Transformação digital na educação

A educação é um dos pilares mais tradicionais do mundo. Com relatos que datam desde a Grécia antiga, ela surgiu com o princípio de criar uma organização social e educativa, além de transmitir conceitos sobre conduta, essenciais para a vivência em grupo.

É claro que de lá para cá muita coisa mudou, afinal, estamos falando de uma época antes de Cristo. A questão é que, atualmente, as mudanças no segmento ocorrem de forma ainda mais rápida! Com a transformação digital na educação, as novidades bombardeiam profissionais da área diariamente!

Desde escolas de ensino tradicional a universidades ou instituições que ensinam idiomas ou que entregam especializações dos mais variados assuntos, a modernização transforma profundamente o jeito de ensinar. 

Essa tendência é global, mas ainda dá passos de formiga no contexto nacional, pelo simples fato de muitas escolas e instituições de ensino ainda não estarem conectadas:
setor da educação

Fonte: Estratégia Brasileira Para A Transformação Digital

Além de transformar a maneira de ensinar, a tecnologia também muda a forma de se posicionar, de gerar resultados comerciais, de trabalhar internamente e por aí vai!

Neste conteúdo, vamos mostrar a importância de abrir os olhos para as mudanças trazidas pela transformação digital. Você conhecerá as novas tendências relacionadas à educação, as principais novidades trazidas pelas edutechs e algumas ideias de como colocá-las em prática!

Um fenômeno chamado edutechs

Em um mundo em que a nova geração está cada vez mais dinâmica e conectada, é natural que ela se distancie cada vez mais do modelo antigo de ensino – essencialmente fundamentado em um modelo acadêmico, unilateral e cheio de “decorebas”. Por isso:
Um dos setores tradicionais está em processo de revolução. Saiba mais sobre a transformação digital na educação e dê os primeiros passos!
As edutechs são startups com objetivo de facilitar a inserção da tecnologia na educação que desenvolvem a mistura de teorias da aprendizagem e pedagógicas com a realidade virtual e a realidade aumentada, plataformas online e muitas outras formas de tecnologia para revolucionar  o modelo de ensino.

Como você pode ver, as ideias trazidas pelas edutechs vão muito além de gravar a aula de um professor e disponibilizar o conteúdo online para acesso remoto.

Além de quebrar barreiras territoriais e mudar a forma de trabalho, essas startups desenvolvem novos métodos e novas disciplinas, aliando essas novidades às teorias tradicionais – em diversos setores do segmento.
setor da educação

Fonte: ABStartups (Associação Brasileira de Startups) 

Essa mudança na forma de educar é uma tendência global. Além da questão comportamental, os alunos de hoje se preparam para atuar em áreas que ainda não existem no presente.

Então como lidar com as novidades do futuro? Criando um mindset focado em tecnologia desde cedo!

A quebra no modelo tradicional de educação

O mundo moderno está fazendo com que a sociedade reveja aquele modelo clássico de ir para a escola, fazer faculdade, iniciar uma pós e ir se desenvolvendo academicamente para garantir um bom emprego.

É claro que a escola e a faculdade ainda são importantes. Mas quando falamos em especializações, o cenário mudou completamente, afinal o conteúdo de uma pós pode ficar defasado em pouco tempo, enquanto o investimento continua alto.

Sendo assim, hoje o público busca por cursos livres rápidos, workshops ou até aulas online para se manter atualizado sobre suas áreas de interesse.

É por isso que bater na tecla do tradicionalismo pode significar um tiro no pé. Segundo especialistas, a educação é “um dos mercados que mais passarão por transformações nos próximos cinco ou 10 anos”.

A questão é que a transformação digital não é algo inerente apenas aos novos modelos de negócios: tanto as escolas de ensino infantil, fundamental e médio às universidades terão que acompanhar as novidades!

Por isso, muita coisa está mudando.

A transformação digital é peça chave nesse processo, pois abre possibilidades para inovações únicas!

O conceito de internet das coisas, em que objetos do dia a dia podem estar conectados e interagir com dispositivos virtuais, é algo com um potencial enorme de ser desenvolvido dentro da educação!

No entanto, a exploração dessas tecnologias deve ser feita com cautela, afinal, ela precisa fazer sentido de acordo com as necessidades do seu público. Não adianta implementar todas as tecnologias do mundo se a sua persona ainda não está adaptada a elas.

O bom e velho conteúdo continua da mesma forma: deve ser relevante e atrativo, exposto de uma maneira fácil, de preferência em plataformas interativas, para que a experiência do usuário não tenha nenhum atrito e que ele se fidelize a partir do primeiro contato com a sua solução.

A educação ainda é um mercado promissor?

A tecnologia cria um cenário muito empolgante, não é? Agora, mais do que nunca, é possível ousar e criar coisas incríveis dentro do segmento da educação. Um dos únicos empecilhos é a realidade do mercado brasileiro atualmente: 

Mas, por outro lado, alguns segmentos têm bastante potencial de crescimento. Especialmente as instituições da rede privada.
Um dos setores tradicionais está em processo de revolução. Saiba mais sobre a transformação digital na educação e dê os primeiros passos!
Um dos setores tradicionais está em processo de revolução. Saiba mais sobre a transformação digital na educação e dê os primeiros passos!

Fonte: MEC (Ministério da Educação)

O ensino técnico também tem alto potencial de crescimento. O melhor: no ambiente digital! De acordo com o Censo Escolar de 2015, houve 144 mil matrículas em cursos técnicos à distância. 

Com esses dados, fica clara a necessidade de realizar uma reforma urgente no segmento educacional, em instituições que vão desde o nível básico ao superior, a outras abordagens educacionais.

Além de inserir novas tecnologias no processo e repensar formatos, é preciso rever as metodologias propostas pelas instituições de ensino para andar no mesmo passo que o público.

Mas essa dica vale para empresas de qualquer segmento: antes de aplicar um plano efetivo de integração de tecnologia, é necessário envolver todas as pessoas nessa transformação. Isso inclui profissionais de todas as áreas da empresa (diretores, educadores, técnicos de TI, profissionais de marketing e vendas, e por aí vai…) e também os seus alunos!

Mas antes… um passo para trás

Antes de mergulhar a fundo na transformação digital e testar novos formatos de educar, é preciso fazer o básico bem feito.

As ferramentas digitais fazem parte do dia a dia da sua empresa? A sua instituição tem uma boa presença na internet? O seu site ou suas plataformas de ensino são intuitivas?

Para que as empresas do setor tenham resultados de vendas, é fundamental que os players tenham uma boa presença digital e se comuniquem da forma correta com o público-alvo.

Os primeiros passos para empresas que buscam esse tipo de posicionamento é:

A Layer Up é uma agência digital que já ajudou diversas instituições a trilhar o caminho da transformação digital na educação, sejam empresas de intercâmbio, escolas de idioma, startups e centros educacionais. 

Que tal fazer como eles e dar agora o primeiro passo para a transformação digital no seu negócio? Tenha outra visão do cenário em que você está inserido!

Pesquisa de mercado: educação

 

Conheça 7 novidades de marketing e vendas que chegaram para ficar

Tudo bem que já estamos nos últimos meses de 2018, mas nada impede que você conheça os métodos de vendas que tiveram mais força durante este ano e aplique-os nos últimos meses do seu negócio, não acha?

Afinal, como já estamos mais do que acostumados, esse mercado está em constante mudança e somos bombardeados com novidades. Ficar por fora de uma ou outra acaba sendo natural , mas você não pode dormir no ponto e correr o risco de ficar para trás da concorrência.

Nosso objetivo com esse conteúdo é pensar no mercado digital como um todo. Não importa qual é seu produto, o que você comunica ou a forma que você utiliza a web, pois tudo que falaremos na sequência pode influenciar nos números finais da sua empresa em ambiente digital.

O que isso quer dizer? Simples: muitas das novidades que conhecemos em 2018 podem ser a solução que você procurava para converter visitantes em leads e, assim, ter novas oportunidades de negócio.

Muito mais importante do que estar atento quanto às inovações do mercado, é estar por dentro do comportamento humano, ou seja, observar de perto como sua persona se comportar em ambiente digital e tentar se adaptar ao máximo a ela.

Por exemplo, se você possui um público mais jovem, que dificilmente faz uma compra por uma ligação de telefone, não faz sentido investir em estratégias do tipo. Por isso é mais indicado investir em métodos mais modernos.

Claro, saber de todas as novidades, estudar todas elas é extremamente importante. Mas não conhecer o comportamento do público-alvo pode ser um tiro do pé de qualquer empreendimento.
Agora vamos falar de todas essas possibilidades que podem ser úteis para sua empresa na web.

Chatbot

Tendências marketing e vendas - chatbot
Muito relacionado à inteligência artificial, chatbot é uma alternativa muito usada em diversos segmentos e deve ganhar cada vez mais força.

Calma, você ainda não sabe do que se trata esse tal de chatbot? Então lembre-se da Siri, da Apple. Falando com ela você consegue abrir aplicativos do celular, fazer pesquisas na web, programar alarme e até mesmo pedir para que ela conte uma piada.

Se está pensando em ensinar algo para ela, não perca tempo. Ela não está aberta a aprendizados.
Chatbot nada mais é do que um programa de computador que faz o que é programado e, para se comunicar com os usuários, simula uma conversa humana. Com a Siri – ou versão do Android – você consegue automatizar processos repetitivos e burocráticos para facilitar sua rotina.

E o que isso tem a ver com novidade para marketing e vendas? Tem sido cada vez mais comum ver as empresas optarem por automatizar alguns processos, como consulta de pagamentos e dúvidas frequentes, por exemplo, e os colocarem em um fluxograma, estruturar um diálogo e cadastrá-lo dentro da ferramenta mais adequada.

E é nesse ponto que entra a inteligência artificial. Afinal, existem diversas formas de perguntar a mesma coisa e configurar todas essas possibilidades seria praticamente impossível.

Mas com inteligência artificial, mesmo que não façam perguntas da forma exata que foi configurada, o chatbot é capaz de respondê-la de forma correta.

Se você possui um grande volume de interações e está cada vez mais complicado de gerenciar tudo isso, não perca tempo: invista em um chatbot.

Mais motivos para acreditar no chatbot

Uma pesquisa gerenciada pela consultoria MindBowser, em parceria com o Chatbots Journal, aponta o que já afirmamos por aqui: chatbot é uma estratégia já presente na rotina de muitas empresas.

O estudo, conhecido como Chatbot Survey 2017, foi feito com 300 profissionais de vários segmentos, entre os meses de novembro de 2016 a janeiro de 2017. Ele aponta que 75% dos entrevistados planejavam adotar esta prática para seus negócios já naquele ano.

Além disso, a pesquisa mostra que 96% dos executivos acreditam que o chatbot veio para ficar e afirmam que eles trazem duas grandes vantagens para as marcas.

Uma é a contextualização, pois ele permite que a conversa fique mais próxima do real. A segunda é a conveniência, pois, sem precisar baixar um aplicativo, é possível comprar uma pizza ou qualquer outro produto, por exemplo.

Existem ferramentas gratuitas que podem auxiliar este processo de criação e, caso você use alguma plataforma de automação de marketing, como nós aqui da Layer, faça a integração entre as ferramentas para deixar tudo mais fácil.

Nunca se deparou com esse método de atendimento por aí? Veja dois exemplos de empresas que já trabalham assim:

Budweiser

Não quer sair de casa, mas está com aquela vontade de tomar uma cervejinha? Não tem problema! Entre em contato com o perfil da Budweiser no Twitter e inicie uma conversa privada com a marca. Você receberá respostas automatizadas e inteligentes, com botões e indicações para respostas.

A partir dessa interação você conseguirá fazer encomendas para receber packs e kits da Budweiser diretamente na sua casa entregues pelo Empório da Cerveja.

Banco Original

Com novidade lançada ainda no final de 2016, no Facebook, o Bot Original trabalha com interações instantâneas com seu público.

Os clientes ou até mesmo os visitantes da página na web podem tirar dúvidas sobre pagamentos, comunicar alterações cadastrais, falar sobre programas de pontos, segurança, tarifas, etc.

Mais relevância, menos quantidade

Tendências marketing e vendas
Investir em marketing de conteúdos, isto é, materiais de extrema relevância, como artigos e e-books, por exemplo, desenvolvidos sem o intuito claro de promover uma marca, são práticas cada vez mais encontradas no mercado.

Como se destacar na web sendo que várias e várias empresas já adotaram essa estratégia no mercado?
Fácil: priorize a relevância do material, pois não precisamos de mais conteúdo. Precisamos de conteúdos mais relevantes. Essa é uma dica da Ann Handley, autora do livro Everybody Writes.

Ou seja, hoje, as pessoas que produzem conteúdo para web precisam ser o mais estratégicas possível sobre o tipo de material que será publicado. Devem focar em conteúdo que traz volume de resultado aliado com a jornada de compra.

Para ser mais efetivo, foque no seu público-alvo, evite tentar agradar a todos. Fuja dessa ideia arriscada e trabalhe com aqueles que realmente tem interesse no que você oferece.

Transmissões ao vivo

Se você costuma estar sempre por dentro das novidades de marketing digital, já deve ter encontrado alguns blogs que, em troca de um endereço de e-mail, por exemplo, oferecem um material em formato de vídeo para o visitante.

Bom, vídeo já não é mais um formato considerado novo no mercado. Trata-se de um modelo de conteúdo já consolidado como estratégia de divulgação e, em 2018, muitas empresas deram um passo além: passaram a investir em transmissões ao vivo.

Embora o Brasil ainda tenha muito o que evoluir quando o assunto é vídeo, a transmissão ao vivo representa um grande passo nesse sentido. Com elas – ou as famosas lives – é possível interagir com o vídeo durante a reprodução e ser respondido quase que instantaneamente.

Você já deve ter visto essas ferramentas de transmissão ao vivo disponíveis no YouTube, Facebook e também no Instagram. Normalmente são utilizadas por páginas com muitos seguidores, embora esteja disponível para qualquer usuário.

Se você pensa em desenvolver um curso de estratégias de marketing digital, por exemplo, que tal fazer aulas ao vivo?
A vantagem de investir nesse formato é que não se exige tanta infraestrutura para construir os conteúdos. Se você estiver no início de um projeto, basta ter um celular e um ambiente silencioso que é o bastante para ter vídeos com uma boa qualidade.

Assim que a produção lhe render bons resultados, faça investimentos em outros equipamentos para dar um up na qualidade e, com o tempo, você estará em um estúdio perfeito.

Conteúdos em áudio

Tendência marketing e vendas - áudio
Como você já deve estar cansado de saber, hoje as pessoas pensam em otimizar seu tempo ao máximo possível. Se você quiser se destacar, não tem jeito: deve se adaptar a essa nova realidade para conquistar cada vez mais seu público-alvo.

Certo, mas conteúdos em áudio em pleno 2018? Sim. Este ano muitas empresas já apostaram nesse formato de conteúdo e a tendência é que continue no próximo ano.

As pessoas desejam consumir conteúdos enquanto fazem outras atividades. Se para ir ao trabalho gasta-se 30 minutos dentro do carro ou percorre o trajeto em 1h de transporte público, não seria interessantes usar esse período do dia para aprender algo?

É aí que entra a importância de investir em um conteúdo de áudio.
Criou um ebook sobre um certo tema? Que tal desenvolver uma versão em áudio também? Dê mais opções ao público. Afinal, nem é um trabalho tão complexo de ser feito.

Muitos acreditam que esses materiais em áudio não serão ranqueados no buscador do Google. Mas isso não é verdade.
Aposte em transcrições e legendas como um auxílio nesta tarefa para o Google interpretar seu conteúdo, pois é exatamente desta forma que ele indexa materiais publicados no YouTube, por exemplo.

E a vantagem de investir na transcrição ou legenda não para por aí. Além do benefício da acessibilidade, é claro, uma pesquisa realizada pela Discovery Digital Networks aponta que vídeos com legendas tem 13% mais de visualizações.

E aí, vai deixar de investir em conteúdo de áudio?

Disponibilizar download

Tendência de marketing e vendas - download
Uma das dicas para quem aposta em produção de conteúdo na web é priorizar a qualidade do material e tentar deixá-lo o mais direto possível. Mas, às vezes, isso não é possível, pois o tema exige um detalhamento maior.

A necessidade de construir um conteúdo completo pode esbarrar no tempo que os usuários têm para poder consumir o material. Então é preciso encontrar uma solução para que ele realmente interaja com o artigo.

Áudio pode ser uma boa saída, como já falamos, mas oferecer o download da página e enviar o arquivo em PDF pode ser uma estratégia interessante, utilizada em 2018 e que pode ter ser uma boa alternativa para o próximo ano.

O visitante está muito a fim de aprender sobre o tema, mas viu que não é algo tão simples assim e pode levar um tempo maior do que imaginava.

Em troca do e-mail e outras informações, que pode ser o cargo, área de atuação da empresa, etc, você enviar o arquivo para ele ler quando tiver um tempo maior.

Progressive Web Apps

Aposto que você já se irritou com esta mensagem: memória do dispositivo insuficiente. Pois é, os smartphones às vezes nos deixam na mão quando precisamos baixar algum material ou aplicativo.

Prova disso é a redução do número de downloads. Nos Estados Unidos, por exemplo, essa queda chega a 20% ao ano. Outro fator que deixa ainda mais em evidência esse problema com a memória dos celulares: 60% de todos aplicativos nunca foram usados.

Para que essa realidade mude, o Google criou o Progressive Web Apps ou PWAs. Já esbarrou com esse termo por aí?
Trata-se de uma aposta para dispositivos móveis muito forte para os próximos anos. Resumindo: é um misto de um site e um aplicativo, unindo o que há de melhor em cada um.

Veja as principais características de um PWA:

Trata-se de uma novidade muito útil para os usuários desde a primeira visita. O melhor de tudo é que não precisa instalar nenhum tipo de aplicativo para usá-lo, ou seja, não ocupará parte da memória do seu dispositivo.

Além disso, conforme há interação entre o usuário e a ferramenta, o desempenho dela será cada vez melhor.

Mas nem tudo são flores. O PWA têm alguns pontos negativos, como a limitação no controle do dispositivo do usuário e a não adesão da Apple à tecnologia, por enquanto.

Comando por voz

Tendência de marketing e vendas - comando de voz
“Ok, Google. Qual será a temperatura amanhã?”. Se você possui um smartphone android, provavelmente tem familiaridade com ao menos o início da primeira frase. Trata-se de uma tecnologia de comando de voz e de assistente pessoal inteligente.

Essa tecnologia está transformando o comportamento dos usuários, é uma nova forma de interação com a web. O que isso quer dizer mais uma vez? Sim, que você deve acompanhar essa mudança.
Essa novidade já usada neste ano – e que será muito forte em 2019 – pode ser um desafio e tanto quando o assunto é otimização.

Mas, como já é de se esperar, devemos focar na experiência do usuário e, assim, o Google nos recompensará. O resultado apresentado pelo mecanismo de busca do Google para as pesquisas de voz é o snippet de destaque, aquele conteúdo que fica dentro de uma caixa no primeiro resultado de busca.

Esta é uma grande oportunidade de levar seu conteúdo para o topo das pesquisas, mas para isso você deve inserir algumas informações estrategicamente como estas:

Se você pretende realizar esse investimento em breve ou no próximo ano, vale a pena ter uma voz única, que tenha relação com seu negócio e seja facilmente reconhecida.

De acordo com uma pesquisa da JW Thompson, 74% dos usuários dessa tecnologia acreditam que deva ser dessa forma, para expressar a personalidade da marca e se aproximar mais do público-alvo.

Acabamos de apresentar sete estratégias de conteúdo que estão sendo utilizadas neste ano e tem tudo para serem destaque em 2019.

Já usava alguma delas? Mais de uma? Quais você pretende adotar para o próximo ano ou que já deseja aderir desde já?
Use-as, avalie como foi o desempenho e venha nos contar como foi sua experiência aqui no blog da Layer.


O preço por não se adaptar ao novo mundo: por que a Editora Abril fechou tantos títulos?

Gostaria de fazer um texto emotivo, afinal, passei 10 anos na Editora Abril e ver a reestruturação (termo mais leve que consigo achar) do Grupo que ocorreu na última semana foi triste. Mas preciso ser prática e coerente, o episódio não surpreendeu.

Se você não sabe o que rolou, o Grupo Abril, que já vinha reduzindo os títulos do seu portfólio nos últimos anos, encerrou as atividades e algumas das publicações mais expressivas da empresa, como Casa Claudia, Boa Forma, Arquitetura e Construção, entre outras.

Após a decisão, em comunicado a empresa afirmou ter “o objetivo de garantir sua saúde operacional em um ambiente de profundas transformações tecnológicas, cujo impacto vem sendo sentido por todo o setor de mídia”.

Samira Cardoso em 2005, quando ganhou seu primeiro prêmio por uma matéria criada para a revista Bons Fluidos

Esse trecho divulgado pela Abril me incomoda muito. Primeiro que dá a sensação de que a “culpa” é de algo externo, que a empresa não pode controlar… mas as “transformações tecnológicas” já era pauta desde 2000, quando entrei pela primeira vez no suntuoso saguão do NEA (Novo Edifício Abril).

A pergunta é:

Por que essa ameaça evidente a tantos anos foi ignorada (ou semi-ignorada)?

1. Cultura empresarial

Fonte: OCP News

A Abril chegou ao status de maior editora da América Latina e era líder em todos os segmentos editoriais (economia, saúde, beleza, bem-estar, arquitetura, decoração, moda, etc.), mas não nunca houve muito espaço para inovação.

Com o porte que a empresa tinha, era totalmente factível que houvesse um núcleo dedicado à inovação e transformação digital, mas foram apenas iniciativas pontuais, nunca estava dentro das prioridades do Grupo investir em criar soluções disruptivas para o mercado Editorial. E se não o Grupo Abril, quem mais poderia ter feito isso?

Poucas iniciativas internas propunham que os grandes talentos da Abril desenvolvessem novos produtos. Portanto, me parece que os donos da ‘árvore’ não se preocuparam com o diagnóstico prévio e deixaram o paciente adoecer pouco a pouco, dando a ele apenas medicações paliativas, sem de fato propor um plano que acompanhasse as transformações tecnológicas do setor.

2. Modelo de gestão de pessoas

Empresas que cresceram exponencialmente nos últimos anos tem pelo menos um ponto em comum: a preocupação com o desenvolvimento de um modelo inovador de gestão de pessoas. Isso significa levar muito a sério o desenvolvimento do código de cultura, processos de recrutamento, preparação de lideranças capacitadas, não só tecnicamente, mas principalmente de maneira comportamental. E nesse ponto, mais uma vez, houve negligência.

Havia um processo de integração, mas duvido qualquer ‘Abriliano’ lembrar quais eram os pontos da cultura da empresa. Tinha também o curso Abril de Jornalismo, programa que recrutava talentos do Brasil inteiro e era disputadíssimo, mas vários desses talentos perdiam vagas para o primo-do-amigo-da-vizinha-do-chefe. Sim, chefe.

Também conheci alguns líderes e aprendi muito com eles. Mestres dispostos a ensinar, treinar e desenvolver sua equipe, sem vaidade e sem pedir crédito por aquilo que seu time desenvolveu. Mas como pode imaginar, não eram todos.

3. Data driven marketing

O data-driven marketing (marketing orientado a dados) é uma estratégia na qual os profissionais de marketing obtêm informações e tendências ao analisar dados gerados pela sua empresa ou pelo seu mercado de atuação, transformando essas ideias em decisões acionáveis. No geral, é tomar decisões mais objetivas sobre a estratégia de marketing ao se basear em dados.

Agora vamos imaginar uma situação. O Redator-chefe entra na redação e anuncia: “precisamos desenvolver 12 títulos paralelo à publicação mensal da nossa revista para aumentar o faturamento do grupo”. Esses 12 títulos paralelos, eram apelidados carinhosamente de ‘talibã’, pois todos sabiam que eles canibalizavam a compra do título ‘mãe’.

A decisão de produzi-los era tomada sem muito embasamento em métricas e a estratégia da ‘cauda longa’ era tida como uma fórmula de sucesso. Mas muitas vezes, o resultado era ruim, a performance de vendas não era satisfatória e a qualidade do material (papel e acabamentos) era inferior ao do título mãe, para que chegasse ao um preço final menor, também tirando um pouco a credibilidade da marca.

Muitos talibãs eram produzidos sem uma única pesquisa ou sem que se analisassem com profundidade sua eficiência.

4. Experiência do cliente

Fonte: GGN Jornal

Há alguns anos as pessoas vem reduzindo o consumo e/ou assinatura de revistas. Com a redução das tiragens e da circulação, a compra de mídia nos periódicos impressos passou a ser menos atrativa.

Com menos recursos, a gestão optou por reduzir equipes e orçamento de produção, essa decisão olhava exclusivamente para dentro, em vez de olhar para fora.

Talvez, se a empresa tivesse um grupo de profissionais focado em estudar o comportamento do leitor e encontrar novos meios para falar com ele, hoje o cenário seria completamente diferente.

E não estou dizendo que as revistas deveriam se transformar em portais, pois isso aconteceu. Nem mesmo os portais são tão interessantes hoje em dia, pois replicaram a fórmula editorial impressa para o meio digital, em vez de construir uma linguagem própria neste canal.

A construção dessa linguagem aconteceu (e continua acontecendo) por meio dos usuários que criam seus canais no Youtube, desenvolvem conteúdo em blogs especializados e omnichannel. Mas a Abril, embora tenha colocado seus conteúdos online, erraram na fórmula e insistiram no formato.

Me parece que o tradicionalismo falou mais alto por muitos anos. Faltou coragem para “sair da zona de conforto” e realmente inovar no ponto que mais tinham propriedade e capital humano: alterar a fórmula editorial, criar um caminho completamente diferente nos canais digitais, expor menos as grandes marcas e mais os grandes jornalistas que passavam por lá.

Elefante x águia

É claro que temos que considerar um ponto muito importante. A Abril era ENORME. Cito sempre uma palestra do Pedro Herz, dono da Livraria Cultura, uma analogia que não irei esquecer: “Empresas grandes são como elefantes, grandes e fortes, mas lentas e com baixa agilidade. Empresas pequenas são como águias, pequenas e frágeis, mas rápidas e muito ágeis”.

A Abril era o elefante. Não estou dizendo que seria fácil mudar, mas seria possível iniciar esse processo de transformação.
Para começar, seria preciso mudar a cultura da empresa e conscientizar os colaboradores sobre o propósito, objetivos e traçar uma rota para a renovação da empresa.

Muitos colegas que saíram da Abril, assim como eu, se renovaram profissionalmente. Essa renovação poderia ter acontecido lá dentro. Se você não acredita que a transformação fosse possível, veja o tópico abaixo.

Um exemplo de transformação digital

Se olharmos à nossa volta notamos muitos serviços que entraram no mercado e decretaram a obsolescência de outros.
Se você presenciou o final dos anos 90 e início dos anos 2000 provavelmente já entrou nas locadoras de filmes e jogos. Sim, antes era preciso ir até um estabelecimento alugar filmes para assistir na hora que achasse melhor. Caso contrário, ficaria refém do que estivesse passando na televisão.

E se você acha que a Netflix surgiu depois disso, está completamente enganado.
A Netflix foi fundada ainda nos anos 1990 por Reed Hastings e Marc Randolph. Em 1997, o cenário da indústria era outro, segundo o empresário norte-americano, Mitch Lowe, o escritório do Google era no fim da mesma rua da empresa e a Amazon, nessa época, fazia propaganda na rádio.

Não existiam smartphones e só metade das pessoas tinham celular. Foi nessa época que a Netflix nasceu como um serviço online de venda de DVDs.

Em 2008 a empresa buscava inovação e capital, ofereceu 50% da Netflix para a Blockbuster por US$ 50 milhões. Eles recusaram e riram das ideias de implementar uma plataforma de streaming. Hoje a Netflix vale US$ 150 bilhões.
A empresa virou o mercado e, de acordo com o Lowe, a empreitada foi bem sucedida ao combinar pessoas, cultura e dados.

No fim, sabemos, não foi a Netflix que decretou o fim de serviços como a Blockbuster, uma das maiores redes de locadoras de filmes, foi a própria Blockbuster que declarou o seu fim.

E não seria legal se a rede de locadoras afirmasse que o fechou suas lojas com o “objetivo de garantir sua saúde operacional em um ambiente de profundas transformações tecnológicas, cujo impacto vem sendo sentido por todo o seu setor de atuação”.

Seria melhor que ela declarasse: “não ousamos, fomos tradicionais, ignoramos os dados, achamos que tínhamos tudo sobre controle, mantivemos um modelo de gestão antiquado, não optamos por nos transformar e paramos de olhar para os hábitos dos nossos consumidores, por isso estamos fechando nossas lojas”.

Talvez fosse isso que eu esperava que a Abril reconhecesse também.


Transformação Digital: a mudança que sua empresa precisa

Você já ouviu falar em transformação digital? Esse processo está em alta, e não é por acaso.

A novidade tem revolucionado as metodologias das empresas e impulsionado melhores resultados. E essa transformação não é mais uma opção para quem quer crescer, mas sim uma necessidade para quem quer se manter no mercado.

Estão surgindo de forma cada vez mais frequente os negócios disruptivos, aquelas empresas com alto potencial de crescimento.

Essas companhias ofertam produtos ou serviços altamente convenientes e focados na experiência do usuário, e assim conseguem escalar o empreendimento, deixando para trás empresas gigantes e o modelo tradicional de negócio.

São muitos exemplos: Netflix, Uber, Amazon, Spotify. Estes e outros grandes nomes foram responsáveis por mudanças enormes nos segmentos em que atuam, e certamente pela queda dos grandes players desses mercados.

Transformação digital
Seguindo o modelo de desenvolvimento de negócios inovadores e disruptivos, outras startups vão surgir, oferecendo experiência e conveniência para seus clientes e crescendo de forma vertiginosa.

A pergunta é: como sua empresa pode evitar que seja atropelada por uma startup? Não há outra possibilidade se não a transformação digital do seu negócio.

Transformação digital

Transformação digital não é apenas sobre oferecer tecnologia

Há quem pense que transformação digital é apenas sobre oferecer produtos de forma digital, ou simplesmente implantar softwares, aplicativos e outros recursos dentro de processos internos da empresa para deixá-los mais rápidos. Só que não é bem assim.
Apostar nessas novidades pode trazer resultados surpreendentes, mas se não houver vários outros pontos alinhados o trabalho pode ir por água abaixo.
Transformação Digital
Procure por cases sobre o assunto e descubra que ela já está em toda parte. Empresas de telefonia, intercâmbio, restaurantes, escolas… até uma famosa empresa brasileira de bicicletas tem sido notícia sobre transformação digital.

Isso porque essa revolução tem tudo a ver com as mudanças no mundo, novas vontades dos consumidores e dos próprios funcionários, uma verdadeira reorganização na estrutura organizacional e, consequentemente, na cultura da empresa, entre outros pontos.

Transformação digital envolve:

Mudança no consumo, mudança nas empresas

A digitalização está por toda parte – no ponto eletrônico ao chegar no trabalho, no site com todas as informações possíveis sobre uma determinada empresa, na rede social que possibilita trocar opiniões instantaneamente. E, claro, nos processos de compra.

O público hoje tem um poder sobre o mercado muito maior do que há 20 anos, quando a disponibilidade de informações não era a mesma. Naquela época – que nem faz tanto tempo – comerciais de TV, anúncios em jornais e revistas, e uma boa conversa com um conhecido eram as únicas formas de obter informações de maneira fácil sobre um produto ou empresa.

Agora, basta entrar na página do Facebook de qualquer uma delas e conferir os elogios e reclamações. Se nem Facebook a empresa tiver, já é motivo para o cliente sentir que tem alguma coisa estranha nessa história.

Então, passa na frente quem oferece ao consumidor o melhor produto, de modo mais rápido, com melhor atendimento, e uma forma de comprar mais prática. Ufa! Esses são só alguns dos pontos. Levando isso em consideração, é hora das empresas pensarem em alguns pontos muito importantes.

3 itens fundamentais para a implementação da transformação digital

86% dos compradores pagarão mais para terem uma melhor experiência.

Em um cenário em que tudo muda muito rápido, processos empresariais também vão mudar. Essa constatação pode parecer óbvia, mas te leva para outra coisa: não é mais possível insistir nos velhos métodos.

Uma empresa que quer crescer na era da transformação digital tem que estar preparada para abraçar mudanças e entender que elas ocorrem de repente. Ou seja, é preciso ser flexível.

E isso não é só em relação aos donos das companhias. As empresas que já adotaram transformação digital têm apostado em contratar funcionários que apresentem, além de qualificação, essa mente aberta para revoluções diárias.

Já falei sobre novos funcionários, mas e os antigos? A verdade é que para que a mudança ocorra de forma efetiva, ela precisa começar na maneira como as pessoas a encaram. Por isso, seus funcionários, de todos os setores que você possa imaginar, precisam entender o porquê da mudança e de que forma será benéfica não só para a empresa, mas também para eles.

Transformação digital pede uma cultura digital, e cultura digital pede que todos estejam alinhados em um objetivo comum. Não é por mero acaso que a mudança está ocorrendo primeiro nas empresas que encaram funcionários como parceiros, não meros trabalhadores.

Essas são apenas três entre muitas das características fundamentais para que a transformação digital funcione na sua empresa. É um investimento trabalhoso e para longo prazo, mas trará inúmeros benefícios.

O termo disrupção tem ganhado força. Ele seria, basicamente, o processo que permite que pequenas empresas – como as startups – consigam concorrer com companhias tradicionais e já conhecidas.

Como essas startups fazem isso? Oferecem produtos mais simples do que os já conhecidos, mas bons. Por um preço mais acessível e com um atendimento cheio de diferenciais, eles conquistam os clientes.

Pode ser novidade para você, mas na verdade esse termo surgiu em 1995 em um artigo publicado na conceituada universidade americana Havard. Hoje, 23 anos depois, a inovação disruptiva é uma realidade que não pode ser ignorada por quem quer se manter firme no mercado.

O que a transformação digital vai dar para sua empresa

Seria impossível listar tudo o que vai ocorrer na sua empresa se você encarar a transformação digital da forma certa. Um dos principais é, com certeza, a produtividade.

Uma pesquisa feita pela Coleman Parkes Research mostrou que as empresas que investiram em transformação digital perceberam 39% de aumento na produtividade dos trabalhadores.

Isso também tem relação com a automação de processos. Um estudo feito pela Vanson Bourne com executivos mostrou que 100% deles acreditam que automação é fundamental para atender aos novos requisitos dos negócios. 85% deles perceberam aumento de produtividade.

Essa é apenas uma vantagem, que já faz muita diferença. A mesma pesquisa mostrou que 62% deles perceberam redução nos custos. Mobilidade, aumento da satisfação dos clientes, melhor vantagem competitiva no mercado e até mais satisfação dos clientes são apontadas como outras vantagens.

Algumas empresas ainda precisam de transformação digital, outras já têm e oferecem!

Algumas empresas já são sucesso em transformação digital. Elas mudaram seus processos, cultura, estabeleceram novas estratégias de marketing e vendas e deu certo!

Há também as empresas que oferecem transformação digital. As empresas de tecnologia e desenvolvimento de softwares são um exemplo. Muitas, além de oferecerem as soluções tecnológicas, oferecem também consultorias para estruturar a transformação.

As agências digitais, por exemplo, também são fundamentais para dar apoio às empresas na criação de novas formas de comunicação, campanhas digitais, desenvolvimento de novos processos de marketing e vendas, oferta de produtos e serviços disruptivos e até mesmo a criação da cultura organizacional e ações de endomarketing. Tanto que as próprias empresas de tecnologia recorrem às agências digitais para otimizarem a transformação digital.

A Layer Up atende clientes de tecnologia que lidam com soluções para gerenciamento de custos de despesas de equipes externas, controle financeiro, logística, segurança web, recuperação de crédito, entre outros assuntos. Todas elas perceberam que novas estratégias de comunicação, marketing, vendas e gestão de pessoas também fazem parte da transformação digital.

Como a transformação digital interfere no marketing

As empresas de marketing tem aproveitado do próprio conhecimento para impulsionarem seus negócios na era da transformação digital. São um verdadeiro exemplo em comunicação nas redes sociais e blogs e incentivam os funcionários a seguirem estudando sobre novas ferramentas e, assim, todos estarão conectados com o propósito dos projetos. A Layer Up é um exemplo disso.

Como o marketing interfere na transformação digital

As empresas de marketing utilizam de novas tecnologias para impulsionar as formas de comunicação e obter uma visão mais analítica a respeito do produto ou serviço oferecido para, assim levar as empresas a outros patamares. Agora vou te contar algumas das coisas que farão diferença na sua companhia quando essas duas coisas estão alinhadas.

Big Data e Business Intelligence

A mensuração de dados é extremamente importante para analisar os comportamentos dos consumidores. Ao coletar dados com determinadas ferramentas é possível realizar análises e assim determinar novas estratégias.

Isso também tem tudo a ver com business intelligence, processo de captação de informações, as quais passam a ser armazenadas em um banco de dados.

A partir daí, a ideia é analisar o desempenho da empresa, estudar o mercado, ver em que ponto os concorrentes estão na frente e na sequência buscar novas estratégias para a comunicação, o desenvolvimento de produtos, seleção de novos mercados, precificação, desenvolvimento de equipe, definição de metas de vendas, entre outros pontos.

Analytics

O Marketing apoia também no que chamamos de Web Analytics. Em vez de perder tempo fazendo propaganda que não chegará no seu público, ele te ajuda a direcionar investimentos para o que realmente traz resultado.

O marketing de conteúdo utiliza muito disso. Para empresas que tem blog, por exemplo – o que está totalmente atrelado a nova forma de empresas chegarem a clientes -, o Google Analytics se torna um suporte fundamental para verificar aceitação, perfil dos visitantes e até comportamento dos clientes.

Produção de conteúdo relevante

O público não quer mais saber de empresas que pensam apenas em vender. Depois que os velhos processos de venda foram entendidos, hoje ele busca empresas que ofereçam mais, como você pôde ler mais acima, quando falamos sobre costumer experience.

Uma das maneiras de se aproximar dos clientes é produzindo conteúdo relevante sobre assuntos que podem ser do interesse deles. Utilizando técnicas de SEO que agências como a Layer Up sabem utilizar como ninguém, fica ainda mais fácil chegar ao público pelos mecanismos de busca.

Aposte em marketing e na transformação da sua empresa

Com o apoio de estratégias digitais efetivas, sua empresa estará um passo à frente das outras e pode obter resultados incríveis.

Um case importante da Layer Up ocorreu com a World Study. Para você ter uma ideia, entre junho a dezembro de 2017 nós aumentamos em 49% as vendas de intercâmbio da empresa. Além disso, O tráfego ao website teve um crescimento de quase 40% no primeiro trimestre deste ano, comparado ao último trimestre de 2017.


Transformação Digital: Você está pronto?

Não se assuste com esse conceito. Ele irá ajudar sua empresa a marcar presença no mundo digital da maneira mais correta e assertiva para seus resultados.

Quando o assunto é tecnologia e soluções digitais, muitas vezes levamos nossa imaginação para um contexto futurista, de ficção científica, muito distante da nossa realidade. Mas nós esquecemos que, na verdade, já vivemos em um mundo em que tudo muda toda hora. Hoje, ficar parado é como dar um tiro no pé. E, falando nisso, você já ouviu falar de transformação digital? 

Eu diria que esse conceito é, hoje, uma obrigação, tanto para empresas pequenas, quanto para as gigantes. Parar no tempo pode ser fatal para os negócios. Duvida de mim? Pense em marcas grandes que desapareceram do mercado, ou perderam sua relevância por falta de inovação 

Lembra da Kodak e da Blockbuster? São duas empresas renomadíssimas que foram engolidas pela tecnologia digital. Outro exemplo é a Blackberry, que já foi uma gigante no mundo dos smartphones, mas se perdeu quando optou por ignorar a inovação do touchscreen, abrindo espaço para o crescimento da Apple. 

Essas empresas acabaram fechando os olhos para as milhares de possibilidades de crescimento que a tecnologia oferece.

Por isso, a transformação digital não deve ser um conceito nebuloso. Ela é importante para que as empresas continuem aperfeiçoando seus trabalhos, aumentando a produtividade em conjunto com a qualidade, sem falar do aumento do alcance da marca, e na melhoria da interação com seu cliente. 

Mas o que é Transformação Digital?  

O que é uma empresa, hoje, sem um site? Que tipo de imagem você causa, sendo que não está presente nas redes sociais? Você usa a tecnologia e os softwares a seu favor para melhorar sua produtividade, e também a qualidade das suas entregas? Todos esses pontos são básicos para quem quer iniciar a transformação digital. 

Na verdade, essa quebra de paradigmas é uma transformação bem mais profunda, que deve caminhar seguindo uma estratégia bem definida. É preciso entender qual é o papel da tecnologia para fornecer um produto ou serviço com mais qualidade. É também uma maneira de descobrir novas ferramentas para melhorar a produtividade e assertividade dos seus funcionários. 

A empresa precisa entender como a tecnologia pode trazer impactos positivos para a equipe interna, os fornecedores, e até os clientes, que devem ser os principais impactados por essa mudança. Com uma transformação digital feita por completo, você dará passos largos rumo a competitividade, e também a resultados completos. 

Ou seja, transformação digital é mais do que estar presente na internet, ou ter uma estratégia de marketing. É um planejamento fortemente ligado aos resultados finais da sua empresa.  
 

Quais são os desafios? 

Mas não pense que fazer isso seja simples. Na prática, o conceito se torna mais complexo e esbarra em alguns desafios. 

 

O que fazemos na Layer Up? 

Aqui na Layer Up, trabalhamos com Marketing Digital, e estamos sempre com nossas antenas ligadas para acompanhar inovações interessantes da tecnologia. Resolvemos aproveitar o assunto para falar como implantamos a transformação digital na nossa empresa. 

Como trabalhamos com Inbound Marketing, é óbvio que estamos presentes no mundo digital. Mas, além de termos um cuidado especial com nosso site, blogs e redes sociais, procuramos alinhar a nossa comunicação na internet, para que nossos prospects entendam nossa expertise e nossa identidade. 

Todos os nossos funcionários são estimulados a fazerem cursos e treinamentos sobre ferramentas digitais que auxiliam nosso trabalho no dia a dia, garantindo uma maior produtividade. Aliás, temos alguns canais para que sempre troquemos ideias sobre novas soluções que possam auxiliar nossa produção. 

Todas as nossas equipes estão integradas para garantir um trabalho com uma identidade coesa aos nossos projetos. Além disso, todos os processos de criação são controlados digitalmente. Por isso, a tecnologia de cloud computing é essencial para nós. 
 

Ou seja… 

Deu para entender porque é muito importante mergulhar de cabeça nas possibilidades que o mundo digital nos oferece, não é mesmo? Pense como a tecnologia pode te ajudar a ser mais competitivo, e como deve ser explorado entre os seus funcionários para começar a sua transformação digital. A mudança vai impulsionar os seus resultados! 


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Fale com um especialista, tire dúvidas ou deixe sua sugestão para a Layer Up. Nosso time está pronto para dar um UP em seu negócio e entregar os melhores resultados!

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