posicionamento melhor na busca orgânica.

Para começar, vamos entender um pouco do funcionamento do motor de busca do Google.

O que é link building?

Quando você faz uma busca no Google, não está de fato pesquisando na web, mas sim no índice do Google da web.

Para isso, o buscador usa programas de softwares chamados indexadores, que começam fazendo uma “varredura” em algumas página da web, seguem os links que encontram nessas páginas e buscam aquelas para as quais eles direcionam, e assim sucessivamente, como uma teia que vai ampliando a cada nova página e seu universo de links, até indexar (armazenar) grande parte da web – bilhões de páginas.

Então, quando você busca um determinado tema, o software pesquisa nesse índice, para encontrar toda página que inclua os termos da sua pesquisa. A maioria das vezes será centenas de milhares de resultados possíveis para a sua busca.

Então, como o Google define quais as páginas são mais relevantes para sua busca? Qual deve aparecer em primeiro lugar na sua pesquisa, e em segundo e em terceiro. Isso é definido pelo tal do algoritmo do Google. E antes que você entre em pânico com essa palavra, eu “traduzirei” em miúdos.

Algoritmo é como está programado o software indexador. É como se ao fazer uma busca que gere milhares de resultados, o Google fizesse uma sabatina em cada uma das páginas para ver quem é a mais adequada.

Com uma série de mais de 200 perguntas, o software “interroga” cada uma das páginas encontradas e dá nota final para elas. E assim como em um vestibular, quanto maior a nota, melhor a classificação de cada um.

As “perguntas” feitas para as páginas têm pesos diferentes e são, por exemplo, assim:

E essa última pergunta é bem importante e definitiva no resultado. Ou seja, tem um peso bastante grande para a nota final e classificação da página. E aqui chegamos ao ponto que eu queria.

O PageRank é uma fórmula criada pelos dos fundadores do Google, o Larry Page e o Sergey Brin, e o objetivo dela é avaliar a importância da página analisando quantos links externos direcionam para ela e a importância desses links.

Então, aqui entram mais algumas perguntas:

E para esses links dá-se o nome de Backlink.

Agora fica fácil entender conceito e prático do link building:

Como fazer link building?

Antes de saber como fazer, quero falar sobre como NÃO fazer link building. O grande erro é focar em ganhar links de qualquer maneira, em qualquer lugar e a qualquer preço.

Comprar espaço em outros sites, pagar blogueiros para divulgar links ou fazer “permutas” viola as diretrizes do Google, que construiu um algoritmo tão inteligente que consegue identificar quando há links destinados a manipular o PageRank.

Veja detalhes do PageRank neste link.

Nesses casos, em vezes de gerar mais autoridade e melhorar a classificação, a página é penalizada e perde, e muito, sua nota de PageRank.

Agora que você já sabe que não vai adiantar truques, vamos entender como fazer link building da maneira correta:

É preciso que sua página seja compartilhada ou mencionada pelo maior número de pessoas. Isso pode ser nas redes sociais ou em outras páginas de alta qualidade na web. Para isso, sua primeira preocupação tem que ser em produzir conteúdo extremamente interessante, que vai chamar a atenção de muita gente de verdade.

Depois em ter um ótimo trabalho com a gestão das suas redes sociais, onde seus links irão começar a se espalhar, e por fim, mas não menos importante, você precisará fazer um trabalho de assessoria de imprensa, para buscar páginas relevantes, construir um relacionamento profissional e divulgar seu conteúdo em sites com PageRank alto.

1. Produção de Conteúdo Estratégico

Você pode chamar de Marketing de Conteúdo ou conteúdo estratégico, mas não deixe de investir nessa ação que é, sem dúvida, a melhor estratégia de fortalecimento da marca, atração de visitantes e link building possível.

Ao construir conteúdo que seja interessante para sua audiência, você atrai muito mais visitantes, e naturalmente muito mais usuários nas redes sociais irão compartilhar seu link ou, quem sabe, até em outro sites, como “fonte”.

Então, a regra de ouro aqui é:

Crie conteúdo que tenha uma forte relação com o seu negócio e que seu público queira ver – dessa forma, ele irá compartilhar e gerar backlinks para você.

Para isso, saiba quem é seu potencial-cliente e o que ele quer/precisa saber. A partir desses dados, faça um plano editorial e comece a produzir o conteúdo.

Lembre-se de que esse conteúdo não precisa necessariamente ser um artigo em blog. Podem ser também infográficos, vídeos, lista de produtos… Teste o melhor formato para seu público, faça uma pesquisa de palavras-chave e analise constantemente seus resultados.

2. Gestão de Mídias Sociais

A próxima etapa para sua estratégia para link building é estar presente de forma consistente nas redes sociais. Mas calma, você não precisa começar a criar perfis em TODAS as redes, além de ser trabalhoso — e portanto caro — manter todos os canais atualizados não é a solução. Você precisa estar onde sua audiência está, e não onde a “moda” diz que é “cool”.

Então a regra de outro aqui é:

Escolha poucos canais, porém onde seu potencial cliente está, produza conteúdo informativo, divulgue e interaja com o público.

Para isso, evite falar apenas sobre produtos ou ter um discurso de venda, entenda definitivamente que sua rede social serve para aproximar o público ao conteúdo que você está produzindo. Ser interessante para a sua audiência é falar aquilo que eles querem saber, e não o que você deseja que eles saibam.

Mostre seu know-how no mercado em que atua por meio de divulgação de artigos úteis e um bom relacionamento. Trabalhe com o foco em atrair visitantes para o seu site.

3. Assessoria de Imprensa

Por último, mas nem de longe menos importante, uma vez que você tenha um ótimo conteúdo, e já esteja atraindo visitantes que compartilham seu conteúdo, é hora de ampliar os horizontes e alcançar metas mais ousadas.

Conseguir divulgar seu material em portais de comunicação de alta repercussão e aumentar exponencialmente sua visibilidade e PageRank.

Isso exige um trabalho ainda mais elaborado para ganhar espaço em outros sites, pois você não está apenas atraindo pessoas interessadas em seu mercado, mas precisará conquistar jornalistas com matérias que se tornem oportunidade e pauta dentro dos portais.

Então, a regra de ouro aqui é:

Não inicie esse trabalho imediatamente em suas primeiras publicações. Ganhe um pouco de experiência, conquiste espaço e fortaleça sua autoridade.

Dê esse passo com mais segurança, e veja quais os temas geraram mais visualizações. A partir daí, você conseguirá ter um “norte” para construir matérias ainda mais ricas, e com capacidade de provocar o interesse dos jornalistas especializados.

O que o assessor de imprensa fará é encontrar os principais canais (portais) para o seu mercado e entrar em contato com cada um deles oferecendo matérias (links) que foram produzidos. Não, não é uma tarefa simples conquistar esse espaço, mas é muito valioso cada backlink que conseguir.

Considerações finais

Como pode ver, não há uma fórmula mágica e imediata para alavancar o PageRank e alcançar as primeiras posições no Google. E quem tenta “trapacear” fatalmente acaba sendo penalizado e perdendo muitas posições.

Este é um trabalho que precisa ser encarado com seriedade, buscando resultados de médio ou longo prazo e baseado em um estratégia bem formatada de SEO, com metas, objetivos e KPIs.

Se precisar de ajuda, aqui estão alguns serviços da Layer Up para sua empresa:

Inbound marketing

Desde 2006 o inbound marketing tem sido o método mais eficaz – e de baixo custo – para atrair e fidelizar clientes.

Gestão de redes sociais

É fundamental estar presente nas redes sociais, relacionando-se com seus consumidores, para que eles se lembrem de você sempre que precisarem de seus serviços ou produtos.

Produção de conteúdo

Sua empresa irá ganhar visibilidade e legitimidade, tornando-se referência para seu público e alcançando mais clientes.

Consultoria estratégica

Uma das maiores causas de falência das empresas é a falta de planejamento e a erros na administração

Desenvolvimento de sites e blogs

Atualmente é fundamental para qualquer empresa ter um website e construir sua presença digital.

Quer melhorar seu posicionamento na busca orgânica do Google? Então você precisa saber de uma vez por todas o que é link building!

Google Webmaster Tools: conheça todas as ferramentas do Google

Conhece o Google Webmaster Tools?

Não é somente um carro que precisa ser revisado frequentemente, um site também precisa sempre passar por manutenção. Quando isso deixa de acontecer, pode-se notar várias partes da plataforma que ninguém nunca mexeu, peças de HTML não originais em relação ao template, etc.

Existe uma infinidade de coisas que podem prejudicar o andamento do site se não revisadas com frequência, inclusive no posicionamento orgânico. Por isso, viemos falar do Google Webmaster Tools.

Ele funciona como se fosse uma caixa de ferramentas para o seu veículo. É uma mão na roda para que essa revisão sempre esteja acontecendo.

Seu uso diário não fará com que conserte as páginas, porém, vai te dar uma boa orientação de como fazer isso, além de dicas de quais search queries no Google o seu site tem melhor desempenho, sem contar a respeito da produção de conteúdo e da escolha das palavras-chave.

O Google Webmaster Tools é totalmente gratuito. O recurso existe desde 2005 e oferece um leque enorme de ferramentas disponibilizadas. Confira abaixo as principais ferramentas deste sistema e saiba como sempre deixar o seu site bem revisado. Veja:

  1. Data Highlighter

Atua de forma manual, ajudando o Google a entender como é que funciona o seu site. Os robôs da empresa que disponibiliza o recurso costumam fazer isso, mas o que custa dar uma pequena forcinha para ajudá-los?

Com essa ferramenta, mesmo sem o uso do HTML, o Google consegue identificar dados para buscá-los com uma maior velocidade. Faça o processo apenas em algumas páginas do mesmo layout, depois disso o próprio Google irá repetir o processo.

  1. Search Queries

Essa pode ser considerada a ferramenta mais popular e importante de todo o Google Webmaster Tools, pois com ELA é possível fazer com que as pessoas cheguem até o seu site, verificar em que páginas elas clicam e ainda por cima medir a audiência de sua plataforma virtual.

Essa ferramenta possui diversas métricas, veja abaixo cada uma delas e como interpretá-las:

  1. Internal Links

Se tudo que foi dito é uma parte da laranja, esta aqui é a outra metade. O Google “pega bem” com aqueles sites que são bem amarrados, com uma grande abundância de links internos e sem nenhuma página perdida por lá.
Com essa ferramenta, é possível detectar essas “páginas órfãs” e acrescentar alguns links internos nela.

  1. Content Keywords

Sem muito mistério, aqui são mostradas as palavras-chave utilizadas com mais frequência em todo seu site. Essa lista merece uma atenção maior vinda de sua parte, são elas que o Google associa com mais intensidade em relação ao site de sua empresa.

  1. PageSpeed Insights

Funciona ainda como um experimento no recurso. Está disponível na aba “Other Resources”, porém, é uma das que você deveria usar como prioridade.

Um site que carrega todas suas abas rapidamente não ajuda somente no SEO, mas também faz com que a navegação pela plataforma se torne mais agradável para seus clientes. Ou conhece alguém que ainda tem paciência para esperar os sites carregarem? O PageSpeed te ajuda nisso.

Apesar de existirem outras ferramentas dentro do Google Webmaster Tools, essas que citamos acima são as mais utilizadas e aquelas que trazem os melhores retornos para o site, mesmo para os iniciantes.

Então, independentemente da experiência que tenha com o assunto, vale a pena começar a fazer uso deste recurso e fazer do seu site um dos melhores no segmento em que atua.

Conheça as ferramentas mais utilizadas do Google Webmaster Tools e saiba mais sobre como ter melhores retornos para o seu site:

Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo: quais as diferenças?

Não é difícil encontrar por aí pessoas que confundem os conceitos de inbound marketing e marketing de conteúdo. As pessoas se dividem. Enquanto alguns pensam que ambas estratégias se diferem, a outra parte acredita que se trata do mesmo conceito com nomes diferentes, e por aí vai.

O que essas pessoas – e muitas outras – desconhecem é que o marketing de conteúdo faz parte da sinergia do inbound marketing.

As principais estratégias criadas e planejadas no marketing digital fazem parte de todo o contexto do inbound marketing por se tratar de um planejamento mais amplo. Falando em marketing digital, o conteúdo é um dos fatores que mais influenciam nas campanhas de inbound.

Se essa estratégia fosse o corpo humano, por exemplo, diríamos que o conteúdo seria seu coração, de tamanha que é a sua importância.

Para ficar mais claro em sua mente a diferença entre ambos, iremos fazer um breve resumo das principais características de cada um deles, de forma que se entenda melhor no que eles se diferem e quais as semelhanças que o inbound marketing tem com o marketing de conteúdo, apesar de que apenas com essa introdução já é possível identificar esses tais pontos.

O conceito do inbound marketing

Inbound marketing – ou se preferir, marketing de atração, traduzido para o nosso idioma – funciona como um novo método adotado dentro do marketing em que grandes resultados estão sendo proporcionados. As estratégias desse processo são compostas por quatro etapas, que são:

O foco inicial do inbound marketing é atrair visitantes para a plataforma virtual de sua empresa, na qual o resultado final deve estar na satisfação total deste usuário, fazendo com que ele tenda a promover instantaneamente seu negócio, fazendo com que novos clientes apareçam esperando obter os mesmos resultados.
Para que todo o processo do inbound marketing seja colocado em prática, é preciso que os profissionais envolvidos se dediquem ao máximo, fazendo monitoramentos de todas as etapas já ditas, principalmente por conter várias ações que devem ser executadas ao longo de todo o processo.

Fazem parte da estratégia de inbound marketing criar personas (simulando clientes potenciais), gerenciamento intensivo nas redes sociais, análises sobre os resultados, etc.

Em resumo, é preciso que sua empresa crie conteúdos altamente relevantes para esses usuários a fim de que todas as ações do inbound marketing funcionem da forma que foi planejada. É justamente nesse ponto, de caprichar no que será publicado, que entra o marketing de conteúdo.

O conceito de marketing de conteúdo

Ligado diretamente com o inbound marketing, mas não tendo o mesmo significado, o marketing de conteúdo tem como foco principal fazer com que as empresas se tornem um grande canal de comunicação diretamente com seus clientes por meio de conteúdos interessantes e que causem relevância para eles.

É com o marketing de conteúdo que sua empresa entra com o produto/serviço oferecido na vida do usuário sem que ele se sinta pressionado a realizar uma compra, ação que muitas vezes acaba afugentando as pessoas.

A base para o sucesso está unicamente em gerar conteúdos de forma ágil e útil para os usuários – lembrando que cada plataforma virtual tem um público com características diferentes, então todo conteúdo publicado deve passar por alterações antes de se espalhar por toda a rede.

Não existe um padrão a ser seguido para essas publicações. Tudo dependerá da criatividade e da necessidade que a sua empresa tem em se comunicar e se fazer presente na vida dessas pessoas.

O fator principal – destacando mais uma vez – é que todo conteúdo precisa ser de qualidade e relevante para que o usuário lembre de sua empresa quando estiver procurando alguma solução para seu problema.

Uma troca estratégica

Podemos concluir que, apesar de inbound marketing e marketing de conteúdo terem características diferentes, um precisa do outro para que toda a campanha de marketing de sua empresa funcione perfeitamente.

Para que o inbound marketing alcance os resultados, é necessário que se tenha um bom marketing de conteúdo. E, para que um marketing de conteúdo seja bem visto pelas pessoas, é fundamental que a estratégia de inbound marketing esteja dentro dos padrões que aquele público espera da sua empresa.

A maior semelhança entre as estratégias de inbound e marketing de conteúdo é que tanto uma quanto a outra, ao serem criadas, devem atingir e solucionar o problema do consumidor. Ambas precisam caminhar em torno das preocupações, dúvidas, necessidades e desejos dessas pessoas.

O foco principal do Marketing em si é satisfazer seus clientes, então, utilize estratégias que ajudem sua empresa a alcançar cada vez mais esse objetivo.

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